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    Jennifer Aniston será presidente lésbica dos EUA em comédia da Netflix

    21 de maio de 2018 /

    A atriz Jennifer Aniston interpretará a primeira mulher presidente dos Estados Unidos, que ainda por cima é lésbica, em um novo filme de comédia para a Netflix. Intitulado “First Ladies”, o filme foi escrito pela comediante Tig Notaro (série “One Mississippi”), que também viverá a esposa de Aniston na trama. A sinopse divulgada pela Netflix diz: “Quando Beverly e Kasey Nicholson se mudam para a Casa Branca, elas provarão que por trás de toda grande mulher… há outra grande mulher”. A produção é da Gloria Sanchez Productions, o braço feminino da produtora Gary Sanchez, do comediante Will Ferrell e seu sócio cineasta Adam McKay, que é comandada por Jessica Elbaum, produtora associada da dupla há uma década. “First Ladies” representa o tipo de filme que a Gloria Sanchez pretende lançar: escrito e estrelado por mulheres. Mas ainda não há diretor definido nem previsão de lançamento.

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    Crimes em Happytime: Trailer revela primeiro filme de Muppets para adultos

    21 de maio de 2018 /

    A STX divulgou o pôster e o trailer de “Crimes em Happytime” (The Happytime Murders), uma nova comédia de Melissa McCarthy que é bem diferente de tudo o que já ela fez. Sim, a atriz volta a viver uma policial mau-humorada como em “As Bem-Armadas” (2013), mas desta vez seu parceiro é um fantoche. E a prévia deixa claro que o filme não é para crianças, com piadas envolvendo prostituição, vício em drogas e ejaculação. Trata-se do primeiro filme dos Muppets para adultos. A trama até evoca o clássico “Uma Cilada Para Roger Rabbit” (1988), ao se passar numa cidade em que os fantoches dos programas de TV são reais e convivem com os humanos. Entretanto, quando não estão no ar, eles se comportam de forma deplorável. O caso que precisa ser desvendado pela detetive Connie Edwards e seu parceiro marionete é uma onda de assassinatos do elenco de bonecos do programa dos anos 1980 “The Happytime Show”. A investigação os arrasta para um submundo em que fantoches oferecem boquetes por drogas, além de demonstrar como os bonecos gozam – com resultado muito escatológico. O roteiro é de Todd Berger, que escreveu alguns curtas dos Smurfs, e a direção está a cargo de Brian Henson, filho de Jim Henson, criador dos “Muppets”. Difícil imaginar que um dia ele fez “O Conto de Natal dos Muppets” (1992) após assistir a prévia de seu novo longa. O elenco inclui Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Joel McHale (série “Community”), Leslie David Baker (série “The Office”) A estreia vai acontecer em 6 de setembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Deadpool 2 acaba com reinado dos Vingadores nas bilheterias

    20 de maio de 2018 /

    Após três fins de semana como o filme mais visto da América do Norte – e do mundo – , “Vingadores: Guerra Infinita” perdeu o topo do ranking para um novo filme de super-herói. “Deadpool 2” abriu com US$ 125M (milhões) nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, a segunda maior estreia de um filme com classificação etária “R” em todos os tempos – atrás apenas do primeiro “Deadpool”, que fez US$ 132,4M há dois anos. Mas não ficou nisso. O filme do herói tagarela quebrou o recorde da Fox no mercado internacional, com estimados US$ 176,3M de arrecadação, superando os US$ 174M de “X-Men: Dias de um Futuro Passado”. A diferença é que, ao contrário do filme do grupo mutante, “Deadpool 2” não estreou na China. O valor também representa recorde internacional de lançamento classificado como “R” nos Estados Unidos, superando outra produção da Fox, “Logan” (abriu com US$ 160M em 2017). As maiores bilheterias vieram do Reino Unido (US$ 18M), Coreia do Sul (US$ 17M), Rússia (US$ 11,8M), Austrália (US$ 11,7M) e México (US$ 10,1M). Graças a este desempenho, a soma de “Deadpool 2” atingiu impressionantes US$ 301,3M em todo o mundo. Apesar de perder a liderança, “Vingadores: Guerra Infinita” continua aumentando sua fortuna. Foram mais US$ 28,7M nos últimos três dias na América do Norte, o que lhe rendeu o 2º lugar no ranking semanal. Com a soma das bilheterias deste fim de semana, o terceiro “Vingadores” também atingiu US$ 1,8B (bilhão) de arrecadação mundial, aproximando-se da marca mítica dos US$ 2B que apenas três filmes conseguiram cruzar – “Star Wars: O Despertar da Força”, “Titanic” e “Avatar”. O 3º lugar doméstico ficou com outra estreia do fim de semana na América do Norte, a comédia “Do Jeito que Elas Querem” (Book Club), com Jane Fonda, Diane Keaton, Candice Bergen e humor sexual da Terceira Idade. Fez US$ 12,5M, mas não eletrizou a crítica, com 58% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil. De todo modo, foi o dobro do conquistado pela outra estreia, “Show Dogs”, mais uma comédia sem graça da temporada, que abriu em 6º lugar com US$ 6M e apenas 26% de aprovação da crítica. O humor canino não tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 125M Total EUA e Canadá: US$ 125M Total Mundo: US$ 301,3M 2. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 28,6M Total EUA e Canadá: US$ 595M Total Mundo: US$ 1,8B 3. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: 12,5M Total Mundo: 12,5M 4. Alma da Festa Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 36,8M 5. Breaking In Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 28,7M Total Mundo: US$ 30,4M 6. Show Dogs Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 6M Total Mundo: US$ 6,7M 7. Overboard Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 49M 8. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 176,1M Total Mundo: US$ 296,4M 9. Rampage Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 92,4M Total Mundo: US$ 406,9M 10. RBG Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ 3,8M

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    A Noite do Jogo marca o resgate das comédias americanas engraçadas

    19 de maio de 2018 /

    Já reparou que Hollywood não faz mais tantas comédias como há alguns anos atrás? Entre umas e outras baladas cinematográficas, sempre tinha aquele descanso merecido para rir com Katie Hudson, Anne Hathaway e Matthew McConaughey, além de Sandra Bullock, Hugh Grant e Julia Roberts antes deles. Talvez esses filmes tenham abusado demais da fórmula, deixando o público cansado. Hollywood é assim. Mesmo quando acham algo original como “Se Beber, Não Case!” e “Missão Madrinha de Casamento”, a mina de ouro é explorada excessivamente em continuações ou imitações desnecessárias até não sobrar mais nada. É por isso que as comédias de grandes estúdios protagonizadas por atores famosos se tornaram cada vez mais raras. Mas Hollywood também tenta se reciclar de tempos em tempos e um filme como “A Noite do Jogo”, mesmo com seus prós e contras, precisa ser notado simplesmente porque, às vezes, é bom rir à toa. E “A Noite do Jogo” ainda oferecer algo a mais, o que é louvável e a faz terminar com um saldo positivo. Vamos começar pela maior força do filme: o casal principal interpretado por Rachel McAdams e Jason Bateman, que são eufóricos e carismáticos na medida certa; daqueles que adoramos ver na tela e nos identificamos rapidamente. Bateman e McAdams podem tentar qualquer gênero, porque são bons atores, mas não há como fugir do fato de que são exímios comediantes. Bateman se projetou a partir da série “Arrested Development”, com seu jeito ponderado, porém exalando ironias e um olhar que dispensa palavras para se comunicar com o público. Ele nasceu pra isso. Da mesma forma que Rachel McAdams, que se destacou como a melhor arma de “Meninas Malvadas” (depois do roteiro de Tina Fey). Juntos, eles são perfeitos em “A Noite do Jogo”, lembrando os bons tempos das comédias com Goldie Hawn, Steve Martin ou Chevy Chase. Mas talvez tenha sido “Uma Noite de Aventuras”, dirigido por Chris Columbus e estrelado por Elisabeth Shue em 1987, a maior influência da jornada noite adentro do casal e seus amigos – um elenco maravilhoso, com destaque para o mulherengo e cérebro de azeitona vivido por Billy Magnussem e, principalmente, o policial solitário do fantástico Jesse Plemons, que rouba todas as cenas em que aparece. “A Noite do Jogo” é mais ou menos assim: Rachel McAdams e Jason Bateman vivem um casal viciado em jogos. A maior diversão é reunir amigos e brincar de mímicas, adivinhações e outras atividades ramificadas dessas ideias. Tanto que uma delas leva a uma aventura que mistura realidade e ficção, como uma versão cômica daquele filme pouco visto de David Fincher com Michael Douglas, “Vidas em Jogo”. Tudo bem que os mistérios não se seguram por muito tempo, mas o filme caminha imprevisível mais pelas reações dos atores que o roteiro em si. E isso já está de bom tamanho, porque algumas cenas arrancam risadas magníficas, como a que Rachel tenta tirar uma bala do braço de Jason Bateman (o efeito sonoro emitido pelo brinquedinho enquanto ela faz o corte me fez chorar de rir). E, cara, tem uma piada com Denzel Washington que é impagável. Espere pra ver. Melhor ainda: é um filme que não precisa se apoiar em piadas apelativas e bater em minorias. Sim, “A Noite do Jogo” é um saudável besteirol à moda antiga, devidamente atualizado para o público carente de risadas. E se dá ao luxo de contar com uma ótima direção – coisa rara nesse tipo de filme –, com direito até mesmo a um plano sequência muito bem orquestrado quando os personagens tentam capturar um “ovo”. John Francis Daley e Jonathan Goldstein fizeram antes disso aquele reboot frustrante de “Férias Frustradas”, mas mostram que são capazes de muito mais, com um humor herdado de tanto assistir o “Férias Frustradas” original e outros filmes da época. Não por acaso, a trilha sonora faz bom uso de sintetizadores, meio oitentista, em referência à era dos arcades, a era de John Carpenter. Os diretores também demonstram talento para criar concepções cenográficas originais, ao entregar cenas visualmente incríveis, que muitas vezes emulam jogos, como a perspectiva em terceira pessoa ao posicionar as câmeras atrás de alguns personagens, e a transformação de uma vizinhança inteira numa espécie de plataforma de game. Há um corte logo no começo que é brilhante, acompanhando a queda do casal ao chão que se torna um tabuleiro num passe de mágica da edição. É verdade que o ato final exagera na dose, com a barreira entre o que é realidade e o que é ficção extrapolando os limites do bom senso, conforme o roteiro de Mark Perez tenta ligar os pontos. Mas tudo bem, porque a esta altura a trama e seus heróis já conquistaram com seu bom humor. Além disso, a moral da história é ótima, ao ensinar que só envelhecemos quando queremos; conceito que se mistura com a escolha ousada nos dias de hoje de um elenco adulto, não adolescente, para um filme baseado em brincadeiras de criança. Enfim, “A Noite do Jogo” pode ser indício de uma volta das grandes comédias. E pelo resultado do público a este filme nos Estados Unidos a tendência é que Hollywood se estimule a lançar outras ainda melhores.

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    Cinquenta Tons de Cinza excita Jane Fonda, Diane Keaton e Candice Bergen em trailer de comédia

    16 de maio de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer dublado (e legendado) de “Do Jeito que Elas Querem”, “tradução” nacional de “Book Club”, uma comédia romântica romântica da Terceira Idade, que mostra que o desejo não tem prazo de validade. A prévia mostra como a inclusão de “Cinquenta Tons de Cinza” no círculo de leitura (o clube do livro do título original) de quatro senhoras muda suas rotinas, voltando a despertar apetites sexuais. Curiosamente, Jane Fonda, que integra o elenco, explora a mesma linha de humor adulto da Terceira Idade em sua série “Grace and Frankie”, na Netflix. As demais amigas são Diane Keaton (“Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro”), Candice Bergen (série “Murphy Brown”) e Mary Steenburgen (série “The Last Man on Earth”). Seus pares românticos são vividos por Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Don Johnson (série “Nash Bridges”) e Richard Dreyfuss (“RED: Aposentados e Perigosos”). E o elenco ainda inclui Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Ed Begley Jr. (série “Future Man”) e Katie Aselton (série “Legion”). A comédia ao estilo dos filmes de Nancy Meyers (“Simplesmente Complicado”) é, curiosamente, escrita e dirigida por um cineasta jovem e iniciante, Bill Holderman, que vira diretor após escrever “Uma Caminhada na Floresta” (2015), também com protagonistas da Terceira Idade. O filme estreia nesta sexta (18/5) nos Estados Unidos, mas apenas daqui a um mês, em 14 de junho, no Brasil.

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    Schooled: Spin-off de The Goldbergs ganha primeiras imagens

    16 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou duas imagens de “Schooled”, spin-off de “The Goldbergs” passado nos anos 1990. As imagens destacam os professores da William Penn Academy, vividos Tim Meadows, Bryan Callen e AJ Michalka, todos vistos em “The Goldbergs”. O spin-off chegou a ser rejeitado pela ABC e seu piloto incorporado como um episódio comum de “The Goldbergs”, em que os personagens imaginavam o futuro (a série original se passa nos anos 1980). Mas o capítulo agradou ao público, que pediu mais e acabou atendido. O próprio Adam F. Goldberg, cujas memórias de infância servem de base para a série original, desenvolveu a nova atração em parceria com o produtor de “The Goldbergs” Marc Firek. “Schooled” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.

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    Ricky Gervais vai estrear nova série de comédia na Netflix

    15 de maio de 2018 /

    A Netflix encomendou uma nova série de Ricky Gervais, criador da versão original inglesa de “The Office” e da divertida “Extras”, entre outras. Intitulada “After Life”, a série de comédia terá seis episódios com meia hora de duração, ao estilo das produções britânicas do gênero. A trama vai companhar Tony (Gervais), um homem que tinha uma vida perfeita. Mas quando sua esposa morre, tudo muda. Depois de pensar em tirar a própria vida, ele decide acertar as contas com o universo de outro modo, dizendo e fazendo o que quiser a qualquer hora. Ele acredita que isso o torna poderoso – não se importar consigo mesmo ou com qualquer outra pessoa – , mas a situação se complica quando todos seus amigos resolvem salvar o cara legal que eles costumavam conhecer. Curiosamente, Gervais é conhecido por se portar como a descrição do personagem. Seu humor depreciativo já causou estragos nas relações públicas do Globo de Ouro, evento que ele apresentou várias vezes. Essa não é a primeira parceria do comediante com o serviço de streaming, que produziu seu filme “Correspondentes Especiais” e foi coprodutor da série “Derek”, junto do Channel 4 britânico. Ainda não há previsão de estreia para “After Life”.

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    Rel: Série de comédia do ator de Corra! ganha imagens e primeiro trailer

    15 de maio de 2018 /

    A rede Fox divulgou as primeiras imagens e o trailer de “Rel”, série de comédia estrelada por Lil Rel Howery, responsável pelas cenas cômicas do terror “Corra!”. A prévia, porém, não reproduz a intensidade histérica vista naquele filme, sugerindo quase um programa de esquetes, em que o ator interpreta dois papéis: o protagonista do título e, sob muita maquiagem, um pastor idoso. Na trama, Lil Rel vive uma versão exagerada de si mesmo, um cara de sucesso, que vive sob o código de “sempre acreditar em si mesmo que grandes coisas virão”. Até que descobre que sua esposa está tendo um caso com seu próprio barbeiro. Ele tenta reconstruir sua vida após o divórcio como um pai solteiro e distante dos filho, enquanto busca amor, respeito e um novo barbeiro. Criada pelo próprio Lil Rel Howery, em parceria com Kevin Barnett e Josh Rabinowitz (roteiristas-produtores de “The Carmichael Show”), a série é gravada em estúdio diante de um auditório, como uma sitcom antiga, e também inclui no elenco Sinbad (“Um Herói de Brinquedo”), Jess “Hilarious” Moore (humorístico “Wild ‘N Out”) e Jordan L. Jones (série “Disjointed”). “Rel” estreia na temporada de outono americana, entre setembro e novembro.

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    I Feel Bad: Série de comédia produzida por Amy Poehler ganha fotos e primeiro trailer

    14 de maio de 2018 /

    A rede NBC divulgou as primeiras fotos e o trailer de “I Feel Bad”, nova série de comédia produzida por Amy Poehler (série “Parks and Recreation”). A prévia apresenta o tom irônico da produção, centrado na crise de meia idade de uma mãe de família. Algumas peculiaridades que diferenciam a produção incluem o fato dela ser filha de pais indianos e comandar uma empresa de games com funcionários (nerds) bem mais jovens. Assim, os episódios sugerem a mistura de dois tipos diferentes de sitcom, alternando-se entre comédia de família e humor de ambiente de trabalho. Criada por Aseem Batra (atriz-roteirista-produtora de “Scrubs” e “The Cleveland Show”), a série assume os desafios que as mulheres contemporâneas enfrentam quando tentam equilibrar carreira, marido e filhos, tentando se sentir bem consigo mesmas em uma sociedade com padrões impossíveis de beleza. “Como mulheres, nos sentimos mal todos os dias”, diz a protagonista no trailer, justificando o título da produção – “eu me sinto mal”, me português. O elenco destaca Sarayu Blue (série “No Tomorrow”) no papel principal e Paul Adelstein (série “Prison Break”) como seu marido, além de Brian George (série “The Big Bang Theory”), Madhur Jaffrey (“Entre Dois Mundos”), James Buckley (série “The Inbetweeners”), Johnny Pemberton (série “Superstore”), Aisling Bea (série “Hard Sun”), Zach Cherry (“Perfeita para Você”) e as crianças Lily Rose Silver (vista em “NCSI”) e Callan Farris (visto em “Stuck in the Middle”). A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro, nos Estados Unidos.

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    Vingadores: Guerra Infinita lidera bilheterias pela terceira semana na América do Norte

    13 de maio de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” manteve a liderança pela terceira semana consecutiva nas bilheterias da América do Norte. O filme de super-heróis da Marvel segue aumentando sua pilha de dinheiro com mais US$ 61,8M (milhões) arrecadados no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. Já são US$ 547,8M somados no mercado doméstico, acumulados de forma rápida e relativamente fácil, graças não apenas ao marketing agressivo da produção, mas também a sua localização estratégica no calendário de lançamentos cinematográficos. Durante suas primeiras três semanas em cartaz, não enfrentou praticamente resistência, diante de estreias menores que preencheram poucos cinemas. No mercado internacional, o valor é ainda mais impressionante (veja no próximo post). Nesta semana, foram apenas duas estreias norte-americanas, que renderam muito pouco. “Alma da Festa”, a nova comédia da atriz Melissa McCarthy, abriu em 2º lugar com US$ 18,5M. E este desempenho já sugere que a atriz precisa de um divórcio para salvar sua carreira. Afinal, seu marido insiste em ser roteirista e diretor, tendo como cobaia apenas filmes dela. Este é o terceiro filme dirigido por Ben Falcone. A boa notícia é que a crítica o considerou apenas medíocre (41%), em vez de podre como “Tammy” (24%) e “A Chefa” (22%). A má notícia é que teve a pior abertura dentre os três, mostrando que o público já sabe o que a parceria do casal tem para oferecer. Estreia no Brasil em 30 de agosto, após a janela de vídeo e streaming dos Estados Unidos. A outra estreia, “Breaking In”, abriu em 3º lugar com US$ 16,5M. Suspense genérico que traz Gabrielle Union lutando pela vida numa casa nova, foi recebido com somente 27% de aprovação da crítica e ilustra o que virou a carreira de outro diretor ambicioso: James McTeigue, que abriu sua filmografia com nada menos que “V de Vingança” (2005). A produção é tão ruim que não deve ser exibida nos cinemas brasileiros. Como curiosidade, o Top 10 inclui, pela primeira vez no ano, um documentário. Exibido em apenas 180 salas, “RBG” conseguiu faturar US$ 1,1M e aparecer em 10º lugar. O filme conta a vida, as lutas e as realizações da juíza Ruth Bader Ginsburg, segunda mulher a participar da Suprema Corte dos Estados Unidos – o STF americano. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 61,8M Total EUA e Canadá: US$ 547,8M Total Mundo: US$ 1,6B 2. Alma da Festa Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 18,5M Total Mundo: US$ 21,4M 3. Breaking In Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: 16,5M Total Mundo: 17,5M 4. Overboard Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA e Canadá: US$ 29,5M Total Mundo: US$ 29,5M 5. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 169,5M Total Mundo: US$ 269,9M 6. Sexy por Acidente Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 43,8M Total Mundo: US$ 43,8M 7. Rampage Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 89,7M Total Mundo: US$ 397,1M 8. Tully Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,9M Total Mundo: US$ 7,1M 9. Pantera Negra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 696,1M Total Mundo: US$ 1,3B 10. RBG Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 2M Total Mundo: US$ 2M

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    CBS oficializa o cancelamento de mais quatro séries

    13 de maio de 2018 /

    A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries estreantes “9JKL”, “Me, Myself & I”, “Living Biblically” e “Wisdom of the Crowd”. Todas já se encontravam virtualmente canceladas, tendo sido retiradas da programação da estação. Metade teve sua exibição interrompida devido à baixa audiência. A outra metade simplesmente exibiu o que tinha em estoque, sem encomendas de capítulos adicionais – os chamados “back nine”, que completam uma temporada integral. Única atração dramática da lista, “Wisdom of the Crowd” tinha a maior audiência, com média de 6,9 milhões de telespectadores e 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Entretanto, teve contra si um escândalo sexual, após diversas denúncias contra seu astro, Jeremy Piven, por abusos cometidos na época da série “Entourage” (2004–2011), da HBO, trazidos à tona pelo movimento #MeToo. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmaram ter sido agredidas sexualmente quando figuraram em “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário brilhante do ramo de tecnologia (Piven), que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Ou seja, seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”. Dentre as comédias, “9JKL”, vista por cerca de 5,2 milhões de telespectadores por episódio, só perdeu para “Inhumans”, da Marvel, a disputa da pior avaliação da temporada, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). “Living Biblically” teve o pior desempenho do quarteto, com média de 4,2 milhões de telespectadores, e foi arrancada da programação do canal após a exibição de apenas oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, de “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. Por fim, “Me, Myself & I” foi a que durou menos, saindo do ar após seis episódios e média de 4,9 milhões de telespectadores. Idealizada como um sitcom 3-em-1, sua trama era parte nostalgia, parte comédia familiar e parte história de recomeço. Para isso, acompanha a vida de um homem, Alex Riley, durante três fases diferentes de sua vida – a adolescência, a idade adulta e a terceira idade – , apresentadas de forma intercalada a cada episódio. A premissa era novidade na TV aberta americana. Geralmente, as produções do gênero se concentram nas memórias da infância de um narrador, como “Young Sheldon”, lançamento do mesmo canal, mas em “Me, Myself & I” o foco era bem mais abrangente. A prévia mostra uma relação de causa e efeito que perpassava as épocas abordadas, fazendo com que um evento de 1991 fosse relembrado em 2042 – sim, da nostalgia pulava para o futurismo sci-fi. Criada por Dan Kopelman (roteirista de “Malcolm” e “True Jackson”), a série era estrelada por Jack Dylan Grazer (do vindouro “It: A Coisa”), Bobby Moynihan (“Quando em Roma”) e John Larroquette (série “The Librarians”) como as versões jovem, adulta e idosa de Alex Riley.

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    The Crossing, Deception, Kevin (Probably) Saves the World e Alex, Inc são canceladas na 1ª temporada

    11 de maio de 2018 /

    A rede ABC cancelou quatro séries recém-lançadas. Os dramas “The Crossing” e “Deception” e as comédias “Kevin (Probably) Saves the World” e “Alex, Inc” não voltarão para uma 2ª temporada. Ainda em exibição, “The Crossing” e “Deception” até tiveram boas estreias, entre as melhores da ABC em três anos. A primeira abriu 5,4 milhões de telespectadores ao vivo e 1,0 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) no começo de abril, mas a trama repleta de clichês do gênero sci-fi não segurou o público, que caiu para 3,6 milhões e 0,5 ponto. Criada por Dan Dworkin e Jay Beattie (da série “Scream”), “The Crossing” trazia Steve Zahn (série “Treme”) como o xerife de uma cidadezinha que tem que lidar com a chegada de refugiados em sua praia. De forma misteriosa, eles aparecem sem barco e dizendo fugir de uma guerra devastadora. O detalhe é que a guerra só vai acontecer no futuro. Para completar, alguns deles começam a demonstrar superpoderes. “Deception” tinha mais público, mas experimentou uma queda maior, de 5,9 milhões de telespectadores ao vivo e 1,2 ponto na demo para 3,9 milhões e 0,7 ponto. A trama girava em torno de um mágico famoso, chamado Cameron Black, que decide ajudar o FBI a resolver um mistério e logo passa a solucionar um caso por semana, usando os truques e segredos de sua profissão como guia para a resolução de crimes impossíveis. Criada por Chris Fedak (criador de “Chuck”), a ideia remete a “Truque de Mestre” (2013), além de evocar a interação volátil entre um leigo presunçoso e uma policial/agente federal sexy, que é o lugar-comum de “The Mentalist” (2008-2015), “Castle” (2009–2016), “Limitless” (2015–2016), “Rosewood” (2015-2017), “Lucifer” (2015-) e inúmeras outras séries de procedimento. O mágico é vivido por Jack Cutmore-Scott (“Kingsman: Serviço Secreto”) e a agente sexy por Ilfenesh Hadera (“Baywatch”). Já as comédias nunca flertaram com a possibilidade de renovação. Estrelada por Jason Ritter (série “Parenthood”), “Kevin (Probably) Saves the World” começou com 4,2 milhões telespectadores e 1 ponto, desabando episódio a episódio, até terminar em março com 2,5 milhões e 0,7 – a pior audiência dentre as séries de comédia do canal. Na trama, Kevin era um divorciado fracassado que passa a ser assediado por uma mulher que só ele vê. Dizendo ser do céu, ela afirma que ele foi escolhido para salvar o mundo. Mas, para cumprir seu destino, precisará melhorar de atitude e de vida. Curiosamente, a premissa foi concebida por Tara Butters e Michele Fazekas, que já tinham produzido uma narrativa inversa, sobre um cara comum aliciado pelo diabo na divertida – e cultuada – série “Reaper” (2007–2009). Por fim, “Alex, Inc” estreou em março com 4,6 milhões de telespectadores e 1,12 ponto, mas seu episódio mais recente foi visto por 3 milhões e registrou 0,7 na demo. A série marcou a volta de Zach Braff à televisão, sete anos após o final de “Scrubs”. E era basicamente uma extensão das ideias de “Lições em Família” (2014), a comédia indie em que o diretor-roteirista-ator interpretava um sonhador em crise, forçado a reexaminar sua vida e carreira, tendo mulher e filhos para sustentar. Apesar dessa semelhança, não foi o ator quem criou a premissa, mas o roteirista Matt Tarses (criador de “Mad Love”). Os dois tinham trabalho juntos em “Scrubs”.

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    Rede ABC renova cinco séries de comédia

    11 de maio de 2018 /

    A rede ABC anunciou a renovação de cinco séries de comédia sobre famílias modernas: “Black-ish”, “Fresh Off the Boat”, “Speechless”, “American Housewife” e “Splitting Up Together”. Elas se juntam a “Modern Family”, que chegará à sua 10ª e possivelmente última temporada no canal. O quarteto renovado tem famílias de várias configurações, inclusive de pais separados, caso de “Splitting Up Together”, a caçula da turma. Lançada em março deste ano, a série marca a volta de Jenna Fischer aos sitcoms, após marcar época como a recepcionista Pam, de “The Office”. Na trama, ela e o marido (Oliver Hudson, de “Rules of Engagement”) resolvem se separar, mas sem se separar de verdade, já que também decidem continuar a morar juntos, para acomodar suas finanças e a criação dos filhos. Após seis episódios, a atração desenvolvida por Emily Kapnek (criadora de “Suburgatory”) foi aprovada com uma média de 4,4 milhões de telespectadores e 1,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Já “Speechless” e “American Housewife” vão chegar aos seus terceiros anos, após desempenhos similares – respectivamente: 4,3 milhões e 1,1 ponto, e 4,5 milhões e 1,2 ponto. Criada por Scott Silveri (criador de “Joey”, “Perfect Couples” e “Go On”), “Speachless” tem o diferencial de lidar com a família de um adolescente cadeirante. A atração é estrelada por Minnie Driver (“Dou-lhes Um Ano”) como Maya, uma mãe apaixonada por seu marido e os três filhos pré-adolescentes, um deles com necessidades especiais. O elenco também inclui Cedric Yarbrough (“Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor”) como o cuidador do menino, cuja presença na trama evoca imediatamente o filme francês “Intocáveis” (2011). “American Housewife” é uma criação de Sarah Dunn (roteirista da clássica “Spin City”) e gira em torno da mãe vivida por Katy Mixon (série “Mike & Molly”). Sua personagem é Katie, que também é mãe de três crianças complicadas e sofre com seu temperamento forte, enquanto tenta criar sua família normal de classe média em uma cidade rica, repleta de esposas perfeitas e filhos ideais. Única série sobre família asiática na TV americana – e a primeira com protagonistas asiáticos da TV aberta desde 1994 – , “Fresh off the Boat” vai chegar a sua 5ª temporada com a menor audiência da turma – 3,8 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo. Criada por Nahnatchka Khan (série “Apartment 23”), a trama é inspirada no livro de memórias do chef Eddie Huang e investe no tom nostálgico, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, “Os Goldbergs” e “Anos Incríveis”. Passada nos anos 1990, conta como a família taiwanesa do menino Eddie se adapta ao choque cultural de morar em Orlando, na Flórida. O elenco é encabeçado por Randall Park (que estará em “Homem Formiga e a Vespa”) e Constance Wu (que estará em “Podres de Ricos”), e a produção conta com o cineasta Jake Kasdan (do fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). “Black-ish” também chega na 5ª temporada, mas em meio a muitas tensões nos bastidores. Seu criador, Kenya Barris (autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”), estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming, após ter se desentendido publicamente com o canal. No mês passado, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordamos em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista, tendo recusado “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que implodiu após o ator desistir do projeto. Assistida por 4,2 milhões de telespectadores ao vivo, com 1,1 ponto na demo, “Black-ish” já foi mais popular, mas, em compensação, rende frutos para o ABC Studios, como o spin-off “Grown-ish”, exibido no canal pago Freeform – do mesmo conglomerado. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família Johnson.

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