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    Dunkirk é xadrez épico em que atores não passam de peões

    30 de julho de 2017 /

    Christopher Nolan nasceu pro cinema no momento certo. Numa época de ansiedade, euforia e excessos. Não é a toa que ele é o diretor mais festejado pelo público e por uma grande parcela da crítica. Ele traduz a loucura da sobrevivência num cotidiano em que nossa readaptação à realidade não ocorre na mesma velocidade que as mudanças. No cinema dele, a ação não para. Mas isso faz de Nolan um dos maiores cineastas da atualidade? “Dunkirk”, o filme que muito gente vem chamando de obra-prima, é o mais novo “case” de sucesso do diretor. Exatamente como no mundo da publicidade, ele estabelece nos primeiros minutos o espaço, a atmosfera e o conceito de tempo: retoma um capítulo da 2ª Guerra Mundial, a evacuação das tropas aliadas da França, e bifurca em três histórias com três tempos distintos. Temos lá: a espera dos soldados durante uma semana, o resgate de barco que durou um dia e o embate dos aviões que aconteceu em uma hora. Claro que nada disso ocorreu em variáveis tão fixas, só que, no mundo de Nolan, ele estabelece as regras e preenche a planilha prometendo um espetáculo de cinema. Os minutos iniciais realmente surpreendem. Pra começar, aquela falação excessiva, os diálogos reiterativos de suas duas últimas aventuras, “Batman: O Cavaleiro Ressurge” (2012) e “Interestelar” (2014) saíram de cena. Perto desses dois, “Dunkirk” é quase um filme mudo. A primeira imagem na tela mostra o final de um movimento de rápido recuo pra trás de seis soldados, como reflexo de uma bomba que explodiu e que sequer vimos ou ouvimos o barulho. Assinala-se a ideia do susto, do tranco, e o consequente estado de alerta. Não sobra muito tempo pra pensar. Como veremos a seguir: vacilou, piscou, morreu. Na sequência, o soldado raso Tommy (Fion Whitehead, da série “Him”) chega à praia e procura um canto pra defecar. Aliás, ele abaixa a calça e faz as necessidades de pé. Está em estado de vigia, sempre. Um sujeito próximo enterra um cadáver na areia. Tommy se aproxima para ajudar, pensando que o soldado improvisa o funeral de alguém muito familiar e querido. Mas trata-se de outra coisa. O soldado roubou as botas do morto e está, na verdade, jogando terra sobre a vergonha do que a guerra está fazendo ele passar. Esse é o momento mais forte e humano de “Dunkirk”. A ação transfere-se para a história em velocidade mais rápida do senhor inglês (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”) que está trazendo seu barco para o resgate, e, em seguida, salta mais veloz ainda para o entrecho do piloto de caças (Tom Hardy, de “Mad Max: Estrada da Fúria”) em sua missão de ataque. São 10 minutos impressionantes que mostram tudo o que Nolan tem para oferecer. Um belo curta de 10 minutos. Tudo o que vem depois é uma repetição, com o agravante que o espaço dado aos atores é cada vez mais comprimido. Nolan parece achar os dramas humanos uma enrolação. Ele nunca deixa a emoção desenvolver-se por inteira. Corta pra outra cena de ação. A logística de produção é o que lhe interessa. Para quem ama a orquestração das multidões e das máquinas é um prato cheio. E o making off do filme deve ser muito bom. Elogiam muito também o realismo, a proeza de não usar efeitos digitais para criar figurantes e a busca por vivenciar o calor e o desespero visceral de um conflito, enfim, questões que soam muito boas para vender algo que verdadeiramente não tem nada de autêntico. Videogames igualmente possibilitam esse tipo de imersão. Uma receita para um grande filme de guerra não existe. Os maiores, só para citar alguns, como “Sem Novidade no Front” (1930), “Glória Feita de Sangue” (1957), “Vá e Veja” (1985) e “Apocalipse Now” (1979), possuem pouco em comum, não foram feitos por diretores que vivenciaram uma guerra, como aconteceu com Samuel Fuller e William Wellman, diretores dos seminais “Capacete de Aço” (1951) e “Também Somos Seres Humanos” (1945), mas tanto num caso como no outro, esses cineastas desceram da grua, se embrenharam na pesquisa com o elenco para encontrar um milhão de inquietações humanas que reflete uma guerra. Nolan parte da ideia de que a humanidade é violenta e bárbara, mas entre anônimos você encontra heróis. De fato, é fácil dizer que a humanidade é estúpida. Mesmo sendo um raciocínio generalizado, uma coisa é dizê-lo com doçura e inclusão, outra é olhar do alto, falar de fora. Distante. E é exatamente do alto que Nolan fala. Retomando filmes anteriores, o espectador pode não gostar de “A Origem” (2010) ou de “Interestelar”, mas ali o diretor tinha algo mais a dizer (ainda que sempre com o defeito da redundância). “Dunkirk” atém-se à introdução. Depois de 10 minutos não tem o que acrescentar. Destacam-se apenas o episódio do náufrago (Cillian Murphy, de “Batman Begins”), que não quer voltar para a guerra, e a cena em que um grupo de sobreviventes acuados no porão de um barco encalhado luta para não serem alvejados pelas balas de um inimigo que está lá fora, e ninguém se atreve a sair para ver sua face. Nolan também nunca foi um grande encenador. Pensando os filmes dele, no papel – apesar daquela mania de não deixar subtexto, precisa sempre explicar – , o sujeito tem engenho. Agora, quando se põe a filmar é uma lástima. Na entrevista de divulgação de “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, ele teve a manha de abrir o jogo sobre sua opção pelo formato IMAX. Disse que a resolução do suporte era tão grande, que ele não precisava mais perder tempo em filmar os detalhes. Captava em plano geral e quando precisava de algo particular em cena, sabia que o editor podia dar um zoom eletrônico sem perdas de resolução. Hitchcock, Kubrick, e outros diretores de verdade jamais pensariam assim. Claro, ele não é supervalorizado como diretor apenas por isso. Basta recapitular as cenas mais memoráveis de “A Origem”, ou do melhor dele, “O Cavaleiro das Trevas” (2008), para perceber como ele se apóia na direção de arte, na edição e na trilha sonora. Tirou os três de cena e Nolan vira um engenheiro de obras. Sua vantagem é a inteligência, ele tem consciência de seus limites. Tanto que sobrevaloriza a participação dos três setores. Em “Dunkirk”, chega a exceder a confiança que deposita em Hans Zimmer. A trilha-relojinho que o compositor criou para pontuar a narrativa gera um certo interesse por cinco minutos, depois a insistência segue a mesma filosofia de redundância. Em “A Origem”, havia pelo menos o prazer lúdico de ver o diretor alinhando as peças no tabuleiro e fazendo tudo amolecer e derreter como num quadro de Dali. Em “O Cavaleiro das Trevas”, havia Heath Ledger para trombar pelos cenários e zombar com a mania de rigoroso controle de Nolan. Em “Dunkirk” temos o quê? Nada que transcenda o mero jogo de peões.

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    Imprensa indiana critica erro histórico de Dunkirk, que omite soldados do país

    28 de julho de 2017 /

    Festejado pela imprensa norte-americana, o filme “Dunkirk” ganhou adversários na Índia, onde críticos locais apontaram uma grande falha, além de desrespeito, na produção sobre uma batalha histórica da 2ª Guerra Mundial: a ausência completa de soldados indianos. Jornalistas e acadêmicos lembraram que a Inglaterra não era apenas um país em guerra contra a Alemanha nos anos 1940, mas todo um reino, que na época incluía a Índia. Além disso, garantem que havia quatro tropas indianas presentes durante a operação Dínamo, que realizou a evacuação da cidade de Dunquerque. O filme do diretor Christopher Nolan, entretanto, apresenta apenas personagens brancos como representes britânicos no conflito. “Como Nolan esqueceu os desis (indianos) em Dunkirk”, reclama o título de um artigo publicado no jornal Indian Times. Já o Indian Today lembrou da história real: “Milagre em Dunquerque: os indianos também estavam presos com forças aliadas”. O debate acabou tendo repercussão internacional, com um texto de um professor de História no site americano Slate afirmando que a inclusão de maior diversidade “teria trazido uma boa lembrança do quanto foi importante o papel do exército indiano na guerra. Seu serviço significou a diferença entre a vitória e a derrota”. “Dunkirk” estreou nos cinemas brasileiros na quinta-feira (27/7).

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    Crítica norte-americana chama Dunkirk de “filme do ano”, “obra-prima” e já prevê Oscar

    18 de julho de 2017 /

    A crítica norte-americana ficou encantada por “Dunkirk”. Elogios como “filme do ano”, “obra-prima” e “garantido no Oscar” estamparam resenhas da produção, que começaram a ser publicadas nesta semana no exterior. Dirigido por Christopher Nolan, responsável pela trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “Dunkirk” retrata a batalha de Dunquerque, uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra Mundial. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis. Com 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes – 100% entre os considerados críticos top – , o filme está sendo descrito como “épico” e também como “um dos melhores filmes de guerra de todos os tempos”. “Dunkirk” estreia nesta semana nos Estados Unidos, mas apenas na próxima no Brasil, em 27 de julho. Veja abaixo alguns dos elogios rasgados da crítica à produção: “A disputa pelo Oscar de Melhor Filme finalmente começou… O épico da 2ª Guerra de Christopher Nolan pode ser o maior filme de guerra de todos os tempos” (Peter Travis, da revista Rolling Stone). “‘Dunkirk’ é o primeiro filme garantido no Oscar 2018” (Kristopher Tapley, revista Variety). “Nolan criou um filme conciso, arrebatador e profundamente envolvente e inesquecível que se destaca entre os melhores filmes de guerra da década” (Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times). “Um cinema visceral e de grande orçamento que pode ser chamado de arte. Também é o melhor filme do ano até agora” (Chris Nashawaty, da revista Entertainment Weekly). “Projetado para emocionar e provocar a resposta que os cineastas de todos os tipos tem esperado há um século: ‘uau’” (Michael Phillips, do jornal Chicago Tribune). “Não se engane: o ‘Dunkirk’ de Christopher Nolan é uma obra-prima da frieza. Nolan coloca o espectador direto na ação” (Lindsey Bahr, da agência Associated Press). “Sensacional em todos os sentidos da palavra. Direcionado ao coração e à cabeça, o filme chega lá através do sistema nervoso central” (Alonso Duralde, do site The Wrap). “É um feito impressionante de terror imersivo, abençoado por uma direção que é um nocaute e exige que ele seja visto na maior tela possível” (Dave Calhoun, da revista Time Out). “Mais perto de Sartre do que Spielberg, ‘Dunkirk’ é um trabalho deslumbrante sobre um espetáculo bruto que procura ordem no meio do caos” (David Ehrlich, do site IndieWire”). “É uma peça visceral do cinema” (Peter Bradshaw, do jornal inglês The Guardian). “’Dunkirk’ também tem uma das melhores trilhas do cinema recente. A música de Hans Zimmer desempenha um papel importante como qualquer outro personagem” (Brian Truitt, do jornal USA Today).

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    Christopher Nolan diz que desconhecia a fama de Harry Styles antes de escalá-lo em Dunkirk

    9 de julho de 2017 /

    O diretor Christopher Nolan não sabia que Harry Styles era famoso antes de escalá-lo em “Dunkirk”. A revelação foi feita numa entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Eu não acho que estava consciente de que Harry era famoso”, ele revelou ao site, ao discutir sua contratação para interpretar um dos papéis de destaque do filme. “Quero dizer, minha filha tinha falado sobre ele. Meus filhos falaram sobre ele, mas eu não estava realmente ciente que ele era uma grande estrela. Então, a verdade é que eu incluí Harry porque ele se encaixava maravilhosamente no papel e realmente conquistou seu espaço no elenco”. Curiosamente, Nolan não foi o único que se surpreendeu com o interesse dos adolescentes no filme por causa do astro pop. O ator Mark Rylance, vencedor do Oscar por “Ponte dos Espiões” (2015), revelou que sua sobrinha de 11 anos não pára de falar nisso. “Ela está mais excitada com ‘Dunkirk’ do que com qualquer coisa que eu já fiz, porque eu vou aparecer com Harry Styles”, disse o ator, que além do Oscar já venceu três Tonys. “Eu fiquei mais importante em sua estimativa. Eu ganhei o Harry!” No filme, o cantor de 23 anos, ex-integrante da boy band One Direction que recentemente lançou seu primeiro disco solo, interpreta um soldado britânico em meio à evacuação de centenas de milhares de soldados aliados de Dunkirk, na França, em 1940. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance. A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Dunkirk: Filme de guerra de Christopher Nolan ganha 21 fotos com o elenco principal

    8 de julho de 2017 /

    A Warner Bros divulgou 21 fotos de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). As imagens destacam os principais atores e cenas de bastidores da superprodução, que retrata a batalha de Dunquerque, uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) – todos destacados nas fotos. A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Dunkirk ganha novo trailer repleto de tensão e desespero

    5 de julho de 2017 /

    A Warner Bros divulgou seis pôsteres e mais um trailer tenso de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção mostra a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Tudo foi filmado em câmeras IMAX e o resultado promete imagens grandiosas, com direito a exibição limitada em cinemas equipados com os antigos projetores de 70mm. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o vídeo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Dunkirk será o maior lançamento em 70mm dos últimos 25 anos

    5 de julho de 2017 /

    O diretor Christopher Nolan se juntou a Quentin Tarantino na defesa dos antigos projetores de cinema de 70mm. Após Tarantino conseguir convencer 100 cinemas dos Estados Unidos a exibir “Os Oito Odiados” na bitola clássica das telas gigantescas, Nolan vai levar a projeção de “Dunkirk” em 70mm para 125 salas. A exibição no formato clássico vai na contramão da tendência digital que ocasionou a aposentadoria dos projetores de filmes em praticamente todo o mundo. No Brasil, por exemplo, não existem mais cinemas operando estes projetores, que viveram seus dias de glória com a exibição de épicos como “Ben-Hur” (1959) e “Lawrence da Arábia” (1962). Os cinemas com telas gigantes também deram lugar a templos religiosos, numa mudança de hábitos gerada pela implementação dos multiplexes de shopping centers. “Dunkirk” representará o maior lançamento no formato nos últimos 25 anos, e reflete o esforço de alguns cineastas para salvar o filme – a película de celuloide. Em contraste com a paixão digital de George Lucas, até o final da nova trilogia “Star Wars” será filmado de verdade, em vez de gravado por câmeras digitais, com direção de Colin Trevorrow. A iniciativa tem incentivo da Kodak, que tenta se recuperar do impacto causado pela substituição das máquinas fotográficas por celulares e câmeras de cinema por equivalentes digitais. Os defensores do formato, que também incluem Paul Thomas Anderson, alegam que um filme em 70mm traz imagens mais nítidas e pictóricas, justamente por ser a maior de todas as bitolas cinematográficas (mais larga e com espaço para 6 pistas de som), ao passo que a gravação digital elimina profundidade e deixa a captação parecendo imagem de TV. Claro, o circuito IMAX é composto por salas com telas gigantes, entretanto sua exibição é digital. Por isso, até mesmo nos Estados Unidos, a quantidade de salas disponíveis para exibição de filmes de 70mm é muito restrita. A Kodak espera que o esforço de cineastas de prestígio ajude a criação de um circuito alternativo para o formato, similar ao IMAX, que culminaria com o lançamento de “Star Wars: Episódio IX” em 2019 As exibições especiais de “Dunkirk” vão acontecer a partir de 19 de julho, dois dias antes da estreia oficial na América do Norte. O lançamento no Brasil acontece na semana seguinte, em 27 de julho no circuito tradicional.

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    Dunkirk: Filme de guerra de Christopher Nolan ganha cinco comerciais intensos

    13 de junho de 2017 /

    A Warner Bros divulgou três pôsteres e cinco comerciais de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). As prévias se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção também se revela, mostrando a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o único comercial legendado abaixo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Novo trailer legendado revela escala épica de Dunkirk, filme de guerra de Christopher Nolan

    5 de maio de 2017 /

    A Warner Bros divulgou o segundo trailer legendado de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentra no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção também se revela, mostrando a ação em três planos distintos, entre os soldados sob bombardeio na praia, a difícil fuga pelo mar e o combate aéreo entre aviões. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o trailer. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para julho no Brasil.

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    Filme de guerra de Christopher Nolan quase não terá diálogos

    4 de março de 2017 /

    O cineasta Christopher Nolan (“Interestelar”) revelou alguns detalhes sobre o que o público pode esperar de seu novo filme, “Dunkirk”, que se foca numa operação militar conhecida como Dínamo, responsável por evacuar 340 mil soldados aliados da cidade francesa de Dunquerque durante a 2ª Guerra Mundial, sob intenso bombardeio. Em entrevista à revista francesa Premiere, Nolan contou que, por conta da tensão e da quantidade de cenas de ação, o filme terá poucos diálogos. “A empatia pelos personagens não tem nada a ver com a sua história. Eu não queria contar a história através dos diálogos. O problema não é quem eles são, quem eles fingem ser ou onde estão. A única questão que me interessava mostrar era luta pela sobrevivência. Será que eles vão sair dali? Serão mortos pela próxima bomba ou serão esmagados por um barco enquanto caem no mar?”, ele declarou. Outra novidade revelada pelo diretor é que o filme será dividido em três partes, marcadas por diferentes pontos de vista. Assim haverá a perspetiva dos eventos daqueles que estão em terra (Fionn Whitehead, Harry Styles), no mar (Cillian Murphy, Mark Rylance) e no ar (Tom Hardy). “Para os soldados embarcados no conflito, os eventos ocorreram em diferentes temporalidades. Em terra, alguns ficaram uma semana presos na praia. Na água, os eventos duraram no máximo um dia. E se você estivesse a voar para Dunquerque, os Spitfire britânicos [caças] só carregavam uma hora de combustível. Para misturar essas diferentes versões da história, era preciso misturar os estratos temporais. Daí, a estrutura complicada. Mesmo que a história seja muito simples”. “Dunkirk” tem estreia prevista para 27 de julho no Brasil.

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    Ra’s al Ghul vai aparecer em Gotham, vivido por ator de Game of Thrones

    3 de março de 2017 /

    Após aparecer em “Arrow”, o vilão Ra’s al Ghul vai se materializar em outra série derivada dos quadrinhos da DC Comics. O ator Alexander Siddig (Doran Martell na série “Game of Thrones”) foi escalado para dar vida ao inimigo imortal de Batman na 3ª temporada de “Gotham”. Na série, Bruce Wayne ainda é um jovem adolescente vivido por David Mazouz (atualmente com 16 anos), mas vale lembrar que, no filme “Batman Begins” (2005), ele só se tornou Batman após estudar com Ra’s na Liga dos Assassinos. A rede Fox divulgou uma descrição do personagem na série da seguinte forma: “‘Gotham’ apresenta o clássico vilão do Batman com uma conexão com outro recente adversário. Enquanto Bruce aprende os segredos da Corte das Corujas, ele descobre que Ra’s Al Ghul é o enigmático e poderoso homem que está orquestrando tudo. Com seu passado envolto em mistério, Ra’s Al Ghul usa a destreza e o engano para vencer seus inimigos. Como líder de uma organização criminosa internacional, conhecida como Liga das Sombras, Ra’s irá provar que é o adversário mais perigoso de Bruce Wayne”. Vale observar que a descrição da Fox opta pela denominação Liga das Sombras em vez de Liga dos Assassinos. A diferença de nomenclatura foi estabelecida por Christopher Nolan, justamente em “Batman Begins”, para evitar passar a impressão de que Bruce Wayne estava treinando para se tornar um assassino. Nas outras adaptações de super-heróis da DC, exibidas na rede CW, o grupo liderado por Ra’s al Ghul segue o nome tradicional dos quadrinhos.

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    Desespero marca o trailer de Dunkirk, filme do diretor da trilogia Batman com Harry Styles

    15 de dezembro de 2016 /

    A Warner Bros divulgou o pôster brasileiro e o primeiro trailer completo legendado de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentra no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas na 2ª Guerra Mundial. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido um massacre. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Por sinal, ele aparece diversas vezes no trailer. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil.

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    Dunkirk: Filme de guerra de Christopher Nolan ganha primeiro pôster

    13 de dezembro de 2016 /

    A Warner Bros divulgou o primeiro pôster de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (“Interestelar”). A imagem destaca uma cena de guerra, evocando a trama, que se passa durante a evacuação de Dunquerque, na 2ª Guerra Mundial. A batalha de Dunquerque foi uma das maiores derrotas dos aliados para os nazistas. Mas poderia ter sido um massacre. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil. Se ainda não viu, aproveite também para conferir o teaser legendado.

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