Com audiência em queda, Charmed troca showrunner
A rede The CW anunciou uma mudança criativa na série “Charmed”. Carter Covington (criador de “Faking It”) deixou o cargo de showrunner e será substituído pelo casal de roteiristas Elizabeth Kruger e Craig Shapiro na 2ª temporada. Kruger e Shapiro foram responsáveis pela criação das séries “Salvation” e “Necessary Roughness”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a emissora espera que com a troca de produtores executivos a série “se apoie mais em seus enredos sobrenaturais e menos na dinâmica familiar”, que era o forte de Covington. A verdade é que, apesar de renovada, “Charmed” não está tendo um bom desempenho, atingindo sua pior audiência no último domingo (24/3), quando foi assistida por 589 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Isto representa metade do público que sintoniza a outra série nova de bruxas do canal, “Legacy”. E aponta que o CW fez a escolha errada ao deixar “O Mundo Sombrio de Sabrina” ir para a Netflix, com a justificativa de não querer três lançamentos de bruxas no mesmo ano. Preferiu “Charmed”, que não atingiu o mesmo sucesso de “Sabrina” em streaming. “Charmed” é um reboot latino da série homônima de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), sobre três (quatro, a partir do 4º ano) irmãs bruxas, que durou oito temporadas até 2006. As três garotas superpoderosas do reboot são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”.
Final de The Big Bang Theory ganha data de exibição no Brasil
O canal pago Warner anunciou a data de exibição do episódio final de “The Big Bang Theory” no Brasil. O fim da série, que contará com um episódio duplo e terá uma hora de duração, vai ao ar em 2 de junho, um domingo, às 22h. Assim, o final será visto pelos fãs brasileiros 17 dias após a exibição original nos Estados Unidos, onde o capítulo vai ao ar em 16 de maio. A transmissão será precedida de uma maratona completa da temporada na Warner. Série mais vista dos Estados Unidos, “The Big Bang Theory” vai acabar em sua 12ª temporada, após o astro Jim Parsons, intérprete de Sheldon Cooper, anunciar que não assinaria contrato para novos episódios. Ironicamente, Parsons é o único que continuará ligado a seu personagem após o fim da série. O universo de “The Big Bang Theory” recentemente se expandiu com “Young Sheldon”, mostrando a infância do personagem. Parsons é produtor e contribui com narrações para essa atração, que foi renovada para sua 3ª temporada. No Brasil, “The Big Bang Theory” também tem suas primeiras temporadas disponíveis no catálogo do serviço de streaming Globoplay.
The Big Bang Theory já tem data definida para acabar
A rede CBS marcou a data da despedida de “The Big Bang Theory”. O último episódio da 12ª e derradeira temporada da série vai ao ar no dia 16 de maio nos Estados Unidos. O capítulo final será duplo, com o dobro da duração dos episódios normais da sitcom. No Brasil, a série é exibida pelo Warner Channel, e ainda não há data definida para a transmissão do encerramento. Com o fim de “The Big Bang Theory”, a CBS espera que “Young Sheldon” continue o legado da franquia. Para tanto, já renovou o spin-off para mais duas temporadas. Série mais vista da TV americana, “The Big Bang Theory” também atraiu a atenção da mídia por pagar os salários mais caros da indústria a seus protagonistas. No começo da atração, o trio principal (Johnny Galecki, Jim Parsons e Kaley Cuoco) recebia em torno US$ 60 mil por episódio, valor que decolou para US$ 200 mil na 4ª temporada, foi para US$ 350 mil na 7ª e foi para US$ 1 milhão quando seus contratos acabaram e a emissora precisou renegociar a continuação da série a partir do oitavo ano. Além de uma porcentagem significativa nos lucros da série – por exibições internacionais, em streaming, Blu-ray e reprises. Enquanto isso, os coadjuvantes negociaram um salário por episódio que ficava em torno dos US$ 500 mil para a 8ª temporada. Mas a disparidad não durou: na 10ª temporada, Simon Helberg (Howard) e Kunal Nayyar (Raj) alcançaram os mesmos US$ 1 milhão dos protagonistas. Finalmente, em março de 2017, os cinco atores aceitaram um corte nos seus pagamentos (para US$ 900 mil) para que suas duas companheiras de elenco, Melissa Rauch (Bernadette) e Mayim Bialik (Amy), também tivessem um amento. Mas não foi só o salário dos atores que cresceu. Depois de uma temporada inaugural com média de 7 milhões de telespectadores por episódio, “The Big Bang Theory” dobrou esse público no terceiro ano. E este a 6ª temporada, não sai da lista das três séries mais vistas da TV aberta americana, onde geralmente ocupa o 1ª lugar. Para se ter noção, a 11ª temporada da sitcom atraiu uma média de 18,6 milhões de telespectadores por semana. Já o episódio mais visto da série foi “The Deception Verification”, segundo capítulo da 7ª temporada, que atraiu mais de 20 milhões de pessoas.
Estrela de Once Upon a Time entra em piloto de drama médico
A atriz Jennifer Morrison ensaia voltar à televisão, dois anos após se despedir do elenco fixo de “Once Upon a Time”, onde vivia a protagonista Emma Swan. Ela entrou no piloto de “Under the Bridge”, novo drama médico em desenvolvimento para a rede CBS. Em “Under the Bridge”, ela vai viver a cirurgiã Caitlin Lanchaster, que enfrenta de frente um escândalo que abala o grupo médico que ela criou com o marido, além de seu casamento e suas amizades. Ela se vê impelida a voltar a trabalhar, após um período sabático, quando seu marido é excluído da sociedade que ambos criaram por seus supostos melhores amigos. O elenco também vai incluir David Ajala (o Manchester Black de “Supergirl”). Criado por Rina Mimoun (roteirista de “Mistress”) e produzido por Jerry Bruckheimer (“CSI”), o piloto será dirigido por Victoria Mahoney (que também assina o piloto de “The Red Line”, em desenvolvimento no mesmo canal) e precisa ser aprovado para virar série. Caso a produção seja aprovada, marcará também o retorno de Jennifer Morrison para um papel de médica. Ela viveu a Dra. Allison Cameron em “House”, entre 2004 e 2012.
Vilão de Lost viverá agente do Mal em piloto dos criadores de Good Wife
O ator Michael Emerson, conhecido por seus papéis em “Lost” e “Pessoa de Interesse” (Person of Interest), entrou no piloto de “Evil”, novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off, “The Good Fight”. A série vai acompanhar um padre, que se junta a uma psicóloga cética e um trabalhador braçal para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências estranhas. Emerson desempenhará o papel de Townsend, especialista da defesa em um caso de assassinato em massa que pode ser um agente do Mal. Já o trio protagonista tem dois papéis definidos. A atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) viverá a psicóloga e Mike Colter (o “Luke Cage”) viverá o padre. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela série CBS. Ele precisará ser aprovado para “Evil” virar série.
Nova versão da série Além da Imaginação ganha primeiro trailer
O serviço de streaming CBS All Access divulgou o primeiro trailer da nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (Twilight Zone). E com direito à versão atualizada de sua famosa trilha, que embala trechos nervosos dos vindouros episódios da antologia sci-fi. Entre os detalhe que chamam atenção, destacam-se elementos de um episódio de 1960, que deve ganhar remake – “Nick of Time”, estrelado por William Shatner antes do ator virar o Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”. A prévia também dá uma mostra do elenco envolvido no revival, com aparições de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. Além, claro, de Jordan Peele (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Corra!”). A nova versão foi criada e será apresentada por Peele. O ator, roteirista, diretor e produtor aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica da semana, que os espectadores irão presenciar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série clássica, entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, sua estrutura de um história completa por episódio inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals, ambos com sucesso – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. E, por curiosidade, a versão de 2002 já era apresentada por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A quarta versão de “Além da Imaginação” vai estrear em 1 de abril no serviço de streaming da CBS All Access, que não é comercializado no Brasil – mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).
Young Sheldon é renovada para mais duas temporadas
A rede americana CBS anunciou a renovação da série “Young Sheldon” para mais duas temporadas. Atualmente em sua 2ª temporada, a série garantiu a continuidade de sua produção até o quarto ano, o que a manterá no ar pelo menos até 2021. O anúncio coincide com o final de “The Big Bang Theory”, série da qual “Young Sheldon” é derivada. A série do “old Sheldon” está exibindo sua 12ª e última temporada, com previsão de encerramento em maio. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância de Sheldon Cooper (Jim Parsons), a atração tem a segunda maior audiência da CBS, atrás apenas da série original. Lançada em 2017, ela traz Iain Armitage (“Big Little Lies”) como a versão mirim de Sheldon e foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, com seu piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). “Graças à liderança criativa dos criadores Chuck Lorre e Steve Molaro, ‘Young Sheldon’ tem sido uma poderosa fonte de audiência para a nossa emissora”, elogiou a presidente da CBS, Kelly Kahl, em comunicado oficial sobre a renovação. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal Warner e pela Globoplay
Astro de Luke Cage será padre em projeto de série sobre investigações paranormais
O ator Mike Colter já definiu seu próximo projeto após o cancelamento de “Luke Cage”, série em que interpretava o herói do título. Ele vai estrelar “Evil”, nova atração do casal Robert e Michelle King, com quem já trabalhou em “Good Wife” e seu spin-off, “The Good Fight”. No projeto, ele vai viver um padre, que se junta a uma psicóloga cética e um trabalhador braçal para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências estranhas. A atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) viverá a psicóloga e o terceiro papel ainda não foi preenchido. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela série CBS. Ele precisará ser aprovado para “Evil” virar série.
Ator de Crepúsculo entra no spin-off da série F.B.I.
O ator Kellan Lutz, que foi um vampiro em “Crepúsculo” (2012) e o personagem-título de “Hércules” (2014) no cinema, entrou no piloto de “F.B.I.: Most Wanted”, projeto de série derivada da ainda novata “F.B.I.”. A nova produção é a mais recente criação de Dick Wolf. Conhecido como fábrica de franquias policiais, ele também criou “Law & Order” e “Chicago Fire”, que deram origem a diversos spin-offs e “universos televisivos” compartilhados. O novo spin-off em potencial – cujo piloto será exibido como um episódio regular do final da 1ª temporada de “F.B.I.” – vai acompanhar a divisão do FBI responsável por rastrear e capturar os criminosos mais procurados dos Estados Unidos. Dick Wolf está encarregado de co-escrever o piloto com o colaborador de longa data Rene Balcer (de “Law & Order”). Lutz vai interpretar o agente do FBI Crosby, um veterano da inteligência e comunicações, com passado militar. Ele se junta ao elenco, que já confirmou Keisha Castle-Hughes (Obara Sand em “Game of Thrones”), Julian McMahon (Jonah em “Fugitivos”) e Alana De La Garza (a Connie de “Law & Order”). A série “F.B.I.” foi o maior sucesso entre as estreias da rede CBS na atual temporada americana. Estrelada por Missy Peregrym (“Van Helsing”), tem audiência consolidada em 9 milhões de telespectadores. Caso o spin-off vire série, Dick Wolf plantará uma nova bandeira de seu império na programação da CBS. A maioria das suas séries são exibidas na NBC, que transmite “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Chicago Med”, “Law & Order: SVU” e já programou a vindoura “Law & Order: Hate Crimes”. Além disso, ele atualmente desenvolve o piloto do remake da série clássica “New York Undercover” para a rede ABC.
Série F.B.I. vai ganhar spin-off com atriz de Game of Thrones
A série “F.B.I” confirmou rapidamente que é uma produção de Dick Wolf. Conhecido como fábrica de franquias policiais, Wolf também criou “Law & Order” e “Chicago Fire”, que deram origem a diversas séries derivadas. E agora a rede CBS encomendou outro projeto de spin-off do produtor, o primeiro derivado da novata “F.B.I”, recém-lançada na emissora. Intitulada “F.B.I: Most Wanted”, a produção já começou a escalar o elenco, que será encabeçado por Keisha Castle-Hughes (Obara Sand em “Game of Thrones”) e Julian McMahon (Jonah em “Fugitivos”). A série em potencial – cujo piloto vai ao ar no final desta temporada como um episódio regular de “F.B.I.” – vai acompanhar a divisão do FBI responsável por rastrear e capturar os criminosos mais procurados dos Estados Unidos. Dick Wolf vai co-escrever o piloto com o colaborador de longa data Rene Balcer (de “Law & Order”). Castle-Hughes vai interpretar Lynn Khanna, uma analista do FBI que vem de uma família conservadora de Dallas. Descrita como uma alma velha, mas brincalhona, Lynn é um mestre em informática e engenharia social que possui um senso de humor agudo. Já o eterno vilão McMahon vai interpretar um policial, para variar: Jess Lacroix, que supervisiona a unidade dos mais procurados do FBI. A série “F.B.I.” foi um dos maiores sucessos entre as estreias da atual temporada americana. Estrelada por Missy Peregrym (“Van Helsing”), tem audiência consolidada em 9 milhões de telespectadores, o melhor desempenho entre as novidades da CBS em 2018. Caso o spin-off vire série, Dick Wolf inaugurá uma sucursal de seu império na programação da CBS. A maioria das suas séries são exibidas na NBC, que transmite “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Chicago Med”, “Law & Order: SVU” e já programou a vindoura “Law & Order: Hate Crimes”. Além disso, ele também desenvolve o piloto do remake da série clássica “New York Undercover” para a rede ABC.
Final de The Big Bang Theory será episódio duplo especial
“The Big Bang Theory” vai acabar em sua atual 12ª temporada, e os produtores planejam uma despedida à altura do sucesso da atração, uma das séries de comédia populares dos últimos anos. Em entrevista ao site TV Line, o criador-produtor Chuck Lorre revelou que o episódio final da série será duplo, com uma hora de duração. Ainda sem data marcada para a exibição, o final da série deve ir ao ar em abril na rede americana CBS. A decisão de encerrar “The Big Bang Theory”, que ainda é a série mais assistida dos Estados Unidos, partiu do ator Jim Parsons, intérprete de Sheldon Cooper. Ele decidiu não renovar o contrato por se sentir estagnado no papel e com vontade de fazer outras coisas. Sem ele, os produtores decidiram não continuar a fazer o programa. “The Big Bang Theory” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e também está disponível na plataforma Globoplay.
Série Mom é renovada para mais duas temporadas
A rede CBS renovou a série “Mom” para mais duas temporadas, após renegociar os contratos de suas estrelas, as atrizes Anna Faris e Allison Janney, que no ano passado venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. Elas tiveram significativo aumento salarial para continuar gravando a série até sua 8ª temporada. Criação de Chuck Lorre, “Mom” tem uma audiência média de 9 milhões de telespectadores nos Estados Unidos e só perde para “The Big Bang Theory” e “Young Sheldon”, do mesmo produtor, entre as comédias mais assistidas do canal. “Estamos excepcionalmente orgulhosos de ter ‘Mom’ em nossa programação, uma comédia de alta qualidade com personagens que os espectadores adoram”, disse Kelly Kahl, presidente da rede CBS, em comunicado. “Sob a extraordinária liderança de Chuck Lorre e com sua excelente equipe de redação e produção, esperamos ter ‘Mom’ na CBS por muitos anos.” Atualmente na 6ª temporada, a série vai se manter no ar enquanto o maior sucesso de seu produtor, “The Big Bang Theory”, despede-se da televisão, com seus últimos episódios previstos para ir ao ar no fim do ano. Dada como garantida, a renovação da outra série de Lorre, “Young Sheldon”, deve ser oficializada em seguida.
Jordan Peele apresenta primeiro comercial da nova versão de Além da Imaginação
O serviço de streaming CBS All Access divulgou o primeiro comercial da nova versão da série clássica de antologia sci-fi “Além da Imaginação” (Twilight Zone). Aproveitando a exibição televisiva no intervalo do Super Bowl, a prévia usou uma abordagem temática, gravando suas imagens no estádio da final do campeonato de futebol americano. Ao melhor estilo da série clássica, o comercial abre com interferências na TV, fazendo o público do estádio lotado desaparecer. A única pessoa que resta é o ator, roteirista e diretor Jordan Peele (vencedor do Oscar por “Corra!”), que caminha até o centro do campo do jogo para encontrar uma porta misteriosa, que abre para outras dimensões – e para os episódios da série. “Em que dimensão você está?”, pergunta Peele, que também se multiplica nas cadeiras da audiência, como se fosse de várias dimensões e realidades diferentes, antes de sumir pela porta que conduz ao além. O remake tem produção de Peele, que também aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica semanal que o espectador irá acompanhar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série original, entre 1959 e 1964, para comentar os temas abordados. “Além da Imaginação” é pioneira do formato das antologias sci-fi, contando histórias completas por episódio, numa estrutura que inspirou séries como “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), “Black Mirror” e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. Como curiosidade, o remake mais recente já tinha sido apresentado por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A nova “Além da Imaginação” vai estrear em 1 de abril no serviço de streaming da CBS e, para atrair o público, o elenco da produção é uma verdadeira constelação de astros e estrelas. Os episódios vão contar com John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. O CBS All Access não é comercializado no Brasil, mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).











