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    Diretor de Homem-Formiga desenvolve projeto de série de comédia

    20 de dezembro de 2018 /

    O cineasta Peyton Reed (“Homem-Formiga e a Vespa”) está desenvolvendo uma nova série para a rede CBS, intitulada “The Unicorn”. Criada por Bill Martin e Mike Schiff (que anteriormente criaram “Grounded for Life”), a série de comédia gira em torno de um viúvo e suas duas filhas. Tentando superar o pior ano de sua vida, ele percebe que não está preparado para criar duas filhas sozinho e muito menos voltar a ser solteiro. Peyton Reed vai produzir a série, após experimentar a função em “The Goodwin Games”, cancelada após sete episódios em 2013. O projeto ainda está em fase de roteiro e precisará receber aprovação para gravar piloto antes de, se avaliado positivamente, virar série.

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    Elementary vai acabar em sua próxima temporada

    18 de dezembro de 2018 /

    A série “Elementary”, que apresenta uma versão contemporânea de Sherlock Holmes, vai acabar em sua próxima temporada. O anúncio foi feito tão logo a produção gravou o capítulo final, no fim de semana, mas a decisão foi tomada em maio passado, quando a rede CBS renovou a série para sua vindoura 7ª temporada. Uma das razões para a decisão de encerrar o programa está relacionada ao fato de os contratos dos protagonistas Jonny Lee Miller e Lucy Liu, respectivamente Sherlock Holmes e Dra. Watson, estarem acabando. A 7ª temporada terá apenas 13 episódios e voltará a mostrar as investigações de Holmes e Watson em Nova York – apesar deles terem se mudado para Londres na 6ª temporada, no que seria o final da série, caso ela não fosse renovada. Como a produção entrou na 7ª temporada sabendo que ela seria o final da atração, a trama foi toda conduzida para um encerramento, de modo a não deixar ganchos e situações em aberto. Além de tentar acabar em grande estilo. Ainda não há previsão de estreia dos novos capítulos, mas a rede CBS pretende fazer bastante alarde sobre o final da série, como forma de reconhecimento pelo desempenho da atração ao longo dos anos. Não é toda série que consegue ficar sete anos no ar e produzir mais de 150 capítulos. “Elementary” é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.

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    Eliza Dushku recebe indenização milionária após sofrer assédio nas gravações da série Bull

    14 de dezembro de 2018 /

    A rede americana CBS pagará US$ 9,5 milhões à atriz americana Eliza Dushku, que denunciou ter sido alvo de assédio quando participou da série “Bull”,. Conhecida por papéis nas séries “Buffy: A Caça-Vampiros”, “Dollhouse” e na comédia “As Apimentadas”, Dushku tinha assinado um contrato para trabalhar em três episódios da 1ª temporada da série “Bull”, com a opção de transformar sua personagem numa integrante fixa da atração. Mas durante as gravações, ela foi assediada pelo ator principal da série, Michael Weatherly. Ao denunciar os comentários “incômodos” à produção, ela foi dispensada após sua participação. Segundo apurou o jornal The New York Times, Weatherly fez um comentário a Dushku, diante da equipe da série “Bull”, sobre a sua aparência, outro sobre sexo a três e uma piada envolvendo um estupro. A atriz de 37 anos denunciou que, após confrontar o ator por suas palavras, foi retirada da série e considerou que sua demissão tivesse ocorrido em represália por sua atitude. O New York Times apurou que o caso foi para mediação da CBS, que, após quase dois anos, concluiu que o melhor a fazer era firmar um acordo confidencial pelo qual a atriz receberá US$ 9,5 milhões de indenização – o equivalente ao que teria recebido se tivesse atuado em quatro temporadas na série televisiva. A CBS anunciou publicamente que fechou o acordo e prometeu melhorar as condições de trabalho em suas produções. Além de exibir “Bull”, a CBS é uma das produtoras da atração. “As acusações de Dushku são um exemplo que, apesar de seguirmos comprometidos com uma cultura definida por um lugar de trabalho seguro, inclusivo e respeitoso, nossa meta ainda está longe de ser conseguida”, disse a emissora em comunicado. Não há menções a nenhuma punição para Michael Weatherly. Mas o ator emitiu uma nota com o que deveria ser um pedido de desculpas, ao mesmo tempo em que tentou eximir-se de qualquer responsabilidade na dispensa da atriz. “Durante o transcorrer das gravações de nosso programa, fiz algumas piadas zombando de algumas linhas do roteiro. Quando Eliza me disse que não estava confortável com a minha linguagem e tentativa de humor, eu fiquei mortificado por tê-la ofendido e imediatamente me desculpei. Depois de refletir sobre isso, entendo melhor que o que eu disse não foi engraçado nem apropriado, e sinto muito e lamento a dor que isso causou a Eliza.” E completa: “Pela minha lembrança, eu não disse a ninguém como eles deveriam fazer o seu trabalho em relação à contratação ou demissão de ninguém.” “Bull” encerrou a primeira metade de sua 3ª temporada na segunda-feira (10/12). A CBS é a mesma rede que teve seu presidente Les Moonves envolvido em várias denúncias de assédio e abuso sexual, trazidas à tona em reportagens da revista New Yorker por diversas mulheres. Moonves foi o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Para evitar ser demitido do comando da empresa, ele pediu demissão em setembro, buscando realizar um acordo milionário para sua saída do cargo. Desde então, a rede CBS identificou o que classificou de “cultura de abuso” dentro da empresa. De acordo com um relatório de uma empresa contratada pela CBS para investigar as alegações, foram apuradas denúncias adicionais de que uma funcionária da CBS fazia “plantão” para realizar sexo oral em Moonves e que ele recebeu sexo oral de outras funcionárias da rede “sob circunstâncias que parecem transacionais e impróprias na medida em que não havia indício de qualquer relacionamento, romance ou reciprocidade”.

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    Globoplay vai disponibilizar The Big Bang Theory e Young Sheldon em streaming no Brasil

    5 de dezembro de 2018 /

    A Globoplay anunciou que passará a oferecer em 2019 as séries “The Big Bang Theory” e seu spin-off “Young Sheldon” em streaming no Brasil. O anúncio oficial ainda não foi feito porque os últimos detalhes do acordo estão sendo fechados. Mas as negociações estão avançadas, e João Mesquita, diretor-geral do Globoplay, adiantou a jornalistas que o “Big Bang” vem aí: “Vamos ter todas as temporadas, e também Young Sheldon”. A série original é uma das mais pedidas pelos assinantes da Netflix, conforme é possível verificar numa rápida passada pelo Google, mas a rede CBS, responsável por sua produção, reteve os direitos de exibição para si mesma, disponibilizando a atração em sua plataforma CBS All Access nos Estados Unidos. “The Big Bang Theory”, porém, já é velha conhecida dos fãs brasileiros, sendo bastante reprisada no canal pago Warner e na rede SBT – como “Big Bang: A Teoria”. A série acompanha o cotidiano de amigos cientistas superinteligentes e amantes da cultura geeks que sofrem para viver experiências comuns, como namorar ou ir a festas. Na temporada passada, a comédia conseguiu um feito histórico. Pela primeira vez, venceu os até então imbatíveis jogos da NFL (liga profissional de futebol americano) exibidos nas noites de domingo pela rede NBC, tornando-se o programa mais visto na TV americana, com uma média de 18,634 milhões de telespectadores por episódio da 11ª temporada. A série chegará ao fim na atual 12ª temporada, após Jim Parsons decidir não renovar seu contrato para viver o protagonista Sheldon Cooper. Mas ele continuará produzindo “Young Sheldon”, que acompanha o jovem Sheldon (Iain Armitage) em sua infância no fim da década de 1980. Exibida após “The Big Bang Theory”, a comédia é a terceira série mais vista dos Estados Unidos, com média de 10,83 milhões de telespectadores por episódio. A atração, que está em seu segundo ano, deverá ocupar o lugar de “Big Bang Theory” como carro-chefe da CBS na grade da temporada 2019-2020.

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    Northern Exposure: Série cultuada dos anos 1990 vai ganhar revival na TV americana

    21 de novembro de 2018 /

    A rede americana CBS anunciou a produção do revival da cultuada série dos anos 1990 “Northern Exposure”, que durou seis temporadas e venceu 27 prêmios, incluindo o Emmys de Melhor Série de Drama em 1992. “Northern Exposure” acompanhava um jovem médico nova-iorquino (vivido por Rob Morrow) que passa a trabalhar no Alaska e se sente completamente deslocado naquele lugar. A série seguia arcos de vários personagens excêntricos na cidadezinha de Cicely, sempre coberta de neve. O revival vai contar com a volta de Rob Morrow, que interpretava o protagonista Joel Fleischman, além de John Corbett, que ficou conhecido por viver o personagem Chris Stevens e acabou tendo uma longa carreira – pode ser visto atualmente em “Para Todos os Garotos que Já Amei”, na Netflix. Rob Morrow, por sua vez, participa da série “Billions”. A continuação vai mostrar o retorno de Joel à Cicely para o funeral de um velho amigo, mas, assim que chega ao velório, é envolvido nos dramas e situações engraçadas dos inusitados moradores da cidade. Josh Brand e John Falsey, co-criadores da série, também estão envolvidos na produção dos novos episódios, que ainda não têm previsão de estreia.

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  • Série

    Salvation é cancelada após duas temporadas

    20 de novembro de 2018 /

    A rede americana CBS cancelou “Salvation” após o fim de sua 2ª temporada, exibida entre junho e setembro de 2018. A sci-fi apocalíptica girava em torno dos esforços da humanidade para sobreviver ao impacto de um asteroide e foi considerada medíocre pela crítica (44% de aprovação no Rotten Tomatoes), como um sub-“Armageddon” televisivo. Mesmo assim, ganhou segundo ano, que foi completamente ignorado pela imprensa especializada. Para complicar ainda mais, sua audiência ao vivo caiu de 3,5 milhões de telespectadores para 2,7 milhões no segundo ano, rendendo 0,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Curiosamente, o projeto chegou até a ser rejeitado em sua versão original, desenvolvida em 2013 com roteiro de Matt Wheeler (“Hawaii Five-O”). Ele só saiu do papel devido ao envolvimento dos produtores Alex Kurtzman (o diretor de “A Múmia”) e Peter M. Lenkov, ambos também de “Hawaii Five-0”. Repaginada pelos produtores, a série ganhou um novo roteiro de Elizabeth Kruger e Craig Shapiro (ambos de “Necessary Roughness”), que girava em torno da descoberta, por um estudante e um especialista em tecnologia, de um asteroide em rota de colisão com a Terra. Os dois se unem a um membro do baixo escalão do Pentágono para descobrir uma forma de evitar a destruição do planeta e garantir o futuro da humanidade. O elenco incluía Santiago Cabrera (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jennifer Finnigan (série “Tyrant”), Charlie Rowe (série “Red Band Society”), Ian Anthony Dale (série “Hawaii Five-0”), Jacqueline Byers (série “Roadies”) e Dennis Boutsikaris (série “Quantico”).

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    The Big Bang Theory terá crossover com Young Sheldon

    14 de novembro de 2018 /

    Em sua temporada final, “The Big Bang Theory” terá seu primeiro crossover com sua série derivada, “Young Sheldon”, que mostra a infância do personagem de Jim Parsons. Iain Armitage (que interpreta o Sheldon criança), Montana Jordan (seu irmão, Georgie) e Lance Barber (George, o pai dos dois) vão aparecer num episódio de “Big Bang” previsto para ir ao ar em dezembro nos Estados Unidos, na rede CBS. Os detalhes do crossover ainda não foram divulgados, então não se sabe se o Sheldon mirim encontrará o Sheldon adulto ou se, mais provavelmente, a participação do elenco de “Young Sheldon” acontecerá por meio de um flashback. “The Big Bang Theory” vai acabar ao final de atual temporada, a 12ª da série, mas “Young Sheldon” deve continuar a ser produzida pela rede CBS.

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    Quadrinhos do Sexteto Secreto podem virar nova série da DC Comics

    21 de outubro de 2018 /

    A DC Comics continua a expandir seu universo na televisão. A rede CBS, que exibiu a 1ª temporada de “Supergirl”, encomendou um roteiro baseado nos quadrinhos do Sexteto Secreto. A trama segue seis estranhos moralmente ambíguos, cada um com suas próprias especialidades únicas e seus passados secretos. Eles são reunidos por uma figura enigmática que os chantageia para trabalhar em equipe a fim de expor a corrupção da elite corporativa e política. Introduzido pela primeira vez nos quadrinhos em uma minissérie de 7 edições entre 1968 e 1969 por E. Nelson Bridwell e Frank Springer, o Sexteto Secreto já teve duas outras versões distintas, com um relançamento nos anos 1980 e uma recriação completa a partir de 2005. Foi nesta terceira versão, escrita por Gail Simone, que os supervilões entraram na trama e a premissa se tornou mais similar ao Esquadrão Suicida. A diferença é que os vilões que se reúnem nesse grupo estão soltos e não tem compromisso nenhum em fazer boas ações. Para se ter ideia, personagens como Charada e Lex Luthor já comandaram o time, que teve formações com Bane, Arlequina, Pistoleiro, Chapeleiro Maluco, Vandal Savage e Pinguim. O Sexteto Secreto e o Esquadrão Suicida, por sinal, já se enfrentaram em 2010. A produção será a primeira a trazer para a TV a nova tendência das produções de cinema da DC Comics, que, com o filme do Coringa e a participação da Arlequina nas Aves de Rapina, tem dado mais ênfase aos vilões dos quadrinhos. O desenvolvimento de “Secret Six” (título original) está a cargo de Rick Muirragui, produtor-roteirista de “Suits”, que vai trabalhar na série com os produtores Bill Lawrence (criador de “Cougar Town” e “Scrubs”) e Jeff Ingold (“Life Sentence”). O projeto vai entrar agora em fase de escalação de elenco para seu piloto, que precisará ser aprovado pela emissora para virar série. Veja abaixo capas das três fases diferentes do Sexteto Secreto.

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    Diretor de Corra! será apresentador da nova versão da série Além da Imaginação

    21 de setembro de 2018 /

    O ator e cineasta Jordan Peele (“Corra!”) postou em seu Twitter um comercial da nova versão de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), que confirma sua participação como apresentador da série clássica. Veja abaixo. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração, Rod Serling, que aparecia no começo de todos os episódios originais, exibidos entre 1959 e 1964, para comentar os temas abordados. Peele também é produtor da nova “Além da Imaginação”, que será lançada na plataforma CBS All Access, dividindo o comando da atração com Simon Kinberg, roteirista-produtor da franquia “X-Men”, e Marco Ramirez, co-criador da minissérie de super-heróis “Os Defensores”, que funcionará como showrunner. “Além da Imaginação” é pioneira do formato das antologias sci-fi, contando um episódio completo por episódio, numa estrutura que inspirou séries como “Quinta Dimissão” (The Outer Limits), “Black Mirror” e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973). O remake mais recente já tinha sido apresentado por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Há alguns anos, a Warner chegou a considerar um novo filme, que seria estrelado por Tom Cruise (“No Limite do Amanhã”), produzido por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), mas, após a encomenda de três roteiros diferentes, o projeto jamais saiu do papel. A nova “Além da Imaginação” vai se juntar a “Star Trek: Discovery” no serviço de streaming da CBS, valorizando a plataforma na disputa por assinantes entre os fãs americanos de ficção científica. A estreia dos episódios está marcada para 2019, sem data precisa. ?? pic.twitter.com/CygbVi4JFC — Jordan Peele (@JordanPeele) 20 de setembro de 2018

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    Remake de Charmed ganha diversas imagens e novo trailer

    20 de setembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou retratos de personagens, fotos do piloto, o pôster e um novo trailer do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Na nova versão, a morte trágica de sua mãe faz com que duas irmãs muito unidas descubram que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam possuir. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. De todo modo, os vídeos até aqui liberados não são nada feministas, ao apresentar as três amarradas em cadeiras para que um homem tenha seu momento de “mansplaining” na história. Outro fato que chama atenção é que os comerciais até aqui lembram mais a série “Witches of East End”, que durou só duas temporadas no Lifetime, do que o “Charmed” original. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. “Charmed” vai estrear em 14 de outubro nos Estados Unidos, inaugurando um novo horário de conteúdo original na rede americana The CW – que passará a exibir séries também aos domingos.

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    Presidente da rede CBS vai perder o cargo após novas acusações de assédio sexual

    9 de setembro de 2018 /

    O executivo Leslie Moonves, um dos homens mais poderosos de Hollywood, vai deixar o cargo de CEO da rede CBS após novas acusações de assédio virem à tona, informaram vários órgãos da imprensa americana neste domingo (9/9). Ele comanda a empresa desde 2003, quando tornou a CBS a rede de TV mais assistida dos Estados Unidos. Os detalhes da mudança de cúpula de um dos maiores grupos de comunicação do mundo devem ser anunciados na segunda-feira (10). Oficialmente, a CBS ainda não comentou as novas acusações, publicadas pelo jornalista Ronan Farrow na revista The New Yorker deste domingo, ou a situação de Moonves na empresa. Moonves é o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Sim, o CEO da CBS é muito mais influente que o dono do estúdio The Weinstein Company, por comandar um império que inclui, além da CBS, metade da rede The CW (joint venture da CBS com a Warner), a plataforma de streaming CBS All Access, estúdios de TV e cinema e estações de rádio, além de participar do conglomerado Viacom, dono da Paramount Pictures, MTV, Nickelodeon, etc. Em julho, seis mulheres entrevistadas por Farrow (responsável também por uma das reportagens que derrubou Weinstein) afirmam terem sido vítimas de abusos de Moonves. Quatro delas disseram que ele as tocou ou beijou à força enquanto outras duas afirmam ter sido intimidadas fisicamente ou com ameaças de que suas carreiras seriam arruinadas. Os fatos teriam acontecido entre a década de 1980 e os anos 2000. Moonves admitiu ter feito avanços sobre as mulheres “há várias décadas”, mas negou tê-las assediado sexualmente. Neste domingo, outras seis mulheres acusaram Moonves de assédio, abuso e violência, em mais uma reportagem de Farrow para a New Yorker.

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    Sophia Bush entra em piloto de série de espionagem do diretor de Planeta dos Macacos

    9 de setembro de 2018 /

    A atriz Sophia Bush (de “One Tree Hill” e “Chicago PD”) vai protagonizar o piloto de “Surveillance”, projeto de série de espionagem da rede CBS. Criada por David C. White (roteirista de “The Bridge”), a série está sendo descrita como um complexo suspense de ação e trará Bush como a Chefe de Comunicações da NSA (Agência de Segurança Nacional), que tem sua lealdade testada ao ter que decidir entre proteger os segredos do governo e os seus próprios. “Surveillance” foi um dos novos projetos mais caros que a CBS encomendou nos últimos meses. Além de contar com Sophia Bush no papel principal, a produção será assinada pelo cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e o primeiro episódio vai contar com a direção de Patricia Riggen (“Os 33”). Caso o piloto seja aprovado, “Surveillance” pode estrear já na midseason, durante o começo de 2019.

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    Trailer e pôster de The Big Bang Theory alertam que a 12ª temporada será o final da série

    5 de setembro de 2018 /

    A rede CBS divulgou o pôster e o trailer da 12ª temporada de “The Big Bang Theory”, destacando que os próximos episódios marcarão a despedida da série. A série, que estreou em 2007, vai atingir um total de 279 episódios, finalizando sua trajetória como a sitcom convencional mais longeva da história da TV americana. E também como uma das mais bem-sucedidas. Até hoje, 11 anos depois, a atração lidera a audiência da TV americana. O sucesso de “The Big Bang Theory” inflacionou os salários de seu elenco, transformando seus atores nos mais bem-pagos da TV americana. Entretanto, isso também encareceu a produção dos episódios e o anúncio do cancelamento coincide com o momento de discussões de renovações contratuais – época em que aumentos ou cortes são buscados. Mesmo assim, o final só vai acontecer porque Jim Parsons, intérprete do protagonista Sheldon Cooper, decidiu não assinar novo contrato para permanecer na série e os produtores não viram como continuar sem ele. Ao todo, “The Big Bang Theory” recebeu 52 indicações ao Emmy e soma 10 vitórias até o momento, embora nunca tenha conquistado o troféu de Melhor Série de Comédia. Individualmente, o mais premiado é justamente Jim Parsons, que venceu um Globo de Ouro e quatro Emmys pelo papel de Sheldon – além de ter lançou um bordão (“Bazinga!”) na cultura pop. Apesar do final da atração, o universo da série vai continuar no ar com “Young Sheldon”, spin-off que mostra a infância do protagonista. A última temporada de “The Big Bang Theory” começa a ser exibida em 24 de setembro e seu episódio final deve ir ao ar no início de 2019. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.

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