Sucesso de The Big Bang Theory inspira nomes de estrelas no espaço
As estrelas de “The Big Bang Theory” agora são estrelas literais. A produção televisiva se tornou a primeira série a ter o seu próprio asterismo, nome dado a um grupo de estrelas que forma um padrão ou figura reconhecível no céu. Localizado na constelação de Ursa Maior, o asterismo conhecido como “Big Dipper” vai virar “The Big Bang Dipper” em referência à sitcom. A homenagem foi iniciativa do Instituto Internacional Astronômico, que é o responsável por nomear os corpos celestes desde 1919. “The Big Bang Dipper” é formado pela reunião de sete estrelas, o mesmo número de “estrelas” da série. A comédia estrelada por Jim Parsons (Sheldon), Johnny Galecki (Leonard), Kaley Cuoco (Penny), Kunal Nayyar (Raj), Simon Helberg (Howard), Mayim Bialik (Amy) e Melissa Rauch (Bernadette) também vai se tornar a sitcom mais longa da história da TV antes de encerrar sua 12ª e última temporada em maio nos Estados Unidos. O último episódio de “The Big Bang Theory” será exibido em 2 de junho no Brasil, pelo canal pago Warner. Mas as estrelas de “The Big Bang Dipper” continuarão a brilhar por muitos séculos no espaço.
Remake de Além da Imaginação ganha novo trailer nervoso
O serviço de streaming CBS All Access divulgou um novo trailer da nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (Twilight Zone), repleto de cenas nervosas e muito tensas da antologia de suspense e sci-fi. Entre os detalhe que chamam atenção, destacam-se elementos de um episódio de 1960, que deve ganhar remake – “Nick of Time”, estrelado por William Shatner antes do ator virar o Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”. A prévia também dá uma mostra do elenco envolvido no revival, com aparições de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. Além, claro, de Jordan Peele (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Corra!”). A nova versão foi criada e será apresentada por Peele. O ator, roteirista, diretor e produtor aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica da semana, que os espectadores irão presenciar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série clássica, entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, sua estrutura de um história completa por episódio inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals, ambos com sucesso – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. E, por curiosidade, a versão de 2002 já era apresentada por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A quarta versão de “Além da Imaginação” vai estrear na segunda-feira (1/4) no serviço de streaming da CBS All Access, que não é comercializado no Brasil – mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).
The Big Bang Theory vira a série de comédia mais longa dos Estados Unidos
A série “The Big Bang Theory” vai acabar na atual temporada. Mas antes de chegar ao capítulo final em maio (junho, no Brasil), terá outra data importante em seu calendário. Na véspera do final, a atração exibirá seu 276º episódio (ainda sem título) e, com isso, entrará na história da televisão como a série de comédia mais longeva dos Estados Unidos. A antiga recordista era “Cheers”, que teve 275 episódios exibidos entre 1982 e 1993. O ator Kunal Nayyar, que interpreta Raj na série, comemorou o feito em seu Instagram com uma foto do roteiro do próximo episódio. “Este script nos transforma oficialmente na sitcom mais longa da história da televisão. Um brinde a isso. O pequeno menino de Deli [na Índia] está fazendo história”. A atriz Kalley Cuoco, a Penny, ecoou o sentimento em seu próprio post, dizendo-se “abençoada, humilde, espantada e grata” por superar o recorde “da grande série ‘Cheers'”, além de revelar a foto do bolo encomendado para a comemoração. Veja abaixo. Atualmente em sua 12ª temporada, “The Big Bang Theory” acompanha as aventuras de quatro nerds Leonard (Johnny Galecki), Sheldon (Jim Parsons), Raj (Kunal Nayyar) e Howard (Simon Helberg), e as três mulheres de suas vidas, Amy (Mayim Bialik), Bernadette (Melissa Raucha) e Penny (Kaley Cuoco). O final será exibido no Brasil em 2 de junho, às 22h, no Warner Channel. A despedida da série acontecerá com um episódio duplo, de uma hora de duração. Visualizar esta foto no Instagram. And there you have it… this script officially makes us the longest running sitcom in the history of television, just surpassing the show “Cheers.” So cheers to that:) lil Delhi boy, making history. What a dream come true. Thank you for your kindness over these past 12 years, there are no words in any language that could ever express the love I have for all of you… so, from my heart to yours, I love you. ? #tbbt Uma publicação compartilhada por Kunal Nayyar (@kunalkarmanayyar) em 27 de Mar, 2019 às 10:02 PDT Visualizar esta foto no Instagram. @bigbangtheory_cbs is officially the longest running multi cam show in history surpassing the great show Cheers. ? blessed, humbled, amazed, grateful. Thank you to everyone who has supported us the last 12 years. ? THANK YOU! Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) em 27 de Mar, 2019 às 10:58 PDT
Ryan Phillippe vai estrelar piloto de série inspirada em Frankenstein
O ator Ryan Phillippe vai tentar voltar à TV na próxima temporada, após o cancelamento da série “Shooter”, baseada no filme “O Atirador”. Ele terá o papel principal no piloto de “Alive”, projeto da rede CBS. Trata-se de uma série policial de trama batida, que esconde uma reviravolta ainda mais antiga – da era gótica. Em “Alive”, Phillippe interpretará Mark Escher, um investigador da polícia de San Francisco que é dado como morto após um ataque seguido de incêndio em sua casa. Mas reaparece, seis meses depois, como se nada tivesse acontecido, reencontrando-se com sua família. Escher não é mais o mesmo e vive assombrado por visões do caso em que estava trabalhando quando morreu. Junto com a esposa, Elizabeth, ele buscará respostas sobre quem o sequestrou e o que foi feito com ele. Apesar desta sinopse, “Absentia”, ou melhor, “Alive” – é fácil confundir as duas sinopses, e não apenas porque os títulos das séries tem uma palavra iniciada pela letra “A” – é, curiosamente, apresentada como uma nova versão da história de “Frankenstein”. De fato, o projeto chegou a ser batizado de “Frankenstein” durante sua etapa inicial de desenvolvimento, pelo roteirista Jason Tracey (de “Elementary”). E para não dizer que a referência é sutil, um dos personagens é um doutor chamado Victor Frankenstein. Ele é vivido por Aaron Staton (de “Mad Men” e “Narcos: México”). Frankenstein também é o ex-marido de Elizabeth, atual esposa de Escher, que será interpretada por Katrina Law (de “Arrow” e “The Oath”). Para virar série, o piloto da produção precisará ser aprovado.
Com audiência em queda, Charmed troca showrunner
A rede The CW anunciou uma mudança criativa na série “Charmed”. Carter Covington (criador de “Faking It”) deixou o cargo de showrunner e será substituído pelo casal de roteiristas Elizabeth Kruger e Craig Shapiro na 2ª temporada. Kruger e Shapiro foram responsáveis pela criação das séries “Salvation” e “Necessary Roughness”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a emissora espera que com a troca de produtores executivos a série “se apoie mais em seus enredos sobrenaturais e menos na dinâmica familiar”, que era o forte de Covington. A verdade é que, apesar de renovada, “Charmed” não está tendo um bom desempenho, atingindo sua pior audiência no último domingo (24/3), quando foi assistida por 589 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Isto representa metade do público que sintoniza a outra série nova de bruxas do canal, “Legacy”. E aponta que o CW fez a escolha errada ao deixar “O Mundo Sombrio de Sabrina” ir para a Netflix, com a justificativa de não querer três lançamentos de bruxas no mesmo ano. Preferiu “Charmed”, que não atingiu o mesmo sucesso de “Sabrina” em streaming. “Charmed” é um reboot latino da série homônima de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), sobre três (quatro, a partir do 4º ano) irmãs bruxas, que durou oito temporadas até 2006. As três garotas superpoderosas do reboot são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”.
Final de The Big Bang Theory ganha data de exibição no Brasil
O canal pago Warner anunciou a data de exibição do episódio final de “The Big Bang Theory” no Brasil. O fim da série, que contará com um episódio duplo e terá uma hora de duração, vai ao ar em 2 de junho, um domingo, às 22h. Assim, o final será visto pelos fãs brasileiros 17 dias após a exibição original nos Estados Unidos, onde o capítulo vai ao ar em 16 de maio. A transmissão será precedida de uma maratona completa da temporada na Warner. Série mais vista dos Estados Unidos, “The Big Bang Theory” vai acabar em sua 12ª temporada, após o astro Jim Parsons, intérprete de Sheldon Cooper, anunciar que não assinaria contrato para novos episódios. Ironicamente, Parsons é o único que continuará ligado a seu personagem após o fim da série. O universo de “The Big Bang Theory” recentemente se expandiu com “Young Sheldon”, mostrando a infância do personagem. Parsons é produtor e contribui com narrações para essa atração, que foi renovada para sua 3ª temporada. No Brasil, “The Big Bang Theory” também tem suas primeiras temporadas disponíveis no catálogo do serviço de streaming Globoplay.
The Big Bang Theory já tem data definida para acabar
A rede CBS marcou a data da despedida de “The Big Bang Theory”. O último episódio da 12ª e derradeira temporada da série vai ao ar no dia 16 de maio nos Estados Unidos. O capítulo final será duplo, com o dobro da duração dos episódios normais da sitcom. No Brasil, a série é exibida pelo Warner Channel, e ainda não há data definida para a transmissão do encerramento. Com o fim de “The Big Bang Theory”, a CBS espera que “Young Sheldon” continue o legado da franquia. Para tanto, já renovou o spin-off para mais duas temporadas. Série mais vista da TV americana, “The Big Bang Theory” também atraiu a atenção da mídia por pagar os salários mais caros da indústria a seus protagonistas. No começo da atração, o trio principal (Johnny Galecki, Jim Parsons e Kaley Cuoco) recebia em torno US$ 60 mil por episódio, valor que decolou para US$ 200 mil na 4ª temporada, foi para US$ 350 mil na 7ª e foi para US$ 1 milhão quando seus contratos acabaram e a emissora precisou renegociar a continuação da série a partir do oitavo ano. Além de uma porcentagem significativa nos lucros da série – por exibições internacionais, em streaming, Blu-ray e reprises. Enquanto isso, os coadjuvantes negociaram um salário por episódio que ficava em torno dos US$ 500 mil para a 8ª temporada. Mas a disparidad não durou: na 10ª temporada, Simon Helberg (Howard) e Kunal Nayyar (Raj) alcançaram os mesmos US$ 1 milhão dos protagonistas. Finalmente, em março de 2017, os cinco atores aceitaram um corte nos seus pagamentos (para US$ 900 mil) para que suas duas companheiras de elenco, Melissa Rauch (Bernadette) e Mayim Bialik (Amy), também tivessem um amento. Mas não foi só o salário dos atores que cresceu. Depois de uma temporada inaugural com média de 7 milhões de telespectadores por episódio, “The Big Bang Theory” dobrou esse público no terceiro ano. E este a 6ª temporada, não sai da lista das três séries mais vistas da TV aberta americana, onde geralmente ocupa o 1ª lugar. Para se ter noção, a 11ª temporada da sitcom atraiu uma média de 18,6 milhões de telespectadores por semana. Já o episódio mais visto da série foi “The Deception Verification”, segundo capítulo da 7ª temporada, que atraiu mais de 20 milhões de pessoas.
Estrela de Once Upon a Time entra em piloto de drama médico
A atriz Jennifer Morrison ensaia voltar à televisão, dois anos após se despedir do elenco fixo de “Once Upon a Time”, onde vivia a protagonista Emma Swan. Ela entrou no piloto de “Under the Bridge”, novo drama médico em desenvolvimento para a rede CBS. Em “Under the Bridge”, ela vai viver a cirurgiã Caitlin Lanchaster, que enfrenta de frente um escândalo que abala o grupo médico que ela criou com o marido, além de seu casamento e suas amizades. Ela se vê impelida a voltar a trabalhar, após um período sabático, quando seu marido é excluído da sociedade que ambos criaram por seus supostos melhores amigos. O elenco também vai incluir David Ajala (o Manchester Black de “Supergirl”). Criado por Rina Mimoun (roteirista de “Mistress”) e produzido por Jerry Bruckheimer (“CSI”), o piloto será dirigido por Victoria Mahoney (que também assina o piloto de “The Red Line”, em desenvolvimento no mesmo canal) e precisa ser aprovado para virar série. Caso a produção seja aprovada, marcará também o retorno de Jennifer Morrison para um papel de médica. Ela viveu a Dra. Allison Cameron em “House”, entre 2004 e 2012.
Vilão de Lost viverá agente do Mal em piloto dos criadores de Good Wife
O ator Michael Emerson, conhecido por seus papéis em “Lost” e “Pessoa de Interesse” (Person of Interest), entrou no piloto de “Evil”, novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off, “The Good Fight”. A série vai acompanhar um padre, que se junta a uma psicóloga cética e um trabalhador braçal para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências estranhas. Emerson desempenhará o papel de Townsend, especialista da defesa em um caso de assassinato em massa que pode ser um agente do Mal. Já o trio protagonista tem dois papéis definidos. A atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) viverá a psicóloga e Mike Colter (o “Luke Cage”) viverá o padre. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela série CBS. Ele precisará ser aprovado para “Evil” virar série.
Nova versão da série Além da Imaginação ganha primeiro trailer
O serviço de streaming CBS All Access divulgou o primeiro trailer da nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (Twilight Zone). E com direito à versão atualizada de sua famosa trilha, que embala trechos nervosos dos vindouros episódios da antologia sci-fi. Entre os detalhe que chamam atenção, destacam-se elementos de um episódio de 1960, que deve ganhar remake – “Nick of Time”, estrelado por William Shatner antes do ator virar o Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”. A prévia também dá uma mostra do elenco envolvido no revival, com aparições de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. Além, claro, de Jordan Peele (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Corra!”). A nova versão foi criada e será apresentada por Peele. O ator, roteirista, diretor e produtor aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica da semana, que os espectadores irão presenciar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série clássica, entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, sua estrutura de um história completa por episódio inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals, ambos com sucesso – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. E, por curiosidade, a versão de 2002 já era apresentada por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A quarta versão de “Além da Imaginação” vai estrear em 1 de abril no serviço de streaming da CBS All Access, que não é comercializado no Brasil – mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).
Young Sheldon é renovada para mais duas temporadas
A rede americana CBS anunciou a renovação da série “Young Sheldon” para mais duas temporadas. Atualmente em sua 2ª temporada, a série garantiu a continuidade de sua produção até o quarto ano, o que a manterá no ar pelo menos até 2021. O anúncio coincide com o final de “The Big Bang Theory”, série da qual “Young Sheldon” é derivada. A série do “old Sheldon” está exibindo sua 12ª e última temporada, com previsão de encerramento em maio. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância de Sheldon Cooper (Jim Parsons), a atração tem a segunda maior audiência da CBS, atrás apenas da série original. Lançada em 2017, ela traz Iain Armitage (“Big Little Lies”) como a versão mirim de Sheldon e foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, com seu piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). “Graças à liderança criativa dos criadores Chuck Lorre e Steve Molaro, ‘Young Sheldon’ tem sido uma poderosa fonte de audiência para a nossa emissora”, elogiou a presidente da CBS, Kelly Kahl, em comunicado oficial sobre a renovação. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal Warner e pela Globoplay
Astro de Luke Cage será padre em projeto de série sobre investigações paranormais
O ator Mike Colter já definiu seu próximo projeto após o cancelamento de “Luke Cage”, série em que interpretava o herói do título. Ele vai estrelar “Evil”, nova atração do casal Robert e Michelle King, com quem já trabalhou em “Good Wife” e seu spin-off, “The Good Fight”. No projeto, ele vai viver um padre, que se junta a uma psicóloga cética e um trabalhador braçal para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências estranhas. A atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) viverá a psicóloga e o terceiro papel ainda não foi preenchido. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela série CBS. Ele precisará ser aprovado para “Evil” virar série.
Ator de Crepúsculo entra no spin-off da série F.B.I.
O ator Kellan Lutz, que foi um vampiro em “Crepúsculo” (2012) e o personagem-título de “Hércules” (2014) no cinema, entrou no piloto de “F.B.I.: Most Wanted”, projeto de série derivada da ainda novata “F.B.I.”. A nova produção é a mais recente criação de Dick Wolf. Conhecido como fábrica de franquias policiais, ele também criou “Law & Order” e “Chicago Fire”, que deram origem a diversos spin-offs e “universos televisivos” compartilhados. O novo spin-off em potencial – cujo piloto será exibido como um episódio regular do final da 1ª temporada de “F.B.I.” – vai acompanhar a divisão do FBI responsável por rastrear e capturar os criminosos mais procurados dos Estados Unidos. Dick Wolf está encarregado de co-escrever o piloto com o colaborador de longa data Rene Balcer (de “Law & Order”). Lutz vai interpretar o agente do FBI Crosby, um veterano da inteligência e comunicações, com passado militar. Ele se junta ao elenco, que já confirmou Keisha Castle-Hughes (Obara Sand em “Game of Thrones”), Julian McMahon (Jonah em “Fugitivos”) e Alana De La Garza (a Connie de “Law & Order”). A série “F.B.I.” foi o maior sucesso entre as estreias da rede CBS na atual temporada americana. Estrelada por Missy Peregrym (“Van Helsing”), tem audiência consolidada em 9 milhões de telespectadores. Caso o spin-off vire série, Dick Wolf plantará uma nova bandeira de seu império na programação da CBS. A maioria das suas séries são exibidas na NBC, que transmite “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Chicago Med”, “Law & Order: SVU” e já programou a vindoura “Law & Order: Hate Crimes”. Além disso, ele atualmente desenvolve o piloto do remake da série clássica “New York Undercover” para a rede ABC.











