Marvel vetou a série animada de Deadpool criada por Donald Glover
A ordem para o canal pago FX desistir da série animada de “Deadpool”, que seria produzida pelos Stephen e Donald Glover, foi dada pela Marvel. Não se trata de boato. Quem revelou foi ninguém menos que John Landgraf, presidente do FX, onde a série seria exibida. Landgraf disse que, se dependesse apenas dele, a série iria ao ar. “A Marvel não queria fazer o programa que Donald e Stephen escreveram. Nós teríamos feito, mas não era nossa decisão. Quando a Marvel decidiu que não faria, nós terminamos nossa parceria com eles, assim como Donald e Stephen. Agora só depende deles [Marvel] contratar alguém para fazer um programa diferente”, disse o executivo, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Programada para estrear na temporada de outono de 2018, a série chegou a ser incensada pelo chefão de TV da Marvel, Jeph Loeb em comunicado. “Quão divertido isto poderá ser? Deadpool, Donald e FX – a combinação perfeita para o mercenário falastrão”, disse Loeb, em comunicado. “Estamos encantados com a continuidade de nossa relação com a FX, que começou com ‘Legion’, siga com o que certamente será um espetáculo inovador em animação para adultos”, completou. A produção da 1ª temporada foi aprovada sem que nenhum roteiro tivesse sido apresentado, mas quando surgiram os primeiros esboços, todo o entusiasmo acabou. A desculpa oficial foi a padrão: “diferenças criativas”. Apesar disso, alguns sites publicaram que o cancelamento aconteceu, na verdade, porque Donald Glover estaria ocupado demais para desenvolver a série. “Para deixar registrado: eu não estava ocupado demais para escrever ‘Deadpool'”, ele retrucou nas redes sociais, disponibilizando páginas de um suposto fim de temporada, onde brincava que o cancelamento foi por “alienar o público branco” da emissora. O texto, que também cita a cantora Taylor Swift, era hilário, mas foi misteriosamente tirado do ar após fãs passarem a exigir a produção da série.
Timeless confirma telefilme de encerramento da série
Após muitas especulações e negociações, a NBC oficializou a produção de um especial que concluirá a trama de “Timeless”, série cancelada ao final de sua 2ª temporada, em junho. Este foi o segundo “salvamento” da produção realizado pelo canal. Vale lembrar que a série foi cancelada no ano passado, mas a decisão acabou revista devido à campanha dos fãs. Desta vez, porém, o resgate é agridoce, já que servirá apenas para dar uma conclusão à história. Isto porque a 2ª temporada registrou média de apenas 2,5 milhões de telespectadores, uma queda vigorosa em comparação aos 4,6 milhões da 1ª temporada. O projeto será um telefilme de duas horas de duração e voltará a reunir todo o elenco da produção, além dos criadores Eric Kripke (criador também de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”). Em comunicado, os dois descreveram a aventura final como “‘Timeless’ do jeito que os fãs conhecem e amam, focada nas pessoas menosprezadas pela história – e mais importante, uma emocionante história final para a Equipe do Tempo”. “O estúdio, a rede, o elenco e a equipe estão fazendo isso por uma única razão: os fãs. Porque eles merecem isso. Porque os fãs fizeram isso acontecer e agradecemos pela paixão, apoio e helicópteros”, encerram, citando a campanha exaustiva dos fãs, que usaram helicópteros para sobrevoar o prédio da NBC e convencer os executivos a permitirem o encerramento. Iniciada em 2016, “Timeless” acompanha um grupo de viajantes do tempo que tentam impedir alterações na História dos Estados Unidos. Na trama que impulsiona os primeiros episódios, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para tentar impedir os planos de sabotagem. Ao todo, a produção teve 26 episódios ao longo de duas temporadas. Ainda inédita no Brasil, ela tem estreia nacional prevista para a próxima sexta (10/8) no canal pago Universal, com incrível atraso. O filme de conclusão ainda não teve sua data de exibição definida nos Estados Unidos.
Ator de Gossip Girl não irá a julgamento após ser acusado de estupro por três mulheres
O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, não irá a julgamento após sofrer acusações de estupro de três mulheres. O processo foi abandonado pelos promotores de Los Angeles, que anunciaram nesta sexta (27/7) não terem “evidências insuficientes” para levar o caso ao tribunal. A atriz Kristina Cohen (“Ladies Like Us”) fez a primeira acusação contra Westwick em novembro do ano passado, relatando no Facebook que o ator a havia convidado para a sua casa em Los Angeles e a estuprado em seu quarto. Ele imediatamente se pronunciou, dizendo-se inocente e que não conhecia a atriz que o acusava. Mas, depois disso, outras mulheres se manifestaram. Aurelie Lynn e Rachel Eck se juntaram a Cohen na tentativa de mover um processo contra Westwick. Segundo os promotores, duas das mulheres conseguiram obter testemunhas que estavam na mesma casa quando os incidentes teriam ocorrido. “Essas testemunhas, no entanto, não puderam dar evidências que provariam, acima de qualquer suspeita, que os incidentes haviam ocorrido como essas mulheres o descreveram em suas denúncias”, disseram em comunicado. A terceira denunciante, segundo os promotores, afastou-se do caso em meio à investigação, recusando-se a obter testemunhas. Outras supostas vítimas de Westwick também abordaram os promotores para relatarem casos de assédio, mas os crimes relatados já haviam prescrito. A advogada de Westwick, Blair Berk, disse ao site TMZ: “A evidência era clara desde o início de que todas as alegações feitas por essas três mulheres eram absolutamente falsas. É uma vergonha que tenha demorado mais de 8 meses para Ed ser oficialmente inocentado de todas essas acusações. Espero que aqueles que fizeram um julgamento tão rápido aqui, sem saber nada sobre a abundante evidência de inocência neste caso, hesitem na próxima vez antes de acusarem publicamente alguém quem não cometeu nenhum delito.” Desde que as acusações vieram à tona, o ator foi dispensado de todos projetos em que estava envolvido, inclusive a série britânica “White Gold”, que estrelava, sendo substituído na pós-produção da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada, pois já estava pronta.
The Expanse: Elenco e criadores agradecem aos fãs pela campanha que salvou a série
A Amazon divulgou seu primeiro vídeo de “The Expanse”, após resgatar a produção do cancelamento no canal pago Syfy. Feito para a San Diego Comic-Con, o vídeo reúne a tripulação da nave Rocinante e os criadores da atração num grande agradecimento aos fãs pela campanha incessante e ostensiva que resultou no salvamento da série. O vídeo também revela as primeiras artes conceituais da 4ª temporada – a primeira da Amazon – e confirma que os próximos capítulos mostrarão novos planetas, após a abertura do portal visto no terceiro ano da produção, que teve 100% de aprovação da crítica, na média do site Rotten Tomatoes. Visualmente deslumbrante, repleta de personagens e diferentes alianças, a série é considerada um “Game of Thrones” espacial. E como a popular atração da HBO, também se origina de uma coleção literária – da qual apenas o primeiro volume, “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), foi lançado no Brasil. A 4ª temporada fará a adaptação do quarto livro, metade da história até aqui. Todos os livros são assinados por James S.A. Corey, pseudônimo da dupla Daniel Abraham e Ty Franck, que lançam o oitavo volume em dezembro e já preparam o nono para 2019. A série também foi desenvolvida por uma dupla. Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), e o elenco multinacional é encabeçado por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (do vindouro “Máquinas Mortais”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Além deles, a 3ª temporada ainda acrescentou a Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”). Os próximos episódios da série passarão a ser disponibilizados na Amazon em 2019.
UnReal é cancelada na 4ª temporada
A série “UnReal” foi cancelada, após o canal pago americano Lifetime desistir de exibir sua 4ª temporada neste ano. Todos os episódios inéditos foram disponibilizados de surpresa na segunda-feira (17/7) no serviço de streaming Hulu, que fechou um acordo para ter prioridade no material, assinalando o final da trama. Criada por Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro, “UnReal” foi um sucesso de crítica em sua 1ª temporada, recebendo duas indicações ao Emmy – inclusive de melhor atriz coadjuvante para Constance Zimmer. Entretanto, disputas internas entre as duas produtores causaram grande fricção na 2ª temporada. A decisão de Noxon de se afastar após escrever o primeiro episódio resultou numa temporada polêmica, com tramas de puro sensacionalismo. Assim, a credibilidade conseguida foi colocada em cheque. Para complicar mais, o canal adiou a estreia da 3ª temporada em quase dois anos, criando um hiato grande o suficiente para o público esquecer da atração, o que fez com que a audiência desabasse. Correndo para recuperar o investimento, o Lifetime vendeu a prioridade de exibição dos episódios inéditos para o Hulu, que já disponibilizava a série em streaming. Como a 4ª temporada já estava gravada, a plataforma decidiu lançar o material inteiro de uma vez, apenas três meses após o Lifetime exibir o final do terceiro ano. Sem planos para exibir a série antes de 2019, o Lifetime resolveu anunciar o cancelamento, liberando assim os atores para novos projetos. A série acompanhava os bastidores de um reality show de relacionamentos ao estilo de “The Bachelor”, revelando as manipulações dos produtores em busca de audiência, que sempre terminam com muitos efeitos colaterais. O elenco era encabeçado por Shiri Appleby e Constance Zimmer como as produtoras principais do programa. “UnReal” também é exibida pelo canal pago Lifetime no Brasil.
Casual se despede com trailer da 4ª e última temporada
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada da série de comédia “Casual”, que, como revela a prévia, dá um salto de cinco anos na trama. “Casual” foi uma das primeiras séries originais da plataforma, ajudando a consolidar a Hulu no mercado de streaming, mas permanece até hoje inédita no Brasil. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã mais velha recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). A 4ª e derradeira temporada estreia em 31 de julho.
Robin Wright aborda pela primeira vez o escândalo sexual de seu colega de House of Cards
Robin Wright começou a divulgação da 6ª e última temporada de “House of Cards”, tendo que abordar um assunto inevitável em sua primeira entrevista sobre a volta da série: as denúncias de assédio sexual contra seu antigo colega Kevin Spacey, intérprete de seu marido na atração da Netflix. Questionada pela jornalista Savannah Guthrie do programa “Today” sobre possíveis sinais que indicariam o comportamento inadequado do ator, ela afirmou que seu relacionamento se limitava ao trabalho. Na última temporada, a personagem da atriz, Claire Underwood, assumirá o lugar do personagem de Spacey, Frank Underwood, como protagonista da série – e presidente dos Estados Unidos na trama fictícia. E ela já discursa de forma presidencial, ao repetir o que ex-presidentes costumam dizer diante de escândalos: “eu não sabia”. “Nós éramos colegas de trabalho”, falou a atriz. “Nós nunca socializamos fora do trabalho. Era uma relação respeitosa e profissional. Ele foi incrível comigo. Ele nunca foi desrespeitoso comigo. Então, essa é a minha experiência pessoal. É a única coisa que eu sinto que eu tenho direito de dizer a respeito”, afirmou. A atriz reforçou ainda que não conhecia Kevin Spacey fora do set. “Kevin e eu nos conhecíamos entre o ‘ação!’ e o ‘corta!’ e entre as preparações de cena, quando dávamos risadinhas. Não conhecia o homem. Conhecia o incrível ator que ele é”, ela afirmou. “Eu acho que todas ficamos surpresos, é claro, e muito tristes”, disse, sobre o momento em que as denúncias vieram à tona. “Nós avançamos e ficamos muito agradecidas por termos conseguido terminar a série como planejado”. Ela falou também reforçou seu apoio ao movimento #MeToo, que combate o assédio sexual em Hollywood. “Eu não me importo quem é. A questão é sobre poder. E uma vez que você tem poder sobre uma pessoa, essa pessoa fica vulnerável. O último ano nos mostrou um novo caminho que nos permitiu iniciar uma nova conversa. Então, nós precisamos mudar o paradigma”. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da série após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da produção premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final, porém, será reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Ainda não há data para o retorno da série. Veja abaixo um vídeo da entrevista de Robin Wright ao programa “Today”, da rede americana NBC.
Série House of Cards comemora Dia da Independência dos Estados Unidos
A Netflix aproveitou o Dia da Independência dos Estados Unidos, que é comemorado nesta quarta (4/7), para retomar a divulgação da 6ª e última temporada da série “House of Cards”. Um vídeo postado no Twitter da plataforma promete “Uma mensagem da presidente dos Estados Unidos”. E nele é possível ver Claire Underwood (Robin Wright), atual incumbente da Casa Branca no universo da série, sentada na famosa cadeira de pedra do Lincoln Memorial, já usada anteriormente pela série em materiais promocionais. “Feliz Dia da Independência… Para mim”, diz a personagem, referindo-se a sua ascesnão ao poder após anos na sombra do marido Frank Underwood (Kevin Spacey). Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores, graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para gravar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele. Por conta disso, “House of Cards” também foi cancelada, mas terá uma última temporada para encerrar sua história. Ainda não há data para o retorno da série. A message from the President of the United States. pic.twitter.com/yx0P3qyHfW — House of Cards (@HouseofCards) 4 de julho de 2018
Champions: Série de comédia de Mindy Kalling é cancelada após uma temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento da série de comédia “Champions” após o final da 1ª temporada. Criada por Charlie Grandy (roteirista de “Projeto Mindy”) e a atriz Mindy Kaling (criadora e estrela de “Projeto Mindy”), a atração não engrenou, vista por apenas 1,3 milhão de telespectadores no final de sua única temporada, encerrada em 25 de maio. Os episódios giravam em torno de Vince (Anders Holm), um astro do beisebolcolegial que relutantemente desistiu de seus sonhos para assumir a academia da família no Brooklyn. Vince vive com seu doce e ingênuo irmão mais novo, Matthew (Andy Favreau), e estava prestes a vender secretamente a academia e mudar-se para a Flórida quando sua namorada do colegial, Priya (Kaling), inesperadamente deixa seu filho de 15 anos, Michael (JJ Totah), na sua casa. Apesar do fiasco, os realizadores estão tentando encontrar um novo lar para a série, mas, como os contratos dos atores vencem neste final de semana, a chance de um resgate tem o tamanho de sua audiência: muito pequena.
Série militar Six é cancelada na 2ª temporada
O canal pago americano History anunciou o cancelamento da série “Six” após sua 2ª temporada. A série contava a história da tropa de elite da Marinha dos EUA, a equipe SEAL Team Six, que executa as missões mais arriscadas na caça e combate de ameaças terroristas em território inimigo. Seu lançamento no começo do ano passado foi apontado como responsável pelo súbito interesse das redes de TV americanas em atrações militares. A 1ª temporada foi vista por 1,5 milhões de telespectadores ao vivo e chegou a registrar uma média de 2,9 milhões na medição Live+3, que soma exibições em plataformas digitais até três dias após a transmissão original. Mas o segundo ano viu metade desse público sumir. “Six” foi criada para o canal History pelo roteirista William Broyles Jr. (“Apollo 13”, “Náufrago”), que lutou na guerra do Vietnã, e seu filho David Broyles. O elenco incluía Barry Sloane (série “Revenge”), Kyle Schmid (série “Being Human”), Juan Pablo Raba (série “Narcos”), Edwin Hodge (“Uma Noite de Crime”), Nadine Velazquez (série “Major Crimes”), Brianne Davis (série “True Blood”) e Dominic Adams (série “Devious Maids”), além de Walton Goggins (“Os Oito Odiados”) na 1ª temporada. Para completar, Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e Eric Ladin foram as novidades do segundo ano. A série está atualmente na metade de sua 2ª temporada, que contará uma história completa, prevista para ser encerrada em 1 de agosto nos Estados Unidos.
Ghosted é cancelada antes de completar sua 1ª temporada
A rede Fox anunciou o cancelamento da série de comédia “Ghosted”, estrelada por Adam Scott (série “Parks and Recreation”) e Craig Robinson (série “The Office”), antes da atração completar sua 1ª temporada. Criada por Tom Gormican (roteirista do filme “Namoro ou Amizade”), a série era uma mistura cômica de “Arquivo X” e “Homens de Preto”, em que uma divisão secreta de investigação paranormal recrutava um segurança cético e um vendedor que acredita em alienígenas para resolver casos misteriosos. O elenco também incluía Ally Walker (série “Colony”) como a chefe da divisão, denominada Underground, além de Adeel Akhtar (série “Utopia”) e Amber Stevens West (série “Greek”). O piloto foi dirigido por Jonathan Krisel, criador da série “Baskets”, e estreou em 1 de outubro nos Estados Unidos. A atração nunca atingiu grande audiência e seu episódio mais recente teve o pior desempenho de todos, visto ao vivo por 1,1 milhão de telespectadores. “Ghosted” ainda tem três episódios inéditos.
Timeless é cancelada ao final da 2ª temporada, mas pode ganhar telefilme final
A rede americana NBC anunciou o cancelamento da série “Timeless” após duas temporadas. Vale lembrar que a série foi cancelada no ano passado, mas a decisão acabou revista devido à campanha dos fãs. Desta vez, porém, não tem volta. A 2ª temporada registrou média de apenas 2,5 milhões de telespectadores, uma queda vigorosa em comparação aos 4,6 milhões da 1ª temporada. A NBC, no entanto, negocia a realização de um telefilme de 2 horas para concluir a história e resolver o cliffhanger do último episódio, ao estilo do que a Netflix fez com “Sense8”. Sem isso, a série ficaria sem fim. As negociações estão ocorrendo entre o canal e a Sony, produtora da série, que precisam chegar num acordo em relação ao orçamento da produção. Desenvolvida por Eric Kripke (criador também de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”), a atração acompanhava um trio de viajantes do tempo que persegue um criminoso por momentos importantes da história americana. Ryan usou o Twitter para garantir que “se a NBC for sincera em sua vontade de realizar um telefilme de duas horas, para dar um encerramento necessário aos nossos maravilhosos fãs de ‘Timeless’, nós estamos prontos para fazê-lo”. Veja abaixo. 3. If NBC is sincere in wanting a 2 hour movie to give much needed closure to our amazing @NBCTimeless fans, we are ready to make it. We don't want the journeys of Lucy, Wyatt, Rufus and the others to end yet. #ClockBlockers — Shawn Ryan (@ShawnRyanTV) June 22, 2018
Lucifer é resgatada e terá 4ª temporada pela Netflix
A campanha dos fãs deu certo. A série “Lucifer” foi oficialmente resgatada pela Netflix, que encomendou uma 4ª temporada da atração, cancelada pela Fox no mês passado. O anúncio foi feito pelo Twitter do serviço de streaming e repercutido pelo elenco da série nas redes sociais, que comemorou muito, com vídeos e posts, alternando-se entre surpresa, êxtase e agradecimento aos fãs pelo esforço feito para “Lucifer” continuar a ser produzida. Veja abaixo. “Vocês, fãs, fizeram isso acontecer!, escreveu Tom Ellis, intérprete do personagem-título. A atriz Aimee Garcia se pronunciou com um palavrão em vídeo. E o produtor Joe Henderson postou uma sequência de “obrigados” em agradecimento e ainda brincou com os fãs. “Vocês nos trouxeram de volta. Agora relaxem, respirem e coloquem gelo nos dedos depois dessa chuva de hashtags”, postou. Henderson também publicou um hilário meme de Jon Snow voltando à vida em “Game of Thrones”, para comemorar que a série também voltou à vida. Curiosamente, nessa semana a presidente da Amazon chegou a afirmar que a plataforma estava conversando sobre a possibilidade de resgatar “Lucifer”. Esta revelação pode ter ajudado a Netflix a tomar sua decisão. E foi um salvamento digno de cliffhanger, no último segundo. Segundo a atriz Lauren German, intérprete da detetive Chloe Decker na série, o resgate teria que ser anunciado até sábado (16/6), porque depois disso ficaria muito difícil manter o elenco junto. “Há uma chance de que um serviço de streaming possa nos resgatar, mas isso terá que acontecer até 16 de junho”, ela afirmou, durante um painel na Comic Con da Austrália no fim de semana passado, explicando a razão do prazo. “Contratualmente, nós não podemos fazer testes para outros papéis até 16 de junho e, infelizmente, ficaremos livres depois disso. Então, estamos apenas rezando para que (o resgate da série) aconteça”, completou. No Brasil, “Lucifer” ainda está exibindo sua 3ª temporada pelo canal pago Universal, mas os episódios ainda não produzidos deverão ser exclusividade da Netflix. A mudança para a Netflix deve afetar a forma como a série é realizada. A última temporada de “Lucifer” na Fox teve 24 episódios oficiais e mais dois de bônus, mas o serviço de streaming costuma exibir 13 episódios por temporada de suas séries dramáticas. A Netflix também costuma produzir todos os episódios de uma temporada para disponibilizá-los ao mesmo tempo, enquanto a Fox liberava um por semana. Por conta disso, o mais provável é que a 4ª temporada não seja vista em 2018, como aconteceria se a série tivesse sido renovada na TV aberta americana. Por outro lado, o streaming não enfrenta as mesmas restrições de conteúdo da TV aberta e a Netflix tem demonstrado gosto pela polêmica, algo que não falta nos quadrinhos originais que inspiram “Lucifer” e que foi deixado de lado pelos produtores da série, provavelmente por conta da exibição na Fox. Segue tradução: OQQQQQQQQQ!???!11!!? (Sim, #Lucifer estará de volta para uma quarta temporada original Netflix.) https://t.co/1jU5yG3pyI — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 15, 2018 #LuciferSeason4 on @Netflix wow that sounds nice. You fans made this happen. #LuciFansrock #Lucifersaved ✊? — tom ellis (@tomellis17) June 15, 2018 WE DID IT !!!!!!!!!!! Thank you to everyone for your continued support and love for #Lucifer I am so happy for all our fans I’m going to burst ✊?❤️ https://t.co/DhvTdevGW2 — tom ellis (@tomellis17) June 15, 2018 BOOM!!!!! HELL YES!!! https://t.co/jOVrlAMmzm — Joe Henderson (@Henderson_Joe) June 15, 2018 pic.twitter.com/CpkfKOEdJX — Joe Henderson (@Henderson_Joe) June 15, 2018 HOLY MOLY WE ARE BACK PEOPLE!!!! #SaveLucifer https://t.co/W0Zpj1Wbli — Joe Henderson (@Henderson_Joe) June 15, 2018 Thank you thank you THANK YOU to all the #Lucifer fans. You brought us back. YOU did this. So relax, take a breath, put some ice on those fingers that have been hashtagging up a storm… and get ready for more deviltime ? — Joe Henderson (@Henderson_Joe) June 15, 2018 WE DID IT ?????????????? @netflix & #Lucifer fans #Heroes NEVER. GIVE. UP. ?? pic.twitter.com/lIECelQxBr — Aimee Garcia (@Aimee_Garcia) 15 de junho de 2018 Thank u 2 our Lucifans … YOU ALL (& @netflix ) were OUR angels!!! LUCIFER. FANS. ROCK. ??????? https://t.co/NgBJrTzGZa — Aimee Garcia (@Aimee_Garcia) June 15, 2018 You fans are incredible. You did this. We are so happy to keep the family together. Lucifer on Netflix is back. Has a ring to it I say. Thank you @netflix and Thank you to each and everyone of you who fought like a demon! — ?Lesley-Ann Brandt (@LesleyAnnBrandt) June 15, 2018 It official!!! Netflix picks up #LUCIFER! Thank you @TVLine !! https://t.co/MzjYkSwRvY — Rachael Harris (@RachaelEHarris) June 15, 2018 Ahhhhhhh!!! I ❤️ our Lucifans so much!!!! I’m not crying… YOURE crying. ??❤️❤️??? #Lucifer https://t.co/73be0pFU3X — Ildy Modrovich (@Ildymojo) June 15, 2018 Oh my Dad, you guys, WE DID IT!!!!!!!! We #SavedLucifer YOU did this!!! YOU!!!! ❤️❤️❤️❤️? https://t.co/VO3KK4wp1V — Ildy Modrovich (@Ildymojo) June 15, 2018 YOU DID IT @netflix ❤️YOU ARE OUR HERO ?? LUCIFANS CANNOT THANK YOU ENOUGH!#LuciferSeason4 #LuciferSaved pic.twitter.com/gEqojmnKK6 — Equipe Lucifer (@EquipeLucifer) June 15, 2018 BEYOND GRATEFUL to be part of a company like @netflix Also a huge thank you to all #Lucifer fans who poured their hearts out, tweeted, screamed, cried & showed us they wanted it….and wanted it bad. Thank you #Netflix for snatching us up, we love you already ❤️ Uma publicação compartilhada por @ laurengerman em 15 de Jun, 2018 às 1:56 PDT









