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  • Filme

    Sucesso de “Homem-Aranha” contrasta com fracassos de “Matrix” e “King’s Man”

    26 de dezembro de 2021 /

    Com mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue batendo recordes. O filme já se tornou a maior bilheteria da Sony na América do Norte em todos os tempos com US$ 467,3 milhões de arrecadação doméstica, superando com o folga o antigo campeão, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que faturou US$ 404,5 milhões em 2017. E antes da metade da semana deve virar também o maior sucesso mundial do estúdio, deixando para trás os US$ 1,1 bilhão feitos por “Homem-Aranha: Longe de Casa” em 2019. Os dois longas mais recentes do Homem-Aranha são as únicas produções da Sony que faturaram mais de US$ 1 bilhão. Ao todo, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” está com US$ 1,05 bilhão, mesmo sem chegar à China, onde não tem previsão de estreia, e esbarrando em cinemas fechados em vários países da Europa, que enfrenta picos de contágio de covid-19 graças à variante ômicron. Só no dia de Natal, o lançamento que junta três gerações do Homem-Aranha faturou US$ 31,7 milhões nos EUA e Canadá. Isto representa a terceira maior bilheteria norte-americana do feriado em todos os tempos, atrás apenas de “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 49,3 milhões) e “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (US$ 32,1 milhões). Seu sucesso corresponde a 53% de todo o faturamento dos cinemas da América do Norte neste fim de semana, período em que rendeu US$ 81 milhões, quase quatro vezes a bilheteria do 2º lugar, o lançamento animado “Sing 2”. Mesmo assim, a produção da Illumination/Universal impressiona o mercado com seu desempenho diante do sucesso avassalador do longa da Marvel/Sony. Os bichos cantores renderam US$ 23,7 milhões no fim de semana, mas já somam US$ 41 milhões graças ao lançamento antecipado na quarta-feira (22/12). Por outro lado, as perspectivas para “Matrix Resurrections” não são nada animadoras. A estreia da sequência de ficção científica da Warner Bros. abriu em 3º lugar no mercado doméstico com US$ 12 milhões no fim de semana e um total de US$ 22,5 milhões desde quarta-feira. A baixa procura por ingressos marcou de forma expressiva o fim da criticada experiência de lançamentos híbridos da Warner, que disponibilizou todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max nos EUA, ajudando a fortalecer o streaming a grandes custos comerciais. Fora dos EUA, o filme fez o dobro, US$ 47 milhões até agora, elevando sua arrecadação global para US$ 69,8 milhões. Mas “Matrix” não foi a única franquia a praticamente se despedir das telas devido ao baixo interesse do público. “King’s Man: A Origem”, prólogo dos filmes de “Kingsman”, acabou com insignificantes US$ 6,3 milhões no fim de semana e US$ 10 milhões desde quarta-feira. Para piorar, arrecadou apenas US$ 6,9 milhões em sete mercados internacionais, para um registro global de US$ 16,9 milhões. A aventura de grande orçamento é mais um fracasso na conta da aquisição da 20th Century Fox pela Disney. E quase acabou atrás do drama esportivo “American Underdog”, cinebiografia esportiva de baixo orçamento, que fez US$ 6,2 milhões com Zachary Levy (o Shazam) no papel de um ídolo do futebol americano, fechando o Top 5 dos EUA e Canadá. A estreia de “King’s Man: A Origem” está marcada para 6 de janeiro no Brasil, mesmo dia em que “Sing 2” chega no país.

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  • Filme

    Novo “Homem-Aranha” chega à US$ 1 bilhão de bilheteria

    25 de dezembro de 2021 /

    “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” está para atingir US$ 1 bilhão de bilheteria mundial entre este sábado e o domingo (26/12), poucos dias após se tornar o filme de maior arrecadação em 2021 e em toda a pandemia – deixando para trás “007 – Sem Tempo para Morrer” (US$ 773 milhões). O montante pode ser atingido em 10 dias, considerando a data do lançamento europeu (15/12) como ponto de partida. Trata-se da primeira vez que um filme chega nesse valor desde “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, lançado em dezembro de 2019. 40% do total, ou mais exatamente US$ 409 milhões até sexta (24/12), vem dos Estados Unidos e Canadá. Outros países que estão fazendo diferença nas bilheterias são Reino Unido, México, França, Rússia e… Brasil. Mas o volume poderia ser ainda maior se o lançamento chegasse à China, onde não tem previsão de estreia. Além disso, o sucesso do filme começa a esbarrar em cinemas fechados na Europa, que enfrenta picos de contágio de covid-19, graças à variante ômicron. A expectativa agora é se o lançamento vai superar o filme anterior da franquia, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, já neste domingo. Não é difícil, pois o segundo filme da trilogia estrelada por Tom Holland rendeu ao todo US$ 1,1 bilhão mundial. Vale lembrar que este montante também representa a maior arrecadação da História da Sony Pictures. De fato, sem os contratempos sanitários e os repetidos problemas da Marvel com a China, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” poderia até chegar aos US$ 2 bilhões, tendo em vista que seu fim de semana de estreia (US$ 600 milhões) só ficou atrás dos números do recordista “Vingadores: Ultimato”.

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  • Filme

    Novo “Homem-Aranha” vira maior bilheteria de 2021

    23 de dezembro de 2021 /

    O sucesso de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” continua a impressionar. A coprodução da Sony e da Disney virou a maior bilheteria mundial de 2021, ao ultrapassar a arrecadação de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 726 milhões) na terça (21/12) e “007 – Sem Tempo para Morrer” (US$ 773 milhões) na quarta (22/12), chegando nesta quinta (23/12) a um faturamento global de US$ 813,9 milhões A expectativa é que a produção atinja US$ 1 bilhão com as bilheterias de seu segundo fim de semana, tornando-se o primeiro filme a alcançar esta marca desde “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, lançado em dezembro de 2019. Além dos EUA, os países que estão fazendo diferença nas bilheterias são Reino Unido, México, França, Rússia e… Brasil. O volume poderia ser ainda maior se o lançamento chegasse à China, onde não tem previsão de estreia. Mas o maior obstáculo é outro. A estreia do longa coincidiu com o fechamento de vários cinemas na Europa, que enfrenta picos de contágio de covid-19, graças à variante ômicron. Apesar de todas essas dificuldades, o filme deve superar com facilidade o anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que rendeu US$ 1,1 bilhão mundial. Vale lembrar que este montante também representa a maior arrecadação da História da Sony Pictures. De fato, sem os contratempos sanitários e os repetidos problemas da Marvel com a China, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” poderia até chegar aos US$ 2 bilhões, tendo em vista que seu fim de semana de estreia (US$ 600 milhões) só ficou atrás dos números do recordista “Vingadores: Ultimato”.

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  • Filme

    Bilheteria corrigida do novo “Homem-Aranha” supera US$ 600 milhões

    20 de dezembro de 2021 /

    A Sony corrigiu para cima os números do fim de semana de estreia de “Homem-Aranha: De Volta para Casa”, encontrando quase US$ 15 milhões de diferença nas projeções feitas no domingo (19/12). Metade desta diferença foi encontrada nos cinemas da América do Norte. Em vez de US$ 253 milhões como anunciado, o longa na verdade fez US$ 260 milhões. Estes US$ 7 milhões a mais nos EUA e Canadá representaram uma mudança no ranking histórico da produção. Com a atualização, a abertura de “Homem-Aranha: De Volta para Casa” superou o primeiro fim de semana de “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 257 milhões) para se tornar a segunda maior estreia de todos os tempos no mercado norte-americano. O campeão segue sendo “Vingadores: Ultimato”, com o recorde de arrecadação de US$ 357 milhões. Além dos EUA, os países que tiveram bilheteria maior que o estimado foram Reino Unido, México, França, Rússia e… Brasil. Graças a atualização, o montante global saltou dos US$ 587,2 milhões estimados no domingo para US$ 600,8 milhões. O desempenho representa o maior fim de semana de estreia de uma produção da Sony. Mas não alterou a colocação do filme no cômputo geral, como terceira maior estreia mundial da História.

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    “Homem-Aranha” fatura mais de US$ 580 milhões em estreia mundial

    19 de dezembro de 2021 /

    “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” é oficialmente um fenômeno. Em plena pandemia, a parceria da Sony e da Disney faturou mais de US$ 500 milhões em sua estreia mundial Ao todo, a arrecadação atingiu US$ 587,2 milhões. E isto não inclui a China, atualmente o maior mercado de cinema do planeta, onde o filme não tem previsão de estreia. O valor representa a terceira maior abertura mundial de Hollywood em todos os tempos. E a maior dentre todos os títulos da Sony Pictures. Quase metade desta valor veio dos EUA e Canadá, onde o longa fez US$ 253 milhões com distribuição em 4,3 mil cinemas. Também trata-se da terceira maior estreia norte-americana da História. Para se ter noção do tamanho do sucesso, a exibição por apenas três dias já transformou “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” na maior bilheteria da América do Norte em 2021, superando “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, outra adaptação dos quadrinhos da Marvel, que liderava o ranking com US$ 224,5 milhões após 15 semanas – ou 107 dias – de projeção. Em apenas um fim de semana, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” também se tornou a terceira maior bilheteria de Hollywood no ano inteiro, atrás apenas de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 726 milhões) e de “007 – Sem Tempo para Morrer” (US$ 773 milhões). E deve ultrapassar os dois já em sua segunda semana em cartaz. O desempenho impressiona devido às preocupações crescentes com a variante ômicron da covid-19, particularmente na Europa, onde os cinemas já voltam a fechar. Este detalhe, inclusive, deve impedir o filme de bater alguns recordes históricos de arrecadação ao longo de sua trajetória. De todo modo, o terceiro longa do Homem-Aranha estrelado por Tom Holland conseguiu vários recordes de estreia, inclusive no Brasil, onde teve o maior primeiro dia de todos os tempos. A ironia desse sucesso é que os números atingiram níveis pré-pandêmicos pela primeira vez exatamente no momento em que uma nova onda virótica ameaça reverter todos os avanços do mercado. “Os resultados históricos deste fim de semana, em todo o mundo e diante de muitos desafios, reafirmam o impacto cultural incomparável que estreias cinematográficas podem ter quando são produzidas e comercializadas com visão e determinação”, afirmou o CEO do Sony Motion Picture Group Tom Rothman, em comunicado sobre o feito positivo, que evita mencionar a nova onda de fechamentos de cinemas devido a ômicron. Vale apontar que o desempenho de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” não foi acompanhado pelo resto dos filmes em cartaz. O segundo título de maior bilheteria na América do Norte foi “Encanto”, que faturou apenas US$ 6,5 milhões no fim de semana, atingindo US$ 81 milhões no mercado doméstico e US$ 175 milhões no mundo inteiro após três semanas. O musical “Amor, Sublime Amor” e a fantasia “Ghostbuster: Mais Além” vieram em seguida praticamente empatados com cerca de US$ 3,4 milhões. E a outra grande estreia do fim do semana nos EUA, “O Beco do Pesadelo”, de Guillermo del Toro, abriu apenas em 5º lugar, com US$ 2,9 milhões em 2,1 mil cinemas.

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    Bilheterias nacionais desabam com “Encanto” na liderança pela terceira semana

    13 de dezembro de 2021 /

    Os cinemas brasileiros tiveram o pior fim de semana dos últimos dois meses. Segundo dados da consultoria Comscore, foram vendidos 557 mil ingressos entre a quinta (9/12) e o domingo (12/12) passados, que renderam uma bilheteria de R$ 10,8 milhões. Desde o dia 7 de outubro, os cinemas brasileiros vinham registrando público de mais de 700 mil pessoas aos fins de semana, com o número de espectadores superando por quatro vezes o total de 1 milhão de espectadores durante esse período. O filme mais visto foi “Encanto”, da Disney, que manteve sua liderança pela terceira semana consecutivo. A animação levou 161 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,8 milhões. O detalhe é que o segundo filme mais assistido foi um relançamento, que também pode ser visto tranquilamente em casa, sem máscara de proteção ou receio de ômicron. “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, de volta aos cinemas em homenagem aos 20 anos de sua estreia original, juntou 89,2 mil espectadores e rendeu R$ 1,8 milhão. Dos filmes lançados na quinta passada, apenas um se qualificou entre os 10 mais vistos do fim de semana: “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, e somente em 9º lugar. A produção musical liderou as bilheterias dos EUA no mesmo período. E, nesta segunda (13/12), tornou-se o filme com mais indicações ao Critics Choice Awards – empatado com “Belfast”, inédito no Brasil. Veja abaixo o Top 10 nacional, segundo a empresa Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 9-12/12:1. Encanto2. Harry Potter e a Pedra Filosofal: 20 anos de Magia3. Eternos4. Casa Gucci5. Resident Evil6. Missão Resgate7. Clifford: O Gigante Cão Vermelho8. Ghostbusters9. Amor Sublime Amor10. King Richard: Criando Campeãs — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 13, 2021

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    “Amor, Sublime Amor” lidera bilheterias sem lotar cinemas nos EUA

    12 de dezembro de 2021 /

    O musical “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA. Mas seu desempenho deixou claro para Hollywood que o gênero não tem mais o mesmo apelo da sua era de ouro. Inspirados pela boa repercussão de “La La Land” há cinco anos, os estúdios lançaram diversos musicais em 2021. Nenhum teve grande retorno comercial. O filme de Spielberg abriu com US$ 10,5 milhões em 2,8 mil cinemas, enquanto os estúdios 20th Century e Disney estimavam vender pelo menos US$ 15 milhões de ingressos nos EUA e Canadá. No exterior, a recepção do público foi ainda pior, com US$ 4,4 milhões em um punhado de grandes mercados, totalizando um início global de US$ 14,9 milhões, bem atrás dos US$ 25 milhões que a Disney previa. A baixa adesão não se deu por falta de incentivo da crítica. “Amor, Sublime Amor” atingiu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios rasgados e afirmações exageradas de que se trata de um filme melhor que a adaptação original do musical da Broadway, vencedora de nada menos que 10 Oscars em 1962. O problema foi simplesmente se tratar de um musical. A análise etária das bilheterias norte-americanas indicou que mais de um terço do público tinha acima de 55 anos, demonstrando de uma vez por todas que musicais não atraem os jovens que geram blockbusters. Em comparação com outros musicais deste ano, “Amor, Sublime Amor” estreou acima de “Querido Evan Hansen” (US$ 7,4 milhões), mas atrás de “Em um Bairro de Nova York” (US$ 11,5 milhões). E saiu-se bem melhor que o desastre de “Cats” (US$ 6,6 milhões) no ano passado. Com um orçamento estimado em US$ 100 milhões, o filme de Spielberg tende a dar grande prejuízo, somando-se a outros fiascos financeiros que fazem a Disney lamentar a aquisição da antiga 20th Century Fox. Mas ainda há esperanças de que a temporada de premiações dê sobrevida ao longa, que deve ser indicado ao Oscar. A melhor notícia para a Disney é que o estúdio fez dobradinha nas bilheterias, com a animação “Encanto” em 2º lugar. O desenho, que também é um musical, fez US$ 9,4 milhões em seu terceiro fim de semana em cartaz e já soma US$ 71 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, a produção chegou a US$ 151 milhões. A Disney também ocupa o 5º lugar com “Eternos”, bastante duradouro no ranking, que rendeu mais US$ 3,1 milhões. Lançado há seis semanas, o longa dirigido por Chloé Zhao já ultrapassou a arrecadação de “Viúva Negra” e está prestes a atingir US$ 400 milhões mundiais. Os demais filmes do Top 5 são “Ghostbusters: Mais Além” e “Casa Gucci”, que fizeram US$ 7,1 e 4 milhões, respectivamente, entre sexta e este domingo (12/12) nos EUA e Canadá.

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    Produtora confirma “Venom 3”

    7 de dezembro de 2021 /

    A produtora Amy Pascal confirmou a produção de um terceiro filme de “Venom”. Sem dar muitos detalhes, a responsável pelo universo dos filmes do Homem-Aranha revelou em entrevista ao site Collider que a continuação está “no estágio de planejamento”, mas o foco da Sony no momento era “fazer com que todo mundo vá ver ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa'”. Terceira maior bilheteria de Hollywood em 2021, “Venom: Tempo de Carnificina” rendeu US$ 483 milhões em todo o mundo, atrás de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 726 milhões) e “007 – Sem Tempo para Morrer” (US$ 764,8 milhões). A continuação voltará a ser estrelada por Tony Hardy, mas não há informações sobre o retorno dos demais atores, tendo em vista do desenvolvimento visto nas cenas pós-créditos do último filme.

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    “Encanto” lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana

    6 de dezembro de 2021 /

    A animação “Encanto” repetiu sua liderança nas bilheterias brasileiras pela segunda semana consecutiva. A produção da Disney foi vista por 210,7 mil espectadores e arrecadou R$ 3,74 milhões entre quinta e domingo (5/12) no país, de acordo com levantamento da consultoria Comscore. A Disney, na verdade, fez dobradinha com “Eternos” em 2ª lugar. O filme de super-heróis faturou mais R$ 2,75 milhões com a venda de 143,4 mil ingressos. O pódio foi completado por uma das principais estreias da semana, “Resident Evil: Bem-vindo a Racoon City”, que levou 116,8 mil espectadores aos cinemas e rendeu R$ 2,07 milhões. Ao todo, os cinemas receberam 704,6 mil espectadores no primeiro fim de semana de dezembro, uma redução de 15% em relação ao público da semana passada. Veja abaixo a lista com os 10 filmes mais vistos no Brasil no fim de semana, segundo a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 2-5/12:1. Encanto2. Eternos3. Resident Evil: Bem Vindo a Racoon City4. Casa Gucci5. Clifford: O Gigante Cão Vermelho6. Ghostbusters7. King Richard8. Missão Resgate9. Venom10. Vigaristas em Hollywood — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 6, 2021

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    “Encanto” lidera bilheterias dos EUA pela segunda semana

    5 de dezembro de 2021 /

    Sem nenhum lançamento novo de estúdio tradicional nos cinemas, os filmes mais vistos da América do Norte neste fim de semana foram praticamente os mesmos da semana passada. A animação musical “Encanto” liderou as bilheterias dos EUA e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, arrecadando U$ 12,7 milhões com exibição em cerca de 4 mil cinemas nos últimos três dias. Ao todo, a produção da Disney soma US$ 58 milhões no mercado doméstico e US$ 116,1 milhões em todo o mundo. O melhor desempenho internacional vem da América Latina, especialmente da Colômbia, país em que se passa a trama, onde já somou US$ 5,9 milhões. Na Europa, a contabilidade é encabeçada pela França, com US$ 6,5 milhões. “Ghostbusters: Mais Além” manteve o 2º lugar com mais US$ 10,2 milhões de ingressos vendidos. Após três fins de semana, seu faturamento doméstico está em US$ 102,2 milhões e o mundial em US$ 145,1 milhões. Igualmente na mesma posição, “Casa Gucci” fez mais US$ 6,8 milhões, totalizando US$ 33,6 milhões locais e US$ 67,2 milhões mundiais. O maior mercado internacional da produção é o Reino Unido, onde o filme estrelado por Lady Gaga já faturou US$ 7 milhões. A única novidade do Top 5 foi um lançamento religioso, “Christmas with the Chosen: The Messengers”, que somou US$ 4,1 milhões graças às bilheterias do interior dos EUA. Com um lançamento na quarta (1/12), o filme chegou ao todo a US$ 9 milhões, resultado que a distribuidora evangélica Fathom anunciou como a maior abertura da história da empresa.

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    Estreia de “Encanto” lidera as bilheterias brasileiras

    29 de novembro de 2021 /

    A estreia de “Encanto” redeu a maior bilheteria do Brasil entre quinta e domingo (28/11). A produção animada da Disney foi vista por 270 mil espectadores e vendeu R$ 4 milhões em ingressos. A posição foi a mesma obtida pelo filme nos EUA neste fim de semana. O sucesso de “Encanto” tirou outra produção da Disney, “Eternos”, do topo do ranking, onde ficou por três fins de semana consecutivos. Apesar de cair para o 2º lugar, o filme de super-heróis da Marvel continuou lotando cinemas, atraindo 227 mil pessoas e arrecadando R$ 3,4 milhões. “Casa Gucci”, que assim como “Encanto” estreou na quinta (18/11), foi o terceiro filme mais visto, com 132 mil espectadores e faturamento de R$ 2,7 milhões. O longa estrelado por Lady Gaga também abriu em 3º nas bilheterias da América do Norte. Vale ainda observar que, em seu último fim de semana antes do lançamento em streaming, “Marighella” ocupou o 7º lugar, levando 12,7 mil pessoas aos cinemas para somar mais R$ 210 mil em sua arrecadação. Veja abaixo o Top 10 dos filmes mais vistos do país, segundo a consultoria Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 26-29/11:1. Encanto2. Eternos3. Casa Gucci4. Ghosbusters5. A Sogra Perfeita6. Venom7. Mariguella8. Clifford (pré estréia)9. Familia Adams 210. Noite Passada em Soho — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 29, 2021

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    “Encanto” é maior estreia animada da pandemia nos EUA

    28 de novembro de 2021 /

    A nova animação da Disney, “Encanto”, foi o filme mais visto dos EUA no feriadão do Dia de Ação de Graças. A produção com músicas de Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”) liderou as bilheterias da América do Norte com US$ 40,3 milhões, valor que representa o melhor começo da era pandêmica para um título de animação. Este montante foi atingida graças à estratégia de lançamento antecipado na quarta-feira (24/11), justamente para aproveitar o tradicional feriado americano, que caiu na quinta. Portanto, é um valor de cinco dias. Em relação à arrecadação de sexta à domingo (28/11), “Encanto” somou US$ 27 milhões. Trata-se de um faturamento três vezes maior que o lançamento animado anterior da Disney nos cinemas, “Raya e o Último Dragão”, que abriu com US$ 8,5 milhões em março passado. E US$ 10 milhões acima da maior bilheteria do gênero durante a pandemia – “A Família Addams 2”, com US$ 17 milhões em outubro. A diferença em relação aos lançamentos anteriores é que o novo desenho da Disney foi o primeiro título de animação a receber distribuição exclusiva nos cinemas desde o começo da pandemia, graças ao avanço da vacinação entre as crianças nos EUA. Globalmente, “Encanto” começou com US$ 70 milhões, demonstrando que sua trama latina (os personagens são colombianos) teve apelo mundial. O filme agradou em cheio ao público e à crítica. Seu recepção positiva foi representada pela nota A no CinemaScore, pesquisa feita após a saída dos cinemas nos EUA, e nos 92% de aprovação na média do Rotten Tomatoes – continuando o legado de alta qualidade que caracteriza as produções do mais tradicional estúdio de animação de Hollywood. Apesar de não contar com o mesmo entusiasmo da crítica (62% no Rotten Tomatoes), “Casa Gucci” também registrou recordes de arrecadação para seu gênero. Foram US$ 21,8 milhões no feriadão e US$ 14,2 milhões no fim de semana, ambos recordes para um lançamento dramático focado no público adulto durante a pandemia. Analistas do mercado creditam esse desempenho ao apelo da estrela Lady Gaga entre todas as faixas etárias. O valor, porém, deixou “Casa Gucci” em 3º lugar, atrás de “Ghostbusters – Mais Além”, que faturou US$ 35,3 milhões desde quarta e US$ 24,5 milhões nos últimos três dias. Em dez dias, a continuação de “Os Caça-Fantasmas” produzida pela Sony já soma US$ 87,8 milhões na América do Norte e US$ 115,7 milhões mundiais. Em compensação, o estúdio amargou um grande fracasso com o reboot de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, que teve uma estreia de US$ 8,8 milhões em cinco dias e US$ 5,3 milhões no fim de semana. O filme de terror abriu em 5º, atrás de “Eternos”, da Marvel. Um verdadeiro fiasco em comparação ao sucesso dos filmes anteriores estrelados por Milla Jovovich. Logo abaixo do Top 10, a MGM/United Artists comemorou com comunicados à imprensa o desempenho de “Licorice Pizza”, de Paul Thomas Anderson, chamando atenção para seus recordes. Lançado em apenas quatro telas – três em Nova York e uma em Los Angeles – , suas sessões exclusivas com projeção de 70 mm atraíram o maior número de pessoas por sala desde o início da pandemia – ou o maior número de todos os tempos, segundo o estúdio – , rendendo US$ 84 mil por cinema. Por sinal, esta arrecadação representou um recorde histórico para um cinema específico: a melhor receita de fim de semana do tradicional Regency Village de Los Angeles em 25 anos. O montante de US$ 335 mil da estreia de “Licorice Pizza” chegou até a bater aberturas anteriores dos filmes de Paul Thomas Anderson, como “Vício Inerente” de 2014 (US$ 328 mil em cinco cinemas), “Trama Fantasma” de 2017 (US$ 216 mil em quatro cinemas) e “Sangue Negro” de 2007 (US$ 190,7 mil em dois cinemas). A crítica foi em peso aplaudir o longa, que atingiu 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção marca a estreia da cantora Alana Haim (do grupo musical Haim) e de Cooper Hoffman (filho do falecido ator Philip Seymour Hoffman) como atores de cinema. O pai do jovem estrelou cinco filmes de Anderson, que, por sua vez, dirigiu oito clipes das irmãs Haim. A má notícia em meio ao feito de “Licorice Pizza” é que ele só vai estrear no Brasil em 20 de janeiro.

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    “007 – Sem Tempo para Morrer” vira maior sucesso de Hollywood na pandemia

    21 de novembro de 2021 /

    Uma semana depois de superar a marca de US$ 700 milhões de arrecadação, “007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassou “Velozes e Furiosos 9” nas bilheterias mundiais para se tornar o maior sucesso de Hollywood na pandemia. O filme da MGM/Universal chegou a US$ 733 milhões neste domingo (21/11), deixando para trás os US$ 721 milhões da franquia estrelada por Vin Diesel, consagrando de vez a despedida do ator Daniel Craig do papel de 007. O mais impressionante no desempenho do longa é que a maior parte de sua arrecadação vem de fora dos EUA. A América do Norte é responsável por “apenas” US$ 154 milhões do faturamento, enquanto o restante, US$ 579 milhões, vem do exterior. Isto também faz de de “007 – Sem Tempo para Morrer” a produção de Hollywood mais bem-sucedida no mercado internacional em toda a pandemia. O maior faturamento externo vem do Reino Unido, onde o filme atingiu a 5ª maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 128 milhões. Na Alemanha (US$ 72 milhões até o momento), “007 – Sem Tempo para Morrer” ocupou o 1º lugar por seis semanas consecutivas, tornando-se o maior sucesso distribuído pela Universal no país. A litas também inclui US$ 60 milhões da China, US$ 32 milhões da França e US$ 22 milhões da Holanda, onde o filme liderou as bilheterias por sete semanas e tornou-se a 4ª maior bilheteria da História do país. Entre outros destaques, a abertura da Austrália no fim de semana passado foi a maior do mercado desde dezembro de 2019 (e atualmente já rende US$ 15 milhões). Michael De Luca e Pamela Abdy, chefões da MGM, emitiram um comunicado para celebrar o sucesso descomunal. “Estamos muito entusiasmados em ver o público retornando aos cinemas em todo o mundo e por seu apoio contínuo à experiência cinematográfica. Depois de um longo atraso, estamos especialmente gratos em saber que ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ entreteve tantos cinéfilos em todo o mundo”, diz o texto assinado em conjunto, antes de entrar nos agradecimentos aos parceiros da produção. “Junto com nossos parceiros da Eon, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, todos nós da MGM somos gratos às equipes da Universal Pictures, United Artists Releasing e em nossos equipes internacionais da MGM por seus enormes esforços para atingir este grande marco com ‘007 – Sem Tempo para Morrer’. Essa conquista é um reconhecimento a Daniel Craig, todo o elenco, bem como a nosso diretor Cary Fukunaga, produtores e equipe por fazer um filme incrível. Estendemos nossos agradecimentos aos nossos exiborer e parceiros promocionais por permanecerem firmes em seu apoio ao filme”, conclui o comunicado.

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