Novo teaser de “Peaky Blinders” mostra confronto na família Shelby
A rede BBC divulgou um pequeno teaser da 6ª e última temporada de “Peaky Blinders” nas redes sociais, que revela um confronto entre Tommy Shelby (Cillian Murphy) e sua irmã, Ada (Sophie Rundle). A prévia também revela que os episódios inéditos chegam no começo de 2022. A 6ª temporada começou a ser gravada em janeiro, após atraso de um ano em sua produção devido à pandemia, e na metade das gravações a equipe sofreu uma perda trágica, com a morte da atriz Helen McCrory, intérprete da Tia Polly e uma das principais atrizes da produção. Não está claro como isso será abordado na série. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar a história de Thomas Shelby, um veterano da 1º Guerra Mundial que transforma sua família e amigos numa perigosa gangue de rua. Não contente em conquistar seu bairro, ele busca expandir seus negócios ilícitos, virando político e ampliando seu alcance por todo o Reino Unido e, via exportações, até os EUA. Desde sua estreia em 2013, a série criada por Steven Knight tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. Always listen to Ada. #PeakyBlinders Series 6 / Streaming early 2022 / @BBCiPlayer pic.twitter.com/9k0flPLYfR — BBC (@BBC) December 13, 2021
Claire Foy vive duquesa escandalosa em trailer de minissérie britânica
A BBC divulgou o trailer de “A Very British Scandal”, minissérie que traz Claire Foy, a primeira Rainha Elizabeth de “The Crow”, de volta à aristocracia britânica. Sequência temática de “A Very English Scandal”, a série de três episódios gira em torno do divórcio do Duque e da Duquesa de Argyll, um dos casos legais mais notórios, extraordinários e brutais do Reino Unido no século 20. Foy interpreta a Duquesa e Paul Bettany (o Visão de “WandaVision”) vive o Duque. O divórcio dos anos 1960 ficou famoso por incluir acusações de falsificação, roubo, violência, uso de drogas, gravações secretas, suborno e até uma foto Polaroid de sexo explícito. A série examinará como a Duquesa se recusou a sair de cena em silêncio quando foi traída por seus amigos e publicamente envergonhada por uma sociedade que se deleitou com sua queda em desgraça. Quem assina o projeto é a roteirista-produtora Sarah Phelps, que fez “A Very English Scandal” (junto com Russell T. Davies) em 2018, sobre outro escândalo midiático: o assassinato do amante gay (Ben Whishaw) do líder do Partido Liberal Britânico, Jeremy Thorpe (Hugh Grant). Ben Whishaw ganhou o Emmy, o Globo de Ouro e o BAFTA TV pela performance. A direção da nova série é da norueguesa Anne Sewitsky (“Black Mirror”) e a estreia está marcada para 26 de dezembro no Reino Unido. No Brasil, a produção deve ser lançada pela Globoplay.
Trailer apresenta especial de Ano Novo de “Doctor Who”
A rede britânica BBC divulgou o pôster e o trailer do especial de Ano Novo de “Doctor Who”, que revela uma trama de looping temporal e a volta dos daleks (que nunca vão embora). A prévia mostra um casal preso numa repetição interminável da noite da virada, que são mortos várias vezes por um dalek perdido no interior de um galpão de armazenamento deserto. Ao vir em seu auxílio, a Doutora (Jodie Whitaker), Yas (Mandip Gill) e Dan (John Bishop) também acabam presos no looping. Aisling Bea (“This Way Up”) e Adjani Salmon (“Dreaming Whilst Black”) vivem o casal. Intitulado “Eve Of The Daleks”, o especial de Ano Novo é o primeiro de três episódios extras da 13ª temporada do revival de “Doctor Who” que serão exibidos em 2022. O último será uma homenagem aos 200 episódios da série desde sua volta à produção em 2005 e também marcará a despedida de Whitaker do papel da Doutora. Ao final do terceiro especial, o atual showrunner dará lugar à volta de Russell T. Davies, responsável pelas primeiras quatro temporadas da versão moderna da série, que também escolherá o próximo Doctor Who. A estreia de “Eve Of The Daleks” será exibida em 1 de janeiro no Reino Unido e nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay.
Thriller submarino com atriz de “Game of Thrones” ganha trailer tenso
A plataforma Peacock divulgou o pôster e o trailer de “Vigil”, série britânica de ação estrelado por Suranne Jones (“Doctor Foster”) e Rose Leslie (“Game of Thrones”). Na trama, as duas vivem detetives que investigam uma morte no interior do submarino nuclear que batiza a atração. O detalhe é que a missão do Trident HMS Vigil não pode ser interrompida, o que obriga a personagem de Jones a embarcar a bordo para fazer seu trabalho. Embora deduza rapidamente se tratar de um caso de assassinato, ela encontra resistência da tripulação e dos comandantes, que preferem ver a morte considerada um acidente. Escrita por Tom Edge (roteirista de “The Crown”), “Vigil” já foi exibida no Reino Unido, pela rede BBC, onde se tornou o segundo drama televisivo mais assistido do ano – atrás apenas da veterana “Line of Duty” – com mais de 7 milhões de telespectadores ao vivo. O sucesso já rendeu renovação para 2ª temporada. A estreia nos EUA vai acontecer em 23 de dezembro e ainda não há previsão para o Brasil, onde o serviço de streaming da NBCUniversal ainda não foi lançado.
Última temporada de “Peaky Blinders” ganha primeiro teaser
A rede britânica BBC divulgou em suas redes sociais o primeiro teaser da temporada final de “Peaky Blinders”. A prévia mostra uma conversa tensa de Tommy Shelby (Cillian Murphy) com seu “aminimigo” Alfie (Tom Hardy). “Alfie, acho que escrevi seu ato final”, diz Tommy. Para completar, o texto que acompanha o vídeo informa que os derradeiros capítulos começam a ser exibidos no início de 2022 no Reino Unido. A 6ª e última temporada começou a ser gravada em janeiro, após atraso de um ano em sua produção devido à pandemia. Mas na metade das gravações, a equipe sofreu uma perda trágica, com a morte da atriz Helen McCrory, intérprete da Tia Polly e uma das principais atrizes da produção. Não está claro como isso será abordado na série. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar a história de Thomas Shelby, um veterano da 1º Guerra Mundial que transforma sua família e amigos numa perigosa gangue de rua. Não contente em conquistar seu bairro, ele busca expandir seus negócios ilícitos, virando político e ampliando seu alcance por todo o Reino Unido e, via exportações, até os EUA. Desde sua estreia em 2013, a série tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. He’s back. #PeakyBlinders Series 6 / Streaming early 2022 / @BBCiPlayer pic.twitter.com/dPrCPNLjj2 — BBC (@BBC) December 1, 2021
“The Outlaws” é renovada para 2ª temporada
A Amazon e a BBC renovaram a série britânica “The Outlaws” antes de sua estreia nos Estados Unidos. Criada por Stephen Merchant (co-criador de “The Office”) e Elgin James (criador de “Mayans M.C.”), a co-produção entre o Amazon Studios e a rede BBC – já exibida integralmente no Reino Unido – segue sete estranhos de diferentes estilos de vida que são forçados a cumprir uma sentença de serviços comunitários em Bristol, na Inglaterra. O elenco fantástico inclui o próprio Merchant, Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), Darren Boyd (“Spy”), Rhianne Barreto (“Hanna”), Gamba Cole (“Guerrilha”) e o veterano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), entre outros. Todos vão retornar na 2ª temporada. Além de críticas positivas, “The Outlaws” virou notícia no Reino Unido devido a um episódio em que os personagens precisam pintar muros grafitados, o que eles fazem apagando uma obra de arte de ninguém menos que Banksy, para valer – o desenho teria sido supostamente criado pelo próprio Banksy para este fim. “Estou impressionado com a resposta maravilhosa a ‘The Outlaws’”, disse Merchant em um comunicado. “O público se apaixonou pelos personagens tanto quanto eu, e meu feed do Twitter está inundado de pessoas pedindo atualizações sobre a 2ª temporada, então estou muito feliz em confirmar que toda a gangue retornará para mais aventuras. Se fizemos os foras-da-lei suarem na 1ª temporada, estamos realmente aumentando ainda mais a temperatura na próxima”. A série vai estrear no Brasil junto do lançamento nos EUA, em 2022. Veja o trailer feito para o Reino Unido abaixo.
13ª temporada de “Doctor Who” estreia este mês na Globoplay
A 13ª temporada de “Doctor Who”, que começou a ser exibida no domingo (31/10) nos EUA e Reino Unido, teve sua estreia marcada para 27 de novembro no Brasil. Responsável pela distribuição da série britânica no país, a Globoplay não distribuirá a série completa nesta data. Em vez disso, adicionará os capítulos semanalmente em seu catálogo, na véspera da conclusão da temporada no exterior. Com apenas seis episódios, a atração tem seu final marcado para 5 de dezembro na rede britânica BBC. A primeira temporada com subtítulo, “Flux”, também será a última estrelada por Jodie Whitaker, que se despedirá do papel-título após mais três especiais, mas antes da 14ª temporada. Ao final do terceiro especial, o atual showrunner, Chris Chibnall, passará o comando da série para Russell T. Davies. Responsável pelas primeiras quatro temporadas da versão moderna da atração, Davis retornará para escolher o próximo Doctor Who, bem a tempo de celebrar os 60 anos da série original, comemorados em 2023. Veja abaixo o trailer em inglês da temporada.
Jodie Whitaker começa a se despedir de “Doctor Who” no trailer da 13ª temporada
A rede britânica BBC divulgou uma nova arte e o trailer da 13ª temporada de “Doctor Who”, a última estrelada por Jodie Whitaker. A prévia traz vários alienígenas clássicos da saga e descreve a temporada como uma “história épica dividida em seis capítulos emocionantes”. A impressão de minissérie é reforçada pela inclusão de um subtítulo: “Flux”. Apesar do clima de despedida, Whitaker ainda tem mais três especiais pela frente antes de dar adeus ao papel da Doutora. Mas não está claro se Mandip Gill, que vive Yasmin Khan, e os novos acompanhantes, interpretados por John Bishop (“Rota Irlandesa”) e Jacob Anderson (o Verme Cinzento de “Game of Thrones”), seguirão com ela nos telefilmes. Ao final do terceiro especial, o atual showrunner, Chris Chibnall, passará o comando da série para Russell T. Davies. Responsável pelas primeiras quatro temporadas da versão moderna da atração, Davis retornará para escolher o próximo Doctor Who, bem a tempo de celebrar os 60 anos da série original, comemorados em 2023. A estreia da 13ª temporada está marcada para 31 de outubro no Reino Unido e nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay.
13ª temporada de “Doctor Who” encerra gravações
A rede britânica BBC anunciou, pelo Twitter oficial da série “Doctor Who”, que as gravações da 13ª temporada foram completados. O anúncio foi acompanhado por uma foto de Jodie Whitaker e Mandip Gill segurando uma claquete. Como a legenda cita “Flux”, subtítulo adotado para a temporada, esta ainda não é a despedida de Whitaker do papel da Doutora. Ela tem mais três especiais pela frente antes de dar adeus ao papel. Mas não está claro se Gill, que vive Yasmin Khan, continuará como sua companhia nesses telefilmes. Definida pela BBC como “a maior aventura” da Doutora até agora, a 13ª temporada de “Doctor Who” será na verdade a menor de todas, com apenas seis episódios. Por isso, o pacote de despedida inclui três especiais, que mostrarão a transição de Jodie Whittaker e do showrunner Chris Chibnall para a nova equipe. Ao final do terceiro especial, o atual showrunner dará lugar à volta de Russell T. Davies, responsável pelas primeiras quatro temporadas da versão moderna da série, que também escolherá o próximo Doctor Who. Além de Gill, a última temporada de Whitaker receberá reforço de dois novos atores, John Bishop (“Rota Irlandesa”) e Jacob Anderson (o Verme Cinzento de “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 31 de outubro no Reino Unido e nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay. That’s a wrap! Jodie Whittaker and Mandip Gill have finished filming 🎬❤️❤️ pic.twitter.com/g8d1XpuKzK — Doctor Who: Flux (@bbcdoctorwho) October 13, 2021
13ª temporada de “Doctor Who” ganha teaser e data de estreia
A rede britânica BBC divulgou o pôster e um teaser da 13ª temporada de “Doctor Who”, a última protagonizada por Jodie Whittaker. A prévia é uma mensagem da Doutora avisando sobre a chegada do misterioso Flux, que, segundo seu alerta, trará sontarianos, anjos lamentadores e mais criaturas “de todo o universo”. O nome “Flux” também foi adotado como subtítulo da temporada. Definida pela BBC como “a maior aventura” da Doutora até agora, a 13ª temporada de “Doctor Who” será na verdade a menor de todas. Contará com apenas seis episódios, além de três especiais, que mostrarão a despedida de Jodie Whittaker e do showrunner Chris Chibnall. Ele dará lugar à volta de Russell T. Davies, responsável pelas primeiras quatro temporadas da versão moderna da série, que também escolherá o próximo Doctor Who. Em sua temporada final, Whittaker continuará a ter companhia de Mandip Gill, que retorna como Yas, e receberá reforço de dois novos atores, John Bishop (“Rota Irlandesa”) e Jacob Anderson (o Verme Cinzento de “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 31 de outubro no Reino Unido e nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay. The Doctor returns for her biggest adventure yet.#DoctorWho: Flux premieres 31st October ✨ pic.twitter.com/iStI1vEmFG — Doctor Who: Flux (@bbcdoctorwho) October 9, 2021
Criador da versão moderna de “Doctor Who” voltará a comandar a série
A BBC começou a definir o futuro de “Doctor Who” com uma volta ao passado. A Tardis passará por 2005 para trazer a bordo o produtor favorito dos fãs, Russell T. Davies, responsável pelas primeiras quatro temporadas do revival da atração, que consagrou a versão moderna da série e David Tennant no papel do Doutor. Davis vai voltar ao comando da série em sua 14ª temporada, que deve ir ao ar no final de 2022, após o fim do contrato do atual showrunner, Chris Chibnall. A mudança de comando também marcará a despedida de Jodie Whittaker, que viveu a primeira Doutora da série. Em comunicado, Davis celebrou a volta ao programa, mas lembrou que “ainda há uma temporada inteira com a Doutora brilhante de Jodie Whittaker para eu aproveitar, com meu amigo e herói Chris Chibnall no comando”. O próprio Chibnall se mostrou animado com o retorno de Davies, definindo-o como “um dos roteiristas de diamante da Grã-Bretanha”. “Russell construiu o bastão que está prestes a ser passado de volta para ele”, destacou. O primeiro trabalho do novo/velho showrunner será encontrar uma substituta para Whittaker no papel-título da série. O próximo Doutor celebrará o aniversário de 60 anos da atração original, que acontecerá em 2023. Mas ainda há muito tempo para esta definição. A BBC ainda nem marcou a estreia da 13ª temporada, que deve acontecer em novembro. Por conta da pandemia, ela também será mais curta, com apenas seis episódios, mas em compensação renderá três episódios especiais, que serão estrelados por Whittaker a partir do Ano Novo de 2022. As 12 temporadas da versão moderna de “Doctor Who” estão disponíveis no Brasil pela Globoplay.
Roger Michell (1956–2021)
O diretor Roger Michell, que fez o popular blockbuster romântico “Um Lugar Chamado Notting Hill”, morreu na quarta-feira (22/9) aos 65 anos. Ao anunciar o falecimento, a família do cineasta não revelou a causa nem o local do falecimento. Nascido na África do Sul, Michell teve uma carreira teatral de sucesso no Reino Unido, com passagens pelo Royal Court Theatre, pela Royal Shakespeare Company, onde foi diretor residente, e pelo National Theatre, entre outros palcos tradicionais do teatro britânico. Ele fez a transição para as telas no começo dos anos 1990, dirigindo a minissérie “Downtown Lagos” (1992) para a BBC e consagrando-se no ano seguinte com a enormemente aclamada “The Buddha of Suburbia” (1993), adaptação do romance homônimo de Hanif Kureishi estrelada pelo então jovem Naveem Andrews (“Lost”). Michell também dirigiu o clipe da música-tema da atração, composta por ninguém menos que David Bowie. Em seguida, assinou seu primeiro longa televisivo, “Persuasion”, adaptação do romance homônimo de Jane Austen, que venceu o BAFTA, troféu da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, como Melhor Telefilme de 1995. A repercussão positiva dos trabalhos na TV o levou ao cinema. A estreia aconteceu em 1997 com “My Night with Reg”, drama centrado numa noite de reminiscências de um grupo de homossexuais ingleses depois que um de seus amigos morre de AIDS. Ele ainda fez outro drama, “Lutando Pela Paz” (1998), sobre a tensa situação política na Irlanda do Norte, antes de filmar a obra que mudou o rumo de sua carreira. Escrita pelo mestre das comédias românticas britânicas Richard Curtis, “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) trazia Julia Roberts como uma estrela de Hollywood que se apaixonava, contra todas as possibilidades, por um livreiro inglês acanhado, interpretado por Hugh Grant. Cheia de personagens pitorescos, cenários londrinos e situações divertidas, a produção virou um fenômeno, estourou bilheterias em todo o mundo e levou Hollywood a assediar o diretor com vários projetos. Michell tentou mostrar versatilidade ao optar por estrear no cinema americano com o suspense “Fora de Controle” (2002), estrelado por Ben Affleck e Samuel L. Jackson. Mas o filme fracassou nas bilheterias. Frustrado, o diretor decidiu retomar a parceria com Hanif Kureishi, filmando dois roteiros do escritor de “The Buddha of Suburbia”: o drama “Recomeçar” (2003), com Daniel Craig, e a comédia “Venus” (2006), que rendeu ao astro Peter O’Toole sua indicação final ao Oscar de Melhor Ator. Ele chegou a ensaiar uma especialização em comédias, fazendo três em sequência: “Uma Manhã Gloriosa” (2010) com Rachel McAdams, “Um Final de Semana em Hyde Park” (2012) com Bill Murray e “Um Fim de Semana em Paris” (2013) com Lindsay Duncan e Jim Broadbent. Mas interrompeu a tendência com a minissérie “The Lost Honour of Christopher Jefferies”, que lhe rendeu um novo BAFTA em 2014, e preferiu variar os estilos de seus últimos longas. Seus trabalhos finais foram a adaptação gótica de “Minha Prima Raquel” (2017), baseada no romance de mistério de Daphne Du Maurier, em que Rachel Weisz viveu uma Viúva Negra fatal, o melodrama “A Despedida”, com Susan Sarandon no papel de uma mãe com doença terminal, e “The Duke” (2020), comédia com Jim Broadbent e Helen Mirren sobre um roubo de arte histórico.
The Bolsonaros: BBC prepara série sobre “polêmico” presidente do Brasil
A rede pública britânica BBC encomendou a produção de “The Bolsonaros”, uma série documental de três episódios sobre Jair Bolsonaro, descrito como “polêmico”, e sua família de políticos. De acordo com o comunicado oficial do projeto, a série contará com “entrevistas íntimas com as pessoas mais próximas do presidente Jair Bolsonaro” para apresentar “sua ascensão da obscuridade à presidência, suas visões polêmicas sobre gênero, direitos indígenas, a Amazônia e como lidar com a pandemia de covid-19”. “The Bolsonaros” está sendo desenvolvida pela Unidade de Documentário da BBC Studios Productions e conta com Ricardo Pollack (“Bill Cosby: Fall of an American Icon”) como produtor executivo, Raquel Toniolo (“Unnatural Histories”) como produtora e Matt Hill (“Oh! You Pretty Things: The Story of British Music and Fashion”) como diretor.











