Warner fecha contrato de exclusividade com diretor de “Batman”
O cineasta Matt Reeves, responsável pelo sucesso “Batman” (2022), fechou um contrato de exclusividade com o estúdio Warner Bros. O contrato terá duração de diversos anos e dará ao estúdio a prioridade em qualquer produção desenvolvida por Reeves como roteirista, diretor ou produtor. O propósito deste contrato é tornar Reeves um diretor quase que exclusivo da Warner, assim como é o caso de Todd Phillips (“Coringa”), Clint Eastwood (“Cry Macho”) e, mais recentemente, J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). “A Warner sempre teve a tradição de ser a casa dos cineastas, Clint Eastwood sendo o mais proeminente entre eles”, disse o executivo Michael De Luca. “Queremos continuar essa tradição, especialmente com pessoas com quem tivemos sucesso. Queremos criar uma atmosfera em que tenhamos negócios repetidos com esses cineastas.” O contrato foi negociado pelos executivos De Luca e Pamela Abdy, veteranos da MGM contratados em junho passado pelo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, para conduzirem a divisão cinematográfica do estúdio. “Fazer deste lendário estúdio a minha casa é um sonho”, disse Reeves em um comunicado oficial. “Estou muito empolgado por trabalhar com Mike, Pam e Channing (Dungey, responsável pela divisão televisiva) e nossas equipes para trazer histórias cativantes pelas quais sou verdadeiramente apaixonado para a tela grande e para a tela pequena.” O destaque dado por Reeves à “tela pequena” aponta um futuro promissor para as divisões televisivas e de streaming da Warner, que vem sofrendo constantes baixas desde o anúncio do cancelamento do filme da “Batgirl”. Após esse cancelamento, houveram demissões dentro da HBO Max (propriedade da Warner Bros. Discovery) e conteúdos foram retirados do ar. Ainda assim, os projetos televisivos de Reeves estão garantidos. Ele já vinha trabalhando com o estúdio no desenvolvimento de uma série de TV focada no personagem do Pinguim (interpretado por Colin Farrell) e em outra centrada no Asilo Arkham de seu filme “Batman”. “Matt é uma das mentes mais imaginativas e criativas do ramo”, disse Channing Dungey, presidente do Warner Bros. Television Group. “Estamos ansiosos para continuar nossa parceria com a maravilhosa equipe da 6th & Idaho (produtora de Reeves) e expandir o mundo que Matt tão artisticamente criou com o filme ‘Batman’ através de nossa próxima série ‘The Penguin’.” Michael De Luca foi ainda mais longe, dizendo que “estamos fazendo um investimento em qualquer coisa que Matt sinta atração, no universo de Batman ou em outros. Ele tem um convite aberto para ir onde os seus interesses o levarem. Vamos nos apoiar no que Matt quiser fazer”, disse ele. Atualmente, Matt Reeves está trabalhando na continuação de “Batman”, que será novamente estrelada por Robert Pattinson. O filme ainda não tem previsão de lançamento.
Diretores de “Batgirl” foram impedidos de acessar filmagens feitas
Os cineastas Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pelo filme cancelado da “Batgirl”, contaram que foram proibidos pelo estúdio de acessar os materiais filmados durante a produção. “Eu fui no servidor… Tudo se foi”, contou Fallah, em entrevista ao canal francês Skript. “”Nós ficamos tipo, ‘P*ta m*rda!’ Todas as cenas com o Batman estavam no servidor!”, completou El Arbi. Os diretores estavam no Marrocos para o casamento de El Arbi quando souberam do cancelamento de “Batgirl”. “Os caras da Warner nos disseram que não era um problema de talento de nossa parte ou da atriz, ou mesmo da qualidade do filme”, revelou El Arbi. “Eles nos disseram que era uma mudança estratégica. Havia uma nova administração e eles queriam economizar algum dinheiro.” O estúdio justificou o cancelamento da estreia como consequência da fusão da Warner com a Discovery. A nova administração do conglomerado estabeleceu uma mudança de prioridades, que é radicalmente oposta da anterior em relação à produção de filmes para streaming. Agora, se os filmes não tiverem estrutura para garantir boas bilheterias, eles não serão feitos nem lançados para não queimar franquias que poderiam chegar ao cinema. Segundo El Arbi, o longa-metragem ainda não estava pronto e que não seria possível lançá-lo no seu estado atual. “Não há efeitos visuais… ainda tínhamos algumas cenas para filmar. Então, se um dia eles quiserem que lancemos o filme da ‘Batgirl’, eles terão que nos dar os meios para fazê-lo. Para finalizá-lo de acordo com a nossa visão”. Os fãs já começaram uma campanha nas redes sociais, usando a hashtag #ReleaseBatgirl, com o intuito incentivar o estúdio a lançar o filme (do mesmo modo como aconteceu com “Liga da Justiça”). Até o momento, a Warner não deu qualquer indicativo de que estaria disposta a atender o pedido dos fãs. Assista a entrevista abaixo.
HBO Max cancela produção da nova série animada de Batman
A HBO Max não vai mais produzir “Batman: Caped Crusader”, uma nova série animada do herói de Gotham City, que causou furor quando foi anunciada em maio do ano passado. Segundo o site Deadline, a produção está entre seis novos projetos animados que foram descartados na plataforma, atendendo a política de guilhotina da Warner Bros. Discovery – que aparentemente está decapitando o setor de animação do streaming. “Batman: Caped Crusader” traria Bruce Timm de volta ao universo animado de Batman, após comandar a série clássica “Batman: A Série Animada” nos anos 1990, que simplesmente rendeu para o estúdio Warner Bros. a personagem Arlequina. Ele ia trabalhar no novo projeto com ninguém menos que os cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (do novo filme do “Batman”). Na época do anúncio da produção, a equipe da Warner estava animadíssima. “’Batman: A Série Animada’ foi uma obra-prima que moldou a percepção do personagem para toda uma geração de fãs”, disse Sam Register, chefe da Warner Bros. Animation. “É com esse espírito que estamos reunindo três mestres contadores de histórias em JJ, Matt e Bruce – cada um com sua própria compreensão intuitiva e afeição pelo personagem – para criar uma nova série que continuará o mesmo legado inovador.”
Presidente da DC Films ameaçou deixar Warner após fiasco de “Batgirl”
As tensões nos bastidores da Warner Bros. Discovery foram às alturas após a decisão da chefia do conglomerado de engavetar o filme da “Batgirl”, com repercussões muito maiores que o descontentamento da protagonista e dos diretores. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o presidente da DC Films, Walter Hamada, ameaçou se demitir por ter sido “atropelado” e chegou a consultar seus advogados sobre como proceder. Citando uma “fonte com conhecimento da situação”, a publicação afirma que, após se reunir com os executivos do conglomerado, Hamada acabou concordando em permanecer no cargo até o dia 21 de outubro, data de lançamento do filme “Adão Negro”, estrelado por Dwayne Johnson. Mas já teria se declarado demissionário e, após essa data, não pretende mais continuar na empresa. Além do fiasco de “Batgirl” e declarações do CEO da WBD, David Zaslav, que contrariam os planos de streaming da DC Films, Hamada estaria descontente por especulações públicas na imprensa sobre a busca de outro nome para comandar a divisão de mídia da DC. Ou seja, para seu cargo. Zaslav já deixou claro o seu desejo de reestruturar os filmes da DC. Durante apresentação do desempenho trimestral da WBD ao mercado, na quinta-feira (4/8), ele justificou o cancelamento de “Batgirl” como forma de valorizar os super-heróis da DC – incluindo Batman, Superman e Mulher-Maravilha – como peças centrais para a estratégia de conteúdo mais ampla da empresa. “São marcas conhecidas em todo o mundo”, disse ele. O CEO foi enfático ao elogiar os próximos lançamentos de super-heróis, dizendo que “Adão Negro”, “Shazam! Fúria dos Deuses” e até “The Flash” “são incríveis” e que a WBD pode “fazer ainda melhor” no futuro. Mas não no streaming. A ênfase de sua gestão será em lançamentos cinematográficos. O que se subentende disso é que “Batgirl” não era forte o suficiente para ser lançado nos cinemas, mas muito caro para ter um simples lançamento em streaming. Portanto, a empresa optou por dar baixa no projeto, como forma de cortar os seus custos – que ainda seriam altos na hora de somar publicidade e divulgação. E não consultou Hamada sobre isso! Fontes do Hollywood Reporter dizem que Hamada só ficou sabendo da decisão durante uma exibição teste de “Adão Negro”. Ele teria ficou muito incomodado por não ter sido consultado e preocupado com o impacto da decisão sobre os envolvidos na realização do filme, que poderia repercutir em outros projetos do estúdio. A decisão a respeito de “Batgirl” também se estenderia a outros projetos da DC para streaming, implodindo filmes esperados pelos fãs. Além disso, ninguém sabe até onde os cortes chegaram em relação às séries. Zaslav já andou reclamando da produtividade de J.J. Abrams, com quem a antiga WarnerMedia fechou um contrato milionário, e que está à frente de produções da DC que parecem estacionadas em eterno desenvolvimento. Vale lembrar que Hamada assumiu a função de presidente da DC em 2018, logo após o fracasso de “Liga da Justiça” (2017), com o objetivo de restaurar a credibilidade da marca. Sob a sua tutela, a DC passou a produzir filmes que fizeram enorme sucesso, surpreendendo o mercado no caso de “Coringa” (2019), e sem vínculos com um universo mais amplo, como “Batman” (2022), ao mesmo tempo em que deu sequência às produções derivadas do filme do grupo dos super-heróis, como “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”. Também foi ele quem trouxe James Gunn para comandar “O Esquadrão Suicida” (2021) e criar a bem-sucedida série “Pacificador” – e antes disso, foi vice-presidente executivo de produção da New Line, onde também supervisionou franquias de sucesso, como os terrores “Invocação do Mal” e “It – A Coisa”. Mas Hamada também se envolveu em polêmicas, acusado de tentar calar as acusações de Ray Fisher (o Ciborgue) sobre o ambiente tóxico nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”, e de buscar limar Amber Heard de “Aquaman 2”. Seu contrato valia até 2023 e tudo indicava que não seria renovado.
Atriz de “Batgirl” se manifesta sobre cancelamento do filme
Um dia depois do cancelamento da estreia de “Batgirl”, a atriz Leslie Grace, estrela da produção, manifestou-se sobre a decisão da Warner Bros. Discovery no Instagram. Fugindo de críticas ao estúdio, a estrela de “Em um Bairro em Nova York” optou por um tom positivo, celebrando seus colegas no projeto e os fãs que a apoiaram no papel. “Querida família! No rastro das notícias recentes sobre nosso filme ‘Batgirl’, eu tenho orgulho do amor, trabalho duro e a intenção que todo o nosso incrível elenco e incansável equipe colocaram nesse filme ao longo de sete meses na Escócia. Eu me sinto abençoada por ter trabalhado entre grandes e forjado relacionamentos que durarão por uma vida, nesse processo. A cada fã de Batgirl: Obrigado! Por seu amor e por acreditar, me permitindo assumir a capa e me tornar, como diz Babs, ‘minha própria heroína’. Batgirl para sempre”, escreveu a atriz. A atriz estava entusiasmada com o projeto e chegou a dar uma entrevista sobre os planos para uma possível continuação. Já filmado, o filme será engavetado pela Warner e não ganhará sequer exibição em streaming. A decisão seria consequência da estratégia da nova administração do estúdio, após a fusão com a Discovery, que não quer mais filmes feitos apenas para a HBO Max, especialmente se podem queimar franquias com potencial cinematográfico. A decisão pegou a todos de surpresa. Os diretores do filme também se manifestaram na quarta (3/8), dizendo-se “chocados”. Mas logo o assunto extrapolou a produção do filme, conforme assinantes começaram a constatar o sumiço de alguns filmes originais da plataforma sem aviso prévio. O desaparecimento dos Max Originals alimentou boatos sobre o fim da plataforma, que encontraram eco no silêncio completo da empresa sobre o assunto. Diante do caos, as atenções estão todas voltadas para a apresentação dos relatórios de desempenho financeiro do primeiro trimestre da Warner Bros. Discovery, que vai acontecer nesta quinta-feira (4/8), quando se espera que o CEO David Zaslav aborde o destino do serviço de streaming. Sabe-se que Zaslav, que veio da Discovery para assumir a Warner Bros. Discovery, pretende unir as plataformas HBO Max e Discovery+ num único serviço, com o objetivo de economizar US$ 3 bilhões em custos com cargos redundantes – ou seja, o anúncio será acompanhado por uma grande leva de demissões. Mas os detalhes estão sendo mantidos em sigilo até o pronunciamento oficial, que em sua demora tem levado os assinantes da HBO Max ao desespero. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leslie Grace (@lesliegrace)
Ben Affleck teria substituído Batman de Michael Keaton em “Aquaman 2”
As fotos compartilhadas por Jason Momoa na sexta passada (29/7), que flagravam seu reencontro com o ator Ben Affleck nos bastidores dos estúdios da Warner Bros, ganharam explicação. Em uma reportagem sobre o cancelamento da estreia de “Batgirl”, a revista The Hollywood Reporter mencionou uma diminuição do papel de Michael Keaton nos novos filmes do estúdio. Originalmente, Keaton deveria reaparecer como Batman em “The Flash”, mas confusões em série arranjadas pelo ator Ezra Miller, intérprete do herói, fizeram a Warner adiar a estreia da produção. Testemunhas ouvidas pela publicação afirmam que Keaton também filmou uma participação em “Aquaman 2” (ou “Aquaman e o Reino Perdido”). Originalmente, o filme chegaria aos cinemas depois de “The Flash”, mas a ordem acabou invertida. Ao perceber a confusão do público em relação a identidade do novo Batman, durante exibições testes, a Warner teria resolvido remover o ator e substituí-lo por Affleck. Keaton teria ainda mais importância em “Batgirl”, servindo como mentor para a heroína interpretada por Leslie Grace. Mas a produção foi totalmente descartada. Agora, o intérprete do Batman de 1989 só será visto em “The Flash”, que corre risco de fazer companhia a “Batgirl” nos arquivos trancados da Warner. O fato é que o adiamento do filme do velocista e o cancelamento da produção da heroína de Gotham mudaram todo o planejamento original da DC Films, que pretendia substituir Affleck por Keaton depois de “The Flash”. A ideia era tornar o Batman do ator responsável por conectar os futuros filmes da DC, assim como o Nick Fury de Samuel L. Jackson fez com as produções da Marvel que culminaram em “Os Vingadores” em 2010. Até segunda ordem, Ben Affleck continua como o Batman dos filmes do DCU (Universo Cinematográfico da DC), independente do sucesso do novo filme solo do herói estrelado por Robert Pattinson.
Diretores de “Batgirl” ficam chocados com decisão da Warner de não lançar filme
A Warner Bros Discovery confirmou oficialmente a decisão de não lançar o filme “Batgirl” após ele ser inteiramente filmado, ao custo de no mínimo US$ 80 milhões, e encontrar-se em pós-produção. O estúdio justificou o cancelamento da estreia como consequência da fusão da Warner com a Discovery. A nova administração do conglomerado estabeleceu uma mudança de prioridades, que é radicalmente oposta da anterior em relação à produção de filmes para streaming. Agora, se os filmes não tiveram estrutura para garantir boas bilheterias, eles não serão feitos nem lançados para não queimar franquias que poderiam chegar ao cinema. Além de “Batgirl”, o estúdio também engavetou a produção de “Scoob! Holiday Haunt”, continuação do longa animado “Scooby! O Filme” (2020) pelos mesmos motivos. “A decisão de não lançar ‘Batgirl’ reflete a mudança estratégica de nossa liderança no que se refere ao universo DC e HBO Max”, disse um comunicado da empresa. “Leslie Grace é uma atriz incrivelmente talentosa e essa decisão não é um reflexo de sua atuação. Somos incrivelmente gratos aos cineastas de ‘Batgirl’ e ‘Scoob! Holiday Haunt’ e seus respectivos elencos e esperamos colaborar com todos novamente em um futuro próximo.” Diante do anúncio, os diretores de “Batgirl”, Adil El Arbi e Bilall Fallah, resolveram se manifestar. Em um post em seu Instagram, os cineastas de “Bad Boys para Sempre” (2020), que recentemente trabalharam na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+, lamentaram a decisão e se disseram “chocados”. “Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não podemos acreditar. Como diretores, é fundamental que nosso trabalho seja mostrado ao público e, embora o filme estivesse longe de estar pronto, desejávamos que os fãs de todo o mundo tivessem a oportunidade de ver e abraçar o filme final”, disse a dupla no comunicado conjunto. “Nosso elenco e equipe incríveis fizeram um trabalho tremendo e trabalharam duro para dar vida à ‘Batgirl’. Somos eternamente gratos por termos feito parte dessa equipe. Foi um sonho trabalhar com atores tão fantásticos como Michael Keaton, JK Simmons, Brendan Fraser, Jacob Scipio, Corey Johnson, Rebecca Front e principalmente a grande Leslie Grace, que interpretou a Batgirl com tanta paixão, dedicação e humanidade”, continuaram, assinando o post com “Batgirl for Life”. Ambos os diretores estavam no Marrocos para o casamento de El Arbi quando souberam das más notícias sobre seu trabalho. O cancelamento aconteceu após “Batgirl” passar batido, sem nenhuma menção, no painel da Warner durante a Comic-Con Internacional, que aconteceu em San Diego em julho. Já na ocasião, a ausência deste e de outros projetos baseados nos quadrinhos da DC chamou muita atenção. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Já a direção foi assinada pela dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”), que recentemente trabalhou na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adil El Arbi (@adilelarbi)
Bomba! Filme da Batgirl é descartado pela Warner quase pronto
O jornal americano New York Post publicou com exclusividade nesta terça (2/8) que o filme “Batgirl” foi totalmente descartado pela Warner. Apesar de quase pronto, ele não será lançado nos cinemas nem exibido em streaming. Segundo as fontes da publicação, as exibições testes para o público foram um desastre completo. O filme teria sido tão mal recebido que o estúdio considerou engavetá-lo para não prejudicar a marca e o universo das produções de Batman. “Eles acham que a indescritível ‘Batgirl’ não tem remédio”, disse a fonte. Os sites Deadline, Variety e The Hollywood Reporter confirmaram o engavetamento, que torna “Batgirl” o maior desperdício de dinheiro da história de Hollywood. O filme supostamente custou US$ 70 milhões para ser produzido – embora a fonte do New York Post afirme que a Warner acabou gastando mais de US$ 100 milhões. Mas a explicação para o cancelamento é diferente nas publicações voltadas à cobertura de cinema: seria consequência da estratégia da nova administração da Warner, após a fusão com a Discovery, que não quer mais filmes feitos apenas para o streaming, especialmente se podem queimar franquias com potencial cinematográfico. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Já a direção foi assinada pela dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”), que recentemente trabalhou na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+. O cancelamento acontece após “Batgirl” passar batido, sem nenhuma menção, no painel da Warner durante a Comic-Con Internacional, que aconteceu em San Diego em julho. Já na ocasião, a ausência deste e de outros projetos baseados nos quadrinhos da DC chamou muita atenção. Outro detalhe importante é que o responsável por autorizar o filme já não está mais na Warner. Quando era presidente do estúdio, Toby Emmerich encomendou a produção inicialmente para o streaming, mas depois passou a considerar uma exibição cinematográfica, refletindo a mudança de status de “Besouro Azul”, outra adaptação de quadrinhos que também começou como filme da HBO Max e virou prioridade cinematográfica. Mas Emmerich deixou o cargo em junho para formar sua própria produtora, após a Warner Bros. se fundir com a Discovery. O novo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, substituiu o executivo por Michael De Luca e Pam Abdy, ambos ex-MGM, com a missão de focar em lançamentos para o cinema.
David Warner: Ator de “A Profecia”, “Tron” e “Titanic” morre aos 80 anos
O ator britânico David Warner, que estrelou vários clássicos e se especializou em viver vilões, morreu no domingo (24/7) numa casa de repouso em Londres, aos 80 anos. Uma nota escrita por seus filhos Luke e Melissa Warner esclareceu que a morte foi decorrência de câncer. “Nos últimos 18 meses, ele abordou seu diagnóstico com uma característica graça e dignidade… pai, cujo legado de trabalho extraordinário tocou a vida de tantos ao longo dos anos. Estamos com o coração partido”, declararam à BBC. David Hattersley Warner nasceu em 29 de julho de 1941 e se formou em artes dramáticas. Sua formação clássica o levou a trabalhar com Peter Hall, responsável pela prestigiosa Royal Shakespeare Company, e com Tony Richardson, um dos mais respeitados diretores do West End londrino. Os dois foram padrinhos de sua transição para as telas. A estreia de Warner no cinema foi em “As Aventuras de Tom Jones” (1963), de Tony Richardson, que lhe deu o papel do irmão antagonista de Tom Jones (Albert Finney) após dirigi-lo no teatro. Foi também o primeiro dos inúmeros vilões da carreira do ator. E após atuar em montagens de Shakespeare – e ser considerado o melhor Hamlet dos palcos – , foi escalado por Peter Hall numa minissérie da BBC que adaptou quatro peças do famoso dramaturgo, “War of the Roses” (1965), além de uma versão de cinema para “Sonhos de uma Noite de Verão” (1968). Por conta disso, só foi viver seu primeiro papel contemporâneo em 1966, como o marido de Vanessa Redgrave na comédia “Deliciosas Loucuras de Amor”. Após trabalhar com os cineastas americanos John Frankenheimer (em “O Homem de Kiev”) e Sydney Lumet (“A Gaivota”) no Reino Unido, Warner foi convidado a filmar em Hollywood por Sam Peckinpah. Mas teve um ataque de pânico ao entrar no avião e ameaçou desistir, sendo convencido pelo diretor a viajar de navio até os EUA e completar de trem o trajeto até o local das filmagens, no deserto de Nevada. Peckinpah insistiu tanto que conseguiu Warner para o papel do pregador itinerante Joshua Duncan Sloane em “A Morte Não Manda Recado” (1970). E ainda estendeu a parceria, indo ao Reino Unido filmar “Sob o Domínio do Medo” (1971), um dos melhores filmes de sua carreira, em que o ator viveu um personagem-chave: um homem ingênuo com problemas mentais, metido no meio de uma disputa entre o turista americano vivido por Dustin Hoffman e os homens violentos de uma cidadezinha rural. Na época, Warner estava envolvido num escândalo – teria quebrado as pernas ao pular da janela de um hotel ao ser flagrado pela esposa com outra mulher, supostamente Claudia Cardinale – e não queria chamar atenção com um filme, mas o diretor não se importou. Aproveitou o ferimento como característica do personagem e ainda sugeriu que ele atuasse sem que seu nome aparecesse nos créditos. Por conta disso, Warner declarou numa entrevista antiga: “Peckinpah tem um lugar, se não no meu coração, na minha vida”. Depois disso, o americano ainda o escalou como um oficial alemão em “Cruz de Ferro” (1977), filme de guerra brutal que Peckinpah filmou na Europa. Os ataques de pânico foram se tornando piores e, em 1972, Warner fugiu de uma montagem mal recebida de “Eu, Claudius”, dirigida por Tony Richardson. Um mês depois, ao assistir outra peça, começou a transpirar e passar mal. “Eu pensava: ‘Como eles podem ficar lá na frente de todas essas pessoas? Como eles aprendem as falas?’ Entrei em pânico e saí no intervalo.” Isto o fez abandonar o teatro. Como resultado, sua filmografia disparou, rendendo-lhe quase 100 participações em filmes, muitos deles considerados clássicos absolutos, como o terror “A Profecia” (1976), de Richard Donner, no qual viveu o malfadado jornalista que descobre a conspiração satanista para colocar o filho do diabo numa família influente. Depois de interpretar o serial killer Jack, o Estripador na fantasia de viagem no tempo “Um Século em 43 Minutos” (1979), de Nicholas Meyer, e o maligno Evil em “Bandidos do Tempo” (1981), de Terry Gilliam, ele ainda se destacou como o vilão de “Tron” (1982), que rouba o trabalho inovador de Kevin Flynn (Jeff Bridges) e o corrompe. Ele também viveu vilões cômicos, como o cientista louco de “O Médico Erótico” (1983), de Carl Reiner, e três personagens diferentes na franquia “Star Trek”. Depois de estrear como um representante humano da Federação em “Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira” (1989), foi um chanceler klingon em “Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida” (1991) e um oficial cardassiano em dois episódios da série “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração” (em 1992). Também apareceu em muitas tramas de terror, como “Terrores da Noite” (1979), de Arthur Hiller, “A Companhia dos Lobos” (1984), de Neil Jordan, “A Passagem” (1988), de Anthony Hickox, “À Beira da Loucura” (1994), do mestre John Carpenter, e até na comédia “Meu Doce Vampiro” (1987), chegando a ser sondado por Wes Kraven para viver Freddy Krueger no primeiro “A Hora do Pesadelo” (1984), o que acabou não acontecendo. Mesmo assim, foi dirigido por Kraven em “Pânico 2” (1997). Warner ainda foi um dos vilões do blockbuster “Titanic” (1997), de James Cameron: o implacável guarda-costas do industrial Cal Hockley (Billy Zane). E um dos vilões símios do remake de “O Planeta dos Macacos” (2001), de Tim Burton. Sua especialidade em malvadões estendeu-se para a televisão e lhe rendeu um Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho como o perverso Pomponius Falco na minissérie “Masada” (1981). Outros destaques entre seus mais de 100 papéis televisivos incluem ainda participações recorrentes em “Twin Peaks” (em 1991) e “The Larry Sanders Show” (em 1993 e 1994) e a dublagem de dois supervilões: Cerebelo, em “Freakazoid!”, e Ra’s al Ghul em três séries animadas de Batman e Superman nos anos 1990. Seus trabalhos finais foram personagens das séries “Wallander” (de 2008 a 2015), “Ripper Street” (2016) e “O Alienista” (2018), seguidos por uma participação no filme “O Retorno de Mary Poppins” (2018) e uma última dublagem em “Os Jovens Titãs em Ação!” (2020), em que reviveu Cerebelo.
Nem The Rock trovejante impede decepção com DC na Comic-Con
A Warner trouxe Dwayne “The Rock” Johnson uniformizado como Adão Negro para sua apresentação na Comic-Con Internacional, com direito a pedestal para erguê-lo acima do palco, fumaça de gelo seco e raios e trovões projetados num telão a suas costas, mas na hora de apresentar conteúdo, o painel dos filmes da DC Comics foi uma grande decepção. Muitos acreditavam que o estúdio faria mais do que o previsto. Mas o destaque foi mesmo o barulho, a fumaça e a pose silenciosa de The Rock no começo. De novidades, só mesmo os trailers dos filmes anunciados, “Adão Negro” e “Shazam: Fúria dos Deuses”, que estreiam neste ano. Um grande contraste com outras participações no evento de San Diego, quando os painéis da DC costumavam durar mais de duas horas, tinham inúmeras revelações e chegavam a ofuscar as apresentações da Marvel. O anticlímax indica que a Warner ainda não sabe o que fazer com os filmes da DC previstos para 2023, devido aos ataques misóginos dos fãs de Johnny Depp contra a atriz Amber Heard e a implosão da carreira de Ezra Miller, envolvido em prisões e escândalos, que abalam os principais lançamentos do estúdio para o ano que vem, “Aquaman e o Reino Perdido” e “Flash”. Mas mesmo com esses filmes experimentando ostracismo, não houve menções a outros títulos, como “Batgirl” (com estreia prevista para este ano) e “Besouro Azul” (o primeiro filme latino de super-heróis), nem atualizações sobre o futuro de “Mulher Maravilha” de Gal Gadot, do “Batman” de Robert Pattinson e muito menos do “Superman” de Henry Cavill, cuja ausência implodiu o maior rumor da Comic-Con 2022. Também não houve notícias sobre as inúmeras produções em desenvolvimento para a HBO Max, como um filme de “Zatana” e séries do “Lanterna Verde”, “Constantine” e outros projetos do produtor J.J. Abrams. Neste caso, o problema parece ser interno. Há rumores de que os novos chefes da Warner Bros. Discovery estão questionando o contrato milionário de Abrams com a antiga Warner Media, que estaria sendo encarado como prejuízo financeiro pela longa demora em apresentar resultados. Por outro lado, a Warner pode estar guardando as novidades para seu próprio evento de fãs. Até o momento, porém, o estúdio não anunciou uma nova – a terceira – edição da DC Fandome. Veja abaixo o vídeo de The Rock como Adão Negro, animando uma multidão que logo em seguida sairia do painel frustrada. Through fog and lightning, the Man in Black has finally arrived to Hall H. #BlackAdam #SDCC pic.twitter.com/CaVR88w8Sk — DC (@DCComics) July 23, 2022
Alan Grant: Criador de vilões e histórias clássicas de Batman morre aos 73 anos
O artista britânico Alan Grant, roteirista dos quadrinhos de Batman e Juiz Dredd, morreu aos 73 anos na quinta-feira (21/7). O anúncio foi feito por sua esposa, Susan Grant, no Facebook, sem revelar a causa da morte. Nascido em Bristol, na Inglaterra, Grant cresceu na Escócia e começou a carreira como jornalista aos 18 anos, escrevendo para o jornal local Dundee Daily Courier. Ele passou a trabalhar como editor na empresa de revistas IPC nos anos 1970, onde sua dedicação à revista em quadrinhos “2000 AD” transformou o título num sucesso de vendas e transformou a marca num selo com várias publicações. Neste trabalho, formou uma grande amizade e parceria lendária com o roteirista John Wagner, o criador de Juiz Dredd. Os dois começaram a escrever juntos histórias para a publicação, que transformaram o Juiz Dredd no carro-chefe da “2000 AD” e num dos maiores ícones dos quadrinhos britânicos. As histórias de Grant e Wagner fizeram tanto sucesso que chamaram atenção do outro lado do Atlântico. A dupla foi contratada para escrever para a DC Comics. Seu primeiro título foi a série limitada “Outcasts”, lançada em 1987, seguida por histórias do Batman em 1988. Grant e Wagner introduziram o Ventríloquo em sua primeira história de Batman e o Caça-Ratos (Ratcatcher) em sua terceira. Mas depois de uma dúzia de edições, Grant passou a assinar as histórias sozinho, tornando-se um dos principais escritores de Batman até o final dos anos 1990. Nesta fase, criou o assassino Victor Zsasz, Jeremiah Arkham, Amídala e Anarquia (Anarky), entre outros vilões antológicos. Apesar da separação em Batman, a dupla voltou a trabalhar junta na minissérie “The Last American” da (hoje extinta) Epic Comics, no crossover de Batman e Judge Dredd publicado em 1991 e em “The Bogie Man”, sobre um doente mental escocês que acredita ser todos os personagens vividos por Humphrey Bogart no cinema. Esta minissérie independente de 1989 acabou virando um telefilme em 1992. Entre os projetos paralelos, Grant seguiu escrevendo histórias de vários personagens da DC nos anos 2000, como Lobo, LEGION (um spin-off da Legião dos Super-Heróis) e o Demônio, voltando a Batman para lançar um novo título, “Batman: A Sombra do Morcego”, além de ter sido um dos principais escritores do crossover “A Queda do Morcego” (Knight Fall no original), o mais longo arco já publicado nas revistas do herói, que deixou Batman temporariamente numa cadeira de rodas e durou aproximadamente 2 anos. O roteirista americano Tom King, que também escreveu histórias do Batman, lamentou a morte do colega nas redes sociais: “Arrasado com o falecimento de Alan Grant. Lobo, LEGION, Batman — suas histórias questionavam o que os quadrinhos de super-heróis poderiam ser e fazer: eram ríspidos, friamente cínicos e, no entanto, estranhamente — e maravilhosamente — continham uma poderosa e calorosa corrente de esperança. Grande escritor. RIP”. A editora 2000 AD também se manifestou em homenagem ao talento perdido. “Grant foi um dos melhores escritores de sua geração, combinando um olhar afiado para diálogo e a sátira política com uma profunda empatia que fazia seus personagens parecerem incrivelmente humanos e realistas. Através de seu trabalho, ele teve uma influência profunda e duradoura na 2000 AD e na indústria de quadrinhos”. Já a DC preferiu postar o vídeo de uma homenagem feita durante a Comic-Con Internacional, num painel do qual participavam artistas da editora, que dedicaram um minuto de aplausos aos feitos de Grant. Alan Grant will always be remembered as a comic book icon. Today, #SDCC salutes the DC trailblazer with a standing ovation, led by @TomTaylorMade, @TomKingTK, and @Bruno_Redondo_F. pic.twitter.com/8mi5dT1G4y — DC (@DCComics) July 21, 2022
Série da Arlequina ganha trailer violento
A HBO Max divulgou o pôster e o terceiro trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. E se trata do trailer mais impróprio de todos, com violência sanguinária e muitos palavrões em inglês. O vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.
Novo trailer da Arlequina recria cena do filme “Coringa”
A HBO Max divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. Completamente diferente da prévia anterior, o vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Mas a Arlequina não é a única a passar por uma crise de consciência. Até o Coringa surge transformado, querendo virar prefeito de Gotham e fazendo pedidos de desculpas. Sua participação também inclui referências ao filme “Coringa”, com direito à dancinha feita numa escadaria. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a série animada reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.










