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  • Filme

    Bomba! Filme da Batgirl é descartado pela Warner quase pronto

    2 de agosto de 2022 /

    O jornal americano New York Post publicou com exclusividade nesta terça (2/8) que o filme “Batgirl” foi totalmente descartado pela Warner. Apesar de quase pronto, ele não será lançado nos cinemas nem exibido em streaming. Segundo as fontes da publicação, as exibições testes para o público foram um desastre completo. O filme teria sido tão mal recebido que o estúdio considerou engavetá-lo para não prejudicar a marca e o universo das produções de Batman. “Eles acham que a indescritível ‘Batgirl’ não tem remédio”, disse a fonte. Os sites Deadline, Variety e The Hollywood Reporter confirmaram o engavetamento, que torna “Batgirl” o maior desperdício de dinheiro da história de Hollywood. O filme supostamente custou US$ 70 milhões para ser produzido – embora a fonte do New York Post afirme que a Warner acabou gastando mais de US$ 100 milhões. Mas a explicação para o cancelamento é diferente nas publicações voltadas à cobertura de cinema: seria consequência da estratégia da nova administração da Warner, após a fusão com a Discovery, que não quer mais filmes feitos apenas para o streaming, especialmente se podem queimar franquias com potencial cinematográfico. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Já a direção foi assinada pela dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”), que recentemente trabalhou na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+. O cancelamento acontece após “Batgirl” passar batido, sem nenhuma menção, no painel da Warner durante a Comic-Con Internacional, que aconteceu em San Diego em julho. Já na ocasião, a ausência deste e de outros projetos baseados nos quadrinhos da DC chamou muita atenção. Outro detalhe importante é que o responsável por autorizar o filme já não está mais na Warner. Quando era presidente do estúdio, Toby Emmerich encomendou a produção inicialmente para o streaming, mas depois passou a considerar uma exibição cinematográfica, refletindo a mudança de status de “Besouro Azul”, outra adaptação de quadrinhos que também começou como filme da HBO Max e virou prioridade cinematográfica. Mas Emmerich deixou o cargo em junho para formar sua própria produtora, após a Warner Bros. se fundir com a Discovery. O novo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, substituiu o executivo por Michael De Luca e Pam Abdy, ambos ex-MGM, com a missão de focar em lançamentos para o cinema.

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  • Etc,  Filme

    David Warner: Ator de “A Profecia”, “Tron” e “Titanic” morre aos 80 anos

    25 de julho de 2022 /

    O ator britânico David Warner, que estrelou vários clássicos e se especializou em viver vilões, morreu no domingo (24/7) numa casa de repouso em Londres, aos 80 anos. Uma nota escrita por seus filhos Luke e Melissa Warner esclareceu que a morte foi decorrência de câncer. “Nos últimos 18 meses, ele abordou seu diagnóstico com uma característica graça e dignidade… pai, cujo legado de trabalho extraordinário tocou a vida de tantos ao longo dos anos. Estamos com o coração partido”, declararam à BBC. David Hattersley Warner nasceu em 29 de julho de 1941 e se formou em artes dramáticas. Sua formação clássica o levou a trabalhar com Peter Hall, responsável pela prestigiosa Royal Shakespeare Company, e com Tony Richardson, um dos mais respeitados diretores do West End londrino. Os dois foram padrinhos de sua transição para as telas. A estreia de Warner no cinema foi em “As Aventuras de Tom Jones” (1963), de Tony Richardson, que lhe deu o papel do irmão antagonista de Tom Jones (Albert Finney) após dirigi-lo no teatro. Foi também o primeiro dos inúmeros vilões da carreira do ator. E após atuar em montagens de Shakespeare – e ser considerado o melhor Hamlet dos palcos – , foi escalado por Peter Hall numa minissérie da BBC que adaptou quatro peças do famoso dramaturgo, “War of the Roses” (1965), além de uma versão de cinema para “Sonhos de uma Noite de Verão” (1968). Por conta disso, só foi viver seu primeiro papel contemporâneo em 1966, como o marido de Vanessa Redgrave na comédia “Deliciosas Loucuras de Amor”. Após trabalhar com os cineastas americanos John Frankenheimer (em “O Homem de Kiev”) e Sydney Lumet (“A Gaivota”) no Reino Unido, Warner foi convidado a filmar em Hollywood por Sam Peckinpah. Mas teve um ataque de pânico ao entrar no avião e ameaçou desistir, sendo convencido pelo diretor a viajar de navio até os EUA e completar de trem o trajeto até o local das filmagens, no deserto de Nevada. Peckinpah insistiu tanto que conseguiu Warner para o papel do pregador itinerante Joshua Duncan Sloane em “A Morte Não Manda Recado” (1970). E ainda estendeu a parceria, indo ao Reino Unido filmar “Sob o Domínio do Medo” (1971), um dos melhores filmes de sua carreira, em que o ator viveu um personagem-chave: um homem ingênuo com problemas mentais, metido no meio de uma disputa entre o turista americano vivido por Dustin Hoffman e os homens violentos de uma cidadezinha rural. Na época, Warner estava envolvido num escândalo – teria quebrado as pernas ao pular da janela de um hotel ao ser flagrado pela esposa com outra mulher, supostamente Claudia Cardinale – e não queria chamar atenção com um filme, mas o diretor não se importou. Aproveitou o ferimento como característica do personagem e ainda sugeriu que ele atuasse sem que seu nome aparecesse nos créditos. Por conta disso, Warner declarou numa entrevista antiga: “Peckinpah tem um lugar, se não no meu coração, na minha vida”. Depois disso, o americano ainda o escalou como um oficial alemão em “Cruz de Ferro” (1977), filme de guerra brutal que Peckinpah filmou na Europa. Os ataques de pânico foram se tornando piores e, em 1972, Warner fugiu de uma montagem mal recebida de “Eu, Claudius”, dirigida por Tony Richardson. Um mês depois, ao assistir outra peça, começou a transpirar e passar mal. “Eu pensava: ‘Como eles podem ficar lá na frente de todas essas pessoas? Como eles aprendem as falas?’ Entrei em pânico e saí no intervalo.” Isto o fez abandonar o teatro. Como resultado, sua filmografia disparou, rendendo-lhe quase 100 participações em filmes, muitos deles considerados clássicos absolutos, como o terror “A Profecia” (1976), de Richard Donner, no qual viveu o malfadado jornalista que descobre a conspiração satanista para colocar o filho do diabo numa família influente. Depois de interpretar o serial killer Jack, o Estripador na fantasia de viagem no tempo “Um Século em 43 Minutos” (1979), de Nicholas Meyer, e o maligno Evil em “Bandidos do Tempo” (1981), de Terry Gilliam, ele ainda se destacou como o vilão de “Tron” (1982), que rouba o trabalho inovador de Kevin Flynn (Jeff Bridges) e o corrompe. Ele também viveu vilões cômicos, como o cientista louco de “O Médico Erótico” (1983), de Carl Reiner, e três personagens diferentes na franquia “Star Trek”. Depois de estrear como um representante humano da Federação em “Jornada nas Estrelas V: A Última Fronteira” (1989), foi um chanceler klingon em “Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida” (1991) e um oficial cardassiano em dois episódios da série “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração” (em 1992). Também apareceu em muitas tramas de terror, como “Terrores da Noite” (1979), de Arthur Hiller, “A Companhia dos Lobos” (1984), de Neil Jordan, “A Passagem” (1988), de Anthony Hickox, “À Beira da Loucura” (1994), do mestre John Carpenter, e até na comédia “Meu Doce Vampiro” (1987), chegando a ser sondado por Wes Kraven para viver Freddy Krueger no primeiro “A Hora do Pesadelo” (1984), o que acabou não acontecendo. Mesmo assim, foi dirigido por Kraven em “Pânico 2” (1997). Warner ainda foi um dos vilões do blockbuster “Titanic” (1997), de James Cameron: o implacável guarda-costas do industrial Cal Hockley (Billy Zane). E um dos vilões símios do remake de “O Planeta dos Macacos” (2001), de Tim Burton. Sua especialidade em malvadões estendeu-se para a televisão e lhe rendeu um Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho como o perverso Pomponius Falco na minissérie “Masada” (1981). Outros destaques entre seus mais de 100 papéis televisivos incluem ainda participações recorrentes em “Twin Peaks” (em 1991) e “The Larry Sanders Show” (em 1993 e 1994) e a dublagem de dois supervilões: Cerebelo, em “Freakazoid!”, e Ra’s al Ghul em três séries animadas de Batman e Superman nos anos 1990. Seus trabalhos finais foram personagens das séries “Wallander” (de 2008 a 2015), “Ripper Street” (2016) e “O Alienista” (2018), seguidos por uma participação no filme “O Retorno de Mary Poppins” (2018) e uma última dublagem em “Os Jovens Titãs em Ação!” (2020), em que reviveu Cerebelo.

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  • Filme

    Nem The Rock trovejante impede decepção com DC na Comic-Con

    23 de julho de 2022 /

    A Warner trouxe Dwayne “The Rock” Johnson uniformizado como Adão Negro para sua apresentação na Comic-Con Internacional, com direito a pedestal para erguê-lo acima do palco, fumaça de gelo seco e raios e trovões projetados num telão a suas costas, mas na hora de apresentar conteúdo, o painel dos filmes da DC Comics foi uma grande decepção. Muitos acreditavam que o estúdio faria mais do que o previsto. Mas o destaque foi mesmo o barulho, a fumaça e a pose silenciosa de The Rock no começo. De novidades, só mesmo os trailers dos filmes anunciados, “Adão Negro” e “Shazam: Fúria dos Deuses”, que estreiam neste ano. Um grande contraste com outras participações no evento de San Diego, quando os painéis da DC costumavam durar mais de duas horas, tinham inúmeras revelações e chegavam a ofuscar as apresentações da Marvel. O anticlímax indica que a Warner ainda não sabe o que fazer com os filmes da DC previstos para 2023, devido aos ataques misóginos dos fãs de Johnny Depp contra a atriz Amber Heard e a implosão da carreira de Ezra Miller, envolvido em prisões e escândalos, que abalam os principais lançamentos do estúdio para o ano que vem, “Aquaman e o Reino Perdido” e “Flash”. Mas mesmo com esses filmes experimentando ostracismo, não houve menções a outros títulos, como “Batgirl” (com estreia prevista para este ano) e “Besouro Azul” (o primeiro filme latino de super-heróis), nem atualizações sobre o futuro de “Mulher Maravilha” de Gal Gadot, do “Batman” de Robert Pattinson e muito menos do “Superman” de Henry Cavill, cuja ausência implodiu o maior rumor da Comic-Con 2022. Também não houve notícias sobre as inúmeras produções em desenvolvimento para a HBO Max, como um filme de “Zatana” e séries do “Lanterna Verde”, “Constantine” e outros projetos do produtor J.J. Abrams. Neste caso, o problema parece ser interno. Há rumores de que os novos chefes da Warner Bros. Discovery estão questionando o contrato milionário de Abrams com a antiga Warner Media, que estaria sendo encarado como prejuízo financeiro pela longa demora em apresentar resultados. Por outro lado, a Warner pode estar guardando as novidades para seu próprio evento de fãs. Até o momento, porém, o estúdio não anunciou uma nova – a terceira – edição da DC Fandome. Veja abaixo o vídeo de The Rock como Adão Negro, animando uma multidão que logo em seguida sairia do painel frustrada. Through fog and lightning, the Man in Black has finally arrived to Hall H. #BlackAdam #SDCC pic.twitter.com/CaVR88w8Sk — DC (@DCComics) July 23, 2022

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  • Etc

    Alan Grant: Criador de vilões e histórias clássicas de Batman morre aos 73 anos

    22 de julho de 2022 /

    O artista britânico Alan Grant, roteirista dos quadrinhos de Batman e Juiz Dredd, morreu aos 73 anos na quinta-feira (21/7). O anúncio foi feito por sua esposa, Susan Grant, no Facebook, sem revelar a causa da morte. Nascido em Bristol, na Inglaterra, Grant cresceu na Escócia e começou a carreira como jornalista aos 18 anos, escrevendo para o jornal local Dundee Daily Courier. Ele passou a trabalhar como editor na empresa de revistas IPC nos anos 1970, onde sua dedicação à revista em quadrinhos “2000 AD” transformou o título num sucesso de vendas e transformou a marca num selo com várias publicações. Neste trabalho, formou uma grande amizade e parceria lendária com o roteirista John Wagner, o criador de Juiz Dredd. Os dois começaram a escrever juntos histórias para a publicação, que transformaram o Juiz Dredd no carro-chefe da “2000 AD” e num dos maiores ícones dos quadrinhos britânicos. As histórias de Grant e Wagner fizeram tanto sucesso que chamaram atenção do outro lado do Atlântico. A dupla foi contratada para escrever para a DC Comics. Seu primeiro título foi a série limitada “Outcasts”, lançada em 1987, seguida por histórias do Batman em 1988. Grant e Wagner introduziram o Ventríloquo em sua primeira história de Batman e o Caça-Ratos (Ratcatcher) em sua terceira. Mas depois de uma dúzia de edições, Grant passou a assinar as histórias sozinho, tornando-se um dos principais escritores de Batman até o final dos anos 1990. Nesta fase, criou o assassino Victor Zsasz, Jeremiah Arkham, Amídala e Anarquia (Anarky), entre outros vilões antológicos. Apesar da separação em Batman, a dupla voltou a trabalhar junta na minissérie “The Last American” da (hoje extinta) Epic Comics, no crossover de Batman e Judge Dredd publicado em 1991 e em “The Bogie Man”, sobre um doente mental escocês que acredita ser todos os personagens vividos por Humphrey Bogart no cinema. Esta minissérie independente de 1989 acabou virando um telefilme em 1992. Entre os projetos paralelos, Grant seguiu escrevendo histórias de vários personagens da DC nos anos 2000, como Lobo, LEGION (um spin-off da Legião dos Super-Heróis) e o Demônio, voltando a Batman para lançar um novo título, “Batman: A Sombra do Morcego”, além de ter sido um dos principais escritores do crossover “A Queda do Morcego” (Knight Fall no original), o mais longo arco já publicado nas revistas do herói, que deixou Batman temporariamente numa cadeira de rodas e durou aproximadamente 2 anos. O roteirista americano Tom King, que também escreveu histórias do Batman, lamentou a morte do colega nas redes sociais: “Arrasado com o falecimento de Alan Grant. Lobo, LEGION, Batman — suas histórias questionavam o que os quadrinhos de super-heróis poderiam ser e fazer: eram ríspidos, friamente cínicos e, no entanto, estranhamente — e maravilhosamente — continham uma poderosa e calorosa corrente de esperança. Grande escritor. RIP”. A editora 2000 AD também se manifestou em homenagem ao talento perdido. “Grant foi um dos melhores escritores de sua geração, combinando um olhar afiado para diálogo e a sátira política com uma profunda empatia que fazia seus personagens parecerem incrivelmente humanos e realistas. Através de seu trabalho, ele teve uma influência profunda e duradoura na 2000 AD e na indústria de quadrinhos”. Já a DC preferiu postar o vídeo de uma homenagem feita durante a Comic-Con Internacional, num painel do qual participavam artistas da editora, que dedicaram um minuto de aplausos aos feitos de Grant. Alan Grant will always be remembered as a comic book icon. Today, #SDCC salutes the DC trailblazer with a standing ovation, led by @TomTaylorMade, @TomKingTK, and @Bruno_Redondo_F. pic.twitter.com/8mi5dT1G4y — DC (@DCComics) July 21, 2022

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  • Série

    Série da Arlequina ganha trailer violento

    18 de julho de 2022 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o terceiro trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. E se trata do trailer mais impróprio de todos, com violência sanguinária e muitos palavrões em inglês. O vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.

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  • Filme

    Novo trailer da Arlequina recria cena do filme “Coringa”

    11 de julho de 2022 /

    A HBO Max divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. Completamente diferente da prévia anterior, o vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Mas a Arlequina não é a única a passar por uma crise de consciência. Até o Coringa surge transformado, querendo virar prefeito de Gotham e fazendo pedidos de desculpas. Sua participação também inclui referências ao filme “Coringa”, com direito à dancinha feita numa escadaria. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a série animada reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.

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  • Série

    Trailer de “Harley Quinn” traz James Gunn e polêmica sexual de Batman

    28 de junho de 2022 /

    A HBO Max divulgou o trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. A prévia traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido e faz algumas brincadeiras com o Esquadrão Suicida, incluindo o rapto de Amanda Waller (a chefona do Esquadrão) e uma participação de James Gunn, o diretor do último filme do grupo, que interpreta a si mesmo na produção. O vídeo também tem um trecho picante com Batman e Mulher-Gato, lembrando que as cenas da vida sexual do casal foram censuradas pela DC Comics. O co-criador do desenho, Justin Halpern, afirmou que executivos da DC vetaram uma cena de sexo oral, “recomendando” que ela fosse removida da 3ª temporada da animação. Em entrevista para a revista Variety, Halpern contou que censura foi uma exigência de marketing, “pois, segundo a DC, seria difícil vender um boneco do Batman quando ele aparece na televisão fazendo sexo oral na Mulher-Gato”, contou o produtor. “Eles me disseram ‘você absolutamente não pode fazer isso, já que heróis não fazem isso’”. O desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos três produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. O elenco de dubladores destaca Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.

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  • Etc

    Christian Bale topa voltar a viver Batman. Mas tem uma condição

    27 de junho de 2022 /

    Christian Bale pode ter virado vilão da Marvel em “Thor: Amor e Trovão”, mas não esqueceu seus dias de herói da DC. Em entrevista ao site Screen Rant, ele entrou na brincadeira do multiverso, após Michael Keaton retomar o papel de Batman nos vindouros filmes “The Flash” e “Batgirl”, e disse que toparia voltar a viver o Cavaleiro das Trevas. Mas com uma condição: que Christopher Nolan também retornasse como diretor do filme. “Se Chris Nolan dissesse ‘sabe de uma coisa? Eu tenho outra história para contar’ e quisesse contar essa história comigo, eu estaria dentro”, ele afirmou. O ator ainda confidenciou que a Warner Bros. nunca o procurou com nenhuma proposta nesse sentido. “Ninguém nunca mencionou isso para mim. Ocasionalmente, as pessoas me dizem: ‘ouvi dizer que você foi abordado’ E eu falo: ‘isso é novidade para mim’. Ninguém nunca disse isso”, explicou. Bale foi o Bruce Wayne da trilogia dirigida por Nolan – “Batman Begins” (2005), “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012) – , que se tornaram enormes sucessos de público e crítica. Em campanha de divulgação de “Thor: Amor e Trovão”, ele também foi questionado sobre o “Batman” de Robert Pattinson e admitiu que ainda não assistiu ao filme. “Eu ainda não vi”, disse o ator para a revista Variety, garantindo em seguida que pretende ver o filme, e elogiando o novo intérprete do herói. “Robert [Pattinson] é um ator absolutamente maravilhoso”. Ele se justificou dizendo que assiste a poucos filmes. “Todo diretor com quem trabalho, eu vi alguns de seus filmes, e eles sempre olham pra mim e [perguntam]: ‘Você está brincando?’. Eu gosto de realmente saborear filmes e não assistir a muitos de uma vez”, explicou. Seu novo filme, “Thor: Amor e Trovão”, tem estreia marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Spotify renova “Batman Despertar”

    22 de junho de 2022 /

    A plataforma Spotify anunciou a renovação da audiossérie “Batman Despertar”. A 2ª temporada voltará a contar com as vozes em inglês de Winston Duke (Bruce Wayne/Batman) e Hasan Minhaj (Charada). No Brasil, os papéis foram interpretados por Rocco Pitanga (“Impuros”) e Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”). O projeto faz parte de um acordo internacional entre Spotify, Warner Bros. e DC Comics, que pretende adaptar a vasta biblioteca de personagens icônicos da DC em novos podcasts do Spotify em todo o mundo. Escrito por David S. Goyer, autor pela trilogia de “Batman” dirigida por Christopher Nolan no cinema, a trama da 1ª temporada girou em torno de um serial killer conhecido como O Ceifador, que aterroriza Gotham City sem que Batman apareça para salvar a cidade. É que, nessa história complexa, Bruce Wayne não lembra que um dia foi o herói. Em vez disso, trabalha como patologista forense, e após escapar de um ataque do Ceifador, passa a ter terapia com um estranho psicólogo chamado Dr. Hunter (será que os fãs dos quadrinhos não o conhecem por outro nome?). Nesta Gotham sem Batman, Barbara Gordon vai precisar contar com a ajuda do segundo detetive mais inteligente de Gotham, conhecido como O Charada. Daniel Rezende (diretor de “Turma da Mônica: Lições”) e Marina Santana (designer de som de “Lino: Uma Aventura de Sete Vidas”) assinam a direção da adaptação, e o resto do grande elenco nacional incluiu Tainá Müller (Barbara Gordon), Adriana Lessa (Martha Wayne), Nill Marcondes (Thomas Wayne), Hugo Bonemer (Ceifador), Carol Abras (Renne Montoya), José Rubens Chachá (Alfred), Marcelo Varzea (Dr. Hunter), Maria Bopp (Vicki Vale) e Camila Pitanga (Kell).

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  • Etc

    Tim Sale (1956–2022)

    17 de junho de 2022 /

    O famoso artista de quadrinhos Tim Sale, que influenciou os filmes mais recentes de Batman, morreu na quinta-feira (17/6) aos 66 anos. Na semana passada, o diretor criativo e editor da DC Comics, Jim Lee, anunciou que Sale não estava bem, escrevendo no Twitter sobre sua internação num hospital “com graves problemas de saúde”. Os principais trabalhos do desenhista foram realizados nos anos 1990 em parceria com o escritor Jeph Loeb (que virou produtor-roteirista de “Smallville”, “Lost”, “Heroes” e chefiou a extinta Marvel Television). A dupla criou quadrinhos de Batman, Superman e Mulher-Gato que marcaram época, como “Superman As Quatro Estações” (1998), “Batman: O Longo Dia das Bruxas” (1996-1997), “Batman: Vitória Sombria” (1999) e “Mulher Gato: Cidade Eterna” (2004). “Batman: O Longo Dia das Bruxas” é disparada sua publicação mais famosa. A trama foi mencionada por Christopher Nolan como influência em seus filmes do “Cavaleiro das Trevas” e está na base do mais recente “Batman”, de Matt Reeves – que traz “agradecimentos” ao artista em seus créditos. Os quadrinhos originais foram transformados em longa animado pela Warner Bros. Animation, lançado digitalmente em duas partes em 2021. A parceria de Sale e Loeb também se estendeu para a Marvel, onde lançaram uma coleção de títulos “Coloridos”: “Demolidor: Amarelo” (2001), “Hulk: Cinza” (2003), “Homem-Aranha: Azul” (2002) e “Capitão América: Branco” (2015). Em comunicado nas redes sociais, a DC declarou: “Tim Sale foi um artista incrível, cuja visão dos personagens icônicos tinha uma profundidade humana real, e seus designs de página inovadores mudaram a maneira como uma geração inteira pensa sobre a narrativa dos quadrinhos”. Tim Sale was an incredible artist, whose take on iconic characters had real human depth, and his groundbreaking page designs changed the way an entire generation thinks about comic book storytelling. Our condolences go to Tim’s family and friends. He will be deeply missed. pic.twitter.com/VgXxu7O0V4 — DC (@DCComics) June 16, 2022

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  • Etc

    MTV Movie & TV Awards 2022 consagra casal Tom Holland e Zendaya

    6 de junho de 2022 /

    Tom Holland e Zendaya foram os grandes vencedores do Movie & TV Awards 2022, premiação da MTV que aconteceu na noite de domingo (5/6) nos EUA com apresentação da atriz Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”). O ator levou o prêmio de Melhor Performance em Filme e a atriz de Melhor Performance em Série, respectivamente por “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” e “Euphoria”. Além disso, as duas produções também venceram como Melhor Filme e Série. Os dois agradeceram suas vitórias individualmente, em vídeos gravados para o evento. Os vencedores são escolhidos pelo público, em votação aberta pelo site da MTV e redes sociais. Mas apesar do favoritismo individual, o casal perdeu o único troféu a que concorriam em dupla: Melhor Beijo, por “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”. Os votantes preferiram o beijo entre Poopies e a cobra de “Jackass Para Sempre”. O Homem-Aranha de Tom Holland também foi derrotado pela Viúva Negra de Scarlett Johansson na categoria de Melhor Herói. Por sinal, repetindo o ano passado, as produções da Marvel demonstraram franco favoritismo, com cinco troféus ao todo, incluindo ainda duas categorias vencidas pela série “Loki”. Entretanto, o Melhor Vilão não foi um personagem dos quadrinhos, mas Daniel Radcliffe na comédia “Cidade Perdida”. A DC, em compensação, não emplacou nenhuma conquista. Veja abaixo a lista completa dos premiados e os vídeos com os troféus especiais entregues para Jack Black (Gênio da Comédia) e uma emocionada Jennifer Lopez (Geração) pelas realizações de suas carreiras.   MELHOR FILME “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” MELHOR SÉRIE “Euphoria” MELHOR PERFORMANCE EM FILME Tom Holland (“Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”) MELHOR PERFORMANCE EM SÉRIE DE TV Zendaya (“Euphoria”) MELHOR HERÓI Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) MELHOR VILÃO Daniel Radcliffe (“Cidade Perdida”) MELHOR BEIJO Poopies e a cobra (“Jackass Para Sempre”) MELHOR PERFORMANCE CÔMICA Ryan Reynolds (“Free Guy: Assumindo o Controle”) MELHOR REVELAÇÃO Sophia Di Martino (“Loki”) MELHOR LUTA Cassie vs. Maddie (“Euphoria”) PERFORMANCE MAIS ASSUSTADA Jenna Ortega (“Pânico”) MELHOR TIME Tom Hiddleston, Sophia Di Martino e Owen Wilson (“Loki”) HERE FOR THE HOOK UP (aka MELHOR PEGAÇÃO) “Euphoria” MELHOR CANÇÃO “On My Way (“Marry Me”)” – Jennifer Lopez (“Casa Comigo”) MELHOR DOCU-REALITY SHOW “Selling Sunset” MELHOR SÉRIE DE COMPETIÇÃO “RuPaul’s Drag Race” MELHOR PROGRAMA DE VIDA & ESTILO “Selena + Chef” MELHOR SÉRIE NOVA SEM ROTEIRO “The D’Amelio Show” TROFÉU ESPECIAL: GÊNIO DA COMÉDIA Jack Black TROFÉU ESPECIAL: GERAÇÃO MTV Jennifer Lopez

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  • Série

    Trailer de “Gotham Knights” revela morte de Batman

    31 de maio de 2022 /

    A rede The CW divulgou o esperado trailer de “Gotham Knights”, série baseada em personagens dos quadrinhos da DC Comics, que se passa em Gotham City após a morte de Batman. A prévia mostra que a trama toma enormes liberdades com universo da DC, misturando cronologias dos quadrinhos. Os pontos extremos são a participação de Harvey Dent como um promotor bonzinho, que não virou o vilão Duas-Caras, e Carrie Kelley (a Robin criada por Frank Miller no futuro distópico de “O Cavaleiro das Trevas”) como a atual Robin, retratada como uma adolescente negra, em vez de ruiva. Além disso, a produção também destaca um personagem inédito: Turner Hayes, filho adotivo de Bruce Wayne/Batman. Para sorte dos produtores, a premissa é interessante o suficiente para não ser rejeitada de cara pelos fãs dos quadrinhos. Como diz a sinopse, a série traz “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato” do herói. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham fica mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. O elenco destaca Olivia Rose Keegan (a Lily de “High School Musical: The Musical: The Series”) como Duela Dent, que surgiu nos quadrinhos afirmando ser filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras – e também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até uma ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. A produção também conta com Anna Lore (“All American”) como Stephanie Brown, que já assumiu a identidade de três heroínas diferentes nos quadrinhos da DC Comics: Spoiler, Robin e Batgirl. Ela tem menos destaque na prévia, que enfatiza mais o papel de Navia Robinson (a Nia de “A Casa da Raven”) como a citada Carrie Kelley, numa alteração racial da primeira Robin feminina. Outros integrantes incluem Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”), que vivem a heroína Pássaro Azul e seu irmão, além de Oscar Morgan (“Warren”) como Turner Hayes e Misha Collins (o Castiel de “Supernatural”) como Harvey Dent. A série foi desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que escreviam “Batwoman”. E a produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, universo (cada vez menor) de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. A estreia vai acontecer no começo de 2023 nos EUA.

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  • Filme

    “Doutor Estranho 2” supera “Batman” como maior bilheteria de 2022

    22 de maio de 2022 /

    “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” não teve problemas para ficar no topo das bilheterias da América do Norte em seu terceiro fim de semana. O filme da Disney/Marvel fez mais US$ 31,6 milhões entre sexta e domingo (22/5) nos EUA e Canadá, chegando a um total doméstico de US$ 342,1 milhões, de acordo com dados da consultoria Comscore. Somando o mercado internacional, a produção chegou a US$ 803,2 milhões arrecadados em todo o mundo, consagrando a produção como a maior bilheteria de 2022 e a segunda maior de toda a era da pandemia. Nesta corrida milionária, o super-herói da Marvel superou o super-herói da DC, “Batman”, que liderava a arrecadação anual com US$ 768,5 milhões em todo mundo. Também passou James Bond. Lançado no ano passado, “007 – Sem Tempo para Morrer” fez US$ 774,2 milhões globais e agora ficou em 3º lugar no ranking da pandemia. Mas mesmo com todo o seu sucesso, o segundo “Doutor Estranho” ainda contabiliza US$ 1 milhão a menos que o líder da era pandêmica, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, responsável pelo faturamento de US$ 1,8 bilhão em bilheteria mundial desde seu lançamento em dezembro passado. A estreia de “Downton Abbey: Uma Nova Era” nos EUA garantiu o 2º lugar doméstico, com praticamente metade da bilheteria do super-herói, US$ 16 milhões em 3.815 telas. Apesar de bem avaliado pela crítica (85% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção tem um público-alvo mais velho que ainda não voltou aos cinemas com a mesma força dos jovens, temendo as novas variações do coronavírus. Lançado no Brasil em 28 de abril, a adaptação da série sobre a aristocracia britânica do começo do século 20 mal marcou presença no Top 10 nacional – abriu em 8º e já sumiu de cartaz. Em todo o mundo, o longa soma US$ 51,7 milhões. A animação “Os Caras Malvados” e o infantil “Sonic: O Filme 2” ocupam o 3º e o 4º lugares, respectivamente, com US$ 6,1 milhões e US$ 3,9 milhões no fim de semana. “Os Caras Malvados” já arrecadou US$ 74,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 182,2 milhões em todo o mundo, enquanto “Sonic 2” está se aproximando dos US$ 400 milhões mundiais, ao terminar este domingo com US$ 181 milhões nos EUA e Canadá e US$ 375 globalmente. A estreia do terror “Men”, novo filme do cineasta Alex Garland (“Ex Machina”) com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, fecha o Top 5 com US$ 3,3 milhões. O lançamento ocorreu em 2.212 cinemas e foi programado para coincidir com sua exibição no Festival de Cinema de Cannes neste fim de semana. A distribuição internacional da obra de Garland ainda não começou. No Brasil, a estreia está prevista apenas para 1 de setembro. “Men” é uma produção do estúdio independente A24, que comemorou uma façanha neste fim de semana. Em 6º lugar, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” juntou mais US$ 3,1 milhões nos últimos três dias para atingir US$ 52,3 milhões domésticos e se tornar a maior bilheteria da história da A24 nos EUA. O filme do multiverso, estrelado por Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), superou “Joias Brutas” (2019), drama criminal estrelado por Adam Sandler, que era a joia da empresa com US$ 50 milhões. Além do sucesso financeiro, a sci-fi indie é uma fenômeno de crítica, com 95% de resenhas positivas no Rotten Tomatoes. A estreia de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” no Brasil está marcada para 23 de junho.

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