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    The Righteous Gemstones é renovada para a 2ª temporada

    9 de setembro de 2019 /

    A HBO renovou a série novata “The Righteous Gemstones” para seu segundo ano. O anúncio foi feito após a exibição de quatro episódios da temporada inaugural. A nova atração registrou a maior audiência de estreia de uma comédia da HBO nos últimos três anos. Exibida no domingo (18/6) no canal pago, o lançamento da atração foi assistido por 593 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, número que cresceu 42% com sua reprise e transmissões em streaming para chegar a 844 mil. Trata-se do maior público de uma série de comédia da HBO desde o lançamento de “Vice Principals”, visto por 1,2 milhão de espectadores entre todas as plataformas em julho de 2016. Tanto “The Righteous Gemstones” quanto “Vice Principals” foram criadas pelo mesmo roteirista-produtor: o comediante Danny McBride. A série traz McBride (“Alien: Covenant”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Adam Devine (“Perda Total”) como três gerações de uma famosa família de televangelistas, que possui uma longa tradição de desvios, ganância e machismo. O elenco ainda inclui Edi Patterson (“Vice Principals”), Cassidy Freeman (“Longmire”), Tony Calvero (“School of Rock”), Tim Baltz (“Shrink”), Gregory Alan Williams (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e participação especial de Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”). A série também é exibida aos domingos na HBO Brasil.

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  • Série

    The Righteous Gemstones é maior estreia de comédia da HBO em três anos

    20 de agosto de 2019 /

    A nova série “The Righteous Gemstones” registrou a maior audiência de estreia de uma série de comédia da HBO nos últimos três anos. Exibida no domingo (18/6) no canal pago, a atração foi assistida por 593 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, número que cresceu 42% com sua reprise e transmissões em streaming para chegar a 844 mil. Trata-se do maior público de uma produção de comédia da HBO desde o lançamento de “Vice Principals”, visto por 1,2 milhão de espectadores entre todas as plataformas em julho de 2016. Tanto “The Righteous Gemstones” quanto “Vice Principals” foram criadas pelo mesmo roteirista-produtor: o comediante Danny McBride. A série traz McBride (“Alien: Covenant”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Adam Devine (“Perda Total”) como três gerações de uma famosa família de televangelistas, que possui uma longa tradição de desvios, ganância e machismo. O elenco ainda inclui Edi Patterson (“Vice Principals”), Cassidy Freeman (“Longmire”), Tony Calvero (“School of Rock”), Tim Baltz (“Shrink”), Gregory Alan Williams (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e participação especial de Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”). A série também é exibida aos domingos na HBO Brasil.

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  • Série

    Instinct é cancelada na 2ª temporada

    17 de agosto de 2019 /

    A rede CBS cancelou a série policial “Instinct” antes do final de sua 2ª temporada. A atração queimará o material ainda inédito com a exibição de dois a três episódios nos próximos domingos. O criador da série, Michael Rauch, anunciou o cancelamento na sexta-feira (16/8) no Twitter. “Estou muito triste em transmitir a notícia de que ‘Instinct’ não será renovada para uma 3ª temporada. Vamos dobrar neste domingo e nosso final de temporada/série será em 25 de agosto.” Rauch também agradeceu as estrelas da série Alan Cumming e Bojana Novakovic por “fazer de Dylan & Lizzie mais do que eu jamais poderia ter esperado”. “Obrigado à nossa equipe incrível, elenco, escritores, produtores e todos os que ajudaram a fazer nosso show, com respeito, talento e bondade”, acrescentou. “E um gigante obrigado aos nossos fãs obstinados por seu amor, lealdade e excelente gosto (é cedo demais para pedir um reboot?)” Novakovic, que interpretou a parceira de Cumming, Lizzie, no programa, compartilhou sua decepção no Twitter. “Mas quando uma porta se fecha outra … na verdade, f—se. Isso é um pé no saco. Amor a todos os nossos fãs, ao elenco e à equipe mais incrível. Obrigado a todos por dois anos fantásticos.” Lançada em 2018, “Instinct” foi alardeada como o primeiro drama da TV aberta americana com protagonista gay. Baseado no romance homônimo do escritor James Patterson (autor do livro que inspirou a série “Zoo”), a série girava em torno do Dr. Dylan Reinhart (Alan Cumming), um ex-agente da CIA que se tornou escritor e professor, e que é procurado pela polícia para auxiliar uma investigação, após um serial killer se inspirar num de seus livros para cometer assassinatos. Mas, apesar da distinção LGBT do protagonista, a premissa criada por Michael Rauch (roteirista-produtor de “Royal Pains”) era bastante genérica, alimentada pelo conflito de uma parceria forçada entre um detetive da polícia (Bojana Novakovic, de “Eu, Tônia”) e um assistente amador – fórmula que tem sido requentada desde que Eddie Murphy estreou no cinema há 36 anos com “48 Horas”. Junte-se à receita o elemento literário e o resultado fica ainda mais próximo do óbvio, ou melhor, do casal de “Castle”. Não por acaso, a rede CBS é responsável pelas produções mais convencionais da TV americana. E, ironicamente, vinha sendo criticada pela falta de diversidade entre os personagens de suas séries. Com 6,6 milhões de telespectadores em sua 1ª temporada, “Instinct” poderia ser considerado mais um sucesso policial do canal, mas a baixa pontuação de 0,63 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) já incomodava ao revelar uma obviedade: que o público que acompanha séries de fórmulas batidas é bem mais velho que o desejado. O cancelamento se tornou inevitável quando a audiência caiu para a metade no segundo ano da produção, rendendo apenas 3,5 milhões de telespectadores ao vivo e 0,31 na demo. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen.

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  • Filme

    Teen Choice Awards tem pior audiência de todos os tempos

    13 de agosto de 2019 /

    A premiação do Teen Choice Awards foi um fracasso de público na rede americana Fox. Apenas 721 mil pessoas sintonizaram a atração na noite de domingo (11/8) nos Estados Unidos, o que rendeu 0,2 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. Os números representam uma queda de 30% e 50% em audiência geral e demográfica, respectivamente, em relação ao ano passado. E totalizam a pior audiência de todos os tempos para a atração, que passa a ter seu futuro questionado. O baixo interesse também coloca em dúvida os dados de engajamento da premiação, que supostamente teria recebido mais de 55 milhões de votos online. Onde foi parar esse público? Alguns dos resultados bizarros dão pistas sobre o que aconteceu com o público invisível. Os vários troféus vencidos por “After”, grande fracasso de bilheteria nos Estados Unidos e desastre de crítica, e “Shadowhunters”, série cancelada por baixa audiência, indicam manipulação de fã-clubes, com muitos votos repetidos para forçar vitórias improváveis, que não refletem realmente o gosto médio dos adolescentes americanos. Importante considerar que a catástrofe de público do Teen Choice Awards se manifestou dois meses após o MTV Movie & TV Awards também registrar a pior audiência de sua História, visto por apenas 434 mil pessoas na MTV – uma queda de mais de 60% em relação à sintonia do programa no ano passado. Ambas as premiações tem o mesmo público-alvo e enfrentam a mesma desvalorização. Mas não estão sozinhas na falta de credibilidade. O People Choice Awards, exibido pelo canal pago E!, foi outro fiasco no ano passado, atraindo 580 mil espectadores em novembro. Em contraste, premiações da crítica, como o Globo de Ouro e o Critics Choice (exibida pela mesma Fox), foram assistidas por 18,6 milhões e 14,9 milhões de espectadores, respectivamente. Vale refletir.

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  • Série

    Parte 3 de La Casa de Papel bate recordes de audiência da Netflix pelo mundo

    2 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou em suas redes sociais que a Parte 3 de “La Casa de Papel” foi assistida por mais de 34 milhões de pessoas em seus primeiros sete dias de exibição. O número transforma a produção espanhola na série em língua não-inglesa mais vista da plataforma na sua semana de estreia. Outro número impressionante divulgado foi que 70% das pessoas maratonaram os oitos episódios em apenas uma semana. Isto dá um total de 24 milhões de pessoas. Em termos de comparação, 18,2 milhões completaram a 3ª temporada de “Stranger Things”, também com oito episódios, em seus primeiros sete dias. A série também bateu recordes como a mais vista em vários países, como Espanha, França, Itália, Argentina, Chile e Brasil. Nestes mercados, tornou-se a produção original da Netflix mais assistida em todos os tempos, superando inclusive produções faladas em inglês. A Netflix já confirmou a produção da Parte 4, que ainda não tem previsão de estreia. We’re going to need more masks for all of you. 34,355,956 households watched #LCDP3 in its first week, and we can’t thank you enough for being part of the gang. ? pic.twitter.com/rdNHfA4UH3 — La Casa de Papel (@lacasadepapel) 1 de agosto de 2019

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  • Série

    The Man in the High Castle: Cena inédita da temporada final explora o multiverso da série

    30 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou uma cena completa da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia é um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.

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    Netflix diz que mais de 40 milhões já viram a 3ª temporada de Stranger Things

    9 de julho de 2019 /

    A Netflix, que só revela audiências que lhe convém, postou em seu Twitter oficial que 40,7 milhões de assinantes assistiram a 3ª temporada de “Stranger Things” desde o lançamento, no dia 4 de julho – ou seja, em quatro dias. A empresa de streaming afirmou que o número é um recorde. Os novos episódios de “Stranger Things” já teriam sido mais vistos do que qualquer outro filme ou série em seus primeiros quatro dias no catálogo da plataforma. Como base de comparação, vale lembrar que a Netflix divulgou anteriormente que o filme “Bird Box” foi assistido por mais de 45 milhões de assinantes nos primeiros 7 dias. Além disso, “You” e “Sex Education” atingiram 40 milhões de visualizações em quatro semanas. Os números, entretanto, não se referem ao total de pessoas que chegaram até o final da temporada. A Netflix contabiliza séries “vistas” a partir do momento em que alguém completa 1/3 de um episódio. Segundo a própria empresa, até o momento “apenas” 18,2 milhões de pessoas viram todos os episódios da 3ª temporada de “Stranger Things”.

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    Yellowstone: Série de Kevin Costner é renovada para 3ª temporada com novidades no elenco

    20 de junho de 2019 /

    O canal pago Paramount renovou “Yellowstone” para sua 3ª temporada. O anúncio coincidiu com a estreia do segundo ano da produção, vista por 2,4 milhões de telespectadores – só perdeu para a audiência de estreia da série no ano passado (2,8 milhões). Além da renovação, a série vai receber o ator Josh Holloway (das séries “Colony” e “Lost”) no elenco da 3ª temporada. Fenômeno de audiência na TV paga americana, “Yellowstone” é a primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A 2ª temporada estreou na quarta-feria (19/6) nos Estados Unidos.

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    Atriz de Once Upon a Time terá papel importante em This Is Us

    19 de junho de 2019 /

    A atriz Jennifer Morrison, que protagonizou a série “Once Upon a Time” como Emma Swan, vai voltar à TV em uma nova série. Ela foi escalada na 4ª temporada de “This Is Us” para um grande e misterioso papel recorrente. Detalhes sobre sua personagem estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes do site TVLine afirmam que a atriz terá uma presença “importante” na trama desenvolvida por Dan Fogelman para a rede NBC. “This Is Us” narra a história da família Pearson em três momentos distintos, mas apresentados simultaneamente, mostrando desde Jack (Milo Ventimiglia) e Rebecca (Mandy Moore) como um casal jovem de pais nos anos 1980, até a vida adulta de seus filhos, Kate (Chrissy Metz), Kevin (Justin Hartley) e Randall (Sterling K. Brown). A 4ª temporada estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos, e a atração já se encontra renovada até seu 6º ano de produção. A série pode ser vista pelo canal pago Fox Premium e o serviço de streaming da Amazon no Brasil.

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    Big Little Lies retorna com audiência maior na HBO

    11 de junho de 2019 /

    A estreia da 2ª temporada de “Big Little Lies” foi vista ao vivo por 2,5 milhões de espectadores na noite de domingo (9/6) nos Estados Unidos, incluindo a audiência do canal pago HBO e de seu serviço de streaming. O número supera em mais de 30% o lançamento da série em 2017 (1,8 milhão) e fica bem próximo do final da 1ª temporada, com 2,6 milhões de visualizações. Em relação ao público que sintonizou a série apenas na TV, o total foi de 1,4 milhão, a segunda maior audiência da série. Apenas a season finale foi vista por mais pessoas – 1,8 milhão. Enquanto o primeiro ano foi focado no mistério sobre quem tinha morrido, o segundo começa com a investigação e destaque para o papel de Meryl Streep, que faz sua estreia na produção. A atriz multivencedora do Oscar vive Mary Louise Wright, mãe do violento Perry Wright (papel de Alexander Skarsgard). Na trama, ela busca respostas sobre a morte do filho. As cinco mulheres envolvidas no crime são vividas por Laura Dern, Shailene Woodley, Zoe Kravitz, Reese Witherspoon e Nicole Kidman. As duas últimas também produzem a série, que adaptou o livro homônimo de Liane Moriarty integralmente em sua 1ª temporada. Os novos capítulos são uma criação original do roteirista-produtor David E. Kelley (“Mr. Mercedes”), e todos foram dirigidos pela inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”). Assim como nos Estados Unidos, a estreia aconteceu em 9 de junho no Brasil.

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    Final de The Big Bang Theory vai ao ar no Brasil

    2 de junho de 2019 /

    O final da série “The Big Bang Theory” vai ao ar neste domingo (2/5) no Brasil. Após 12 temporadas e 279 episódios, o encerramento acontece com um capítulo especial de uma hora de duração, a partir das 22h no canal pago Warner. E para marcar a despedida, a emissora fará uma maratona durante todo o dia até chegar ao “season finale”. Nos Estados Unidos, o último episódio foi exibido há duas semanas, em 16 de maio, e virou o programa não esportivo mais visto do ano na TV norte-americana. Com a soma dos três primeiros dias da audiência de todas as plataformas – TV ao vivo, gravações digitais e streaming – foi assistido por 23,4 milhões de pessoas. O canal também vai exibir na sequência o documentário “Desvendando o Mistério: Um Adeus a Big Bang Theory”, com os bastidores e curiosidades da produção, comandado por Kaley Cuoco (Penny) e Johnny Galecki (Leonard). O dia dedicado aos fãs se completa com o último episódio da 2ª temporada do spin-off “Young Sheldon”, que irá ao ar logo após o fim da série principal, e com participação das versões crianças do elenco original de “The Big Bang Theory”. Ao longo de 12 anos de muito sucesso, os nerds de “The Big Bang Theory” levaram o público por viagens à Estação Espacial, aos laboratórios da CalTech, à loja de gibis de Stuart e a inúmeras discussões sobre cultura pop. Mais longeva série de comédia da história, a atração também recebeu 10 prêmios Emmy, um Globo de Ouro e seis People Choice Awards. Apesar do final, o universo da série vai continuar em “Young Sheldon”, ambientada em 1989 e que mostra a infância incomum de Sheldon Cooper: sua entrada na faculdade com 9 anos de idade e as relações com os membros de sua família. O ator Jim Parsons, intérprete do Sheldon adulto em “The Big Bang Theory”, participa do spin-off como produtor e narrador dos episódios.

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    Despedida de The Big Bang Theory vira programa mais assistido do ano nos EUA

    21 de maio de 2019 /

    O episódio final da série “The Big Bang Theory” virou o programa não esportivo mais visto do ano na TV norte-americana. Com a soma dos três primeiros dias da audiência de todas as plataformas – TV ao vivo, gravações digitais e streaming – a despedida da série, originalmente transmitida na quinta-feira passada (16/5), foi assistida por 23,4 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Este número é bem maior que a audiência até aqui divulgada para o final de “Game of Thrones”. O último capítulo da série da HBO foi visto por 19,3 milhões em todas as plataformas, mas este número se refere a apenas um dia, o domingo passado (19/5). Ainda não se passaram três dias da exibição do episódio, que, portanto, pode superar, em sua totalização final, a soma atual de “The Big Bang Theory”. De todo modo, a audiência somada de todas as plataformas faz do capítulo final de “The Big Bang Theory” o mais assistido nas 12 temporadas do sitcom da CBS. O recorde anterior pertencia ao episódio “The Deception Verification”, exibido em 2013, assistido por 20,4 milhões de pessoas ao vivo – numa época anterior à explosão dos streamings. O capítulo final da série, que trouxe vários momentos emotivos, ainda não foi exibido no Brasil. Ele vai ar apenas em 2 de junho, no canal pago Warner.

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    Final de Game of Thrones bate recorde de audiência da HBO

    20 de maio de 2019 /

    O episódio final de “Game of Thrones” exibido no domingo passado (19/5) na HBO, bateu um novo recorde de audiência. Intitulado “The Iron Throne”, o último capítulo da série foi visto por 19,3 milhões de telespectadores entre todas as plataformas da HBO (do canal tradicional aos aplicativos de streaming) dos Estados Unidos. O número faz do episódio o mais assistido de toda a história da série e do canal pago. O recorde pertencia, anteriormente, ao capítulo da semana passada, “The Bells”, exibido na semanas passada, que trouxe a destruição de Porto Real e atraiu 18,4 milhões de telespectadores. Na verdade, quase todos os capítulos da temporada registraram recordes da série e eles se tornaram individualmente as seis maiores audiências da história da HBO. Considerando apenas o público que sintonizou a série ao vivo na TV, o total foi de 13,6 milhões, novo recorde televisivo da HBO, superando a estréia da 4ª temporada de “The Sopranos”, que atraiu 13,4 milhões em 2002. O número, porém, é ainda inferior ao recorde da TV paga estabelecido por “The Walking Dead” – 17,2 milhões na estreia da 5ª temporada, em 2014. Estes são números apenas do público de TV – sem contar streaming. Escrito e dirigido pelos criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, o capítulo final dividiu as opiniões de crítica e recebeu comentários muito negativos nas redes sociais. No site Rotten Tomatoes, recebeu a segunda pior nota de toda a série, aprovado por apenas 51% da crítica – a pior nota foi do capítulo anterior: 47%.

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