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    Christopher Plummer (1929 – 2021)

    5 de fevereiro de 2021 /

    O ator Christopher Plummer, intérprete de papéis icônicos desde “A Noviça Rebelde” nos anos 1960 ao recente “Entre Facas e Segredos”, morreu nesta sexta (5/2) de causas naturais e cercado pela família aos 91 anos. Natural de Toronto e bisneto do ex-primeiro-ministro canadense John Abbott, Plummer começou sua trajetória pelos palcos e televisão de seu país natal. Mas sua voz estrondosa perfeita para o teatro o motivou a mudar-se para Nova York e tentar entrar na Broadway. Acabou se destacando na TV, em teleteatros gravados ao vivo, e fez sua estreia cinematográfica em 1958, no filme “Quando o Espetáculo Termina”, de Sidney Lumet, no papel de um dramaturgo. Sua carreira só foi deslanchar mesmo em meados dos anos 1960. Ele começou a chamar atenção como o vilão Commodus no épico “A Queda do Império Romano” (1964), de Anthony Mann – o mesmo antagonista que Joaquin Phoenix interpretou em “Gladiador” (2000). E em seguida deu vida a um de seus personagens mais famosos, o Capitão Von Trapp, viúvo que contrata a jovem Maria (Julie Andrews) como babá de seus filhos em “A Noviça Rebelde” (1965). O musical se tornou um dos maiores sucessos de Hollywood, catapultando o ator ao estrelato. Colhendo os louros de “A Noviça Rebelde”, Plummer assumiu uma coleção variadíssima de papéis, como o Marechal Rommel no suspense de guerra “A Noite dos Generais” (1967), o personagem-título da tragédia grega “Édipo Rei” (1968), o imperador inca Atahualpa em “Real Caçador do Sol” (1969), o Duque de Wellington em “Waterloo” (1970), o escritor Rudyard Kipling em “O Homem que Queria ser Rei” (1975) e até o detetive Sherlock Holmes em “Assassinato Por Decreto” (1979). A voz poderosa, o rosto sério e a postura enérgica lhe renderam uma filmografia repleta de figuras de autoridades. Ele parecia sisudo até na hora de fazer rir, como um aristocrata em “A Volta da Pantera Cor-de-Rosa” (1975), a comédia mais engraçada da franquia de Blake Edwards. Mas após o sucesso da ficção científica romântica “Em Algum Lugar do Passado” (1980), sua carreira deu uma guinada rumo ao cinema B, com suspenses, thrillers de ação e até filmes de terror, entre eles o cultuado “Morte nos Sonhos” (1984), passando uma década com mais destaque na TV, onde estrelou o mega hit “Os Pássaros Feridos” (1983) e telefilmes que lhe renderam prêmios da Academia da Televisão. Plummer venceu dois Emmys, como Melhor Ator por “Arthur Hailey’s the Moneychangers” (1976) e Melhor Dublagem pela animação “As Novas Aventuras de Madeline” (1994). Ele retomou as produções cinematográficas de prestígio com uma pequena aparição em “Malcolm X” (1992), de Spike Lee, que foi seguida por desempenhos em “Lobo” (1994), de Mike Nichols, e “Eclipse Total” (1995), de Taylor Hackford. A lista segue com o papel de pai de Brad Pitt na influente sci-fi “Os 12 Macacos” (1995), de Terry Gilliam, de avô de Nicolas Cage em “A Lenda do Tesouro Perdido” (2004), além de um klingon em “Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida” (1991), Van Helsing em “Drácula 2000” (2000) e Aristóteles em “Alexandre” (2004). Também teve participações destacadas em “O Informante” (1999), de Michael Mann, indicado ao Oscar de Melhor Filme, “Uma Mente Brilhante” (2001), de Ron Howard, vencedor do Oscar de Melhor Filme, e “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005), que rendeu um Oscar para George Clooney. Mas ele próprio teve reconhecimento tardio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, sendo indicado ao Oscar pela primeira vez apenas aos 80 anos de idade, por “A Última Estação” (2009), em que viveu o escritor russo Tolstoi. Curiosamente, após a indicação, não demorou a comemorar sua vitória, conquistando o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2012 por “Toda Forma de Amar” (2010), drama indie de Mike Mills, onde interpretou um viúvo que se assumia gay para o filho (Ewan McGregor). Na ocasião, aos 82 anos de idade, Plummer se tornou o ator mais velho a vencer um Oscar. “Você é só dois anos mais velha que eu, querida. Onde esteve minha vida toda?”, disse ele ao subir no palco e receber a estatueta, arrancando gargalhadas e aplausos da plateia de estrelas. Plummer ainda recebeu uma última nomeação por “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), de Ridley Scott, após substituir Kevin Spacey em refilmagens emergenciais, como o milionário pão-duro John Paul Getty. E com isso registrou um novo recorde em Hollywood. Aos 88 anos, se tornou o ator mais velho a ser indicado ao Oscar. Entre seus últimos desempenhos marcantes estão os papéis-títulos de “O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus” (2009) e “Barrymore” (2011, cinebiografia do ator John Barrymore), de Júlio César em “César e Cleópatra” (2009), do kaiser Guilherme II em “A Exceção” (2016), do velho Scrooge em “O Homem Que Inventou o Natal” (2017), sem esquecer o desempenho como empresário de Al Pacino em “Não Olhe para Trás” (2015), como par de Shirley Maclaine em dois romances de terceira idade, “Um Amor para Toda a Vida” (2007) e “Elsa & Fred: Um Amor de Paixão” (2014), e os dois milionários excêntricos que dão início às tramas de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Entre Facas e Segredos” (2019). Com a vasta carreira e reconhecimento artístico, a morte do ator repercutiu em Hollywood, trazendo à tona muitas memórias compartilhadas por atores e diretores que trabalharam com ele. Ellen Mirren foi uma das estrelas a celebrar o colega: “Tive a grande honra de trabalhar com Chris Plummer em seu papel indicado ao Oscar, Tolstoi [no filme ‘A Última Estação’]. Ele era uma força poderosa tanto como homem quanto como ator. Ele era um ator no significado da palavra no século 19 – seu compromisso com sua profissão. A sua arte era total, sendo o teatro uma constante e a parte mais importante da totalidade da sua vontade de se envolver com a narrativa. Ele era destemido, enérgico, corajoso, experiente, profissional e um monumento ao que um ator pode ser. Um Grande Ator no sentido mais verdadeiro. ” “Uma lenda viva que amava seu ofício e era um cavalheiro absoluto”, definou Rian Johnson, que o dirigiu em “Entre Facas e Segredos”. “Tive a sorte de ter compartilhado um set com ele”. “Que sorte eu tive de ter você ao meu lado naquela que foi uma das melhores experiências da minha carreira”, acrescentou Ana de Armas, também sobre “Entre Facas e Segredos”. “Obrigada para sempre por suas risadas, seu calor, seu talento, suas histórias sobre Marilyn, as vitaminas quando adoeci, sua paciência, sua parceria e sua dedicação. Sempre pensarei em você com amor e admiração”, completou. Christopher Plummer era casado com a atriz Elaine Taylor (“Cassino Royale”) desde 1970, com quem teve uma filha famosa, a também atriz Amanda Plummer, conhecida por “Pulp Fiction” (1994) e “Jogos Vorazes: Em Chamas” (2013).

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  • Série

    Fate: A Saga Winx ganha versão funk da música do desenho animado

    30 de janeiro de 2021 /

    Depois do “pedido” de Bruna Marquezine e Sasha Meneghel, a Netflix incluiu a música do desenho “O Clube das Winx” num vídeo com cenas da série “Fate: A Saga Winx”. A versão usada, porém, tem ritmo de funk. Confira abaixo. O vídeo explora uma reclamação do público, que notou a ausência do tema do desenho animado na versão live-action do streaming. Mas também reflete, sem querer, outro foco de protestos constantes dos assinantes. Depois de cancelar séries melhores por absoluta falta de divulgação, a Netflix está fazendo de tudo para chamar atenção para “Fate: A Saga Winx”. Um pouco tarde para as séries canceladas e um pouco demais para uma atração que é bem fraquinha. Lançada há pouco mais de uma semana (em 22/1), “Fate: A Saga Winx” teve apenas 31% de aprovação (nível Bolsonaro) da crítica em inglês, na apuração do site Rotten Tomatoes. Isto provavelmente é um bom sinal para quem gostou, porque a Netflix tem tradição de cancelar séries sobrenaturais adolescentes que agradam à imprensa, deixando fãs órfãos e muitas vezes sem final – casos recentes de “Daybreak” (70% de aprovação), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina, 81%), “The Society” (86%), “I Am Not Okay With This” (87%) e “A Ordem” (The Order, 100% de aprovação!).

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  • Etc,  Série

    Bruna Marquezine e Sasha Meneghel dançam funk das Winx na Netflix

    25 de janeiro de 2021 /

    Depois de cancelar séries melhores por absoluta falta de divulgação, a Netflix resolveu apoiar o lançamento de “Fate: A Saga Winx” com um vídeo exclusivo para o público brasileiro, que conta com participação de Sasha Meneghel (a filha da Xuxa) e Bruna Marquezine (que foi recentemente contratada pela plataforma). O vídeo explora uma reclamação do público, que notou a ausência da música tema do desenho animado na versão live-action do streaming. Após protestarem junto à Netflix, elas receberam uma proposta de gravar um vídeo com uma dancinha ao som do tema original, em ritmo de funk nacional. A ideia é que isso crie engajamento, dentro de uma campanha para os fãs postarem no TikTok vídeos imitando ou criando sua própria coreografia para a música de “O Clube das Winx”. Tem até hashtag: #DesafioFunkDasWinx. Para ver como as duas são novinhas, o desenho animado italiano foi criado por Iginio Straffi em 2004 e marcou a infância delas, a ponto de chamarem a série de “o ‘comeback’ que a gente tava esperando” e ficarem frustradas por não ouvir “Quando damos nossas mãos, nos tornamos poderosas, porque juntas somos in-ven-cí-veis!” Os críticos adultos, porém, não demonstraram a mesma afetividade pela produção que elas festejam. Lançada na sexta-feira (22/1), “Fate: A Saga Winx” teve apenas 31% de aprovação da crítica em inglês, na apuração do site Rotten Tomatoes. Isto provavelmente é um bom sinal para quem gostou, porque a Netflix tem tradição de cancelar séries sobrenaturais adolescentes de qualidade, deixando fãs órfãos e muitas vezes sem final – casos recentes de “Daybreak” (70% de aprovação), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina, 81%), “The Society” (86%), “I Am Not Okay With This” (87%) e “A Ordem” (The Order, 100% de aprovação!).

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  • Série

    Série Ó Paí, Ó vai ganhar continuação

    16 de janeiro de 2021 /

    A série “Ó Paí, Ó”, que foi ao ar na rede Globo em duas temporadas, entre 2008 e 2009, ganhará continuação no Canal Brasil. Chamado de “Ó Paí, Ó – Dendicasa?”, o revival terá quatro episódios e mostrará a mudança na vida dos moradores do cortiço no Pelourinho durante a pandemia. Eles aparecerão tentando se proteger e ajudando uns aos outros. A atração da década passada já era desdobramento do filme homônimo de Monique Gardenberg de 2007, estrelado por Lázaro Ramos, Dira Paes e Wagner Moura. A diretora e Lázaro Ramos participaram das duas encarnações anteriores e estarão de volta no novo projeto, junto com os atores do Bando de Teatro Olodum, além de Dira Paes, Érico Brás (que co-estrelou a série) e Luis Miranda. Ramos dará vida mais uma vez ao cantor Roque, morador do cortiço que vai à luta para defender sua comunidade e a cultura baiana, enquanto Brás interpreta Reginaldo, um taxista que sempre dá um jeitinho de se enfiar nos planos do amigo. Já Dira Paes, que viveu Psilene no longa-metragem de 2007 que inspirou a série, aparecerá com a personagem pela primeira vez na TV. E Luis Miranda, que fez uma participação como um fiscal da prefeitura na 2ª temporada, agora terá mais destaque. A data de início das gravações ainda não foi definida.

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  • Série

    Revival da série Dexter define intérprete do novo vilão

    5 de janeiro de 2021 /

    O ator veterano Clancy Brown, especialista em papéis de vilões, está se juntando ao revival de “Dexter” no canal pago americano Showtime, como o principal antagonista do personagem-título, vivido por Michael C. Hall. Brown fará o vilão Kurt Caldwell. Diz a descrição oficial do personagem: “Caldwell nasceu e foi criado na cidade de Iron Lake. Na verdade, alguns o consideram o prefeito não oficial de sua pequena cidade. Ele realizou o sonho americano ao deixar de dirigir grandes caminhões pelo país, assim como seu pai fazia, para agora possuir vários caminhões e a parada de caminhões local. Poderoso, generoso, amado por todos – ele é um verdadeiro homem do povo. Se ele está te protegendo, considere-se abençoado. Mas se você contrariar Kurt ou machucar alguém de quem ele gosta… que Deus te proteja.” Ele é o primeiro ator confirmado nos novos episódios, além de Hall, que estrelou a série original de 2006 a 2013, e retorna junto com o showrunner Clyde Phillips. Brown ficou conhecido por interpretar vilões famosos, como o Capitão Byron Hadley em “Um Sonho de Liberdade” (1994), bem como o Kurgan em “Highlander: O Guerreiro Imortal” (1986) e o pastor maligno Justin Crowe na série “Carnivale”, da HBO, sem esquecer vários vilões clássicos da Marvel e da DC em séries animadas. Em compensação, ele tem sido a voz original do Sr. Siriguejo desde o lançamento do desenho “Bob Esponja Calça Quadrada” em 1999.

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  • Etc

    Zooey Deschanel recria cena de Um Duende em Nova York com Will Ferrell

    14 de dezembro de 2020 /

    A atriz Zooey Deschanel (“New Girl”) postou em seu Instagram um trecho do reencontro – à distância – com Will Ferrell, que acompanhou o relançamento de “Um Duende em Nova York” (Elf) nos cinemas e ajudou a financiar a campanha ao senado do Partido Democrática no estado da Georgia. O trecho divulgado foi uma recriação do dueto acapella de “Baby, It’s Cold Outside”, que, no filme, acontece enquanto Jovie (Zooey) toma banho. A cantoria ocorreu durante uma leitura virtual do roteiro, que Deschanel batizou de #ElfForGeorgia. Bem-sucedido, o evento também contou com participações de Busy Philipps (“Cougar Town”), Ed Helms (“Se Beber Não Case”) e Gaten Matarazzo (“Stranger Things”). No Instagram, a atriz agradeceu a todos que participaram da transmissão ao vivo. Ela escreveu: “Adorei reunir-se com o elenco e todos os nossos convidados muito especiais”. Nostalgia em nome de uma boa causa? Agora é disso que estamos falando!”. Detalhe: o relançamento do filme de 2003 ficou em 3º lugar nas bilheterias deste fim de semana na América do Norte. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zooey Deschanel (@zooeydeschanel)

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  • Filme

    True Blood vai ganhar remake do criador de Riverdale

    9 de dezembro de 2020 /

    A HBO planeja lançar um remake de “True Blood”, série de vampiros estrelada por Anna Paquin, Stephen Moyer e Alexander Skarsgard, que durou sete temporadas entre 2008 e 2014. O site The Hollywood Reporter apurou que o canal encomendou a produção de uma nova adaptação dos livros de Charlaine Harris, que inspiraram a série, para o roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “Aventuras Sombrias de Sabrina”. Ele vai trabalhar com a roteirista Jami O’Brien (criadora “NOS4A2”) no projeto. Aguirre-Sacasa vinha tentando emplacar uma série de vampiros contemporânea, “The Brides”, sobre as três “Noivas de Drácula”, mas o piloto, que estava em desenvolvimento na rede ABC, acabou recusado. Este será o segundo remake de série popular que a WarnerMedia encomenda ao produtor. Ele também tem a missão de reinventar “Pretty Little Liars” para a HBO Max. A diferença entre os dois projetos é que Alan Ball, o criador da “True Blood” original, está a bordo da nova versão. Ele vai participar como produtor executivo. A HBO não comentou a notícia.

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  • Série

    Thriller de ação Ponto de Vista vai virar série

    3 de dezembro de 2020 /

    A rede NBC encomendou o piloto de uma série baseada no filme “Ponto de Vista” (Vantage Point), trama de suspense sobre uma tentativa de assassinato do Presidente dos Estados Unidos. Estrelado por Dennis Quaid, Matthew Fox, Forest Whitaker, William Hurt e Sigourney Weaver, o thriller de 2008 apresentava seu mistério por partes, reunindo testemunhas com diferentes visões do atentado, até que todas peças juntas formassem um quadro inesperado. Segundo a sinopse divulgada, a série vai adaptar essa premissa para a “era das notícias falsas”, em que “a verdade pode parecer inadequada na melhor das hipóteses e distorcida na pior”. “Ao abraçar uma infinidade de perspectivas diferentes – que vão desde agentes do governo a informantes civis a espectadores inocentes – os espectadores se encontrarão na posição única de decidir o que realmente aconteceu”, completa o texto. A adaptação está a cargo do próprio roteirista do filme, Barry L. Levy, que trabalhará em conjunto com seu produtor de 2008, Neil H. Moriz. O projeto é o terceiro filme que a Sony TV está tentando transformar em série na rede NBC. O estúdio também emplacou pilotos baseados nos longas “Encontrando Forrester” (2000) e “Tomates Verdes Fritos” (1991). Veja abaixo o trailer eletrizante do filme original, com várias reviravoltas que se prestam à ganchos de episódios semanais.

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  • Filme

    Dwayne Johnson vai produzir reboot de O Escorpião Rei

    10 de novembro de 2020 /

    O astro Dwayne Johnson anunciou que vai produzir um reboot de “O Escorpião Rei”, filme de seu primeiro personagem nos cinemas, em parceria com a Universal Pictures. Johnson trocou a carreira de lutador profissional pelo estrelato nos cinemas ao viver o guerreiro amaldiçoado Escorpião Rei em “O Retorno da Múmia” (2001). O vilão chamou atenção e acabou ganhando um filme de origem, “O Escorpião Rei”, que surpreendeu com ótimo desempenho nas bilheterias no ano seguinte, abrindo caminho para o lutador conhecido como The Rock virar o ator mais bem pago de Hollywood. Em comunicado, Johnson se disse animado com o novo projeto. “‘O Escorpião Rei’ foi o meu primeiro papel em tela grande e me sinto honrado e animado para reimaginar e apresentar essa mitologia para uma nova geração. Eu nunca teria a carreira que tenho sorte de ter se não fosse por ‘O Escorpião Rei’, e estou muito entusiasmado por poder ajudar a oferecer as mesmas oportunidades para outros atores esforçados de hoje”. Embora não deva voltar a interpretar o protagonista, graças a uma agenda lotada até 2022, ele pode fazer uma aparição na nova versão. O roteirista Jonathan Herman, que foi indicado ao Oscar por “Straight Outta Compton”, é o responsável pela adaptação. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a principal diferença para o filme original é que o reboot vai se passar nos dias atuais. Vale observar que o personagem criado pelo diretor Stephen Sommers apareceu em mais quatro filmes, estrelados por outros atores e lançados diretamente em vídeo, entre 2008 e 2018.

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  • Filme

    Vince Vaughn revela conversas para Penetras Bons de Bico 2

    5 de novembro de 2020 /

    Vince Vaughn revelou que está conversando sério com Owen Wilson sobre uma sequência de “Penetras Bons de Bico” (2005), um dos maiores sucessos da carreira da dupla. Durante uma entrevista para o programa “Entertainment Tonight”, o ator de 50 anos contou que tanto ele quanto Wilson consideram reprisar seus papéis num novo filme, que voltaria a ser dirigido por David Dobkin, responsável pelo filme original. “Owen, eu e o diretor de ‘Penetras Bons de Bico’ temos conversado seriamente pela primeira vez [sobre] uma sequência desse filme”, disse Vaughn. “Surgiu uma ideia que é muito boa. Por isso, estamos falando, mas está nos estágios iniciais.” Na bem-sucedida comédia, Vaughn e Wilson viviam penetras, que invadiam festas de casamento para conhecer mulheres. O elenco estelar da produção também incluiu Rachel McAdams, Isla Fisher, Will Ferrell e Bradley Cooper. “Foi um filme divertido de fazer”, disse Vaughn ao relembrar da produção. “É sempre divertido fazer as pessoas rirem e trabalhar com pessoas engraçadas.” O ator agora está estrelando outro filme considerado bastante engraçado, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino”, ao lado de Kathryn Newton (de “The Society” e “Supernatural”). O filme segue Millie (Newton), de 17 anos, uma estudante “comum e chata” que, durante um evento sobrenatural, acaba trocando de corpo com um serial killer (Vaughn). Esta versão slasher de “Freaky Friday” (“Sexta-Feira Muito Louca” na versão brasileira com Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan) está sendo considerada divertidíssima nos EUA, com 86% de aprovação da crítica. Com lançamento em 13 de novembro nos EUA, o filme tem estreia marcada para 10 de dezembro nos EUA.

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    Possuída: Terror cult de lobisomem adolescente vai virar série

    27 de outubro de 2020 /

    O cultuado filme de terror “Possuída” (Ginger Snaps) vai virar série. A produtora do longa original, a canadense Copperheart Entertainment, juntou-se à Sid Gentle Films, produtora britânica de “Killing Eve”, para realizar a adaptação. Lançado em 2000, o filme acompanhava duas irmãs adolescentes “alternativas” (vividas por Katharine Isabelle e Emily Perkins), que tinham que lidar com o fato de que uma delas foi contaminada por um lobisomem e começa a se transformar numa criatura sanguinária. Mas a maldição também aflora sua sexualidade e permite vingança contra os garotos e Patricinhas que a esnobavam. Combinado terror, angústia adolescente e humor negro, “Possuída” virou sensação no circuito dos festivais do gênero, ganhando vários prêmios e elogios da crítica – tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, o que é raro para um filme de temática sobrenatural. A produção chamou tanta atenção que virou franquia, ganhando mais dois filmes – uma continuação direta e uma extrapolação com as atrizes originais, passada no Velho Oeste. A repercussão também foi ótima para a carreira dos envolvidos. As atrizes estão até hoje ligadas a produções do gênero. Perkins viveu Becky Rosen, a fã/esposa de Sam Winchester em aparições recorrentes na série “Supernatural”, enquanto Isabelle estrela atualmente a série “The Order”, com destino indefinido na Netflix. Mas o grande destaque ficou com o diretor-roteirista John Fawcett, que depois de “Possuída” ganhou a chance de criar sua primeira série. Foi simplesmente “Orphan Black”, o maior sucesso do canal pago BBC America até a estreia de “Killing Eve”. Fawcett também está por trás do projeto da série de “Ginger Snaps” (título original). Ele é um dos produtores principais da atração em potencial, que terá seu piloto escrito por Anna Ssemuyaba (da série “Guerilla”). O projeto vai manter a premissa do filme, acompanhando a história das irmãs Ginger e Brigette, que são párias autodeclaradas em sua cidade natal. Inseparáveis ​​e fascinadas com o macabro, eles fazem um pacto para escapar de sua sonolenta casa suburbana aos 16 anos ou então tirar a própria vida. Mas na noite de sua primeira menstruação, Ginger é atacada e infectada por um lobisomem, o que desencadeia um tipo monstruoso de puberdade. Brigette não consegue entender essa nova versão de sua irmã, que é violenta e sexual. Enquanto uma trilha de sangue começa a se formar no rastro de Ginger, Brigette deve encontrar uma maneira de conter os novos desejos de sua irmã ou arriscar perdê-la para sempre. “Há muito tempo sou um fã do original brilhante. É o tipo de história distorcida, provocativa e descontroladamente divertida que amamos na Sid Gentle”, disse a produtora associada Sally Woodward Gentle (de “Killing Eve”) em comunicado sobre o piloto. “Já se passaram 20 anos desde que o mundo foi apresentado à icônica adolescente lobisomem e mal podemos esperar para reintroduzi-la para novos fãs de terror já dedicados e ansiosos.” “Nós amamos ‘Killing Eve’ e seu tom de humor negro e forte perspectiva feminista estão muito alinhados com o que estávamos fazendo com os filmes de ‘Ginger Snaps’”, disse Steve Hoban, sócio de Fawcett na Copperheart Entertainment. “E agora, a combinação de Anna, John e esta incrível equipe de produção, em ambos os lados do Atlântico, é a alquimia perfeita para transformar ‘Ginger Snaps’ em uma nova série impressionante.” “O que poderia ser mais socialmente relevante nos dias de hoje que lançar a série de ‘Ginger Snaps’?”, acrescentou Fawcett. “Para mim, esta é a sequência definitiva de ‘Orphan Black’ e eu sei que esses fãs vão encontrar um novo amor com as icônicas Ginger e Brigette Fitzgerald. Anna Ssemuyaba é a escritora perfeita para nos ajudar a levar nossa história de terror nervosa e poderosa para a telinha. Mal posso esperar para dar uma grande mordida nisso!” A agência Endeavor Content vai agora negociar o projeto com canais e plataformas interessadas. Aproveite para lembrar o filme original com o trailer abaixo.

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    Produtor diz que volta de Dexter vai “consertar” final da série

    18 de outubro de 2020 /

    Após um dos finais mais frustrantes da TV, “Dexter” ganhou uma segunda chance de acertar as contas com sua história, graças a encomenda de uma minissérie de 10 episódios, que resgatará o personagem vivido por Michael C. Hall. Em entrevista ao podcast Top 5, do site The Hollywood Reporter, o produtor-roteirista Clyde Phillips, responsável pelo revival, prometeu “consertar” o fim da série com os novos episódios, mas também afirmou que não pretende desfazer os acontecimentos polêmicos da última temporada. Phillips não tem culpa pelo final controvertido. Ele foi o showrunner de “Dexter” durante a fase elogiada da série, entre sua 1ª e 4ª temporada. A série durou mais quatro anos e, agora, o produtor diz que pretende iniciar tudo do zero, ainda que respeitando o que foi mostrado antes. “Nós basicamente vamos começar do zero”, disse Phillips. “Não queremos que esta seja a 9ª temporada de ‘Dexter’,” ele continuou. “Quase dez anos se passaram e a série refletirá essa passagem do tempo. Quanto ao novo desfecho, não terá nenhuma semelhança com o final original. É uma ótima oportunidade para escrever um segundo final.” Referindo-se à recepção negativa do desfecho, que mostrou a morte de personagens importantes e o autoexílio do protagonista – também conhecido como “final lenhador” de Dexter – , Phillips afirmou: “Esta é uma oportunidade de consertar isso”. Entretanto, ele garante que não pretende desfazer o que foi mostrado. “Não estamos desfazendo nada”, afirmou. “Não vamos trair o público e dizer: ‘Opa, foi tudo um sonho’. O que aconteceu nos primeiros oito anos da série é definitivo.” Isto impedirá o reencontro entre Dexter e personagens queridos dos fãs da série. Mas Phillips não abordou a premissa do revival, que pode ser motivado por uma simples recaída de Dexter, submetido a seus instintos assassinos (ele é um serial killer, afinal), ou ter relação mais direta com eventos da série. O final original deixou um gancho para uma investigação sobre o paradeiro do filho biológico do protagonista, dado como desaparecido e visto pela última vez sob os cuidados de Hannah McKay (Yvonne Strahovski), a única assassina que Dexter poupou e a quem confiou a criação do menino. Os novos episódios tem estreia planejada para o outono norte-americano (entre setembro e novembro) de 2021.

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    Série Dexter vai voltar com episódios inéditos

    14 de outubro de 2020 /

    O canal pago Showtime anunciou a volta da cultuada série “Dexter”, com novos episódios estrelados por Michael C. Hall. A trama será uma continuação da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan, o psicopata “bonzinho” vivido por Hall, optando por se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e contará com apenas 10 capítulos, comandados pelo showrunner original da atração, Clyde Phillips. E já tem previsão para começar suas gravações no início do próximo ano, com uma estreia planejada para o outono de 2021 (entre setembro e novembro). “‘Dexter’ é uma série especial, tanto para seus milhões de fãs quanto para a Showtime, já que esse programa inovador ajudou a colocar nosso canal no mapa há muitos anos”, disse o presidente da Showtime Entertainment, Gary Levine. “Só revisitaríamos esse personagem único se pudéssemos encontrar uma abordagem criativa que fosse verdadeiramente digna da série original e brilhante. Bem, estou feliz em informar que Clyde Phillips e Michael C. Hall encontraram isso, e mal podemos esperar para gravá-la e mostrá-la ao mundo. ” A conclusão aberta da série chegou a render a especulações sobre um spin-off, com o então chefe da Showtime, David Nevins, dizendo o canal chegou a discutir isso, mas só avançaria se Hall estivesse envolvido. Phillips atuou como showrunner nas primeiras quatro temporadas de “Dexter”, saindo em 2009. Foi sob comando que a atração virou um fenômeno, ganhando três indicações ao Emmy de Melhor Série de Drama e quatro indicações no troféu do Sindicato dos Roteiristas (WGA Awards) na mesma categoria. Hall, por sua vez, recebeu cinco indicações consecutivas ao Emmy por interpretar Dexter, vindo a ganhar o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG Awards) pelo papel em 2010. Depois da série, nenhum dos novos projetos do ator teve o mesmo sucesso. Seus créditos mais recentes incluem a série “Safe” (2018), na Netflix, e o thriller “O Relatório” (2019), na Amazon. A volta de “Dexter” integra uma linha de revivals que a Showtime vem explorando nos últimos anos, entre eles “Twin Peaks: The Return”, “The L Word: Generation Q” e “Penny Dreadful: City of Angels”.

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