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    Cardi B homenageia Pamela Anderson em ensaio fotográfico

    25 de agosto de 2020 /

    A rapper e eventual atriz Cardi B (“As Golpistas”) publicou um ensaio fotográfico em seu Instagram, em que recria o visual de Barb Wire, personagem de quadrinhos que virou filme estrelado por Pamela Anderson em 1996. Ela aparece de arma em punho e com a roupa da personagem. Os quadrinhos tiveram curta duração (contando uma minissérie, foram 13 exemplares de 1994 a 1996), enquanto o filme foi destruído pela crítica (26% no Rotten Tomatoes) e fracassou nas bilheterias (arrecadou apenas US$ 3,8 milhões com um orçamento de US$ 23 milhões). Mas ganhou fama de cult com o lançamento em vídeo e com o passar do tempo. Cardi B ainda brincou com o nome da personagem ao legendar as imagens. Ela escreveu “Give it to Bardi” e “Bardi Anderson” no Twitter. Será curioso descobrir se há alguma razão especial para Cardi B canalizar Barb Wire nas redes sociais. Ela parece ser uma grande fã do personagem e pode estar em campanha para assumir o papel nas telas. Cardi B será vista a seguir em “Velozes e Furiosos 9”, em 2021. Confira abaixo do ensaio publicado no Instagram uma imagem de Pamela Anderson como Barb Wire, para perceber melhor a homenagem. Ver essa foto no Instagram Give it to Bardi Uma publicação compartilhada por Cardi B (@iamcardib) em 18 de Ago, 2020 às 3:30 PDT

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    O Professor Aloprado vai ganhar nova versão

    24 de agosto de 2020 /

    O filme “O Professor Aloprado” (The Nutty Professor) deve ganhar uma nova versão. De acordo com informações do Deadline, a produtora Project X Entertainment adquiriu os direitos da comédia clássica de Jerry Lewis, que Eddie Murphy refilmou nos anos 1990. A produção está a cargo de James Vanderbilt, sócio da Project X e roteirista de sucessos como “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “Mistério no Mediterrâneo” (2019). Mas ele não deve escrever a nova adaptação, que ainda não tem equipe criativa definida. “O Professor Aloprado” de 1963 é considerada uma das melhores comédias do falecido Lewis. A trama segue um professor nerd que, para melhorar sua vida amorosa, bebe uma poção que temporariamente o transforma num belo, mas egocêntrico cantor, Buddy Love. Era uma espécie de “O Médico e o Monstro” romântico, em que Lewis aproveitava para criticar seu ex-parceiro, o cantor Dean Martin. O filme ganhou reboot em 1996, com Murphy interpretando o personagem-título e seu alter ego, além de cinco outros membros da família do professor. Esse filme foi um grande sucesso e gerou a sequência “O Professor Aloprado 2: A Familia Klum”, que foi lançada em 2000. A refilmagem é o segundo projeto antigo que a Project X busca resgatar. A empresa também é responsável pelo retorno da franquia “Pânico” (Scream), que vai ganhar seu quinto filme em 2021.

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    Russell Crowe revela que deve sua carreira a Sharon Stone

    20 de agosto de 2020 /

    O ator Russell Crowe, vencedor do Oscar por “Gladiador”, fez uma confissão inusitada a Seth Meyers ao participar na quarta (19/4), por videoconferência, do programa do apresentador. O tema da entrevista era seu novo filme, “Unhinged”, que estreou com sucesso no Canadá, onde os cinemas já reabriram. Mas ele aproveitou para lembrar que devia sua carreira em Hollywood à atriz Sharon Stone. Crowe destacou como foi importante para ele ter entrado no elenco do western de 1995, “Rápida e Mortal”, que a atriz estrelou e produziu. Se ela não tivesse batido o pé, anos atrás, ele sugere que talvez nunca tivesse conseguido se estabelecer nos EUA. “Demorei 18 meses ou mais e literalmente centenas e centenas de reuniões antes de conseguir um trabalho americano. E só consegui porque Sharon Stone viu um filme que eu estrelei [na Austrália]”, ele contou. “E ela estava em uma guerra de espadas com os produtores masculinos do filme e bateu o pé para dizer: ‘Vou contratar a pessoa que quiser contratar como interesse amoroso’”, Crowe contou. No filme, Crowe interpretou Cort, um ex-pistoleiro e fora-da-lei que se tornou pregador. Foi sua estreia no cinema americano. Dirigido por Sam Raimi, o longa também tinha em seu elenco Gene Hackman e Leonardo DiCaprio. “Se não fosse pela vontade e força dela, não sei quanto tempo poderia ter se passado antes de eu conseguir um papel num filme americano”, disse ele, dando a entender que não os outros produtores não queriam contratá-lo. “Eu tenho muito que agradecer a ela.” Assista à entrevista de Crowe no “Late Night with Seth Meyers” abaixo.

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  • Filme

    Lebron James revela uniforme do Tune Squad na sequência de Space Jam

    18 de agosto de 2020 /

    Lebron James revelou seu uniforme especial de “Space Jam: A New Legacy”, continuação do clássico de 1996 estrelado por Michael Jordan e a Turma do Pernalonga. No novo filme, ele ocupa a vaga de Jordan como novo integrante do Tune Squad, o time de basquete dos Looney Tunes – como é conhecida a Turma do Pernalonga em inglês. Quem fez a apresentação foi Maverick Carter, amigo e empresário de Lebron. “Queremos dar uma espiadinha no membro da nossa família, nosso líder, o senhor Lebron James no novíssimo uniforme do Tune Squad, que estará no filme. Espero que você goste”. O vídeo então apresenta um clipe em câmera lenta de Lebron desfilando o novo uniforme: um conjunto azul com o círculo laranja que representa os Looney Tunes estampado tanto no short quanto na camisa. O círculo laranja é extraído dos desenhos animados clássicos, o fundo do “Isso é tudo, pessoal” (that’s all, folks”) dos Looney Tunes. Mas vale reparar na marca da Nike, já sugerindo a fabricação em larga escala e sua comercialização. A Warner aproveitou e também divulgou uma arte oficial do filme, com Lebron uniformizado (acima). Em desenvolvimento há quatro anos, a continuação de “Space Jam” definiu LeBron James em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas só contratou o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (Girls Trip, 2017), em julho do ano passado – após negociações com Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). O longa contará também com os jogadores da NBA Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, os atores Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) também estão no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia está marcada, há mais de um ano, para julho de 2021. Entretanto, é uma data que deve ser alterada, pois a pandemia do novo coronavírus paralisou a produção antes de seu final. Would it be the Family Reunion without a special surprise?! @mavcarter gives our I Promise families the first ever look at @KingJames in his @spacejammovie ‘A New Legacy’ jersey! 👀🔥 pic.twitter.com/XsPYL1dvcU — LeBron James Family Foundation (@LJFamFoundation) August 18, 2020

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  • Filme

    Atriz da série Vida vai estrelar Pânico 5

    17 de agosto de 2020 /

    A estrela da série “Vida” Melissa Barrera entrou no elenco de “Pânico 5”. Ela é a primeira atriz novata confirmada na produção, juntando-se a Courtney Cox e David Arquette, que retornam pela quinta vez à franquia. Os produtores ainda não confirmaram a participação de Neve Campbell, que interpretou Sidney Prescott, principal personagem dos quatro filmes anteriores, mas a atriz disse em maio que estava em negociações para repetir o papel. Segundo apurou o site Deadline, Melissa Barrera terá destaque no novo filme. A atriz e cantora mexicana encontra-se em ascensão em Hollywood, tendo filmado recentemente o musical “Em um Bairro de Nova York”, que a Warner pretende lançar em junho de 2021, e ainda vai dar vida à personagem-título da ópera “Carmen”, num filme que marcará a estreia na direção do coreógrafo Benjamin Millepied, marido de Natalie Portman (os dois se conheceram nas filmagens de “Cisne Negro”). Os planos da produtora Spyglass (que comprou os direitos dos filmes da Weinstein Company) para “Pânico 5” preveem um período curto de filmagens, entre o outono (setembro em diante) e o fim do ano nos EUA. Por conta da proximidade das datas, novos nomes devem ser anunciados em breve pela produção. Os responsáveis pelo novo filme são Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que assinaram o recente terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), lançado diretamente em VOD no Brasil. Eles substituem o falecido Wes Craven, que assinou os títulos anteriores. O roteiro está a cargo de Guy Busick (também de “Casamento Sangrento”) e do veterano James Vanderbilt (roteirista de “O Espetacular Homem-Aranha”). O escritor original da franquia, Kevin Williamson (que criou “The Vampire Diaries”), desta vez participa da continuação apenas como produtor.

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  • Filme

    Intérprete de Morpheus diz que não foi convidado a filmar Matrix 4

    17 de agosto de 2020 /

    O ator Laurence Fishburne, intérprete de Morpheus nos três filmes de “Matrix”, contou à New York Magazine que não está envolvido no quarto longa da franquia porque, simplesmente, não foi convidado. “Eu não fui convidado. Talvez eu escreva uma peça com o tempo livre. Eu desejo o melhor para eles [da produção de ‘Matrix 4’]. Espero que seja um ótimo filme”, disse Fishburner. Fãs da franquia devem ter percebido o paradoxo. Morpheus foi o único integrante original da trilogia que sobreviveu ao final de “Matrix: Revolutions” (2003). Já Neo (Keanu Reeves) e Trinity (Carrie-Anne Moss), que morreram no último filme, estarão de volta. De acordo com rumores que circulam desde o começo da produção de “Matrix 4”, Morpheus deve, sim, participar da trama, mas numa versão mais jovem, o que pode indicar algum elemento de viagem no tempo na trama. O ator Yahya-Abdul Mateen, conhecido por papéis em “Aquaman” e “Watchmen”, que faz parte do elenco, é apontado como o intérprete da nova versão do personagem vivido por Fishburne. Atualmente sendo filmado em Berlim, na Alemanha, com direção de Lana Wachowski, o filme também contará com Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Jonathan Groff (“Mindhunter”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum deles teve os papéis revelados. Apesar da retomada relativamente rápida das filmagens, o longa, que estrearia em maio de 2021, teve seu lançamento adiado para 2022.

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  • Série

    As Patricinhas de Beverly Hills vai virar série de mistério

    14 de agosto de 2020 /

    A plataforma de streaming Peacock encomendou uma série derivada do filme “As Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless), grande sucesso adolescente dos anos 1990. Mas, entre outros detalhes, a série vai ignorar a passagem do tempo. A nova versão vai se passar nos tempos atuais e será focada em Dionne. No filme, ela é a melhor amiga da personagem principal, Cher. E tem uma curiosidade. Dionne foi vivida por Stacey Dash tanto no filme de 1995 quanto na série lançada no ano seguinte, que teve três temporadas. Ainda sem título, a nova atração será, portanto, a segunda série inspirada no longa da cineasta Amy Heckerling, que consagrou a atriz Alicia Silverstone como Cher, além de ter lançado as carreiras cinematográficas da precocemente falecida Brittany Murphy e de Paul Rudd, agora astro da Marvel. Mas, ao contrário da primeira série, que tinha o mesmo nome do filme, a produção atual terá uma trama de mistério, que indaga “o que acontece quando a rainha Cher desaparece e sua amiga Dionne preenche seu lugar”. Segundo a sinopse, a série propõe um questionamento: “Como Dionne lida com as pressões de ser a nova menina mais popular da escola, enquanto desembaraça o mistério do que aconteceu com sua melhor amiga?” Outra diferença em relação às produções anteriores é que Amy Heckerling, roteirista e diretora do filme original, além de criadora da série que o seguiu, não está envolvida no novo projeto. Os roteiristas deste mistério teen são Jordan Reddout e Gus Hickey (de “Will & Grace”) e a equipe da série também conta com a produtora executiva Corinne Brinkerhoff (“Jane the Virgin”).

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  • Filme

    Um Maluco no Pedaço vai ganhar remake como drama

    12 de agosto de 2020 /

    A série clássica dos anos 1990 “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), que transformou em ator o então rapper Will Smith, vai ganhar nova versão, agora reimaginada como um drama. O projeto é baseado numa produção de fã que viralizou em 2019. O jovem Morgan Cooper produziu e postou um “trailer” de quatro minutos, apresentando como seria o clássico sitcom se os personagens interpretassem um drama, e o trabalho acabou elogiado por Will Smith. Os dois se encontraram e a conversa tomou um rumo inesperado, com Smith se propondo a produzir uma série a partir daquela ideia. “Morgan fez um trailer absurdo de ‘Maluco’ – uma ideia brilhante, a versão dramática de ‘Um Maluco no Pedaço’ para a próxima geração”, disse Smith em seu canal do YouTube na época. O projeto está agora em desenvolvimento pela Westbrook Studios, produtora de Smith e de sua esposa Jada Pinkett Smith, em parceria com a Universal TV, e será oferecido ao mercado. A produção será realmente um drama com episódios de uma hora e incluirá a história de como o personagem de Smith se envolveu em uma briga com membros de uma gangue na Filadélfia antes de ser enviado para morar com seus parentes ricos no afluente subúrbio de Bel-Air, em Los Angeles. Cooper será co-autor do roteiro, diretor e creditado como co-produtor executivo, trabalhando ao lado de vários integrantes da equipe criativa do programa original e do showrunner Chris Collins (“The Wire”), segundo relatos. Vale observar que, depois de lançar “Bel-Air” (nome oficial do “trailer”), Morgan fez um novo curta, “U Shoot Videos?”, que foi premiado no Festival de Tribeca do ano passado. “Um Maluco no Pedaço” foi exibido nos EUA por seis temporadas, entre 1990 e 1996, tornando-se um sucesso global. No Brasil, só chegou na TV aberta a partir do ano 2000, quando estreou no SBT. A série foi o primeiro trabalho oficial de Will Smith, que até então só assinava como Fresh Prince, seu nome de rapper. Atualmente, todas as temporadas da atração original fazem parte do acervo da HBO Max, ainda não disponível no Brasil. Veja abaixo o curta que inspirou a nova produção, seguido pelo vídeo do encontro entre Will Smith e Morgan Cooper, em que o astro dá sua opinião entusiasmada sobre o trabalho do fã.

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  • Filme,  Música

    Madonna está trabalhando num projeto com a roteirista de Juno

    9 de agosto de 2020 /

    Madonna encontrou uma nova atividade para se ocupar durante sua quarentena. A cantora revelou no Instagram que está desenvolvendo um projeto com Diablo Cody, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Juno” (2007). Em um vídeo em preto-e-branco postado na rede social, as duas aparecem sentadas em um sofá discutindo os detalhes da produção, que teria a ver com as músicas da cantora, mas provavelmente se trata de um filme e não de um clipe, refletindo o contexto do encontro. Enquanto a roteirista digita em seu laptop, a cantora questiona o que vem a seguir no roteiro. “Quando a música começa, qual é a música?”, Madonna pergunta a Cody. “Todos esses detalhes são importantes. Eles são importantes.” Não há maiores informações sobre o projeto, mas o vídeo mostra vários cadernos/diários cheios de anotações e as duas discutindo roupas da antiga turnê “Blonde Ambition” (1990), mencionando as ligas, o icônico sutiã de cone e o paletó trespassado usados nos shows. Em 2017, uma suposta cinebiografia de Madonna chegou a ser discutida pelo estúdio Universal, inspirada em um roteiro intitulado justamente “Blonde Ambition”, de autoria da estreante Elyse Hollander. Este projeto não foi adiante, porque Madonna vetou. Na época, a cantora destruiu o roteiro, apontando diversas informações falsas, mas seus próprios fãs disseram que ela estava inventando motivos para desautorizar o projeto. De fato, ela disse que só aprovaria um filme biográfico se tivesse uma mão na produção. “Ninguém sabe o que eu sei e o que eu vi. Só eu posso contar minha história. Qualquer outra pessoa que tentar é um charlatão e um idiota. Querer gratificação sem ter feito o trabalho é uma doença na nossa sociedade”, ela vociferou na ocasião, ameaçando a Universal. Apesar disso, a vida da cantora já rendeu um misto de cinebiografia e documentário não oficial, centrado no começo de sua carreira como cantora de banda de rock. Trata-se de uma produção indie do ano passado, intitulada “Emmy and the Breakfast Club”, que pouca gente viu (saiba mais detalhes aqui). Madonna, cujo contrato de três álbuns com a Interscope Records chegou ao fim neste mês de agosto, está atualmente sem gravadora. Ver essa foto no Instagram with multiple injuries what do you do.? ………..Write a Screenplay with Diablo Cody about…………..📖🎥🎬🎤🎼🖤? #nuts #iconic #walk #serve #diablo Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 7 de Ago, 2020 às 6:39 PDT

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  • Etc

    Diretora diz que transexualidade inspirou Matrix

    9 de agosto de 2020 /

    A intenção original de “Matrix” era ser uma grande alegoria sobre transexualidade, revelou Lilly Wachowski durante uma entrevista ao Netflix Film Club, um canal de YouTube dedicado aos filmes disponíveis na plataforma de streaming. Lilly e Lana Wachowski dirigiram o primeiro filme como “os irmãos Wachowski”, passando a virar irmãs apenas após o final da trilogia. Por conta disso, muitas pessoas na comunidade trans adotaram as ideias do longa como metáforas para suas existências, dando origem a várias teorias debatidas há anos nas redes sociais. Agora, uma das autoras de “Matrix” assume que a ideia por trás da criação do universo da franquia veio realmente da exploração da identidade trans a partir da ficção científica. Ela afirma que o filme “deveria servir como uma alegoria trans e utilizar a ficção-científica como uma forma de explorar as questões de identidade e evolução” e se diz agradecida por o público finalmente ter conversas sobre “Matrix” por esta ótica. “Eu fico feliz que tenha se tornado aparente, esta foi a intenção original”, comentou Wachowski, que lembrou como em 1999, época do lançamento original, “o mundo não estava exatamente preparado” para algo assim “em um nível corporativo”, aludindo ao fato de “Matrix” ter sido produzido pelo estúdio Warner. Um tópico do Twitter da Netflix cita o personagem principal do filme, Neo, como um bom exemplo da narrativa trans. Ele faz a transição de Thomas Anderson para Neo durante sua jornada. Mas Wachowski diz que havia um exemplo mais claro. Ela citou Switch, um personagem do primeiro filme, como representante da intenção de o filme ser sobre transformação sexual. No roteiro original, o personagem mudou de gênero ao entrar na Matrix – um homem no mundo “real”, uma mulher em Matrix. A Warner Bros. rejeitou a ideia e decidiu que as pessoas teriam sempre o mesmo gênero no filme original. Wachowski disse que sempre gostou de ficção científica como forma de explicar o que estava sentindo. “Estávamos existindo em um espaço onde as definições não existiam, então vivíamos sempre em um mundo de imaginação”. A cineasta não está participando das filmagens atuais da nova continuação. “Matrix 4” está sendo comandado apenas por Lana Wachowski, assim como aconteceu com a série “Sense8”, que marcou a separação criativa das irmãs. Atualmente em produção em Berlim, na Alemanha, “Matrix 4” tem previsão de estreia apenas para 2022.

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  • Filme

    Macabro combina policial e terror na história dos irmãos necrófilos de Nova Friburgo

    9 de agosto de 2020 /

    Marcos Prado tem uma carreira como diretor bastante curiosa. Sua maior experiência é na produção, tendo sido, inclusive, produtor executivo dos dois “Tropas de Elite”, do José Padilha, além de outros dois documentários famosos desse cineasta. Mas seu trabalho na direção começou com o documentário. Seu primeiro documentário para o cinema, “Estamira” (2004), é o retrato de uma mulher que vive em um lixão do Rio de Janeiro, que tem problemas mentais e filosofa sobre o mundo. Confesso que esse filme me deixou um tanto perturbado. Fiquei ao mesmo tempo temeroso de entender o pensamento da personagem e olhar para seus olhos. E é interessante ver que Prado, depois de uma primeira experiência na ficção com “Paraísos Artificiais” (2012), tenha voltado a lidar com o medo (a experiência do medo em “Estamira” é puramente subjetiva), desta vez deliberadamente, ao contar a história dos “irmãos necrófilos” de Nova Friburgo, que foram notícia nos jornais na década de 1990. “Macabro” foi o primeiro filme inédito a ser lançado comercialmente nestes tempos de pandemia, no circuito dos drive-ins. E só por isso já chama a atenção. Por mais que não tenha conseguido uma recepção de tapete vermelho pela crítica, “Macabro” tem jeito de filme que será, no futuro, reavaliado e visto como um exemplar de suspense/terror/policial marcante e com aspectos valorosos. Prado aproveita uma onda bastante positiva de filmes de gêneros que cresceram consideravelmente no Brasil nos últimos anos. Sem falar que, em comparação com a maioria dos muitos exemplares de horror e suspense estrangeiros que têm chegado ao circuito, ainda ganha pontos por nos aproximar dos acontecimentos. O modo como o filme se inicia, com o protagonista vivido por Renato Góes, o Sargento Téo, cometendo um erro ao atirar em um homem em uma operação na favela, confundindo uma furadeira elétrica com uma arma (baseado em um incidente recente real), é uma maneira de começar já abordando os erros da polícia e a situação de racismo e violência que marcam a sociedade brasileira. Talvez nem precisasse que o cabo vivido por Guilherme Ferraz dissesse duas vezes que ele era o único negro daquela cidade, além da família dos irmãos assassinos procurados, mas talvez sim, seja necessário, para tornar mais didática a situação. Fosse em outra época, muito provavelmente, essa questão racial não seria sequer abordada e o filme focaria especificamente na busca pelos assassinos e estupradores e também em seus atos brutais. Há um pouco de fragilidade no modo como o filme parece querer justificar os atos dos irmãos como atos de vingança após anos de maus tratos. Isso é compensado com a construção de uma atmosfera de medo herdada do cinema de horror, como nas cenas de ataque às vítimas, mostradas sempre no escuro e tornando a aparência de um deles próxima de um monstro, a partir do depoimento de uma sobrevivente. Isso ajuda a enriquecer o mistério, ao trazer a feitiçaria para os crimes. O filme é feliz ao estabelecer um vínculo entre dois personagens em especial: o Sargento Téo e uma ex-namorada da adolescência, Dora (Amanda Grimaldi). Essa relação ajuda a aproximar o público dos personagens e a aumentar a dramaticidade na cena em que Dora é abordada por um dos irmãos. É uma das melhores cenas do filme, ao lado de uma cena de briga de Téo com o coronel da região, realizada com câmera na mão. Por sinal, há também que se destacar a beleza da fotografia, a cargo de Azul Serra (“Turma da Mônica – Laços), que enfatiza a exuberância da paisagem natural de Nova Friburgo.

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  • Série

    Revival de Animaniacs ganha data de estreia

    8 de agosto de 2020 /

    A volta de “Animaniacs” já tem data. A cultuada série animada dos anos 1990 vai ganhar capítulos inéditos na plataforma Hulu a partir de 20 novembro, data que marca 22 anos da exibição de seu último episódio original. A estreia vai acontecer dois anos depois que a Hulu anunciou a produção de duas novas temporadas da atração. Além dos irmãos Warner, a série também resgatará dois outros personagens favoritos da animação, Pinky e o Cérebro. Cada temporada terá 13 episódios. Quem também vai retornar à produção é o cineasta Steven Spielberg, representando a produtora Amblin. Ele será produtor executivo ao lado de Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. O desenho original era uma parceria de Amblin e WB. Inspirada nas animações históricas e histéricas da Warner, “Animaniacs” girava em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas de clássicos animados, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moravam na famosa torre d’água do estúdio Warner Bros. Enquanto espera pelos novos episódios, a Hulu disponibilizou todas as cinco temporadas da série original, além do spin-off de Pink e o Cérebro.

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    Uma Equipe Muito Especial: Filme estrelado por Madonna e Tom Hanks vira série

    6 de agosto de 2020 /

    A Amazon encomendou a 1ª temporada de uma série baseada no longa “Uma Equipe Muito Especial” (A League Of Their Own), de 1992, sobre o primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos. O filme da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks como técnico da equipe. O projeto está a cargo dos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”) e não será uma adaptação literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo explorações de raça e sexualidade que ficaram de fora da história original. “Vinte e oito anos atrás, Penny Marshall nos contou uma história sobre mulheres jogando beisebol profissional que até então era amplamente ignorada. Crescemos obcecados pelo filme, como todo mundo. Três anos atrás, abordamos a Sony com a ideia de contar um novo conjunto de histórias, ainda esquecidas do período. Com a ajuda de uma equipe de colaboradores extremamente talentosa, um elenco incrível e o apoio dedicado da Amazon a este projeto, nos sentimos com muita sorte e animação por trazer esses personagens à vida”, disseram Graham e Jacobson em um comunicado conjunto, divulgado nesta quinta-feira (6/8). “Foi preciso muita coragem, ardor, autenticidade, imaginação selvagem e um senso de humor impressionante para que essas jogadoras realizassem seus sonhos. Esperamos trazer ao público uma história com todas essas qualidades”, completaram. “Will e Abbi pegaram um filme clássico, reimaginaram-no para uma nova geração com novos personagens e um visão moderna, com uma história atemporal sobre grandes sonhos, amizade, amor e, é claro, beisebol. Estamos muito empolgados em fazer um parceria com a Sony para trazer esta nova e emocionante série aos nossos clientes do Prime Video em todo o mundo”, acrescentou Vernon Sanders, co-diretor da divisão de séries da Amazon. O elenco da série conta com a própria Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). A encomenda da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios, devido à baixa audiência.

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