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    Criador de “Yu-Gi-Oh!” é encontrado morto numa praia do Japão

    7 de julho de 2022 /

    O mangaká Kazuki Takahashi foi encontrado morto na manhã de quarta-feira (6/7) numa praia japonesa, mas sua identidade só foi confirmada na quinta. Ele estava flutuando nas águas de Nago, em Okinawa, vestindo equipamento de mergulho, segundo a Guarda Costeira japonesa. Takahashi era o criador do mangá “Yu-Gi-Oh!”, que deu origem a um anime muito popular e a um jogo de cartas de sucesso no início dos anos 2000. Segundo as autoridades, foram encontradas marcas de mordida no corpo, que podem ter sido feitas por tubarões e outros animais marinhos. O corpo de Takahashi, que tinha 60 anos, foi identificado após uma empresa de aluguel de carros ter acionado a polícia de Okinawa. Ela havia perdido contato com o artista, que tinha contratado os seus serviços e viajava sozinho pela região. Takahashi começou a desenhar mangás em 1982. Seu primeiro trabalho de destaque foi “Fighting Hawk”, publicado em 1990, e no ano seguinte criou “Tennenshokudanji Buray”, que durou dois volumes e foi publicado entre 1991 e 1992. Mas nenhum dos dois mangás o preparou para o fenômeno de “Yu-Gi-Oh!”, criado em 1996. Publicado de setembro de 1996 a março de 2004, o mangá contava a história de um menino chamado Yugi Mutou, que resolve um antigo enigma milenar e desperta um alter-ego dentro de seu corpo que passa a resolver conflitos usando vários jogos. O mangá foi adaptado em várias séries de anime. A primeira foi produzida pela Toei Animation em 1998, enquanto as demais foram desenvolvidas pela NAS, Gallop e Bridge. A mais lembrada é “Yu-Gi-Oh! Duel Monsters”, que teve cinco temporadas exibidas entre 2000 e 2004. A mais recente é “Yu-Gi-Oh! Go Rush!!”, lançada em abril passado. Além das séries, “Yu-Gi-Oh!” teve quatro longas animados e seu jogo de cartas entrou no Livro Guinness dos Recordes como o maior sucesso de sua categoria (trading card), com mais de 25 bilhões de cartas vendidas. Em 2015, Kazuki Takahashi recebeu o prêmio Inkpot da Comic-Con International pelas contribuições de sua carreira para os quadrinhos.

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  • Série

    “Astro Boy” vai ganhar nova série do criador de “Ladybug”

    17 de junho de 2022 /

    O famoso anime “Astro Boy” vai ganhar uma nova versão, produzida e dirigida pelo francês Thomas Astruc, criador do sucesso “Miraculous: As Aventuras de Ladybug”. Pra quem não sabe, o personagem foi criado por Osamu Tezuka, um dos maiores mangakas de todos os tempos, e publicado em mangás a partir de 1952. Mas seu grande impacto na cultura japonesa se deve à sua adaptação em anime. Lançada em 1963, a série se tornou um fenômeno global. “Astro Boy” foi um dos primeiros desenhos japoneses exibidos com sucesso no Ocidente – inclusive no Brasil – , e se destacou por um detalhe: os olhos grandes dos personagens. Graças à popularidade da série, esse detalhe passou a fazer parte da estética de todas as animações japonesas desde então. A origem do personagem-título foi concebida como uma versão sci-fi de “Pinóquio”: um robô construído por um cientista à imagem e semelhança do filho que perdera. Além disso, antes de tornar-se o herói da história, o menino-robô passa um tempo “perdido” numa espécie de circo, exatamente como na história do boneco de pau de Carlo Collodi popularizado por Walt Disney. A diferença é que o personagem acredita ser um menino de carne e osso e, mesmo depois de descobrir a sua verdadeira origem, continua agindo como tal. Isto, claro, quando não está salvando o mundo de algum dano criado pela própria humanidade ou pregando o pacifismo e ensinando respeito. A nova série deverá ser bem diferente da produção original, já que sua animação será computadorizada – como o longa-metragem lançado em 2009. Mas os temas básicos serão mantidos, com abordagens contemporâneas para expressar o impacto da internet, redes sociais e a devastação do meio-ambiente. “Demoramos vários meses para garantir os direitos e, é claro, havia muitas empresas japonesas e americanas circulando essa propriedade, mas no final (os detentores dos direitos de Tezuka) confiaram e nós, porque temos uma sensibilidade e cultura semelhantes de quadrinhos em ambos nossos países, e o que conseguimos com ‘Ladybug’ no Japão e em todo o mundo também teve um grande papel em convencê-los”, disse em comunicado Aton Soumache, presidente da Method Animation, empresa francesa que vai produzir a nova versão da série. Thomas Astruc, que se tornou um superstar com a criação de “Ladybug”, também se manifestou sobre o projeto, afirmando que “não tinha palavras para descrever o quanto Osamu Tezuka influenciou (sua) vida e (seu) trabalho”. “’Astroboy’ é uma série cult que vislumbrou o futuro como nenhuma outra propriedade. No mundo estranho em que vivemos hoje, todo mundo precisa que o Astroboy volte!” acrescentou Astruc, comparando o impacto cultural do trabalho de Tezuka ao de Victor Hugo e Jack Kirby. “’Astroboy’ desencadeou o boom dos mangás e criou a indústria do anime moderno”, resumiu. A 1ª temporada terá 52 episódios de meia-hora, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    10 séries que chegam ao streaming no feriadão

    16 de junho de 2022 /

    Planeja passar o feriadão no sofá, aproveitando o frio para colocar as série sem dia? A lista de novos lançamentos favorece as maratonas. Todas as estreias chegam com temporadas inteiras e até, no caso de duas produções clássicas, com séries completas pra emendar madrugadas adentro. Da seleção da semana, apenas dois títulos chegam na sexta: “O Verão que Mudou Minha Vida” e “Vocês Não Me Conhecem”. O resto pode começar a ser visto já. Confira abaixo os títulos, os trailers e os detalhes dos destaques da programação de streaming.       | MALDIVAS | NETFLIX   Lançamento nacional mais promovido da História da Netflix, “Maldivas” chegou na quarta (15/6) acompanhada por muita expectativa, graças também a seu elenco estrelado. As personagens caricatas e a trama, que gira em torno de um “quem matou”, lembra novelas. Mas o acabamento de primeiro mundo também sugere similares americanos, como “Desperate Housewives”. Além disso, o subtexto de crítica à vida das ricas e famosas contém ironia suficiente para valorizar a maratona, que é leve e ligeira (capítulos de 30 minutos). Maldivas é o nome do condomínio em que a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe, incendida em seu apartamento. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a síndica e rainha do Maldivas, com um corpo e uma vida aparentemente perfeitos junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-dançarina de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. E ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider meio gótica que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Para completar, o papel da mãe da protagonista é encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003. O roteiro irônico é assinado pela atriz Natalia Klein (que já tinha criado “Adorável Psicose”) e a direção luxuosa é do cineasta José Alvarenga (“Divã”).   | LOVE, VICTOR | STAR+   A primeira série adolescente LGBTQIAP+ chega ao fim em sua 3ª temporada com o término de relacionamentos e formações de novos casais. E o protagonista que batiza a atração é um dos personagens que balançam entre a dor de cotovelo e a esperança de um final feliz. Muito antes de “Heartstopper” existiu o filme “Com Amor, Simon”, sobre um adolescente que saía do armário e assumia seu romance gay em 2018. “Love, Victor” é a extensão daquela história, passada na mesma escola, mas acompanhando uma classe mais nova. A adaptação é de Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, roteiristas do filme original e showrunners de “This Is Us”. Na trama, Victor Salazar (Michael Cimino, de “Annabelle 3: De Volta Para Casa”) é um adolescente recém-chegado na cidade e na Creekwood High School, que inicia sua jornada de autodescoberta e seu primeiro namoro gay com o colega Benji (George Sear, de “As Crônicas de Evermoor”). Mas o relacionamento é sempre testado e acaba fraturado. Ao mesmo tempo em que fica com o coração partido, Victor conhece outro rapaz e tenta entender se é possível recomeçar ou se alguns finais são o começo de novas experiências. O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Rachel Hilson (“This Is Us”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos.   | O VERÃO QUE MUDOU A MINHA VIDA | AMAZON PRIME VIDEO   A série baseada na “Trilogia de Verão” da escritora Jenny Han – que é mais conhecida por outra trilogia: “Para Todos os Garotos” – gira em torno de uma garota chamada Belly e dois irmãos, que, após passarem muitas férias de verão juntos, tornaram-se melhores amigos de infância. Essa amizade, porém, transforma-se quando eles chegam à adolescência e os garotos decidem disputar o coração da menina, colocando-a num dilema terrível aos 15 anos de idade. Com oito episódios e uma música inédita de Taylor Swift em sua trilha sonora, “O Verão Que Mudou Minha Vida” é estrelada pela estreante Lola Tung, Gavin Casalegno (“Walker”) e o também novato Christopher Briney, que formam o triângulo amoroso. A responsável pela produção é Gabrielle Stanton, produtora-roteirista de “The Flash” e “Haven”, que já garantiu a renovação da série para sua 2ª temporada.   | AMOR E ANARQUIA | NETFLIX   Continuação da comédia sueca safadinha sobre a transformação de Sofie (Ida Engvoll), uma consultora dedicada à carreira, casada e mãe de dois filhos, numa fetichista. Incumbida de modernizar uma editora antiquada, ela acaba conhecendo um jovem funcionário chamado Max (Björn Mosten), com quem se envolve num inesperado jogo de sedução. Ela logo percebe que gosta do jogo, mas algo inesperado acontece na 2ª temporada: uma promoção, que torna o relacionamento ainda mais proibido. Será que ela consegue dar um basta ou vai optar por seguir os mau exemplo dos colegas, também envolvidos com relações inapropriadas? A série é uma criação da cineasta Lisa Langseth (“Euforia”), que lançou a estrela Alicia Vikander no cinema – em “Pure” (2010).   | ALL AMERICAN: HOMECOMING | HBO MAX   Spin-off de “All American”, a atração acompanha a jovem Simone Hicks, interpretada por GeffriMaya, enquanto ela frequenta uma faculdade historicamente negra. Em “All American”, a personagem era uma veterana da escola de ensino médio Beverly High, além de ser namorada de um dos personagens centrais, e na atração derivada vive os altos e baixos do início da idade adulta. A série é a primeira criação da showrunner de “All American”, Nkechi Okoro, e conta com produção de Greg Berlanti (criador do Arrowverso).   | VOCÊS NÃO ME CONHECEM | NETFLIX   A minissérie criminal britânica gira em torno de um homem negro acusado de homicídio. As provas são esmagadoras. Mas ao final do julgamento, ele pede a palavra e conta uma história extraordinária. Uma história de amor. Os críticos britânicos realmente amaram a forma como a trama envolve e cria dúvidas, o tempo inteiro, sobre o caráter do personagem vivido por Samuel Adewunmi (“Angela Black”). Seria ele o herói injustiçado da história (o nome dele é Hero!) ou o vilão? Adaptada de um best-seller por Tom Edge (“Strike” e “Vigil”), a atração é dirigida por Sarmad Masud, responsável pelo primeiro longa selecionado pelo Reino Unido para disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional – “Minha Terra” (2017), falado em urdu.   | FAIRFAX | AMAZON PRIME VIDEO   A animação explora o mundo de Los Angeles – especificamente a Fairfax Avenue, um lugar real que tem sua própria cultura, desde as roupas até a comida. Os criadores da série cresceram na região e usam o velho truque o choque cultural – a mudança de um garoto do interior para a cidade grande – para apresentar esse universo, refletindo modismos, gírias e várias manias da chamada Geração Z, que usa telefones para tudo, menos para telefonar. A 2ª temporada revela-se ainda mais divertida, com aumento de diversidade e inclusão de novos personagens, resultado de excursões dos protagonistas para o mundo além da avenida Fairfax. Criada pelos amigos de longa data Matthew Hausfater, Aaron Buchsbaum e Teddy Riley (que também assinam o roteiro do vindouro “Bater ou Correr 3”), a série é dublada por Skyler Gisondo (de “Santa Clarita Diet”) como o novato que tenta se encaixar entre os jovens descolados de Fairfax, Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Peter S. Kim (“Dia do Sim”) e Jaboukie Young-White (“Alguém Especial”), e chama atenção por ter participações especiais de vários famosos, como Billy Porter (“Pose”), Zoey Deutch (“The Politician”), Camila Mendes (“Riverdale”), Rob Delaney (“Deadpool 2”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Ben Schwartz (“Space Force”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), John Leguizamo (“Olhos que Condenam”), Pamela Adlon (“Better Things”), Henry Winkler (“Barry”) e Colton Dunn (“Superstore”).   | LUPIN III PARTE 6 | HBO MAX   Exibida entre outubro e março passado no Japão, a sétima (sim, sétima) série anime de Lupin III traz o célebre descendente do ladrão Arséne Lupin perseguido por ninguém menos que Sherlock Holmes, que o considera o principal suspeito da morte de seu assistente, Dr. Watson. Além disso, ele é investigado pela Scotland Yard e a agência de espionagem MI6, já que o novo alvo do personagem é a Raven, uma organização misteriosa que manipula o governo britânico nas sombras e que supostamente guarda um grande tesouro. Diversão garantida no melhor estilo da franquia, que também já rendeu 11 longas animados e dois filmes live-action. Para quem não sabe, Lupin III faz parte até da história de Hayao Miyazaki, o Walt Disney japonês, vencedor do Oscar de Melhor Animação por “A Viagem de Chihiro” (2001). Miyazaki dirigiu o anime original de 1977 e estreou no cinema com o segundo longa animado de Lupin III, “O Castelo de Cagliostro” (1979). Criado por Monkey Punch (pseudônimo de Kato Kazuhiko) num mangá de 1967, Arsène Lupin III, neto de Arsène Lupin, o mais famoso ladrão da literatura francesa, mantém a tradição da família viajando pelo mundo para roubar objetos de valor inestimável – por isso, a nova aventura se passa em Londres. Mais que isto, ele anuncia suas intenções antes de realizar os assaltos, apenas para provocar a polícia. Apesar da ousadia, Lupin não está sozinho nessa empreitada. Junto com ele, agem o exímio atirador e braço direito Daisuke Jigen e o mestre espadachim Goemon Ishikawa XIII, além da femme fatale Fujiko Mine, uma eterna rival e interesse romântico do ladrão, que às vezes é aliada, mas geralmente só quer passar a perna em Lupin. Todos eles ainda são perseguidos pelo inspetor Koichi Zenigata, que tem como missão de vida pegar a quadrilha.   | SHERLOCK | HBO MAX   A série premiada tem suas quatro temporadas disponibilizadas em streaming. Com três capítulos (com tamanho de filme) por temporada, a produção foi responsável pelo reconhecimento da indústria televisiva ao talento do ator Benedict Cumberbatch, que venceu o BAFTA e o Emmy pelo papel-título, deslanchando sua carreira internacional. Criação de Steven Moffat (que depois foi fazer “Doctor Who”) e Mark Gatiss, a série exibida entre 2010 e 2017 transporta as tramas clássicas do maior detetive do mundo, escritas por Arthur Conan Doyle na virada do século 19 para o 20, para a Inglaterra contemporânea. E além de Cumberbatch como Sherlock Holmes, destaca Martin Freeman (“Pantera Negra”) como o Dr. Watson e um elenco grandioso de apoio – o próprio Gatiss tem o papel de Mycroft Holmes, irmão de Sherlock. Vale lembrar que Basil Rathbone foi pioneiro neste tipo de experimento, quando se tornou o primeiro Sherlock do mundo contemporâneo – enfrentando nazistas nos anos 1940. Mas seus filmes do período se desviavam muito dos livros de Doyle, ao contrário da série moderna. Além dos 12 episódios disponibilizados, há mais dois especiais que ficaram de fora do lançamento – um deles traz a única produção dessa equipe encenada na era vitoriana, numa adaptação mais tradicional, que venceu o Emmy de Melhor Telefilme.   | BABYLON 5 | HBO MAX   As cinco temporadas de uma das melhores séries sci-fi de todos os tempos, “Babylon 5”, desembarcam em streaming no momento em que uma nova versão está sendo desenvolvida pelo criador original, J. Michael Straczynski – o piloto foi encomendado pela rede americana The CW. “Babylon 5” teve seu piloto original exibido como um telefilme em 1993, fez um sucesso inesperado e acabou estendendo sua história por cinco temporadas até 1998, além de ter originado uma série derivada, “Crusade” em 1999, e vários telefilmes até 2007, sem esquecer livros, quadrinhos e games. Straczynski, que também foi cocriador de “Sense8” na Netflix, concebeu um verdadeiro fenômeno cultural. O título se refere a...

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    Justin Lin vai dirigir adaptação do mangá “One Punch Man”

    13 de junho de 2022 /

    A Sony já tem diretor para a adaptação americana do mangá “One Punch Man”. O cineasta Justin Lin, responsável por cinco filmes da franquia “Velozes e Furiosos”, fechou contrato para comandar a produção, poucas semanas após abandonar as filmagens de “Velozes e Furiosos 10”. Ele vai filmar um roteiro de Scott Rosenberg e Jeff Pinkner, dupla responsável pelas franquias “Jumanji” e “Venom”, dois dos maiores sucessos comerciais do estúdio. “One Punch Man” foi lançado em 2009 como uma história em quadrinhos publicada na web pelo artista japonês ONE e se concentra em um super-herói chamado Saitama, que pode derrotar qualquer inimigo com um único soco. Logo ele fica entediado e procura um desafio maior. Em 2012, ONE fechou com a editora Jump Next e se juntou ao artista Yusuke Murata para publicar “One Punch Man” no formato tradicional dos mangás. A publicação chegou ao mercado internacional em 2015 e também já foi adaptada como anime e rendeu vários games no Japão. A versão anime de “One Punch Man” está disponível no Brasil em streaming, nas plataformas Netflix e Crunchyroll. Confira o trailer abaixo.

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    Vídeo apresenta série baseada no game “Tekken”

    10 de junho de 2022 /

    A Netflix revelou um novo vídeo do anime “Tekken: Bloodline”, baseado no popular game “Tekken”. Divulgado no último dia da Geeked Week, o material apresenta cenas inéditas da adaptação com comentários de Katsuhiro Harada, veterano da empresa Bandai Namco e diretor da franquia de luta. O primeiro anime baseado em “Tekken” contará de origem de Jin Kazama, um dos principais personagens da franquia. Ele foi introduzido em “Tekken 3”, lançado para PlayStation em 1997. Diz a sinopse: “Jin Kazama aprendeu a arte de defesa pessoal da família com a mãe, quando ainda era muito jovem. Mas nem toda aquela técnica conseguiu salvá-lo do mal que apareceu de repente, destruindo tudo o que ele mais amava. Com muita raiva por não ter conseguido impedir essa tragédia, Jin jurou vingança e partiu em busca de mais poderes para colocar seu plano em ação. Essa busca vai levá-lo para a maior batalha de todos os tempos.” A série também contará com a participação de outros personagens conhecidos dos jogos, como Paul Phoenix, Heihachi Mishima, Kazuya, King e até o recente Leroy Smith, que fez sua estreia em “Tekken 7”. “Tekken: Bloodline” ainda não tem previsão de estreia.

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    Série derivada de “Castlevania” ganha primeiro teaser

    10 de junho de 2022 /

    A Netflix revelou o primeiro teaser de “Castlevania: Nocturne”, série animada derivada de “Castlevania”, que vai acompanhar o personagem Richter Belmont, protagonista dos jogos “Symphony of Night” e “Blood of Rondo”. Richter é descendente de Trevor Belmont e Sypha Belnades, protagonistas da série original, e será acompanhado na nova aventura por Maria Renard, originalmente uma caçadora de vampiros que é apresentada nos jogos com apenas 12 anos – e eventualmente desenvolve um domínio poderoso sobre feitiços, espíritos animais e bestas celestiais. Os dois fazem parte do jogo “Castlevania: The Dracula X Chronicles” (remake de “Rondo of Blood”). Fundamental na História da programação original da Netflix, “Castlevania” foi lançada em julho de 2017 como a primeira série de estilo anime criada especificamente para o serviço de streaming. Bem recebida pela crítica, rapidamente desenvolveu fãs devotados, que estimularam a plataforma a investir em novas atrações no formato. “Castlevania: Nocturne” vai deixar de lado a história dos tempos de Drácula para apresentar uma trama passada em 1792, durante a Revolução Francesa, o que lhe permitirá aproveitar o pano de fundo histórico para desenvolver seus vilões. Desta vez, a produção não contará com roteiros de Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), showrunner de “Castlevania”. Depois de terminar os roteiros da 4ª temporada, ele foi afastado da produção, em meio a alegações de má conduta sexual. Sem mais envolvimento com a franquia, ele não fez parte do desenvolvimento do spin-off. Em seu lugar, a atração será comandada por Clive Bradley, principal escritor da série islandesa “Trapped”. A nova série animada do universo de “Castlevania” ainda não tem uma data oficial de lançamento confirmada. fam's all here get your first look at Richter Belmont in CASTLEVANIA: NOCTURNE, a descendent of Sypha and Trevor from the original Castlevania series #GeekedWeek pic.twitter.com/c0El7arCdE — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) June 10, 2022

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    Netflix vai lançar anime do mestre dos mangás de terror

    9 de junho de 2022 /

    A Netflix anunciou que vai lançar uma série animada reunindo algumas das histórias mais sinistras do mangaká Junji Ito, o grande mestre dos mangás de terror. Com formato de antologia, o anime vai se chamar “Junji Ito Maniac: Japanese Tales of the Macabre” e mostrará 20 histórias do autor. Em vídeo divulgado na Geeked Week, o próprio mangá explicou que todas as histórias selecionadas são inéditas em formato animado. E ele ainda adiantou três títulos: “Tomie”, “Soichi” e “Hanging Blimp”. Mais conhecida, a história de “Tomie” foi a primeira publicação de Junji Ito – em 1987. A trama já virou até clássico do J-Horror. A primeira adaptação de cinema lançada em 1998 originou uma franquia, que já tem nove filmes, além de um remake de 2011 com direção do próprio artista. A trama surreal e sangrenta gira em torno de magia negra e um preço terrível que um noivo paga por sua infidelidade. “Junji Ito Maniac: Japanese Tales of the Macabre” ainda não tem previsão de estreia.

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    Conheça o anime derivado do game “Cyberpunk 2077”

    8 de junho de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster, o teaser, uma cena e um documentário legendado de bastidores de “Cyberpunk: Mercenários” (Cyberpunk: Edgerunners), nova série de animação baseada no game “Cyberpunk 2077”, estrelado por Keanu Reeves e produzido pela CD Projekt Red. O material apresenta muito bem a produção e demonstra a violência extrema de seus episódios. “Cyberpunk: Mercenários” conta uma história independente de 10 episódios sobre um garoto de rua tentando sobreviver em uma cidade do futuro obcecada por tecnologia e modificação corporal. Tendo tudo a perder, ele opta por permanecer vivo tornando-se um mercenário cyberpunk. Desenvolvida em estilo anime pelo Studio Trigger (“Star Wars: Visions”), a 1ª temporada tem direção de Hiroyuki Imaishi (“Kill la Kill”) e estreia em setembro.

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    2ª temporada de “Alice in Borderland” ganha primeiras fotos

    6 de junho de 2022 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada de “Alice in Borderland” nas redes sociais. Exibidas durante a Geeked Week, as fotos mostram Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”) de volta ao jogo mortal enquanto lutam para sobreviver. Ao estilo de “Round 6”, mas com elementos de sci-fi, a série adapta um mangá popular do Japão, que, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A direção é de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. A 2ª temporada tem previsão de estreia em dezembro. Eu tô com uma saudade desses jogadores. As primeiras imagens da segunda temporada de Alice in Borderland chegaram. #SemanaGeeked ❤️♠ pic.twitter.com/9eH776Bcxq — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 6, 2022

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    Animes de “Star Wars: Visions” voltam em 2023

    30 de maio de 2022 /

    A Disney+ anunciou a renovação da série de curtas animados “Star Wars: Visions”, que voltará com episódios inéditos no primeiro semestre de 2023. A produção é a primeira série anime da saga espacial. Com formato de antologia, a 1ª temporada estreou em setembro passado reunindo nove curtas criados por estúdios japoneses. Sete estúdios ao todo: Kamikaze Douga, Geno Studio, Studio Colorido, Trigger, Kinema Citrus, Science Saru e Production IG. A atração tem produção de Kanako Shirasaki, co-produtor do anime “Eden”, lançado no ano passado pela Netflix. #StarWarsVisions retorna em 2023 no #DisneyPlus. #StarWarsCelebration pic.twitter.com/WlA2ZWONEE — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) May 29, 2022

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    “Speed Racer” vai virar série live-action na Apple TV+

    25 de maio de 2022 /

    O desenho animado clássico “Speed Racer” vai ganhar uma nova adaptação live-action. Depois do filme das irmãs Wachowski (de “Matrix”), lançado em 2008, o novo projeto é uma série produzida por J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). A produção está sendo desenvolvida para a plataforma Apple TV+ e pretende resgatar a trama original do mangá de Tatsuo Yoshida, lançado em 1966. A adaptação está a cargo dos roteiristas Hiram Martinez (“Snowpiercer”) e Ron Fitzgerald (“Westworld”). “Speed Racer” conta a história do personagem-título, o famoso piloto do carro Match 5, mas também de sua família, já que o jovem astro das corridas cresceu desde criança no mundo das competições automobilísticas, devido ao envolvimento de seus parentes no ramo. Essa relação com as competições de alta velocidade é marcada por triunfos e tragédias, pois Speed acredita ter visto seu irmão mais velho morrer num acidente grave durante uma corrida. Na verdade, porém, ele sobreviveu e continua competindo, mas sob nova identidade, como o mascarado Corredor X, que secretamente também atua como agente da lei. A série da Apple TV+ focará justamente no começo da carreira de Speed e o envolvimento de seus familiares com as pistas. A trama original foi levada às telas num desejo japonês produzido entre 1967 e 1968, que se tornou um dos primeiros animes a fazer sucesso mundial. A série de “Speed Racer” ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo a abertura da série clássica.

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    10 estreias de filmes pra ver em casa no fim de semana

    13 de maio de 2022 /

    A programação de cinema digital está repleta de comédias, especialmente comédias românticas para ver a dois. Mas também há drama nacional e espionagem de guerra para quem prefere tramas séries, além de “terror artístico” e anime de grife para geeks assumidos. Confira abaixo os 10 melhores títulos selecionados entre as estreias da semana, com seus respectivos trailers.     | CASE COMIGO | NOW, VIVO PLAY, VOD*   A comédia romântica estrelada por Jennifer Lopez (“As Golpistas”) e Owen Wilson (“Loki”) tem uma premissa similar ao clássico “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999), só que no contexto do mundo da música em vez da indústria cinematográfica. Lopez é um cantora famosa que pretende se casar com outro astro popular (vivido pelo ídolo colombiano Maluma) num show com todos os ingressos vendidos. Entretanto, descobre que ele é infiel e, no show lotado, escolhe uma pessoa aleatória na plateia para se casar. O escolhido é um professor divorciado (Wilson), que nem é fã da cantora e só foi ao show por insistência da filha (Chloe Colemana, de “Aprendiz de Espiã”) e de uma colega (Sarah Silverman, de “Popstar: Sem Parar, Sem Limites”). Convencido pelo empresário da artista (John Bradley, de “Game of Thrones”) a fingir por três meses que eles são um casal feliz, professor e cantora logo caem nos clichês de toda comédia romântica. A direção é de Kat Coiro (“Um Caso de Amor”), que está gravando atualmente os episódios da série da Mulher-Hulk.     | DE VOLTA AO BAILE | NETFLIX   A atriz Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) vive uma cheerleader de 37 anos na comédia sobre tempo perdido. Na trama, ela acorda de um coma de duas décadas e resolve retomar sua vida do ponto em que foi interrompida, voltando para a escola para terminar o Ensino Médio e assumir seu posto como líder de torcida. Impressiona ela caber no traje – Wilson perdeu 30 quilos no ano passado – , mas a busca de humor é baseada em seu choque cultural com a nova geração. Sessão da Tarde em piloto automático, o primeiro longa assinado pelo diretor de séries Alex Hardcastle (“Grace & Frankie”, “You’re the Worst”) também inclui no elenco Angourie Rice (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Justin Hartley (“This Is Us”), Sam Richardson (“A Última Ressaca do Ano”), Alicia Silverstone (“O Clube das Babás”) e Chris Parnell (“Goosebumps 2”).     | DIVERSÃO A TRÊS | NOW, VIVO PLAY, VOD*   A comédia indie traz Lauren Lapkus (“Good Girls”) e Nicholas Rutherford (“Dream Corp LLC”) como um casal que percebe que seus pais têm uma vida sexual mais excitante do que a deles. Interessados em apimentar a relação, eles decidem tentar sexo a três. Mas o constrangimento e as dificuldades encontradas levam a iniciativa para um rumo inesperado, expondo problemas de relacionamento mais profundos e ameaçando o futuro do jovem casal. Com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme é dirigido por Robert Schwartzman, mais conhecido por ter vivido há 21 anos o interesse romântico de Anne Hathaway em “O Diário de Princesa”. O elenco atraente ainda destaca Lucy Hale (“Pretty Little Liars”), Beck Bennett (“Saturday Night Live”) e Dree Hemingway (filha de Mariel e bisneta de Ernest Hemingway).     | AMARRAÇÃO DO AMOR | AMAZON PRIME VIDEO, NOW, VIVO PLAY, VOD*   Em tempos de intolerância religiosa contra o Exu da Sapucaí, a comédia brasileira sobre os problemas de um casal de religiões diferentes se torna bastante relevante, ainda que seu objetivo principal seja fazer rir – o que consegue com Cacau Protásio (“Juntos e Enrolados”) roubando as cenas como a mãe do noivo. Lucas (Bruno Suzano, de “Órfãos da Terra”) e Bebel (Samya Pascotto, de “Sentença”) querem um casamento simples. Mas o pai da noiva (Ary França, de “Samantha!”) luta para que prevaleçam as tradições judaicas, enquanto a mãe de Lucas (Protásio) se esforça para levar para a futura família as tradições da umbanda. A direção é de Caroline Fioratti (de “Meus 15 Anos”).     | O REI DAS FUGAS | NETFLIX   A vida de um famoso bandido polonês, que virou mito pelas incontáveis fugas da prisão, vira uma comédia de ação mirabolante no longa do novato Mateusz Rakowicz. Altamente estilizada, a trama se passa nos últimos dias do comunismo na Polônia, após o ladrão Zdzislaw Najmrodzki se tornar herói popular ao escapar da polícia 29 vezes. Entretanto, um amor inesperado e a queda do Muro de Berlim começam a mudar tudo em sua vida. A história é real – e foi premiada na Polônia pela recriação de época e figurino – , mas a forma cômica como é apresentada é tudo menos realista. Como curiosidade, o intérprete do ladrão, Dawid Ogrodnik, é um conhecido do cinema brasileiro, já tendo trabalhado com Cacá Diegues em “O Grande Circo Místico” (2018). Ele também foi o principal intérprete masculino do premiadíssimo “Ida”, de Pawel Pawlikowski, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional de 2015.     | DELICIOSO – DA COZINHA PARA O MUNDO | NOW, VIVO PLAY, VOD*   A comédia culinária conta a história do primeiro restaurante francês. A trama se passa na véspera da Revolução, quando um cozinheiro demitido por seu mestre, o duque de Chamfort, conhece uma mulher surpreendente que o estimula a empreender sua própria revolução. Mas ao abrir um lugar para a alimentação de todos, eles não ganham só clientes. Arranjam também um inimigo poderoso. Dirigida por Éric Besnard (“O Sentido do Amor”), a produção concorreu a dois Césars (o Oscar francês) nas categorias de figurino e cenografia (design de produção) e conta com impressionantes 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes.     | THELMA | MUBI   O longa do dinamarquês Joaquim Trier, que antecedeu a consagração de “A Pior Pessoa do Mundo” (indicado ao Oscar 2022), é um terror de temática lésbica com ecos de “Carrie, a Estranha” (1976). Eili Harboe (de “A Onda”) vive uma menina reprimida que começa a manifestar poderes psíquicos destrutivos de forma inconsciente, ao sentir atração por uma colega de aula (a cantora Kaya Wilkins, mais conhecida pelo nome artístico de Okay Kaya). O clima é bastante sensual, graças à beleza da fotografia e das jovens, mas também há cenas tensas. A temática de “Thelma” surpreende na filmografia de Trier – de dramas sóbrios e realistas, como “Começar de Novo” (2006), “Oslo, 31 de Agosto” (2011) e “Mais Forte que Bombas” (2015) – , mas a qualidade permanece, já que o filme foi selecionado como candidato da Noruega a uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional de 2018. Acabou não conseguindo a indicação, mas venceu 15 prêmios internacionais.     | O SOLDADO QUE NÃO EXISTIU | NETFLIX   O filme de guerra estrelado por Colin Firth (“Kingsman: Serviço Secreto”) e Matthew Macfadyen (“Succession”) conta a história real de como o serviço secreto britânico enganou o exército nazista com a ajuda de um cadáver. Apostando numa estratégia de desinformação, os ingleses criam um soldado que nunca existiu, transformando um cadáver no mensageiro de ordens falsas sobre uma grande invasão da Grécia, jamais planejada, com o objetivo de desviar as forças nazistas para longe do local onde a verdadeira invasão aconteceria. A direção é de John Madden (“O Exótico Hotel Marigold”) e o grande elenco ainda inclui Kelly Macdonald (“Boardwalk Empire”), Penelope Wilton (“After Life”), Johnny Flynn (“Stardust”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Mark Gatiss (“A Favorita”) e Paul Ritter (“Friday Night Dinner”).     | CURRAL | NETFLIX   O primeiro longa de ficção de Marcelo Brennand compartilha a temática e de seu documentário “Porta a Porta” (2010), abordando as campanhas políticas do interior do Nordeste. Na trama, um político que se apresenta como renovação repete os mesmos métodos que denuncia como ultrapassados. O elenco traz Thomas Aquino (“Bacurau”), premiado no Festival de Huelva (Espanha) por seu desempenho, além de José Dumont (“Onde Nascem os Fortes”) e Rodrigo García (“Onde Está Meu Coração”). A estreia está marcada para domingo (15/5).     | GHOST IN THE SHELL SAC_2045 – GUERRA SUSTENTÁVEL | NETFLIX   O longa animado é uma versão resumida e reeditada da série “Ghost in the Shell SAC_2045”, que continua a longa trajetória da franquia criada pelo mangaká Masamune Shirow em 1989, e que explodiu na cultura pop com o anime “Ghost in the Shell” de 1995. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa original apresentou a obra de Shirow ao mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. O sucesso de filme originou mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão, além de uma adaptação live-action estrelada por Scarlett Johansson, que foi muito criticada por trazer uma atriz não asiática no papel principal. Todos os lançamentos acompanham investigações da major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético chamada Seção 9, que luta contra uma conspiração de hackers para levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa do futuro. Quem assina o novo longa é Michihito Fujii, estreante na saga animada após uma carreira repleta de longas premiados, como “A Jornalista” (2019), que virou uma série da Netflix em janeiro passado.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Os 10 melhores filmes que estreiam em casa

    29 de abril de 2022 /

    O premiado “Licorice Pizza” e a aventura de ação “Uncharted” são as principais estreias digitais, mas a seleção dos lançamentos também inclui dramas adolescentes em várias línguas – inclusive em português – , filmes europeus consagrados, um anime deslumbrante e um documentário para fãs do Britpop dos anos 1990. Confira abaixo as 10 sugestões de títulos que chegam ao VOD e às plataformas de assinatura nesta semana, com seus respectivos trailers.     LICORICE PIZZA | VOD* Indicado a três Oscars, inclusive de Melhor Filme, e vencedor de 58 prêmios internacionais, o novo longa de Paul Thomas Anderson (“O Mestre” e “Trama Fantasma”) gira em torno do crush de um adolescente extremamente bem resolvido por uma mulher mais velha nos anos 1970. Tentando capitalizar sua incipiente carreira de ator, o jovem consegue manter a mulher por perto ao convencê-la a embarcar com ele em empreendimentos mirabolantes, levando-a a conhecê-lo melhor. Este romance entre um casal desencontrado poderia render polêmica, mas acaba se mostrando fofo na tela, justamente por tudo o que tem de equivocado, e acabou cativando a crítica americana, que o aclamou com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção marca a estreia da cantora Alana Haim (do grupo musical Haim), de 30 anos, em seu primeiro papel no cinema. O diretor é muito amigo das irmãs Haim e já dirigiu nada menos que 9 clipes do trio musical (por sinal, Danielle e Heste Haim também aparecem no filme como irmãs da protagonista). Seu parceiro em cena também é estreante: Cooper Hoffman, filho do falecido ator Philip Seymour Hoffman, que fez o filme com 18 anos. O pai do jovem estrelou cinco longas de Anderson. Em contraste com o casal de iniciantes, o elenco de apoio é uma constelação de estrelas, incluindo Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), Sean Penn (“O Gênio e o Louco”), Maya Rudolph (“O Halloween do Hubbie”), Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”), Emma Dumont (“The Gifted”), Skyler Gisondo (“Santa Clarita Diet”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Mary Elizabeth Ellis (“Lodge 49”) e o cantor Tom Waits (“Os Mortos Não Morrem”).     UNCHARTED – FORA DO MAPA | NOW, VIVO PLAY, VOD* Baseado num game de sucesso, “Uncharted” traz Tom Holland como Nathan Drake, que nos jogos da Naughty Dog é um arqueólogo aventureiro. Só que este Indiana Jones digital é completamente diferente no filme, porque o ator não tem a idade nem a aparência física do papel. Para contornar esse “detalhe”, a trama é apresentada como uma história de origem – nunca vista nos games – , em que Drake ainda é um jovem diletante e tem seu primeiro encontro com um caçador de tesouros que irá se tornar seu mentor na busca por uma fortuna perdida. Mark Wahlberg (“O Grande Herói”) vive o segundo protagonista, após ser cotado para viver Drake numa versão anterior do projeto – em desenvolvimento há mais de uma década. O elenco também inclui Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”) e Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”). Lançado logo após Holland encabeçar o fenômeno de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, “Uncharted” sofreu o peso de muita expectativa. Sua missão era simplesmente lançar uma nova franquia para a Sony. Mas apesar do entusiasmo dos executivos do estúdio e da bilheteria de estreia, teve sucesso apenas modesto nos cinemas, praticamente se pagando. E foi considerado medíocre pela crítica, com apenas 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, mantendo a baixa média dos filmes dirigidos por Ruben Fleischer (o diretor dos 30% de “Venom”). Mesmo assim, fãs de aventuras mirabolantes à la “Piratas do Caribe” podem se satisfazer ao matar a saudade de uma produção repleta de ação, efeitos, piadinhas e buracos narrativos.     MEU NOME É BAGDÁ | STAR+ Premiado no Festival de Berlim, o filme de Caru Alves de Sousa (“De Menor”) gira em torno de uma jovem skatista, interpretada pela novata Grace Orsato. Aos 16 anos, ela passa os dias ao lado dos amigos, fazendo manobras na pista local, fumando maconha e jogando baralho. Como a única menina a frequentar a pista de skate do bairro, ela sofre assédio e preconceito, inclusive da polícia. Mas, com sua atitude, abre caminho para outras. Aos poucos, ela conhece mais meninas skatistas, se aproxima de Vanessa (Nick Batista) e estreita novos laços de amizade. A trama é livremente inspirada no livro “Bagdá — O Skatista”, de Toni Brandão, lançado em 2009, mas centrado na figura de um menino. A versão cinematográfica mudou de ponto de vista da trama para incorporar questionamentos de gênero e a opção tem grande importância no desenvolvimento do longa, um dos melhores dramas adolescentes brasileiros recentes.     APENAS NÓS | NOW, VIVO PLAY, VOD* O longa de estreia do cineasta inglês Tom Beard é um elogiadíssimo drama familiar, que narra as dificuldades de uma adolescente para lidar com as complexidades de sua família disfuncional e perturbada. Durante a estadia em uma cidade litorânea, a jovem protagonista passa a ter que cuidar da mãe, que está doente, e de seu desobediente irmão mais novo, além de conviver com novos vizinhos com comportamentos que não consegue processar. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme impressiona pela qualidade realista das interpretações, não apenas de seus atores famosos, mas de suas crianças. Na verdade, já era um sinal do que aguardava sua atriz principal. A produção é de 2018 e destacava uma inspiradíssima Emilia Jones, então com 16 anos, que agora é mundialmente conhecida por comover o mundo em “No Ritmo do Coração”, filme vencedor do Oscar 2022. O resto do elenco inclui Samantha Morton (“The Walking Dead”), Billie Piper (“Penny Dreadful”), Daniel Mays (“Belas Maldições”) e as crianças Badger Skelton (“O Último Ônibus do Mundo”) e Bella Ramsey (“Game of Thrones”).     LOLA E O MAR | FILMICCA Indicado ao César (o Oscar francês) de 2020, o drama belga conta a história de Lola, uma adolescente trans que conta com o apoio de sua mãe para fazer a transição e mudar de vida. Só que a mãe morre repentinamente, o que leva Lola a bater de frente com seu pai distante e homofóbico, embarcando com ele numa jornada rumo ao mar para cumprir o último desejo da pessoa mais querida de sua vida. A estreante Mya Bollaers, que interpreta Lola, é um grande achado do diretor Laurent Micheli e sua performance valoriza muito a produção.     ESPÍRITO INDOMÁVEL | NOW, VIVO PLAY, VOD* O drama juvenil de esportes acompanha a vida do indígena canadense Saul Indian Horse, da infância à maturidade, enquanto ele sobrevive ao internato e ao racismo dos anos 1970 para se tornar um talentoso jogador de hóquei. Mas para alcançar seus sonhos, o jovem precisa encontrar seu próprio caminho, superando obstáculos ao lutar contra estereótipos e o alcoolismo. A adaptação do romance de Richard Wagamese (1955–2017) tem direção de Stephen S. Campanelli, que em sua carreira oscilante já comandou até trash de Nicolas Cage (“A Ilha”), mas consagrou-se com esta produção, vencedora de 10 troféus no circuito de festivais e premiações canadenses – a maioria em votação do público.     LUZIFER | MUBI O cineasta austríaco Peter Brunner é obcecado por personagens torturados por condições especiais, sejam doenças ou obsessões patológicas. Sua nova vítima é Johannes, um homem com o coração de riança, que vive isolado numa cabana alpina com sua mãe. Sua vida diária é regida por orações e rituais. Mas, de repente, a modernidade se intromete em seu mundo de natureza e adoração divina, quando um projeto turístico ameaça envenenar seu paraíso e despertar o diabo. O grande destaque desta fábula moderna sobre a inocência perdida é o ator Franz Rogowski (“Undine”), numa performance que equilibra o encantamento infantil com a raiva extrema. Ele foi premiado como Melhor Ator no Festival de Sitges do ano passado – o festival espanhol é um dos principais eventos mundiais do cinema fantástico. IN THE AISLES | MUBI A plataforma MUBI está realizando um ciclo dedicado ao ator Franz Rogowski, que também inclui o último longa-metragem do alemão Thomas Stuber – lançado há quatro anos. Exibido nos cinemas brasileiros com o título traduzido para “Nos Corredores”, o filme traz Rogowski como um homem recluso que começa a trabalhar como estoquista no turno da noite em um supermercado. Ele logo se vê cativado por sua misteriosa colega de trabalho (Sandra Hüller, de “Toni Erdmann”), encontrando nesta atração uma forma de amenizar a opressão do ambiente, repleto de corredores longos e imponentes com empilhadeiras giratórias, que simbolizam a monotonia do trabalhado de baixa renda. Só que a mulher possui segredos desconhecidos e resolve sair subitamente de licença, deixando o novo funcionário sozinho com seus demônios noturnos. O filme venceu 12 prêmios em importantes festivais europeus, como Berlim, Atenas, Valladolid e Nápoles, além de render o Lola (o Oscar alemão) para Rugowski.     BUBBLE | NETFLIX Com um visual de tirar o fôlego, “Bubble” reúne em sua equipe alguns dos maiores nomes do anime atual. A direção é de Tetsurô Araki, responsável por “Ataque aos Titãs”, o roteiro foi escrito por Gen Urobuchi, criador de “Psycho-Pass” e da trilogia animada de “Godzilla” na Netflix, e o responsável pelo design dos personagens é ninguém menos que Takeshi Obata, o autor de “Death Note”. A produção não é baseada em nenhum mangá existente, mas se inspira da fábula de “A Pequena Sereia”, transformada num conto sci-fi pós-apocalíptico. Era uma vez um futuro em que uma chuva de bolhas (bubbles) sugou toda a gravidade de Tóquio, deixando o local proibido, abandonado e sem moradores. Mas não totalmente desabitado. Por conta de suas particularidades, a cidade vira um refúgio de jovens órfãos praticantes de parkour, que desafiam as restrições após perderem os pais na inversão gravitacional. Após um salto arriscado, um dos meninos acaba caindo no mar, à margem da capital japonesa, apenas para ser salvo por uma garota com poderes especiais, que parece surgir de suas próprias bolhas de respiração na água, e esse encontro acaba impactando a vida de todos.     OASIS KNEBWORTH 1996 | VOD* O documentário celebra os shows mais famosos da banda Oasis, que ocorreram no Knebworth Park, na Inglaterra, em 10 e 11 de agosto de 1996. As apresentações reuniram mais de 250 mil fãs e são considerados os maiores concertos já realizados no Reino Unido em todos os tempos. Organizados logo após o lançamento do disco “(What’s the Story) Morning Glory?”, que tinha hits como “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”, os shows esgotaram rapidamente, com 2,5 milhões de pessoas candidatando-se a comprar os ingressos – também a maior procura por um espetáculo na história da cultura britânica. Na época, não havia banda mais popular na Inglaterra. Nem mais arrogante. E o sucesso sem precedentes acabou alimentando egos que já eram grandes antes mesmo da fama. As brigas dos irmãos Liam e Noel Gallgher pelo controle do grupo levaram à mudanças de integrantes e trocas de farpas públicas, mas o Oasis persistiu até 2009. A celebração do auge do Britpop tem direção de Jake Scott (do cult “Corações Perdidos”) e foi lançada nos cinemas no ano passado para comemorar os 25 anos das apresentações.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, Amazon e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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