Arcane: Netflix anuncia série baseada no game “League of Legends”
A Netflix anunciou a produção de “Arcane”, série animada que vai se passar no universo do game “League of Legends”. O anúncio incluiu um teaser de 18 segundos com flashes da produção, realizado em parceria com a Riot Games, produtora do jogo. A trama contará as histórias de origem de dois icônicos campeões da Liga e o poder que eventualmente os separa. “‘League of Legends’ inspirou fervor e fandom global, e estamos entusiasmados por ser o lar de ‘Arcane’, a primeira série de televisão ambientada neste universo”, disse Dominique Bazay, diretor do departamento de animações originais da Netflix, em comunicado. “A série promete ser um passeio emocionante visualmente espetacular, que deixará os espectadores à beira de seus assentos.” A presidente global de entretenimento da Riot Games, Shauna Spenley, acrescentou: “‘Arcane’ foi criado como uma carta de amor aos nossos jogadores e fãs, que têm nos pedido mais experiências cinematográficas que mergulhem mais fundo nos mundos e nos campeões de ‘League of Legends’. A Netflix, com sua incrível marca global e objetivo de fornecer conteúdo premium e de alta qualidade é o parceiro perfeito para nos ajudar a levar ‘Arcane’ para os jogadores de todo o mundo. ” Lançado em 2009, “League of Legends” tem dezenas de milhões de usuários ativos e também é um dos títulos de esportes eletrônicos mais populares do mundo. A estreia da série derivada é esperada para o segundo semestre de 2021. Confira a prévia abaixo.
Castlevania: Trailer revela volta de Drácula no final da série
A Netflix divulgou o trailer da 4ª e última temporada de “Castlevania”. A prévia animada mostra os protagonistas tentando impedir a ressurreição do Drácula. Veja abaixo. Fundamental na História da programação original da Netflix, a série lançada em julho de 2017 foi a primeira de estilo anime criada para o serviço de streaming. Bem recebida pela crítica, rapidamente desenvolveu fãs devotados, que estimularam a plataforma a investir no formato. A atração gira em torno dos esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Com ajuda do próprio filho do vampiro, ele atinge seu objetivo na 2ª temporada. Mas ainda precisa enfrentar um exército de criaturas das trevas, que lutam para ocupar o vácuo deixado pela morte de Drácula. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como o protagonista Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Alejandra Reynoso (“Winx Club”) como Sypha Belnades, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. Além do estilo visual fortemente influenciado por animes japoneses e pela arte de Ayami Kojima, no videogame “Castlevania: Symphony of the Night”, a série também se distinguiu pelas histórias adultas do prolífico escritor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), que atuou como roteirista e produtor executivo. Ellis chegou a terminar os roteiros da 4ª temporada, antes de ser afastado ao enfrentar alegações de má conduta sexual – que negou firmemente. Sem mais envolvimento com “Castlevania”, ele não faz parte das conversas sobre o projeto de um spin-off em potencial.
Teaser de “Caçadores de Trolls: A Ascensão dos Titãs” junta personagens da trilogia
A Netflix divulgou o teaser dublado em português de “Caçadores de Trolls: A Ascensão dos Titãs”, longa animado baseado na franquia “Contos da Arcadia”, desenvolvida pelo cineasta Guillermo Del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”). Segundo a sinopse oficial, o longa mostrará os heróis de três produções diferentes da saga de Del Toro – “Caçadores de Trolls” e as derivadas “Os 3 Lá Embaixo” e “Magos” – unindo forças para enfrentar um misterioso inimigo que ameaça dominar todos os mundos. A série lançada em 2016 se passa na fictícia Arcadia, onde três amigos fazem uma descoberta surpreendente de que, embaixo de sua cidade natal, há uma batalha oculta entre trolls bons e maus. A estreia está marcada para o dia 21 de julho com direção de Johane Matte, Francisco Ruiz-Velasco e Andrew L. Schmidt, que dirigiram diversos episódios da trilogia seriada.
Top 10: Os melhores filmes pra ver em casa no fim de semana
O fim de semana em casa é das crianças, mas os pais também podem aproveitar os bons destaques de animação que chegam nas plataformas de streaming e VOD nesta sexta (30/4). O principal título é a produção da Sony “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”, que começa com uma trama típica de comédia live-action, acompanhando uma família distanciada pela tecnologia moderna e a solução radical do pai para aproximar a todos: uma longa viagem de carro pelo país. Entretanto, no meio do caminho a trama desvia pela sci-fi, máquinas ganham vida e a família em crise passa a ser a última esperança contra a destruição da humanidade. Criada pela dupla Michael Rianda e Jeff Rowe, roteiristas do divertido desenho “Gravity Falls”, a animação tem outra dupla já vencedora do Oscar na produção, Phil Lord e Christopher Miller, responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A Pixar também tem novidade: o curta “22 contra a Terra”, baseado nos personagens de “Soul”, vencedor do Oscar 2021 de Melhor Animação. A produção é um prólogo centrado na alma cética 22, que volta a ser dublada por Tina Fey em inglês. A história acontece muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner, e mostra sua tentativa de criar uma rebelião no Grande Antes. A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul” que venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes de Pete Docter, diretor de “Soul” – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos igualmente vencedores do Oscar. Completa a lista animada um novo longa da DC, que celebra a era de ouro da editora ao se centrar nos super-heróis originais da Sociedade da Justiça durante a 2ª Guerra Mundial. A relação ainda tem comédia adolescente de humor deliciosamente sombrio, terror com exploração de sonhos, romance LGBTQIA+ de época com Kate Winslet e Saorsie Ronan, cinefilia japonesa, drama musicista indiano e dois thrillers, entre eles o muito marketado “Sem Remorso”, com Michael B. Jordan, que é o título mais fraco da lista – indicado apenas para fãs de pancadarias de brutamontes dos anos 1980. Confira abaixo a seleção com trailers das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas em streaming nesta semana. A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas | EUA | 2021 (Netflix) 22 Contra a Terra | EUA | 2021 (Disney+) Sociedade da Justiça: 2ª Guerra Mundial | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes) Espontânea | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Não Feche os Olhos | Canadá | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Ammonite | Reino Unido | 2020 (Vivo Play) O Discípulo | Índia | 2020 (Netflix) Labyrinth of Cinema | Japão | 2019 (MUBI) O Informante | Reino Unido | 2019 (Netflix) Sem Remorso | EUA | 2021 (Amazon Prime Video)
Amazon renova “Invincible” para mais duas temporadas
A Amazon anunciou a renovação de “Invincible”, criada pelo autor de “The Walking Dead”, para mais duas temporadas. Elogiadíssima pela crítica, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, a animação de super-heróis é uma das melhores séries já produzidas pela plataforma. “Estou extremamente grato à Amazon pelo apoio e dedicação dispensada à ‘Invincible’”, disse em comunicado o produtor Robert Kirkman, que criou a série e, antes dela, os quadrinhos em que se baseia. “A história em quadrinhos é realmente uma carta de amor a um gênero que Cory [Walker, desenhista] e eu crescemos lendo e amando, e tem sido uma jornada gratificante ver nossos personagens ganharem vida novamente através da série. Estamos muito animados para continuar esta história por pelo menos mais duas temporadas. ” A renovação foi oficializada um dia antes do final da 1ª temporada de oito episódios. “‘Invincible’ é o exemplo culminante de como uma abordagem nova e ousada do gênero de super-heróis pode ressoar com o público em todo o mundo, e estamos muito felizes que um dos nossos primeiros investimentos no gênero de animação adulta tenha conseguido isso”, disse Vernon Sanders, codiretor de televisão da Amazon Studios. “A narrativa sem barreiras de Robert junto com um elenco de vozes de primeira classe cumpriu as expectativas mais loucas dos fãs, e estamos entusiasmados em oferecer a eles mais ‘Invincible’.” A série acompanha o personagem-título, um super-herói de 17 anos (dublado pelo ex-“The Walking Dead” e estrela de “Minari” Steven Yeun), que é filho do Omni Man (dublado por JK Simmons, de “Whiplash”), o super-herói mais famoso e poderoso de todos. Durante toda a vida, Invincible acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. Esta evolução narrativa é acompanhada por uma mudança radical de tom, refletida pela troca do humor leve dos primeiros episódios por uma abordagem pesadíssima – que nos quadrinhos originais é muito pior. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”. Além de Steven Yeun (o Glenn), o elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). E não para aí. Com vozes famosíssimas, a série também conta com as dublagens de Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, Zazie Beetz (“Deadpool 2”) como a namorada, Walton Goggins (“Tomb Raider”), Gillian Jacobs (“Community”), Seth Rogen (“Vizinhos”) e até Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), entre outros. Um elenco impressionante que merece a opção de assistir a série no idioma original.
Luca: Trailer apresenta os pequenos “sereios” da Pixar
A Disney divulgou dois novos pôsteres e os trailers nacionais de “Luca”, próximo filme animado do estúdio Pixar. A animação se passa no litoral da Itália e mostra dois amigos se divertindo pela primeira vez em um vilarejo. Só que os meninos escondem um segredo: viram monstros marítimos quando entram em contato com a água! Para complicar, os pequenos “sereios” não podem revelar sua aparência meio peixe porque o vilarejo é repleto de pescadores. O personagem-título é dublado em inglês por Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), enquanto seu melhor amigo tem a voz de Jack Dylan Grazer (“Shazam!”). Dirigido por Enrico Casarosa (indicado ao Oscar pelo curta “La Luna”) e produzido por Andrea Warren (“Lava”, “Carros 3”), “Luca” tem estreia marcada para junho nos EUA. As prévias, em versões legendada e dublada em português, podem ser vista abaixo.
Sailor Moon vai ganhar filme em duas partes na Netflix
Um dos animes mais populares de todos os tempos, “Sailor Moon” vai ganhar um novo filme animado na Netflix. Dividido em duas partes, “Pretty Guardian Sailor Moon: Eternal: O Filme” vai chegar à plataforma em 3 de junho. A trama é inspirado no arco “Sonho” do mangá original e já ganhou um pôster e um teaser com dublagem em várias línguas, inclusive português. Veja abaixo. Criação de Naoko Takeuchi, o mangá de “Sailor Moon” surgiu em 1991 introduzindo as guardiãs adolescentes da Terra em lutas contra as forças do mal. A primeira série animada foi lançada um ano depois, exibida entre 1992 e 1997 no Japão, com 200 episódios que foram transmitidos no Brasil pela Rede Manchete e Rede Brasil, e rendeu o spin-off “Sailor Moon Crystal”, que retomou os personagens em 2014. O filme vai abordar o amadurecimento das Sailor Guardians, tanto como adolescentes quanto como defensoras do planeta, além do primeiro amor de Chibiusa Tsukino (conhecida como Rini na dublagem nacional). Chiaki Kon, que trabalhou no terceiro ano de “Sailor Moon Crystal”, é o diretor do longa, que teve suas duas partes lançadas no Japão no início deste ano. AAAAAAAAAAAA pic.twitter.com/9sHIFaW6u5 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 27, 2021
Curta com personagens de “Soul” ganha prévia dublada
A Disney+ divulgou o pôster e uma prévia dublada em português de “22 contra a Terra” (22 vs. Earth). Trata-se de um curta animado inédito da Pixar, baseado nos personagens de “Soul”, vencedor do Oscar 2021 de Melhor Animação. A produção é um prólogo centrado na alma cética 22, que volta a ser dublada por Tina Fey em inglês. A história acontece muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner (dublado por Jamie Foxx), e mostra sua tentativa de criar uma rebelião. O curta vai mostrar 22 desafiando as regras do Grande Antes ao se recusar a ir para a Terra, alistando cinco alminhas novas e inocentes para sua causa – batizada simplesmente de Apocalipse. A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul”, que venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes de Pete Docter, diretor de “Soul” – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos também vencedores do Oscar. “Enquanto fazíamos ‘Soul’, conversamos sobre o porquê de uma nova alma não querer viver na Terra, mas, em última análise, isso não fazia parte daquele filme”, disse Nolting em comunicado. “’22 contra a Terra’ é uma chance de explorar algumas das perguntas sem respostas que tínhamos sobre o que levou 22 a ser tão cínica. Como sou, eu mesmo, uma pessoa bastante cínica, me pareceu um material perfeito para dirigir.” “22 contra a Terra” vai estrear no streaming da Disney na sexta-feira (30/4).
“Os Flintstones” vai ganhar nova versão centrada em Pedrita adulta
A série clássica animada “Os Flintstones” vai ganhar revival. Encomendada pela Fox, a nova atração ganhou o título de “Bedrock”, nome da cidade em que os personagens moram desde a estreia em 1960. A trama, por sua vez, vai se passar 20 anos depois dos desenhos originais, acompanhando as aventuras pré-históricas da jovem Pedrita. Apesar de ter sido tratada como novidade pela imprensa mundial, a ideia não é nova. Uma série com a mesma premissa já foi exibida nos anos 1970, “Bambam e Pedrita” – durou 20 episódios. A nova versão da Pedrita adulta terá a voz de Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) na versão em inglês. Ela estará prestes a começar sua carreira profissional, enquanto seu pai Fred inicia a aposentaria, após trabalhar na pedreira de Bedrock por anos a fio. Mas esta não será a única mudança enfrentada pela família mais famosa da pré-História. Conforme a Idade da Pedra dá lugar à Idade do Bronze, os Flintstones precisarão fazer muitas adaptações ao seu modo de vida. Além de dublar Pedrita, Elizabeth Banks também vai produzir a série, que terá Lindsay Kerns (“Jurassic World: Acampamento Jurássico”) como roteirista principal e produção da Warner e Hannah-Barbera Studios. Criação da célebre dupla de animadores Joseph Barbera e William Hanna, “Os Flintstones” foi originalmente produzida entre 1960 e 1966 como o primeiro desenho animado adulto de todos os tempos. Embora hoje seja lembrado como uma atração infantil, a série original chegou a concorrer ao Emmy em 1961 como um programa normal de humor. Seu sucesso duradouro fez com nunca ficasse muito tempo fora do ar, ganhando reprises e sucessivas versões novas para a alegria das novas gerações. Além disso, a família Flintstone e seus vizinhos favoritos, os Rubles, também foram adaptados várias vezes para os cinemas e o mercado de vídeo, em longas animados e até em dois filmes live-action, em 1994 e 2000. “Bedrock”, porém, será a primeira versão dos personagens a conviver com seus principais sucessores na televisão. Desta vez, eles não serão exibidos no Cartoon Network, mas no canal de “Os Simpsons”. A produção também está sendo anunciada, pela primeira vez desde os anos 1960, como uma animação adulta. Relembre abaixo a abertura do primeiro desenho a mostrar Pedrita adulta.
Save Your Tears: Hit de The Weeknd ganha remix e clipe com participação de Ariana Grande
O cantor The Weeknd lançou um remix de “Save Your Tears”, uma versão (ainda) mais eletrônica e dançante do hit, que conta com participação especial de Ariana Grande. A nova gravação também ganhou clipe: uma animação que mostra o cantor canadense num bunker subterrâneo, construindo uma boneca de Ariana em tamanho real. Os dois já tinham gravado duas parcerias de sucesso, “Love me Harder”, lançada por Ariana em 2014, e “Off the Table”, que fez parte do consagrado disco “Positions”, da cantora, no ano passado. A versão original de “Save Your Tears” (veja aqui) integra o excelente disco “After Hours”, disponibilizado há 13 meses e que também rendeu os hits “Blinding Lights” e “In Your Eyes”. Apesar das boas vendagens, consagração em premiações (American Music Awards e MTV Video Music Awards) e coberto de elogios pela crítica, o disco foi esnobado pelo Grammy, o que fez o cantor anunciar que boicotaria a premiação “para sempre”.
Morrissey diz que não tem dinheiro para processar Os Simpsons
O cantor Morrissey, ex-The Smiths, ficou realmente revoltado com o episódio de domingo passado (19/4) de “Os Simpsons”, que o parodiou como um artista hipócrita e racista. Depois de seu empresário, Peter Katsis, detonar a série na conta oficial do artista no Facebook, num texto sem assinatura, o próprio cantor resolver se manifestar contra o episódio, batizado como “Panic on the Streets of Springfield” em referência à música “Panic” dos Smiths. No episódio, a personagem Lisa Simpson se apaixona pela música alternativa britânica e por um músico extremamente parecido com Morrissey, dublado por Benedict Cumberbach (“Doutor Estranho”), apenas para descobrir, tempos depois, que ele teria abandonado o veganismo, virado uma pessoa desleixada, racista e com opiniões de extrema direita. Manifestando-se num longo texto publicado no site Morrissey Central, ele disse que só não processa a série porque, supostamente, não tem dinheiro suficiente para bancar a briga judicial. Leia abaixo a íntegra do desabafo, que recebeu até título: “Olá Inferno”. “Esse é o meu primeiro comentário (e espero que seja o último) sobre o episódio de ‘Os Simpsons’ – que eu sei que irritou muita gente. O ódio direcionado a mim de parte dos criadores de ‘Os Simpsons’ é obviamente uma provocação para processo judicial, mas é também um processo que precisa de mais financiamento do que eu poderia reunir para ter uma chance. Eu também não tenho uma equipe de advogados determinados pronta para agir. Eu acho que isso é de conhecimento geral e é o motivo pelo qual eu sou atacado de forma tão descuidada e tão barulhenta. Você é especialmente odiado se a sua música afeta as pessoas de uma forma poderosa e bela, já que a música não é mais algo requisitado. Na verdade, a pior coisa que você pode fazer em 2021 é oferecer um pouco de força para as vidas de outras pessoas. Não há lugar na música moderna para alguém com emoções fortes. Limitações foram colocadas sobre a arte e nenhuma gravadora irá contratar um artista que possa responder à altura. De qualquer forma, peço desculpas, todos sabemos disso porque podemos ver como a música – e o mundo em geral – , se tornou uma bagunça hipnotizante, e todos devemos deixar pra lá e girar juntos porque a liberdade de expressão não existe mais. Todos sabemos disso. No meu caso, nada sobre a minha vida tem sido ‘literal’; nada em relação às minhas canções é ‘literal’… então por que elas seriam agora? Desde a minha primeira entrevista, há várias décadas, eu convivi com acusações horríveis que chegaram a um nível em que as pessoas padronizaram que ‘é assim que escrevemos sobre Morrissey’. Em outras palavras, eu estou acostumado. Já me tocaram terror suficiente para matar uma manada de bisões. As acusações normalmente vêm de alguém com algum desejo maluco de importância; eles não operam em um nível muito alto. Escrever para ‘Os Simpsons’, por exemplo, evidentemente requer apenas completa ignorância. Mas todas essas coisas são muito fáceis de dizer. Em um mundo obcecado por Leis de Ódio, não há nenhuma para me proteger. Com frequência, os ‘jornais de escândalo’ (nós AINDA nos referimos a eles como jornais de ‘notícias’?) tentam machucar um artista psicologicamente, e aí reunir ódio suficiente contra aquele artista para que ele/ela seja fisicamente machucado. Falsas teorias de raça são agora o aspecto mais comum (e entediante) das críticas, e continuarão sendo até que as acusações de racismo se tornem, por elas mesmas, ilícitas. Eu já vi fãs de Smiths sendo atacados pela imprensa do Reino Unido porque ‘os fãs de Smiths’ seriam muito atrasados para entender a pessoa que eu sou hoje; eu já vi as plateias modernas de Morrissey sendo ridicularizadas pela imprensa do Reino Unido porque eles, também, não poderiam saber quem eu sou, e eu perdi vários amigos de renome porque eles não conseguiam mais viver com a perseguição diária dos jornalistas britânicos, que são angustiados de forma suicida, porque não conseguem fazer com que as pessoas ao meu redor reflitam incidentes fabricados de racismo. Eu carrego sozinho a fadiga dessa batalha, apesar de ser muito grato à escritora Fiona Dodwell por suas mensagens eloquentes a respeito da vitimização que agora é automaticamente associada ao meu nome, e sobre as quais o mais recente episódio de ‘Os Simpsons’ se delicia. As pessoas me perguntam com frequência sobre por que eu não inicio uma retaliação – especialmente após as críticas abertas no [canal de TV] Sky Sports. A resposta está explicada nas primeiras linhas desse comentário. A vida é difícil e você deve enfrentá-la por conta própria. E mesmo com uma artilharia legal impossível-de-imaginar, tudo pode ser reparado… menos o coração humano. Para mim é mais fácil não seguir em frente. Vocês sabem que eu não duraria”.
M.O.D.O.K: Trailer de série animada adulta da Marvel inclui Homem de Ferro
A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “M.O.D.O.K.”, série animada sobre um dos vilões mais conhecidos do Capitão América. A prévia assume o tom de humor da produção, além de destacar seu visual inusitado, que resulta da combinação de bonecos, animação de stop-motion e acabamento de computação gráfica. Por conta disso, a produção está sendo chamada de “Frango Robô” (Robot Chicken) da Marvel. Nos quadrinhos, MODOK é uma aberração de laboratório. Com uma cabeça gigante e um corpo diminuto, o líder da IMA (espécie de HIDRA tecnológica) se movimenta traças a um traje especial, que também é uma mescla de cadeira/foguete voador, e se mostra um vilão difícil de derrotar devido a seu intelecto avançado. Na série, porém, ele não se mostra tão inteligente, lutando para manter sua organização criminosa e sua família unida, enquanto enfrenta a SHIELD e os Vingadores. O personagem tem dublagem original do comediante Patton Oswalt (que curiosamente apareceu em “Agents of SHIELD”). Ele também é um dos criadores, showrunner e produtor da série. Além do vilão, a prévia destaca os heróis Magnum (Wonder Man), dublado por Nathan Fillion (“Castle”, “Rookie”), e o Homem de Ferro, que tem a voz de Jon Hamm (“Mad Men”). Originalmente, a divisão televisiva da Marvel pretendia produzir quatro séries animadas adultas na Hulu, mas, após uma crise interna que levou ao cancelamento de todas as produções da Marvel Television, apenas “M.O.D.O.K.” sobreviveu. A própria Marvel Television implodiu, foi fechada e todos os seus projetos abandonados. No rescaldo dessa luta pelo poder, o controle sobre as séries de quadrinhos da companhia foram realocados para a divisão cinematográfica, Marvel Studios – que acaba de lançar suas primeira séries sob aclamação geral na Disney+. A expectativa é que a Disney siga a política de terra arrasada e cancele “M.O.D.O.K.” após a exibição da 1ª temporada, repetindo o que fez sem a menor cerimônia no ano passado com “Hellstrom”, última produção live-action da Marvel Television.
Disney+ vai lançar prólogo do filme animado Soul
A Disney+ anunciou que vai lançar um curta inédito de animação da Pixar baseado nos personagens de “Soul”, indicado ao Oscar 2021 de Melhor Animação. E já na semana que vem, no dia 30 de abril. Intitulado “22 vs. Earth”, o curta será um prólogo centrado na alma cética 22, que voltará a ter a voz de Tina Fey. A história vai se passar muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner (dublado por Jamie Foxx). A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul”, que no fim de semana passado venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes do mesmo diretor, Pete Docter – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos vencedores do Oscar. “Enquanto fazíamos ‘Soul’, conversamos sobre o porquê de uma nova alma não querer viver na Terra, mas, em última análise, isso não fazia parte daquele filme”, disse Nolting em comunicado. “’22 vs. Earth’ é uma chance de explorar algumas das perguntas sem respostas que tínhamos sobre o que levou 22 a ser tão cínica. Como sou, eu mesmo, uma pessoa bastante cínica, me pareceu um material perfeito para dirigir.” O curta vai mostrar 22 desafiando as regras do Grande Antes e se recusar a ir para a Terra, alistando cinco outras almas novas em sua tentativa de rebelião.












