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    The Dangerous Book For Boys é cancelada pela Amazon após 1ª temporada

    4 de agosto de 2018 /

    A Amazon Prime Video anunciou o cancelamento de “The Dangerous Book For Boys”, série infantil produzida pelo ator Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) com temática dramática de superação, quatro meses após a estreia da 1ª temporada. A atração era baseada no best-seller “O Perigoso Livro para Garotos” dos irmãos Conn e Hal Iggulden, originalmente um guia prático sobre atividades ao ar livre para meninos, que foi transformado num drama familiar sobre a importância da imaginação fértil das crianças. A trama girava em torno das dificuldades de uma mãe para lidar com a morte do marido e criar seus três filhos que, desde a perda do paí, mergulharam em videogames e celulares, ignorando o mundo. Tudo muda quando ela encontra um livro escrito a mão e repleto de colagens, feito pelo pai dos meninos, que serve de guia para aventuras ao ar livre que ele pretendia compartilhar com eles. Por meio desse livro, o filho mais novo volta a ver o pai e, ao embarcar na diversão, acessa a imaginação necessária para se reconectar com o mundo real. Curiosamente, a Disney tentou transformar o livro dos irmãos Iggulden num filme em 2007, mas o projeto nunca saiu do papel. Assim, Bryan Cranston conseguiu os direitos em 2014 com o objetivo de fazer uma série. Com seis episódios, “O Perigoso Livro para Garotos” teve seis episódios, produzidos por Cranston e pelo cineasta Greg Mottola (“Superbad” e “Férias Frustradas de Verão”). O elenco liderado pelo jovem Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”) ainda incluía Chris Diamantopoulos (“Os Três Patetas”) como o pai, Erinn Hayes (série “Childrens Hospital”) como a mãe, Drew Powell (a versão mirim de Weller na série “Blindspot”) e Kyan Zielinski (do vindouro terror “They Reach”) como os irmãos.

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    Amazon confirma produção da nova série de comédia do criador de Parks and Recreation

    1 de agosto de 2018 /

    A Amazon confirmou a encomenda da 1ª temporada de “Upload”, a primeira série de Greg Daniels desde o fim de “Parks and Recreation”. A trama se passa no futuro, quando os seres humanos podem colocar suas consciências num céu virtual após a morte. A trama gira em torno de Nathan, personagem vivido por Robbie Amell (série “The Flash”), que ao morrer tem a consciência enviada para esse local e passa a conviver com Nora (Andy Allo, de “A Escolha Perfeita 3”), a funcionária responsável pelo atendimento ao cliente desse negócio de realidade virtual. A série segue os dois enquanto Nathan se acostuma com a vida longe de seus entes queridos, ao mesmo tempo em que Nora, ainda viva, luta para conciliar sua vida real e o trabalho virtual com Nathan. Daniels, que desenvolveu a atração com Howard Klein, seu parceiro nas produções de “Parks and Recreation” e “The Office”, também assina a direção do primeiro episódio. Ainda não há previsão para a estreia da série. “Estou muito feliz por voltar a trabalhar com Greg e Howard nesta nova série”, comentou Vernon Sanders, responsável pela divisão de séries da Amazon, via comunicado. “Eles criaram algumas das melhores comédias das últimas três décadas e sei que nossos assinantes do Prime Video vão aproveitar a estreia de ‘Upload’.” “A Amazon é o lugar perfeito para Upload”, disse Daniels. “Devido à sua forte equipe criativa e por ser uma empresa que poderia, na verdade, um dia sediar uma vida digital pós-morte. Se eu ficar bem com eles, estou esperando um grande desconto nos meus primeiros mil anos”, brincou o produtor.

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    Amazon anuncia nova série produzida por Nicole Kidman

    1 de agosto de 2018 /

    A Amazon Studios anunciou a encomenda da série dramática “The Expatriates”, que será produzida e possivelmente estrelada por Nicole Kidman. Baseada no romance best-seller homônimo de Janice Y.K. Lee, a trama conta a história de três mulheres americanas que vivem em Hong Kong. Elas enfrentam problemas relacionados a suas carreiras, seus casamentos e seus filhos durante a trama. “A trama gira em torno de uma história viciante que segue um grupo de mulheres complexas e suas vidas como estrangeiras em Hong Kong. É uma verdadeira descoberta da força dessas mulheres que perseveram no casamento, carreira, relacionamento com os filhos e lidam com perdas inimagináveis”, disse a presidente da Amazon Studios, Jennifer Salke, durante sua participação no evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). A adaptação está cargo da roteirista australiana Alice Bell (da minissérie “The Beautiful Lie”) com execução do estúdio Blossom Films, de Kidman. Por sua vez, a atriz revelou que espera que a série seja o começo de uma longa parceria com a Amazon. “‘The Expatriates’ é apenas o começo do nosso objetivo comum de fazer histórias deliciosas com algo significativo a dizer sobre o mundo”. Quando o projeto começou a circular, ela chegou a dizer que gostaria de estrelar a obra, mas nada em relação ao elenco foi confirmado até o momento. Também não há previsão para a estreia da série. Além desse projeto, Nicole Kidman estrela e produz a 2ª temporada de “Big Little Lies” e desenvolve a adaptação cinematográfica do mais novo livro de Liane Moriarty, autora da série da HBO, “Nine Perfect Strangers”.

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    Diretores dos Vingadores vão criar uma “franquia global” para a Amazon

    31 de julho de 2018 /

    A Amazon aproveitou o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos) para anunciar uma parceria com a produtora AGBO Studios, dos irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”. Pelo acordo, Joe e Anthony Russo vão desenvolver “uma franquia global inovadora”, definida como “um conceito ambicioso destinado a cativar a audiência do Prime Video e redefinir os limites da arte narrativa”. “Os irmãos Russo tiveram um impacto significante de excelência na cultura pop com ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Capitão América: Guerra Civil”, disse Jennifer Salke, presidente do Amazon Studios. “Eles trouxeram um nível de escala e execução para estes filmes que elevaram o nível de expectativa do público em todo o mundo e mal podemos esperar que eles façam o mesmo por nós neste projeto para nossos clientes e assinantes. Estamos entusiasmados em trabalhar com Joe e Anthony Russo enquanto eles constroem essa incrível e multifacetada franquia internacional”. Em vídeo exibido no evento da TCA, os diretores-produtores acrescentaram que estariam “contratando talentos de todo o mundo” para seu projeto, que chamaram de “uma grande aventura global”. Soa misterioso, e fica ainda mais com a comparação da produção a uma nave-mãe que dará origem a várias outras atrações realizadas em diferentes países, criando um universo interligado de “múltiplas camadas”. Nada mais se sabe a respeito desse projeto, ainda sem título ou cronograma de produção.

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    Roteiristas de Star Trek vão desenvolver a série do Senhor dos Anéis para a Amazon

    31 de julho de 2018 /

    A Amazon anunciou os nomes dos encarregados por desenvolver a série baseada em “O Senhor dos Anéis. A dupla John D. Payne e Patrick McKay, que trabalhou em “Star Trek: Sem Fronteiras” e em sua vindoura continuação, foi escolhida para levar “fãs, elfos e os assinantes” do Amazon Prime Video para uma jornada inédita pela Terra Média. Sobre o envolvimento no projeto, Payne e McKay comentaram, em comunicado: “Estamos extremamente felizes em fazer uma parceria com a Amazon para dar vida a este projeto. Nós nos sentimos como Frodo, partindo do Condado, com uma grande responsabilidade aos nossos cuidados – é o começo da aventura de uma vida”. Mais detalhes sobre esta jornada ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. “Não vamos fazer um remake do filme, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”, disse a presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke. Ela também afirmou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país que também serviu de locação para as adaptações cinematográficas de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. “Acho que devemos filmar na Nova Zelândia. Eu não sei, mas ter que ir em algum lugar interessante, que possa fornecer essas locações de uma maneira realmente autêntica, porque queremos que pareça incrível. Não há escassez de ambição para esse projeto. Nós vamos aonde precisarmos ir para que isso aconteça”. O projeto está orçado em cerca de US$ 1 bilhão, com previsão para ter cinco temporadas.

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    The Romanoffs: Nova série do criador de Mad Men ganha primeiro teaser e data de estreia

    31 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou o primeiro teaser de “The Romanoffs”, nova série de Matthew Weiner, o criador de “Mad Men”. O vídeo não mostra nenhuma cena da produção. Em vez disso, exibe a lista grandiosa e cinematográfica de atores que compõem o elenco e revela a data de estreia no serviço Prime. O projeto é descrito como uma antologia contemporânea, que focará diferentes histórias ao redor do mundo sobre pessoas que acreditam ser descendentes da família imperial russa Romanoff, assassinada há quase 100 anos. O mistério que ronda a família remonta a 1918, quando os revolucionários bolcheviques, que transformaram a Rússia num país comunista, assassinaram brutalmente o czar Nicolau II, a mulher e os filhos. Mas o fato de o corpo de uma de suas filhas, Anastasia, não ter sido enterrado com a família alimentou, por muito tempo, teorias de que ela teria sobrevivido à tragédia e fugido da Rússia com uma identidade nova. Várias mulheres reivindicaram ser Anastásia, e Hollywood até produziu um clássico sobre o mistério, “Anastácia, A Princesa Esquecida” (1956), com Ingrid Bergman no papel de uma mulher que podia ou não ser a princesa perdida. Graças a isso, muitos afirmam até hoje descenderem de Anastasia, embora um esqueleto que poderia ser da princesa tenha sido encontrado na região em que os Romanoff foram executados. “Cada episódio terá um elenco diferente, uma história diferente e um local diferente. A única coisa que os mantém juntos é que todas as histórias envolvem pessoas que acreditam ser descendentes da família Romanoff, a última dinastia imperial a governar a Rússia”, disse Weiner, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Weiner vai dirigir todos os episódios, além de ser responsável pelo roteiro e produção executiva. Entre os nomes que integram o elenco estão Isabelle Huppert (“Elle”), Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”), Kathryn Hahn (“Perfeita É a Mãe!”), Amanda Peet (“Dormindo Com as Outras Pessoas”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Diane Lane (“Liga da Justiça”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”), Noah Wyle (série “Falling Skies”), Kerry Bishé (“Halt and Catch Fire”), Marthe Keller (“Além da Vida”), Clea DuVall (“Veep”), Radha Mitchell (“Horror em Silent Hill”), Paul Reiser (“Stranger Things”), Hugh Skinner (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!”), Griffin Dunne (“Oito Mulheres de um Segredo”) e três ex-integrantes de “Mad Men”, Christina Hendricks, John Slattery e Cara Buono. A lista ajuda a explicar porque a atração é uma das mais caras da Amazon. Mesmo assim, esteve duas vezes prestes a ser cancelada devido a dois escândalos. O primeiro escândalo foi o que precipitou o movimento #MeToo, a denúncia de abusos sexuais do produtor Harvey Weinstein. Como “The Romanoffs” era uma produção da TWC (The Weinstein Company), a Amazon optou por tirar a série da empresa e investir sozinha na sua gravação, orçada em US$ 75 milhões, ao mesmo tempo em que cancelou outra produção dispendiosa do mesmo estúdio. Um mês após tomar essa decisão, o criador da série, Matthew Weiner, se somou ao crescente número de personalidades de Hollywood acusadas de assédio sexual. A roteirista Kater Gordon, que venceu um Emmy por seu trabalho em “Mad Men”, afirmou ao site The Information que Weiner se comportou de forma imprópria com ela há oito anos. Como a polêmica não teve grande repercussão, a Amazon respirou fundo e foi adiante. “The Romanoffs” vai estrear em 12 de outubro.

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    Sneaky Pete é renovada e começa a gravar a 3ª temporada já nesta semana

    31 de julho de 2018 /

    A Amazon anunciou ter renovado “Sneaky Pete” para a 3ª temporada. Mais que isso: as gravações dos novos episódios começam já nesta semana em Los Angeles, quatro meses após a estreia do segundo ano da atração. Apesar de pouco badalada, a série criada pelo ator Bryan Cranston (o Walter White de “Breaking Bad”) em parceria com o produtor David Shore (criador da série “House”) é uma das melhores do serviço Prime, com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Sneaky Pete” traz Giovanni Ribisi (“Caça aos Gângsteres”) como o personagem-título. Mas apesar de se apresentar como Pete, o nome do protagonista é outro. Ele é um vigarista que, após ouvir as histórias do verdadeiro Pete, seu ex-companheiro de cela (Ethan Embry, da série “Once Upon a Time”), assim que sai da cadeia resolve aparecer na casa da família do outro, fingindo ser o rapaz que desapareceu há muito tempo, sem dizer que está preso. O golpista convence a todos que é quem diz ser, encontrando um lugar para se esconder até conseguir levantar dinheiro para quitar uma dívida milionária. O problema é que fica cada vez mais enrolado por conta de suas mentiras. O elenco ainda inclui Margo Martindale (série “The Americans”), Marin Ireland (série “The Slap”), Peter Gerety (“O Ano Mais Violento”), Shane McRae (“Para Sempre Alice”), Libe Barer (série “Parenthood”) e tem participação do próprio Cranston. Os 10 episódios da 3ª temporada estarão disponíveis em 2019.

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    Amazon desiste de fazer série produzida por James Gunn

    26 de julho de 2018 /

    A Amazon não vai mais produzir o remake de “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch), série policial dos anos 1970, que tinha como produtor o cineasta James Gunn. Mas a desistência não teria a ver com o fato de que Gunn foi recentemente demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, devido a antigos tuítes ofensivos, trazidos à tona por um grupo da extrema direita dos Estados Unidos. Segundo apurou o Yahoo, o projeto teria sido abandonado bem antes da polêmica. “Nós passamos o projeto há alguns meses”, disse uma fonte ao site. “Não houve comunicado. É o mesmo caso de qualquer outro projeto que a gente não quer fazer”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o contrato original com a Amazon era para o desenvolvimento dos roteiros. O que significa que se os roteiros agradassem, a Amazon encomendaria a 1ª temporada. Mas as histórias precisariam ser aprovadas para o investimento ser concluído. Gunn estava criando o remake da série em família, junto com seu irmão Brian Gunn e seu primo Mark Gunn, que anteriormente escreveram a trama do blockbuster “Viagem 2: A Ilha Misteriosa” (2012). Ele também não descartava dirigir alguns episódios, que seriam produzidos pela Sony Pictures Television. A série original, estrelada por David Soul e Paul Michael Glaser entre 1975 e 1979, marcou época pela violência demonstrada em suas tramas, com policiais que pegavam pesado como Dirty Harry. A produção também ajudou a popularizar o clichê dramático do informante do gueto – encarnado por Branca de Neve (a tradução nacional do personagem Huggy Bear), vivido por Antonio Fargas. A produção já ganhou um remake de cinema. Em 2004, Ben Stiller e Owen Wilson atuaram em uma versão dirigida por Todd Phillips, responsável pela trilogia “Se Beber, Não Case”. Totalmente avacalhada, a produção antecipou a mania de Hollywood de transformar tramas televisas dramáticas em comédias nem sempre engraçadas, tendência que teve seu ponto alto em “Anjos da Lei” e seu ponto baixo em “CHiPS”. Não há informações se a série vai buscar outro distribuidor.

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    The Expanse: Elenco e criadores agradecem aos fãs pela campanha que salvou a série

    23 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou seu primeiro vídeo de “The Expanse”, após resgatar a produção do cancelamento no canal pago Syfy. Feito para a San Diego Comic-Con, o vídeo reúne a tripulação da nave Rocinante e os criadores da atração num grande agradecimento aos fãs pela campanha incessante e ostensiva que resultou no salvamento da série. O vídeo também revela as primeiras artes conceituais da 4ª temporada – a primeira da Amazon – e confirma que os próximos capítulos mostrarão novos planetas, após a abertura do portal visto no terceiro ano da produção, que teve 100% de aprovação da crítica, na média do site Rotten Tomatoes. Visualmente deslumbrante, repleta de personagens e diferentes alianças, a série é considerada um “Game of Thrones” espacial. E como a popular atração da HBO, também se origina de uma coleção literária – da qual apenas o primeiro volume, “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), foi lançado no Brasil. A 4ª temporada fará a adaptação do quarto livro, metade da história até aqui. Todos os livros são assinados por James S.A. Corey, pseudônimo da dupla Daniel Abraham e Ty Franck, que lançam o oitavo volume em dezembro e já preparam o nono para 2019. A série também foi desenvolvida por uma dupla. Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), e o elenco multinacional é encabeçado por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (do vindouro “Máquinas Mortais”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Além deles, a 3ª temporada ainda acrescentou a Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”). Os próximos episódios da série passarão a ser disponibilizados na Amazon em 2019.

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    Good Omens: Minissérie apocalíptica ganha vídeo de bastidores

    23 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro vídeo de bastidores de “Mad Men“. Ele interpreta o papel do arcanjo Gabriel em “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito em parceria por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett (“Missão Especial de Natal”). A atração é uma comédia passada nos últimos dias que antecedem o apocalipse, enquanto a raça humana aguarda o julgamento final, e o vídeo destaca, além de Gaiman, o trabalho dos três protagonistas. A produção marca o retorno de Jon Hamm às séries, quatro anos após o final de “Mad Men”. Ele vive o arcanjo Gabriel, o mensageiro principal de Deus. Os demais personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”) e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”), que não estão muito entusiasmados com a perspectiva de entrar em guerra. E, como se não bastasse, nenhum deles sabe onde está o anticristo. O elenco também contará com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”) como Newton “Newt” Pulsifer, um balconista fracassado que se torna caçador de bruxas, Michael McKean (série “Better Call Saul”) como o sargento Shadwell, líder do exército caçador de bruxas, e Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) como a madame Tracy, uma médium que ajuda o anjo e o demônio a salvarem o mundo do apocalipse. Além de ter escrito o livro, Gaiman servirá como roteirista e showrunner da série, que terá seis capítulos e ainda não possui data de estreia definida. A série limitada será uma parceria entre a BBC e a Amazon. O serviço de streaming já disponibiliza a primeira série adaptada da obra do escritor, “American Gods/Deuses Americanos”, produção original do canal pago americano Starz.

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    Homecoming: Veja o teaser da primeira série estrelada por Julia Roberts

    23 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Homecoming”, primeira série protagonizada por Julia Roberts (“O Jogo do Dinheiro”). Desenvolvida por Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”), a atração é baseada num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. A série vai se concentrar em uma assistente social (Roberts) que trabalha em uma instalação secreta do governo. Na prévia, ela aparece prestes a iniciar uma entrevista com um paciente. O elenco inclui Bobby Cannavale (visto na temporada mais recente de “Mr. Robot) como seu supervisor ambicioso, Stephan James (do filme “Raça”) como um soldado ansioso para se retornar à vida civil, além de Alex Karpovsky (série “Girls”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Sissy Spacek (série “Bloodline”) e Dermot Mulroney (que trabalhou com Roberts em “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e “Álbum de Família”). A série ainda não tem previsão de estreia, mas já possui garantia de continuação, pois a Amazon encomendou duas temporadas de uma vez.

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    Trailer da 3ª temporada de The Man in the High Castle introduz trama de universos paralelos

    22 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada de “The Man in the High Castle”, com cenas de tecnologia retrô-futurista que lembram a série clássica “Túnel do Tempo” e uma trama de multiversos mais próxima da recente “Counterpart”. A trama de realidade alternativa distópica é um dos maiores sucessos do serviço de streaming e acompanha a luta da resistência num mundo em que Alemanha e Japão venceram a 2ª Guerra Mundial. Na prévia, a descoberta de uma realidade paralela, em que o resultado do conflito mundial foi diferente, inspira esperança na resistência, mas também desejos de conquista no Reich. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), que o escritor planejava continuar, graças a seu final aberto, mas nunca conseguiu ir além de esboços para a sequência. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação já cobriu a história original, com grandes liberdades, e agora começa a incluir elementos inexistentes no livro, como a ideia dos multiversos. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (série “Revenge”), DJ Qualls (série “Z Nation”) e Bella Heathcote (“Demônio de Neon”). O estreia dos novos episódios foi marcada para 5 de outubro, quase dois anos após a exibição da 2ª temporada. Mas apesar deste longo hiato a série está renovada para a 4ª temporada, com uma expectativa de lançamento mais rápido, previsto para 2019.

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    Netflix lidera indicações do Emmy pela primeira vez, mudando o perfil da “televisão”

    12 de julho de 2018 /

    O Emmy 2018 entrou para a História pelo reconhecimento dado pela Academia de Televisão dos Estados Unidos a um novo tipo de programação de TV, que pode ser assistida por dispositivos móveis ou no computador, e não mais exclusivamente num aparelho televisor. Produções de plataformas de streaming tiveram desempenho surpreendente entre as indicações, reveladas na quinta-feira (12/7). Pela primeira vez, a Netflix liderou a lista de “emissoras” com a maior quantidade de programas indicados, acabando com um domínio de 17 anos da HBO na liderança das nomeações. A plataforma foi nomeada 112 vezes, quatro a mais que a antiga campeã. Ao se estabelecer como o parâmetro de qualidade da TV norte-americana no começo do século 21, a HBO encabeçou uma troca entre padrões televisivos, deixando para trás as produções feitas para a TV aberta, que se tornaram convencionais diante da ousadia das séries da TV paga. E com a HBO vieram Showtime, FX, AMC, Starz e outros canais por assinatura, que completaram a troca da guarda. Até que as próprias redes começaram a imitar a programação premiada, com produções mais cinematográficas e temáticas mais complexas que o “caso da semana”. No Emmy 2018, entretanto, apesar de a HBO produzir as duas atrações com a maior quantidade de indicações (“Game of Thrones” e “Westworld”), está claro que o paradigma começa a mudar. Agora é a Netflix que lidera uma nova renovação na forma como se faz televisão. Os destaques da plataforma no Emmy foram as séries dramáticas “The Crown” (13 indicações) “Stranger Things” (12), “Godless” (12), “GLOW” (10), “Black Mirror” (7) e “Ozark” (5). Após a Netflix, o Hulu foi o serviço de streaming que mais se destacou com 27 indicações, 20 delas para “The Handmaid’s Tale” – que na contagem geral foi o quarto programa com o maior número de nomeações e a atração de streaming que disputa a maior quantidade de categorias. A Amazon, por sua vez, emplacou 22 indicações, puxadas pelas 14 de “The Marvelous Mrs. Maisel”. A concentração em poucos título de Hulu e Amazon contrastam com a variedade da Netflix, que multiplica sua programação sem parar, empilhando quantidade na busca de qualidade. Não é por acaso que a Amazon resolveu abrir o talão de cheques e passar a encomendar diversas séries novas. O diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, enfatizou este ponto em sua declaração após a divulgação da lista da Academia, dizendo: “Estamos particularmente entusiasmados em ver a amplitude de nossa programação celebrada com indicações espalhadas por 40 títulos novos e recorrentes que mostram nossa variada e expansiva grade – comédias, dramas, filmes, séries limitadas, documentário, variedade, animação e reality shows”. A HBO seguiu o mesmo tom em sua declaração – “A HBO está muito satisfeita com suas 108 indicações, especialmente pela ampla gama em tantas categorias” – sugerindo que está muito consciente da batalha que precisará travar por essa amplitude. O dado é especialmente significativo por ecoar o primeiro discurso de John Stankey, novo chefe da Warner Media, sobre o futuro da HBO, que deve aumentar o volume de sua programação original, buscar uma audiência maior e enfrentar a guerra por espaço no admirável mundo novo que o Emmy 2018 agora oficializou. Quem acha que vive na era do pico da TV (peak TV) vai se surpreender com o desdobramento do sucesso da Netflix. Aguardem o Emmy 2020, com os primeiros produtos das plataformas da Apple, Disney, YouTube Premium e Facebook…

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