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  • Série

    Hanna: Teaser da 2ª temporada destaca Dermot Mulroney como novo vilão

    30 de abril de 2020 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o primeiro teaser da 2ª temporada de “Hanna”, que apresenta a data de estreia e o novo vilão da série, interpretado por Dermot Mulroney (“Homecoming”). Ele aparece na prévia vigiando, por meio de uma parede de monitores, os movimentos da personagem-título. Baseada no filme de mesmo nome, dirigido por Joe Wright (“Anna Karenina”) e estrelado por Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) em 2011, a série acompanha Hanna, uma adolescente treinada desde pequena para ser uma assassina. Ao ser envida para sua primeira missão secreta por seu pai, ela acaba perseguida por uma agente da CIA, que tem informações capazes de fazê-la questionar sua verdadeira identidade. A adaptação foi criada por David Farr, que coescreveu o roteiro do filme original. O elenco traz Esme Creed-Miles (“Pond Life”) como Hanna, e volta a reunir Joel Kinnaman e Mireille Einos após a parceria da dupla em “The Killing”. Kinnaman interpreta Erik, o pai de Hanna, e Einos é a agente da CIA Marissa. A 2ª temporada, com produção da NBCUniversal, estreia em 3 de julho.

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  • Filme,  Música

    Documentário do retorno dos Jonas Brothers ganha trailer para estreia na Amazon

    23 de abril de 2020 /

    A Amazon divulgou o trailer de um novo documentário dos Jonas Brothers. A boy band, que voltou a se juntar em 2019 após seis anos, teve sua recente turnê internacional gravada para o lançamento de “Happiness Continues: A Jonas Brothers Concert Film”, que vai acontecer nesta sexta (24/4) na plataforma Prime Video. O filme complementa o documentário anterior da Amazon, “Chasing Happiness”, sobre o passado dos três irmãos, dos anéis de castidade à decisão do terminar banda. Agora, em “Happiness Continues”, eles mostram os bastidores da turnê de seu retorno, que esgotou bilheterias em grandes estádios ao redor do mundo – inclusive no Brasil. Descrito por Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios, como um olhar “pessoal pelos bastidores”, o filme acompanhar os irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas em seu reencontro, intimidade, ensaios e shows lotados, promete dar aos fãs tanto uma lembrança da turnê como uma visão do cotidiano das vidas dos músicos e de suas esposas famosas. Em uma live, os irmãos adiantaram alguns detalhes do filme, como uma apresentação íntima que o trio fez em Chicago no ano passado. Kevin contou que sua parte favorita sobre a reunião foi mostrar a banda para as filhas. Joe, por outro lado, falou sobre sua rotina pré-show, que inclui levar um tapa na cara — “muitas vezes de Sophie”, brincou.

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  • Série

    El Presidente: Minissérie sobre escândalo de corrupção da FIFA ganha primeiro teaser

    21 de abril de 2020 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro teaser de “El Presidente”, minissérie original do serviço Prime Video inspirada pelo escândalo de corrupção na FIFA. A prévia, que coloca uma taça e uma fortuna em primeiro plano, observadas pelo elenco, pode ser conferida abaixo. A série explora o escândalo que abalou o mundo esportivo por meio de Sergio Jadue, ex-presidente de um pequeno clube de futebol chileno, que saiu do anonimato para se tornar peça-chave na denúncia da trama de corrupção, que somou US$ 150 milhões, envolveu a organização da Copa América de 2015, o presidente da federação Argentina de futebol Julio Grondona, o ex-presidente da CBF José Maria Marin e resultou na prisão de vários outros dirigentes de futebol ligados à CONMEBOL, CONCACAF e FIFA. O elenco destaca Karla Souza (“How to Get Away with Murder”), Andrés Parra (“Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”) e Paulina Gaitán (“Narcos”). Ao todo, a atração conta com oito episódios dirigidos por Natalia Beristain (“Luis Miguel: La Serie”), Gabriel Díaz (“Bala Loca”) e pelo roteirista vencedor do Oscar Armando Bo (“Birdman”). “El Presidente” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Versão virtual do Festival SXSW terá apenas sete longas

    21 de abril de 2020 /

    Apenas sete dos 135 longas originalmente previstos para o Festival SXSW (South by Southwest) aceitaram a proposta dos organizadores para exibição online. Cancelado devido à pandemia de coronavírus, o evento texano vai apresentar os filmes de sua edição de 2020 num festival virtual na plataforma de streaming da Amazon, no dia 27 de abril. As obras ficarão disponíveis durante dez dias, de graça, na página inicial americana do Prime Video, serviço de streaming de vídeos da Amazon. A baixa adesão reflete a inquietação gerada pela proposta, com vários cineastas preocupados com o impacto que a disponibilização numa plataforma de streaming poderia ter sobre suas perspectivas de vendas futuras. Além disso, filmes com comercialização garantida recusaram o convite por acreditar que isso prejudicaria sua exibição nos cinemas. E ainda houve títulos adquiridos por plataforma rivais que nem consideraram a possibilidade. “Este é realmente um momento sem precedentes. As pessoas estão esperando o novo normal. E outros estão esperando o retorno ao normal”, disse a diretora do Festival SXSW, Janet Pierson, ao site The Hollywood Reporter . “Estamos apenas tentando tirar o melhor de uma situação complicada. E essa foi uma oferta concreta e empolgante da Amazon, que permite a uma grande variedade de cineastas a oportunidade de apresentar seus filmes a um público que de outra forma não conseguiria atingir”. Uma fonte da Amazon disse que o número de filmes que decidiram participar atendeu às suas expectativas. “Entendemos que todo filme tem sua própria estratégia e sabemos que essa oportunidade pode não fazer sentido para todo cineasta”, disse Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios. “No entanto, stamos entusiasmados em fornecer essa plataforma para aqueles que querem compartilhar suas histórias agora. Até que possamos estar juntos pessoalmente novamente, esperamos que esta programação permita que essas histórias maravilhosas atinjam virtualmente os amantes do cinema em todo o país. ” Dos sete longas, quatro são obras de ficção e três são documentais. O brasileiro “Medida Provisória”, primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos, não está entre eles. Três dos quatro dramas são produções francesas, um vem da Guatemala e todos os documentários foram feitos por americanos. A programação, que pode ser conferida aqui, ainda inclui mais 32 curtas e produções episódicas. Além das exibições dos filmes, o festival virtual também contará com painéis pré-gravados e sessão de perguntas e respostas produzidas pela equipe do SXSW. O acesso será gratuito, mas apenas para IPs dos Estados Unidos.

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  • Série

    LeVar Burton confirma participação na 2ª temporada de Star Trek: Picard

    18 de abril de 2020 /

    O ator LeVar Burton confirmou que vai voltar a viver Geordi La Forge, seu personagem na série clássica “Star Trek: A Nova Geração”, em uma participação na 2ª temporada de “Star Trek: Picard”, que continua a história do capitão Jean-Luc Picard (interpretado por Patrick Stewart). A revelação foi feita durante entrevista ao programa “Entertainment Tonight”. Além dele, o ator disse que outros veteranos da série dos anos 1980 também deverão aparecer nos próximos episódios. “Como eu digo isso sem me meter em problemas… acho que é razoável assumir que essas pessoas ainda são parte da vida de Picard e, claro, sim, com certeza, você vai ver todos nós, provavelmente não todos ao mesmo tempo, mas, sabe como é, nunca diga nunca”. LeVar Burton, que ficou famoso ao interpretar Kunta Kinte na minissérie histórica “Raízes”, em 1977, foi ao espaço na estreia de “Star Trek: A Nova Geração”, em 1987. Cego de nascimento, o personagem usava um visor especial para enxergar e chefiava a engenharia da USS Enterprise-D, comandada pelo capitão Jean-Luc Picard. A 1ª temporada de “Picard” já tinha reunido Patrick Stewart com três de seus antigos colegas de “A Nova Geração”, como Jonathan Frakes (intérprete de Will Ryker), Martina Sertis (Deanna Troi), Data (Brent Spinner) e Jonathan Del Arco (Hugh), além de Jeri Ryan (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A 2ª temporada foi confirmada mesmo antes do lançamento da série e terá 10 episódios. Entretanto, no momento não há cronograma para esta ou qualquer outra produção, devido a paralisação da indústria audiovisual como precaução contra a pandemia do novo coronavírus. Desenvolvida para a plataforma americana CBS All Access, “Star Trek: Picard” é disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video. Veja abaixo a entrevista de LeVar Burton.

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  • Filme

    Aprendiz de Espiã troca estreia no cinema pelo streaming da Amazon

    9 de abril de 2020 /

    A Amazon adquiriu a comédia de ação “Aprendiz de Espiã” (My Spy), do estúdio STX, para lançar em seu serviço de streaming. “Aprendiz de Espiã” deveria ter sido lançado em setembro do ano passado nos cinemas americanos, mas foi adiado para abril deste ano para se distanciar de outra comédia do ator Dave Bautista – o filme “Stuber”. Só que os cinemas fecharam devido a pandemia de coronavírus, deixando a produção sem data de estreia nos EUA – apesar do lançamento internacional em alguns territórios da Ásia e Oceania em janeiro. O serviço Amazon Prime Video fará agora a distribuição exclusiva do longa, que no Brasil seria lançado pela Diamond Films. O filme segue uma fórmula já explorada com sucesso por Arnold Schwarzenegger (“Um Tira no Jardim de Infância”), Jackie Chan (“Missão Quase Impossível”), Dwayne Johnson (“O Fada de Dentes”) e outros adeptos do cinema de pancadarias para ampliar seu público e conquistar a simpatia infantil: virar brutamontes bonzinho num contexto de comédia com criança. No filme, Bautista vive um agente da CIA que prefere explodir os inimigos a cumprir os objetivos de suas missões. Por conta disso, é colocado sob observação. Para piorar, durante uma tocaia, é flagrado por uma menina de 9 anos, que grava sua espionagem com um celular e negocia não colocar o vídeo no ar em troca de aulas para virar espiã. E ela dá um baile no durão, além de descobrir que ele não é tão insensível quanto tenta parecer. A precoce Chloe Coleman (de “Big Little Lies” e que também estará em “Avatar 2”) vive a garotinha e o elenco ainda inclui Kristen Schaal (de “O Último Cara na Terra/The Last Man on Earth”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) e Parisa Fitz-Henley (“Midnight Texas”). O roteiro é dos irmãos Jon e Erich Hoeber (“RED: Aposentados e Perigosos”) e a direção está a cargo do veterano Peter Segal (“Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final”). “Aprendiz de Espiã” é o quarto filme transferido dos cinemas para o streaming por conta da crise sanitária. Anteriormente, a Universal já havia disponibilizado a animação “Trolls 2” em VOD nos EUA, a Netflix comprou a comédia “The Lovebirds”, da Paramount, e “Artemis Fowl” trocou a projeção cinematográfica por exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus). Veja abaixo o trailer legendado de “Aprendiz de Espiã”.

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  • Série

    Homecoming: Teaser e imagens da 2ª temporada destacam protagonismo de Janelle Monáe

    8 de abril de 2020 /

    A Amazon divulgou o pôster, seis fotos e o primeiro teaser da 2ª temporada de “Homecoming”, que destaca Janelle Monáe como nova protagonista. Será o primeiro papel fixo da cantora numa série, após se destacar no cinema em “Moonlight” e “Estrelas Além do Tempo” (ambos de 2016), mas ela já era conhecida dos assinantes da Amazon por participação num episódio da antologia sci-fi “Electric Dreams”. A 2ª temporada de “Homecoming” vai acompanhar uma mulher (Monáe) que acorda em uma canoa no meio de um lago, sem nenhuma memória de como chegou lá – ou mesmo de quem ela é. Essa sequência é destaque no vídeo e nas imagens disponibilizadas. Protagonista da 1ª temporada, Julia Roberts não voltará a aparecer nos novos episódios, mas ainda seguirá como produtora executiva da atração, ao lado de Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”). Apesar disso, alguns membros do elenco original, como Stephan James e Hong Chau, ainda podem ser vistos na prévia abaixo, ao lado das novas adições – além de Janelle, Joan Cusack (“De Repente Uma Família”) e Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”). A estreia está marcada para 22 de maio em streaming.

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  • Filme

    Festival SXSW vai ganhar versão virtual na plataforma de streaming da Amazon

    2 de abril de 2020 /

    O Festival SXSW (South by Southwest) vai virar evento virtual. Cancelado devido à pandemia de coronavírus, o evento de 2020 vai apresentar os filmes de sua programação original na plataforma de streaming da Amazon. Os organizadores do festival texano anunciaram a parceria nesta quinta (2/4), com o lançamento do projeto “Prime Video presents the SXSW 2020 Film Festival Collection”. Os cineastas que participarem receberão uma quantia em dinheiro – o valor não foi revelado – e a expectativa é que os longas fiquem disponíveis até o fim de abril. “Estamos honrados em promover espaço para os cineastas do SXSW dividirem seus trabalhos e paixões com o público pela primeira vez”, afirmou Jennifer Salke, chefe da Amazon Studios, em comunicado. O SXSW aconteceria em março, mas precisou ser cancelado devido à pandemia de covid-19. “Desde que o evento foi cancelado pela cidade de Austin, nós estamos focados em uma forma de como ajudar os cineastas que estavam inscritos”, disse a diretora do evento cinematográfico do SXSW, Janet Pierson. “Ficamos maravilhados quando a Amazon Prime Vídeo se ofereceu para transmitir o festival online.” Entre outros filmes, o festival deveria apresentar a première mundial do brasileiro “Medida Provisória”, primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos. A programação ainda incluía “The King of Staten Island”, de Judd Apatow (“Ligeiramente Grávidos”), que não filmava há cinco anos, além de novos lançamentos dos cineastas Michael Showalter, Frank Oz, Kevin Willmott, Amy Seimetz e longas dirigidos pelos atores Alex Winter e John Leguizamo. Além da mostra cinematográfica, o SXSW também realizava simultaneamente eventos de tecnologia, séries e até um festival de rock, que ficaram inviabilizados com a suspensão do evento na cidade de Austin.

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  • Série

    Nicole Kidman vai estrelar nova minissérie de suspense da Amazon

    2 de abril de 2020 /

    A atriz Nicole Kidman vai incluir mais uma minissérie em seu currículo. A vencedora do Emmy de Melhor Atriz por em “Big Little Lies” vai produzir e estrelar “Pretty Things”, adaptação do livro ainda inédito de Janelle Brown. “Pretty Things” será a quarta produção de série da atriz, que também fez “The Undoing”, atração da HBO que teve a estreia adiada devido à pandemia de coronavírus, e “Nine Perfect Strangers”, adaptação de livro da mesma autora de “Big Little Lies”, em desenvolvimento para a plataforma Hulu. A nova atração será o primeiro trabalho da atriz para a Amazon. Segundo a sinopse, a trama acompanha duas mulheres “envolvidas no maior jogo de mentira e destruição de suas vidas”. Uma delas é integrante da alta sociedade de Lake Tahoe, na Califórnia, enquanto outra é uma trapaceira de longa data que pode ter escolhido o alvo errado para o golpe da vez. A própria escritora do livro, Janelle Brown, vai adaptar a obra para a televisão. E Reed Morano, vencedora do Emmy por “The Handmaid’s Tale”, vai assinar a direção e será coprodutora do projeto. Não há previsão para a estreia de “Pretty Things”.

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  • Etc

    Autobiografia de Woody Allen é lançada sem alarde nos EUA

    23 de março de 2020 /

    Pouco mais de duas semanas após ter sido “cancelada” por pressão de politicamente corretos, a autobiografia de Woody Allen, “Apropos of Nothing”, foi publicada nos EUA. Chantageada pelo filho do diretor, Ronan Farrow e sob protesto de seus próprios funcionários, que abandonaram o trabalho para manifestar sua contrariedade o projeto, a editora Hachete devolveu os direitos da obra ao cineasta. E Allen negociou, sem alarde, com uma nova editora, chamada Arcade Publishing, selo da Skyhorse Publishing, responsável por lançar a autobiografia nesta segunda-feira (23/3). “O livro é um relato pessoal sincero e abrangente de Woody Allen e de sua vida desde a infância no Brooklyn até sua aclamada carreira em cinema, teatro, televisão e stand-up, além de explorar seus relacionamentos com a família e os amigos”, diz uma nota oficial da Arcade Publishing, sediada em Nova York. Com 400 páginas, as memórias de Allen investigam sua infância em Nova York, seus filmes, seu caso de amor com sua primeira musa, Diane Keaton, e as alegações de abuso sexual contra sua filha de 7 anos, Dylan Farrow. Elas também abordam seu relacionamento com Mia Farrow. “Apropos of Nothing” é dedicado a Soon-Yi Previn, sua esposa e filha adotiva da atriz. O repúdio contra Woody Allen se deve à uma acusação de abuso sexual que ele teria cometido contra a filha Dylan Farrow nos anos 1990. As acusações foram verificadas por um tribunal de justiça na época, com direito a duas investigações diferentes de seis meses. Ambas concluíram não ter havido abuso sexual. Allen alega que a denúncia foi fruto de raiva da ex, numa batalha legal pela guarda dos filhos, vencida por Farrow, e se manteve viva com o passar dos anos por lavagem cerebral diária promovida em Dylan Farrow. E vale observar que, com mais de 50 anos de carreira, Allen nunca teve problema com uma atriz sequer. “Eu nunca encostei um dedo em Dylan, nunca fiz nada que pudesse sequer ser confundido com abuso. [A acusação] foi fabricada do começo ao fim”, declara o cineasta na obra. A capa é preta, trazendo apenas o título e o nome do autor em letras brancas. Já a contracapa é ilustrada com uma foto recente de Allen, tirada por Diane Keaton, que continua a manter amizade profunda com o diretor. Veja abaixo.

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  • Etc,  Série

    Carnival Row: Orlando Bloom revela que produção foi paralisada e equipe vai entrar em quarentena

    12 de março de 2020 /

    O ator Orlando Bloom revelou que a produção da 2ª temporada de “Carnival Row”, da Amazon, foi paralisada em Praga, capital da República Tcheca, e todo o elenco voltará aos EUA em quarentena, devido à pandemia de coronavírus. “É um adeus para nós, pois estamos indo para casa em quarentena”, disse Bloom, cercado por seus colegas de elenco em um vídeo gravado no set de Praga e postado como Stories no Instagram. “Estamos voltando para casa nos Estados Unidos, porque queremos entrar antes da quarentena”, explicou o ator de 43 anos, que espera seu primeiro filho com Katy Perry. A decisão foi antecipada pelo anúncio do presidente Trump de proibir viagens entre os EUA e a Europa a partir de sexta-feira (13/3), devido ao surto de covid-19. “Grande amor a todos, fique seguro lá fora. Auto-quarentena. Parece realmente uma loucura toda essa coisa, mas faça a coisa certa por você e sua família e fique em segurança”, ele aconselhou. “Em algumas semanas, venceremos esse garoto mau”, completou. Bloom estrela “Carnival Row” ao lado de Cara Delevingne. A série se passa em um mundo de fantasia vitoriano, onde existem criaturas mitológicas. Conquistado pelos seres humanos, os seres mágicos vivem como imigrantes exilados em guetos nas grandes cidades. Bloom interpreta um detetive humano, enquanto Delevingne é uma fada que reside entre os refugiados. Os dois também produzem a série, criada por Travis Beacham (“Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”).

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  • Filme

    Imprensa internacional se manifesta contra cultura do cancelamento após censura de Woody Allen

    8 de março de 2020 /

    A censura sofrida por Woody Allen, que teve o lançamento de seu livro de memórias cancelado após um tuíte de Ronan Farrow iniciar uma onda de protestos, mudou o relacionamento da imprensa internacional com movimentos do tipo #MeToo. Os últimos dias viram surgir diversos editoriais e artigos opinativos condenando a “cultura do cancelamento”, originada nas redes sociais no rastro dos resultados positivos do #MeToo. A nova patrulha ideológica, que age em nome do “politicamente correto”, vinha assumindo grandes proporções sem receber criticas contundentes, mas isso mudou após atacar a liberdade de expressão, no caso emblemático de Woody Allen. O jornal americano New York Post publicou um editorial condenando a pressão exercida por Ronan Farrow, que chantageou o grupo editorial Hachette, ameaçando trocar de editora, e insuflou as redes sociais para conseguir seu objetivo pessoal. “Ronan acredita nas alegações de sua irmã Dylan de que Woody a abusou quando criança em 1992, embora duas investigações (uma pela Agência Estadual de Bem-Estar Infantil, outra pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven) concluíram que a garota não havia sido abusado. Tudo é complicado no caso de Woody pelo casamento posterior com Soon-Yi Previn, a filha adotiva da mãe de Ronan (e amante de longa data de Woody). Mas, aparentemente, Woody Allen não pode contar o seu lado da história – ou qualquer história”, escreveu o conselho editorial do jornal. “Ronan Farrow… está errado. Por mais profunda que seja sua raiva, é obsceno que um jornalista esteja silenciando alguém. Ele alega estar contra os abusadores do poder – mas ele flagrantemente abusou do seu próprio poder”, acrescenta o texto. O apresentador Bill Maher também se pronunciou, ao defender outra vítima da cultura do cancelamento – seu colega Chris Matthews. “A cultura do cancelamento é um câncer do progressivismo”, ele apontou. O jornalista britânico Damian Wilson, conselheiro do Parlamento Europeu, publicou um editorial aberto em que chamou atenção contra a seletividade hipócrita dos novos moralistas. “Um protesto contra os editores das memórias de Woody Allen e a proibição do novo filme de Roman Polanski nos EUA são aplaudidos, mas o alegadamente predador sexual Michael Jackson continua a faturar milhões com seu legado”, ele observou. “‘Leaving Neverland’, o documentário de quatro horas que alega que Jacko era um pedófilo que se disfarçava como um amigo de confiança, ganhou grande reconhecimento de uma audiência global. Entretanto, estranhamente, ninguém se mobilizou para queimar suas biografias, discos ou impedir que suas canções sejam cantadas. Mas se você quiser ler as memórias de Woody Allen, aqueles que protestam negarão o seu direito, porque Allen é um conden… er, espere um minuto. Ele não foi condenado por nada… O diretor aclamado pela crítica nunca enfrentou um tribunal criminal por alegações de abuso sexual de sua enteada Dylan”, continuou. “Então, o que valida o protesto, com direito a walk out de funcionários do escritório da editora literária? Os círculos liberais tem certeza que Allen é culpado e se safou. Mas se safou do quê? Nunca saberemos, a menos que seu filho, Ronan Farrow, decida escrever uma reportagem abrangente, semelhante ao seu trabalho para expor o vergonhoso Harvey Weinstein”. Ele ainda lembrou que “Charles Dickens largou sua esposa, mãe de seus 10 filhos, para se casar com uma atriz muito jovem. William Golding admitiu que tentou estuprar uma menina de 15 anos. Norman Mailer esfaqueou a esposa, quase a matando. Paul Gauguin teve relações sexuais com meninas menores de idade no Taiti e transmitiu sífilis antes que as complicações da DST o matassem. Mas, no que diz respeito ao exército politicamente correto, não há problema em ter estantes de livros cheias de Dickens, Golding e Mailer ou reproduções de Gauguin penduradas na parede da sala. Eles recebem um passe livre dos politicamente corretos, assim como Michael Jackson”. Num texto opinativo, publicado na edição dominical do jornal australiano The Sydney Morning Herald, o jornalista Mark Mordue descreve as pessoas que propõe cancelamentos como personagens de desenho animado, que só consideram duas opções, estar do lado certo ou estar do lado errado. “Esses absolutos de desenhos animados são o conteúdo de uma nova moralidade millennial impulsionada por noções como os ‘sem plataforma’ e ‘cancelamento da cultura’. Seus objetivos são cortar as vozes sexistas, racistas, homofóbicas e completamente desagradáveis. Mas o que começa nos domínios da decência rapidamente se transforma em exigências de máfia, com um leve cheiro de neo-stalinismo, mccarthismo e os expurgos forçados da Revolução Cultural da China empestando o ar, à medida que essa cultura cresce em influência”. “Em 1936, F. Scott Fitzgerald observou de passagem: ‘O teste de uma inteligência de primeira classe é a capacidade de manter na mente duas idéias opostas ao mesmo tempo e ainda reter a capacidade de funcionar’… E gostaria de pensar que, como leitor, sou capaz de ter a inteligência de oposição sugerida por Fitzgerald e a capacidade de ler nas entrelinhas, quando olho para os outros e para mim mesmo. Não há necessidade de uma cultura de cancelamento para decidir por mim”. O artigo mais relevante foi publicado pelo jornal The Guardian, escrito por Jo Granville, diretora do English Pen, uma associação internacional de escritores, empenhada em promover e defender a liberdade de expressão em todo o mundo. Para ela, a censura sofrida por Allen “é preocupante para escritores e leitores”. “Os funcionários de Hachette, que protestaram na semana passada, claramente pensavam que estavam fazendo a coisa certa moralmente – protestando contra a publicação de um livro por um homem que foi acusado de abusar de sua própria filha. Mas, como já foi repetido muitas vezes, Woody Allen foi investigado em duas ocasiões e nunca foi indiciado. Embora Dylan e Ronan acusem Woody Allen, ele nunca foi considerado culpado. Nada foi provado. De fato, não há razão aceitável para não publicar o livro de Woody Allen”, apontou Granville. “Os funcionários da Hachette não se comportaram como editores, mas como censores. Eu assisto a filmes de Woody Allen desde criança e gostaria de ler o livro dele. Eu até gostaria de ler o livro dele se ele fosse considerado culpado, porque estou interessada no homem, em seu trabalho e em sua vida. Não checo a pureza moral ou o registro criminal de um escritor antes de lê-lo. Eu teria que despir minhas estantes de livros de alguns dos escritores que mais amo se fosse começar a aplicar os princípios dos funcionários da Hachette como parâmetro para o que pode ou não ser publicado. TS Eliot e Roald Dahl, para começar, eram anti-semitas. De fato, a maior parte do cânone inglês teria que ser jogada na fogueira com essa base”, explicou. “Os editores precisam ter coragem – a coragem de publicar livros que não se encaixem no clima moral e que expressem visões fora de moda. Nos anos 1970, os editores lutaram repetidamente pelo direito de publicar livros que atentavam a moral, enfrentando processos por obscenidade. Foram batalhas que testaram os limites da liberdade de expressão”, continuou. “Na sequência do #MeToo, passamos a ver a indignação moral como uma coisa boa – não a associamos a uma figura reacionária como a censora britânica Mary Whitehouse ou a enxergamos como uma barreira ao progresso. Cancelar as coisas, impedindo manifestações do tipo errado de visão, passou a ser admirado. É notável que um pequeno grupo de pessoas tenha conseguido convencer uma das maiores editoras do mundo a recuar, mas sua causa pode não ser tão moralmente correta quanto eles acreditam. Como editores, de fato, a conduta da equipe que protestou é altamente questionável”. “Não quero ler livros que sejam bons para mim ou que sejam escritos por pessoas cujas opiniões eu sempre concordo ou admiro. Eu sempre tenho medo quando uma multidão, por mais bem intencionada que seja, exerce poder sem qualquer responsabilidade, processo ou reparação. Isso me assusta muito mais do que a perspectiva de uma autobiografia de Woody Allen chegar às livrarias”, concluiu. Suzanne Nossel, diretora da sucursal americana da mesma organização, a PEN America, ainda avaliou, em comunicado, que “o resultado final é que este livro, independentemente de seus méritos, desaparece sem deixar vestígios, negando aos leitores a oportunidade de lê-lo e chegar a seus próprios julgamentos”. Em um balanço da cultura do cancelamento, o site The Post Millennial ainda lembrou que o livro de Woody Allen não foi a primeira vítima editorial das redes sociais. A turnê de divulgação de “American Dirt”, de Jeanine Cummins, foi cancelada devido a “preocupações de segurança”. E o livro “Blood Heir”, de Amélie Wen Zhao, foi recolhido depois que ela foi acusada de descrever a escravidão de forma “descaradamente racista”. O próprio Woody Allen já teve o lançamento de seu filme “Um Dia de Chuva em Nova York” cancelado nos EUA, junto com seu contrato de produção com a Amazon, sem que houvesse qualquer fato novo no caso de 30 anos atrás, do qual foi inocentado, apenas pressão das redes sociais. Quando o primeiro cancelamento aconteceu, porém, nenhum editorial foi escrito em protesto. Os artigos dessa semana são as primeiras reações à fogueira que arde nas redes sociais, onde milhares de posts são disparados por minuto para comemorar a decisão da Hachette de censurar Woody Allen. Eles representam uma mudança de paradigma, apontando que a cultura do cancelamento deixou de ser um movimento “legal”, ao assumir posições fascistas e comportamentos não aceitáveis diante da cultura. Vale observar que, em defesa de seus argumentos, a maioria dos censores voluntários tenta enganar seus seguidores e a si mesma alegando que sua pressão não é censura, já que não é exercida pelo estado. Mas a censura estatal não é a única forma de censura possível. Há censura econômica, quando uma corporação ou um magnata (digamos Harvey Weinstein) impede alguém de trabalhar ou reclamar – ou no mínimo prejudica a carreira para impedir bons contratos, como aconteceu com o diretor Orson Wells após a reação de William R. Hearst a “Cidadão Kane”. Há censura religiosa, autoexplicativa. E há a censura dos militantes, que pode ser violenta – como esquecer que fascistas brasileiros impediram a continuidade das apresentações da peça “Roda Vida” com agressões ao elenco nos anos 1960? – ou pode ser virtual, como a “cultura do cancelamento”. Os censores voluntários também tentam alegar que sua cruzada moral não é censura, porque Woody Allen poderia publicar seu livro em outra editora – como se não fossem fazer o mesmo tipo de pressão outra vez. Ou, então, poderia publicar o livro de graça na internet, garantindo a sua liberdade de expressão. Como se isso provasse ausência de censura. Na prática, impedir um artista de ganhar dinheiro com sua arte é censura. Ainda que Mao Tsé-Tung preferisse chamar de “expurgo”.

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  • Etc

    Stephen King lamenta censura à livro de Woody Allen: “O próximo é sempre mais fácil”

    7 de março de 2020 /

    O escritor Stephen King lamentou a decisão do Hachette Book Group de cancelar o lançamento do livro de memórias de Woody Allen, cedendo aos grupos de pressão da internet. Ele publicou alguns posts sobre o assunto, dizendo que a decisão o fazia se sentir “muito desconfortável”. “A questão não é sobre ele. Não dou à minima para o Sr. Allen. Mas quem será o próximo é que me preocupa”, escreveu o autor de best-sellers. “Uma vez que você começa [a censurar], o próximo é sempre mais fácil”, acrescentou. A posição de King, claro, recebeu críticas. Muitas pessoas se manifestaram, defendendo um ponto de vista “politicamente correto” que justificaria a censura ao livro do cineasta e o cerceamento de sua liberdade de expressão. King respondeu a um dos comentários. “Se você acha que ele é pedófilo, não compre o livro. Não vá aos filmes dele. Não o ouça tocar jazz no Carlyle. Manifeste-se com sua carteira… mantendo-a fechada. Nos EUA, é assim que fazemos”, disse, defendendo o direito do cineasta de escrever e filmar, e também o do público de não pagar para ver. A Hachette anunciou na sexta-feira (6/3) que não lançaria mais o livro do diretor de cinema, previsto para abril, após sofrer pressão do filho do diretor, Ronan Farrow, que renegou seu contrato com a empresa, e protesto de seus funcionários, que abandonaram o trabalho na tarde de quinta para manifestar sua contrariedade com a decisão. A manifestação ganhou apoio de muitos escritores e até de editoras rivais. O caso representa uma importante manifestação no mundo real da prática do “cancelamento” virtual. O repúdio contra Woody Allen se deve à uma acusação de abuso sexual que ele teria cometido contra a filha Dylan Farrow nos anos 1990. As acusações foram verificadas por um tribunal de justiça na época, com direito a duas investigações diferentes de seis meses. Ambas concluíram não ter havido abuso sexual. Allen alega que a denúncia foi fruto de raiva da ex, numa batalha legal pela guarda dos filhos, vencida por Farrow, que a teria manteve viva com o passar dos anos por lavagem cerebral promovida em Dylan Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão do diretor. Dez anos mais velho que Ronan Farrow, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima – da manipulação da mãe, Mia Farrow. Tomando as dores da irmã, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e um contrato para livros com o grupo Hachete, que ele decidiu renegar após saber do livro do diretor – iniciando a campanha que resultou na censura. Muito do atual repúdio contra Allen se deve à campanha nas redes sociais comandada por Dylan, que resolveu retomar a acusação de abuso no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem de seu irmão sobre Weinstein. No auge do #MeToo, ela fez questão de comparar Allen com Weinstein, e suas denúncias conseguiram criar uma reação de “cancelamento” contra o diretor, apesar de não trazerem nenhum fato novo à tona. Mia Farrow tomou ódio de Allen porque ele a trocou pela filha adotiva dela (mas não dele), Soon-Yi Previn. O diretor e Soon-Yi se casaram e estão juntos até hoje. O casal adotou duas filhas, que já são jovens adultas com 20 e 21 anos, e jamais denunciaram Allen por qualquer comportamento. Também vale observar que algumas mensagens raivosas, postadas nas redes sociais nos últimos dias contra a reputação do diretor, aludem ao fato de que uma nova reportagem-denúncia estaria prestes a emergir contra Woody Allen. Pode ser que sim, o que ajudaria a explicar a decisão inesperada da Hachette – o surgimento de fatos mudariam o entendimento da desistência. Entretanto, não seria a primeira vez que fake news viram munição de detratores de Allen, que acusaram até “Um Dia de Chuva em Nova York” de ser uma apologia à pedofilia, antes do mundo poder assistir ao filme. The Hachette decision to drop the Woody Allen book makes me very uneasy. It's not him; I don't give a damn about Mr. Allen. It's who gets muzzled next that worries me. — Stephen King (@StephenKing) March 6, 2020 Once you start, the next one is always easier. — Stephen King (@StephenKing) March 6, 2020 If you think he's a pedophile, don't buy the book. Don't go to his movies. Don't go listen to him play jazz at the Carlyle. Vote with your wallet…by withholding it. In America, that's how we do. https://t.co/znGZu0wJEF — Stephen King (@StephenKing) March 7, 2020

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