Netflix cancela O Justiceiro e Jessica Jones, suas últimas séries da Marvel
A Netflix cancelou as séries “O Justiceiro” e “Jessica Jones”. Segundo o site Deadline, que apurou a informação, o serviço de streaming pretende encerrar a parceria com a Marvel após exibir a 3ª temporada de “Jessica Jones”, ainda sem previsão de estreia. Já “O Justiceiro” teve sua 2ª e agora última temporada lançada no mês passado. O cancelamento dos dois títulos marca o fim da parceria da Netflix com a Marvel, que originou cinco séries originais e uma minissérie, todas já descartadas pela plataforma. O primeiro fruto do contrato que levou o universo Marvel ao streaming foi “Demolidor”, que estreou em 2015, com Charlie Cox no papel-título. A série foi seguida por “Jessica Jones” (com Krysten Ritter), “Luke Cage” (com Mike Colter) e “Punho de Ferro” (com Finn Jones), e o quarteto original ainda se juntou na minissérie “Os Defensores”, lançada em 2017. Além destas atrações, a parceria também rendeu “O Justiceiro” (com Jon Bernthal), originada como um spin-off de “Demolidor”. Apesar de nada ser oficialmente assumido, a decisão de interromper a produção das séries da Marvel coincide com os planos da Disney de lançar seu próprio serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Os cancelamentos sugerem retaliação. Além disso, a Netflix imobilizou contratualmente a Disney, ao incluir uma cláusula no negócio que impede o relançamento imediato das séries por outra plataforma ou canal, incluindo uma período de latência após seus cancelamentos. Este prazo seria de dois anos. Embora seja difícil imaginar esses “heróis de rua”, mais violentos, no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, um dos chefes da plataforma Hulu já demonstrou interesse em resgatar os personagens. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”.
Miguel Falabella e Tom Cavalcante podem viver casal gay em nova série
Miguel Falabella está desenvolvendo uma sitcom para relançar na TV sua parceria com Tom Cavalcante, recentemente retomada nos cinemas com a produção de “Sai de Baixo – O Filme”. Segundo revelou ao UOL, os dois interpretariam um casal gay, com três filhos héteros adotados. O ator, roteirista e diretor pretende apresentar o projeto para a Globo em duas semanas. “Estou terminando de fazer a apresentação para vender para a emissora. Não há prazo! Somos nós dois em uma sitcom bem engraçada”, contou. Ainda sem título, o projeto é uma comédia tradicional, gravada ao vivo num teatro diante de uma plateia real, seguindo os moldes de “Sai de Baixo” (1996-2002). Por sinal, a produção de “Sai de Baixo – O Filme” estreia na quinta (21/2) nos cinemas brasileiros.
Sindicato dos Roteiristas premia filme indie esnobado pelo Oscar 2019
Realizada na noite de domingo (17/2), simultaneamente em Los Angeles e Nova York, a premiação do Sindicato do Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) resolver fugir do… roteiro e premiar um filme que não está na disputa do Oscar 2019. Trata-se de “Oitava Série”, drama indie de Bo Burnham, que venceu a categoria de Melhor Roteiro Original. “Oitava Série” concorria com “Roma”, “Vice”, “Um Lugar Silencioso” e “Green Book: O Guia”, e deixou surpreso até seu vencedor, que não tinha discurso preparado. “Para os outros indicados na categoria, divirtam-se no Oscar, perdedores!”, brincou Burnham. “Não, eu não preparei nada… Este prêmio vai para Elsie Fisher, ninguém ligaria para o roteiro se não fosse ela”, disse, referindo-se à jovem protagonista do filme. A trama de “Oitava Série” é bastante simples, girando em torno de uma introvertida adolescente, que tenta sobreviver à semana final de seu último ano escolar antes de entrar no ensino médio. O filme premiado pelo WGA foi um dos muitos lançamentos indies de 2018 esnobados pelo Oscar 2018, que este ano privilegiou títulos mais populares. Ele disputa quatro prêmios no Spirit Awards, a premiação de cinema independente que acontece no sábado (23/2), um dia antes do Oscar, e que este ano reúne os verdadeiros melhores filmes dos Estados Unidos, enquanto a Academia organiza um concurso de popularidade. O WGA também surpreendeu ao dar o troféu de Melhor Roteiro Adaptado para Nicole Holofcener e Jeff Whitty por “Poderia Me Perdoar?”, em uma categoria que tinha “Infiltrado na Klan”, “Nasce uma Estrela” e “Pantera Negra” na disputa. Já as categorias televisivas renderam consagrações esperadas para roteiristas de “A Maravilhosa Sra. Maisel” (Melhor Roteiro de Comédia) e “The Americans” (Melhor Roteiro de Drama). Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Roteiro Original “Oitava Série” Melhor Roteiro Adaptado “Poderia me Perdoar?” Melhor Roteiro de Documentário “Bathtubs Over Broadway” TELEVISÃO Melhor Roteiro de Série de Comédia “A Maravilhosa Sra. Maisel” Melhor Roteiro de Série de Drama “The Americans” Melhor Série Nova “Barry” Melhor Episódio de Drama “Homeland: Paean To The People” Melhor Episódio de Comédia “Barry: Chapter One – Make Your Mark” Melhor Minissérie Adaptada “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Minissérie Original “Castle Rock” Melhor Episódio Animado “Os Simpsons: Bart’s Not Dead” Melhor Episódio Infantil “Desventuras em Série: The Ersatz Elevator: – Part One”
Ator de Crepúsculo entra no spin-off da série F.B.I.
O ator Kellan Lutz, que foi um vampiro em “Crepúsculo” (2012) e o personagem-título de “Hércules” (2014) no cinema, entrou no piloto de “F.B.I.: Most Wanted”, projeto de série derivada da ainda novata “F.B.I.”. A nova produção é a mais recente criação de Dick Wolf. Conhecido como fábrica de franquias policiais, ele também criou “Law & Order” e “Chicago Fire”, que deram origem a diversos spin-offs e “universos televisivos” compartilhados. O novo spin-off em potencial – cujo piloto será exibido como um episódio regular do final da 1ª temporada de “F.B.I.” – vai acompanhar a divisão do FBI responsável por rastrear e capturar os criminosos mais procurados dos Estados Unidos. Dick Wolf está encarregado de co-escrever o piloto com o colaborador de longa data Rene Balcer (de “Law & Order”). Lutz vai interpretar o agente do FBI Crosby, um veterano da inteligência e comunicações, com passado militar. Ele se junta ao elenco, que já confirmou Keisha Castle-Hughes (Obara Sand em “Game of Thrones”), Julian McMahon (Jonah em “Fugitivos”) e Alana De La Garza (a Connie de “Law & Order”). A série “F.B.I.” foi o maior sucesso entre as estreias da rede CBS na atual temporada americana. Estrelada por Missy Peregrym (“Van Helsing”), tem audiência consolidada em 9 milhões de telespectadores. Caso o spin-off vire série, Dick Wolf plantará uma nova bandeira de seu império na programação da CBS. A maioria das suas séries são exibidas na NBC, que transmite “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Chicago Med”, “Law & Order: SVU” e já programou a vindoura “Law & Order: Hate Crimes”. Além disso, ele atualmente desenvolve o piloto do remake da série clássica “New York Undercover” para a rede ABC.
Astro de One Tree Hill entra na série Riverdale em papel importante
Chad Michael Murray, astro da antiga série adolescente “One Tree Hill” (também conhecida no Brasil como “Lances da Vida”), entrou em “Riverdale” num papel importante. Ele vai dar vida a Edgar Evernever, o líder espiritual da Fazenda, muito citado na atual temporada. A Fazenda é a seita que converteu a mãe e a irmã de Betty Cooper (Lili Reinhart) em fanáticas religiosas, a ponto de comprometerem as finanças da família. “Como o líder enigmático da Fazenda, Edgar chega em ‘Riverdale’ para espalhar seus ensinamentos e curar a alma devastada desta cidade outrora saudável”, diz a descrição oficial do personagem. “Edgar é um guru encantador e bonito, mas estaria escondendo uma agenda mais sinistra?” Claro. Além de seis temporadas em “One Tree Hill”, os créditos mais recentes de Murray incluem papeis importantes em “Star”, da Fox, e “Agent Carter”, da ABC. Ele também viveu o lendário produtor de rock Sam Phillips, o homem que descobriu Elvis Presley, na minissérie “Sun Records”.
Proven Innocent: Nova série jurídica da Fox estreia com audiência de cancelamento
A série “Proven Innocent” começou com jeito de quem já vai terminar. O primeiro episódio do novo drama jurídico do canal americano Fox estreou na sexta-feira (15/2) diante de apenas 3 milhões de telespectadores ao vivo, atingindo 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. É público de série com risco de cancelamento, especialmente considerando as outras estreias recentes da Fox – “The Passage” estreou com 5,2 milhões de telespectadores, “The Cool Kids” largou com 6,8 milhões, “9-1-1” com 9,8 milhões e o revival de “The Last Man Standing” com 8,1 milhões. Até a comédia “Rel”, que atualmente tem a pior audiência do canal (1,2 milhões), abriu diante de 5,4 milhões de pessoas. E como os primeiros episódios geralmente são os que atraem mais audiência, são grandes os indícios de que os nove episódios produzidos representam o limite da atração. Para complicar, a trama da série coube inteira no piloto. Rachelle Lefevre (“Under the Dome”) vive uma advogada que, na juventude, foi condenada injustamente por um crime que não cometeu e agora se dedica a defender pessoas inocentes no sistema judicial. Entretanto, em seu primeiro grande caso num tribunal, ela se vê frente a frente com o promotor responsável por sua prisão, que ainda acha que ela era culpada. O papel do antagonista é vivido por Kelsey Grammer (“Boss”) e o elenco ainda destaca Russell Hornsby (“Grimm”), Riley Smith (“Frequency”) e Vincent Kartheiser (“Mad Men”).
Spin-off de Pretty Little Liars ganha pôster e confirma exibição no Brasil
A série “Pretty Little Liars: The Perfectionists”, spin-off de “Pretty Little Liars”, ganhou um cartaz oficial do canal pago americano Freeform. E garantiu estreia no Brasil. A atração foi adquirida pela plataforma de streaming Globoplay com exclusividade no país. Embora a data da estreia nacional ainda não tenha sido confirmada, o Globoplay afirma que acontecerá ainda neste ano. Nos Estados Unidos, o lançamento está marcado para o dia 20 de março. “The Perfectionists” vai acompanhar duas personagens de “Pretty Little Liars”, Alison e Mona, em nova fase de suas vidas, tendo que lidar, como diz o cartaz, com novas mentiras e novas mentirosas adolescentes. Desta vez, porém, elas são as adultos da trama, professoras de uma escola de Ensino Médio que acaba de perder um aluno tragicamente, via assassinato. Sasha Pieterse e Janel Parrish voltam a viver, respectivamente, Alison DiLaurentis e Mona Vanderwaal, que passam de inimigas e suspeitas para amigas e investigadoras do novo mistério a ser desvendado – o mesmo “quem matou?”, mas com personagens diferentes. A história se passa na cidadezinha fictícia Beacon Heights, em Washington, onde cinco amigas frequentam o último ano do ensino médio. Enquanto planejam seu futuro e lidam com suas próprias questões pessoais e familiares, elas descobrem que não precisam ser boas para serem perfeitas, além de perceber que odeiam o mesmo garoto, o rico e convencido Nolan. Mas quando Nolan aparece morto, exatamente do jeito que brincaram que aconteceria, elas precisarão provar que não são culpadas, enquanto suas vidas – e segredos – desmoronam ao seu redor. O elenco também inclui Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”), Sydney Park (Cyndie em “The Walking Dead”), Graeme Thomas King (“Greta”), Kelly Rutherford (Lily em “Gossip Girl”), Hayley Erin (da novela “General Hospital”) e o estreante Eli Brown. O projeto foi desenvolvido por I. Marlene King, criadora de “Pretty Little Liars”, e tem inspiração em outro livro de Sara Shepard, autora de “Maldosas – Pretty Little Liars”, que foi adaptada na série original. Este já é o segundo spin-off da série original que King tenta emplacar. Em 2013, ela lançou “Ravenswood”, que era focada em Caleb (Tyler Blackburn), o “namorado” favorito das fãs de “Pretty Little Liars”. Foi cancelada após apenas 10 episódios. Já “Pretty Little Liars” foi encerrada em junho de 2017 após sete temporadas, consolidada como o maior sucesso do antigo canal ABC Family – que virou o Freeform em 2016.
Christopher Knopf (1927 – 2019)
Morreu o roteirista Christopher Knopf, que escreveu filmes e séries famosas dos anos 1960 e 1970. Ele tinha 91 anos e teve uma parada cardíaca em sua casa, em Santa Monica, na Califórnia, na quarta-feira (13/2), mas só agora os familiares comunicaram o falecimento. Christopher era filho do cineasta e produtor Edwin H. Knopf, cujo filme “Lili” (1953) recebeu seis indicações ao Oscar. E, curiosamente, estreou no cinema como ator, fazendo figuração numa produção de seu pai, “Veneração” (1951). Sua carreira de roteirista só iniciou graças ao apoio de Edwin, que lhe encomendou o roteiro da aventura de capa e espada “O Ladrão do Rei” (1955), estrelada por David Niven. Mas ele logo se desgarrou da família com a sci-fi “A Vinte Milhões de Léguas da Terra” (1957), cultuada pelos efeitos do mestre do stop-motion Ray Harryhausen, que dão vida ao monstro da trama. Após um par de westerns de baixo orçamento – “Audácia de um Estranho” (1957), com Joel McCrea, e “Com o Dedo no Gatilho” (1960), com Audie Murphy – Knopf passou a escrever produções televisivas do gênero, como as séries “O Homem do Rifle”, “Procurado Vivo ou Morto” e “O Texano”. Fez sucesso e ganhou a oportunidade de ajudar a escrever o piloto de “Big Valley” em 1965 e criar sua primeira série, “Cimarron”, em 1967, com astros que marcaram o cinema – Barbara Stanwyck na primeira e Stuart Whitman na segunda. Seu trabalho televisivo mais admirado, porém, foi “Scott Joplin” (1977), telebiografia do pianista conhecido como “rei do ragtime”, pelo qual venceu o prêmio do Sindicato dos Roteiristas, o WGA Awards. Já seu maior destaque cinematográfico aconteceu em “O Imperador do Norte” (1973), um clássico dirigido por Robert Aldrich, em que Lee Marvin vivia um viajante especializado em andar clandestinamente em trens e Ernest Borgnine o homem obstinado em detê-lo durante a Grande Depressão. Roteirizou ainda o western “Ambição Acima da Lei” (1975), dirigido pelo ator Kirk Douglas, e a comédia “Garotos do Coro” (1977), nova parceria com Aldrich, antes de se focar inteiramente na produção televisiva. Nesta fase final da carreira, especializou-se em obras religiosas, como a minissérie bíblica “Pedro e Paulo”, estrelada por Anthony Hopkins e Robert Foxworth em 1981, e o telefilme sobre o Papa João Paulo II, de 1984, estrelado pelo recém-falecido Albert Finney. Mas seu último trabalho televisivo foi a criação de uma série jurídica, “Equal Justice”, que durou duas temporadas entre 1990 e 1991. Seu envolvimento com a escrita também o levou a atuar como vice-presidente do Sindicato dos Roteiristas.
Manto e Adaga: Pôsteres e teaser da 2ª temporada introduzem nova super-heroína da Marvel
O canal pago americano Freeform divulgou dois pôsteres e um teaser da 2ª temporada de “Cloak & Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga, que fazem referência à participação de Mayhem (caos ou desordem, em tradução literal). Por sinal, quem cita a nova personagem no vídeo é sua própria intérprete. Como nos quadrinhos da Marvel, Mayhem é a identidade secreta adotada pela detetive Brigid O’Reilly (Emma Lahana), após voltar da morte no final da temporada passada. Já os heróis do título são vividos por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. A prévia também revela a data de estreia dos novos episódios: 4 de abril nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.
Roteirista de Rick & Morty vai comandar a série do supervilão Loki
A série da Marvel centrada no supervilão Loki encontrou seu showrunner. A produção da plataforma de streaming da Disney, a Disney +, será comandada por Michael Waldon, que também terá a missão de escrever o roteiro do piloto. Waldon começou sua carreira de roteirista na produtora Starburns Industries, de Dan Harmon e Dino Stamatopoulos, como assistente nas séries “Community” e “Rick & Morty”. Atualmente, ele está desenvolvendo “Florida Man” com Steven Soderbergh para a Paramount TV e produzindo a 4ª temporada da aclamada “Rick & Morty” para o Cartoon Network. Por conta de a produção estar em fase inicial, o único detalhe confirmado da série é que ela será estrelada por Tom Hiddleston, intérprete de Loki nos filmes de “Thor” e “Vingadores”. Apesar disso, há rumores de que a trama seguirá o vilão ao longo do passado da humanidade, agindo como improvável influenciador de eventos históricos. A ideia é que outros personagens dos filmes dos Vingadores também ganhem séries em streaming. Já foram mencionados projetos envolvendo a Feiticeira Escarlate e o Visão, comandada por Jac Shaeffer (roteirista de “Capitã Marvel”), e uma parceria entre o Soldado Invernal e o Falcão, a cargo de Malcolm Spellman (da série “Empire”). Como de praxe, a Marvel não confirma nem nega nada. Estes não são os droides que você procura.
Intérprete do Pinguim de Gotham entra na 2ª temporada de Você
O ator Robin Lord Taylor, intérprete do Pinguim em “Gotham”, entrou na 2ª temporada de “Você” (You), série que acompanha um psicopata “sensível” vivido por Penn Badgley (de “Gossip Girl”). Assim como Morena Baccarin, que vai fazer a série brasileira “Sessão de Terapia”, ele encontrou rapidamente um novo trabalho após o final das gravações de “Gotham”, que encerra sua 5ª e derradeira temporada em 28 de março nos Estados Unidos. O personagem do ator vai se chamar Will e é descrito como “pensativo, talentoso e extremamente inteligente”, alguém que faz seu próprio caminho – até ser preso. Na 1ª temporada, “Você” acompanhou o perseguidor e funcionário de livraria Joe (Badgley) e sua obsessão pela aspirante a escritora Guinevere Beck (Elizabeth Lail). A história foi baseada no romance homônimo da escritora Caroline Kepnes, que trabalhou lado a lado com os criadores da série, Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”). A 2ª temporada será inspirada no segundo livro da coleção, “Hidden Bodies” (Corpos Escondidos, em tradução literal), ainda inédito no Brasil. Desta vez, Joe terá um desafio maior, já que seu novo alvo não liga para redes sociais. Ela é Love Quinn, uma aspirante a chef de cozinha que está tentando se recuperar de uma grande tragédia quando conhece o simpático psicopata, sentindo uma conexão profunda com ele. O papel da nova vítima será interpretado por Victoria Pedretti (a Nell de “A Maldição da Residência Hill”). A expectativa é que a 2ª temporada de “Você” seja lançada ainda em 2019, para aproveitar a popularidade da série, que foi originalmente criada para o canal pago americano Lifetime, mas passará a ser exclusiva da Netflix nos próximos capítulos.
Série da Patrulha do Destino revela trailer, abertura, 30 fotos e novo pôster
A plataforma DC Universe divulgou 30 fotos, um novo pôster, o trailer completo e a abertura da série “Doom Patrol”, ainda sem título oficial em português, que reúne os heróis conhecidos no Brasil como Patrulha do Destino. A atração foi lançada nesta sexta (15/2) nos Estados Unidos e conquistou 93% de aprovação da crítica americana, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, onde será distribuída pela Netflix. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” superou com folga o entusiasmo gerado por sua antecessora, “Titãs” (Titans, no original), que atingiu 82% no ano passado. O trailer reforma a fama de heróis estranhos, que acompanha os personagens desde sua criação nos quadrinhos em 1963. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Mas os figurantes continuam encarnando os heróis sob suas máscaras/bandagens. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém.
Transformers vai ganhar nova série animada na Netflix
A Netflix anunciou a produção de uma nova série animada de “Transformers”, que pretende contar, pela primeira vez, o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. Com o subtítulo de “War for Cybertron”, a série vai retratar o conflito entre as duas facções dos robôs transformistas em seu planeta natal, ao ponto de destruí-lo quase inteiramente. Por curiosidade, o nome é o mesmo de um antigo game da franquia, lançado pela Activision em 2010. O projeto está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por séries animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto neste ano pela AT&T. “Transformers” também deve ganhar um longa animado para o cinema, mas os projetos da fábrica de brinquedos Hasbro em parceria com a Paramount estão sendo reavaliados, após “Bumblebee” decepcionar nas bilheterias – arrecadou US$ 458 milhões mundiais, com um custo de produção de US$ 135 milhões.












