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7 de outubro de 2026
  • Série

    Trailer da 3ª temporada de The Handmaid’s Tale anuncia revolução das mulheres

    1 de maio de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que revela a data de estreia dos novos episódios. A prévia também mostra a determinação de June/Offred (Elizabeth Moss) para liderar uma revolução e surpreende com uma aliança entre a aia e sua patroa, Serena (Yvonne Strahovski). Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado e dar origem a um governo fundamentalista de extrema direita. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A 3ª temporada vai explorar a revolta das mulheres contra o regime de Gilead, o país fictício da trama – cujo nome vem da Bíblia. A estreia vai acontecer em 5 de junho nos Estados Unidos. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay.

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  • Série

    Diretor de Fotografia de Game of Thrones culpa público e HBO por imagens ruins

    1 de maio de 2019 /

    Diretores de fotografia de séries não costumam ser assediados para entrevistas. Mas foi o que aconteceu com Fabian Wagner, após o episódio de “Game of Thrones” do último domingo (28/4), intitulado “The Long Night”. Ele se viu pressionado a defender o seu trabalho, após a avalanche de críticas negativas sobre a qualidade das imagens – resultando na segunda pior nota da série no Rotten Tomatoes. Primeiro, ele tentou culpar o público. Em entrevista para o site da revista Wired, ele disse que o problema das “imagens muito escuras” poderia ser resolvido com simples ajuste na televisão. “Grande parte do problema é que muitas pessoas não sabem ajustar suas TVs adequadamente”, ele apontou. “Muitas pessoas também, infelizmente, assistem em dispositivos móveis pequenos, o que, de certa forma, dificulta a experiência de assistir ao episódio”. Ele ainda defendeu o visual adotado para retratar a grande batalha: “Tudo o que queríamos que as pessoas vissem está lá”. Wagner explicou que a escuridão do episódio era deliberada, para as cenas de batalha parecerem claustrofóbicas e desorientadoras, mas não escuras a ponto de ninguém ver nada. “Nós tentamos dar aos espectadores e fãs um episódio legal para assistir”, afirmou. “Eu sei que não estava muito escuro porque eu filmei.” É curioso que, no documentário divulgado pela HBO sobre os bastidores das gravações, Wagner tenha mencionado a iluminação. Na sua descrição, o episódio começa com uma noite muito escura, porque o Rei da Noite leva consigo tempestade e nuvens densas. Mas aos poucos surgem fogos, que representariam o inferno pessoal dos personagens. No final, o fogo já é apagado e a luz do luar passa a banhar as cenas. O problema é que a maioria das pessoas não viu nada disso. Nem com TV 4k de 50 polegadas. Confrontado sobre esse fato, Wagner encontrou outro culpado. Em nova entrevista, desta vez para o site TMZ, ele disse que os problemas de qualidade podem ter sido ocasionados pela própria HBO. Segundo ele, a técnica de compressão do episódio para a plataforma pode ter deixado as imagens pixeladas, empobrecendo a qualidade das filmagens. Pode, não. Não é uma questão de possibilidade. Foi exatamente o que aconteceu. O cinematógrafo afirmou que “Game of Thrones” “sempre foi uma série escura e muito cinematográfica”. Entretanto, a produção nunca tinha lançado um episódio inteiramente rodado no escuro. Nem um episódio tão longo. Para não ficar com um arquivo muito grande, que deixaria a transmissão muito lenta, a HBO provavelmente abusou na compressão. E, mesmo assim, o serviço HBO Go caiu em vários países – inclusive no Brasil. Para complicar ainda mais, os provedores de TV paga praticam uma alta definição de mostruário – 720p ou 1080i – deixando as cenas noturnas totalmente pixeladas e com baixa qualidade. Mesmo que a fotografia seja de cinema, ninguém da produção levou em consideração a forma como as imagens seriam transmitidas e em quais aparelhos. A Netflix aprendeu essa lição com a 1ª temporada de “Demolidor” – também muito escura. Investiu em tecnologia e nunca mais teve problema – reveja os episódios da série do super-herói em 4k para ver a diferença. A HBO não transmite em 4k. As telas de TV, por maiores e mais modernas que sejam, não vão mostrar cenas cinematográficas se o que é exibido tem baixa definição, devido à compressão excessiva. “The Long Night” só vai poder ser apreciado da forma como Wagner garante ter filmado quando sair em Blu-ray. Será um verdadeiro tira-teima. Mas “Game of Thrones” não é uma produção feita para colecionadores de Blu-ray. Seu público original são os assinantes de TV paga e plataforma de streaming. Eis a questão.

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  • Série

    Vampira de True Blood vira mercenária espacial em fotos de Agents of SHIELD

    1 de maio de 2019 /

    A Marvel divulgou as fotos de três novos personagens de “Agents of SHIELD”, que entram na série em sua 6ª temporada. A atriz polonesa Karolina Wydra (a vampira Violet de “True Blood”) interpreta Izel, uma mercenária de outra galáxia que se junta à equipe da SHIELD para sobreviver a perigos do espaço. Ela aparece com cabelos vermelhos na foto acima. Christopher James Baker (de “Ozark”) vive Malachi, um misterioso assassino de um planeta distante. E o veterano Barry Shabaka Henley (de “Bosch”) interpreta o Dr. Marcus Benson, um professor de Ciências Naturais recrutado pela SHIELD. O perfil dos novos personagens aponta que a série voltará ao espaço, após o sucesso da trama sci-fi da 5ª temporada. Os episódios do sexto ano vão estrear em 10 de maio nos Estados Unidos e a série já se encontra renovada para a 7ª temporada.

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  • Série

    Veja o trailer do final da série Shadowhunters

    1 de maio de 2019 /

    A Freeform divulgou o trailer do episódio final de “Shadowhunters”, que será exibido em duas partes em 7 de maio nos Estados Unidos. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio do ano passado, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os dois capítulos, que foram produzidos como “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes fossem apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptaram o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare, que originalmente deveria ter virado uma franquia cinematográfica, mas ficou incompleta após o fracasso do primeiro longa, “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”, de 2013.

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  • Série

    Game of Thrones bate novo recorde: no Reclame Aqui

    1 de maio de 2019 /

    O episódio de “Game of Thrones” do último domingo (28/4), intitulado “The Long Night”, bateu recorde de audiência da série, de comentários no Twitter e também de reclamações. Foram quase 700 reclamações postadas por usuários brasileiros no Reclame Aqui apenas durante a exibição, a maior “audiência” ao vivo da série no serviço de proteção aos consumidores. A 8ª e última temporada da série já vinha liderando o ranking de reclamações por causa das falhas no serviço HBO Go, que costuma não suportar a quantidade de acessos simultâneos e ficar instável durante a transmissão dos episódios. Mas, no domingo passado, a situação se tornou crítica por problemas na qualidade da imagem. A baixa qualidade da exibição em (suposto) HD pixelou as imagens, transformando o episódio noturno num grande borrão preto, que tinha visibilidade um pouco melhor na (suposta) alta definição do streaming. O problema é que isso aumentou a demanda, derrubando a plataforma. De acordo com o site, foram registradas 698 reclamações na noite de domingo, tornando a HBO Brasil a líder do ranking diário de empresas com mais queixas. Levando em consideração apenas dados dos últimos seis meses, o canal tem nota 5,7 de 10, o que o classifica como “Ruim” sua reputação no Brasil. Ainda segundo o Reclame Aqui, a página dedicada à HBO Brasil em seu serviço recebeu mais de 18 mil visitas no último domingo, número que era de 4 mil durante a exibição do episódio anterior. A principal reclamação dos consumidores é que eles assinaram o serviço de streaming HBO Go apenas para assistir à última temporada de “Game of Thrones”, mas não estão conseguindo ver os episódios no dia do lançamento. O problema não é exclusivo do Brasil. O caos tem sido mundial. O que é um péssimo cartão de visitas para os planos da WarnerMedia de lançar um serviço de streaming para competir com a Netflix – que não cai nem exibe episódios pixelados.

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  • Série

    The Chi: Série estrelada por revelação de Moonlight é renovada para a 3ª temporada

    30 de abril de 2019 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator-mirim Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”. A renovação para o terceiro ano foi oficializada no momento em que a 2ª temporada do programa alcançou a metade de seus episódios produzidos. A data de retorno e contagem de episódios da 3ª temporada ainda não foram definidas. “‘The Chi’ vem se revelando o coração pulsante do lado sul de Chicago”, disse o presidente da Showtime Entertainment, Gary Levine, em comunicado. “Nós, como nossos espectadores, nos apaixonamos por esses personagens e continuamos ansiosos para ver onde Lena e seus colegas artistas os levarão na 3ª temporada.” Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, “The Chi” também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A serie estreou em janeiro de 2018 nos Estados Unidos, com 87% de aprovação da crítica. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jacob Latimore (“Sleight”), Ntare Guma Mbaho Mwine (“Rainha de Katwe”), Yolonda Ross (série “The Get Down”), Armando Riesco (série “Bull”) e Tiffany Boone (série “The Following”).

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  • Série

    Empire é renovada para 6ª temporada sem Jussie Smollett

    30 de abril de 2019 /

    A rede americana Fox renovou “Empire” para sua 6ª temporada, mas sem um de seus principais integrantes. O ator Jussie Smollett, intérprete de Jamal Lyon, não tem retorno previsto para os próximos episódios da atração. Smollett se envolveu num escândalo e chegou a ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Graças a um acordo com a promotoria e problemas nas evidências materiais, ele se livrou de ir a julgamento. Mas embora mantenha sua versão e jure ser inocente, a polêmica foi grande o suficiente para inspirar dúvidas nos mais crentes. Assim, seu personagem em “Empire” ganhou um final feliz antecipado, via casamento com Kai (Toby Onwumere) e viagem de lua de mel, com possível mudança para Londres. A Fox revelou que fechou um acordo com o ator para estender seu contrato para a 6ª temporada, reservando o direito de incluí-lo novamente na série caso seja necessário ou possível, mas, no momento, não há planos para exercer essa prioridade. O acordo foi feito após os colegas de Smollett assinarem uma carta aberta pedindo aos executivos do estúdio e da rede que mantivessem o ator no programa. “Temos que nos unir como família. Uma família existe nos bons e maus momentos. Ela pode filtrar o barulho e a confusão para entender que há uma pessoa no centro de tudo isso que não merece mais do que seguir em frente com sua vida”, diz o texto com assinatura coletiva. “Entendemos que esta série é um negócio. E esse negócio também é importante para nós. Estamos confiantes de que nossos fãs receberão nosso ‘Jamal’ de volta à família ‘Empire’ com tanto entusiasmo quanto nós.” Apesar da confusão do ator, a produção nunca correu risco de ser cancelada. “Empire” é atualmente a segunda série mais vista da Fox, atrás apenas de “9-1-1”, com média de 2,1 pontos entre adultos de 18 a 49 anos e cerca de 6,6 milhões de telespectadores ao vivo.

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  • Série

    Vincent Cassel entra na 3ª temporada de Westworld

    30 de abril de 2019 /

    A série “Westworld” acrescentou outro astro internacional a seu elenco. O ator francês Vincent Cassel (“Jason Bourne”) foi escalado para a produção sci-fi da HBO, que só exibirá sua 3ª temporada em 2020. Cassel mora no Rio de Janeiro desde 2013 e já estrelou algumas produções nacionais, incluindo “O Filme da Minha Vida” (2017), de Selton Mello, e “O Grande Circo Místico” (2018), de Cacá Diegues. Ele foi anunciado como vilão da temporada e se junta ao casting original da série – inclusive o brasileiro Rodrigo Santoro, que confirmou seu retorno – e as outras duas novidades previamente divulgadas, os atores Aaron Paul (“Breaking Bad”) e Lena Waithe (“Master of None”). Os detalhes da temporada, que vai se passar fora do parque do Velho Oeste (que virou pó no incêndio de Malibu do ano passado), estão sendo mantidos em sigilo.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Produtora de Barack e Michelle Obama anuncia primeiros projetos para a Neflix

    30 de abril de 2019 /

    A Higher Ground Productions, produtora de entretenimento criada pelo ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e sua esposa Michelle Obama, anunciou nesta terça (30/4) seus primeiros projetos em parceria com a Netflix. São sete filmes, séries e documentários, que devem chegar à plataforma de streaming nos próximos anos. Entre os projetos, destaca-se “Frederick Douglass: Prophet of Freedom”, adaptação em longa-metragem do livro de David W. Blight, que venceu o prêmio Pulitzer, sobre a vida e o trabalho de um dos ativistas negros mais importantes dos EUA. Ex-escravo, Douglass lutou pela abolição, liberação do voto feminino e chegou a ser candidato à vice-presidência do país. Há também duas séries dramática. “Bloom” vai abordar o mundo da moda na Nova York pós-2ª Guerra Mundial e foi criada por Callie Khouri (roteirista indicada ao Oscar por “Thelma & Louise”), Clement Virgo (“The Wire”) e Juliana Maio (“City of the Sun”). E “Overlooked” se baseia na coluna de mesmo nome do jornal The New York Times. Em formato de antologia episódica, como “Black Mirror”, a série adaptará os obituários de pessoas comuns, cujas mortes não mereceram destaque da imprensa. Por sua vez, a lista de documentários inclui “American Factory”, “Fifth Risk” e “Crip Camp”, que abordam temas como os direitos de deficientes e a decadência industrial de cidades interioranas. Completa a relação uma série documental infantil. “Listen to Your Vegetables & Eat Your Parents” vai levar famílias ao redor do mundo para uma viagem que esclarece de onde vem a comida que consumimos todos os dias.

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    Episódio escuro de Game of Thrones recebeu a segunda pior avaliação de toda a série

    30 de abril de 2019 /

    Exaltado como um feito histórico pelos envolvidos na produção, que trabalharam por 55 noites consecutivas para gravar as cenas, em meio ao frio, à neve, à lama e às chamas, no ar livre invernal da Irlanda do Norte, a Batalha de Winterfell não empolgou a crítica internacional. O episódio de “Game of Thrones” do último domingo (28/4), intitulado “The Long Night”, marcou a segunda pior avaliação da série no site Rotten Tomatoes. “The Long Night” obteve 75% de aprovação, numa grande queda em relação à média da série – agora em 93%. Em relação aos demais episódios, só foi considerado melhor que o sexto da 5ª temporada, que agradou apenas 54% dos críticos – o único capítulo medíocre da série. O consenso geral das críticas é que, apesar de conter momentos épicos, a iluminação e outros aspectos técnicos deixaram a desejar. Afinal, muitas das cenas mal puderam ser percebidas, transformando-se num emaranhado de pixels e sombras na tela. Em resposta, o diretor de fotografia Fabian Wagner culpou o público pelos problemas, dizendo, em entrevista para a revista Wired, que as pessoas não sabem sintonizar suas TVs. Milhões teriam errado, mas não ele, os produtores e a HBO – que, por sinal, não conseguiu enviar nem screencaps decentes do episódio para a imprensa.

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  • Série

    Game of Thrones bate novo recorde de audiência nos Estados Unidos

    30 de abril de 2019 /

    Mesmo com todos os problemas de imagem, o episódio de “Game of Thrones” do último domingo (28/4), intitulado “The Long Night”, marcou a maior audiência da história da HBO, com 17,8 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. A audiência supera em 400 mil o recorde anterior, estabelecido pela estreia da 8ª temporada da série, vista por 17,4 milhões. Os números resultam da soma da audiência na TV tradicional com plataformas oficiais de streaming, como o aplicativo HBO Go. Levando em consideração apenas o público da TV paga, o episódio teve 12,02 milhões de telespectadores. Neste caso, trata-se do segundo melhor índice da série, atrás do final da 7ª temporada, assistido por 12,04 milhões. O capítulo “The Long Night” fez jus ao seu título – “A Longa Noite”, em português. Foi o mais longo de “Game of Thrones”, com 82 minutos (1h22) da Batalha de Winterfell, em que as forças comandadas por Jon Snow (Kit Harington) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) enfrentaram o exército dos mortos, liderado pelo Rei da Noite, e muitos problemas técnicos para exibir sua batalha literalmente sombria.

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  • Série

    Escuridão de Game of Thrones escancara baixa qualidade de imagem da HBO

    29 de abril de 2019 /

    O trono de ferro do canal pago HBO ganhou uma coroa de espinhos com a exibição do episódio “The Long Night”, da série “Game of Thrones”, no último domingo (29/4). Além da exibição da luta pela sobrevivência na Batalha de Winterfell, vários telespectadores relataram uma batalha paralela, para enxergar alguma coisa na tela. Exaltado como um feito histórico pelos envolvidos na produção, que trabalharam por 55 noites consecutivas para gravar as cenas, em meio ao frio, à neve, à lama e às chamas, no ar livre invernal da Irlanda do Norte, as imagens da Batalha de Winterfell mal puderam ser percebidas, transformando-se num emaranhado de pixels e sombras na tela. A opção por gravação noturna contou com um balé de fogos que deveria ser imponente, mas virou uma coleção de pontinhos num borrão marrom escuro. Quem morreu, quem viveu, como eram os mortos-vivos tornaram-se dúvidas para quem via com seus próprios olhos. Até o impacto do terror que saltava da escuridão se perdeu por mergulhar suas garras num pixelado que igualava carne e lama, vivo e morto-vivo. O episódio bateu recorde de comentários no Twitter. Entretanto, boa parte deles foram reclamações sobre a baixa qualidade da imagem da HBO – que é exibida por diversas operadoras em 720p ou 1080i como HD, e não 1080p, como full HD. Graças a isso, muita gente tentou migrar da TV para o streaming, o que congestionou a HBO Go e travou o sistema, derrubando a conexão e deixando os fãs sem ter onde assistir a série. Apenas com a imagem de 1080p, exibida para os mais pacientes, que esperaram o carregamento da plataforma, foi possível identificar rostos e gestos em meio à luta da ficção, que simplesmente não apareceram na imagem televisiva. Mesmo assim, a compressão das imagens foi alta demais (para ser exibida mais rapidamente), impedindo que o alardeado marco das produções televisivas pudesse ser exibido conforme anunciado. O episódio continuou muito escuro e pixelado. Vale observar que algumas imagens adiantadas pelo canal, em particular os screencaps do trailer, tinham esse mesmo problema. Sem reparar na evidente falta de definição, o padrão de baixa qualidade foi mantido para a exibição. Fica a dúvida se a captação de imagens da cinegrafia original foi amadora ou se os responsáveis pela transmissão é que foram. O diretor de fotografia do episódio se chama Fabian Wagner e ele disputou o Emmy de Melhor Fotografia pelo episódio “Hardhome”, outra batalha grandiosa da série. Ele recebeu orientação para usar pouca iluminação, em busca de maior realismo. Mas os produtores não levaram em conta a compressão do sinal e a definição da maioria das TVs. No momento em que o mercado busca popularizar TVs de 4k, com imagens muito superiores ao 1080p, um tropeço como o da HBO coloca os serviços de streaming rivais em posição de vantagem na disputa pelo público que quer ver com qualidade aquilo pelo que está pagando. Também criticada pela escuridão da 1ª temporada de “Demolidor”, em 2015, a Netflix investiu em tecnologia de compressão e processamento e nunca mais enfrentou reclamações sobre problemas em suas imagens. Veja abaixo alguns comentários das redes sociais do público brasileiro da série – as mesmas queixas foram repetidas em todo o mundo. Imagem péssima, digitalizando em #got HD @NETatende @HBO_Brasil .Sacanagem !? pic.twitter.com/1Vr2CkTpRr — Christina Gratz (@chrissgratz) April 29, 2019 Imagem da HBO ta péssima — Tami Duckworth (@badgaltami) April 29, 2019 Você aguarda 2 anos para ver o capítulo final de uma série considerada a melhor série do mundo aí a decepção total a imagem uma merda foi de envergonhar a HBO — Mauro r da conceição (@Maurordaconcei2) April 29, 2019 Esperar uma semana pra ver uma imagem dessas pic.twitter.com/CQ7JadnCou — Silvania Gomes (@Silvani67237555) April 29, 2019 Aí essa qualidade de imagem péssima da @HBO_Brasil tá me deixando nos nervos, e queria ver melhor o que tá acontecendo em #GOT — OfJohn (@JoohnAllen) April 29, 2019 HBO na Sky, imagem lixo. — Bruno Rueda (@tiko_rueda) April 29, 2019 Maravilha de imagem @HBO_Brasil pic.twitter.com/PpN8ilMbvx — André Kassu (@andrekassu) April 29, 2019 "Nunca se viu batalha tão grande na tv" E vamo continuar sem ver pq essa bosta tá com imagem de v3 rosa. #GameofThrones #got @HBO_Brasil — marlon 100% cansada do Brasil pobre demais p vaza (@marromluna) April 29, 2019 Eu tentando enxergar quem tá morrendo na batalha com a imagem tão escura#BattleOfWinterfell pic.twitter.com/MwguUvL4Ii — Bia (@KingBz_98) April 29, 2019 Não, eu não aceito isso! @HBO_Brasil #HBOGO #hbogolixo pic.twitter.com/hPLiQuKfiO — Fernanda (@fuckfernandaa) April 29, 2019 @HBOGOsuporte Vão embora do Brasil. Sumam daqui. #HBOGOLIXO pic.twitter.com/IeQfihN9sL — Julio Moreira (@bomdiameuamigo) April 29, 2019 Tô conseguindo enxergar nada, se morrer alguém eu só vou saber no Twitter #Battleofwinterfell — Juliana (@JSDsana) April 29, 2019 Mas a imagem que é bom não né… Tá tão ruim que aqui a gente ouve e tem uma ideia do que acontece, vergonhoso #hbo — Leticia Tricarico (@liatricarico) April 29, 2019 #BattleOfWinterfell Imagem da HBO já está pior que a de Bolsonaro — Sensacionalista (@sensacionalista) April 29, 2019

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  • Série

    The Society: Série sci-fi do diretor de O Espetacular Homem-Aranha ganha novo trailer legendado

    29 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou 10 fotos novas, o pôster e o segundo trailer legendado de “The Society”, nova série criada por Christopher Keyser (da clássica “Party of Five”) e dirigida pelo cineasta Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”). Na história, um grupo de adolescentes se descobre sozinho no mundo, após o desaparecimento de todos os adultos. Eles aproveitam a liberdade, mas descobrem que ela também pode ser perigosa. Enquanto lutam para entender o que aconteceu, precisam estabelecer uma certa ordem e formar alianças se quiserem sobreviver. Mas a prévia mostra que alguns vão preferir dominar os outros pela violência, em vez de trabalharem juntos pelo bem comum. A premissa é uma versão sci-fi de “O Senhor das Moscas”, a célebre obra sobre crianças que criam uma sociedade distópica ao ficarem sozinhas numa ilha. Mas a verdade é que a tática de transpor a história de William Golding para um contexto sci-fi já foi bastante explorada na televisão, tendo surgido pela primeira vez num episódio da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) em 1966. A obra também inspirou a 1ª temporada de “The 100” (em 2014) e, mais recentemente, a premissa da série canadense “Between” (2015-2016), que durou duas temporadas com distribuição na própria Netflix e era extremamente parecida com o que os trailers de “The Society” exibem. O elenco de “The Society” inclui Kathryn Newton (“Supernatural”), Rachel Keller (“Legion”), Gideon Adlon (“Não Vai Dar”), Jacques Colimon (“Pretty Little Liars: The Perfectionists”), Olivia DeJonge (“Will”), Alex Fitzalan (“Slenderman”), Kristine Froseth (“Sierra Burgess É uma Loser”), Jose Julian (“Shameless”), Grace Victoria Cox (“Under The Dome”), Natasha Liu Bordizzo (“O Rei do Show”), Sean Berdy (“Switched at Birth”), Alex MacNicoll (“Transparent”) e outros atores jovens. Os 10 episódios da 1ª temporada chegam em streaming em 10 de maio.

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