Killing Eve é renovada para a 3ª temporada
O canal pago BBC America renovou “Killing Eve” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito pela presidente da AMC Networks, grupo que inclui a emissora BBC America, durante uma convenção da empresa, um dia após a estreia do segundo ano da produção. A executiva Sarah Barnett também revelou que a série vai trocar de showrunners. Enquanto a 2ª temporada foi conduzida por Emerald Fennell, o terceiro ano ficará por conta de Suzanne Heathcote, que já fez parte da equipe de roteiristas de “Fear the Walking Dead”. A criadora da série, Phoebe Waller-Bridge, aprovou a nova showrunner. “Estou animada com a notícia de que o bastão de ‘Killing Eve’ foi passado para outra roteirista incrível. Posso dormir tranquila sabendo que essas personagens estão nas mãos hilárias de Suzanne Heathcote”, comentou. “Killing Eve” acompanha Eve Polastri (Sandra Oh, que ganhou o Globo de Ouro pela performance), uma agente secreta que passa a perseguir a assassina de aluguel Villanelle (Jodie Comer) e desenvolver uma estranha obsessão por ela. Uma das séries mais elogiada da temporada passada, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes e premiada como a Melhor de 2018 pela Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos (TCA), “Killing Eve” não é apenas um fenômeno de crítica. A atração encerrou sua 1ª temporada com uma façanha raríssima, ao conseguir aumentar seu público em todos os episódios exibidos. Isto significa que cada capítulo foi visto por mais pessoas que o anterior, o que fez o final da temporada ter 85% mais telespectadores que a sintonia da estreia. A série também quebrou recorde na plataforma digital da BBC America, tornando-se o programa mais assistido da história de seu serviço de streaming. Na versão digital, “Killing Eve” é a única série da BBC America que atingiu mais de 1 milhão de espectadores por episódio. No Brasil, a 1ª temporada da série foi disponibilizada pelo serviço de streaming Globoplay.
Irmão do Jorel vence prêmio de Melhor Série Animada Ibero-Americana
A 3ª temporada de “Irmão do Jorel” venceu na noite de sábado (6/4) em Tenerife, na Espanha, o prêmio de Melhor Série de Animação da segunda edição dos Prêmios Quirino, instituídos para promover a indústria ibero-americana da animação. A série criada em 2014 por Juliano Enrico, que acompanha o cotidiano de uma família brasileira nos anos 1980, exibe atualmente sua 3ª temporada no Cartoon Network. Enrico dedicou o reconhecimento a todos os artistas, roteiristas, animadores, produtores e atores brasileiros, e ressaltou que a animação no país é “muito mais” que entretenimento. “É um negócio, são muitos artistas e muito talento, e tem que continuar”, declarou. Outra produção brasileira, “Guaxuma”, de Nara Normande, também foi premiada no evento, na categoria Melhor Curta de Animação. O Brasil também estava na disputa do prêmio de Melhor Longa-Metragem Animado com “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. Mas o vencedor foi o colombiano “Virus Tropical”, de Santiago Caicedo, que adapta a graphic novel homônima sobre uma menina que cresce entre Cali (Colômbia) e Quito (o Equador) e luta para tomar as rédeas da sua vida. O prêmio tem o nome do criador do primeiro longa-metragem de animação da história, Quirino Cristiani, que em 1917 dirigiu “El Apóstol”, uma produção argentina na qual foram utilizados 58.000 desenhos feitos à mão e várias maquetes que representavam edifícios públicos e ruas de Buenos Aires.
AMC oficializa terceira série do universo de The Walking Dead
A rede AMC oficializou a produção de uma terceira série do universo de “The Walking Dead”. Ainda sem título, ela é uma criação de Scott M. Gimple, ex-showrunner de “The Walking Dead”, em parceria com Matt Negrete, roteirista da série original. A nova atração vai acompanhar duas mulheres que pertencem à primeira geração nascida após a infecção zumbi se espalhar pelo planeta. As gravações vão começar no meio do ano no estado da Virgínia – o que coloca a produção mais próxima do set de “The Walking Dead” que “Fear the Walking Dead”. Ainda não há elenco definido, mas o roteiro inicial já está pronto. A previsão de lançamento é para 2020, como parte das comemorações dos 10 anos da série original. Além do novo spin-off, a data também será marcada com a exibição de um telefilme que revelará o destino de Rick Grimes (Andrew Lincoln) após sair de “The Walking Dead” na metade da 9ª temporada. A atriz Lauren Cohan, que vive Maggie, também deve retornar ao universo dos zumbis em alguma produção, ainda que mais provavelmente na própria “The Walking Dead”, que perderá sua protagonista feminina na 10ª temporada com a saída prevista de Danai Gurira, a Michonne, do elenco. Com o lançamento de uma terceira série de zumbis, a AMC alternará as atrações em sua programação de modo a ter sempre uma série do universo “The Walking Dead” no ar. Atualmente, por exemplo, não há nenhuma. “The Walking Dead” encerrou sua 9ª temporada em 31 de março e só deve retornar em outubro. Enquanto isso, “Fear the Walking Dead” tem o começo de sua 5ª temporada marcado para 2 de junho nos Estados Unidos – e com duas semanas de atros, em 17 de junho no Brasil.
História do grupo musical Menudo vai virar série da Amazon
A Amazon encomendou uma minissérie sobre a história do grupo Menudo, fenômeno musical adolescente dos anos 1980. Segundo a agência EFE, as filmagens vão começar no verão norte-americano (entre maio e agosto) com locações em Porto Rico, onde a banda foi formada, e no México, país que foi seu maior mercado comercial. A produção é do Piñolywood Studios, que vai traçar, em 15 episódios, desde a origem do grupo até seu estrelado mundial. A atração conta com o envolvimento de Edgardo Díaz, o criador do grupo, e de Ricky Meléndez, um dos primeiros integrantes, que compartilharam histórias de bastidores com os roteiristas. A primeira banda de garotos hispânicos que teve fama mundial foi formada inicialmente pelos irmãos Fernando e Nefty Sallaberry Valls, junto com outros irmãos Carlos, Óscar e Ricky Meléndez. Com esta formação, os Menudos lançaram seu primeiro disco em 1977. Mas o auge do grupo foi nos anos 1980, quando o quinteto se tornou mundialmente conhecido. Com o passar do tempo, vários integrantes foram mudados, lançando para o estrelato jovens até então desconhecidos, como Ricky Martin e Robi Draco Rosa. Mas essa mudança contínua também dispersou fãs e não impediu o envelhecimento da “grife”. Depois de contar com 39 cantores diferentes, o grupo anunciou seu fim em 2009. A expectativa é que a série, provisoriamente batizada com o título de uma música do grupo, “Suba em Minha Moto: A História do Menudo”, seja disponibilizada em 2020 pela Amazon.
Saturday Night Live imagina crossover de Game of Thrones e Law & Order: SVU
A participação de Kit Harington no programa “Saturday Night Live”, exibido na noite de sábado (6/4) nos Estados Unidos, inspirou diversas piadas de “Game of Thrones”. Além da abertura com aparições dos colegas de elenco do intérprete de Jon Snow, o humorístico também desenvolveu um esquete baseado em propostas de spin-offs para “Game of Thrones” – algo que o canal pago HBO realmente está explorando. As ideias incluíram muitos trocadilhos com títulos de séries famosas, como “The Marvelous Mrs. Melisandre”, “No Ballers” com os eunucos da série e “Cersei and the City”. Mas a que chamou mais atenção foi “Game of Thrones: SVU”, por promover um improvável crossover com outra série de sucesso da TV americana. O esquete até mostrou os astros Mariska Hargitay e Ice-T, de “Law & Order: SVU”, investigando um crime com figurino medieval, e o spin-off foi apresentado como uma criação do produtor Dire Wolf – mais um trocadilho, já que o criador das série da franquia “Law & Order” se chama Dick Wolf. A própria HBO entrou na brincadeira, afirmando em seu Twitter que adoraria ver “Cersei and the City”. Veja abaixo. Meet your new favorite procedural: @GameOfThrones: @nbcsvu ⚔️⚖️ cc: @Mariska @FINALLEVEL pic.twitter.com/ngJz7DICvC — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) April 7, 2019 Let’s be honest – we’d all watch the hell out of “Cersei and the City” https://t.co/5C1fHU6FiR — HBO (@HBO) April 7, 2019
Série alemã sobre tráfico na internet ganha teaser legendado delirante
A Netflix divulgou o teaser legendado de “Como Vender Drogas Online (Rápido)”, sua nova série original alemã – “How to Sell Drugs Online: Fast”, em inglês. A prévia é repleta de imagens delirantes e edição frenética, ao estilo de “Trainspotting”. Na trama, para impressionar a ex-namorada, um adolescente nerd começa a vender drogas online. Em pouco tempo, ele se torna um dos maiores traficantes da Europa. Inspirada por uma história real, a primeira série criada por Philipp Käßbohrer e Matthias Murmann (produtores do late show alemão “Neo Magazin”) dá sequência às produções alemãs da plataforma, após os lançamentos de “Dark”, “Cães de Berlim” e “O Perfume”. A estreia está marcada para o dia 31 de maio em streaming.
Série de terror NOS4A2 ganha data de estreia quase simultânea no Brasil
O canal pago brasileiro AMC divulgou a data de estreia da série de terror sobrenatural “NOS4A2” no país. A atração vai chegar em 3 de junho, um dia após a exibição nos EUA. Na prática, o canal trocou a prioridade dada a “Fear the Walking Dead” no ano passado, valorizando a nova produção com lançamento quase simultâneo, ao mesmo tempo em que empurrou a série derivada de “The Walking Dead” para mais tarde, deixando-a com uma exibição nacional com 15 dias de atraso. “Graças a todos os subgêneros que ele abrange, o terror tem enorme potencial e desperta o interesse do público, o que encoraja o AMC a continuar investindo no gênero”, comentou o vice-presidente de Programação e Aquisições para os canais de cinema e séries do AMC Networks Latin America, Pablo Corona. “NOS4A2” é baseada no best-seller homônimo de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”). A trama gira em torno de Vic McQueen (Ashleigh Cummings, de “Guerreiros do Amanhã”), uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx (Quinto), um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. O elenco também inclui Olafur Darri Olafsson (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Virginia Kull (“Sneaky Pete”) e Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”). A adaptação é assinada pela produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e terá 10 episódios em sua 1ª temporada.
Fear the Walking Dead: 5ª temporada vai estrear com duas semanas de atraso no Brasil
O canal pago brasileiro AMC definiu a data de estreia da 5ª temporada de “Fear The Walking Dead” no país. E os fãs já estão reclamando nas redes sociais. Os novos episódios vão começar a ser exibidos em 17 de junho no Brasil, 15 dias após o lançamento nos Estados Unidos (em 2 de junho) pelo mesmo AMC. Acostumados a acompanhar “The Walking Dead” pela Fox, que exibe os capítulos no mesmo dia de exibição dos EUA, a decisão da AMC incomodou os fãs do universo de zumbis porque a diferença de duas semanas abre espaço para os spoilers, muitos deles oficiais – por meio do material de divulgação do canal. A 4ª temporada foi transmitida pelo AMC com apenas um dia de diferença em relação à exibição original. Entretanto, quando estrear no Brasil, a 5ª temporada de “Fear The Walking Dead” já terá exibido três episódios inéditos nos Estados Unidos.
Crossovers entre The Walking Dead e Fear the Walking Dead vão se intensificar
O produtor Scott Gimple, que virou uma espécie de chefe de conteúdo da franquia “The Walking Dead”, revelou que as duas séries de zumbis do canal pago AMC, a original e a derivada “Fear the Walking Dead”, vão intensificar seus crossovers com o objetivo de revelar um “universo maior” do mundo pós-apocalíptico. “Além dos crossovers com Dwight e Morgan, que são coisas bem incomuns, existe algo bem interessante sobre o passado desses personagens que nós também vamos ver”, ele adiantou, durante a WonderCon, convenção geek da Califórnia. Uma dessas intersecções deve vir à tona nas gravações feitas por Althea (Maggie Grace), que na temporada passada de “Fear the Walking Dead” mostrou diversas fitas com identificações das pessoas que entrevistou. Uma delas tinha o rótulo “Abe/Doctor”, provavelmente referenciando Abraham Ford (Michael Cudlitz) e Eugene Porter (Josh McDermitt), de “The Walking Dead”. Ela os teria encontrado quando eles rumavam para Washington com Rosita (Christian Serratos). Essas fitas serão cruciais na 5ª temporada, usadas por Morgan (Lennie James) como fonte de informações para ajudar pessoas que podem estar necessitadas. Neste sentido, Gimple ainda revelou que “uma comunidade muito interessante”, cuja “história começou em ‘The Walking Dead’ será aprofundada” na nova temporada de “Fear the Walking Dead”. Ele acrescentou que uma das funções da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead” será expandir o alcance da trama e mostrar “outros aspectos maiores do universo”. Só não falou do projeto dos telefilmes centrados em Rick Grimes (Andrew Lincoln), que ele próprio está escrevendo, da volta de Maggie (Lauren Cohan) e dos rumores a respeito de um terceira série de zumbis. Ou talvez tudo isso esteja subentendido na referência ao “universo” de “The Walking Dead” que será ampliado nos novos capítulos de “Fear the Walking Dead”. A 5ª temporada da série derivada estreia no dia 2 de junho nos Estados Unidos. A série também é exibida no Brasil pelo canal pago AMC.
Yellowstone: Trailer da 2ª temporada da série estrelada por Kevin Costner explode em violência
O canal pago Paramount divulgou o trailer da 2ª temporada de “Yellowstone”. A prévia é um coleção de cenas tensas, que segue num crescendo até explodir em violência – inclusive de forma literal. Fenômeno de audiência na TV paga americana, com uma média de 2,3 milhões de telespectadores ao vivo e mais de 5 milhões com exibições digitais, “Yellowstone” só teve menos público em 2018 que “The Walking Dead”. A atração é a primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A 2ª temporada terá dez novos episódios previstos para 19 de junho nos Estados Unidos. Apesar do sucesso de público, a série permanece inédita no Brasil.
The Rain: 2ª temporada da série apocalíptica dinamarquesa ganha teaser tenso
A Netflix divulgou pôsteres e um teaser da 2ª temporada de “The Rain”, série dinamarquesa de ficção científica. A prévia mostra um dos irmãos protagonistas contaminado, possivelmente pelo mesmo vírus que dizimou a maior parte da população mundial, além de destacar o clima claustrofóbico nos abrigos subterrâneos. A série se passa seis anos depois de um vírus mortal, transmitido pela chuva, varrer o planeta e acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de segurança. “The Rain” foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A produção retorna com novos episódios no dia 17 de maio, um ano após a 1ª temporada. The only way to stay alive is to stay together. But who can you trust? The Rain season 2 is coming May 17. pic.twitter.com/BH9W3iTU9V — Netflix Nordic (@NetflixNordic) April 3, 2019
Too Old to Die Young: Série do diretor de Drive com Miles Teller ganha primeiro trailer
O cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, responsável por “Drive” (2011) e “Demônio de Neon” (2016), divulgou no Twitter o primeiro trailer de “Too Old to Die Young”, série que ele desenvolveu para a Amazon em parceria com o roteirista de quadrinhos Ed Brubaker. A prévia revela a mesma estética dos filmes do diretor, com cenas lentas, personagens frios, muito neon, trilha eletrônica e ultraviolência estilizada. A trama vai acompanhar um policial em luto (Miles Teller, de “Whiplash”), que se torna amigo do assassino de seu parceiro. Segundo a descrição oficial, os episódios vão “explorar os subterrâneos criminais de Los Angeles, ao seguir as jornadas existenciais dos personagens, enquanto se transformam de assassinos em samurais na cidade dos anjos”. O elenco ainda destaca John Hawkes (“Três Anúncios para um Crime”), Nell Tiger Free (série “Game of Thrones”), Callie Hernandez (“Alien: Covenant”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Cristina Rodlo (série “2091”), Babs Olusanmokun (minissérie “Raízes/Roots”) e William Baldwin (série “Gossip Girl”). Refn assina todos os 10 episódios, que supostamente teriam 90 minutos cada, praticamente um filme por capítulo, voltando a trabalhar com alguns de seus colaboradores favoritos, como o compositor Cliff Martinez e o editor Matthew Newman. Entre as novidades da equipe, o destaque é para o diretor de fotografia mexicano Diego García, conhecido dos brasileiros por suas parcerias com o cineasta Gabriel Mascaro (“Boi Neon” e “Divino Amor”). A produção também marca a estreia de Brubaker como criador de séries. O roteirista é mais conhecido pelos leitores da Marvel como o criador do Soldado Invernal – por conta disso, fez uma figuração no filme “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014). Ele também escreveu um dos episódios da série “Westworld” e atualmente desenvolve a adaptação de seus quadrinhos “Kill or Be Killed” para um filme do diretor Chad Stahelski (franquia “John Wick”) e o remake do terror “Maniac Cop”, clássico do subgênero slasher dos anos 1980, em que voltará a trabalhar com Refn. “Too Old to Die Young” tem estreia marcada para 14 de junho no Prime Video, o serviço de streaming da Amazon. Dear Friends! Please allow me to introduce the first trailer for TOO OLD TO DIE YOUNG. ??❤️ See you on Prime Video June 14. ? @TOTDYTV #byNWR pic.twitter.com/kl118mhbQK pic.twitter.com/Vyj3GmxH2K — Nicolas Winding Refn (@NicolasWR) April 3, 2019
The 100 pode ganhar spin-off passado antes dos eventos da série
O criador de “The 100″, Jason Rothenberg, confirmou que está trabalhando num spin-off da série. O projeto seria um prólogo, passado durante a guerra mundial que contaminou o planeta de radiação e acompanharia a fuga da humanidade para as estações espaciais do começo da série original. A revelação veio à tona durante a participação do produtor na WonderCon, convenção geek da Califórnia. “Podemos estar trabalhando em algo. Não posso falar sobre isso”, disse Rothenberg. “Eu provavelmente vou me meter em problemas por dizer isso.” Diante de pedidos insistentes para contar mais, Rothenberg voltou a dizer duas vezes que não poderia falar. Mas falou mesmo assim. “Eu não deveria falar sobre isso, mas sim, eu estou trabalhando no roteiro de um prólogo”, admitiu. “Eu não posso falar muito sobre isso, mas a premissa é basicamente que faltam 15 minutos para o lançamento de três foguetes para tirar as pessoas do planeta, porque eles já sabem que as bombas estão chegando. E essa é uma sequência emocionalmente insana e acontece que um dos personagens nessa jornada é ta-ta-ta-ta-ta-tataravó de Clarke. E sua mãe está no espaço como uma das astronautas a bordo de uma das 12 estações. É como se fosse ‘Mad Max’ no espaço com disputa de ar, água e comida, em vez de gasolina.” Antes de virar série, o projeto precisa ser aprovado pelos executivos da rede The CW. Atualmente, a série original vai para a 6ª temporada, que começa a ser exibida no dia 30 de abril nos Estados Unidos e duas semanas depois ao Brasil, em 16 de maio, na programação do canal pago Warner.











