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Série

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6 de outubro de 2026
  • Série

    Supergirl aparece com calça em foto do uniforme da 5ª temporada

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Melissa Benoist, intérprete de Supergirl na televisão, postou em seu Instagram uma foto do novo visual da heroína na 5ª temporada da série. A imagem troca a minissaia vermelha da personagem por uma calça comprida azul. E acrescenta franjas ao rosto da atriz. Não há informação a respeito de como esse uniforme vai aparecer na série. Se será trajado num episódio específico ou se representará o novo visual oficial da personagem. Mas bastou a sugestão para trazer à tona uma discussão sobre feminismo e empoderamento. De um lado, há quem entenda a opção como forma de eliminar a objetificação da heroína. Por outro lado, deveria ser óbvio que empoderamento não significa sacrificar a sensualidade – em outras palavras, mulheres não precisam se vestir como homens para se provarem poderosas. O traje original era uma adaptação fiel dos quadrinhos, como todos os demais uniformes dos heróis das séries da DC Comics. O novo é criação da equipe de televisão. Entretanto, Supergirl já usou calças nos quadrinhos. Durante os anos 1970, ela teve um arco duradouro de aparições com diferentes trajes, durante uma “crise” fashion, adotando de calças a shorts, até que os leitores votaram no seu uniforme favorito – o mais parecido com o tradicional. Originalmente, ela foi desenhada com uma minissaia azul por Al Pastino em sua primeira aparição em 1959 – inspirada pelas personagens femininas da série sci-fi “Space Patrol” (1950-1955) – , anos antes da estilista Mary Quant transformar o visual em revolução de costumes. Mas só adotou a minissaia vermelha após a crise nas infinitas modas, seguindo um período com shorts da mesma cor em 1975. Vale mencionar que, nos anos mais recentes, passou a usar uma bermuda ciclista sob a minissaia. Para a discussão politicamente correta, ainda é importante trazer o argumento do site feminista The Mary Sue, que, em 2015, quando a série estreou, vibrou com o fato de Supergirl lutar com uma minissaia, porque dizer que ninguém consegue fazer cenas de ação com saias era um argumento machista – além de ignorar que os romanos conquistaram o mundo lutando de saias. As temporadas mais recentes de “Supergirl” têm sido altamente politizadas, com a inclusão de personagens LGBTQIA+ e a primeira super-heroína transexual da televisão, Sonhadora. Mas existe, ironicamente, uma linha muito tênue entre representar valores progressistas e adotar costumes conservadores. Cobrir as pernas era algo que a sociedade exigia das mulheres antes da revolução sexual dos anos 1960. E também é o argumento de todo estuprador para atacar quem “está pedindo” por isso. Fica a questão: em vez de cobrir Supergirl, não seria mais progressista mostrar Sonhadora de minissaia?

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  • Série

    O Doutrinador: Série do super-herói nacional estreia em setembro no canal Space

    15 de julho de 2019 /

    O canal pago Space divulgou a data de estreia da série do super-herói nacional “O Doutrinador”, estrelada por Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”). Adaptação de quadrinhos já levada ao cinema, a série mostra um vigilante que combate a corrupção no Brasil. Em comunicado, a Turner, dona do Space, define a produção como uma “série de ficção/ação com três eixos principais de dramaturgia: o thriller político, a ação investigativa e o drama pessoal das personagens”. A atração vai estrear no dia 1º de setembro, um domingo, às 21h, quase um ano após a exibição do filme homônimo. Enquanto o longa foi lançado no clima das eleições do ano passado, a série chegará à TV após as reportagens da chamada “Vaja Jato”, que consiste na publicação de mensagens privadas dos promotores da Lava Jato com o objetivo de questionar o combate à corrupção e a figura do juiz Sergio Moro. Assim, mantém-se extremamente atual, como reflexo do zeitgeist (o espírito desses tempos que vivemos). A ligação do personagem com a repercussão de fatos reais tem sido uma constante em sua trajetória. Originalmente, o Doutrinador foi concebido em 2008 pelo artista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. No Brasil polarizado do século 21, acabou dividindo opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, o protagonista virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Apesar disso, o filme dirigido por Gustavo Bonafé (de “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) foi lançado sem causar a repercussão esperada em novembro passado. A versão televisiva terá 7 episódios de 45 minutos cada.

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  • Série

    Astro de O Profeta viverá famoso serial killer de hippies em série da Netflix

    15 de julho de 2019 /

    O ator francês Tahar Rahim, astro de filmes como “O Profeta” (2009), “O Passado” (2013) e “Maria Madalena” (2018), vai estrelar “The Serpent”, nova série criminal desenvolvida em parceria entre a plataforma Netflix e a rede britânica BBC. Na trama, ele vai viver o serial killer Charles Sobhraj, que foi responsável por pelo menos uma dúzia de mortes de turistas hippies na região sudoeste da Ásia, durante os anos 1970. Sobhraj foi descoberto e perseguido por um jovem diplomata, e acabou sendo preso em 1976, na Índia. O assassino foi solto em 1997 e voltou a viajar pelo mundo, sendo preso novamente em 2003, no Nepal, onde está até hoje. A série baseada na história real está sendo desenvolvida pelo produtor-roteirista Richard Warlow, criador de “Ripper Street”, e terá direção de Tom Shankland, responsável pela recente minissérie “Les Misérables” e pela premiada “The Missing”. “The Serpent” será a segunda série de Rahim na Netflix. Ele também estrela a vindoura “The Eddie”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”). Nenhuma das duas tem previsão de estreia.

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  • Série

    Charles Levin (1949 – 2019)

    15 de julho de 2019 /

    O corpo de Charles Levin, que atuou em séries dos anos 1980 e 1990, foi encontrado em um lugar remoto, numa estrada afastada e com pouco uso no estado do Oregon, onde seu carro atolou. O ator de 70 anos estava desaparecido. De acordo com a CNN, Levin estava em processo de mudança de casa na última semana, quando seu filho notificou seu desaparecimento na segunda-feira passada (8/7) às autoridades. Ele estava com seu cão, um pug chamado Boo Bear, que foi encontrado morto no carro. Levin estava a alguns metros de distância do veículo em um terreno acidentado, de difícil acesso. O ator apareceu em vários sucessos do cinema, sempre em papéis pequenos, que variavam de mero figurante mudo a coadjuvante secundário. Entre os títulos de sua filmografia encontram-se dois clássicos de Woody Allen, “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) e “Manhattan” (1979). Repleta de comédias, a lista também inclui o cultuado “Isto é Spinal Tap” (1984) e as Sessões da Tarde “O Homem do Sapato Vermelho” (1985) e “O Rapto do Menino Dourado” (1986). Ele conseguiu maior destaque na televisão, onde se alternou entre participações especiais e papéis recorrentes em diversos sucessos e audiência. Seus trabalhos mais relevantes aconteceram em produções da dupla David Milch e Steven Bochco, dois dos mais importantes criadores de séries americanas. Teve papel recorrente em “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), criação de Bochco que revolucionou as séries policiais entre 1981 e 1987, e chegou a integrar o elenco fixo de “Capital News”, sobre repórteres de Washington, lançada por Milch em 1990, que durou apenas uma temporada. Os dois produtores se juntaram famosamente para dar origem a um dos maiores fenômenos da TV, “Nova Iorque Contra o Crime” (NYPD Blue) em 1993, que contou com importante participação de Levin, no papel do promotor Maury Abrams, em suas três primeiras temporadas. Mas talvez o ator seja mais lembrado por uma curta e hilária aparição num capítulo de “Seifeld” de 1993, no qual interpretou um nervoso “mohel” – pessoa que executa a circuncisão, segundo a lei judaica. Levin deixou de atuar em 1998, após aparecer na série “Lei & Ordem” e no drama jurídico “A Qualquer Preço” (1998), estrelado por John Travolta, mudando-se para o Oregon.

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  • Série

    BH90210: Astros de Barrados no Baile se reencontram em novo teaser do revival

    14 de julho de 2019 /

    A Fox divulgou um novo teaser de “BH90210”, série derivada de “Barrados no Baile” (Beverly Hills, 90210), que mostra o reencontro do elenco original de um dos maiores sucessos televisivos dos anos 1990. A produção será uma minissérie de seis episódios que, como mostra a prévia, tratará seu tema com metalinguagem. Ou seja, os astros não interpretarão seus personagens, mas versões de si mesmos. A trama vai acompanhar um reencontro entre Jason Priestley (Brandon), Jennie Garth (Kelly), Ian Ziering (Steve), Gabrielle Carteris (Andrea), Brian Austin Green (David), Tori Spelling (Donna) e Shannen Doherty (Brenda), quando um deles sugere um revival de “Barrados no Baile”. A história vai acompanhar o processo para tirar o projeto do papel, que promete, segundo os produtores, ser mais dramático que a ficção. Por sinal, os sete atores são creditados como produtores da atração, ao lado de Chris Alberghini e Mike Chessler, que trabalharam como roteiristas-produtores do reboot “90210” e voltarão como showrunners. Criada por Darren Star e produzida por Aaron Spelling, a série original durou uma década, de 1990 a 2000, e ajudou a definir parte dos anos 1990. Também fez parte de seu elenco histórico o ator Luke Perry, “>recém-falecido, que deverá ganhar uma homenagem da produção. Vale lembrar que a série já teve um spin-off, “90210” da rede CW, que em 2008 usou os personagens clássicos como gancho para apresentar uma nova geração mimada de Beverly Hills. A estreia de “BH90210” vai acontecer em 7 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    Filme Sexy Beast vai virar série da Paramount

    14 de julho de 2019 /

    A Paramount encomendou uma temporada de 10 episódios de “Sexy Beast”, série que adapta o filme homônimo de 2000. A produção é uma parceria entre os estúdios Anonymous Content e Paramount Television, responsáveis por sucessos como “13 Reasons Why” e “The Alienist”. Estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” é um filme de gângsteres que rendeu até uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama, Ray Winstone vive Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também está no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A série será um prólogo que contará o passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass e Gal conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e a série vai explorar o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. A atração foi desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e o primeiro episódio terá direção da cineasta Karyn Kusama (“O Peso do Passado”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Spielberg, Guillermo Del Toro e Sam Raimi vão produzir séries para nova plataforma

    14 de julho de 2019 /

    Criada especificamente para celulares, a plataforma de streaming Quibi está desenvolvendo um portfólio impressionante de séries. O nome do aplicativo vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites”. Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que tem como diferencial produzir episódios de menor duração. Seus capítulos terão de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo do público, que tem se atirado em longas maratonas de séries. A aposta é em outra característica atual: o baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. Por isso, pretende oferecer conteúdo fast, que pode ser devorado em qualquer local. O detalhe é que o recheio deste Quibi contém muitas calorias. Em outras palavras, as séries encomendadas são superproduções. Por exemplo: Steven Spielberg vai produzir uma série de terror que só poderá ser vista à noite pelo aplicativo. Outras séries em desenvolvimento são terrores de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos. O Quibi também deve oferecer outros tipos de atrações, como programas de notícias e reality shows – já estão confirmados um reality de luta livre feminina, um programa de moda de Tyra Banks (produtora-apresentadora de “America’s Next Top Model”) e remakes de “Punk’d” e “Singled Out”, da MTV. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., Time Warner, MGM e Alibaba, e pretende oferecer 125 conteúdos semanais e 7 mil ao longo de seu primeiro ano. O interesse dos estúdios reflete uma aposta no formato, apesar da dificuldade encontrada até aqui para emplacar séries desse formato e exclusivas de dispositivos móveis – veja-se a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A conferir, em 2020.

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    Atriz de Animais Fantásticos entra em minissérie de suspense com Jude Law

    13 de julho de 2019 /

    A atriz Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”) se juntou a Jude Law (“Capitã Marvel”) na minissérie “The Third Day”, nova coprodução dos canais pagos HBO e Sky após o sucesso de “Chernobyl”. A minissérie se passa em uma ilha misteriosa na costa da Grã Bretanha e conta a história de Sam (Law), que chega no local e passa a viver no mundo nada comum de seus habitantes secretos. Isolada do Reino Unido, esta terra contém um povo que tem rituais pouco convencionais, e essa experiência faz o protagonista reviver um trauma do passado, colocando-o em conflito com os moradores. A série tem roteiro de Dennis Kelly (criador da série “Utopia”) e direção do cineasta Marc Munden (“A Lenda do Tesouro Perdido”). Serão ao todo seis episódios, com exibição prevista para 2020. Antes de sua estreia, HBO e Sky vão exibir outra parceria, a cinebiografia “Catherine The Great”, que traz Helen Mirren (“A Rainha”) no papel da imperatriz russa Catarina II. O trailer dessa produção já pode ser visto aqui.

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    Paper Girls: Quadrinhos do criador de Fugitivos vão virar série da Amazon

    13 de julho de 2019 /

    A Amazon vai transformar “Paper Girls”, quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan e Cliff Chiang, numa série da plataforma Prime Video. A adaptação está a cargo de Stephany Folsom, roteirista de “Toy Story 4”, que também produzirá a atração em parceria com Vaughan. A trama é uma espécie de versão feminina de “Stranger Things”, publicada um ano antes da estreia da produção da Netflix, e se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando a cidade fictícia de Stony Stream é surpreendida pela invasão de uma misteriosa força do futuro. As personagens centrais são quatro meninas que trabalham de bicicletas como entregadoras de jornal (Paper Girls) e se vêem involuntariamente envolvidas no conflito entre duas facções rivais de viajantes do tempo. Em grande demanda no mercado de séries, Brian K. Vaughan também é o autor de “Fugitivos” (Runaways) da Marvel, que virou atração da plataforma Hulu, e “Y – O Último Homem” (Y – The Last Man) da DC/Vertigo, que se encontra em desenvolvimento no canal pago FX As gravações de “Paper Girls” serão realizadas pelas empresas Legendary TV e Plan B, a produtora de Brad Pitt. A série não tem previsão de estreia, mas os quadrinhos podem ser encontrados no Brasil em publicações da editora Devir. Veja abaixo algumas capas da edição americana, lançada pela Image Comics.  

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    Constantine vai continuar na série Legends of Tomorrow

    13 de julho de 2019 /

    Matt Ryan retornará como Constantine na 5ª temporada de “Legends of Tomorrow”. O ator foi incluído no elenco da temporada passada de forma provisória, mas continuará no time dos heróis da DC Comics quando a série retornar na midseason de 2020. A manutenção de Ryan se deve à escolha do grande vilão da temporada. Vilã, na verdade: Astra, a menina que foi parar no inferno no piloto da série “Constantine”, exibido em 2014. A personagem foi retomada no final da temporada passada de “Legends”. Já adulta (vivida por Olivia Swann), ela revela odiar Constantine e sugere planos malignos, ao coletar as almas de Genghis Khan, Charles Manson e outros vilões históricos. A 5ª temporada de “Legends of Tomorrow” vai estrear no começo de janeiro, durante o crossover “Crise nas Infinitas Terras”, do qual também farão parte as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e a estreante “Batwoman”.

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  • Série

    The Mandalorian: Jon Favreau já trabalha na 2ª temporada da série inédita de Star Wars

    13 de julho de 2019 /

    A estreia de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, ainda está distante, mas seu criador Jon Favreau (que dirigiu os remakes de “O Rei Leão” e “Mogli”) revelou já estar trabalhando na 2ª temporada. “Eu estava escrevendo a 2ª temporada esta manhã antes de vir aqui”, contou o cineasta em entrevista ao site Collider. Segundo o site, o trabalho nos novos episódios vão além do roteiro. A 2ª temporada já teria entrado em pré-produção, num processo inicial de produção de efeitos visuais, que serão incluídos em tempo real nas cenas durante as gravações definitivas. Este trabalho aponta que “The Mandalorian” vai usar a tecnologia de ponta que deu vida aos animais falantes realistas de “O Rei Leão”. Trata-se de um processo digital que permite que o diretor veja as cenas com efeitos já durante as filmagens, para ter a noção exata de como vão aparecer na tela, em vez de depender da equipe de pós-produção para materializar os efeitos previstos em roteiro. Isto dá ao diretor muito mais controle sobre o produtor final. “Se você visitar o set de ‘The Mandalorian’, verá uma parede de vídeo onde é possível vislumbrar os personagens imersos no cenário digital e interagindo com criações digitais, ao mesmo tempo em que gravam com tela azul ao fundo”, contou Favreau. Mas para que isso aconteça, ele e sua equipe precisam mapear todos os efeitos antes em pré-produção. Que é o ponto em que se encontra “The Mandalorian” em relação à 2ª temporada. A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) vai se passar após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). O título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. O personagem será interpretado pelo chileno Pedro Pascal (de “Game of Thrones” e “Narcos”). O elenco também inclui Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, dirige o piloto da série, que também tem episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). “The Mandalorian” deve estrear junto do lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será disponibilizado em 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.

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  • Série

    3ª temporada de The Deuce revela fotos, tema e data de estreia

    13 de julho de 2019 /

    A HBO anunciou a data de estreia da 3ª e última temporada de “The Deuce”, série sobre a indústria pornográfica, com um post nas redes sociais que faz referência temática à chegada do VHS, responsável por uma revolução no setor. Os novos episódios começarão a ser exibidos no dia 9 de setembro. Criada por David Simon e George Pelecanos (respectivamente criador e roteirista de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), “The Deuce” conta a história da legalização e do crescimento da indústria pornográfica em Nova York, abordando também a epidemia da Aids, a violência resultante do aumento do tráfico de cocaína e a especulação imobiliária que acabou mudando a cidade. A produção chegou a ser paralisada entre a 1ª e a 2ª temporada, ocasião em que quase foi cancelada graças às acusações de assédio sexual contra James Franco, trazidas à tona após ele vencer o Globo de Ouro 2017 por seu papel no filme “Artista do Desastre”. Além de interpretar irmãos gêmeos na série, Franco é produtor e dirigiu dois episódios. A HBO declarou ter conduzido uma investigação interna sobre o comportamento do ator no set e, após constatar ausência de reclamações contra o astro, deu prosseguimento à produção. O elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). The Deuce final season is coming to VHS. JK, but can you imagine? pic.twitter.com/db4uscAicH — HBO (@HBO) 12 de julho de 2019

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  • Série

    Big Little Lies: Conflito com diretora vira polêmica nos bastidores da série

    13 de julho de 2019 /

    Os bastidores da 2ª temporada de “Big Little Lies” ganharam contornos polêmicos com a revelação de conflitos internos pelo controle criativo da produção. Segundo apurou o site IndieWire, a diretora Andrea Arnold foi jogada para escanteio após o final das gravações e teve seu controle criativo usurpado por Jean-Marc Vallée, o diretor da 1ª temporada, que atua como produtor da série. Ocupado por conta de seu envolvimento com a série “Objetos Cortantes” (Sharp Objects), o canadense Vallée abriu mão de dirigir os novos capítulos de “Big Little Lies”. E a diretora inglesa de “Aquário” (2009) e “Docinho da América” (2016) foi contratada com a promessa de poder estabelecer sua própria visão no programa, inclusive trazendo seu próprio diretor de fotografia para a produção. Mas após a conclusão das gravações, Vallée resolveu intervir, programando gravações adicionais e reeditando drasticamente o trabalho feito por Arnold, com o objetivo de tornar a 2ª temporada mais parecida com a 1ª – tarefa que precisou contar com dez editores diferentes para ser concluída. Várias cenas foram cortadas, inclusive um confronto entre Madeline (Reese Witherspoon) e Mary Louise (Maryl Streep) envolvendo uma “sorvetada”. Com isso, a duração dos episódios também foi diminuída. A revelação causou comoção nas redes sociais e chamou atenção para inconsistências de tom e ritmo nos novos episódios. A HBO resolveu emitir um comunicado sobre a repercussão do artigo. “Não haveria uma 2ª temporada de ‘Big Little Lies’ sem Andrea Arnold. Nós na HBO e os produtores estamos extremamente orgulhosos de seu trabalho. Assim como qualquer projeto televisivo, os produtores-executivos colaboram na série, e acreditamos que a qualidade do produto-final fala por si só”, diz o texto oficial, jogando panos quentes sobre a polêmica. Ao contrário do cinema, o controle final das séries não fica na mão dos diretores, que costumam ser vários na maior parte dos casos, mas dos produtores executivos e principalmente do showrunner – que, em “Big Little Lies”, é David E. Kelley Atualmente em sua reta final, a 2ª temporada de “Big Little Lies” se encerra em 21 de julho.

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