Superstore é renovada para sua 6ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação de “Superstore”, série de comédia estrelada por America Ferrera (série “Ugly Betty”), para sua 6ª temporada. Atualmente na metade de sua 5ª temporada, a série atingirá seu episódio de número 100 com a renovação. “Estamos empolgados com o fato de a ‘Superstore’ continuar falando sobre muitas questões importantes e atuais, ao mesmo tempo em que é hilária”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, co-presidentes de programação da NBC Entertainment, em comunicado. Sitcom de ambiente de trabalho criada por Justin Spitzer (produtor da série “The Office”), “Superstore” acompanha funcionários variados de uma grande loja americana, que vende de tudo e precisa lidar com um cotidiano repleto de emoções – desde raivosos caçadores de promoções, liquidações que causam motins e sessões de treinamento intermináveis. Além de America Ferrera, que vive uma funcionária transformada em gerente, o elenco da série inclui ainda Ben Feldman (série “Silicon Valley”), Mark McKinney (série “Man Seeking Woman”), Lauren Ash (série “Super Fun Night”), Colton Dunn (série “Key and Peele”), Nichole Bloom (série “Shameless”) e Nico Santos (“Segurança de Shopping 2”). “Superstore” está atualmente em hiato e retorna em na quinta (7/3) para a parte final de sua 4ª temporada nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Altered Carbon: Trailer e fotos apresentam a temporada estrelada por Anthony Mackie
A Netflix divulgou mais de 30 fotos, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Altered Carbon”, destacando a participação de Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”) como protagonista. A prévia revela que ele terá que enfrentar um antigo intérprete do mesmo papel, o que é possível graças à premissa da sci-fi. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. O personagem principal, Takeshi Kovacks, era originalmente um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “The Good Doctor”) em flashbacks da temporada inaugural, mas assumiu a forma do sueco Joel Kinnaman ao despertar para a nova realidade em que se passa a trama, e agora será interpretado por Mackie. Nos novos episódios, o corpo original (Lee), preservado via criogenia, irá enfrentar a mente original, que atualmente habita o corpo de Mackie. Além de Lee, a série também preservou os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Já as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. A 2ª temporada chega ao serviço de streaming em 27 de fevereiro.
CSI original deve ganhar continuação como minissérie
A rede americana CBS está em conversas iniciais para produzir um revival da série policial “CSI”, que pode estrear em meio à comemoração dos 20 anos de sua estreia, em outubro de 2020. O retorno de “CSI” deve acontecer como uma minissérie e envolver os atores da 1ª temporada da franquia. Lançado no ano 2000, a “CSI” original foi responsável pela proliferação de séries centradas em investigação forense na TV americana. Seu sucesso imenso durou 15 anos, até a conclusão da produção em 2015, após 335 episódios e o cancelamento das derivadas “CSI: Miami” e “CSI: NY”. Uma última série, “CSI: Cyber”, tentou manter a marca no ar, mas também foi cancelada após duas temporadas, em 2016. As negociações envolvem atualmente os responsáveis pela franquia, o criador Anthony Zuiker e o produtor Jerry Bruckheimer, mas, segundo o site Dealine, integrantes do elenco original, como William Petersen e Jorja Fox, já teriam sido contatados. Por enquanto, nenhuma oferta foi formalizada à espera da oficialização da série. A encomenda dos episódios ainda depende de um acordo financeiro que agrade todas as partes.
Netflix renova Sex Education para 3ª temporada
A Netlix anunciou a renovação da série “Sex Education” para a 3ª temporada. A informação foi divulgada pelas redes sociais e no canal do YouTube da plataforma, e acontece menos de um mês após os episódios do segundo ano da produção chegarem em streaming. “Nossa, Netflix, que final foi esse? Spoiler: não foi o final. Vai ter terceira temporada de #SexEducation, sim”, publicou a empresa no Twitter. De acordo com o anúncio, a série criada pela curtametragista Laurie Nunn volta em 2021. Estrelada por Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”), a atração gira em torno de um adolescente que percebe que todos os anos embaraçosos em que viveu com sua mãe (Gillian Anderson, de “Arquivo X”), uma terapeuta sexual, podem ajudá-lo a se tornar popular e ainda ganhar dinheiro em sua escola. Coagido pela bad girl do colégio (vivida por Emma Mackey, de “Badger Lane”) e apoiado por seu melhor amigo gay assumido (Ncuti Gatwa, de “Stonemouth”), ele decide abrir uma consultoria sexual para adolescentes inexperientes. A 2ª temporada estreou em 17 de janeiro, retomando a vida agitada desses personagens. Graças a seu sucesso, “Sex Education” se tornou uma das raras séries da Netflix a ter sua audiência revelada. Logo após seu lançamento, a empresa tornou público o número de 40 milhões de espectadores num relatório para o mercado. NOSSA NETFLIX QUE FINAL FOI ESSE? Spoiler: não foi o final. Vai ter terceira temporada de #SexEducation, sim. pic.twitter.com/nibtZzOwic — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) February 10, 2020
The Good Doctor é renovada para 4ª temporada
A rede americana ABC anunciou a renovação de “The Good Doctor” para sua 4ª temporada. A atração estrelada por Freddie Highmore (de “Bates Motel”), atualmente na reta final de sua 3ª temporada nos EUA, é o programa mais assistido da ABC e foi a primeira série renovada pelo canal em 2020. A audiência ao vivo é de 6,41 milhões de espectadores, mas, contabilizando todas as plataformas, chega à média de 15,6 milhões de espectadores. Nova criação de David Shore (o criador de “House”), a série traz Freddie Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Teaser da 3ª temporada de Genius traz Cynthia Erivo como Aretha Franklin
O canal pago National Geographic divulgou um pôster e o primeiro teaser da 3ª temporada da série biográfica “Genius”, que destaca a atriz Cynthia Erivo, indicada ao Oscar por “Harriet”, no papel de Aretha Franklin. Apesar de curta, a prévia apresenta um apanhado de imagens que vão da infância à consagração da cantora. Desenvolvida por Kenneth Biller (criador de “Perception”), Noah Pink (“Esta é sua Morte”) e Suzan-Lori Parks (“Garota 6”), “Genius: Aretha” está sendo anunciada como a única produção autorizada sobre a vida da rainha do soul, com a garantia dos direitos necessários para a recriação de sua carreira, junto à sua família e junto às gravadoras de suas músicas. Eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone, Aretha Franklin foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e suas inúmeras conquistas incluem 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis norte-americanos. Além de Cynthia Erivo, o elenco de “Genius: Aretha” ainda destaca Courtney B. Vance (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), David Cross (“Arrested Development”) e Malcolm Barrett (“Timeless”), entre outros. Aretha, que morreu em agosto de 2018, também será homenageado com uma cinebiografia em 2020. O filme, intitulado “Respect”, será estrelado por Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”) e tem previsão de chegar aos cinemas em agosto, bem depois da estreia da série, que será lançada em 25 de maio nos Estados Unidos.
Robert Conrad (1935 – 2020)
O ator Robert Conrad, que ficou conhecido como o cowboy espião James West na década de 1960, morreu neste sábado (8/2) aos 84 anos. “Ele viveu uma vida maravilhosamente longa e, embora a família fique triste com sua morte, viverá para sempre em seus corações”, disse o porta-voz da família, sem informar mais detalhes sobre o falecimento. Nascido em Chicago, Illinois, em 1º de março de 1935, Conrad se mudou para Los Angeles em 1958 e encontrou sucesso quase instantâneo ao ser contratado para estrelar a série “Hawaiian Eye”, em 1959, como Tom Lopaka, sócio de uma agência de detetives no Havaí. A produção durou quatro temporadas, até 1963, e se tornou tão popular que o personagem do ator ainda apareceu em quatro crossovers na série “77 Sunset Strip”. Mas foi a atração seguinte que marcou sua carreira. Exibida entre 1965 e 1969, “James West” (The Wild Wild West) acompanhava as aventuras do personagem-título e seu parceiro Artemus Gordon (Ross Martin), um mestre dos disfarces, como os primeiros agentes do Serviço Secreto dos EUA, enfrentando supervilões que ameaçavam o governo Ulysses S. Grant (de 1869 até 1877). A série combinava duas tendências disparatadas, mas que faziam sucesso na mesma época: as tramas de espionagem de James Bond e as séries de western, como “Paladino do Oeste” e “Bat Masterson”. Embora também durado quatro temporadas, seus 104 episódios se multiplicaram em reprises infinitas, devido ao fato de “James West” ter sido uma das primeiras séries coloridas da TV – a partir da 2ª temporada. A produção à cores também consagrou os olhos azuis do ator, cuja intensidade se tornou uma marca registrada tão conhecida quanto seus músculos, apertados numa roupa extremamente justa para delírio do público feminino – e LGBTQIA+, claro. As calças de James West eram tão justas que costumavam rasgar nas gravações, o que fez o ator desenvolver predileção por cuecas azuis – da mesma cor das roupas do personagem. Repleta de lutas, cavalgadas, trens em disparada e ação intensa, “James West” também permitiu a Conrad explorar sua capacidade física. Décadas antes de Tom Cruise se provar destemido, ele ficou conhecido nos bastidores de Hollywood por dispensar dublês e fazer as cenas mais perigosas da produção – riscos que eram muito maiores então, devido à precariedade dos equipamentos de prevenção de acidentes do período. Durante a gravação de um episódio, o ator quase morreu ao cair de uma altura de 4 metros direto no chão de cimento. Ele sofreu o que descreveu como “uma fratura linear de quinze centímetros com alta concussão temporal”. O acidente fez os executivos da rede CBS obrigarem o astro da série a usar dublês. Mas assim que Conrad se sentiu curado, voltou a “quebrar algumas coisas”, como sempre fazia. Por conta disso, tornou-se um dos poucos atores reconhecidos no Hall da Fama dos Dublês. De fato, sua carreira foi praticamente consequência de sua capacidade de se arriscar. Logo em seu começo, quando surgiu fazendo figurações em séries, ele conseguiu um papel de índio em “Maverick”, cuja participação no episódio se resumia a levar um tiro e cair do cavalo. Ele caiu para trás, tão bem e de forma tão corajosa, que o diretor e os produtores perceberam que aquele novato era dinheiro no banco – contratavam um ator e ganhavam um dublê grátis. Os olhos azuis, o físico encorpado, a vaga semelhança com James Dean, o fato de sua mãe trabalhar como relações públicas da Warner e namorar um executivo do estúdio também ajudaram, é verdade. Mas isso também alimentou o impulso de se provar merecedor dos papéis, arriscando-se com força maior. Essa ousadia, porém, acabou tornando “James West” mais realista que sua premissa fantasiosa propunha. E após os assassinatos de Robert Kennedy e Martin Luther King Jr. em 1968, a violência na TV passou a ser condenada por políticos em busca de um bode expiatório, levando a opinião pública a questionar seus próprios gostos em relação às séries de ação. A polêmica acabou levando ao cancelamento da atração em 1969, quando ainda era uma das mais vistas da TV americana. As reprises mantiveram “James West” popular por pelo menos mais uma década, inspirando os produtores a retomarem o personagem numa série de telefilmes, entre o final dos anos 1970 e o começo de 1980. Até que Will Smith encarnou o personagem no cinema, ridicularizando e enterrando a franquia. Conrad chamou o longa de 1999 de “horrível” e “patético” e foi à cerimônia do Framboesa de Ouro para aceitar o troféu de Pior Filme do ano como representante não oficial da produção. Embora ele tenha protagonizado diversas outras séries, nenhuma outro papel lhe rendeu o mesmo destaque. A exceção entre os cancelamentos em 1ª temporada que se seguiram foi “Black Sheep Squadron”, trama de guerra que durou dois anos, entre 1976 e 1978, e pelo qual Conrad foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator de Série Dramática, como o Major Greg “Pappy” Boyington, um piloto que realmente existiu. Ele ainda brilhou em “Centennial” (1979), minissérie sobre 200 anos da história do Colorado, que dizia ter sido seu trabalho favorito. Conrad também teve uma pequena carreira cinematográfica, chegando a interpretar o gângster “Pretty Boy” Floyd em “Eu Sou Dillinger” (1965) e o próprio Dillinger em “A Mulher de Vermelhp” (1979), além de atuar na sátira “O Homem com a Lente Mortal” (1982), ao lado do “007” Sean Connery, e na comédia “Um Herói de Brinquedo” (1996), com Arnold Schwarzenegger. Apareceu ainda em inúmeras séries clássicas como ator convidado. O primeiro papel importante foi ninguém menos que o pistoleiro Billy the Kid num episódio de 1959 de “Colt 45”, e o último aconteceu numa participação especial de 2000 na série “Nash Bridges”. Artista versátil, ele até gravou discos, sob o nome de Bob Conrad, e aproveitou sua fama de “durão” em campanhas publicitárias, virando garoto-propaganda das pilhas Eveready. Casado duas vezes, deixa oito filhos e 18 netos.
Kingdom: 2ª temporada da série sul-coreana de zumbis ganha teaser e pôster
A Netflix divulgou o pôster e um teaser da 2ª temporada de “Kingdom”, uma série de zumbis passada na Coreia medieval. A prévia mostra os protagonistas cercados por uma horda de mortos-vivos, enfatizando a tensão da trama. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A série é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. A 2ª temporada de “Kingdom” chega ao streaming em 13 de março.
Recém-lançada, série Locke & Key ganha novo vídeo legendado
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Locke & Key”, que estreou na sexta (7/2) na plataforma de streaming. A prévia traz muitas cenas da série, acompanhados por depoimentos do elenco e dos produtores, que detalham a trama, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. Excessivamente bem divulgada em comparação a outros conteúdos da plataforma, a série chegou na Netflix em sua terceira configuração, após ter dois pilotos recusados pela Hulu e pela Fox. A estreia aconteceu após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), mas rejeitou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi mantido nessa terceira versão. Além dele, o elenco inclui Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. A 1ª temporada de “Locke & Key” tem 10 episódios.
Elenco de Friends entra em acordo para gravação de episódio especial de reencontro
Após meses de negociações, as estrelas de “Friends”, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, David Schwimmer, Matt LeBlanc e Matthew Perry, chegaram a um acordo com a produtora WBTV (Warner Bros. Television) para a gravação de um especial de uma hora da série para a plataforma HBO Max. O programa será um reencontro, que complementará as festividades de 25 anos da série, mas não está claro se eles aparecerão como os personagens originais ou como eles mesmos, recordando suas relações. O fato é que, segundo o site Deadline, os atores vão ganhar uma verdadeira fortuna pelo programa. Segundo apurou o site Deadline, cada uma das seis estrelas será paga na faixa de U$ 3 milhões a US$ 4 milhões para gravar o especial. As negociações se estendem há quase um ano e foram congeladas no final de 2019, diante de um impasse financeiro entre o que a WBTV ofereceu e o que os atores pretendiam receber. Neste meio tempo, a notícia do projeto vazou e passou a alimentar o frenesi dos fãs, que começaram a surtar a cada postagem dos atores nas redes sociais, com compartilhamentos de fotos ao lado de alguns – ou todos – os Friends. Uma selfie de Aniston com suas co-estrelas chegou a estabelecer um novo recorde mundial do Guinness como o post mais rápido a atingir 1 milhão de seguidores no Instagram, ressaltando o quanto o programa continua popular. Para completar, um tuíte enigmático de Matthew Perry no início desta semana lotou de comentários e compartilhamentos, ao indicar que o especial poderia ser anunciado a qualquer momento. “Grandes notícias vindo…”, ele postou na terça (4/2). Os co-criadores da série, Marta Kauffman e David Crane, também devem participar do reencontro, que está sendo projetado para ajudar a lançar a HBO Max. A plataforma desembolsou US$ 425 milhões pelos direitos da sitcom imensamente popular, que costumava ser um dos maiores sucessos da Netflix, até a WarnerMedia revelar os planos de seu próprio serviço de streaming.
The Walking Dead: Episódio que marca a volta da série ganha 17 fotos inéditas
O canal pago americano AMC divulgou 17 fotos do primeiro episódio de 2020 de “The Walking Dead”. As imagens mostram o grupo liderado por Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) na caverna cheia de zumbis em que o foram parar, após cair numa armadilha de Alpha (Samantha Morton), além de Negan (Jefrey Dean Morgan) entre os Sussurradores, Alpha sendo confrontada por Beta (Ryan Hurst), um cerco de zumbis à Alexandria e imagens avulsas de Gamma (Thora Birch), Michonne (Danai Gurira), Rosita (Christian Serratos) e Judith (Cailey Fleming). Intitulado “Squeaze”, o capítulo que abre a segunda metade da 10ª temporada será transmitido em 23 de fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Série documental de Justin Bieber bate recorde de visualizações no YouTube
“Justin Bieber: Seasons” quebrou o recorde de visualização de estreia de uma série original no YouTube. Lançado em 27 de janeiro, o capítulo inicial teve mais de 32 milhões de visualizações em sua primeira semana na plataforma. Com isso, ultrapassou a audiência de estreia de “Liza On Demand”, concentrando o maior público de uma produção original do YouTube durante sua semana inaugural. Até hoje, a estreia de “Justin Bieber: Seasons”, de apenas 11 minutos de duração, já foi vista 42,1 milhões de vezes. O seriado tem, ao todo, dez episódios e acompanha o cotidiano do cantor após o cancelamento de sua turnê em 2017. É possível assistir à produção com legendas em português pelo YouTube, que já disponibilizou gratuitamente mais três capítulos. Veja abaixo. “Changes”, o próximo álbum de estúdio de Bieber, será lançado em 14 de fevereiro.
Superman terá filhos adolescentes em sua nova série
A nova série live-action de Superman será realmente diferente de todas as demais. Depois de apresentar sua adolescência em “Smallville”, a rede americana The CW vai mostrar um herói pai de família, lidando com problemas do cotidiano, como emprego e filhos adolescentes. Isto mesmo. O crossover “Crise nas Infinitas Terras” transformou o bebê Jonathan, recém-nascido, em dois irmãos adolescentes, Jonathan e Jordan. A produção escalou os atores Jordan Elsass e Alexander Garfin para os papéis. O detalhe é que eles não têm a mesma idade, eliminando a possibilidade de interpretarem gêmeos. Elsass, que já atuou em diversos videoclipes e ainda aparecerá na série “Little Fires Everywhere”, na Hulu, tem 19 anos. Já Garfin, que é mais reconhecido por seu trabalho como dublador, tendo interpretado Linus em “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), tem 14 anos. A série vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais, como Clark Kent/Superman e Lois Lane. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em dois crossovers do Arrowverso. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Vale lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, um spin-off de “Arrow” centrado na filha do Arqueiro Verde.












