Série de bruxas Motherland: Fort Salem ganha trailer completo e coleção de pôsteres
O canal pago americano Freeform divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer completo de “Motherland: Fort Salem”, série de fantasia sobre um exército de bruxas, que faz uso extensivo de efeitos visuais. A prévia destaca o aspecto militar e patriótico da organização feminina, além de envolvimentos românticos, e revela quem são os inimigos: uma facção de bruxas terroristas. A trama se passa em uma realidade alternativa, onde as bruxas concordaram em lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, elas representam a força armada mais perigosa do país. Criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”), a série vai seguir três jovens desde seu treinamento básico em magia de combate até sua ida assustadora e emocionante para a guerra. Neste mundo, os papéis tradicionais de gênero e poder são invertidos, com as mulheres na linha de frente, enfrentando a luta iminente e as ameaças terroristas com táticas e armas sobrenaturais. O elenco destaca Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”), Amalia Holm (“Alena”) e Demetria McKinney (“Saints & Sinners”). A série tem produção do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do diretor Adam McKay (“Vice”) e a estreia está marcada para 18 de março nos EUA.
Better Call Saul: Jimmy vira Saul no trailer da 5ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou um misto de trailer e bastidores comentados da 5ª temporada de “Better Call Saul”, que retorna após hiato de mais de um ano, finalmente materializando a protelada transformação do protagonista no personagem-título. No final da 4ª temporada, o advogado vivido por Bob Odenkirk declarou que não ia mais oferecer serviços sob seu nome verdadeiro, Jimmy McGill. Essa mudança abriu espaço para a adoção do pseudônimo pelo qual os fãs de “Breaking Bad” conheceram o personagem: Saul Goodman. A atração foi indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática por todas as suas quatro temporadas anteriores e acabou virando ausência sentida em muitas premiações deste ano. Isto porque seu último capítulo inédito foi exibido em outubro de 2018 nos Estados Unidos. “Better Call Saul” será retomada só em 23 de fevereiro, mas já se encontra renovada para a 6ª temporada, que será a última da atração, disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Estreia da série de Awkwafina bate recorde de audiência no Comedy Central
O Comedy Central comemorou a maior audiência de uma estreia do canal em três anos com o lançamento da série “Awkwafina Is Nora From Queens”. A comédia semi-autobiográfica, que teve seu primeiro capítulo exibido na quarta-feira (22/1) nos EUA, juntou o maior público de um programa estreante do canal pago americano desde “The Jim Jefferies Show”, em 2017. A diferença é que “Awkwafina Is Nora From Queens” é uma série e não um talk show. 489 mil espectadores sintonizaram o programa ao vivo, mas o número quase dobrou, chegando a 818 mil com as gravações digitais após três dias de exibição. Reprises e exibições em outros canais do conglomerado ViacomCBS inflaram ainda mais o público de estreia, que chegou a 2,2 milhões ao todo. Mas não ficou nisso. O episódio também foi disponibilizado integralmente no YouTube, onde foi visto por mais 1,7 milhão de pessoas. Ou seja, quase 4 milhões viram a estreia da primeira série estrelada por Awkwafina nos EUA. O programa ainda registrou 0,56 ponto na classificação demográfica, entre adultos de 18 a 49 anos, no Comedy Central – também a mais alta em três anos de uma estreia do canal. A série foi criada e é estrelada pela talentosa comediante Awkwafina, primeira mulher de descendência asiática a vencer o Globo de Ouro – Melhor Atriz de Comédia em 2020 por “A Despedida” (The Farewell). E é inspirada na juventude da atriz, cujo nome real é Nora, evocando seu cotidiano como moradora do Queens, bairro da cidade de Nova York. Na trama, Nora Lum ainda vive com os pais e precisa lidar com a dificuldade de se tornar uma adulta responsável, apesar dos 27 anos de idade. O elenco também inclui BD Wong (“Mr. Robot”, “Jurassic World”) como pai de Nora, Lori Tan Chinn (“Orange Is the New Black”) como sua avó e Bowen Yang (“Megarromântico”) como um primo. Além desse elenco fixo, a atração conta com uma galeria enorme de atores convidados – entre eles, Celia Au (“Wu Assassins”), Jamie Chung (“The Gifted”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Jennifer Esposito (“The Boys”), Chrissie Fit (“A Escolha Perfeita”), Bella Heathcote (“The Man in the High Castle”), David Krumholtz (“The Deuce”), Natasha Lyonne (também de “Orange Is the New Black”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters”) e Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”). Antes mesmo da estreia, a série já tinha sido renovada para a 2ª temporada, demonstrando a confiança do Comedy Central no material.
Nova série anime de Ghost in the Shell ganha trailer, novo pôster e previsão de estreia
A Netflix Asia divulgou um novo pôster e o primeiro trailer completo de “Ghost in the Shell: SAC_2045”, que traz novas aventuras de Motoko Kusanagi em bela computação gráfica. O anime foi anunciado há dois anos e é uma coprodução dos estúdios Production IG e Sola Digital Arts, com direção de uma dupla de peso: Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”). Os dois também dirigiram o anime do “Ultraman” na Netflix, que estreou em abril. A união dos diretores de “Appleseed” e “Stand Alone Complex” num novo “Ghost in the Shell” é especialmente apropriada por considerar que o criador do mangá original, Masamune Shirow, também criou “Appleseed”. “Ghost in the Shell” surgiu em quadrinhos em 1989 e explodiu na cultura pop seis anos depois, ao originar o cultuado anime homônimo de 1995, dirigido por Mamoru Oshii. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa animado apresentou a obra de Shirow para o mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. A história acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que lutava contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo era levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. O sucesso de filme de 1995 deu origem a uma franquia animada, composta por mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. O que acabou chamando atenção de Hollywood e inspirou o lançamento da adaptação live-action dirigida por Rupert Sanders, que foi criticada por escalar uma atriz branca, Scarlett Johansson, no papel de Kusanagi. Agora, a franquia volta às suas origens japonesas. A última animação da franquia tinha sido “Ghost in the Shell: The New Movie”, de 2015, que concluía a trama da série “Ghost in the Shell: Arise”. A prévia e o pôster também revelam que a série tem previsão de estreia para abril em streaming.
Doctor Who: Próximo episódio vai mostrar primeira atriz brasileira na série
O próximo episódio de “Doctor Who” marcará a primeira participação de uma intérprete brasileira na série. A paulista Gabriela Toloi será vítima de um vírus alienígena em “Praxeus”, sexto capítulo da da 12ª temporada. Veja a prévia abaixo. A atriz confirmou a participação no Twitter, comemorando poder contar ao público: “Guardei segredo durante um ano, mas finalmente posso compartilhar com todos! Assistam a nova temporada de ‘Doctor Who’ pra verem minha versão alien! Também representando o Brasil! Sou a primeira atriz brasileira a fazer parte da série! Foi incrível, espero que todos gostem!” Toloi já tinha aparecido anteriormente na série brasileira “Psi”, da HBO. Em “Doctor Who” ela interpretará uma brasileira de férias no Peru, ao lado da melhor amiga. Por sinal, embora essa amiga, Gabriela, também fale português e até apareça com uma camiseta da seleção brasileira, a personagem não é interpretada por outra sul-americana, mas pela atriz portuguesa Joana Borja. O episódio inédito da sci-fi britânica vai ao ar no próximo domingo (2/2) no Reino Unido. Enquanto isso, a 12ª temporada de “Doctor Who” estreia na sexta (31/1) no Brasil, pela plataforma Globoplay. Guardei segredo durante um ano, mas finalmente posso compartilhar com todos! Assistam a nova temporada de Doctor Who pra verem minha versão alien! Também representando o Brasil! Sou a primeira atriz brasileira a fazer parte da série! Foi incrível, espero que todos gostem! https://t.co/7GNEFk7uur — Gabriela Toloi (@gabitoloi) January 26, 2020
DGA Awards: Sam Mendes vence prêmio do Sindicato dos Diretores por 1917
O Sindicato dos Diretores dos EUA, conhecido pela sigla DGA, premiou Sam Mendes como Melhor Diretor do ano por “1917”. A cerimônia, realizada na noite de sábado (25/1) em Los Angeles, aumentou o favoritismo do filme de guerra no Oscar. Os vencedores do prêmio sindical também costumam levar o Oscar da categoria. Foi o que aconteceu, por exemplo, com os mexicanos Guillermo del Toro e Alfonso Cuarón nos dois últimos anos. O DGA Awards ainda premiou Alma Har’el como Melhor Diretora Estreante por “Honey Boy” – a cinebiografia do ator Shia LaBeouf – , refletindo o aumento de cineastas femininas com trabalhos de qualidade em Hollywood. Ela não foi a única mulher premiada. Nicole Kassel também recebeu um prêmio por “Watchmen”, como diretora de “It´s Summer, and We’re Running Out of Ice”, o primeiro da série, superando dois diretores de “Game of Thrones”. Nas categorias televisivas, Johan Renck, por “Chernobyl”, e o ator Bill Hader, por “Barry”, também saíram vencedores da cerimônia. Confira a lista de vencedores e indicados abaixo. Melhor Direção em Longa-Metragem – Sam Mendes, por 1917 Bong Joon Ho, por Parasita Martin Scorsese, por O Irlandês Quentin Tarantino, por Era Uma Vez Em… Hollywood Taika Waititi, por Jojo Rabbit Melhor Direção em Filme de Estreia – Alma Har’el, por Honey Boy Mati Diop, por Atlantique Melina Matsoukas, por Queen & Slim Tyler Nilson e Michael Schwartz, por The Peanut Butter Falcon Joe Talbot, por The Last Black Man in San Francisco Melhor Direção em Documentário – Steven Bognar e Julia Reichert, por Indústria Americana Feras Fayyad, por The Cave Alex Holmes, por Maiden Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska, por Honeyland Nanfu Wang e Jialing Zhang, por One Child Nation Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme – Johan Renck, por Chernobyl Ava Duvernay, por Olhos Que Condenam Vince Gilligan, por El Camino: A Breaking Bad Movie Thomas Kail, por “Nowadays” (Fosse/Verdon) Minkie Spiro, por “All I Care About is Love” (Fosse/Verdon) Jessica Yu, por “Glory” (Fosse/Verdon) Melhor Direção em Série de Drama – Nicole Kassell por Watchmen – Episódio: “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” Mark Mylod por Succession – Episódio: “This Is Not For Tears” David Nutter por Game of Thrones – Episódio: “The Last of the Starks” Miguel Sapochnik por Game of Thrones – Episódio: “The Long Night” Stephen Williams por Watchmen – Episódio: “This Extraordinary Being” Melhor Direção em Série de Comédia – Bill Hader por Barry – Episódio: “ronny/lily” Dan Attias por The Marvelous Mrs. Maisel – Episódio: “It’s the Sixties, Man!” David Mandel por Veep – Episódio: “Veep” Amy Sherman Palladino por The Marvelous Mrs. Maisel – Episódio: “It’s Comedy or Cabbage” Daniel Palladino por The Marvelous Mrs. Maisel – Episódio: “Marvelous Radio”
How To Get Away With Murder: Viola Davis compartilha fotos da leitura do capítulo final da série
Viola Davis registrou em seu Instagram a emoção do elenco com a leitura do roteiro do último capítulo de “How To Get Away With Murder”, série que vai acabar na atual 6ª temporada. “Seis temporadas de trabalho duro, vida, conexão. Muitas lágrimas de tristeza, mas o orgulho de criar algo corajoso, inovador, humano e profundamente honesto … um presente para toda a vida”, escreveu a atriz, compartilhando fotos e um vídeo do elenco, durante a leitura coletiva do roteiro final. No vídeo, é possível ver que ela consola Aja Naomi King, intérprete de Michaela Pratt, sua aluna na série. Atualmente em hiato, a 6ª temporada de “How To Get Away With Murder” retorna em 2 de abril para exibir seus seis episódios finais. A estreia do último capítulo está marcada para 14 de maio nos EUA. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil e também transmitida com o título de “Como Defender um Assassino” pela Globo. Ver essa foto no Instagram And so it goes….6 seasons of hard work, life, connection. Lots of tears of sadness but the pride of creating something brave, innovative, human, deeply honest….a lifetime gift.❤️❤️ #FinalTableRead #HTGAWM 📸@conradricamora, @karlasouza 🎥 @shondaland Uma publicação compartilhada por Viola Davis (@violadavis) em 24 de Jan, 2020 às 9:33 PST
Sintonia tem renovação confirmada para a 2ª temporada
A Netflix oficializou a produção da 2ª temporada de “Sintonia”. Em outubro, a empresa chegou a afirmar que “Sintonia” tinha registrado a segunda melhor estreia nacional do serviço. Mas esperou cinco meses, desde o lançamento em agosto, para anunciar a renovação. O anúncio foi feito neste sábado (25/1) durante o Festival Tudum Netflix, uma mini-Comic Con da plataforma, que acontece neste fim de semana em São Paulo, e reforçado com um vídeo disponibilizado nas redes sociais. O vídeo, por sinal, inclui reclamação pela demora da confirmação, por meio das vozes dos próprios protagonistas. Veja abaixo. Os novos episódios de “Sintonia” continuam com direção geral de Konrad Dantas, o Kondzilla, conhecido por seus clipes de funk e por ter o segundo maior canal de música do mundo, e mantém o mesmo elenco, encabeçado pelo funkeiro MC Jottapê, dono do hit “Ladrão da Noite”, o ator Christian Malheiros, indicado ao Independent Spirit Awards por “Sócrates”, e Bruna Mascarenhas em sua estreia como atriz. A 1ª temporada acompanhou a jornada dos personagens dos três jovens, que vivem em um bairro periférico de São Paulo. Enquanto Doni (Jottapê) enfrenta o preconceito da própria família no sonho de virar MC, Nando (Malheiros) se envolve com o crime e Rita (Mascarenhas) encontra na igreja sua libertação. Na próxima temporada, a amizade deles será colocada a prova, segundo informou a Netflix. “Superamos as expectativas na 1ª temporada e fizemos a série brasileira mais popular de 2019 da Netflix, com o desafio de seguir apenas o nosso coração. Na segunda temporada além do nosso amor pela arte, também vamos somar a energia de todo público que se sentiu representado pela série e está aguardando algo maior ainda”, celebrou Kondzilla em comunicado. A 2ª temporada começa a ser gravada no primeiro semestre deste ano, novamente em São Paulo, mas ainda não tem previsão de estreia. Uma detalhe que chama atenção no comunicado é a troca de produtora. A 1ª temporada foi realizada pela Los Bragas, da atriz Alice Braga e o diretor Felipe Braga, mas a nova estará a cargo da Gullane, dos irmãos Caio e Fabiano Gullane.
Arrow: David Ramsey diz que final da série terá conexão com Lanterna Verde
O ator David Ramsey, que vive John Diggle em “Arrow”, revelou que o último episódio da série vai dar uma resposta definitiva às pistas sobre sua relação com os Lanternas Verde. Em entrevista ao site TVLine, Ramsey disse que todos terão “suas respostas”. “E merecidas respostas. Temos falado disso por anos e acho que todos ficarão felizes quando virem o final da série”. “Arrow” vem realmente plantando a conexão de John Diggle com os Lanternas Verdes há bastante tempo. No crossover “Elseworlds”, por exemplo, um Flash de outro universo pergunta onde está o anel de Diggle ao encontrá-lo. O poder dos Lanternas Verdes se manifestam por meio de um anel de energia. Mais recentemente, foi revelado que o padrasto do personagem é um general chamado Roy Stewart. O que transforma John Diggle em John Stewart, nome de um dos Lanternas Verdes mais famosos da DC Comics. Vale lembrar ainda que o Lanterna Verde original (Hal Jordan) e o Arqueiro Verde (Oliver Queen) são grandes amigos nos quadrinhos, a ponto de terem dividido a mesma revista nos anos 1970. Diggle e Oliver Queen (Stephen Amel) são grandes amigos em “Arrow”. O ator ainda comentou a série do Lanterna Verde atualmente produzida pela HBO Max. “Falei com Greg [Berlanti, showrunner da produção da HBO Max e criador do Arrowverse] sobre isso e eles têm grandes planos. Parece fantástico”, comentou o ator, dizendo-se animado para ver o programa. “As pessoas vão ficar muito felizes com a série”. A série do Lanterna Verde ainda não tem previsão de estreia, mas “Arrow” acaba na próxima terça (28/1) nos EUA. O episódio final será exibido no Brasil no dia 9 de fevereiro, às 22h20, pelo canal pago Warner.
Felipe Neto destaca importância da Educação Sexual em comercial da série Sex Education
A Netflix divulgou seu melhor comercial nacional desde que a Xuxa apareceu falando dos baixinhos de “Stranger Things”. Para divulgar a 2ª temporada de “Sex Education”, a plataforma contratou o youtuber Felipe Neto e produziu um vídeo divertido e politicamente engajado. No comercial, ele invade a escola de Moordale para enfrentar a disseminação de fake news sobre sexo, que mantém os jovens burros e desinformados, e potencialmente sujeitos a doenças e riscos desnecessários. “Eu nunca vi tanto adolescente fazendo m**** junto”, diz o youtuber, que embute até uma autocrítica, ao lembrar de seus primeiros vídeos lançados ainda em 2010. “Fazendo vídeo burro achando que estava arrasando”, completa. A desinformação sexual é consequência direta do veto ideológico-religioso de certos temas no currículo escolar – situação que piorou no Brasil atual. Mas Felipe promete combater as trevas com informação, divulgando uma história em quadrinhos que ensina Educação Sexual – e que realmente foi elaborada pela Netflix, baseada na série. “Digamos que eu tenho um pouquinho de experiência em afrontar autoridade para distribuir livro proibido”, ele diz no vídeo, lembrando a ocasião em que comprou livros com temática LGBTQIA+ para distribuir durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em represália à ameaça de censura do bispo prefeito Marcelo Crivella no ano passado. Eis porque o comercial é melhor que a maioria das campanhas engraçadinhas com celebridades que a Netflix popularizou: contexto. A 2ª temporada de “Sex Education” já está disponível em streaming. E os quadrinhos de Educação Sexual, inspirados pela série, podem ser lidos aqui.
Pesquisa da Netflix revela que jovens brasileiros preferem séries com maior diversidade racial e sexual
A Netflix divulgou na sexta-feira (24/1) o resultado de uma pesquisa realizada entre os jovens brasileiros. Os dados, baseados nas respostas de mil pessoas entre 16 e 25 anos, revelam que esse público procura se ver representado de alguma maneira nas telas, seja em séries ou filmes. Isto significa que o jovem brasileiro prefere assistir conteúdos com maior diversidade racial e sexual. De acordo com a empresa, essa diversidade tem deixado de ser um problema para virar atrativo para a grande maioria parte dos jovens, com 79% das pessoas afirmando que se identificam com conteúdos como “Sintonia” e “Sex Education”. Outro dado aponta que 69% procura filmes e séries com personagens parecidos com eles próprios. De acordo com Maria Ângela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix, a empresa está motivada a levar histórias cada vez mais diversas para os assinantes, citando produções como “Para Todos os Garotos que Já Amei”, com uma protagonista asiática, “Atypical”, sobre um jovem autista, que tem uma irmã lésbica, e “Sex Education”, onde um dos personagens centrais é negro e gay. Os dados foram colhidos pela NetQuest, que conduziu a pesquisa entre os dias 13 e 15 de janeiro deste ano com jovens de 16 a 25 que tem acesso à internet e consumem filmes e produções televisivas por streaming ou métodos tradicionais como TV aberta e paga. A plataforma divulgou um vídeo com base no resultado, veja abaixo.
Marvel cancela metade das séries animadas que estava desenvolvendo para a Hulu
A Marvel Studios resolveu cortar pela metade os projetos de séries animadas que a antiga Marvel Television estava desenvolvendo para a plataforma Hulu. O estúdio limou as atrações de maior apelo comercial, centradas em Howard, o Pato, e na parceria entre Tigresa & Cristal. Por outro lado, as animações do vilão M.O.D.O.K. e do assassino símio Hit-Monkey seguem em produção. As quatro foram apresentadas como um novo universo animado da Marvel na Hulu, que se juntaria num crossover batizado de The Offenders (Os Ofensores), da mesma forma que as quatro séries live-action da Netflix se uniram na minissérie “Os Defensores”. A série “Tigra & Dazzler” (da Tigresa & Cristal) já vinha apresentando problemas desde dezembro de 2019, quando todos os roteiristas foram demitidos, após 15 semanas de trabalho, e seus roteiros descartados. Já “Howard the Duck”, cujo personagem-título apareceu nos filmes dos “Guardiões da Galáxia” e em “Vingadores: Ultimato”, nem chegou a entrar em pré-produção. Os cancelamentos acompanham o apagar das luzes da Marvel Television e se juntam ao projeto de “Ghost Rider” (a série do Motoqueiro Fantasma), que também foi descartado na Hulu. Os fracassos consecutivos das produções televisivas da Marvel, a partir do fiasco de “Inhumans” (Inumanos), fez o departamento ser absorvida pela divisão cinematográfica. Essa mudança foi sacramentada por uma promoção de Kevin Feige, que em outubro deixou de ser Presidente da Marvel Studios para assumir o cargo de Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, passando a responder também pelas séries da empresa. Os cancelamentos das últimas séries live-action produzidos pela Marvel Television, “Cloak & Dagger” (Manto e Adaga), “Runaways” (Fugitivos) e “Agents of SHIELD”, representam o fim de uma era.
Riverdale faz crossover-surpresa com O Mundo Sombrio de Sabrina
O episódio mais recente de “Riverdale”, exibido na quarta-feira (22/1), trouxe um crossover sutil com “O Mundo Sombrio de Sabrina”. No capítulo intitulado “Varsity Blues”, Betty (Lili Reinhart) realiza diversas entrevistas com jogadores de times de futebol americano de outras escolas. E um deles é Billy Marlin (Ty Wood), um personagem recorrente de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que estuda na escola Baxter High – a escola de Sabrina na série da Netflix. Esta não é a primeira vez que personagens das duas séries se encontram. Anteriormente, Ben Button (Moses Thiessen) apareceu brevemente em “Sabrina”, entregando uma pizza logo após morrer em “Riverdale”. Na época, o intérprete do personagem explicou que os eventos de “Sabrina” poderiam se passar antes de “Riverdale”, mas o criador de ambas as séries, Roberto Aguirre-Sacasa, preferiu deixar o mistério no ar. Disponibilizada nesta sexta (24/1) na Netflix, a Parte 3 do “Mundo Sombrio de Sabrina” também é cheia de referências à “Riverdale”, com direito até a um personagem da família Blossom – sobrenome da ruivinha Cheryl Blossom (Madelaine Petsch). Pra quem não sabe, originalmente a série da bruxinha teria maior ligação com o universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque este canal preferiu apostar num remake de “Charmed” e achou que ficaria com muitas séries de bruxas. Sabrina e Riverdale tem tudo a ver, porque a loirinha sombria surgiu na antologia “Archie Madhouse”, uma publicação da (futura) editora Archie Comics nos 1960, e logo foi promovida a coadjuvante da “Turma de Archie”, antes de ganhar sua própria revista. A abertura da atração da Netflix, inclusive, contém uma imagem do primeiro quadrinho de Sabrina, desenhado por Dan DeCarlo em 1962. Também vale lembrar que, em sua primeira aparição televisiva, Sabrina foi apresentada como estudante recém-matriculada na Riverdale High School, passando a estudar com Archie, Jughead, Reggie, Betty e Veronica. Isto foi ao ar num especial televisivo animado de 1969, que originou a segunda série animada de “A Turma de Archie”. Relembre abaixo o comercial da estreia de Sabrina na TV, a abertura de duas séries crossovers e o clipe da mais famosa música da banda The Archies, “Sugar Sugar”, criada em homenagem à famosa aprendiz de feiticeira. Para completar, nunca é demais lembrar que “Riverdale” é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner, no mesmo dia de sua exibição nos EUA.











