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Série

Teaser revela adaptação da sci-fi cult “Neuromancer”

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Filme, Série

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Série

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  • Série

    O Fugitivo: Nova versão da série clássica ganha trailer com Boyd Holbrook e Kiefer Sutherland

    1 de fevereiro de 2020 /

    A plataforma de streaming Quibi divulgou o primeiro trailer da nova versão de “O Fugitivo” (The Fugitive), série clássica dos anos 1960 que também rendeu um filme premiado em 1993. O novo fugitivo do título é interpretado por Boyd Holbrook (“O Predador”), ex-presidiário acusado de um crime que não cometeu, que passa a ser perseguido pelo detetive vivido por Kiefer Sutherland (“24 Horas”) – situação vivida por Harrison Ford e Tommy Lee Jones no cinema. Como mostra a prévia, a trama básica será atualizada com a paranoia terrorista dos dias atuais. E também com uma boa dose de fake news. A sinopse divulgada diz que, quando uma bomba explode no metrô de Los Angeles, tuítes sugerem que o personagem de Holbrook foi o responsável pelo atentado. Acusado injustamente – e muito publicamente -, ele deve provar sua inocência descobrindo o verdadeiro criminoso, antes que o lendário policial que lidera a investigação possa prendê-lo. O reboot foi criado por Nick Santora (criador de “Scorpion”) e a direção estará a cargo do cineasta Stephen Hopkins (“Raça”). A série estará disponível junto com o lançamento da Quibi, em abril. O detalhe é que todas as produção desse serviço tem episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular, tanto que o conteúdo será disponibilizado via aplicativo, exclusivamente para aparelhos móveis. Saiba mais sobre a Quibi aqui.

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  • Série

    Soundtrack: Criador de série cancelada critica divulgação inexistente da Netflix

    1 de fevereiro de 2020 /

    Inconformado com o cancelamento de “Sountrack” poucas semanas após seu lançamento, o criador e produtor executivo da série, Joshua Safran (criador de “Quantico ), desabafou suas frustrações com a Netflix nas redes sociais, reclamando da falta de atenção recebida pela atração. “E se você fizesse uma série e ninguém soubesse?”, ele escreveu, para introduzir o problema de divulgação que enfrentou. Dizendo que ele e a equipe “trabalharam incansavelmente” em “Soundtrack”, sentindo “que tínhamos feito algo único, novo, diferente e ótimo”, ele apontou que a série não teve repercussão alguma. “Ela simplesmente desapareceu. Quase não rendeu críticas. Pessoalmente, sinto que nem sequer estreou”. Safran reparou que, mesmo assim, “a série encontrou fãs. E normalmente eles indagavam: ‘Como é que ninguém conhece essa série?’, o que só aumentava nossa dor”. Apesar do cancelamento, ele ainda incentivou quem não viu a série a conhecê-la, porque os episódios não terminam em gancho para algo que nunca virá. “Embora tenha uma única temporada, ‘Sountrack’ tem começo e fim, e encerra sua jornada. É realmente como aquele termo temido: um filme de 10 horas de duração. E eu espero que você consiga vê-lo algum dia.” O desabafo de Safran revela que não é apenas dinheiro que a Netflix está queimando com sua atual prática de lançar séries sem divulgação em sua plataforma. A empresa também está comprando brigas com criadores de conteúdo e sinalizando para o mercado que trata sua programação com desaso. O romance passado em meio à indústria musical e estrelado por Callie Hernandez (“La La Land”), Paul James (“Greek”), Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e Madeline Stowe (série “Revenge”) foi cancelado sem jamais ter rendido trailer para o mercado brasileiro. E, poucos dias depois, a mesma prática foi ensaiada com a série nacional “Onisciente”, gerando polêmica nas redes sociais. De modo significativo, o próximo trabalho de Safran será numa concorrente da Netflix, a vindoura plataforma HBO Max. Ele é cocriador e showrunner do revival de “Gossip Girl” para o serviço de streaming da WarnerMedia, que será inaugurado em maio nos EUA. Some thoughts on today. pic.twitter.com/wbFKpx90tg — Joshua Safran (@Anthologist) February 1, 2020

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  • Etc,  Série

    Gwyneth Paltrow é acusada de promover charlatanismo em série sobre saúde da Netflix

    1 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Gwyneth Paltrow (“Vingadores: Ultimato”) está às voltas com uma nova polêmica envolvendo seu negócio como empresária-celebridade. A série da Netflix em que divulga sua grife de produtos femininos e dá dicas para mulheres foi considerada um “risco considerável à saúde” por Simon Stevens, diretor-executivo do respeitado Serviço Público de Saúde Britânico (NHS, na sigla em inglês). Durante um evento acadêmico realizado na quinta (30/1) em Oxford, Stevens condenou os “produtos duvidosos de bem-estar e tratamentos suspeitos” oferecidos pela Goop, empresa de Paltrow, que são abordados na série de streaming “The Goop Lab”, apresentada pela atriz. Para ele, a série serve apenas para espalhar “mitos” e “desinformação”. A crítica contundente levou a Netflix a divulgar uma nota, em que afirma que o programa foi “criado para entreter e não para fornecer orientações médicas”. “The Goop Lab”, que estreou em 24 de janeiro, testa a suposta eficácia de terapias alternativas para doenças físicas e mentais — e é gravada na sede da Goop. Uma porta-voz da empresa também disse que eles são “transparentes ao abordar tópicos que podem não ter respaldo científico ou estar em estágios iniciais de avaliação”. Ao longo da série de seis capítulos, Paltrow se cerca de médicos, pesquisadores e profissionais de medicina alternativa para avaliar práticas que variam de “exorcismos energéticos” ao uso de drogas psicodélicas no tratamento de distúrbios de saúde mental. Mas, para Stevens, o resultado é a simples promoção do charlatanismo às custas da saúde dos espectadores. “A Goop acaba de lançar uma nova série de TV, na qual Gwyneth Paltrow e sua equipe testam tratamentos como ‘facelift do vampiro’ e apoiam um massagista que afirma curar tanto traumas psicológicos agudos quanto efeitos colaterais, simplesmente ao mover as mãos duas polegadas acima do corpo do cliente”, disse o chefe do NHS. “A marca dela vende repelente para vampiros, diz que filtro solar químico é uma péssima ideia, promove a lavagem intestinal e máquinas para enema de café, apesar de apresentarem riscos consideráveis à saúde.” “Enquanto antes as notícias falsas costumavam passar de boca em boca, agora todo mundo sabe que mentiras e informações incorretas podem circular pelo mundo com um clique”, continuou Stevens. “Os mitos e a desinformação foram turbinados pela disponibilidade de informações equivocadas online. Embora o termo ‘fake news’ leve a maioria das pessoas a pensar em política, a preocupação natural com a própria saúde e, especialmente, com a de seus entes queridos, torna esse terreno particularmente fértil para charlatães, impostores e excêntricos”, acrescentou. A Goop surgiu em setembro de 2008 como uma newsletter sobre estilo de vida produzida por Paltrow para seus amigos. Desde então, se transformou em um negócio de beleza e estilo de vida avaliado em US$ 250 milhões, com um site, loja online, lojas físicas, uma revista e, agora, a série da Netflix. Mas todo esse crescimento foi acompanhado por polêmicas e até processos judiciais. Em 2018, a Goop fez um acordo para pagar uma multa de US$ 145 mil por ter feito “afirmações não científicas” sobre o uso de “ovos vaginais” de pedras e cristais, que estava vendendo. A empresa dizia que os ovos de jade e quartzo rosa, inseridos no canal vaginal, eram capazes de equilibrar os hormônios e regular o ciclo menstrual, entre outras coisas. Segundo especialistas médicos, o uso de tais ovos não tinha embasamento científico e poderia até ser perigoso para a saúde. O pagamento foi feito rapidamente num acordo dentro de um processo de propaganda enganosa movido pelo Departamento de Proteção ao Consumidor da Califórnia, que acusou a Goop de fazer afirmações infundadas sobre supostos benefícios para a saúde do ato de inserir pedras na vagina. Apesar disso, os chamados “ovos de jade” continuam a ser comercializados até hoje no site da companhia. Veja abaixo o trailer da série de Paltrow.

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  • Série

    Aaron Paul escreve texto emocionante de despedida para a série BoJack Horseman

    1 de fevereiro de 2020 /

    O ator Aaron Paul usou as redes sociais para se despedir de outro personagem marcante de sua carreira. Após ter a chance de mostrar o destino de Jesse Pinkman, de “Breaking Bad”, no telefilme do ano passado “El Camino”, foi a vez de dar adeus a Todd, seu personagem na animação “BoJack Horseman”, que disponibilizou seus últimos capítulos na última sexta (31/1), na Netflix. Ele publicou uma galeria de fotos da equipe no Instagram e citou cada um dos protagonistas, parabenizando o trabalho de Will Arnett, Amy Sedaris, Alison Brie e Paul F. Tompkins, além do criador Raphael Bob-Waksberg e a roteirista-produtora Lisa Hanawalt. O texto é extremamente emocionante. Leia abaixo: “As palavras não podem descrever como tem sido trabalhar em ‘BoJack Horseman’ nos últimos 6 anos. Raphael Bob-Waksberg, você é uma lenda, meu amigo. Obrigado por me deixar ir nessa jornada com você. Lisa Hanawalt, o mundo que você criou para interpretar não poderia ser mais perfeito. Você é um talento tão incrível e um espírito ainda mais bonito. Will Arnett, meu deus, homem. Eu tenho sido um grande fã seu por tantos anos, mas você levou seu talento a um nível completamente diferente com esta série. Tão orgulhoso de ter trabalhado ao seu lado nesta tragédia lindamente dramática. Nós não estaríamos aqui sem você. A vida é difícil e esse programa nunca teve medo de contar as verdades difíceis. Paul F Tompkins, você, meu amigo, é extraordinário. As vozes que você tem flutuando dentro da sua cabeça são algo que eu sempre admirarei. Só posso sonhar em ter um mínimo do seu talento. Que tesouro você é. Obrigado pelo Sr. Peanut Butter e todos os outros personagens incríveis que você criou para nós. Alison Brie, o que você fez com Diane será para sempre a âncora deste show para mim. Ela era tão honesta e pura, quebrada e bonita. Você absolutamente arrasou todas as temporadas e esse show não seria o mesmo sem você. Amy Sedaris, sentirei falta de ouvir sua voz pelo viva-voz enquanto você telefonava toda semana para nossas leituras escandalosamente agradáveis. Sempre que você falava, a sala vibrava com amor e energia que só poderiam ser criadas por você. À quantidade infinita de escritores e animadores … eu me curvo diante de vocês. Obrigado. E para nossos fãs, esta série não existiria sem o amor e o apoio de cada um de vocês. Obrigado por espalhar o amor e nos manter no ar. Para a Netflix, obrigado por nos dar uma casa! Obrigado por acreditar em nós. Todd Chavez, eu não poderia ter mais orgulho de interpretar você. Para representá-lo. Representar uma comunidade pela qual me apaixonei profundamente. Vou sentir saudades. E para Bojack, eu amo você. Meu querido amigo, eu sinto muito pela dor que você passou quando criança. Pela dor que você superou como adulto. Você merecia mais. Obrigado por todas as risadas e todas as lágrimas. Adeus, meu amigo” Ver essa foto no Instagram Words could not possibly describe what it’s been like working on @bojackhorseman over the past 6 years. Raphael Bob-Waksberg you are a damn legend my friend. Thank you for letting me come on this journey with you. @lisadraws the world you created for us to play in couldn’t be more perfect. You are such an incredible talent and an even more beautiful spirit. @arnettwill my god man. I have been such a huge fan of yours for so many years but you took your talents to a completely different level with this one. So proud to have worked along side you on this beautifully dramatic tragedy. We wouldn’t be here without you. Life is hard and this show wasn’t ever afraid to tell the hard truths. @pftompkins you my friend are extraordinary. The voices you have swimming inside of your head is something I will always admire. I can only dream of having a glimpse of your talents. What a treasure you are. Thank you for Mr. PeanutButter and all of the other incredible characters you created for us. @alisonbrie what you did with Diane will forever be the anchor of this show for me. She was so honest and pure and broken and beautiful. You absolutely crushed it every single season and this show would not be the same without you. @amysedaris I will miss hearing your voice over the speaker phone while you called in every single week for our outrageously enjoyable table reads. Anytime you would speak up the room would vibrate with love and energy that could only be created by you. To the endless amount of writers and animators…I bow down to you. Thank you. And to our fans, this show could not exist without the love and support from each and everyone of you. Thank you for spreading the love and keeping us on the air. To @netflix, thank you for giving us a home! Thank you for believing in us. Todd Chavez, I could not be more proud to play you. To represent you. To represent a community that I have deeply fallen in love with. I will miss you. And to Bojack, I love you. My dear friend. I am so sorry for the pain you went through as a child. The pain you have overcome as an adult. You deserved more. Thank you for the laughs and all of the tears. Goodbye my friend.🥃😢 Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@aaronpaul) em 31 de Jan, 2020 às 11:58 PST

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  • Série

    Netflix cancela Soundtrack, série sem divulgação no Brasil

    1 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix oficializou o cancelamento de “Soundtrack”. Nunca viu? A plataforma não divulgou no Brasil. A série musical era estrelada pela atriz Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e foi desenvolvida originalmente como “Mixtape” para a rede americana Fox. A Netflix entrou no negócio após o projeto ser rejeitado na TV e investiu na produção de 10 episódios. Só que não fez muita questão de divulgar, resultando no óbvio: poucos souberam de seu lançamento em dezembro. Esta prática de gastar fortunas em produções de séries e economizar na divulgação tem sido a característica mais marcante da onda de cancelamentos recentes da plataforma. Nesta semana, a Netflix jogou a série brasileira “Onisciente” em seu catálogo do mesmo jeito, gerando polêmica nas redes sociais. Contraproducente, a estratégia de lançar conteúdo demais com divulgação de menos gera desequilíbrio fiscal, uma vez que representa o que bom-senso popular chama de “queimar dinheiro”. Trata-se de um luxo que a guerra dos streamings vai cobrar caro mais adiante. O fato é que “Soundtrack” não teve muita divulgação nem nos EUA, onde ganhou apenas um trailer e nenhum vídeo de bastidores. Criação de Joshua Safran (criador de “Quantico” e produtor do similar “Smash”), a série acompanhava um grupo variado de pessoas interconectadas pela música em Los Angeles, explorando se o tempo podia curar um coração partido e se o amor podia resistir às tragédias da vida. O par central da história era formado por Callie Hernandez (“La La Land”) e Paul James (“Greek”). Jenna Dewan era coadjuvante, como Madeline Stowe (série “Revenge”), Megan Ferguson (“O Artista do Desastre”) e Jahmil French (série “Degrassi: A Próxima Geração”). A produção foi realizada pelo estúdio Annapurna, mais conhecido por produções de prestígio no cinema – como “Trapaça”, “Joy”, “Foxcatcher”, “Ela”, “Mulheres do Século 20” e “Trama Fantasma”. Veja abaixo o trailer americano da série.

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  • Série

    Locke & Key: Novo trailer revela mais personagens da série de terror

    31 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer da série “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. Desta vez sem legendas, a prévia mostra novos personagens, além da família central, envolvendo os colegas de aula dos jovens protagonistas na trama de sua mansão assombrada. A premissa de “Locke & Key” é centrada na mudança de uma mãe e seus três filhos para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. Lá, eles encontram chaves místicas para outras dimensões, que acabam por libertar uma entidade do mal, mas também os ajudam a escapar. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) vivem, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke, enquanto a mãe é interpretada por Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da Netflix teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado num piloto anterior. A estreia da série marca o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. O produtor que conseguiu materializar a série foi Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”), que se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Mas mesmo após seu afastamento, Muschietti continua creditado como produtor. A 1ª temporada tem 10 episódios e estreia na próxima sexta (7/2).

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    As Telefonistas: Trailer anuncia final da primeira série espanhola da Netflix

    31 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable), sua primeira série espanhola, que vai concluir sua trama. Os episódios finais serão divididos em duas partes, com a primeira metade chegando em 14 de fevereiro. Drama de época passado em Madri nos anos 1920, a série acompanhava originalmente quatro mulheres que conseguem emprego como telefonistas, conquistando independência financeira numa sociedade ainda dominada pelo machismo. Mas a prévia mostra que a trama em tom de telenovela será substituído por um drama de guerra, conforme a história avança nos anos 1930 para retratar a luta contra os fascistas na Espanha. A série foi criada pelo trio Ramón Campos, Teresa Fernández-Valdés e Gema R. Neira, que escreveram juntos “Seis Hermanas”, uma novela passada quase na mesma época. O elenco é liderado por Blanca Suárez (“A Pele que Habito”), Ana Polvorosa (“Mentiras y Gordas”), Maggie Civantos (“Temporal”) e Nadia de Santiago (“Ninho de Musaranho”), mas vai destacar também a estreante Anahí Civantos, que na vida real é filha de uma das atrizes centrais e interpreta justamente no papel de filha da personagem, uma jovem idealista que se torna guerrilheira contra os exércitos franquistas. Confira abaixo.

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    Loki: Owen Wilson entra na série da Marvel

    31 de janeiro de 2020 /

    O ator Owen Wilson (“Extraordinário”) entrou no elenco de “Loki”, série da Marvel para a Disney+ (Disney Plus), que iniciou recentemente sua produção. Não há detalhes sobre o papel que ele vai interpretar, mas, segundo apurou o site Deadline, trata-se de um personagem proeminente. Apesar de já ter feito aparições em programas televisivos, o ator nunca tinha integrado o elenco fixo de uma série anteriormente. Ele vai se juntar a Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, o irmão maligno de Thor, na série produzida por Kevin Feige, escrita por Michael Waldron (“Rick e Morty”) e dirigida por Kate Herron (“Sex Education”). Feige já adiantou que a trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho, previsto para maio de 2021. Mas esse cronograma pode ser revisto, já que o longa perdeu seu diretor recentemente. Loki é o vilão mais proeminente da Marvel, tendo aparecido em sete filmes até o momento, entre o primeiro “Thor” (de 2011) e o último “Vingadores” (de 2019). A série, por sinal, vai encontrá-lo após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos.

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    The Crown confirma última intérprete da Rainha Elizabeth e final da série

    31 de janeiro de 2020 /

    A série “The Crown” vai terminar na 5ª temporada, revelou seu criador, Peter Morgan, em comunicado. “Inicialmente, eu planejei ‘The Crown’ para seis temporadas, mas agora que estamos começando a pensar nas histórias do quinto ano ficou claro que este é o momento perfeito para finalizar a história. Estou grato à Netflix e à Sony por apoiarem a minha decisão”, disse Morgan. O produtor-roteirista ainda confirmou que Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, será a última atriz a encarnar a rainha Elizabeth 2ª na série. O papel é atualmente vivido por Olivia Colman, vencedora do Oscar por “A Favorita”. Ela foi introduzida como a rainha Elizabeth no terceiro ano da série, lançado em novembro, e voltará na 4ª temporada, que contará com o mesmo elenco. Portanto, Staunton vai estrear como Elizabeth na 5ª e última temporada. Rumores em torno da contratação da atriz circulavam desde novembro, quando o Daily Mail adiantou as negociações para o papel. “Como atriz, foi uma alegria ver como Claire Foy e Olivia Colman trouxeram algo especial e único aos roteiros de Peter Morgan. Estou genuinamente honrada por me juntar a uma equipe criativa tão excepcional e por levar ‘The Crown’ à sua conclusão”, acrescentou Staunton no mesmo comunicado. A 5ª e última temporada de “The Crown” deve ser disponibilizada em 2021.

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  • Série

    Better Call Saul retoma mais um personagem de Breaking Bad no trailer da 5ª temporada

    31 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer da 5ª temporada de “Better Call Saul”, que introduz um novo/velho personagem de “Breaking Bad” em sua trama: o policial Hank Schrader (Dean Norris), agente da DEA (departamento de narcóticos), que é cunhado de Walter White (Bryan Cranston). A série também vai materializar a protelada transformação do protagonista no personagem-título, aproximando de vez da história de “Breaking Bad”. No final da 4ª temporada, o advogado vivido por Bob Odenkirk declarou que não ia mais oferecer serviços sob seu nome verdadeiro, Jimmy McGill. Essa mudança abriu espaço para a adoção do pseudônimo pelo qual os fãs da série anterior conheceram o personagem: Saul Goodman. Indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática por todas as suas quatro temporadas anteriores, “Better Call Saul” acabou virando ausência sentida em muitas premiações deste ano. Isto porque seu último capítulo inédito foi exibido em outubro de 2018 nos Estados Unidos. A série retorna em 23 de fevereiro e já se encontra renovada para a 6ª temporada, que será a última da atração, disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    Personagem de O Código Da Vinci pode ganhar série

    30 de janeiro de 2020 /

    A rede NBC encomendou o piloto de uma série derivada de “O Código Da Vinci”. Intitulado “Langdon”, o projeto de série é baseado na trama de “O Símbolo Perdido”, terceiro livro da saga do personagem Robert Langdon, situado entre “O Código Da Vinci” e “Inferno”, ambos adaptados para o cinema. A trama gira em torno de um novo desafio para o professor de arte e “simbologia” de Harvard: desvendar o significado da pirâmide maçônica e impedir uma (mais uma) conspiração global. O escritor Dan Brown, autor dos livros, está envolvido no projeto como produtor executivo, mas o roteiro e produção do piloto estão nas mãos da dupla Dan Dworkin e Jay Beattie, criadores da série sci-fi “The Crossing”. Se a produção for aprovada para a TV, será a primeira vez que Robert Langdon terá uma aparência diferente de Tom Hanks. O ator estrelou os três filmes do personagem, todos dirigidos por Ron Howard – “O Código Da Vinci” (2006), “Anjos e Demônios” (2009) e “Inferno” (2016).

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    Netflix anuncia produção de série live-action do mangá One Piece

    30 de janeiro de 2020 /

    A Netflix oficializou a produção de uma série live-action de “One Piece”, mangá e anime extremamente populares de Eiichiro Oda. O projeto será produzido pelo Tomorrow Studios, que já está gravando outra adaptação live-action de anime cultuado para a plataforma, “Cowboy Bebop”. Rumores sobre o projeto circulam desde que o ator e produtor Marty Adelstein (visto na série “Prison Break”), dono do Tomorrow Studios, anunciou planos de realizar uma versão de “One Piece” em 2017. Havia especulações de que seria um remake de animação computadorizada, como aconteceu com “Cavaleiros do Zodíaco”, mas agora a Netflix confirmou que vai disponibilizar a atração e que ela será estrelada por atores de verdade. A trama dos quadrinhos, lançados no Brasil pela editora Conrad e atualmente publicados pela Panini, gira em torno de uma caça ao tesouro de piratas. Quando estava para ser executado, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo seu maior segredo. “Meu tesouro? Se quiserem, podem pegá-lo. Procurem-no! Ele contém tudo que este mundo pode oferecer!”. A revelação da existência do maior tesouro da História (o “One Piece” do título), motivou a cobiça de dezenas que se lançaram a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. A produção terá roteiro e produção de Steven Maeda, que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”. A 1ª temporada terá 10 episódios, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    La Casa de Papel teria sido renovada até a Parte 6

    30 de janeiro de 2020 /

    A Netflix já teria encomendado as partes 5 e 6 de “La Casa de Papel”. A informação foi apurada pelo jornal El Español, que anteriormente antecipou as renovações de “Elite” até a 5ª temporada e a produção de mais duas temporadas de “Alta Mar”. Até agora, a Netflix só confirmou oficialmente a continuidade da série de suspense marítimo. Com uma estratégia de divulgação única no mundo do entretenimento, a Netflix prefere não divulgar nada para não criar expectativa alguma, deixando as revelações para a última hora. Por conta disso, qualquer notícia oficial só deve chegar junto da estreia da Parte 4 de “La Casa de Papel”, prevista para 3 de abril em streaming. De acordo com o produtor Jesús Colmenar, a Parte 4 será “algo mais do estilo ‘Breaking Bad’” e também terá cenas subaquáticas, que teriam sido muito difíceis de gravar. Não há nenhuma informação sobre a suposta Parte 5, mas o próprio Colmenar já comentou a existência de projetos para séries derivadas centradas nos personagens da equipe do Professor. Segundo o produtor, “todos os personagens dariam um bom spin-off… ganharam tanta força que praticamente poderia ser feita uma série para cada um”.

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