Peaky Blinders terá filme após 6ª temporada
Após anunciar que a série “Peaky Blinders” ia acabar na 6ª temporada, o criador Steven Knight detalhou sua declaração enigmática de que a trama continuaria de outra forma. “A covid alterou nossos planos. Mas eu posso dizer que meu plano, desde o começo, era terminar ‘Peaky’ com um filme. É isso que acontecerá”, ele revelou ao site Deadline. A nova declaração reflete mais de perto a duração original pretendida por Knight para a série. Ele chegou a dizer anteriormente, em entrevista de 2019 à revista Entertainment Weekly, que “Peaky Blinders” iria até a 7ª temporada. No entanto, o atraso de um ano na produção, devido à pandemia, provavelmente mudou o planejamento e agora a série será encerrada na BBC em seu sexto ano, que começou a ser gravado neste mês de janeiro. Mas a conclusão definitiva da saga dos Shelby só deve acontecer no filme, que ainda não tem cronograma conhecido. Estrelada por Cillian Murphy, “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar a história de Thomas Shelby, um veterano de guerra e chefe de uma gangue que busca expandir os negócios ilícitos da família. Toda a trama tem como pano de fundo a história da classe trabalhadora em Birmingham, após a 1ª Guerra Mundial. Desde sua estreia em 2013, a série tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018.
Sky Rojo: Teaser vibrante revela nova série criminal do criador de La Casa de Papel
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Sky Rojo”, nova série de Álex Pina (criador de “La Casa de Papel”) em parceria com Esther Martínez Lobato (criadora de “Vis a Vis”). Com o clima “exploitation” e vibrante das produções de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, a prévia mostra um grupo de mulheres armadas em ritmo de fuga – ao som de “Con Altura”, de Rosalía. Na trama, três prostitutas se tornam foragidas após deixarem seu cafetão gravemente ferido. Formado por uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola, o trio tem à máfia a seu encalço e não pode pedir ajuda para a polícia, precisando escolher a menos pior entre suas duas opções: fugir até serem pegas ou atacar primeiro. O elenco é liderado pela espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”), e também inclui Asier Etxeandía (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Quien a Hierro Mata”). A estreia está marcada para 19 de março em streaming.
Versão live-action do Clube das Winx ganha novo trailer da Netflix
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da série “Fate: A Saga Winx”, adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx”, criado por Iginio Straffi em 2004. A chegada do vídeo acontece na véspera da estreia da atração, marcada para sexta-feira (22/1). A série acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências. A adaptação foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Eliot Salt (“Normal People”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). Com seis episódios, “Fate: The Winx Saga” chega logo após a Netflix cancelar diversas séries do gênero sobrenatural adolescente em suas primeiras temporadas.
Pit Stop: Trailer legendado apresenta nova série de comédia de Kevin James
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Pit Stop”, nova série de comédia protagonizada por Kevin James (“Segurança de Shopping”). Na série, o antigo entregador de cargas de “O Rei do Queens” vive o chefe de uma equipe da Nascar (circuito de corrida de carros dos EUA), que é surpreendido pela promoção de uma mulher jovem (Jillian Mueller, de “Sedutora e Infernal”) como sua chefe. A premissa é realmente sexista. Segundo a sinopse, quando o dono da equipe se aposenta e passa a liderança para a filha, o personagem de James tenta evitar que as modificações propostas por ela acabem prejudicando o grupo. A sitcom à moda antiga, que inclui risadas da audiência para piadas nem sempre engraçadas, tem roteiro e produção de Jeff Lowell, com bastante experiência no gênero – trabalhou em “The Drew Carey Show”, “Spin City”, “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men) e “O Rancho” (The Ranch). A estreia está marcada para 15 de fevereiro.
Lupin supera audiência de Bridgerton e O Gambito da Rainha na Netflix
A Netflix anunciou que “Lupin” se tornou o maior sucesso de língua francesa em sua programação. Na verdade, o sucesso de “Lupin” é maior, inclusive, que qualquer outra série recente da língua inglesa da plataforma. Segunda a empresa, superou até “Bridgerton” e “O Gambito da Rainha”, ao ser vista por 70 milhões de assinantes. Mas será que 70 milhões viram mesmo a série? A resposta curta e direta é não. Nem metade disso viu “Lupin”. Esses números não são factuais, assim como outros que a Netflix começou a soltar de forma aleatória ultimamente. Disponibilizada em 8 de janeiro – ou seja, há 11 dias – , a série teria 70 milhões de visualizações entre os assinantes do serviço em seus primeiros 28 dias. Reparem que a Netflix agora celebra a audiência mensal que uma série ainda não atingiu. Isso só é possível porque a empresa criou sua própria forma de calcular visualizações – que não é auditada – e ainda resolveu inovar mais, utilizando uma máquina secreta do tempo para incluir na soma os resultados futuros. Brincadeira à parte, a matemática permite essa façanha, graças aos cálculos de “projeções”, que costumam ser bastante usados em planos de negócios. Mas na prática os números que servem de base para o cálculo são tão irreais quanto o resultado. Além da “adivinhação” com base supostamente científica, a Netflix considera que uma temporada de série foi totalmente vista quando um assinante dá play por dois minutos num episódio qualquer. O que os números divulgados dizem de fato é que a Netflix espera que 70 milhões de assinantes vejam dois minutos de “Lupin” até o dia 5 de fevereiro. Apesar de demonstrar como o serviço infla artificialmente seus números de streaming, a divulgação aleatória de audiência ilusória estabelece ao menos algum parâmetro de comparação entre os conteúdos diferentes da plataforma. Em outras palavras, serve para indicar quais produções estão atingindo maior sucesso dentro dos critérios específicos da empresa. Por exemplo: poucos dias após a estreia, a Netflix anunciou que “Bridgerton” seria visualizada por 63 milhões de famílias em 28 dias. Pelos mesmos critérios, “O Gambito da Rainha” atingiria 62 milhões. Ambas teriam sido superadas por “Lupin”. De forma impressionante, os números mágicos ainda sugerem que os cinco episódios de “Lupin” foram quase tão vistos quanto as três temporadas completas de “Cobra Kai”, supostamente assistidas por pelo menos 73 milhões de contas da Netflix… A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances de 100 anos atrás do escritor Maurice LeBlanc, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o personagem do astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin para se disfarçar e mudar de identidade em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. Independente de ter sido vista ou não (na verdade não) por 70 milhões de “famílias”, o sucesso de “Lupin” é de fato inegável e pode ser medido também por seu impacto cultural. Desde o lançamento da série, os livros originais de LeBlanc tiveram impulso de vendas em muitos mercados – na França, Itália, Espanha, Estados Unidos, Reino Unido, Coréia do Sul e outros. E, nesta semana, a rádio nacional francesa, FranceInfo, dedicou um episódio do programa FranceInfo Junior sobre o personagem, para ensinar a seus jovens ouvintes sobre suas origens literárias.
Richard Lindheim (1939 – 2021)
O produtor e roteirista Richard Lindheim, que co-criou a série “The Equalizer” de 1985, morreu na segunda (18/1) de insuficiência cardíaca aos 81 anos. Lindheim passou mais de quatro décadas na indústria do entretenimento, atuando como executivo de redes e estúdios de TV – na NBC, Universal Studios e Paramount, além de produzir séries populares e premiadas como “Frasier”, “Star Trek: Voyager”, “Star Trek: Deep Space 9” e “Miami Vice”. Ele começou a carreira ainda nos anos 1970, tendo escrito e produzido as três temporadas da série “As Aventuras de BJ” (BJ and the Bear) de 1978 a 1981. Mas sua maior contribuição à TV foi mesmo a criação de “The Equalizer”, que foi exibida na rede CBS por quatro anos, de 1985 a 1989, e recentemente foi revivida no cinema com dois filmes de sucesso estrelados por Denzel Washington (batizados de “O Protetor” no Brasil). O co-criador da versão original também estava envolvido no revival da atração, que está prestes a voltar à TV em nova versão estrelada por Queen Latifah. Ele era produtor executivo desta nova série, que vai estrear em 7 de fevereiro nos EUA. Outra realização notável de sua carreira aconteceu durante seu mandato na Paramount Television Group, de 1992 a 1999, onde fundou a Paramount Digital Entertainment, o grupo de tecnologia da Internet do estúdio. Lindheim também foi cofundador da RL Leaders, uma empresa que fornece experiências imersivas para treinamento especializado, combinando a criatividade de Hollywood com a alta tecnologia para criar simulações de realidade virtual, além de diretor executivo do Instituto de Tecnologias Criativas da USC (Universidade do Sul da Califórnia). “Ele estava assistindo ao (piloto de) ‘The Equalizer’ até o último dia. Estava tão animado para ver a série entrar em produção…”, disse o genro de Lindheim, Ezra Dweck, à imprensa americana.
Dublador espanhol vaza que Evan Peters aparecerá em WandaVision
Há tempos circulam rumores de que Evan Peters voltaria a viver seu personagem dos X-Men, Pietro Maximoff, na série “WandaVision”. E neste fim de semana esse rumor ganhou ainda mais força devido a um post de Rodri Martin, que já dublou o ator nos filmes dos X-Men lançados na Espanha. Num texto em que convida os seguidores a assistirem “WandaVision”, ele afirmou que estaria dando voz novamente a Peters na série do Disney Plus (Disney +). Para completar, ainda incluiu uma foto do ator com o traje de Pietro – também conhecido como o mutante Mercúrio – do filme “X-Men: Fênix Negra”. Depois da repercussão da postagem, o dublador apagou o tuite e tornou sua conta privada. Mas, a esta altura, a participação de Peters passou a ser considerada praticamente confirmada. Caso isso realmente se confirme, será o primeiro crossover oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) com os filmes dos X-Men. Os heróis mutantes ainda não apareceram nas produções da Marvel Studios, apesar da compra da Fox pela Disney já permitir que isso aconteça. A aparição de Peters também criará um paradoxo, já que seu personagem apareceu em “Vingadores: Era de Ultron” interpretado por outro ator, Aaron Johnson. O Mercúrio do MCU também morreu naquele filme, enquanto a versão da Fox apareceu em três longas diferentes. Num deles, uma foto cenográfica da infância do personagem chamou atenção para o fato dele ter uma irmã desconhecida, ruiva como Wanda. Mercúrio e Wanda, a Feiticeira Escarlate, são irmãos nos quadrinhos. Com tudo o que implica a participação de Evan Peters, a série “WandaVision” pode se revelar muito mais importante do que seus primeiros episódios deixaram transparecer. Veja abaixo uma cópia do post que causou todo o frisson.
Critics Choice: The Crown e Ozark lideram indicações ao prêmio da crítica dos EUA
O Critics Choice Awards 2021 divulgou a lista dos indicados à sua premiação televisiva. E duas atrações da Netflix, “The Crown” e “Ozark”, destacaram-se com o maior número de indicações – seis cada. Graças à preferência pelas duas produções, a premiação dos críticos norte-americanos registrou uma vantagem da Netflix sobre a HBO (representada por séries como “Lovecraft Country” e “The Undoing”), ainda que a diferença tenha sido apertada: 26 indicações da Netflix contra 24 da HBO. Há pelo menos 20 anos, a HBO tem se saído vencedora de todas as premiações televisivas dos EUA. Mas, neste ano, a competição também vem de outros canais pagos, especialmente da FX, com 14 nomeações. Série mais lembrada da HBO, “Lovecraft Country” teve as mesmas cinco indicações que a minissérie “Mrs. America” (FX) e as comédia “Schitt’s Creek” (Pop) e “What We Do In The Shadows” (FX). Assim como o Globo de Ouro, o Critics Choice também premia os melhores do cinema. Mas os indicados das categorias de cinema só serão revelados em 7 de fevereiro. A cerimônia de premiação deste ano vai acontecer de forma híbrida, como o Emmy passado, e está marcada para o dia 7 de março. Confira abaixo a lista dos indicados. Melhor Série – Drama “Better Call Saul” “The Crown” “The Good Fight” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Ozark” “Perry Mason” “This Is Us” Melhor Série – Comédia “Better Things” “The Flight Attendant” “Mom” “PEN15” “Ramy” “Schitt’s Creek” “Ted Lasso” “What We Do in the Shadows” Melhor Ator em Série – Drama Jason Bateman (“Ozark”) Sterling K. Brown (“This Is Us”) Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) Josh O’Connor (“The Crown”) Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) Matthew Rhys (“Perry Mason) Melhor Atriz em Série – Drama Christine Baranski (“The Good Fight”) Olivia Colman (“The Crown”) Emma Corrin (“The Crown”) Claire Danes (“Homeland”) Laura Linney (“Ozark”) Jurnee Smollett (“Lovecraft Country”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Jonathan Banks (“Better Call Saul”) Justin Hartley (“This Is Us”) John Lithgow (“Perry Mason”) Tobias Menzies (“The Crown) Tom Pelphrey (“Ozark”) Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Gillian Anderson (“The Crown”) Cynthia Erivo (“The Outsider”) Julia Garner (“Ozark”) Janet McTeer (“Ozark”) Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”) Rhea Seehorn (“Better Call Saul”) Melhor Ator em Série – Comédia Hank Azaria (“Brockmire”) Matt Berry (“What We Do in the Shadows”) Nicholas Hoult (“The Great”) Eugene Levy (“Schitt’s Creek”) Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) Ramy Youssef (“Ramy”) Melhor Atriz em Série – Comédia Pamela Adlon (“Better Things”) Christina Applegate (“Dead to Me”) Kaley Cuoco (“The Flight Attendant”) Natasia Demetriou (“What We Do in the Shadows”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Issa Rae (“Insecure”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia William Fichtner (“Mom”) Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) Daniel Levy (“Schitt’s Creek”) Alex Newell (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) Mark Proksch (“What We Do in the Shadows”) Andrew Rannells (“Black Monday”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Lecy Goranson (“The Conners”) Rita Moreno (“One Day at a Time”) Annie Murphy (“Schitt’s Creek”) Ashley Park (“Emily in Paris”) Jaime Pressly (“Mom”) Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Melhor Minissérie “I May Destroy You” “Mrs. America” “Normal People” “The Plot Against America” “O Gambito da Rainha” “Small Axe” “The Undoing” “Nada Ortodoxa” Melhor Telefilme “Má Educação” “Between the World and Me” “As Rainhas do Gospel” “Hamilton” “O Amor de Sylvie” “What the Constitution Means to Me” Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme John Boyega (“Small Axe”) Hugh Grant (“The Undoing”) Paul Mescal (“Normal People”) Chris Rock (“Fargo”) Mark Ruffalo (“I Know This Much is True”) Morgan Spector (“The Plot Against America”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett (“Mrs. America”) Michaela Coel (“I May Destroy You”) Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) Shira Haas (“Nada Ortodoxa”) Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Tessa Thompson (“O Amor de Sylvie”) Melhor Ator Cadjuvante – Minissérie ou Telefilme Daveed Diggs (“The Good Lord Bird”) Joshua Caleb Johnson (“The Good Lord Bird/’) Dylan McDermott (“Hollywood”) Donald Sutherland (“The Undoing”) Glynn Turman (“Fargo”) John Turturro (“The Plot Against America”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba (“Mrs. America”) Betsy Brandt (“Soulmates”) Marielle Heller (“O Gambito da Rainha”) Margo Martindale (“Mrs. America”) Winona Ryder (“The Plot Against America”) Tracey Ullman (“Mrs. America”) Melhor Talk Show “Desus & Mero” “Full Frontal with Samantha Bee” “The Kelly Clarkson Show” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” “Red Table Talk” Melhor Especial de Comédia “Fortune Feimster: Sweet & Salty” “Hannah Gadsby: Douglas” “Jerry Seinfeld: 23 Hours to Kill” “Marc Maron: End Times Fun” “Michelle Buteau: Welcome to Buteaupia” “Patton Oswalt: I Love Everything” Melhor Série de Curta Duração “The Andy Cohen Diaries” “Better Call Saul: Ethics Training with Kim Wexler” “Mapleworth Murders” “Nikki Fre$h” “Reno 911!” “Tooning Out the News”
Peaky Blinders vai acabar na 6ª temporada
A série “Peaky Blinders”, uma das produções mais aclamadas da BBC, vai terminar em sua 6ª temporada, que começou a ser produzida neste mês. Criada por Steven Knight, a série gira em torno de Tommy Shelby, personagem vivido por Cillian Murphy, e sua família de gângsteres, acompanhando sua ascensão do negócio de apostas ilegais de corridas de cavalos ao tráfico internacional de bebidas durante a Lei Seca, culminando mais recentemente em sua chegada ao poder político no Reino Unido. Toda a trama tem como pano de fundo a história da classe trabalhadora em Birmingham, após a 1ª Guerra Mundial. Desde sua estreia em 2013, “Peaky Blinders” tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. “‘Peaky’ está de volta e com força”, disse Knight, em comunicado sobre a retomada da produção. “Após o atraso de produção, devido à pandemia de covid, encontramos a família Shelby em perigo extremo e as apostas nunca foram tão altas. Acreditamos que esta será a melhor temporada de todas e temos certeza de que nossos incríveis fãs vão adorar”, continuou, antes de dar a notícia do fim da série, com a sugestão de que, apesar do encerramento, a história continuaria de outra forma. “A série de TV estará chegando ao fim, mas a história continuará em outra forma”, ele afirmou, literalmente. A decisão é uma surpresa, já que Knight chegou a dizer anteriormente, em entrevista de 2019 à revista Entertainment Weekly, que “Peaky Blinders” iria até a 7ª temporada. No entanto, o atraso de um ano na produção, devido à pandemia, provavelmente acelerou os planos para encerrar a trama no sexto ano, que provavelmente irá ao ar no final de 2021 ou mesmo no início de 2022, dependendo da rapidez com que a produção concluir as gravações em meio ao aumento do contágio e lockdown em vigor no Reino Unido. Ainda não está claro o que o produtor quis dizer com continuar a história, mas a equipe criativa pode estar considerando um filme ou spin-off. Também é possível que Knight apenas escreva livros com os personagens, mas isso é menos provável após a declaração do produtor executivo Caryn Mandabach, que também abordou uma continuidade da trama para além do fim da série. “Os roteiros de Steve são incríveis e marcam o fim de uma história épica que fascina o público desde que começou em 2013, mas o mundo de ‘Peaky Blinders’ definitivamente seguirá vivendo”, ele afirmou no comunicado.
WandaVision vira título mais bem-avaliado da Marvel no Rotten Tomatoes
Os dois primeiros episódios de “WandaVision” chegaram à Disney+ (Disney Plus) na sexta-feira (15/1) e sua abordagem não ortodoxa, que transforma a narrativa numa sitcom clássica, foi muito bem recebida pela crítica. Com 128 resenhas contabilizadas, a série da Marvel Studios foi oficialmente certificada como “fresca”, com 97% de aprovação da crítica, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. O consenso publicado pelo site diz: “Em parte homenagem amorosa à história da TV, em parte mistério desconcertante, ‘WandaVision’ é um passo maravilhosamente estranho e surpreendentemente ousado do MCU para a telinha – e uma vitrine perfeita para os talentos de Elizabeth Olsen e Paul Bettany”. Essa pontuação significa que “WandaVision” é atualmente a produção do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel” mais bem-avaliada no Rotten Tomatoes. A série rebaixou “Pantera Negra” para o 2º lugar, com 96% de provação, enquanto “Vingadores: Ultimato”, “Homem de Ferro” e “Thor: Ragnarok” completam o Top 5 com pontuações acima dos 90%. “WandaVision” representa um ótimo começo para os programas do MCU na Disney Plus, e todas as atenções agora estarão voltadas para “Falcão e o Soldado Invernal”, para ver se a Marvel Studios consegue manter essa qualidade na produção de sua segunda série.
Globo transforma Carcereiros: O Filme em minissérie
A Globo está transformando “Carcereiros: O Filme” numa minissérie, que estreia nesta segunda-feira (18/1), com o objetivo de encerrar a história da atração, que é livremente inspirada no livro “Carcereiros”, de Drauzio Varella, e já teve duas temporadas, exibidas entre 2018 e 2019. A trama gira em torno da passagem de Abdel (Kaysar Dadour), um perigoso terrorista internacional, pelo presídio onde Adriano (Rodrigo Lombardi) trabalha. A adaptação para a TV tem quatro capítulos e inclui cenas inéditas, gravadas especialmente para a exibição televisiva, com depoimentos de Adriano. Neles, o carcereiro relembra momentos das temporadas anteriores, que se conectam à chegada de Abdel a uma carceragem em permanente estado de tensão entre duas facções criminosas. “No retorno de ‘Carcereiros’ para a TV, o encerramento do ciclo audiovisual da marca, trouxemos um pouco da série de volta. Quando Adriano passa por situações semelhantes às que já viveu, temos flashbacks das outras temporadas, em uma reedição clipada, como se fosse um trailer. Também temos depoimentos inéditos do personagem, falando diretamente para o público e não mais para a psicóloga como no filme”, diz o diretor José Eduardo Belmonte, em comunicado sobre a produção. Escrita por Fernando Bonassi, Marçal Aquino, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, o final de “Carcereiros” tem direção geral de José Eduardo Belmonte e é uma coprodução da Gullane e a Spray Filmes. Os quatro episódios vão ao ar na TV Globo entre os dias 18 e 22 (exceto quarta-feira, dia 20), logo após a novela “A Força do Querer”. Veja o trailer da atração abaixo.
Dwayne Johnson revela primeiro teaser da série biográfica Young Rock
Dwayne Johnson divulgou nas redes sociais o pôster e o primeiro teaser da série sobre sua juventude, “Young Rock”. A comédia autobiográfica “enfoca diferentes capítulos da vida de Johnson”, de acordo com a sinopse oficial. Isto implica a infância “em uma família forte” e crescer cercado “pelos lutadores selvagens de luta livre de sua família”, além de “jogar futebol na Universidade de Miami” no final da adolescência. Apresentando simultaneamente três fases distintas da vida do ator, a série pretende “explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne Johnson no homem que ele é hoje e os personagens grandiosos que ele conheceu ao longo do caminho”. A atração terá três atores diferentes no papel de Dwayne “The Rock” Johnson, dando vida a períodos diferentes de sua vida: Adrian Groulx (The Rock aos 10 anos), Bradley Constant (aos 15) e Uli Latukefu (aos 20). Com poucos trabalhos na carreira, Adrian Groulx foi visto no telefilme “The Christmas Cure” (2017) e Bradley Constant participou do drama indie “Following Phil” (2018). Já Uli Latukefu é conhecido por diversas séries, de “Marco Polo” a “Doctor Doctor”. O elenco principal ainda conta com Joseph Lee Anderson (“Harriet”) como o pai Rocky Johnson, Stacey Leilua (“Um Cupido Caiu do Céu”) como a mãe Ata Johnson e Ana Tuisla (“Liliu”) como a avó Lia Maivia. “Eu realmente queria que meu pai estivesse por perto para ver isto. Cara, ele ficaria orgulhoso”, escreveu o astro, ao lado do vídeo. Desenvolvida por Nahnatchka Khan (criadora de “Fresh Off the Boat”), a série tem produção de Johnson, que também deverá participar dos episódios – e a prévia o mostra dando uma entrevista na TV. Mas a extensão de seu envolvimento diante das câmeras não está clara. Vale lembrar que projeto similar, “Todo Mundo Odeia o Chris”, sobre a juventude do comediante Chris Rock, trazia o astro narrando todos os episódios. A estreia de “Young Rock” foi marcada para 16 de fevereiro na rede americana de TV NBC, mas ainda não há previsão para a exibição no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)
For All Mankind: Trailer da 2ª temporada ameaça com guerra nuclear
A Apple TV+ divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “For All Mankind”, sci-fi produzida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”. A prévia apresenta a ameaça de uma guerra nuclear na Lua, com consequências dramáticas, além da data de estreia dos novos episódios. “For All Mankind” apresenta uma História alternativa, em que os astronautas soviéticos foram os primeiros a pousar na Lua, levando a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética se estender por toda a Guerra Fria. A 1ª temporada concentrou-se principalmente numa recriação alternativa dos anos 1970, com avanços que não existiram na época – como a participação de astronautas femininas nos primeiros voos para o espaço. A 2ª temporada avança a história aos anos 1980, com bases lunares e uma Força Espacial americana armada com lasers. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), que vive um dos principais astronautas da NASA, e o elenco também inclui Michael Dorman (“Patriot”), Wrenn Schmidt (“The Looming Tower”), Jodi Balfour (“The Crown”), Chris Bauer (“True Blood”), Sarah Jones (“Damnation”), Sonya Walger (“Lost”), Shantel VanSanten (“O Atirador”) e Michael Harney (“Orange Is the New Black”). Com coprodução da Sony Television, a série marca uma parceria criativa de Ronald D. Moore com dois produtores de “Fargo”, Matt Wolpert e Ben Nedivi, que também trabalham nos roteiros da atração. A estreia vai acontecer em 19 de fevereiro.












