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    Eduardo Moscovis troca Netflix pela Amazon em série internacional

    16 de maio de 2021 /

    Eduardo Moscovis trocou a Netflix pela Amazon. Depois de viver o vilão da 1ª temporada de “Bom dia, Verônica”, sucesso nacional da Netflix, ele está no Uruguai gravando a 2ª temporada de “El Presidente”, da plataforma rival. O ator vem investindo em aulas de espanhol para a coprodução chilena, argentina e americana, que trata de escândalos de corrupção no futebol. A temporada inaugural abordou o começo do escândalo de 2015, conhecido como “FIFA Gate”, a partir do envolvimento da Federação Argentina. Já os novos episódios focarão nos desdobramentos da corrução no Brasil. Moscovis não é o único brasileiro do elenco. A produção também inclui Leo Cidade (“Cinderela Pop”) e Polliana Aleixo (“Em Família”). A 2ª temporada terá mais oito episódios comandados pelo criador da série, Armando Bó, roteirista argentino que já venceu um Oscar pelo filme “Birdman” (2014).

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  • Série

    “B Positive” e “The United States of Al” são renovadas

    16 de maio de 2021 /

    A rede CBS renovou as duas comédias estreantes do produtor Chuck Lorre, “B Positive” e “The United States of Al”, para suas 2ª temporadas. Elas registraram, respectivamente, a média de 4,2 milhões e 5,2 milhões de espectadores em seus episódios inaugurais. “B Positive” foi a primeira estreia da CBS na atual temporada, ainda em novembro do ano passado. Criada pelo co-produtor de “Mom”, Marco Pennette, que se inspirou em experiências pessoais, a série gira em torno de um pai e terapeuta recém-divorciado (Thomas Middleditch, de “Silicon Valley”), que ao precisar de um doador de rim encontra uma candidata improvável (Annaleigh Ashford, de “Masters of Sex”), uma mulher rude de seu passado. Juntos, eles formam um vínculo inesperado e começam uma jornada que muda as suas vidas. “United States of Al” chegou a criar polêmica pela forma como registra seu protagonista, um jovem muçulmano. A premissa da série é o conflito cultural criado pelo reencontro entre Riley, um ex-marine que lutou no Afeganistão, com Awalmir, o intérprete que salvou sua vida e que, por isso, é convidado a vir morar com ele nos EUA. Awalmir, que todos chamam de Al, torna-se o centro das piadas do programa por sua adoração dos EUA e educação tradicional islâmica. Criada por David Goetsch e Maria Ferrari, ex-produtores-roteiristas de “The Big Bang Theory”, a atração destaca Adhir Kalyan (“As Regras do Amor”) como Al, Parker Young (“Enlisted”) como Riley, e também conta com Dean Norris (“Breaking Bad”), Kelli Goss (“O Rancho”), Elizabeth Alderfer (“A.P. Bio”) e a menina Farrah Mackenzie (“Utopia”). As duas séries retornarão com novos episódios no outono norte-americano (nossa primavera), junto com “Young Sheldon” e “Bob Hearts Abishola”, formando o quarteto atual de produções de Lorre, que já foi o rei das comédias da CBS com os sucessos de “Two and a Half Men”, “The Big Bang Theory”, “Mike and Molly” e “Mom”. Esta última finalizou sua trajetória televisiva na quinta-feira (13/5) passada. “B Positive” e “The United States of Al” ainda são inéditas no Brasil. Conheça os trailers das séries abaixo.

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  • Série

    “All Rise” e “The Unicorn” são canceladas após duas temporadas

    16 de maio de 2021 /

    A rede americana CBS cancelou as séries “All Rise” e “The Unicorn”, que não prosseguirão após suas 2ª temporadas. “The Unicorn” exibiu seu último capítulo em março, enquanto “All Rise” tem mais dois episódios inéditos para transmitir antes de sair do ar. Drama judiciário, “All Rise” trazia Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”) como Lola Carmichael, uma juíza novata que muda sua percepção de justiça ao assumir o cargo. Ex-promotora distrital, ela descobre o jogo de interesses políticos que acompanham os julgamentos, tentando se manter isenta diante dos esforços de promotores, defensores públicos, policiais e até outros juízes para influenciar suas decisões. A série foi criada por Greg Spottiswood (das também efêmeras “King” e “Remedy”) e passou por problemas de bastidores, com a demissão do criador e showrunner em março, após denúncias e investigação da produtora Warner Bros. Television sobre seu comportamento na sala de roteiristas. Apesar disso, a produção manteve um público de 4 milhões de espectadores ao vivo em sua temporada final. Criação de Bill Martin e Mike Schiff (roteiristas da série clássica “3rd Rock”), “The Unicorn” era um verdadeiro unicórnio, a única comédia moderna (sem claque) no canal CBS, conhecido por ser o mais antiquado da TV americana. A trama girava em torno de Wade (Walton Goggins, o vilão de “Homem-Formiga e a Vespa”), pai viúvo de duas filhas adolescentes, que decide voltar a namorar com a ajuda de dois casais de amigos. Ele era considerado um unicórnio porque era o tipo de homem que não existe mais: um pai perfeito, que gosta de cozinhar, cuidar da casa, com bom emprego e que teve apenas uma mulher em toda a vida. Sua grande surpresa é saber que essas qualidades, aliadas à timidez e inexperiência com namoro, faziam dele um homem disputado pelas mulheres. A série tinha um dos melhores elencos de comédia da TV americana, incluindo Rob Corddry (“A Ressaca”), Michaela Watkins (“Casual”), Omar Benson Miller (“Ballers”), Maya Lynne Robinson (“The Conners”) e as adolescentes Ruby Jay (“Fancy Nancy”) e Makenzie Moss (“Steve Jobs”). Mas seus 3,6 milhões de espectadores ao vivo não foram considerados suficientes para o canal líder da TV americana.

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  • Série

    Criador de “Vikings” prepara série sobre Billy the Kid

    15 de maio de 2021 /

    O produtor-roteirista Michael Hirst, criador de “Vikings” e “Tudor”, prepara uma nova série de época. Ele fechou com o canal pago Epix, propriedade da MGM, uma produção centrada na vida de Billy the Kid, o famoso pistoleiro adolescente do Velho Oeste. A série é descrita como uma aventura romântica épica baseada na vida de Billy the Kid, também conhecido como William H. Bonney – de suas humildes raízes irlandesas e seus primeiros dias como cowboy na fronteira americana, até seu papel fundamental na Guerra do Condado de Lincoln e a morte num duelo com o xerife Pat Garrett. O papel principal será interpretado pelo jovem ator britânico Tom Blyth, que está no vindouro drama histórico “Benediction”, escrito e dirigido por Terence Davies (“O Fim de um Longo Dia”). “Billy the Kid é um dos bandidos mais famosos, fascinantes, desconhecidos, complexos, contraditórios e belos de toda a história do oeste americano”, disse Hirst, em comunicado sobre o projeto. O cineasta Otto Bathurst (“Robin Hood: A Origem”) deve dirigir os dois primeiros episódios da série, que terá oito episódios em sua 1ª temporada.

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    Gillian Anderson será mãe de Elle Fanning na série “The Great”

    15 de maio de 2021 /

    A atriz Gillian Anderson vai dar sequência à sua fase de interpretar mulheres poderosas. Depois de viver a Primeira Ministra Margaret Thatcher em “The Crown”, ela será Joanna, a mãe da imperatriz russa Catarina (ou Catherine, em inguês) na 2ª temporada da série “The Great”. Na série, Joanna é descrita como uma socialite glamorosa conhecida como “mestre do casamento” por sua habilidade de arranjar matrimônios poderosos para suas filhas. Depois de ouvir rumores sobre o golpe da filha, ela viaja para a Rússia para ver por si mesma. Embora seja uma mãe amorosa e Catarina e a ame, Joanna também pode ter motivos mais sinistros por trás da viagem. Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) tem o papel da imperatriz Catarina II, que ficou conhecida pela História como “A Grande” pelas realizações de seu reinado, que durou de 1762 a 1796. A trama se passa antes de sua ascensão, mostrando-a como “uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. O elenco também destaca Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) como o czar Pedro III, imperador da Rússia. A série da Hulu se diferencia de outras produções similares pelo tom de humor irônico que é marca de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre uma monarca do século 18.

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  • Série

    Úrsula Coberó revela fotos dos bastidores da última temporada de “La Casa de Papel”

    15 de maio de 2021 /

    Depois que a Netflix anunciou o fim das gravações da 5ª e última parte de “La Casa de Papel”, a atriz Úrsula Coberó, que dá vida à Tóquio, publicou várias fotos de bastidores da produção em seu Instagram, em clima de despedida. “Fim de uma etapa. Que viagem. Vou sentir muitas saudades dos meus parceiros. Obrigada a todos por tudo, espero que a 5ª temporada esteja do nível que vocês merecem. O que vocês nos deram é grandioso. Jarana forever”, ela escreveu, citando o grito de guerra de Tóquio, ao lado de uma galeria de imagens. Os 10 episódios derradeiros foram gravados na Espanha, em Portugal e na Dinamarca e, segundo a Netflix, estreiam “em breve”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Úrsula Corberó 🐣 (@ursulolita)

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  • Série

    ABC renova cinco séries, incluindo “The Goldbergs” e “A Million Little Things”

    15 de maio de 2021 /

    A rede ABC anunciou as renovações de cinco séries de sua programação, quatro delas veteranas e bem conhecidas. A mais antiga, “The Goldbergs” foi renovada para sua 9ª temporada. Exibida no Brasil pelo Comedy Central, a comédia é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, mas se ABC a renovar mais uma vez vai durar mais que a própria década. Apesar de seguir, a série sofreu uma grande perda em março passado, com a morte de George Segal, intérprete do vovô. O último episódio que ele gravou foi ao ar em 7 de abril. “The Conners” vai para sua 4ª temporada, após surgir como alternativa ao cancelamento de “Roseanne”, após uma explosão pública de racismo da comediante Roseanne Barr. Inédita por aqui, a série é basicamente “Roseanne” sem a personagem-título. A continuidade era esperada após os quatro principais membros do elenco, Sara Gilbert (que também é produtora executiva), John Goodman, Laurie Metcalf e Lecy Goranson, fecharem novos contratos para retornar na próxima temporada. Comandada pelo showrunner Bruce Helford, a atração é a comédia número 1 da ABC nesta temporada, com 4,7 milhões de espectadores ao vivo. “The Rookie” também segue para a 4ª temporada. Criada por Alexi Hawley, a série estrelada por Nathan Fillion (“Castle”) como o novato mais velho do Departamento de Polícia de Los Angeles é vista por 6,14 milhões ao vivo e chega a quase 10 milhões de espectadores com o streaming. No Brasil, ela é exibida pelo canal Universal. Igualmente renovada para a 4ª temporada, “A Million Little Things” vai continuar o drama dos amigos de um suicida, que se conectam para se fortalecer e continuar suas vidas. Com um elenco grandioso e eclético, a série de D.J. Nash é estrelada por James Roday (da série “Psych”), David Giuntoli (o “Grimm”), Romany Malco (“Weeds”), Grace Park (“Hawaii Five-0”), Allison Miller (“Terra Nova”), Christina Marie Moses (“The Originals”), Stephanie Szostak (“Satisfaction”), Lizzy Greene (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”), Floriana Lima (“Supergirl”) e Ron Livingston (“Search Party”) como o amigo suicida. A série tem só 2,8 milhões de espectadores ao vivo, mas com streaming chega a 8,8 milhões. Por aqui, ela só está disponível em streaming, na Globoplay. Por fim, a mais nova, “Home Economics”, lançada há apenas um mês, foi renovada para sua 2ª temporada. A produção marca a volta de Topher Grace aos sitcoms, após se tornar conhecido como o protagonista de “That ’70s Show” (1998–2006). Inspirado nas experiências da vida real do escritor e produtor executivo Michael Colton, a trama acompanha os relacionamentos incômodos, mas comoventes, de três irmãos em situações muito diferentes: um podre de rico, um classe média e uma terceira que se vira como pode. Jimmy Tatro (“American Vandal”) e Caitlin McGee (“Bluff City Law”) completam o trio de irmãos com Topher Grace, que na trama ainda é casado com a personagem de Karla Souza (“How to Get Away with Murder”).

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  • Série

    “Rebel” e “Call Your Mother” são canceladas na 1ª temporada

    15 de maio de 2021 /

    A rede ABC cancelou as séries “Call Your Mother” e “Rebel” em suas temporadas inaugurais. A notícia chega uma semana antes da comédia “Call Your Mother” encerrar a exibição de seus 13 episódios produzidos, mas encontra o drama “Rebel” com apenas cinco episódios transmitidos. Ambas eram estreladas por atrizes com mais de 55 anos de idade. O fracasso de “Rebel” impressiona ainda mais pela equipe envolvida em sua produção. Desenvolvida pela poderosa produtora-roteirista Krista Vernoff (showrunner de “Grey’s Anatomy”) e estrelada por Katey Sagal (de “Sons of Anarchy”) e Andy Garcia (“O Poderoso Chefão 3”), a série era baseada na vida da ativista jurídica Erin Brockovich, que já tinha virado um filme de sucesso protagonizado por Julia Roberts há 20 anos. A série incluía a própria Brokovich entre seus produtores, mas cometeu o equívoco básico de batizar a personagem principal com outro nome. A trama seguia Annie “Rebel” Bello (Sagal), uma defensora jurídica sem diploma de Direito que se dedica a ajudar oprimidos em processos contra o sistema. Só que mesmo como Rebel, a personagem era basicamente Erin: engraçada, bagunceira, brilhante, destemida e profundamente preocupada com as causas pelas quais lutava e as pessoas que ama. “Rebel” foi a primeira criação de Vernoff na ABC, após comandar por anos as séries de maior audiência do canal, “Grey’s Anatomy” e “Station 19” – criações de Shonda Rhimes e Stacy McKee. “Call Your Mother”, por sua vez, era uma sitcom sobre uma família disfuncional encabeçada por Kyra Sedgwick – numa mudança radical de gênero, após estrelar por sete anos a série policial “The Closer” (2005-2012) no canal pago TNT. Criada por Kari Lizer (“The New Adventures of Old Christine”), a trama girava em torno de Jean Raines (Sedgwick), uma mãe que subitamente percebe que acabou sozinha enquanto seus filhos vivem a melhor fase de suas vidas a milhares de quilômetros de distância. Inconformada, ela decide viajar para Los Angeles e se reinserir em suas vidas, enquanto os filhos adultos relutantemente percebem que podem precisar mais dela do que pensavam. Além de Sedgwick, o elenco também incluía Rachel Sennott (“Shiva Baby”) e Joey Bragg (“Liv e Maddie”) como os filhos, além do australiano Patrick Brammall (“Glitch”), a dançarina Emma Caymares (“Fosse/Verdon”) e Austin Crute (“Daybreak”). As duas séries eram inéditas no Brasil, mas “Rebel” deveria chegar neste ano pela plataforma Star+. Veja os trailers abaixo.

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    “For Life” é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2021 /

    A rede ABC cancelou “For Life” ao final de sua 2ª temporada, que foi ao ar em fevereiro passado. A decisão foi uma reviravolta completa em relação ao primeiro ano de produção, que encontrou grande repercussão na TV americana. Criada por Hank Steinberg (criador de “The Last Ship”) e produzida pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson (“Power”), a série teve sua trama valorizada pelo contexto racial, após a morte de George Floyd, que desencadeou protestos em massa e abriu discussões profundas sobre racismo estrutural e justiça social. O drama jurídico é inspirado em outra história real: de Issac Wright Jr., que foi injustamente condenado como chefão das drogas, mas teve sua condenação revertida enquanto estava na prisão e se tornou um advogado licenciado. A versão televisiva dessa história trazia Nicholas Pinnock (“Counterpart”) como Aaron Wallace, um inocente condenado injustamente, que estuda para se tornar advogado na prisão e passa a defender casos de outros presos, enquanto se esforça para anular sua própria sentença por um crime que não cometeu, voltar à família que ama – sua esposa e filha – e recuperar a vida que lhe foi roubada. Graças à repercussão inicial, a Sony Pictures, que coproduz a série com a ABC Signature, avisou que tentará continuar a série em streaming. Seu alvo inicial é a plataforma Hulu, onde “For Life” tem se saído bem – em contraste com o fraco desempenho da TV aberta, onde registra a pior audiência da ABC em 2021. “Para aqueles que estão desapontados, há esperança”, tuitou o astro da série, Nicholas Pinnock. Além de Pinnock, o bom elenco da atração incluía Indira Varma (“Game of Thrones”), Joy Bryant (“Parenthood”), Dorian Missick (“Luke Cage”), Tyla Harris (“Six”) e Mary Stuart Masterson (ainda hoje lembrada pelos clássicos “Tomates Verdes Fritos” e “Alguém Muito Especial”). No Brasil, “For Life” é disponibilizada pela Paramount+.

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  • Série

    “American Housewife” é cancelada após escândalo de bastidores

    15 de maio de 2021 /

    A longa lista de cortes da ABC trouxe uma amarga surpresa para os fãs e equipe de “American Housewife” – também conhecida com o nome “Bela, Recatada e do Lar” no Brasil. A série não vai voltar após o final da 5ª temporada em março passado. Trata-se do cancelamento de maior público da ABC, com praticamente 3 milhões de espectadores ao vivo, e acontece logo após a série atingir a marca de 100 episódios produzidos – um número mágico para contratos de reprises. O final da série pode ter acontecido por motivos alheios à sua audiência. Criada por Sarah Dunn (roteirista de “Spin City” e “Bunheads”), a atração trazia Katy Mixon (“Mike & Molly”) como a protagonista Katie, uma mulher confiante, mãe de três filhos, que cria sua família cheia de defeitos na rica cidade de Westport, Connecticut, um lugar repleto de mães perfeitas e filhos lindos. Ela releva seus mais profundos pensamentos sem qualquer filtro (em voiceover) enquanto leva sua vida como a segunda dona de casa mais gorda da região. No elenco, também estavam Diedrich Bader (série “The Drew Carey Show”), Daniel DiMaggio (o jovem Kal-El, de “Supergirl”), Meg Donnelly (“Z-O-M-B-I-E-S”), Julia Butters (série “Transparent”), Ali Wong (“Selvagens”) e a atriz da Broadway Carly Hughes, única integrante negra, que deixou a série no ano passado criando um escândalo ao denunciar “ambiente tóxico” em seus bastidores. Em comunicado, o estúdio ABC Signature, que produz a série, disse ter investigado as alegações de Hughes e feito “mudanças positivas” após as denúncias. Como resultado, a criadora Sarah Dunn foi afastada as gravações, o produtor Mark J. Greenberg suspenso e os showrunners Kenny Schwartz e Rick Wiener precisaram fazer treinamento de sensibilidade. Sem mencionar a polêmica, os atores remanescentes foram às redes sociais nas últimas horas postar emojis de choro e agradecer aos colegas e ao público pela audiência. Sorry to say that #AmericanHousewife will not be returning for another seasonIt was an absolute honor to work w the entire cast (new&original) the crew and the writers and i want to thank our fans for all your support over the yearsI’ll miss playing GregHe was a sweet man❤️✌🏼 — Diedrich Bader (@bader_diedrich) May 14, 2021 can’t even think of words right now at all. guess for now, i want to thank all of u 4 watching, even w our endless time slot switches 😭 everyday on set of #AmericanHousewife was pure magic. i can’t fathom i won’t be going home to Stage 23 anymore. we love you so much. thank you. — meg donnelly (@ImMegDonnelly) May 14, 2021

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  • Série

    “Black-ish” e “Mixed-ish” são canceladas

    15 de maio de 2021 /

    A guilhotina caiu pesada nas últimas horas na programação da rede americana ABC, cortando sem distinção programas novos e veteranos. Mas um cancelamento conseguiu ser menos traumático, apesar de ter peso duplo: “Black-ish” vai acabar, mas só na próxima temporada. A série de Kenya Barris, que rendeu dois spin-offs, será encerrada em sua 8ª temporada, encomendada pela ABC para o outono norte-americano (nossa primavera). “Nos dias de hoje, é raro poder decidir quando seu programa deve terminar, e somos gratos à ABC por sermos capazes de fazer desta temporada final exatamente o que esperávamos – e fazê-lo com o elenco inteiro e incrivelmente estelar voltando para fechar este capítulo conosco da maneira certa!”, escreveu Barris nas redes sociais. “Este programa mudou minha vida de muitas maneiras e estou muito orgulhoso das conversas que iniciamos ao longo do caminho”, acrescentou, sobre a despedida. “Lágrimas enchem meus olhos e um sorriso ilumina meu rosto enquanto eu digo obrigado a todos da minha família “Black” por tudo que vocês deram de si mesmos”. “Black-ish” inovou o formato das sitcoms por apresentar um ângulo inusitado. A atração gira em torno das preocupações do patriarca da família Johnson, um homem preto bem-sucedido (vivido por Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra pela vida privilegiada e por crescerem num bairro de brancos ricos. Com essa perspectiva, a série abordou todos os problemas que afligem os EUA atuais, incluindo os movimentos por justiça social e igualdade. A atração foi indicada três vezes como Melhor Série de Comédia no Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como Rainbow, a mãe sofredora da família. Ela acabou ganhando sua própria série derivada, o prólogo “Mixed-ish”, narrando a infância de sua personagem como filha mestiça de um casal interracial nos anos 1980. “Mixed-ish”, entretanto, não voltará em setembro. A ABC se despede da atração na próxima terça (18/5), quando exibe seu último episódio após apenas duas temporadas. Apesar disso, a franquia vai continuar com “Grown-ish”, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi), que está renovada para sua 4ª temporada no canal pago Freeform. Kenya Barris, por sua vez, já não faz parte da rede de TV do grupo Disney há algum tempo. Ele se afastou do universo “ish” em 2018, ao assinar contrato com a Netflix para desenvolver novas atrações exclusivas. Sua primeira série no streaming, “#BlackAF”, está atualmente produzindo sua 2ª temporada. No Brasil, “Black-ish” é exibida pelo canal pago Sony. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kenya Barris (@kenyabarris)

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  • Série

    Marvel define diretores da nova série “Invasão Secreta”

    15 de maio de 2021 /

    Próxima série da Marvel a iniciar produção, “Invasão Secreta” (Secret Invasion) teve seus diretores revelados. A atração será dirigida por Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir”, estrelado por Kevin Costner, e Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”. Não foram revelados detalhes sobre a trama. A série é uma adaptação dos quadrinhos homônimos, escritos por Brian Michael Bendis em 2008, sobre uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose), que planeja se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra para dominar o planeta sem que ninguém saiba. O elenco trará Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn repetindo seus papéis como Nick Fury, o chefe da SHIELD, e Talos, o líder dos skrulls, que se tornaram aliados em “Capitão Marvel” (2019). Além deles, o elenco também inclui Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Emilia Clarke (“Game of Thrones”) e Olivia Colman (“A Favorita”) sem personagens identificados, embora o primeiro seja apontado como vilão da história.

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  • Série

    Santo: Série espanhola com Bruno Gagliasso começa gravações

    15 de maio de 2021 /

    A Netflix anunciou o começo das gravações de “Santo”, junto com a revelação das primeiras fotos da equipe, que inclui o ator Bruno Gagliasso (“O Sétimo Guardião”) em sua primeira atração internacional. A série policial, que terá gravações no Brasil e na Espanha, também destaca os espanhóis Raúl Arévalo (“Pecados Antigos, Longas Sombras”), Greta Fernández (“O Vazio do Domingo”) e a portuguesa Victoria Guerra (“Variações”) em seu elenco central. Criada pelo espanhol Carlos López (“Tempos de Guerra”), a trama gira em torno da investigação de um narcotraficante que ninguém nunca viu, mas todos conhecem pelo apelido de Santo. Ele é investigado pelos policiais federais Ernesto Cardona (Bruno Gagliasso) e Miguel Millán (Raúl Arévalo), que são radicalmente opostos e terão que aprender a colaborar um com o outro para resolver o caso e manter suas vidas seguras. Além da Gagliasso, a produção ainda traz outros brasileiros, como o ator Gustavo Lipsztein (“Travessia Mortal”) e o diretor Vicente Amorim (“A Divisão”) atrás das câmeras. Ainda não há previsão para o lançamento.

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