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Série

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  • Série

    Final feliz de “Wynonna Earp” foi feito antes do aviso de cancelamento

    18 de abril de 2021 /

    A criadora e showrunner de “Wynonna Earp”, Emily Andras, admitiu numa entrevista ao jornal The Los Angeles Times que escreveu o final feliz da 4ª temporada, exibido na sexta passada 9/4) nos EUA, antes de saber que aquele seria o final da série, cancelada pelo canal pago americano SyFy. “Eu não sabia e foi uma verdadeira montanha-russa”, disse Andras. “Mas meu instinto me dizia que eu tinha que garantir que a 4ª temporada fosse satisfatória para os fãs, nossos Earpers, que se esforçaram tanto para nos trazer de volta em meio a nossos problemas financeiros após a 3ª temporada.” Andras conseguiu garantir que a 4ª temporada fosse “emocionalmente gratificante” por não querer arriscar terminar a série com um monte de perguntas sem resposta. Por isso, a temporada terminou com casamento e reconciliação entre os personagens, mostrando o destino de cada um deles ao seu final. Mas se tivesse certeza que teria outra temporada, Andras confessou que teria atrasado o casamento altamente antecipado entre Waverly Earp e Nicole Haught. “Eu poderia ter prolongado o suspense, prolongado o drama”, ela explicou, possivelmente aludindo à trama da Waverly Anjo do Mal, resumida em dois episódios. “Mas, no meu coração, eu simplesmente senti que não poderíamos arriscar pelo público. E, estranhamente, eu esperava que isso também fosse um presente para o elenco – tanto o casamento quanto a resolução da história de Doc e Wynonna.” No final, a showrunner concluiu que queria deixar os personagens em um lugar onde eles pudessem ver que todos os seus esforços na trama – e dos fãs nos bastidores – valeram a pena. “Não precisa ser perfeito. Não há garantia de que vai durar”, acrescentou Andras. “Mas vale a pena lutar pelo seu momento, lutar pelo que você quer, lutar por alguém que te emociona.” Apesar do final bastante conclusivo, Andras não desistiu de encontrar um novo canal ou plataforma nos Estados Unidos para viabilizar a produção de uma potencial 5ª temporada, em coprodução com a produtora canadense SEVEN24 Films e a IDW Entertainment, divisão responsável pelas adaptações das histórias em quadrinhos da editora IDW. Para quem não conhece, “Wynonna Earp” teve suas três primeiras temporadas disponibilizadas recentemente no Brasil pela plataforma Globoplay. Baseada nos quadrinhos de Beau Smith, a atração desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”) traz Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família Earp e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula e anjo bissexual, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial lésbica “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro imortal do Velho Oeste Doc Holliday. Inicialmente comparada a “Buffy: A Caça-Vampiros”, a série logo se tornou cultuada por seus próprios méritos, ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade LGBTQIA+ para atingir 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer do lançamento na Globoplay e um documentário emocionante dos bastidores do episódio final, que foi exibido nos EUA após a despedida da série.

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  • Música,  Série

    Nova série de Dave Grohl explora relação de roqueiros e suas mães

    18 de abril de 2021 /

    A Paramount+ divulgou o trailer de “From Cradle to Stage”, nova série documental produzida por Dave Grohl, líder da banda Foo Fighters. Inspirada pelo livro homônimo da mãe do roqueiro, lançado em 2017, a série vai explorar a dinâmica da relação entre músicos de sucesso e suas mães, e contará com as participações das cantoras country Brandi Carlile e Miranda Lambert, do rapper Pharrell Williams e dos roqueiros Geddy Lee (do Rush), Tom Morello (do Rage Against the Machine) e Dan Reynolds (do Imagine Dragons) juntos de suas mães, além, claro, de Dave e Virginia Grohl. “Eu acredito que a relação entre um músico e sua mãe é muito importante porque é a base de sua compreensão do amor, que é certamente a maior musa de todo artista”, disse Grohl, em comunicado sobre o projeto. “Ter a oportunidade de viajar pelo país e contar as histórias dessas mulheres incríveis por trás da cortina não só iluminou a música que elas inspiraram, mas também me fez apreciar o amor que recebi de minha própria mãe, minha melhor amiga. Nem é preciso dizer o que todos devemos às mulheres que nos deram a vida. Sem elas, não haveria música. ” “Esta série, baseada no aclamado livro de Virginia Grohl, oferece um raro olhar sobre os momentos íntimos e inspiradores entre alguns dos maiores artistas do mundo e suas mães – bem a tempo para o Dia das Mães”, acrescentou Bruce Gillmer, Presidente de Programação de Eventos e Músicas da ViacomCBS. A estreia está marcada para o dia 6 de maio, três dias antes do Dia das Mães, na plataforma de streaming Paramount+. Além desse projeto, Dave Grohl ainda tem outro lançamento previsto para as próximas semanas: o documentário “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada à bordo das vans de turnês, que estreia na Amazon Prime Video em 30 de abril. Ele também já lançou uma série sobre a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentou o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014.

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  • Série

    Primeira série animada de “Resident Evil” ganha novo teaser

    18 de abril de 2021 /

    A Netflix revelou um novo teaser de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada da franquia de games da Capcom. O vídeo confirma que a trama terá aparições de Claire Redfield e Leon S. Kennedy, personagens clássicos dos jogos desde “Resident Evil 2” (de 1998), e também faz referência à Racoon City, cidade onde os games acontecem. Apesar disso, as cenas apresentam um ataque zumbi à Casa Branca. Outro detalhe é que a dublagem original está a cargo de Stephanie Panisello e Nick Apostolides, intérpretes de Claire e Leon no remake de 2019 do game “Resident Evil 2”, o que sugere a possibilidade de uma continuação direta do jogo. A sinopse oficial ainda não foi divulgada. A série é produzida e supervisionada por Hiroyuki Kobayashi, da Capcom, que é responsável pela produção de vários títulos da franquia – originalmente conhecida como “Biohazard” no Japão. Já o visual em computação gráfica está a cargo da Quebico, sob comando de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado do game, lançado em 2017. A prévia também anuncia a estreia para julho, três meses após uma data especial de aniversário da franquia. O primeiro “Resident Evil” completou 25 anos de seu lançamento em 22 de março.

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  • Série

    The Underground Railroad: Série do diretor de Moonlight ganha trailer dublado

    17 de abril de 2021 /

    A Amazon divulgou o trailer completo de “The Underground Railroad”, que, sem querer, reforça o incômodo – e o equívoco – do Prime Video Brasil por disponibilizar no YouTube apenas versões dubladas em português de suas prévias. Por conta dessa opção, a abertura poética soa quase como português de Portugal aos ouvidos brasileiros. “The Underground Railroad” é um ficção de história alternativa, sobre um casal de escravos em uma plantação de algodão na Geórgia, no sul dos EUA, que buscam encontrar a rota de fuga utilizada por escravos foragidos para escapar de seus captores. O detalhe é que essa rota, que tem nome figurativo de “trilhos subterrâneos”, revela-se na trama da Amazon um inesperado metrô de verdade, funcionando com funcionários e clientes exclusivamente negros, em pleno século 19. Baseada no livro homônimo de Colson Whitehead, a série é uma criação do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme com “Moonlight” (2016), e destaca em seu elenco Thuso Mbedu (“Scandal!”) e Aaron Pierre (“Krypton”) como o casal principal, além de Joel Edgerton (“O Rei”), Amber Gray (“Escape at Dannemora”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Peter Mullan (“Ozark”) e William Jackson Harper (“The Good Place”). Jenkins escreveu o piloto e dirigiu todos os 10 episódios da atração. A estreia vai acontecer em 14 de maio. Veja abaixo o trailer em versão dublada em português e, para ouvidos mais sensíveis, o original em inglês – mas sem legendas.

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  • Série

    Criador de “Euphoria” prepara nova série na HBO

    17 de abril de 2021 /

    O cineasta Sam Levinson, criador de “Euphoria”, está desenvolvendo uma nova série para a HBO baseada no livro “Ohio”. Primeiro romance do escritor Stephen Markley, “Ohio” foi recebido com elogios rasgados da crítica ao ser publicado em 2018. “Uma estreia sinceramente ambiciosa”, definiu o New York Times, enquanto a NPR (National Public Radio) o chamou simplesmente de “obra-prima selvagem”. A história gira em torno do retorno de quatro ex-colegas de classe à sua cidadezinha natal devastada pela recessão, numa noite sufocante do verão de 2013, cada um carregando seus próprios arrependimentos, segredos e amores perdidos. O que se segue é, em parte, um mistério de assassinato e, em grande medida, também crítica social, focando-se numa geração que atingiu a maioridade em meio à guerras no Iraque e no Afeganistão, crise econômica, desemprego, hostilidade racial e radicalismo partidário. Levinson vai escrever a adaptação e produzir a série ao lado de sua esposa Ashley Levinson, em parceria com a MGM Television. “Ohio” será a terceira produção de Sam Levison exibida pela HBO desde um começo de relacionamento em 2017, quando ele co-escreveu a biografia de Bernie Madoff, “O Mago das Mentiras”, dirigida por seu pai, o veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”). O jovem roteirista, diretor e produtor está atualmente trabalhando na 2ª temporada de sua aclamada série “Euphoria”, que rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Zendaya no ano passado.

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  • Série

    Sarah Drew revela foto e data de sua volta à “Grey’s Anatomy”

    17 de abril de 2021 /

    A atriz Sarah Drew anunciou quando vai acontecer sua volta ao hospital Grey-Sloan na 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Ela postou uma foto do capítulo para revelar que estará no ar em 6 de maio. Drew vai retomar sua personagem adorada pelos fãs da série, a Dra. April Kepner, e já tinha revelado uma foto dos bastidores em que aparece ao lado de Jesse Williams, que interpreta seu ex-marido na série. A Dra. April Kepner era uma cirurgiã de trauma no Gray Sloan Memorial Hospital, que veio do Mercy West Medical Center após a fusão entre os dois hospitais. Ela divide uma filha com seu ex, o Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). A atriz saiu da série no final da 14ª temporada em 2018, após aparecer em nove temporadas. Na trama, ela se juntou a Matthew (Justin Bruening) e saiu do emprego, embora muitos fãs – e a própria Drew – esperassem que ela acabasse com Jackson. O retorno pode ajudar a encerrar a história do ex-casal. Mas será uma passagem breve, devido aos outros compromissos da atriz. Atualmente, ela integra duas séries novas, que estão prestes a estrear, com papel recorrente em “Cruel Summer”, prevista para terça (20/4) no canal pago Freeform, e como a personagem-título de “Republic of Sarah”, que chega em junho na rede The CW. A volta de April Kepner é mais um retorno entre muitos da atual temporada, que já mostrou participações de Patrick Dempsey como Derek Shepherd, TR Knight como George O’Malley, Chyler Leigh como Lexie Grey e Eric Dane como Mark Sloan. Tantos retornos parecem preparar “Grey’s Anatomy” para seu final. A showrunner Krista Vernoff já admitiu que a atual temporada pode ser a última da série. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. We have a date! April is back on @GreysABC Thursday, May 6 at 9|8c on ABC! ☺️☺️☺️ pic.twitter.com/1JEa7iCRnD — Sarah Drew (@sarahdrew) April 16, 2021

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  • Série

    Dominic Purcell abandona “Legends of Tomorrow”

    17 de abril de 2021 /

    O ator Dominic Purcell anunciou ter “abandonado” seu papel como Mick Rory/Onda Térmica (Heat Wave) na série “Legends of Tomorrow”, baseada em quadrinhos da DC Comics. Fiel ao temperamento de seu personagem, ele deixou uma mensagem inflamada na despedida. “Não teve acordo. Não importa quanto dinheiro joguem em cima de mim, estou abandonando ‘Legends of Tomorrow’. Foi um prazer total e uma experiência incrível dar vida ao personagem icônico Onda Térmica, também conhecido como Mick Rory, da DC Comics. Eu arrebentei com esse personagem – nenhum ator no mundo poderia ter feito melhor. Fato. Um babaca muito engraçado. Hora de seguir em frente e ver como a m*rda se desenrola”, ele escreveu no Instagram. Falando diretamente aos colegas da série e ao estúdio, ele acrescentou: “Caity Lotz e Nick Zano, cuidem das crianças que estão chegando. Eles precisam de educação. Ensine-os a não confiar na lealdade do estúdio. O estúdio não se importa. A dedicação e o talento dos atores devem dar-lhes a confiança para questionarem a autoridade. Muito amor a todos. Não perdi de vista o quanto tive sorte. Atores, entrem em contato para discutirmos como lidar com os babacas fingidos”. Depois desta explosão, Purcell apagou a mensagem original e a republicou com um final em tom completamente diverso: “Muito obrigado ao elenco e equipe e todos os relacionamentos incríveis que fiz ao longo dos anos. Obrigado a todos. Dom.” Só que também apagou essa nova versão, voltando com um texto ainda mais diferente, em que acrescentou: “A verdade é que estou deixando ‘Legends of Tomorrow’, mas voltarei periodicamente.” Ele explicou: “Firmei um acordo de aperto de mão com meu chefe Phil Klemmer. Eu não tenho nada contra o estúdio Warner Bros. TV”. Logo em seguida, também excluiu este post. O texto original, porém, sobreviveu em cópias na internet. Veja abaixo. Os representantes da rede The CW e do estúdio Warner Bros. TV, que produz “Legends of Tomorrow”, não comentaram as declarações de Purcell. Segundo fontes ouvidas pelo site Deadline, o estúdio ainda não iniciou negociações com o elenco para renovar seus contratos visando a produção da próxima temporada. “Legends of Tomorrow” estreia sua 6ª temporada em 2 de maio nos EUA e foi uma das 12 séries da CW que recebeu encomenda antecipada de uma nova temporada em fevereiro. No more Mick Rory 😭 Dominic Purcell has confirmed he's leaving #LegendsOfTomorrow in an instagram post. Link: https://t.co/XAnl9Y3K1o pic.twitter.com/tK32Hj9YrN — Legends Clips (@LegendsClips_) April 17, 2021

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    Felix Silla (1937–2021)

    17 de abril de 2021 /

    O ator Felix Silla, que interpretou o Primo Coisa na série “A Família Addams” e o robô Twiki de “Buck Rogers”, morreu na sexta (16/4) aos 84 anos, após lutar contra um câncer no pâncreas. O falecimento foi anunciado por seu amigo de longa data Gil Gerard, o Buck Rogers da série exibida entre 1979 e 1981. “Vou sentir muita falta dele, especialmente do quanto nos divertíamos em convenções, quando ele me mandava me f…”, escreveu Gerard. Com menos de 1,2 m de altura e pesando 30 quilos, Silla estreou na TV num episódio de 1963 de “Bonanza”. Mas seu primeiro papel de destaque só veio dois anos depois, ainda que ninguém pudesse vê-lo. Ele fez grande sucesso ao aparecer como o Primo Coisa (Cousin Itt), no 20º capítulo de “A Família Addams” em 1965, escondido atrás de uma cabeleira imensa, que levava um tratador a confundi-lo com um animal exótico e tentar colocá-lo numa jaula. Silla repetiu o papel em 17 episódios da série. Em uma entrevista ao jornal Los Angeles Times em 2014, ele contou que a peruca usada para interpretar o personagem era feita inteiramente de cabelo humano: “Era quente e pesada. Como vestir um tijolo”. Na 2ª temporada, a produção trocou a peruca original por outra feita de cabelos sintéticos, porque muita gente fumava durante as gravações. “Todo mundo no set fumava. Eles só jogavam as bitucas no chão e pisavam nelas. Os produtores tinham medo de que eu pisasse em uma ainda acesa e pegasse fogo. Eles me deram cabelo sintético, que retarda as chamas”, explicou. O personagem foi ideia de um produtor e nunca fez parte dos desenhos de Charles Addams em que a série era baseada. Entretanto, desde a aparição de Silla passou a integrar a franquia sempre que ela ganhou uma nova adaptação. Ele também apareceu nas séries “Os Monkees”, “A Garota da U.N.C.L.E.”, “A Feiticeira”, “A Flauta Encantada” e até no piloto original de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), antes de entrar nas produções de Glen A. Larson, que em 1978 o escalou como o cylon Lucifer em 10 episódios de “Battlestar Galactica”, e no ano seguinte o colocou sob a “armadura” do robô Twiki, o parceiro do protagonista de “Buck Rogers”. Silla trabalhou ao lado de Gil Gerard, intérprete do herói espacial, em todos os episódios das duas temporadas de “Buck Rogers”, exibida até 1981. Depois disso, ainda foi um ewok em “Star Wars: O Retorno do Jedi” (1983), uma criatura sobrenatural do terrir “A Casa do Espanto” (1985) e Dink, uma paródia dos jawas de “Star Wars”, na comédia “S.O.S.: Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), além de vestir a fantasia de um pinguim em “Batman: O Retorno” (1992). Aposentado nos anos 1990, ele voltou a atuar em “CHARACTERz” (2016), uma comédia que, de certa forma, homenageava sua carreira, ao acompanhar profissionais que ganhavam dinheiro para se fantasiar e divertir crianças num parque de diversões.

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  • Série

    Série do “Senhor dos Anéis” custará quase meio bilhão de dólares por temporada

    16 de abril de 2021 /

    O orçamento da 1ª temporada da série derivada de “O Senhor dos Anéis” veio à tona. O ministro de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Nova Zelândia, Stuart Nash, revelou numa entrevista televisiva que a Amazon vai gastar US$ 465 milhões (o equivalente a R$ 2,5 bilhões) apenas com a produção da 1ª temporada. “Isso é fantástico, realmente é, esta será a maior série de televisão já feita”, ele afirmou, diante dos números. Trata-se realmente de um orçamento recordista. Em termos de comparação, “Game of Thrones”, da HBO, custou cerca de US$ 100 milhões por temporada, enquanto a trilogia cinematográfica de “O Senhor dos Anéis”, dirigida por Peter Jackson, custou no total US$ 281 milhões. Os valores foram confirmados como parte da Lei de Informações Oficiais do governo da Nova Zelândia. Segundo Nash, o próprio governo neozelandês desembolsou cerca de US$ 71 milhões em estímulos e subsídios para a produção, citando como contrapartida o benefício que a série trará para o crescimento da indústria de entretenimento no país. Ao todo, a Amazon Studios pretende filmar cinco temporadas da série no país, além de possíveis produções derivadas.

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    Castlevania vai acabar na 4ª temporada

    16 de abril de 2021 /

    A série animada “Castlevania” vai chegar ao fim em sua 4ª temporada na Netflix. Com estreia marcada para 13 de maio, os novos e derradeiros episódios da atração ganharam uma arte oficial, que pode ser vista acima. Apesar do final da série, o site Deadline aponta que a plataforma estuda produzir um spin-off passado no mesmo universo, mas com um elenco totalmente novo de personagens. “Castlevania” foi uma série fundamental na evolução da programação original da Netflix. Lançada em julho de 2017, tornou-se a primeira série de estilo anime criada originalmente para o streamer. Bem recebida pela crítica, rapidamente desenvolveu fãs devotados, que estimularam a plataforma a investir no formato. A atração gira em torno dos esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Com ajuda do próprio filho do vampiro, ele atinge seu objetivo na 2ª temporada. Mas ainda precisa enfrentar um exército de criaturas das trevas, que lutam para ocupar o vácuo deixado pela morte de Drácula. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como o protagonista Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Alejandra Reynoso (“Winx Club”) como Sypha Belnades, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. Além do estilo visual fortemente influenciado por animes japoneses e pela arte de Ayami Kojima, no videogame “Castlevania: Symphony of the Night”, a série também se distinguiu pelas histórias adultas do prolífico escritor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), que atuou como roteirista e produtor executivo. Ellis chegou a terminar os roteiros da 4ª temporada, antes de ser afastado ao enfrentar alegações de má conduta sexual, que negou firmemente. Sem mais envolvimento com “Castlevania”, ele não faz parte das conversas sobre o novo programa em potencial.

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    Courteney Cox vai estrelar série de comédia de terror

    16 de abril de 2021 /

    A atriz Courteney Cox vai estrelar sua primeira série desde o final de “Cougar Town” em 2015. A estrela de “Friends” e da franquia “Pânico” será uma das protagonistas de “Shining Vale”. Desenvolvida por Jeff Astrof (“Trial & Error”) e Sharon Horgan (“Catastrophe”), a série acompanha uma família disfuncional que se muda para uma casa de pequena cidade onde ocorreram atrocidades terríveis. Mas ninguém parece notar que a casa é mal-assombrada, exceto Patricia “Pat” Phelps (Cox), que fica em dúvida se o caso é de depressão ou possessão – os sintomas são exatamente os mesmos. Ex-escritora de sucesso, ela optou por sair da cidade grande para reencontrar a inspiração e reaproximar a família. O elenco da atração inclui Greg Kinnear (“The Stand”) como o marido de Pat, Gus Birney (“Dickinson”) e Dylan Gage (“PEN15”) como os filhos, e Mira Sorvino (“Hollywood”) como o alter ego da protagonista, que pode ser seu id, sua musa ou um demônio tentando possuí-la. A série teve uma 1ª temporada encomendada pelo canal pago Starz. Ainda não há previsão de estreia, mas a atração será exibida no Brasil pela plataforma Starzplay. Courteney Cox poderá ser vista em breve nas telas em “Pânico 5”, previsto para janeiro de 2022, e no especial de reencontro de “Friends” na HBO Max, que ainda não teve sua estreia definida.

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  • Etc,  Série

    Helen McCrory (1968-2021)

    16 de abril de 2021 /

    A atriz britânica Helen McCrory, estrela da série “Peaky Blinders”, morreu nesta sexta (16/4) aos 52 anos. A notícia foi compartilhada por seu marido, o ator Damian Lewis (de “Homeland” e “Billions”), citando que ela travou “uma longa batalha contra o câncer”. “Ela morreu como viveu: destemidamente. Por Deus, nós a amamos e sabemos quão sortudos fomos de tê-la em nossas vidas. Ela brilhou tão intensamente. Vá adiante, pequena, em direção ao ar. Obrigado”, escreveu Lewis ao anunciar sua morte no Twitter. Filha de um diplomata e estrela premiada dos palcos britânicos, McCrory estrelou nas telas em 1994, como figurante de “Entrevista com o Vampiro”, e veio se destacar pela primeira vez na TV em 2000, no papel-título de uma minissérie adaptada do célebre romance russo “Anna Karenina”, de Lev Tolstoy. A partir daí, sua carreira deslanchou, com participações em “O Conde de Monte Cristo” (2002), “A Rainha” (2006, vivendo Cherie Blair, mulher do ex-primeiro ministro Tony Blair) e “A Invenção de Hugo Cabret” (2011), entre muitos outros filmes e séries. McCrory chegou a contracenar com o marido da vida real na série “Life”, antes de viver Narcisa Malfoy, mãe de Draco (Tom Felton), irmã de Belatriz Lestrange (Helena Bonham Carter) e uma das Comensais da Morte da franquia “Harry Potter”. As participações em “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” (2009) e nas duas partes de “Harry Potter e as Relíquias da Morte” (2010 e 11) a tornaram conhecida mundialmente. Mas ela também apareceu no mais bem-sucedido filme de James Bond, “007 – Operação Skyfall” (2012), como uma burocrata que pegava no pé de M (Judi Dench), antes de voltar à TV, onde continuou a destacar – primeiro como a bruxa Madame Kali na série “Penny Dreadful” e depois, marcando época, como a Tia Polly de “Peaky Blinders”. Como Polly Gray, ela dominou o drama histórico sobre uma família de criminosos que enriqueceu durante as duas grandes guerras, tornando-se um dos focos da trama, muitas vezes em disputa com o sobrinho e líder da gangue, Tommy Shelby (Cillian Murphy). Lançada em 2013, “Peaky Blinders” se tornou um dos maiores e mais premiados sucessos da rede BBC, vencendo o BAFTA (o Oscar e o Emmy britânicos) de Melhor Série. A atração criada por Steven Knight tinha começado a gravar sua 6ª e última temporada em janeiro e a esta altura não há notícias sobre o tamanho da participação de McCrory. “Helen foi uma das grandes atrizes de sua geração. Ela era tão poderosa e controlada e isso é tão triste”, escreveu Knight, ao se pronunciar sobre a morte da atriz nas redes sociais. “Ela era uma atriz maravilhosa e uma amiga muito querida. Os fãs de ‘Harry Potter’ vão sentir muito a sua falta”, acrescentou Tom Felton, que foi seu filho no cinema.

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  • Série

    Séries online: Estrelas de Hollywood marcam novos lançamentos

    16 de abril de 2021 /

    A seleção de séries da semana destaca produções com grandes estrelas de Hollywood, a começar pela mais aguardada, “Mare of Easttown”, suspense criminal estrelado por Kate Winslet, vencedora do Oscar por “O Leitor” (2008), que chega apenas no domingo (18/4) e no esquema tradicional de episódios semanais. A produção marca o retorno de Winslet para a TV – e para a HBO – após ter estrelado “Mildred Pierce”, minissérie de 2011 que lhe rendeu um Emmy. Ela vive uma detetive da polícia que experimentou o auge na juventude e agora vê sua vida pessoal desmoronar ao se envolver em um complicado caso de assassinato na pequena cidade da Pensilvânia onde mora. Além de Winslet, o bom elenco da produção ainda inclui Guy Pearce (“O Último Vermeer”), Jean Smart (“Watchmen”), Cailee Spaeny (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Evan Peters (“WandaVision”), Angourie Rice (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Julianne Nicholson (“The Outsider”), Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), David Denman (“Outcast”) e o menino Cameron Mann (“For Life”). “Mare of Easttown” tem roteiro de Brad Ingelsby (“Tudo por Justiça”) e todos os episódios são dirigidos pelo cineasta Craig Zobel (“A Caçada”). Outra opção de suspense, que envolve descobrir “quem matou”, é a minissérie britânica “Flesh and Blood”, sobre três irmãos que precisam confrontar segredos, rivalidades e traições, quando sua mãe, recentemente viúva, declara que está apaixonada por um novo homem. Com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série destaca Imelda Staunton (a Dolores Umbridge, de “Harry Potter” e futura Rainha Elizabeth II das próximas temporadas de “The Crown”) como a vizinha intrometida que acompanha o desenrolar da tragédia. Também há comédias com astros famosos, como “Big Shot”, nova atração juvenil de John Stamos após a conclusão de “Fuller House”, e “Meu Pai e Outros Vexames”, sitcom estrelada por Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), que não protagonizava uma série desde o fim de “The Jamie Foxx Show” há 20 anos. Esta última é a única que pode ser considerada abaixo da média. Confira abaixo os trailers e a relação do Top 10 das séries disponibilizados em streaming nesta semana, que ainda incluem produções do México, Coreia do Sul e África do Sul.     Mare of Easttown | EUA | Minissérie (HBO Go)     Flesh and Blood: Um Crime na Vizinhança | Reino Unido | Minissérie (Globoplay)     Big Shot: Treinador de Elite | EUA | 1ª Temporada (Disney+)     Meu Pai e Outros Vexames | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Labirinto do Medo | África do Sul | 1ª Temporada (Netflix)     Law School | Coreia do Sul | 1ª Temporada (Netflix)     The Walking Dead | EUA | 10ª Temporada (Netflix)     Luis Miguel – A Série | México | 2ª Temporada (Netflix)     Velozes e Furiosos – Espiões do Asfalto | EUA | 4ª Temporada (Netflix)     Confronting a Serial Killer | EUA | Minissérie (Starzplay)

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