Criadora de “The Vampire Diaries” fará série da saga “Academia dos Vampiros”
A saga literária “Academia dos Vampiros” vai ganhar uma nova adaptação, desta vez como série. Os livros de Richelle Mead serão transformados em episódios de streaming por uma especialista no gênero dos vampiros adolescentes, Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries” e seus dois derivados, “The Originals” e “Legacy”. A produção está sendo desenvolvida para a plataforma americana Peacok, do grupo de mídia NBCUniversal, que encomendou uma 1ª temporada de 10 episódios. No anúncio do projeto, a produtora Julie Plec revelou que tinha vontade de fazer a série acontecer há tempos, mas que a oportunidade só veio agora com a explosão do streaming. “Quando assinei meu novo contrato com a Universal Television, eles perguntaram qual projeto eu sempre estive morrendo de vontade de fazer e minha resposta imediata foi ‘Academia dos Vampiros'”, ela disse no comunicado da atração. A série vai ter o nome original da saga, “Vampire Academy” em inglês, e levar às telas uma história que se estende por seis livros e se passa em uma escola de elite. A trama retrata um mundo em que vampiros são a classe dominante, uma aristocracia cheia de privilégios e glamour, que tem seu status colocado em cheque quando a amizade entre uma jovem vampira da nobreza e uma adolescente comum transcende suas diferenças, em meio a conspirações e uma tentativa de golpe pela liderança dos vampiros. O primeiro volume dessa história já foi adaptado pelo cinema, num filme lançado em 2014, que trazia Zoey Deutch e Lucy Fry nos papéis principais. Mas o lançamento, que pretendia pegar carona no sucesso de “Crepúsculo” e, ironicamente, da série “The Vampire Diaries”, acabou chegando atrasado na moda dos vampiros românticos e fracassou nas bilheterias. Veja abaixo o trailer legendado do filme dirigido por Mark Waters (“Meninas Malvadas”) em 2014.
Netflix confirma produção da primeira série de Arnold Schwarzenegger
A Netflix oficializou a produção da primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger. A plataforma superou vários candidatos interessados em exibir a atração produzida pela Skydance Television. Ainda sem título, a série foi criada por Nick Santora (criador de “Scorpion”), e trará o astro de 73 anos como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A personagem feminina será vivida por Monica Barbaro, que estrela a vindoura continuação de “Top Gun”. O negócio foi fechado apenas com uma apresentação preliminar e antes do roteiro do piloto ser finalizado, apurou o site The Hollywood Reporter. Mas a postagem na rede social revela a premissa existente: “Arnold Schwarzenegger vai estrelar e produzir uma nova série sobre um pai e uma filha (Monica Barbaro) que descobrem que ambos trabalharam secretamente como agentes da CIA. Forçados a se unir de uma hora para outra, eles precisam enfrentar o fato de que tudo o que pensavam que sabiam sobre o outro era uma mentira”. Curiosamente, a trama lembra “True Lies”, série de espionagem em que Schwarzenegger vivia um agente secreto que escondia sua verdadeira profissão da família. Na época, mãe e filha de seu personagem eram vividas por Jamie Lee Curtis (“Halloween”) e a então adolescente Eliza Dushku (das séries “Buffy” e “Dollhouse”). Além de estrelar, Schwarzenegger é um dos produtores da atração, ao lado de Nick Santora e executivos da Skydance. A Skydance já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). Ainda em fase de desenvolvimento, a série só deve estrear em 2023. Arnold @Schwarzenegger will star in & EP a new series about a father & daughter (Monica Barbaro) who discover they’ve both been secretly working as CIA Operatives. Now, forced to team up, they must confront the fact everything they thought they knew about the other has been a lie pic.twitter.com/HwEDAvR0qj — Netflix (@netflix) May 19, 2021
Netflix revela trailers dos episódios “extras” de “Elite”
A Netflix divulgou nas redes sociais os trailers dos episódios “extras” de “Elite”, que serão disponibilizados antes da estreia da 4ª temporada. São ao todo quatro curtas com os personagens da série, incluindo cenas de romances e reconciliações, que serão liberados diariamente (um por dia), a partir de 14 de junho como um aquecimento para a estreia dos episódios oficiais no dia 18. A iniciativa pretende criar uma “semana de Elite”, chamando ainda mais atenção para a volta da atração. A trama dos mini-episódios se passará durante as férias dos alunos de Las Encinas e, conforme adiantou a plataforma, “contará com muitas surpresas”. Veja abaixo as prévias. una Historia Breve de una fiesta fuera de control 💚 A Short Story about a wild party 💚14 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/aklBwAKZTh — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 14, 2021 una Historia Breve de una relación de larga distancia 💜A Short Story about a long-distance relationship 💜15 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/vy0Pi1WwN8 — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 15, 2021 una Historia Breve de amistad incondicional 💙A Short Story about an unconditional friendship 💙16 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/GADUVtq9Jz — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 16, 2021 Una Historia Breve de un amor imposible 💗A Short Story about an impossible love 💗17 JUN #EliteWeek pic.twitter.com/DKRAyUzKqR — EliteNetflix (@EliteNetflix) May 17, 2021 Tô pronta pra esse aquecimento da 4ª temporada de Elite. Com uma história por dia, de 14 a 17 de junho. Vem aí: Elite Histórias Breves. 🔥 pic.twitter.com/pZe2NndkuX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 19, 2021
Billy Porter revela ser soropositivo como seu personagem de “Pose”
Vida e arte voltam a se refletir. O ator Billy Porter revelou publicamente um “segredo” que escondeu por 14 anos. Assim como seu personagem Pray Tell, na série “Pose”, ele é portador do vírus do HIV. O status de soropositivo, descoberto em 2007, permaneceu em segredo para todos fora de seu círculo mais íntimo, inclusive a equipe da série, até recentemente. “Eu sou parte da geração que deveria se cuidar melhor, mas aconteceu comigo de qualquer forma. Foi o pior ano da minha vida”, contou o ator num artigo de capa da revista The Hollywood Reporter nesta quarta (19/5). Em seu relato, Billy Porter contou que foi diagnosticado com diabetes em fevereiro de 2007, declarou falência em março, e recebeu a notícia de que era soropositivo em junho. “A vergonha que eu senti naquela época, adicionada à vergonha que já tinha acumulado em toda a minha vida [pela homofobia] me silenciou, e eu tenho vivido envergonhado e em silêncio por 14 anos. Ser soropositivo, no lugar de onde eu vim, crescendo dentro da igreja pentecostal em uma família muito religiosa, era a punição de Deus”, disse Porter. A declaração revela outras coincidências com a série. No último episódio exibido na TV americana, após ser diagnosticado com apenas seis meses de vida, Pray Tell resolve se despedir da família, revelando ter crescido na igreja e ter mãe e tias profundamente religiosas. Porter diz que pesou na sua decisão de manter o contágio pelo vírus HIV em segredo o medo sobre como isso afetaria sua carreira. “Eu não sabia se seria capaz de atuar se as pessoas erradas descobrissem. Seria uma outra forma de as pessoas discriminarem contra mim, em uma profissão já bastante discriminatória. Então tentei pensar nisso o mínimo possível, bloquei tudo. Mas a quarentena me ensinou muita coisa”, disse. “Agora, não é mais só sobre mim. Chegou o momento de amadurecer e seguir adiante, porque a vergonha pode ser algo destrutivo – se você não lida com ela, a vergonha pode destruir tudo em seu caminho”, disse o ator sobre mudança de perspectiva conquistada com o casamento. O ator sugeriu que vencer um Emmy por “Pose” em 2019 lhe deu mais segurança profissional. Além disso, um ano antes da estreia da série, ele se tornou um homem casado, reforçando sua segurança pessoal. “Isso não poderia ter acontecido em um momento melhor. Todos os sonhos que eu já tive estão se realizando ao mesmo tempo”, afirmou, dizendo que encerrar o segredo o fez “sentir o coração mais leve”. “Como uma pessoa negra, especialmente um homem negro neste planeta, você precisa ser perfeito se não quiser ser morto. Mas olhe para mim: eu sou uma estatística, mas também a transcendi. Ser HIV positivo, hoje em dia, é isso. Eu vou morrer por algum outro motivo antes de morrer de AIDS. A minha contagem de glóbulos brancos [células que cuidam da imunidade do corpo] é duas vezes maior do que a sua, por causa da medicação que eu tomo”, apontou sobre como as expectativas mudaram desde os anos 1990, época retratada em “Pose”, e que hoje é bastante normal viver com HIV. “Tenho certeza que isso vai me seguir por aí. Tenho certeza que vão me introduzir como: ‘O ator HIV positivo, blá blá blá’. Okay. Tudo bem. Não é a única coisa que eu sou. Sou muito mais do que meu diagnóstico. Se você não quiser trabalhar comigo por causa do meu status, então você não merece trabalhar comigo”, conclui. E depois do episódio de “Pose” exibido nos EUA no último domingo, em que ele canta como uma anjo, chora como um mártir e abala uma comunidade inteira com sua presença, quem não gostaria de contar com o enorme talento de Billy Porter em qualquer trabalho? Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter)
Atriz de “Grey’s Anatomy” viverá personagem não-binária no revival de “Sex and the City”
A atriz Sara Ramirez (a Callie de “Grey’s Anatomy”) é a primeira novidade confirmada no revival de “Sex and the City”. E põe novidade nisso. Ela interpretará a primeira personagem não-binária a aparecer na franquia. Ramirez interpretará Che, que usará os pronomes neutros (em inglês) “they/them” por não se ver nem como homem nem como mulher. Comediante de stand-up, Che também apresenta um podcast, no qual Carrie (Sarah Jessica Parker) é uma convidada frequente. “Com uma grande personalidade e um coração ainda maior, um bom humor irrepreensível e uma visão progressista e humanitária dos papéis de gênero, Che é muito popular no mundo dos podcasts e da comédia”, diz a descrição da personagem. Vale lembrar que a própria Sara Ramirez revelou, em 2020, que se identifica como uma pessoa não-binária. Em “Grey’s Anatomy”, sua personagem viveu um triângulo amoroso com pessoas de sexo diferentes. Ela também se destacou na série “Madam Secretary”, onde passou a adotar uma aparência mais masculina. A atriz mostrou seu entusiasmo com a opção dos produtores com um post do roteiro do revival no Instagram. A inclusão de uma personagem não-binária demonstra que “Sex and the City” vai voltar bem diferente na plataforma HBO Max. Não por acaso, até o título será outro: “And Just Like That…”, uma frase usada por Carrie na série original. Ainda sem data de estreia definida, o reboot terá 10 episódios e vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sara Ramirez (@therealsararamirez)
Tim Burton escala atriz de “Você” como a nova Wandinha Addams
O cineasta Tim Burton definiu quem vai ser a estrela da série que ele está desenvolvendo sobre a filha de Gomez e Mortícia Adams para a Netflix. A atração, que se chamará “Wednesday” (nome em inglês da Wandinha), será estrelada pela atriz Jenna Ortega (a Ellie de “Você” e a jovem Jane de “Jane the Virgin”). A atriz teve uma experiência recente como heroína gótica e mandou bem ao coestrelar “A Babá: Rainha da Morte” no ano passado. Ela comemorou a escalação postando fotos ao lado do roteiro da série em seu Instagram. Veja abaixo. A ideia da produção é transportar os personagens de “A Família Addams” para os dias de hoje e contar a história do ponto de vista da filha do clã, Wandinha. Mas se os fãs esperavam ver uma estrela mirim roubando as cenas, como Christina Ricci nos filmes da Família Addams de 1991 e 1993, a escolha da intérprete demonstra que isso não vai acontecer. A série vai apresentar uma versão mais velha da personagem. Apesar de mais velha, Wandinha ainda manterá os mesmos hábitos e valores da mesma jovem gótica que os fãs conhecem. Na trama, ela será uma estudante na Nevermore Academy, onde tentará dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade local e resolver um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás – tudo enquanto navega em seus novos e complicados relacionamentos. Vale lembrar que Christina Ricci também trabalhou com Tim Burton no filme “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999) e os fãs adorariam vê-la envolvida no projeto – talvez no papel de Mortícia, a mãe de Wandinha. Conhecido por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), Burton vai dirigir os episódios e produzir a atração. Mas os roteiros estão a cargo de Alfred Gough e Miles Millar, dupla responsável pelo sucesso de “Smallville” e da recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. A data de estreia ainda não foi definida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jenna Ortega (@jennaortega)
Especial de reencontro de “Friends” ganha trailer oficial
A HBO Max divulgou o pôster nacional e o trailer do especial de reencontro do elenco de “Friends”. A prévia mostra David Schwimmer, Jennifer Aniston, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Courteney Cox e Matt LeBlanc conversando entre si numa réplica do cenário original da série, sendo entrevistados por James Corden e encontrando atores que participaram da atração dos como convidados, como Tom Selleck, que esteve nas primeiras temporadas. O trailer reforça que o foco do programa são as lembranças da sitcom – há até um jogo de memória entre os protagonistas – , exibida originalmente em dez temporadas, entre 1994 e 2004, e maratonada até hoje em streaming. Mas o vídeo não deixa claro como serão as participações dos músicos Justin Bieber, BTS e Lady Gaga, além da ativista Malala Yousafzai, o ex-jogador de futebol David Beckham, a ex-modelo Cindy Crawford e os atores Kit Haringon (o Jon Snow de “Game of Thrones”), Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) – todos confirmados. Falando sobre o BTS, o responsável pelas gravações afirmou que eles só dariam um depoimento dizendo como gostam da série… O responsável é Ben Winston (justamente do “The Late Late Show with James Corden”), que assina sozinho a direção e compartilha a produção com os criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros. Chamado de “Friends: The Reunion”, o especial vai chegar daqui a uma semana na HBO Max, no dia 27 de maio, mas os fãs brasileiros precisarão esperar ainda mais um mês pela estreia da plataforma no Brasil – “disponível em junho”, segundo o cartaz do programa, que garante o lançamento após a fusão da WarnerMedia com a Discovery.
Nova atriz de “iCarly” sofre ataque racista nas redes sociais
O revelação do elenco completo e as primeiras imagens do revival de “iCarly” na Paramount+ renderam um efeito inesperado nas redes sociais, com ataques racistas contra a atriz Laci Mosley. Ela interpretará a nova melhor amiga da protagonista, ocupando a vaga da personagem Sam Puckett, vivida por Jennette McCurdy na produção original. Supostos fãs da série xingaram Mosley de um palavrão racista por “roubar” o lugar de McCurdy, que se recusou a voltar, disse que não atua mais e ainda tinha vergonha de “iCarly”. Os produtores e elenco da atração tentaram chamar atenção sobre o que estava acontecendo no Twitter. “Recentemente, vimos relatos de racismo contra membros de nosso elenco e isso não é aceitável. Então, por favor, pense em suas palavras e dedique seu tempo para entender como o que você diz pode impactar outras pessoas”, postou Miranda Cosgrove, a própria iCarly. “Nunca mais quero ouvir a frase ‘os fãs de iCarly são racistas’. Eu preciso que os verdadeiros fãs se manifestem e superem o ódio”, acrescentou Jerry Trainor, o Spencer. “‘iCarly’ é um programa alegre e inclusivo feito para promover a gentileza (e algumas pegadinhas ocasionais). Ideologias de supremacia branca e assédio não têm lugar em nossa série ou nos discursos em torno dela. Se esse for o seu modo de comunicação preferido, sugerimos que você procure outra coisa para ver”, disse, de forma dura, a produtora Ali Schouten. A situação se tornou tão séria que levou à publicação de um post oficial, no perfil de “iCarly”, em defesa da atriz. “Nós apoiamos todo nosso elenco e equipe e nos posicionamos contra todos os ataques de ódio e racismo”, diz o texto no Instagram, também reproduzido pelos integrantes da atração. A própria Mosley se pronunciou em diversos stories em seu perfil, dizendo-se triste pelos ataques. “Adoro ser negra. Eu odeio como os afrodescendentes são tratados neste planeta. Assumi o papel em ‘iCarly’ porque a sala de roteiristas é diversa (Franchesca Ramsey, você é um sonho). Nossa showrunner Ali Schouten é incrivelmente gentil e atenciosa, o elenco é talentoso e eles são algumas das melhores pessoas que eu já conheci. Fiquei surpreso quando a celebração de todo o nosso trabalho árduo foi ofuscada pelo maior racismo que já experimentei num período de 72 horas. Eu me sinto ridícula por estar tão chateada porque estive neste corpinho marrom minha vida inteira e o racismo não é novo, mas ainda dói. Não vou “substituir Sam”. Nunca a conheci, mas sei que ela é extremamente talentosa e espero que ela não aprove esse comportamento. O racismo mata. Não posso implorar que me ame ou a si mesmo o suficiente para ser bom para as pessoas, mas posso bloqueá-lo e proteger minha paz. Agradeço aos meus amigos e familiares que me procuraram para saber como estou. Eu realmente agradeço a todos vocês. O preto é lindo e nenhuma quantidade de calúnias raciais e hostilidade que você joga na internet vai mudar isso”, ela desabafou. Originalmente exibida entre 2007 e 2012, “iCarly” acompanhava uma estudante do ensino médio (Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Por conta de seu tema, a atração se tornou conhecida por incorporar diversas referências da cultura pop, o que a tornou um dos maiores sucessos do canal pago infantil Nickelodeon. A série fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). A volta de “iCarly” vai mostrar o que aconteceu com o Carly e seus amigos, incluindo Spencer (Jerry Trainor) e Freddie (Nathan Kress), ao iniciarem a vida adulta. Laci Mosley (de “Florida Girls”) e Jaidyn Triplett (“The Affair”) suprem as ausências de Sam e Gibby (Noah Munck). A primeira será a nova colega de quarto e melhor amiga de Carly, enquanto a segunda vai interpretar a enteada de Freddie, descrita como sarcástica e habilidosa com as redes sociais. Os novos episódios têm roteiro e produção de Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”), e serão exibidos com exclusividade na plataforma Paramount+ (Paramount Plus) a partir do dia 17 de junho. #iCarly pic.twitter.com/qmUR5nQaFz — Ali Schouten (@SCHOUTOUT) May 17, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carly (@icarly) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jerry Trainor (@jerrytrainor)
Ragnarok: “Thor da Netflix” retorna em novo trailer
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 2ª temporada da série norueguesa “Ragnarok”. Inspirada na mitologia nórdica, a atração propõe um Thor (ou Magne) diferente da versão da Marvel. Na prévia, ele até atira seu martelo asgardiano. A série se passa em uma pequena e fictícia cidade norueguesa chamada Edda, envenenada pela poluição e abalada pelo derretimento das geleiras. Em meio a esses sinais apocalípticos, os deuses antigos voltam a se manifestar. Na prévia dos próximos episódios, Magne procura aliados para a batalha que está apenas começando. Criação de Adam Price, responsável pelo fenômeno nórdico “Borgen”, a série foi lançada em janeiro do ano passado com apenas seis episódios e um final com gancho para eventos importantes, que devem ser finalmente revelados. A 2ª temporada da atração – que é estrelada por três atores da série “Skam”, David Stakston, Herman Tømmeraas e Theresa Frostad Eggesbø, além de Jonas Strand Gravli (“Wisting”) e Emma Bones (“Heimebane”) – será lançada em 27 de maio.
Netflix revela o trailer da série animada de “Resident Evil”
A Netflix divulgou três pôsteres e o trailer completo de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada derivada dos videogames da Capcom. A trama destaca os irmãos Leon S. Kennedy e Claire Redfield, personagens clássicos dos jogos, apresentados em “Resident Evil 2” (de 1998), que tentam desvendar uma conspiração ligada à epidemia de zumbis. Um detalhe interessante é que suas vozes são dubladas em inglês pelos mesmos atores dos jogos, Nick Apostolides e Stephanie Panisello – que assumiram os papéis no remake de “Resident Evil 2” lançado em 2019. “Resident Evil: No Escuro Absoluto” é uma criação de Hiroyuki Kobayashi, responsável por vários games da franquia – conhecida como “Biohazard” no Japão – , e também conta com produção de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado baseado no game, lançado em 2017. A estreia vai acontecer em 8 de julho. Veja abaixo duas versões do trailer, com dublagens em português e inglês.
Maggie: Médium vê seu futuro em teaser de nova série de comédia
A rede americana ABC divulgou o teaser de “Maggie”, nova série que estreia no começo de 2022 nos EUA. “Maggie” tem uma premissa curiosa para uma atração que a prévia apresenta, no fundo, como uma comédia romântica. A série acompanha uma médium que tem problemas para lidar com a vida como vidente. Maggie está acostumada a ver o futuro de seus amigos, pais, clientes e estranhos aleatórios na rua, e até consegue algum dinheiro com isso. Mas tudo muda quando ela vê um vislumbre de seu próprio futuro e se vê forçada a começar a viver seu presente. A série é baseado num curta-metragem homônimo de Tim Curcio (“Old Friends”), que curiosamente participa da adaptação como ator. Mais curioso ainda, a adaptação é assinada por uma roteirista chamada Maggie, Maggie Mull (que escreveu e produziu “Life in Pieces”), em parceria com Justin Adler (o criador de “Life in Pieces”). Já a Maggie do título é vivida por Rebecca Rittenhouse (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). O elenco também inclui David Del Rio (“Um Brinde ao Natal”), Nichole Sakura (“Superstore”), Angelique Cabral (“Life in Pieces”), Leonardo Nam (“Westworld”), Ray Ford (“Grey’s Anatomy”), Chloe Bridges (“Pretty Little Liars”), Kerri Kenney (“Reno 911!”) e Chris Elliott (“Schitt’s Creek”).
Teaser mostra astro de “Todo Mundo Odeia o Chris” de volta às séries de comédia
A rede americana ABC divulgou o teaser de “Abbott Elementary”, nova série que vai estrear no começo de 2022, e que traz Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta ao gênero das sitcoms. A trama é uma comédia de local de trabalho passada numa escola pública de ensino fundamental, que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. Não por acaso, o diretor do piloto, Randall Einhorn, é um veterano de “The Office”. Em “Abbott Elementary”, a conversa com a câmera também possibilita comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores numa escola para crianças pobres e que possui poucas verbas. Tyler James Williams interpreta o professor novato, que descobre como o improviso marca o cotidiano da escola. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a professora principal da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”), Lisa Ann Walter (“A Última Noite”) e Sheryl Lee Ralph (“Ray Donovan”).
Queens: Eve e Brandy cantam juntas no teaser da nova série musical
A rede americana ABC divulgou o teaser de “Queens”, nova série musical que fará parte da sua programação de outono (nossa primavera) nos EUA. A prévia acompanha um grupo vocal feminino que não se apresenta há 20 anos e aproveita uma oferta para voltar a cantar juntas. Se você já ouviu essa premissa recentemente, é porque a sinopse é praticamente a mesma de “Girls5eva”, lançada há duas semanas na plataforma de streaming Peacock. A diferença é que “Queens” pende mais para o drama e as garotas são negras. Em vez de Spice Girls, a referência são as Destiny’s Child. Na trama, as quatro protagonistas são ex-lendas do hip-hop dos anos 1990 convidadas a se apresentarem juntas novamente num grande evento. E pelos menos duas das integrantes realmente fizeram sucesso musical naquela década, a rapper Eve e a cantora Brandy (agora, Brandy Norwood). O resto do quarteto inclui Naturi Naughton (da série “Power”) e Nadine Velazquez (“My Name Is Earl”), e o elenco ainda destaca Pepi Sonuga (“Famous in Love”) como uma jovem cantora em ascensão. A série foi criada por Zahir McGhee (roteirista de “Scandal”) e teve seu piloto dirigido pelo cineasta Tim Story (“Tom & Jerry: O Filme”).












