Nova série animada de Sonic ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser da série animada do Sonic. Ironicamente, a produção tem um título mais apropriado para a Amazon: “Sonic Prime”. O vídeo não revela muitos detalhes, além de uma estética similar aos videogames e a inclusão na trama dos famosos anéis do jogo. A única informação sobre a produção é que ela está a cargo das produtoras WildBrain (que trabalhou em “As Aventuras de Paddington” e “My Little Pony: O Filme”) e da Man of Action (“Ben 10” e “Mega Man: Fully Charged”). Vale lembrar que Sonic já estrelou várias séries animadas desde os anos 1990, incluindo uma versão anime (“Sonic X”). A mais recente foi “Sonic Boom”, exibida de 2014 a 2017 no Cartoon Network. Os episódios da nova atração vão estrear neste ano, mas também não há uma data específica definida.
Trailer do final de “Cavaleiro da Lua” indica renovação da série
A Marvel divulgou o trailer do episódio final de “Cavaleiro da Lua”, que deveria encerrar a minissérie na próxima quarta-feira (4/5). Mas após uma enorme recapitulação e spoilers do desfecho, a prévia acaba revelando que a atração não é realmente uma produção limitada, concluindo com o aviso de que se trata apenas do “final da temporada”. Isto indica que “Cavaleiro da Lua” será a segunda série renovada da Marvel, após “Loki” garantir sua 2ª temporada. Curiosamente, a nova atração não teve a mesma repercussão que as séries anteriores. E embora fãs dos quadrinhos possam ter visto referências aos eventos da saga “Punho da Vingança”, a verdade é que a ideia do conflito mental e de transtorno de personalidades de super-heróis já foi explorada melhor e com mais profundidade na psicodélica série “Legion” (2017-2019). Como adianta o trailer, a atração vai chegar ao fim com a reconciliação entre as personalidades de Mark Spector e Steven Grant (vividos por Oscar Isaac da franquia “Star Wars”), a libertação do deus Khonshu e a devolução dos poderes ao Cavaleiro da Lua para a batalha final contra o vilão Arthur Harrow (Ethan Hawke, de “Boyhood”). Confira abaixo.
Ingrid Guimarães vai estrelar filme e série na Amazon
Surgiram mais detalhes dos projetos que vão juntar a roteirista Adriana Falcão (“Se Eu Fosse Você”), a diretora Susana Garcia (“Minha Mãe É uma Peça 3”) e a atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) na Amazon Prime Video. Como não poderia deixar de ser, tratam-se de comédias: um filme e uma série. De acordo com informações da colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a série vai girar em torno de amigas na faixa dos 50 anos e abordará temas como menopausa e inseguranças da idade. Os episódios estão sendo desenvolvidos prevendo numa 2ª temporada. Já o filme tem roteiro de Adriana Falcão, Marcelo Saback (“Divã”) e Edu Araújo, mas ainda não há confirmação de Susana Garcia na direção. A ideia é que seja uma proposta bem diferente daquela já vista em longas de sucesso da atriz, como “De Pernas pro Ar”.
Netflix cancela produção de série de Meghan Markle
Os recentes cortes financeiros ocasionados pela estagnação das assinaturas da Netflix atingiram várias produções animadas em desenvolvimento na plataforma. Entre elas, encontra-se “Pearl”, a série animada que marcaria a primeira criação ficcional de Meghan Markle para o streaming. Anunciada com alarde pela Netflix no ano passado, “Pearl” acompanharia as aventuras de uma menina de 12 anos, que encontra inspiração em uma variedade de mulheres influentes ao longo da história. A atração do Archewell Studios, companhia criada por Markle e seu marido, o príncipe Harry, também incluía David Furnish, marido de Elton John, entre seus produtores. Outras duas séries animadas infantis que tiveram suas produções encerradas foram “Dino Daycare”, do produtor Chris Nee (“Ada Twist”), e “Boons and Curses”, uma aventura no sul da Ásia. A Netflix também pretende reformular seu setor de animação, que parece ter sido o mais afetado pela ordem de restringir o orçamento com conteúdos originais.
Astro de “The Resident” assume papel de ator demitido em minissérie de terror
A produção de “The Fall of the House of Usher”, minissérie de terror da Netflix, definiu o substituto de Frank Langella (“Os 7 de Chicago”), demitido no mês passado após a investigação de uma denúncia de conduta inaceitável no set. O ator Bruce Greenwood, atualmente no ar na série “The Resident”, foi o intérprete escolhido para o importante papel de Roderick Usher, possibilitando a retomada da produção, baseada no clássico da literatura gótica “A Queda da Casa Usher”, de Edgar Allan Poe. A produção da minissérie, comandada por Mike Flanagan (“Missa da Meia-Noite”), já tinha concluído metade das gravações previstas. Mas agora as cenas realizadas por Langella precisarão ser refeitas com Greenwood. De acordo com o site TMZ, Langella teria feito uma piada inapropriada de natureza sexual e tocado na perna de uma atriz, questionando se ela havia gostado. Ela não apenas detestou. Denunciou o ator. Após a análise de depoimentos sobre o acontecimento, foi tomada a decisão de substituir o veterano ator, indicado ao Oscar por “Frost/Nixon” (2008) e vencedor de quatro Tony Awards, o prêmio maior do teatro americano. Publicado em 1893, o conto de Poe é um mergulho na loucura, isolamento e identidades metafísicas, que gira em torno de uma visita à casa de Roderick Usher, onde os irmãos moradores encontram-se sob uma estranha maldição. A obra já ganhou várias adaptações no cinema. A mais antiga foi produzida em 1928 com roteiro do mestre do surrealismo Luis Buñuel. Já a mais famosa é de 1960, lançada no Brasil com o título de “O Solar Maldito” e considerada a obra-prima das carreiras do diretor Roger Corman e do ator Vincent Price (o Roderick Usher da época). Ainda não há previsão para o lançamento da versão da Netflix.
Apple TV+ renova “Pachinko”
A Apple TV+ renovou a série dramática “Pachinko”, drama multigeracional sobre integrantes de uma família coreana. Anunciada junto da exibição do último episódio produzido, a renovação garante a continuação da história numa 2ª temporada. Lançado sob aclamação crítica (98% de aprovação no Rotten Tomatoes), a série chamou atenção especialmente por suas imagens belíssimas, que reforçam a ambição e a amplitude de sua trama. Falada em três idiomas, a atração é baseada no aclamado romance homônimo de Min Jin Lee sobre três gerações de imigrantes coreanos no século 20. Como pano de fundo, há uma história de amor proibido, com perdas e acertos de contas, que atravessa décadas, guerras e paz como uma legítima saga épica, acompanhando a protagonista Sunja entre a Coréia, o Japão e os EUA. Criada, escrita e produzida por Soo Hugh (criadora da série de terror “The Whispers”), a produção destaca as atrizes Minha Kim, Yu-na Jeon e Youn Yuh Jung (vendedora do Oscar pelo filme “Minari: Em Busca da Felicidade”) que interpretam a personagem principal em três fases distintas da história, e ainda traz em seu elenco Soji Arai (“O Sabor de uma Paixão”), Jin Ha (“Devs”), Lee Min-ho (“Lutador Misterioso”), Kaho Minami (“Oh Lucy!”), Steve Sanghyun Noh (“Sense8”), Anna Sawai (“Velozes & Furiosos 9”) e Jimmi Simpson (“Westworld”), entre outros. Veja abaixo o trailer em português da atração.
Canal AMC defende Norman Reedus após ataques de fãs de “The Walking Dead”
O anúncio da saída de Melissa McBride do spin-off de “The Walking Dead”, que acompanharia novas aventuras de sua personagem Carol ao lado de Daryl, gerou uma inesperada onda de hate contra Norman Reedus nas redes sociais. Muitos fãs da série culparam o intérprete de Daryl Dixon pela desistência da atriz. Na sexta (29/4), um dos colegas da dupla, Jeffrey Dean Morgan, que vive Negan, chegou a criticar os “fãs tóxicos” da série de zumbis nas redes sociais. “Alguns de vocês têm ido longe demais. É tóxico. Estão atacando o Norman por m***as que ele não tem nada a ver. A decisão da Melissa foi inteiramente dela. Ela quis e precisou de uma pausa. Respeitem isso. Os motivos envolvidos não são da conta de ninguém. Norman é alguém que entregou mais do que qualquer outro a vocês. Que m***a”, o ator desabafou. Mas a situação saiu tanto de controle que o perfil oficial do canal americano AMC, que produz “The Walking Dead”, resolveu se manifestar, reforçando informação anterior sobre o motivo da saída da atriz e deixando claro que Norman Reedus não teve nada a ver com isso. “Gostaríamos de abordar às reações a notícia divulgada nesta semana sobre o spin-off de Carol e Daryl”, diz o comunicado oficial do AMC, publicado no Twitter. “Norman Reedus está sendo injustamente focado e atacado nas redes sociais por uma decisão em que ele não teve qualquer participação. Melissa McBride decidiu não participar da série porque ir para a Europa se tornou logisticamente impossível para ela”, explicou o texto. “É desnecessário direcionar negatividade e raiva a um outro colega de elenco por um resultado desapontador que não teve nada a ver com ele”, continuou o texto. Os ataques teriam se originado por rumores de que Reedus teria sido o responsável pela escolha de gravar a série na Europa, porque sua mulher é alemã – a atriz Diane Kruger, de “Bastardos Inglórios” e “As Agentes 355”. Ao mesmo tempo, a família seria a razão pela qual McBride teria desistido do projeto, pois não poderia se ausentar por meses dos EUA. O AMC concluiu seu comunicado acrescentando a possibilidade de inserir Carol em outras produções da franquia zumbi gravadas nos EUA, como “Fear the Walking Dead” e outro vindouro spin-off, que vai reunir Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan). “Carol é uma personagem vital e amada. Estamos trabalhando para encontrar um jeito de os fãs poderem continuar acompanhando a história dela, como só Melissa poderia mostrar, no universo expandido de ‘The Walking Dead’”, concluiu o texto oficial. Some of you have gone WAY too far. TOXIC. Attacking norm for crap he has NOTHING to do with? Melissa made a call that was hers alone. She wants/needs a break. Respect that. Factors involved that are nobody’s business. Norm, who’s given more than anyone to you all. Just SHITTY. — Jeffrey Dean Morgan (@JDMorgan) April 29, 2022 A statement from AMC and TWD: We would like to acknowledge the response to this week’s news related to the previously announced Daryl and Carol TWD spin-off. Norman Reedus is being unfairly targeted and attacked in social media for a decision he had no part in. (1/3) — AMC-TV (@AMC_TV) April 29, 2022 Carol is a beloved & vital character and we are working to find a way for fans to again follow her story, as only Melissa could give life to, in the expanding universe around The Walking Dead. The fans have always been the driving force behind #TWDFamily and always will be. (3/3) — AMC-TV (@AMC_TV) April 29, 2022
Elenco de “That ’70s Show” vai aparecer no spin-off dos anos 1990
A Netflix conseguiu convencer o elenco de protagonistas de “That ’70s Show” a aparecer no spin-off da série clássica, intitulado “That ’90s Show”, que atualmente está em produção para o streaming. Após longas negociações, Topher Grace (Eric Forman), Laura Prepon (Donna Pinciotti), Mila Kunis (Jackie Burkhart), Ashton Kutcher (Michael Kelso) e Wilmer Valderrama (Fez) fecharam contrato para reprisar seus papéis em participações especiais. O único que ficou de fora foi Danny Masterson (Hyde), que não foi contatado por atualmente responder processo por estupro na justiça americana. A nova série, ambientada em 1995, vai girar justamente em torno da filha de Eric e Donna. Na trama, Lea Forman vai visitar seus avós no verão e passará a se relacionar com uma nova geração de adolescentes de Point Place, Winsconsin, sob o cuidado atento de Kitty e o olhar severo de Red. Os atores Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp, intérpretes de Red e Kitty Forman, os pais de Eric e avôs de Lea, foram os primeiros nomes confirmados no elenco. A jovem protagonista será interpretada por Callie Haverda (“Shut Eye”), enquanto Ashley Aufderheide (“Emergence”), Mace Coronel (“Colin em Preto e Branco”), Maxwell Acee Donovan (“Gabby Duran: Babá de Aliens”), Reyn Doi (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”) e a estreante Sam Morelos viverão seus novos melhores amigos. A plataforma irá produzir 10 episódios do revival/continuação, com produção dos cocriadores da atração original, o casal Bonnie e Terry Turner, junto com sua filha Lindsay Turner. Gregg Mettler, que escreveu episódios de “That ’70s Show”, será o showrunner da nova produção.
“Legends of Tomorrow” é cancelada após sete temporadas
A rede The CW cancelou “Legends of Tomorrow”, sua mais divertida e elogiada série de super-heróis, após sete temporadas. A atração foi o segundo programa baseado nos quadrinhos da DC Comics cancelado na sexta-feira (29/4), horas após a notícia do fim de “Batwoman”. O anúncio do cancelamento ficou a cargo da sala de roteiristas da série, que possui um perfil oficial no Twitter, por onde emitiu um comunicado. “Estamos cancelados”, começa o texto. “Esta foi a jornada de uma vida para todos nós. A pequena série que não deveria existir cresceu e virou a série que poderia ser o que quisesse. Fomos para Camelot, Salvation, Hollywood até dentro de um computador, mas claro, o verdadeiro destino sempre foi o lar: o lugar onde sua família são amigos e seus amigos são família. Sentiremos desesperadamente a falta de criar esta série, mas, acima de tudo, sentiremos falta de fazer isso juntos e compartilhar com vocês”, completaram os roteiristas. Eles também acrescentaram um comentário após o texto: “Nós e os roteiristas de ‘Batwoman’ estávamos esperando voltar por mais um ano, mas não era para ser. Para os fãs de uma ou ambas as séries, estamos gratos pelo seu apoio!”. A sala dos roteiristas de “Batwoman” respondeu à citação. “Nós sempre vamos te amar, sempre te apoiar e sempre lamentar as temporadas 8 [de “Legends”] e 4 [de “Batwoman”] que nunca tivemos a chance de ver”. O último showrunner da série, Keto Shimizu, também se dirigiu aos fãs. “Bem, pessoal, foi uma jornada incrível. Entretanto, a CW nos informou que não haverá 8ª temporada de “Legends of Tomorrow”. Estamos de coração partido, mas também imensamente gratos pelo incrível trabalho do nosso elenco, da nossa equipe e dos nossos roteiristas, que contribuíram para a nossa pequena série”, ele escreveu. No ar desde 2016, “Legends of Tomorrow” foi a única criação 100% original do Arrowverso, concebida por Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Phil Klemmer a partir da junção de heróis de outras séries, que nunca se reuniram num grupo similar nos quadrinhos. A premissa também era inédita. As chamadas “lendas de amanhã” eram coadjuvantes dos quais ninguém daria falta, que aceitavam a missão de realizar atos heroicos que ninguém conheceria, viajando no tempo para impedir manipulações na História e outras anomalias, de forma a preservar a linha temporal. Isto levou os personagens a conhecerem várias figuras históricas importantes, como Helena de Troia, Júlio César, Maria Antonieta, Albert Einstein, Al Capone, Bill Gates e David Bowie, além de participar de eventos históricos como o Festival de Woodstock, o desastre de Chernobyl, as duas guerras mundiais e dar inspiração para George Lucas filmar “Star Wars”. A longevidade da série e o fato de ser a única atração do Arrowverso focada num grupo de heróis também fez com que o elenco fosse bastante flexível. Apenas Caity Lotz, intérprete de Sara Lance (Canário Branco), manteve-se na atração do primeiro ao último episódios. A temporada anterior já tinha se despedido do penúltimo original remanescente, Dominic Purcell, que vivia Mick Rory. Os últimos remanescentes da nave Waverider incluíam ainda os atores Shayan Sobhian (Behrad Tarazi), Tala Ashe (Zari Tarazi), Jes Macallan (Ava Sharpe), Olivia Swann (Astra Logue), Adam Tsekhman (Gary Green), Lisseth Chavez (Esperanza “Spooner” Cruz) e Amy Louise Pemberton (Gideon), sem esquecer Nick Zano (Nate Heywood) e Matt Ryan (John Constantine/Dr. Gwyn Davies), que se despediram da série nos capítulos finais. Infelizmente, o cancelamento também deixou a atração sem fim, já que a 7ª temporada terminou com um cliffhanger, com os heróis aprisionados por autoridades do futuro. “Legends of Tomorrow” foi a quinta baixa consecutiva do Arrowverso, após “Arrow”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Supergirl” e “Batwoman”. Por conta disso, esse universo compartilhado, conhecido por seus crossovers grandiosos, encolheu dramaticamente e passa agora a se resumir a somente duas séries: “Superman & Lois” e “The Flash”, que deve acabar em 2023. We and @BatwomanWriters were holding out hope that we'd both get to come back for another year, but it was not to be. For fans of either/both shows, we're grateful for your support! — Legends of Tomorrow Writers Room (@LoTWritersRoom) April 30, 2022 Thank you to our fans; your love and passion for our strange band of misfits has made every break, every script, every daily, every cut, and every mix worth all the hard work. We see you, we love you, and you’ll always have a place on the Waverider. ❤️ — Keto Shimizu (@ketomizu) April 30, 2022
Teaser revela as máscaras de “La Casa de Papel: Coreia”
A Netflix divulgou um pôster e novo teaser do remake sul-coreano de “La Casa de Papel”, que revelam a data de estreia e a nova máscara adotada pelos criminosos da atração. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos vão adotar um disfarce diferente. Mas desta vez não será a máscara de um artista famoso. Trata-se do rosto de Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras Hahoetal, usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que “La Casa de Papel” não deixa de ser um ataque contra o sistema dos mais ricos. “La Casa de Papel: Coreia” será estrelada por Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Os demais integrantes são Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jun Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki e Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo. Os roteiros da adaptação sul-coreana são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). A estreia vai acontecer em 24 de junho.
Netflix cancela “Space Force”
A Netflix cancelou “Space Force” após duas temporadas. Como de praxe, a plataforma não anunciou a decisão – nunca comenta fracassos – , deixando a comunicação a cargo de fontes “próximas da produção”. Lançada com uma campanha que a chamava de “série mais esperada há tempos”, “Space Force” nunca se recuperou de uma 1ª temporada abissal, considerada péssima pela crítica internacional (só 39% de aprovação no Rotten Tomatoes). Toda a expectativa pela volta de Steve Carell às comédias, com produção de Greg Daniels, com quem ele trabalhou em “The Office”, se dissipou antes do final da maratona dos episódios inaugurais, não completada por muitos. Por conta disso, muitos também não souberam da revitalização criativa de sua 2ª temporada, que trouxe um novo showrunner ao projeto (Norm Hiscock, de “Brooklyn Nine-Nine” e “Parks and Recreation”) para corrigir seu rumo. Como resultado, o equívoco virou uma série engraçada e, de forma impensável, caiu nas graças da crítica, atingindo inacreditáveis 90% de aprovação em seus últimos episódios. Tarde demais. Concebida por Carell e Daniels, a série foi inspirada num projeto alucinado de Donald Trump, que um dia resolveu criar a Força Espacial dos EUA – uma nova força armada, ao lado do Exército, Marinha e Aeronáutica. Na trama, Carell vive o general encarregado de formar a tal Força Espacial, sem saber nem por onde começar. Por isso se une – muito a contragosto -, a um excêntrico cientista e uma equipe sem noção para fazer o projeto decolar. O elenco também destacava John Malkovich (“The New Pope”), Lisa Kudrow (“Friends”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”) e Jane Lynch (“Glee”).
“Batwoman” é cancelada após três temporadas
A rede The CW cancelou a série “Batwoman” após três temporadas. A notícia foi dada pela criadora e showrunner da atração, Caroline Dries, num post publicado nesta sexta-feira (29/4). Em sua postagem, a produtora e roteirista se disse “chateada” pela decisão. “Acabei de receber a triste notícia de que ‘Batwoman’ não verá uma 4ª temporada. Estou chateada, mas cheia de gratidão. Que honra fazer 51 episódios. Tantas pessoas inspiradoras e brilhantes contribuíram para esta série. Obrigado produtores, elenco e equipe. Obrigado, fãs! Nós te amamos”, ela escreveu. Embora tenha concluído a trama central desenvolvida em seu terceiro ano, os últimos instantes da 4ª temporada apresentavam uma nova ameaça, num gancho que, infelizmente, nunca terá conclusão. “Batwoman” era uma das melhores atrações do Arrowverso, mas enfrentou rejeição de parte do público desde seu anúncio por destacar a primeira heroína lésbica de uma série de super-heróis. O preconceito dobrou quando a produção foi forçada a realizar uma mudança de protagonista. A saída/demissão (depende da versão) de Ruby Rose no final da 1ª temporada levou à contratação de Javicia Leslie e a uma reformulação da atração. Não só lésbica, Batwoman também passou a ser negra. A série perdeu metade do público da 1ª para a 2ª temporada e estava atualmente entre as menos assistidas da CW, com média de 458 mil espectadores ao vivo. Entretanto, também era disponibilizada em streaming – mas não há dados de sua exibição online. O cancelamento não é boa notícia para as demais séries do canal, muitas delas com menos público que “Batwoman”, como “Riverdale” e “Legacies”. Entre as atrações de super-heróis, a divertida “Legends of Tomorrow” e a estreante “Naomi” ainda aguardam decisão sobre seus destinos. Just got the sad news that #Batwoman will not be seeing an S4. I am bummed, but full of gratitude. What an honor to make 51 episodes. So many inspiring, brilliant people contributed to this series. Thank you producers, cast and crew. Thank you, fans! We love you. ❤️ — Caroline Dries (@carolinedries) April 29, 2022
As 10 melhores séries que chegam ao streaming
A relação de séries da semana inclui duas despedidas. A aclamada “Ozark” e a comédia “Grace and Frankie” encerram suas trajetórias na Netflix. E muitos não estão preparados para o final de “Ozark”, acreditem. Em compensação, não faltam estreias, com o lançamento dos primeiros episódios de várias produções. A lista desta semana favorece especialmente os fãs de terror, fantasia e tramas tensas, incluindo até uma história sangrenta para rir. Mas também há opções dramáticas entre as 10 principais séries que chegam ao streaming. Confira a seleção e os trailers. OZARK | NETFLIX A aclamada série criminal chega ao fim de forma surpreendente, mas também inevitável, para entrar na história da (smart) TV como uma das melhores produções já feitas para o streaming. Consistente do começo ao fim, “Ozark” leva a tese do efeito dominó apresentada em seu começo ao limite, concluindo a história em seus últimos sete episódios do único jeito que poderia acabar, porém sem perder de vista o fator da imprevisibilidade humana. Um show de equilíbrio narrativo. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a atração conta a trajetória da família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para a região remota do título, no interior dos Estados Unidos, após Marty se endividar com um cartel do narcotráfico mexicano. Lá, eles constroem seu próprio império criminal. E sofrem as consequências de todos seus atos. A série já venceu três Emmys, incluindo dois para Julia Garner pelo papel da trapaceira Ruth Langmore, ex-aprendiz local de Marty, que tem papel importante no desfecho violento. O outro Emmy foi para o astro Jason Bateman, mas por seu trabalho como diretor na série. Por sinal, ele assina o capítulo final. ILUMINADAS | APPLE TV+ A minissérie de suspense estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”) gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo para assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, certo de sua impunidade. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa, já que cada morte altera a linha temporal e uma das vítimas potenciais percebe a mudança. Moss é um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque e passa a reparar mudanças significativas e súbitas em seu cotidiano. E Moura interpreta um jornalista desacreditado, que decide investigar o caso, sem saber para onde o mistério o conduzirá. Baseado no livro homônimo de Lauren Beukes, a adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Amy Brenneman (“The Leftovers”), Phillipa Soo (“Dopesick”) e Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como o serial killer. O BEBÊ | HBO MAX A divertida série de terrir é centrada em um bebê assassino, que cai literalmente do céu para transformar a inglesa Natasha (Michelle de Swarte, de “A Duquesa”) em sua mãe. E rapidamente o recém-nascido deixa claro quem manda na família, ao deixar um rastro de mortes por onde passa. Ousada e insana, “O Bebê” foi criada pelas produtoras britânicas Lucy Gaymer (de “Gangs of London”) e Sian Robins-Grace (de “Sex Education”), e também inclui em seu elenco Amira Ghazalla (“Sense8”), Amber Grappy (“Wrecked”) e Tanya Reynolds (outra de “Sex Education”). DESALMA | GLOBOPLAY Depois de surpreender em 2020, com uma trama cheia de mistérios e um clima de terror de arrepiar os fãs mais exigentes do gênero, a série brasileira volta a se aventurar palas florestas geladas do Sul do país, com uma fotografia que valoriza cenários sombrios e assustadores, para contar a história de imigrantes ucranianos assombrados por fenômenos sobrenaturais. Desde o início, a história tem como ponto central a morte de uma jovem que aconteceu há 30 anos, durante uma noite da celebração da Ivana Kupala, uma tradicional festa pagã eslava. O assassinato deixou a bruxa Haia (Cassia Kis), a mãe da vítima, planejando vingança, mas também reforçou a conexão entre as famílias envolvidas. Mas agora os segredos dessas famílias começam a ser revelados. E claro que novos mistérios e novos personagens entram na trama, como o bruxo centenário Traian Troader, interpretado por Fábio Assunção. A 2ª temporada também conta com a volta da jovem assassinada, que retorna no corpo de outra mulher (Camila Botelho) para reencontrar a mãe num momento crucial. Os roteiros são de Ana Paula Maia (“Deserto”) e a direção está a cargo de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”). UNDONE | AMAZON PRIME VIDEO A impressionante animação adulta equilibra sci-fi, drama e comédia para contar os segredos da família de Alma (interpretada por Rosa Salazar, de “Alita: Anjo de Combate”), jovem rebelde que, ao sofrer um acidente de carro, descobre um estranho poder relacionado ao tempo. Ela passa a ver seu pai falecido (Bob Odenkirk, de “Better Call Saul”), que tenta lhe explicar suas habilidades e como viajar no tempo para impedir ou descobrir a verdade sobre a morte dele. Entretanto, as visões, que mostram diferentes etapas temporais simultâneas à sua frente, só fazem ela questionar sua própria sanidade mental. Na 2ª temporada, Alma descobre que a habilidade é genética e que sua irmã Becca (Angelique Cabral, de “Life in Pieces”) também tem a mesma capacidade, mas vive em negação de seus poderes. Intuindo que sua mãe (Constance Marie, de “With Love”) corre risco, ela convence a irmã a formar uma aliança para viajar no tempo e resolver de vez todos os problemas familiares – e talvez até mundiais, ao menos em suas pretensões. A série foi criada por Raphael Bob-Waksberg e Kate Purdy, responsáveis pela sátira animada “BoJack Horseman” na Netflix, e tem seus episódios dirigidos por Hisko Hulsing, artista responsável pelas animações do documentário “Kurt Cobain: Montage of Heck” (2015). O SUBMARINO | NETFLIX A nova série turca da Netflix é um spin-off da belga “Noite Adentro”. Ambas foram criadas por Jason George, uma espécie de coringa da plataforma, que ajudou a produzir a primeira série em árabe da empresa, “Jinn”, bem como as japonesas “O Diretor Nu” e “Alice in Borderland”, as turcas “O Segredo do Templo” e “O Último Guardião”, a mexicana “Ingobernable” e até a brasileira “Sintonia”. A trama apocalíptica de “Submarino” acontece simultaneamente à 2ª temporada de “Noite Adentro”. Enquanto a atração belga acompanhava passageiros de um avião em fuga da luz do sol, após ela se tornar radioativa e mortal, a turca segue a tripulação de um submarino. Há vários elementos em comum nas duas histórias – em particular, os clichês de militares versus civis, extrapolados do clássico “Dia dos Mortos” (1985) – e situações que conectam as duas narrativas. Ao final, os sobreviventes das duas séries tem a mesma ideia de onde encontrar fonte de alimentação, já que a radiação também tornou a comida da superfície imprestável. E tanto a 2ª temporada de “Noite Adentro” quanto “Submarino” acabam no mesmo ponto. Um cliffhanger. Diante disto, a torcida é grande para a Netflix terminar esta história com pelo menos uma renovação. THE OFFER | PARAMOUNT+ A série que conta os bastidores de “O Poderoso Chefão” tem muitos momentos interessantes. Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars passou, de fato, por um desenvolvimento turbulento, com bastidores perigosamente conturbados, especialmente em sua relação com a máfia real. Mas o que daria um bom longa-metragem de cinema se perde um pouco no formato de minissérie, com excesso de tramas paralelas sobre o showbusiness de 1970, que acabam deixando de lado o ponto central, a história do filme que “quase não foi feito”. A trama é baseada nas experiências de Al Ruddy, o produtor do clássico de 1972, que foram transformadas em série por Michael Tolkin (roteirista do cult “O Jogador” e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”), em parceria com Leslie Greif (criador de “Chuck Norris: O Homem da Lei”). A equipe criativa ainda soma a direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). Já o elenco grandioso destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Juno Temple (“Ted Lasso”) como sua secretária Bettye McCart, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Giovanni Ribisi (“Sneaky Pete”) como o mafioso real Joe Colombo, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. LEONARDO DA VINCI | GLOBOPLAY Coprodução internacional rodada na Itália, a minissérie conta, com muitas liberdades artísticas, a vida de Leonardo Da Vinci. Sem os exageros da aventura épica – e fantasiosa – “Da Vinci’s Demons” (2013–2015), a trama explora a extraordinária vida do artista florentino por meio das obras que o tornaram famoso, focando as histórias por trás dessas obras para revelar o tormento interior de um homem obcecado em alcançar a perfeição. Criada por Frank Spotnitz, responsável por “O Homem do Castelo Alto”, em parceria com Steve Thompson, criador de “Vienna Blood”, a atração traz o irlandês Aidan Turner (da trilogia “O Hobbit”) no papel principal e um elenco repleto de estrelas europeias, como os ingleses Freddie Highmore (“The Good Doctor”) e James D’Arcy (“Agent Carter”), a italiana Matilda De Angelis (“The Undoing”) e o espanhol Carlos Cuevas (“Nosso Verão”). AS 7 VIDAS DE LEA | NETFLIX Combinação viciante de fantasia juvenil e suspense criminal, a série francesa acompanha a Lea do título, uma adolescente de 17 anos, que numa noitada descobre sem querer a ossada de um antigo cadáver. A partir daí, ela se vê transportada para uma sequência de viagens no tempo. Sempre que vai dormir, desperta nos anos 1990, cada vez num corpo diferente, aparentemente para resolver o mistério da morte daquele esqueleto. O detalhe é que o defunto tinha sua idade quando morreu e fazia parte de uma banda de rock que incluía sua própria mãe. Não só isso. Numa das primeiras trocas de corpo, Lea acorda justamente como sua progenitora, no começo do namoro com seu pai. Fazendo de tudo para evitar situações que a traumatizariam para sempre, ela passa a investigar o que aconteceu na era grunge que levou à morte do antigo amigo de seus pais, do qual eles nunca falam. Ao mesmo tempo, ainda descobre que seus pais supostamente caretas foram muito mais rebeldes que ela. Criada pela roteirista Charlotte Sanson (“Como Virei Super-Herói”), a série marca a estreia de Raïka Hazanavicius como atriz. A intérprete de Lea é sobrinha de ninguém menos que o cineasta Michel Hazanavicius, vencedor do Oscar por “O Artista” (2011). GRACE AND FRANKIE | NETFLIX A série original mais longa do catálogo da Netflix (com 94 episódios) chega o fim nesta sexta (29/4), com o lançamento dos 12 capítulos remanescentes de sua 7ª temporada – após uma pequena leva de capítulos ficarem disponíveis em agosto do ano passado, para compensar a interrupção dos trabalhos pela pandemia. Criada por Marta Kauffman (“Friends”) e Howard J. Morris (“Home Improvement”), Grace e Frankie são Jane Fonda e Lily Tomlin (ambas de “Como Eliminar seu Chefe”), duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam tendo que conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. Após se descobrirem na mesma situação, tornam-se cada vez mais próximas, forjando uma amizade de sete temporadas, desde 2015. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), June Diane Raphael (“Não Vai Dar”), Baron Vaughn (“Corporate”) e Peter Gallagher (série “Covert Affairs”).












