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Série

Trailer da 2ª temporada de “Cangaço Novo” antecipa guerra no sertão

Vídeo inédito da série do Prime Video mostra os irmãos Vaqueiro enfrentando novos inimigos

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18 de março de 2026
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Sarah Michelle Gellar culpa executivo da Hulu pelo cancelamento do reboot de “Buffy”

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O ator Nathan Fillion anunciou a novidade durante painel com o elenco original e confirmou apoio do criador Joss Whedon

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15 de março de 2026
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    The Winchesters: Novo trailer introduz prólogo de “Supernatural”

    3 de setembro de 2022 /

    A rede americana The CW divulgou o um novo trailer de “The Winchesters”, spin-off da série “Supernatural”, que conta a história dos pais de Sam e Dean do seriado original. A prévia mostra como John Winchester conheceu sua futura esposa Mary Campbell durante o ataque de um demônio nos anos 1970. Os personagens principais são interpretados por Meg Donnelly (“American Housewife”) e Drake Rodger (“Not Alone”). Enquanto Mary é apresentada como uma jovem de 19 anos que tem lutado contra as forças das trevas desde a infância, John é um veterano altruísta da Guerra do Vietnã, que finalmente descobre a existência de demônios. “The Winchesters” é comandada pelo showrunner Robbie Thompson, que foi co-produtor executivo de “Supernatural”, e conta com produção de Jensen Ackles, o Dean. Ele também deve participar como narrador da história. A estreia está marcada para 11 de outubro nos EUA, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    As 10 melhores séries de agosto

    3 de setembro de 2022 /

    Com cada vez mais séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, nem os campeões das maratonas de sofá conseguem acompanhar o ritmo do mercado. A seleção abaixo é um lembrete para reforçar produções que merecem mais atenção entre a enxurrada de títulos recentes Vale observar que “Sandman” ainda não foi renovada, apesar de ser um dos conteúdos mais vistos da Netflix neste ano. Mesmo com decisões que contrariaram os fãs dos quadrinhos, a adaptação se tornou claramente uma das melhores produções de 2022, assim como o aguardado spin-off de “Game of Thrones” e série da Marvel da vez. Confira abaixo o Top 10 com os trailers de cada destaque.   | SANDMAN | NETFLIX   A adaptação dos famosos quadrinhos criados por Neil Gaiman nos anos 1980 foi um sonho alimentado pelos fãs durante anos. E agora o Sonho ganhou carne, osso e interpretação de Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”). Com episódios baseados nos dois primeiros volumes da coleção em sua 1ª temporada, “Sandman” impressiona por sua capacidade de ser visualmente fiel aos quadrinhos, apesar dos contrastes na apresentação dos personagens, muitos deles escalados com intérpretes de raças e sexos diferentes das páginas originais – incluindo o Lúcifer vivido por Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), a Morte interpreta por Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”) e Lucienne (antigamente conhecida como o assistente Lucien) em interpretação de Vivienne Acheampong (“The One”). A história também foi transposta para os dias atuais – em vez dos anos 1980 – , embora comece nos primeiros anos do século 20, quando o Perpétuo conhecido como Sonho é preso pelo ritual de um mago. Ao se libertar após várias décadas, ele dá início a uma jornada para retomar o domínio do reino dos sonhos. Para isso, precisa recuperar três ferramentas que lhe foram roubadas – uma algibeira cheia de areia, um rubi e um elmo – , numa busca que o leva até o inferno. A narrativa é tão rica e ampla que os primeiros episódios parecem filmes diferentes entre si. Com uma mitologia complexa, que inclui a concepção dos irmãos do Sonho – Perpétuos que representam Morte, Destino, Delírio, Desejo, Destruição e Desespero (em inglês, todos os nomes começam com a letra D) – a trama de “Sandman” capturou a imaginação de uma geração e ajudou a lançar o conceito de quadrinhos adultos numa época em que quadrinhos eram sinônimo de super-heróis. A ironia é que a situação não é muito diferente agora, com o lançamento da série num mercado cada vez mais dominado por adaptações de super-heróis.   | A CASA DO DRAGÃO | HBO MAX   O primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019) acompanha a família Targaryen, o clã de Daenerys, 200 anos antes dos eventos da série original, e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), com direito a complôs, batalhas, dragões e um clima absolutamente épico. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e conta com produção e direção de Miguel Sapochnik, que venceu um Emmy como diretor do famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”.   | MULHER-HULK: DEFENSORA DE HERÓIS | DISNEY+   A comédia de tribunal da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. Por conta disso, a produção conta com vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como seu primo Hulk (Mark Ruffalo), o vilão Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), o Demolidor (Charlie Cox) e a nova vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”.   | ABBOTT ELEMENTARY | STAR+   Eleita Melhor Série do ano pela Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), a produção que traz Tyler James Williams (o Cris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta às sitcoms é uma comédia de local de trabalho que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. A diferença entre as duas séries é que, em vez de um escritório, o local de trabalho de “Abbott Elementary” é uma escola pública de Ensino Fundamental. Na trama, Tyler James Williams interpreta um professor recém-chegado, que ao começar a trabalhar descobre que o improviso marca o cotidiano da escola. Graças ao recurso documental, os episódios também possibilitam comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores idealistas diante da política que dedica poucas verbas para o ensino de crianças pobres. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a principal professora da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”), Lisa Ann Walter (“A Última Noite”) e Sheryl Lee Ralph (“Ray Donovan”). Elogiadíssima pela crítica, a produção tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se encontra renovada.   | UMA EQUIPE MUITO ESPECIAL | AMAZON PRIME VIDEO   A série baseada no longa homônimo de 1992 recria a época do primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos, de forma mais realista – e dramática – que o filme original. Para quem não lembra, a comédia da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks era o técnico da equipe. A nova versão, desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”), não é um remake literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que não entraram no cinema. O elenco da série conta com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). Vale lembrar que a produção da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios devido à baixa audiência.   | CINCO DIAS NO HOSPITAL MEMORIAL | APPLE TV+   Tensa e dramática, a minissérie traz Vera Farmiga (“Gavião Arqueiro”) como uma médica do principal hospital de Nova Orleans em agosto de 2005, quando a cidade sofreu a fúria do Furacão Katrina. A trama é baseada numa reportagem premiada com o troféu Pulitzer (o Oscar do jornalismo), que detalha o clima de terror no hospital Memorial Medical Center, que ficou sem energia por dias. Diante disso, a equipe médica liderada pela respeitada cirurgiã Anna Pou (Farmiga) foi forçada a tomar decisões de vida e morte que os impactaram por anos. A adaptação tem roteiro, produção e direção de John Ridley (vencedor do Oscar pelo roteiro de “12 Anos de Escravidão”) e Carlton Cuse (que já tinha trabalhado com Vera Farmiga na série “Bates Motel”). O elenco também destaca Robert Pine (“Jobs”), Cherry Jones (“24 Horas”), Julie Ann Emery (“Better Call Saul”), Cornelius Smith Jr. (“Scandal”), Adepero Oduye (“O Falcão e o Soldado Invernal”), Molly Hager (“Happyish”), Michael Gaston (“The Leftovers”) e W. Earl Brown (“Preacher”).   | BOM DIA, VERÔNICA 2 | NETFLIX   A 2ª temporada da atração da Netflix troca o tema da violência doméstica, que marcou os episódios iniciais, pela violência sexual, aprofundando o abuso psicológico de homens dominadores. O ponto de partida é uma narrativa que lembra os crimes denunciados contra João de Deus, que já foi um dos médiuns mais famosos do Brasil, antes de ser condenado à prisão. O vilão interpretado por Reynaldo Gianecchini abusa sexualmente de mulheres ao prometer a elas a cura para diferentes mazelas. Dentro de casa, ele também assedia sexualmente a própria filha, vivida por Klara Castanho. Quando a atriz revelou em junho ter sido vítima de um estupro, depois de sofrer exposição de uma gravidez, houve muita preocupação com sua participação na trama. Mas as cenas de assédio à sua personagem não incluem agressões. Os novos episódios também revelam que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da série, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na trama, a Verônica vivida por Tainá Müller tentará tornar públicos os crimes do vilão e da organização criminosa que ele comanda. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes.   | EM NOME DO CÉU | STAR+   A atração que rendeu a Andrew Garfield (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) a indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minissérie é uma trama de true crime (inspirada em um crime real). Garfield interpreta um detetive policial que investiga um duplo homicídio no interior de Utah em 1984, que pode ter conexões com sua igreja, levando-a questionar a sua fé como mórmon. A história se baseia no livro homônimo de Jon Krakauer, que também escreveu o romance que inspirou o filme “Na Natureza Selvagem” (2007). A adaptação é assinada por Dustin Lance Black, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Milk: A Voz da Igualdade” (2008), e a equipe de diretores destaca David Mackenzie, do filme “A Qualquer Custo” (2016). Além de Garfield, o elenco também destaca Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), Sam Worthington (“Avatar”), Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”), Rory Culkin (“Castle Rock”), Christopher Heyerdahl (“Pacificador”), Gil Birmingham (“Yellowstone”), Tyner Rushing (“Lovecraft Country”) e Billy Howle (“Legítimo Rei”). São equipe e elenco de cinema.   | ARCANJO RENEGADO 2 | GLOBOPLAY   Criada por José Junior (fundador do grupo cultural AfroReggae e autor também de “A Divisão”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”. Arcanjo é o nome da equipe tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”). Na 2ª temporada, ele volta à cidade para provar sua inocência do assassinato de que é acusado, depois de passar dois anos e meio no exterior como mercenário. Quem também muda radicalmente de vida é Sarah Afonso (Erika Januza), irmã de Mikhael. O desejo por vingar a morte de seu marido, o policial Rafael (Alex Nader), e a luta diária para cuidar do filho, fazem com que ela decida entrar para a carreira policial. Os novos episódios também marcam a estreia da...

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    Série de “O Senhor dos Anéis” bate recorde de público na Amazon Prime Video

    3 de setembro de 2022 /

    O lançamento de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” bateu o recorde de público para uma estreia da Amazon Prime Video. A plataforma, que sempre foi muito sigilosa com seus números, informou oficialmente que a atração foi vista por 25 milhões de pessoas em todo o mundo em um período de 24 horas. O primeiro episódio da trama, inspirada na obra literária de J.R.R. Tolkien, estreou na noite de quinta-feira (1/9) e, de acordo com o serviço de streaming, “quebrou todos os recordes, tornando-se a maior estreia da história do Prime Video”. Essa foi a primeira vez que a plataforma divulgou dados referentes ao sucesso de suas produções originais. O êxito de público ajuda a demonstrar como são minoritários, ainda que estridentes, os racistas que criaram uma campanha para diminuir a nota da série em sites abertos para a avaliação de espectadores. Se alguém fosse se basear nos comentários publicados no Metacritic, poderia acreditar que “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” é a pior série de todos os tempos e um fracasso de público. Nada mais longe da verdade. Os pedidos de boicote, porque “não existem elfos negros”, não colaram, em mais uma derrota do fandom tóxico. Os mesmos racistas e misóginos já tinham sido confrontados pela realidade ao fracassarem em campanhas para distorcer a recepção do público em filmes como “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e “Star Wars: O Despertar da Força”, todos sucessos bilionários. De forma apropriada, Jennifer Salke, Head do Amazon Studios, mencionou os fãs reais de Tolkien, que fizeram a série atingir números nunca vistos na plataforma, em seu agradecimento pelo recorde, citando “as dezenas de milhões de fãs assistindo – claramente tão apaixonados pela Terra-Média quanto nós – que são nossa verdadeira medida de sucesso”. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” continuará a lançar seus episódios semanalmente no Prime Video, sempre à 1h da madrugada das sextas-feiras.

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    Racistas atacam série de “O Senhor dos Anéis” porque “não existem elfos negros”

    3 de setembro de 2022 /

    Os dois primeiros episódios de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” estrearam no Prime Video na noite de quinta (1/9) sob elogios e aclamação da maioria dos fãs das obras de J.R.R. Tolkien. Mas um grupo estridente odiou tanto que iniciou uma campanha para sabotar a nota da série nos sites de avaliação aberta ao público. No Metacritic, a nota do público chegou a 1,9 (de 10) contra 71% de aprovação da crítica, enquanto no Rotten Tomatoes a diferença bateu em 37% de aprovação do público contra 84% da crítica. Sem a preocupação de esconder sua motivação, os inconformados com a série deixam claro como suas peles o que está por trás do ataque à produção: racismo e misoginia assumidos. A maioria dos comentários negativos vem carregados de menções pesadas à raça de alguns personagens (negros e latinos) e à decisão de dar protagonismo para uma mulher (Galadriel, interpretada por Morfydd Clark). Os comentários chamam Galadriel de “Karen”, apelido criado por homens de perfil “incel” para mulheres “reclamonas”. Outros reclamam da inclusão de “todas as minorias” na trama, afirmando que não existiam elfos negros e latinos na obra de Tolkien nem nos filmes que adaptaram “O Senhor dos Anéis”. Para estes, a Terra Média da fantasia é baseada na Europa medieval, onde a população era majoritariamente branca, e a série peca por incluir outras raças na história. A Europa também não tinha dragões, elfos ou orcs, mas isso é detalhe no argumento racista. Sim, há pessoas baseando seus ataques contra a série no argumento de que “não existem elfos negros”. Além de um elfo negro e latino (Ismael Cruz Cordova), há um hobbit/”pé-peludo” negro (Lenny Henry), uma princesa negra (Sophia Nomvete) e uma rainha negra (Cynthia Addai-Robinson), entre outros personagens não brancos na produção bilionária da Amazon. Durante décadas, nerds e geeks foram vítimas de bullying por formarem uma minoria de fãs de conteúdos que apenas eles curtiam. Muitos viam os X-Men como símbolos dessa multidão de rejeitados e perseguidos. Mas com a popularização da cultura geek, os nerds saíram das sombras para se mostrar da pior forma, atacando produções que ousam dar lugar a minorias e mulheres em suas tramas. Foi assim que esses “fãs” se tornaram o verdadeiro lado negro da Força na franquia “Star Wars”, miraram as produções da Marvel por suas representações de heróis negros e super-heroínas, e agora querem fazer a Terra Média grande de novo, proibindo a entrada de negros e latinos. Numa inversão de valores, os ditos nerds autênticos condenam como “agenda política” o que vai contra sua própria agenda política conservadora, que tem o objetivo de manter o mundo segregado como era até meados do século 20. O bullying se tornou tão radical que vários sites que cobrem conteúdos geek passaram a desabilitar comentários. Chegou neste ponto. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” continuará a lançar seus episódios semanalmente no Prime Video, sempre à 1h da madrugada das sextas-feiras.

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    Tim Roth revela ter gravado cena com Mark Ruffalo para “Mulher-Hulk”

    3 de setembro de 2022 /

    A série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” ainda não se despediu de Emil Blonsky, o Abominável. O ator Tim Roth, que interpreta o vilão reformado, entregou em entrevista ao site The Hollywood Reporter que chegou a gravar uma cena com Mark Ruffalo, o Bruce Banner/Hulk, para a série. “Eu sempre quis trabalhar com ele, e acabou acontecendo, o que foi divertido”, contou Roth. Na entrevista, ele revelou que os dois brincaram sobre a mudança de intérpretes do Hulk. Vale lembrar que em “O Incrível Hulk” (2008), filme que introduziu o Abominável, quem deu vida ao Gigante Esmeralda foi Edward Norton. “Eu não sei se algo disso foi para a série, mas quando olhei para ele, disse ‘você ganhou peso, tem algo diferente em você…’ Nós brincamos, e fomos encorajados a improvisar, então falamos disso”, explicou o ator. Roth não revelou em qual capítulo o encontro com o Hulk vai ao ar, mas a cena pode ter sido cortada, uma vez que a trama já mostrou o herói indo para o espaço. Mesmo assim, a participação ainda pode aparecer numa cena pós-créditos em outro contexto. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos.

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    Vídeo de bastidores detalha participação de Megan Thee Stallion em “Mulher-Hulk”

    2 de setembro de 2022 /

    A Disney+ divulgou um vídeo de bastidores sobre a badalada participação de Megan Thee Stallion em “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”. O vídeo é focado nas várias participações especiais da série, mas assume que a rapper foi a mais inesperada e divertida. “Megan foi simplesmente impressionante”, disse a diretora Kat Coiro. A prévia mostra que rolaram muitos selfies por trás das câmeras, com o elenco tietando a cantora. “Eu sou uma grande fã, fiquei louca”, assumiu a atriz Tatiana Maslany, que vive a Mulher-Hulk. O material só não conta como a rapper foi parar na série. Tudo aconteceu graças a um convite de Jameela Jamil, que vive a vilã Titânia. As duas já tinham trabalhado no reality show “Legendary”. Ao final do vídeo, Coiro promete que “tem muito mais por vir”, mas os próximos capítulos tem guardado como destaque apenas a participação do Demolidor, que deverá ser a maior de todas. Os demais personagens que acabarão envolvendo a advogada Jennifer Walters (Maslani) são inéditos nas telas, adaptados pela primeira vez dos quadrinhos. A participação de Megan Thee Stallion faz parte do terceiro episódio de “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, que foi disponibilizado nesta quinta (1/9) na Disney+.

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    Rutherford Falls: Nova comédia do criador de “Parks and Recreation” é cancelada

    2 de setembro de 2022 /

    A plataforma americana Peacock cancelou “Rutherford Falls”, nova criação de Dan Schur (“Parks and Recreation”), após a 2ª temporada. Em um comunicado reagindo à decisão, a showrunner e cocriadora Sierra Teller Ornelas indicou que a equipe tentará encontrar um novo lar em outra plataforma, mas nenhuma série cancelada conseguiu ser resgatada desde “Manifest” há um ano, vindo da TV aberta para o streaming. A série era elogiada por sua representação nativa-americana, tanto na frente quanto atrás da câmera. Aclamada pela crítica, tinha 96% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Seu cancelamento é o segundo consecutivo de uma atração de Dan Schur, que teve o projeto da adaptação do filme “Campo dos Sonhos” descartado em junho, um mês antes de começar a ser gravado. Schur criou “Rutherford Falls” em parceria com Ornelas e o ator Ed Helms. Ele e o ator trabalharam juntos em outro sucesso televisivo, “The Office”, que Schur escreveu e Helms estrelou. A comédia gira em torno de dois melhores amigos de longa data, Nathan Rutherford (Helms) e Reagan Wells (Jana Schmieding, de “Blast”), que se encontram em uma encruzilhada – literalmente – quando sua cidadezinha interiorana, à beira de uma reserva indígena, passa a ser “ameaçada” pelo progresso. Nathan é descendente do fundador da cidade e quer defender a estátua de seu ancestral da remoção pela Prefeitura, enquanto Reagan busca construir um centro cultural indígena para o qual nem os índios dão importância. A série entrou para a História da TV por incluir cinco roteiristas indígenas em sua equipe de produção – um marco na representatividade nativa-americana na televisão dos EUA. Os escritores incluem a própria Schmieding (descendente da nação Cheyenne e Lakota Sioux), Ornelas (Navajo), Bobby Wilson (Sisseton-Wahpeton Dakota), Tai Leclaire (da nação Moicana e Mi’kmaq) e Tazbah Chavez (descendente das tribo Paiute, Navajo e Apache). O elenco ainda destaca Michael Greyeyes (da nação Muskeg Lake Cree, que estrelou “I Know This Much Is True”), Jesse Leigh (“Heathers”) e Dustin Milligan (“Schitt’s Creek”). Veja abaixo o trailer da atração, que permanece inédita no Brasil.

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    Bruno Gagliasso pediu a candomblecistas para incluir religião na série “Santo”

    2 de setembro de 2022 /

    O ator Bruno Gagliasso contou ter pedido autorização de candomblecistas para viver um personagem da religião em sua nova série, “Santo”, produção espanhola da Netflix em que divide o protagonismo com o espanhol Raúl Arévolo. Assim como seu personagem, o policial Ernesto Cardona, Gagliasso também segue o candomblé e não quis desrespeitar a religião. “Eu sou do candomblé, eu tenho Oxóssi do meu lado, Exu entrou com força agora. Pedi licença e foi muito bem aceita”, ele revelou em entrevista à revista Quem. Como uma das facetas do personagem é justamente sua religião, a série ainda contou com a consultoria do pesquisador e pai de santo Antônio Arruda. “Ele foi muito importante nessa preparação conosco, porque a gente sabe do perigo que é uma representação errada, deturpada ou tendenciosa das religiões de matriz africana”, disse Vicente Amorim, diretor do projeto. Na trama, Cardona inicia a perseguição a um traficante de drogas internacional na Bahia e vai parar na Espanha, onde se une a um agente local para tentar capturar o criminoso, conhecido como Santo, que ninguém nunca conseguiu identificar. O ponto de partida é um crime contra uma criança, o que mexeu muito com Bruno Gagliasso, que tem três filhos. O ator assume que algumas cenas foram mais difíceis de fazer. “Mexeu muito, mexeu muito comigo. Inclusive, teve um dia específico em que eu fiquei mal, chorei pra caramba. Eu, geralmente quando estou construindo um personagem, construo de dentro. Então, eu sinto [mesmo]”, admitiu. “Não tem jeito, não sei fazer de outra forma, eu não gosto. Então, mexeu muito comigo, e em uma cena específica eu tive uma crise mesmo.” Gagliasso explicou que fez uma preparação intensa para viver o papel. “A minha preparação é muito trabalhada em cima da verdade; eu uso os sentimentos e o que tenho dentro de mim. Foi visceral. Eu me arrisco a dizer que o Cardona também foi um dos personagens mais importantes e intensos da minha vida, não só na preparação”, descreveu. Por isso e pelos detalhes dos bastidores, o ator se disse orgulhoso da série. “Tenho muito orgulho de estar fazendo uma série espanhola, fazendo um personagem brasileiro, falando português, sendo dirigido por um diretor brasileiro que faz histórias no Japão, nos Estados Unidos, no Brasil, que é o caso do Vicente. Só me deu a certeza também de que o Brasil faz muito bem o seu trabalho.”

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    Diretor de “O Destino de uma Nação” fará série sobre Mussolini

    2 de setembro de 2022 /

    O cineasta Joe Wright, responsável pelo filme “O Destino de uma Nação” (2017) sobre Winston Churchill, vai dirigir a série “M”, sobre o ditador italiano Benito Mussolini. Baseada no livro “M – O Filho do Século”, de Antonio Scurati, a série vai mostrar o nascimento do fascismo na Itália e a ascensão de Mussolini. A atração foi escrita por Stefano Bises (“Gomorra”), em parceria com Davide Serino (“The Comedians”). Já a produção está a cargo de Lorenzo Mieli (“A Mão de Deus”). “O escritor [Scurati] entendeu e colocou no papel, com fatos e documentos e tudo, que Mussolini é o cara que criou o que hoje conhecemos como populismo e fascismo – foi ele e só ele.”, disse Mieli, em entrevista no Festival de Veneza, onde ele está lançando o seu novo filme, “Bones and All”, dirigido por Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”). O produtor também falou que escolheu Wright para comandar a série porque gostou da maneira como o cineasta abordou o tema da política em “O Destino de uma Nação”, retratando outro líder da 2ª Guerra Mundial. “Eu amo o jeito que ele lidou com a política e eu amo o jeito que ele muda de gênero.” Além disso, Mieli também falou sobre a importância da série, principalmente nos dias de hoje. “O fascismo é algo que hoje é relevante para todos. Tem sido relevante nas últimas décadas, mas é especialmente relevante agora em todo o mundo”, disse ele. “E é interessante porque, antes de Trump, os EUA e a cultura anglo-saxônica pensavam que o fascismo era algo que não estava no radar deles. Mas agora é. É por isso que escolhi um diretor anglo-saxão.” “M” ainda não tem previsão de estreia. Atualmente, Joe Wright está envolvido no filme “Stoner”, drama de época que será estrelada por Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”), atualmente em pré-produção.

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    “The Crown” define intérpretes de Príncipe William e Kate Middleton

    2 de setembro de 2022 /

    A série “The Crown” encontrou os intérpretes de Príncipe William e Kate Middleton, que serão apresentados na vindoura 6ª temporada da atração. A produção da Netflix escalou o ator Rufus Kampa para viver o príncipe na sua adolescência e Ed McVey para interpretá-lo no início da sua vida adulta. Já a personagem de Kate Middleton será vivida por Meg Bellamy. Os três são novatos nas telas. Embora seja o mais jovem, Kampa possui uma extensa carreira no teatro. McVey, por sua vez se formou na escola dramática de Londres em 2021. E Bellamy já fez participações em filmes amadores. Esse será o primeiro trabalho do trio na televisão. A trama da 6ª temporada vai abordar dois momentos da vida do Príncipe William. No primeiro, ele precisa lidar com a morte da sua mãe, a Princesa Diana. Já o segundo momento vai mostrar o seu relacionamento com Kate, desde que eles se conheceram quando estudavam História da Arte na Universidade de St Andrews, em Fife, na Escócia, em 2001. Casados ​​desde 2011, os dois agora são o Duque e a Duquesa de Cambridge. A 6ª temporada de “The Crown” começa a ser rodada ainda este ano, mas não tem previsão de estreia.

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    Nova série dos diretores de “Vingadores: Ultimato” vira uma das mais caras da História

    2 de setembro de 2022 /

    A série “Citadel”, produzida pelos irmãos Joe e Anthony Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”) para a Amazon, pode se tornar uma das séries mais caras já produzidas. Escrita pela dupla Josh Appelbaum e André Nemec (de “Missão: Impossível, Protocolo Fantasma”) e estrelada por Richard Madden (“Bodyguard”) e Priyanka Chopra Jonas (“Quantico”), “Citadel” é um thriller de espionagem que foi desenvolvido com o intuito de lançar derivados em outros países, como México, Índia e Itália. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, a atração sofreu muitos problemas nos seus bastidores, o que elevou consideravelmente o seu custo, além de ter passado por extensas refilmagens. Agora, a série de sete episódios, que já tinha custado pelo menos US$ 160 milhões, precisou adicionar pelo menos mais US$ 75 milhões ao seu orçamento. Parte desse orçamento elevado também é devido às medidas sanitárias que precisaram ser implementadas por causa do COVID-19 e que não foram calculadas quando o orçamento da série foi feito. Caso esses valores sejam confirmados, “Citadel” vai se tornar a segunda série mais cara da história, ficando atrás apenas de outra produção da Amazon: “O Senhos dos Anéis: Os Anéis do Poder”. No caso da série baseada no universo criador por J.R.R. Tolkien, só os direitos de produção custaram US$ 250 milhões e o custo da primeira temporada foi de pelo menos US$ 465 milhões de produção. Entretanto, aquela era uma marca conhecida, que provavelmente vai gerar o retorno esperado. No caso de “Citadel”, por ser uma produção original, o retorno esperado está apoiado quase que inteiramente nos nomes dos diretores. É claro que os irmãos Russo têm uma boa reputação, tendo comandado algumas das maiores bilheterias de todos os tempos enquanto trabalhavam na Marvel. A experiência deles no streaming também é bem-sucedida, visto que eles dirigiram o filme “Agente Oculto”, que se tornou o 4º filme original mais visto da Netflix, e produziram “Resgate” (6º filme mais visto na plataforma). Mas eles não são estranhos a problemas de produção e orçamentos inflados. Quando fizeram o filme “Cherry”, estrelado por Tom Holland para a Apple+, também estouraram o orçamento – e o filme não aconteceu. Ainda assim, o nome deles tem um peso grande. Não por acaso, quando a produção começou a dar problemas, a Amazon ficou do lado dos diretores. Relatos apontam que a empresa não gostou das primeiras cenas da série, produzidas sem muito envolvimento dos Russo, que na época estavam trabalhando no filme “Agente Oculto”. Assim que acabaram o seu trabalho para o streaming rival, os cineastas começaram a se envolver mais na série, o que gerou conflitos internos. Os irmãos Russo e a dupla de roteiristas, Appelbaum e Nemec, tinham visões muito diferentes para a atração. Uma pessoa familiarizada com o projeto disse que a versão do piloto de Appelbaum apresentava os espiões em meio a uma espetacular sequência de esqui e asa delta e depois avançava a história em cinco anos, mostrando os heróis sem memória da sua ocupação anterior. A versão dos Russo, por sua vez, já começava cinco anos depois, descartando toda a sequência de ação. Um conflito maior se estabeleceu entre Joe Russo e Josh Appelbaum, que culminou na demissão de Appelbaum. “O que deveria ter acontecido era que Joe tinha que ter se virado para Josh e dito: ‘Vamos nos reunir e consertar isso’”, disse uma fonte ligada ao projeto, que lamentou a ausência de diálogo entre os dois. Com a saída de Appelbaum, outros membros da equipe também abandonaram o projeto, entre eles, o diretor Brian Kirk (“Game of Thrones”), que comandou cinco dos sete episódios da temporada. Com isso, a Amazon contratou o roteirista David Weil (criador da série “Hunters”) para reescrever os roteiros e iniciar regravações. A direção ficou a cargo de Thomas Sigel, veterano diretor de fotografia (que trabalhou com os Russo no filme “Cherry”) e que já tinha comandado dois dos episódios de “Citadel”. Ainda que Sigel seja o diretor “oficial” das refilmagens, fontes também apontam que Joe Russo se envolveu ativamente na produção. “Citadel” atualmente está em pós-produção e ainda não tem previsão de estreia. Apesar dos problemas, Josh Appelbaum e André Nemec continuam envolvidos com a Amazon. Eles estão trabalhando no filme “Heads of State”, que será estrelado por Idris Elba e John Cena. Os irmãos Russo, por sua vez, estão trabalhando na ficção científica “Electric State”, desenvolvida para a Netflix, cujo orçamento também deve passar dos US$ 200 milhões.

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    Os Anéis de Poder: Conheça personagens e época da série de “O Senhor dos Anéis”

    2 de setembro de 2022 /

    A Amazon Prime Video lançou nesta sexta-feira (2/9) a série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, que marca um retorno à Terra Média e ao universo mágico criado pelo escritor J.R.R. Tolkien. Não se trata, porém, de uma adaptação fiel de um único livro do autor, mas de uma releitura de muitas das suas ideias expostas ao longo da toda a sua obra. Segundo o showrunner Patrick McKay, a Amazon “comprou os direitos de basicamente 10 mil anos da história da Terra Média”. Entretanto, o co-showrunner JD Payne deixou claro que a série não vai cobrir todo esse tempo, focando-se “apenas” num período de 3,4 mil anos, conhecidos como a Segunda Era. A história da Terra Média é dividida em quatro grandes eras. A primeira era de Arda (ou Terra) tem início quando Eru Ilúvatar (o Deus da Terra-média) cria os Elfos e termina com a queda de Morgoth, o primeiro Lorde das Trevas e chefe de Sauron. Esse período é descrito no livro “O Silmarillion”. Ainda que a Primeira Era tenha sido bastante explorada na obra de Tolkien, o escritor morreu antes de escrever muitos materiais sobre a Segunda Era. Tudo o que se sabe a respeito desse período vem de apêndices de “O Senhor dos Anéis”, de livros auxiliares aprovados pelo filho de Tolkien e de algumas informações espalhadas, como o capítulo “O Conselho de Elrond”, de “Sociedade do Anel”. A trama de “Os Anéis de Poder”, portanto, se passa antes dos eventos de “O Senhor dos Anéis” (que acontecem durante a Terceira Era), numa época de prosperidade para a Terra-Média. A Segunda Era é uma época de destaque para Númenor, um reino insular dos Homens e lar dos Númenorianos, uma nobre raça de guerreiros de dois metros de altura. Apesar de ser uma poderosa sociedade náutica, Númenor está condenada a ser engolida pelo mar. Os Númenorianos aparecem rapidamente no filme “A Sociedade do Anel” (2001), de Peter Jackson, na primeira cena, quando Elendil e Isildur se aproximam de Sauron. Essa cena também serve para encerrar a Segunda Era, com Isildur reivindicando o anel para si e condenando toda a Terra-Média. Além de Sauron, cuja presença na série – assim como nos filmes – deve ser mais sentida do que vista, alguns personagens bastante conhecidos de “O Senhor dos Anéis” devem aparecer em “Os Anéis do Poder”. Entre estes, o destaque vai para Elrond e Galadriel. Originalmente interpretados por Hugo Weaving e Cate Blanchett, respectivamente, esses personagens atravessam as três eras da Terra-Média (eles só não estão presentes na Quarta Era, pois essa é Idade dos Homens). “Anéis do Poder” vai acompanhar esses personagens na sua juventude, em encarnações muito diferentes daquelas vistas nos filmes. Conheça, então, alguns dos principais personagens de “Os Anéis do Poder”. GALADRIEL Interpretada por Morfydd Clark (“Saint Maud”), Galadriel é uma das Elfas mais poderosas da Terra-Média. Deixando de lado a sua qualidade etérea vista em “A Sociedade do Anel”, “Os Anéis do Poder” vai mostrar o lado guerreiro da personagem. ELROND O Elrond interpretado por Robert Aramayo (“Game of Thrones”) será visto como o mais jovem dos Elfos. Ele ainda não se reconciliou com seu passado e com aquilo que se espera dele. O pai e a mãe de Elrond salvaram o mundo e o irmão dele criou os Númenor, o que coloca bastante pressão nos ombros do jovem. ARONDIR Vivido pelo ator Ismael Cruz Córdova (“The Undoing”), Arondir é um elfo originário das Terras do Sul, de onde ele vigia os humanos alinhados a Sauron. Na série, ele terá um romance com uma humana. CELEBRIMBOR Vindo de uma longa linhagem de joalheiros, Celebrimbor (interpretado por Charles Edwards, de “The Crown”), é o Lorde de Eregion e é o joalheiro mais famoso de seu tempo. Nas histórias de Tolkien, Celebrimbor foi manipulado para forjar os Anéis de Poder por Sauron. ELENDIL Interpretado por Lloyd Owen (“Apollo 18 – A Missão Proibida”), Elendil é um humano originário de Númenor. O personagem é uma espécie de herói relutante, que tenta conciliar o seu lado político com a sua necessidade de manter a sua família segura. ISILDUR Personagem já conhecido dos fãs de “O Senhor dos Anéis”, Isildur foi aquele que não conseguiu destruir o Um Anel quando teve a chance. Em vez disso, ele cedeu à própria ganancia e ficou com o Anel para si – o que causou a sua morte. A série vai mostrar a juventude do personagem, apresentando-o como uma espécie de “rebelde sem causa”, conforme explica o seu intérprete, Maxim Baldry (“Hollyoaks”). Também originário de Númenor, o Isildur de “Os Anéis do Poder” está em busca de algo novo, mas não sabe exatamente o quê. GIL-GALAD O personagem foi o último Alto Rei dos Noldor, uma das principais divisões dos Elfos. Ele foi um dos Elfos que lutaram na batalha contra Sauron, com o intuito de destruir o Um Anel. Na série, Gil-Galad será interpretado por Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”). DURIN IV E DISA Interpretados por Owain Arthur (“O Grande Ivan”) e Sophia Nomvete (“Swashbuckle”), Durin IV e Disa são o rei e a rainha das Minas de Mória, vista em “A Sociedade do Anel” como um local destruído. Aqui, porém, as minas estarão em pleno funcionamento, graças ao governo do casal. NORI, POPPY, LARGO E MARIGOLD BRANDYFOOT Embora a obra de Tolkien não destaque a participação dos hobbits durante essa época, os showrunners da atração encontraram um jeito de trazer esses amados personagens de volta. Nori, Poppy e Marigold Brandyfoot são representantes da raça “Pés-Peludos” (Harfoots). Nori (interpretada por Markella Kavenagh, de “Picnic at Hanging Rock”) é descrita como uma personagem resoluta, curiosa e inquisitiva. Poppy (Megan Richards, de “Wanderlust – Navegar é Preciso”), por sua vez, é mais cautelosa e observadora. Já Largo (Dylan Smith, de “I Am the Night”) e Marigold (Sara Zwangobani, de “Home and Away”) são os líderes da tribo dos “Pés-Peludos” e têm dificuldade em conciliar a personalidade da sua filha Nori. BRONWYN A personagem humana Bronwyn (interpretada por Nazanin Boniadi, de “Atentado ao Hotel Taj Mahal”) será o interesse romântico do elfo Arondir. Ela também é a curandeira da vila de Tirharad. THEO Filho de Bronwyn, Theo (Tyroe Muhafidin, de “Caravan”) também é residente na vila de Tirharad. Embora não tenham sido divulgados muitos detalhes a respeito do personagem, é possível que ele tenha bastante importância para a história, um vez que ele é visto empunhando uma espada quebrada que também foi usada como pôster da atração. HALBRAND Vivido por Charlie Vickers (“Medici: Mestres de Florença”), Halbrand é um membro das Terras do Sul, um povo que está sendo punido por lutar do lado errado da guerra no final da Primeira Era. Ele tenta deixar o seu passado para trás e recomeçar a sua vida, e sua jornada o leva até Galadriel. EÄRIEN Humana originária de Númenor, Eärien (intepretada por Ema Horvath, de “A Forca Ato II”) é a irmã mais nova de Isildur. Seu nome significa “Filha do Mar”, o que indica a sua relação com a ilha onde ela mora. PHARAZÔN Chanceler de Númenor, Pharazôn (Trystan Gravelle, de “Mr Selfridge”) governa a ilha no lugar de seu pai doente, Tar-Palantir. Ele tem um profundo amor por seu povo e pela sua família, e tem grandes planos políticos para Númenor. KEMEN Filho de Pharazôn, Kemen (Leon Wadham, de “The Bad Seed”) deseja seguir os passos do seu pai, mas não tem a experiência. Ele tem muita paixão pela política, mas pouco conhecimento, e usa o seu charme a seu favor.

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    “O Senhor dos Anéis” mostra seu poder. Veja as melhores séries da semana

    2 de setembro de 2022 /

    A chegada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” ao streaming tem o impacto de um blockbuster cinematográfico. É a série mais cara já feita e isso fica evidente em cada cena apresentada. O fato de ser lançada numa entressafra da programação de cinema é ainda mais significativo, demonstrando que séries podem tirar o lugar dos filmes no topo do entretenimento audiovisual. Fãs de produções épicas também tem a opção de “Domina”. Mas a programação de estreias da semana também se destaca por ser bastante musical, com séries de ficção sobre o surgimento do punk inglês e do rap alemão, além de uma obra documental sobre o funk brasileiro. Além disso, há true crime com Armie Hammer, desenhos cults, comédia e suspense. Confira abaixo as 10 melhores séries que chegam ao streaming nesta semana.   | O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DO PODER | AMAZON PRIME VIDEO   A série mais cara da história da televisão, que teria custado mais de US$ 750 milhões – fala-se em US$ 1 bilhão – para ser produzida, chega às telas como um espetáculo visual deslumbrante, que combina locações de tirar o fôlego na Nova Zelândia com efeitos de computação impressionantes para materializar uma fantasia tão envolvente quanto os filmes de Peter Jackson. A trama inédita, concebida pela dupla Patrick McKay e J.D. Payne (de “Star Trek: Discovery”), acompanha um grupo de personagens, novos e familiares, que precisam se unir para confrontar o ressurgimento do mal na Terra Média. Liderando os personagens está a jovem Galadriel (Morfydd Clark), que ao pressentir o perigo inicia uma jornada que apresenta a forja dos Anéis de Poder, o surgimento de Sauron e a aliança entre homens e elfos. Os dois primeiros episódios, dirigidos por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), mapeiam os diferentes povoados, incluindo vilas de anões e pés-peludos, para explicar quem são os novos personagens e suas motivações. Cada núcleo tem seus próprios dramas, conflitos e aventuras, que precisam entrar em rota de convergência. São pelo menos 20 personagens, interpretados por nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. Com uma narrativa de fôlego, materializada com o que existe de mais avançado em efeitos, e uma equipe técnica de dar inveja em muito blockbuster, o resultado é uma fotografia, figurino e cenografia para vencer tudo no Emmy 2023. É realmente o maior épico já feito para a telinha. Mas não veja na telinha. Veja na maior Smart TV possível.   | DOMINA | HBO MAX   Quem gosta de épicos históricos precisa acompanhar a série britânica, gravada na Itália, sobre Livia Drusilla, a primeira Imperatriz de Roma. E o bom da produção original da Sky chegar pela HBO Max é que ela pode ser encarada como sequência dos eventos da premiada série “Roma” (2005–2007), da HBO. Criada e escrita por Simon Burke (“Fortitude”) e dirigida pela cineasta australiana Claire McCarthy (“Ophelia”), a história segue o percurso de Livia, dos tempos de jovem ingênua que vê o seu mundo desmoronar após o assassinato de Júlio César, até seu segundo casamento com o sobrinho de César, Caio Otávio – que vai à guerra contra Marco Antônio para inaugurar o Império Romano – , impulsionada por um desejo profundo de vingar a família e assegurar o poder para seus filhos. O elenco central destaca a polonesa Kasia Smutniak (“Devils”) como Livia e o inglês Matthew McNulty (“The Terror”) como Caio, o futuro imperador Otávio Augusto. O elenco também inclui Liam Cunningham (“Game Of Thrones”), Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”), Christine Bottomley (“The End of the F***ing World”), Colette Tchantcho (“The Witcher”), Ben Batt (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Enzo Cilenti (“Free Fire”) e Claire Forlani (“A Cinco Passos de Você”). Detalhe: já está renovada para a 2ª temporada.   | PISTOL | STAR+   A minissérie sobre a banda Sex Pistols tem direção de Danny Boyle (“Trainspotting”) e faz uma recriação detalhista da época do nascimento do punk rock. Mas divide opiniões por ser baseada em “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro de Steve Jones, que acaba dando mais destaque para o guitarrista que o incendiário empresário Malcolm McLaren e o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), verdadeiros mentores da banda. A trama destaca a trupe punk original, que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood (então namorada de McClaren), e recria shows históricos e lendas conhecidas, como a substituição do baixista Glen Matlock por Sid Vicious, que não sabia tocar seu instrumento. O roteiro é assinado por Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce (responsável por outra obra deste período: o filme “A Festa Nunca Termina”), e o elenco inclui Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Paul Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock, Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious, Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como McLaren e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série.   | ALMOST FLY | HBO MAX   Os produtores da série cult alemã “Dark” traçam os primórdios do hip-hop alemão nesta minissérie de comédia, passada em 1990. Logo após a queda do muro de Berlim, três adolescentes nerds descobrem o rap, graças à presença de uma base do Exército dos EUA estabelecida perto de sua escola. Inspirados pelo novo som, eles resolvem montar uma banda, enquanto lidam com questões de identidade, amizade e o fato de poucos os levaram a sério. Roteiro e direção são de Florian Gaag, que fez o documentário “Wholetrain” (2006) sobre grafiteiros da Alemanha e consegue capturar com perfeição o espírito da época retratada.   | AS FALSIFICADORAS | NETFLIX   A comédia segue duas melhores amigas adolescentes que acidentalmente constroem um império criminal de identidades falsas. Zoe é um pouco nerd e socialmente desajeitada, e faz sua primeira identidade falsa para poder estudar na biblioteca da universidade. Becca é uma garota festeira e rica, que prefere beber a estudar, mas para isso também precisa de uma identidade falsa. As duas logo percebem que são boas nisso e começam a receber encomendas. Mas quando um sócio suspeito se junta ao negócio, a situação sai do controle. Combinando festas com esquemas ilegais, que vão da diversão à violência, a criação de David Turko (produtor de “Warrior Nun”) tem uma narrativa ousada para seu público alvo, com brincadeiras cronológicas, quebra da quarta parede e versões alternativas de fatos anteriormente exibidos, além de muito (bom) hip-hop canadense obscuro. O elenco destaca Emilija Baranac (a Midge de “Riverdale”) como Zoe e Jennifer Tong (“Grand Army”) como Becca, além de Matreya Scarrwener (“Imaginary Mary”) como uma funcionária das duas que rouba todas as cenas e o mais conhecido Richard Harmon (o Murphy de “The 100”).   | O DIABO EM OHIO | NETFLIX   A minissérie de terror destaca em seu elenco a atriz Emily Deschanel, estrela de “Bones”. Ela vive uma psiquiatra que abriga uma jovem (Madeleine Arthur, de “The Magicians”) em fuga de uma seita misteriosa, sem perceber que esse gesto pode colocar a própria família em risco. A trama é supostamente inspirada em uma história real, que virou um best-seller homônimo de Daria Polatin. A própria autora escreveu a adaptação.   | BEAVIS & BUTT-HEAD | PARAMOUNT+   A dupla icônica da MTV dos anos 1990 está de volta numa nova série, mas sem os clipes que marcaram sua existência. Lançada em 1993, a animação “Beavis e Butt-Head” teve grande impacto na cultura pop, ao trazer dois adolescentes roqueiros comentando clipes de bandas da época. A série durou sete temporadas e foi exibida até 1997 na MTV. Acabou saindo do ar quando o consumo de clipes – e a própria MTV – começou a declinar. O criador da série original, Mike Judge, continua a frente da atração. Ele retorna como diretor, roteirista e dublador dos personagens – que além da série ganharam um novo filme, “Beavis & Butt-head Do the Universe”, também disponível na Paramount+.   | THE VENTURE BROS | HBO MAX   A HBO Max liberou mais um tesouro do baú de preciosidades do Adult Swim. A série dos Irmãos Ventura foi exibida de 2003 à 2018 na faixa adulta do Cartoon Network e chega completa (com sete temporadas) ao streaming. Paródia dos desenhos clássicos de Jonny Quest dos anos 1960, a atração criada por Chris McCulloch (“The Tick”) acompanhava as estranhas aventuras animadas do cientista Rusty Venture, seu guarda-costas e seus dois filhos entusiasmados, que enfrentavam uma variedade de inimigos, mas principalmente o terrível Monarca, um supervilão que adotava um uniforme de borboleta. O humor adulto com clichês de desenhos infantis foi aclamado pela crítica e deve retornar em breve num longa-metragem, atualmente em desenvolvimento para o streaming.   | FUNK.DOC: POPULAR & PROIBIDO | HBO MAX   O premiado cineasta e documentarista Luiz Bolognesi (“A Última Floresta”) assina a série sobre a história do funk brasileiro, que traz depoimentos de vários outros expoentes do gênero musical, como Ludmilla, Kondzilla, Valesca Popozuda, Bonde do Tigrão e até uma das últimas entrevistas concedidas por Mr. Catra (1968–2018), buscando traçar um retrato completo do funk nacional. São ao todo cinco episódios, que traçam as origens do gênero, sua aproximação com a violência, a estética de forte carga sexual e sua influência crescente na música internacional.   | HOUSE OF HAMMER | DISCOVERY+   A série documental de “true crime” parte dos escândalos que abalaram a carreira do ator Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”) para abordar o histórico sombrio de sua família. O astro viu sua carreira implodir em janeiro de 2021, após virem à tona mensagens privadas em que se confessava canibal, seguidas dois meses depois pelo processo de uma ex-namorada, identificada como Effie, por estupro e violência sexual, com elementos de tortura. Além de abordar as denúncias de abuso, com a exposição de mensagens de celular do ator sobre atos violentos e canibalismo, a produção também destaca uma denúncia de Casey Hammer, tia de Armie, sobre tudo o que há de errado em sua família, com revelações de segredos de várias gerações de Hammers, donos de um império de petróleo envolvidos com histórias escabrosas, escândalos sexuais, financeiros, de luta de poder e de vício.

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