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  • Série

    Aaron Paul sugere que pode voltar ao papel de Jesse Pinkman em Better Call Saul

    27 de janeiro de 2017 /

    Após a volta de Gus Fring, o personagem de Giancarlo Esposito em “Breaking Bad”, ser confirmada em novos episódios de “Better Call Saul”, outro protagonista da série clássica por reaparecer na trama do spin-off. Em entrevista concedida a Ellen DeGeneres, o ator Aaron Paul, intérprete de Jesse Pinkman, mencionou a possibilidade de participar de “Better Call Saul”. Questionado pela apresentadora, ele deixou no ar, misteriosamente: “Deus, eu espero que sim. Talvez eu já tenha gravado. Nós apenas — quer dizer, eles apenas — terminaram de gravar a [próxima] temporada”, revelou, mostrando-se inteirado com a produção. Será que um segredo foi revelado? Lançada em 2015, “Better Call Saul” é um spin-off de “Breaking Bad” centrado no advogado picareta Saul Goodman (Bob Odenkirk), quando ele ainda era o advogado bem-intencionado Jimmy McGill. A 3ª temporada começará a ser exibida em 10 abril. No Brasil, “Better Call Saul” é disponibilizada pelo serviço de streaming Netflix, com estreia um dia após a exibição nos EUA.

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  • Série

    Amazon desiste de produzir série de comédia de Sacha Baron Cohen

    26 de janeiro de 2017 /

    Após encomendar a produção de “Highston”, uma nova série de comédia criada por Bob Nelson (roteirista de “Nebraska”), produzida pelo ator Sacha Baron Cohen (“O Ditador”) e dirigida pelo casal de cineastas Jonathan Dayton e Valerie Faris (“A Pequena Miss Sunshine”), a Amazon desistiu do projeto. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a produção foi interrompida e o motivo não foi divulgado. Na única declaração oficial, Joe Lewis, chefe de desenvolvimento do Amazon Studios disse: “Nós amamos Bob, Jon e Val, ambos os produtores chamados Todd e o elenco incrivelmente talentoso. Infelizmente, nem toda série funciona”. Vale observar que o nome de Sacha Baron Cohen foi omitido. “Highston” iria girar em torno de um rapaz de 19 anos chamado Highston Liggetts (Lewis Pullman), que tem muitos amigos famosos. O problema é que só ele conseguia vê-los. Seus pais o forçam a procurar ajuda psiquiátrica, mas o seu tio acha que ele está bem. O piloto contava ainda com a participação de Shaquille O’Neal e do baixista Flea, da banda Red Hot Chili Peppers.

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  • Série

    Série derivada dos X-Men, Legion ganha 20 fotos “psicodélicas”

    26 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano FX divulgou 20 fotos dos personagens de “Legion”, série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. O visual tem forte influência sessentista, dividindo-se entre uma estética mod e iluminação psicodélica. A trama gira em torno de David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), um rapaz atormentado por muitas vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em 8 de fevereiro, com exibição simultânea no Brasil pela Fox. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.

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  • Série

    É oficial: Nina Dobrev está confirmada no final de The Vampire Diaries

    26 de janeiro de 2017 /

    Após meses de especulação e agonia entre os fãs, Nina Dobrev finalmente confirmou seu retorno para participar do episódio final da série “The Vampire Diaries”. A atriz postou uma foto do script do último episódio da série com seu nome, intitulado “I Was Feeling Epic” – uma frase dita pela queridinha Lexi (Arielle Kebbel) na 1ª temporada. Veja abaixo. Dobrev deixou a série no final da 6ª temporada em 2015, optando por não renovar seu contrato. Mas sua personagem, Elena Gilbert, não morreu. Ela foi deixada num transe profundo pelo bruxo Kai (Chris Wood), como vingança contra Damon (Ian Somerhaulder), com a condição de só despertar com a morte de Bonnie (Kat Graham). A resolução desse impasse deve marcar o desfecho da atração. “Estou animadíssima por poder encerrar a série do jeito que sempre quisemos, com Nina de volta para nos ajudar a dizer adeus”, disse a showrunner Julie Plec, em comunicado. Ela escreveu o episódio final da série com o co-criador Kevin Williamson (que também é o criador da franquia de terror “Pânico”). No comunicado, Williamson ainda acresceu que “o episódio de despedida será verdadeiramente épico”. O último episódio da série, após oito temporadas, irá ao ar no dia 10 de março nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago MTV. I know it's Thursday, but this is not a TBT. #BackOnSet #TVDForever Uma foto publicada por Nina Dobrev (@ninadobrev) em Jan 26, 2017 às 9:19 PST

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  • Série

    Kristen Wiig vai participar da série O Último Cara da Terra

    26 de janeiro de 2017 /

    A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) vai participar da série “O Último Cara da Terra” (The Last Man on Earth). Segundo o site TVLine, ela interpretará uma personagem recorrente na 3ª temporada, mas não há mais informações a respeito de seu papel. A participação marcará um reencontro entre a atriz e Will Forte, o astro e criador da série, após trabalharem juntos no humorístico “Saturday Night Live”. Outros astros famosos que já deram as caras em “The Last Man on Earth” incluem Will Ferrell (também ex-“SNL” e “Pai em Dose Dupla”) Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Jon Hamm (série “Mad Man”) e Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”). Atualmente em hiato, “O Último Cara da Terra” retorna com a segunda parte de sua 3ª temporada no dia 5 de março. No Brasil, a série passa no canal pago FX.

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  • Série

    Bryan Singer vai dirigir o piloto da série dos X-Men para a Fox

    25 de janeiro de 2017 /

    O cineasta Bryan Singer vai dirigir o piloto da nova série dos “X-Men”, que a rede Fox pretende lançar no fim do ano. A informação é do site The Hollywood Reporter. Singer já fazia parte da equipe dos produtores – assim como participa da produção de “Legion”, primeira atração derivada dos quadrinhos de super-heróis mutantes da Marvel. Mas o fato de assumir também a direção significa que o piloto não será barato. Afinal, o diretor está acostumado a transformar os filmes dos “X-Men” em superproduções repletas de efeitos visuais. Este será o terceiro piloto da carreira do cineasta, que anteriormente assinou os episódios iniciais de “House” (2004) e “Battle Creek” (2015). Sua participação já garante que a atração, ainda sem título, seguirá o padrão estético estabelecido nos longa-metragens. Criada por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), a série vai girar em torno de uma família que descobre o gene mutante em seus filhos. Forçada a fugir de um governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas, os protagonistas acabam se unindo a um grupo clandestino de mutantes, que precisa lutar para sobreviver. Além de Singer e Nix, a produção ainda conta com os executivos dos filmes, Lauren Shuler Donner e Simon Kinberg, mais os responsáveis pelas séries da Marvel, Jeph Loeb e Jim Chory. Por enquanto, a Fox deu sinal verde apenas para a produção do primeiro episódio, que precisará ser aprovado para virar série. Mas tem sido regra que, quanto maior o investimento, menores são as chances de reprovação. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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    13 Reasons Why: Série teen produzida por Selena Gomez ganha primeiro teaser

    25 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da série “13 Reasons Why”, produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”). Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a trama gira em torno do adolescente Clay, que recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. O protagonista é vivido por Dylan Minnette (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”) e a suicida é interpretada pela novata australiana Katherine Langford. O elenco jovem ainda inclui Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”), Ross Butler (“Teen Beach 2”) e o brasileiro Henry Zaga (série “Teen Wolf”). Entre os adultos, o destaque fica com Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador da estudante. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, assina os dois primeiros capítulos da atração. Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série estreia em 31 de março.

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    Mary Tyler Moore (1936 – 2017)

    25 de janeiro de 2017 /

    Morreu a atriz Mary Tyler Moore, estrela da série pioneira que levava seu nome, vencedora de seis prêmios Emmy e indicada a um Oscar de Melhor Atriz por “Gente como a Gente” (1980). Ela faleceu nesta quarta (25/1), aos 80 anos. “Hoje, nosso amada e icônica Mary Tyler Moore faleceu aos 80 anos na companhia de amigos e de seu marido por 33 anos, Dr. S. Robert Levine”, disse sua agente Mara Buxbaum em comunicado. “Uma grande atriz, produtora e apaixonada defensora da Fundação pela Pesquisa da Diabetes Juvenil, Mary vai ser lembrada como uma destemida visionária que transformou o mundo com seu sorriso.” O sorriso marcante da atriz era mencionado na música-tema (“Quem pode ligar o mundo com seu sorriso?”) da série batizada com seu nome. Mas muito antes disso já chamava a atenção na TV. Afinal, sua carreira começou como atriz mirim, em comerciais dos anos 1950. Nascida no Brooklyn, em Nova York, em 1936, Mary se mudou com a família para Los Angeles quando tinha 8 anos. O sonho de infância de virar dançarina acabou se tornando seu primeiro papel, escalada como bailarina em diversas séries e filmes, antes de ter direito às primeiras falas. Ela rodopiou por inúmeras atrações sem chamar atenção, até cair nas graças do produtor Carl Reiner, que lhe deu seu primeiro personagem fixo na série “The Dick Van Dyke Show”. Mary despontou para o estrelato ao interpretar uma dona de casa suburbana, apesar de ter só 25 anos, casada com Dick Van Dyke, 11 anos mais velho que ela. Exibida entre 1961 e 1966, na rede americana CBS, “The Dick Van Dyke Show” também marcou seu primeiro choque com o conservadorismo americano. Afinal, ela aparecia na série de calças capri, em vez de vestidos. Os mais velhos reclamaram. E as calças viraram moda. Sucesso de público, a personagem Laura Petrie lhe rendeu sua primeira indicação ao Emmy em 1963, seguida por duas vitórias na premiação, em 1964 e 1966, que abriram as portas de Hollywood. E foi amor à primeira vista. O famoso sorriso de Mary chegou a roubar as cenas de Julie Andrews na comédia “Positivamente Millie” (1967), seduzir George Peppard em “À Caça de um Clandestino” (1968) e encantar até Elvis Presley em “Ele e as Três Noviças” (1969). A fama atingiu proporções tão grandes que os produtores da rede CBS lhe propuseram um negócio que poucas mulheres poderiam esperar naquela época: sua própria série, com seu nome, com ela própria produzindo, a partir de sua empresa, que ela ainda não tinha. Se o negócio a transformava numa das mulheres mais poderosas da indústria do entretenimento, “The Mary Tyler Moore Show”, que no Brasil foi exibida simplesmente como “Mary Tyler Moore”, também impressionou pela ousadia de sua temática feminista. O título confundia muita gente no Brasil, já que a personagem se chamava Mary Richards. Mas a mensagem não deixava dúvidas: aquela Mary era uma mulher sensacional. Ainda era 1970, e enquanto a maioria das atrizes da TV interpretava donas de casa, Mary era definitivamente solteira e não buscava um marido como objetivo de vida. Ao contrário, sua dedicação era ao trabalho e às amigas, ainda que a descrição da personagem dizia que ela não tinha “sorte no amor”. Primeira mulher independente da TV americana, Mary Richards era uma jornalista recém-chegada na cidade de Minneapolis, que conseguia um emprego numa estação de TV local. Na verdade, era tão incomum ver mulheres trabalhando em redações de telejornais, que Mary foi a primeira profissional feminina do programa fictício da série, e precisou enfrentar muito machismo para ser levada a sério. Sua personagem inclusive cobrava igualdade salarial aos colegas de trabalho do sexo masculino. Mas “Mary Tyler Moore” também mostrava a vida da personagem nas horas de folga, revelando a amizade com a senhoria idiossincrática, a vizinha fashionista e outras mulheres em diferentes estágios de vida, apresentando temas até então inéditos na TV, como – escândalo! – o uso de anticoncepcionais. O programa virou ícone feminista, mas também representou como poucos o zeitgeist da década de 1970. O mais impressionante é que o pioneirismo não espantou o público. Ao contrário, “Mary Tyler Moore” ficou no ar entre 1970 e 1977, rendendo grande audiência e mais prêmios para atriz. Ela concorreu ao Emmy durante todos os anos em que a série foi exibida, vencendo em mais três oportunidades. O sucesso foi tanto, que se desdobrou numa coleção de spin-offs, dedicados à amiga fashionista Rhoda (Valerie Harper), à senhoria Phyllis (Cloris Leachman) e ao editor Lou Grant (Edward Asner). Logo ao final da produção, a atriz despontou no cinema, vivendo uma mãe amargurada pela morte do filho mais velho no drama “Gente como a Gente” (1980), estreia na direção do ator Robert Redford. Pelo papel, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. A produção acabou vencendo o Oscar de Melhor Filme e Direção, e não falta, até hoje, quem considere estes prêmios um equívoco provocado pelo carisma de Redford, querido em Hollywood – “Gente como a Gente” e Redford venceram simplesmente a obra-prima “O Touro Indomável” e seu cineasta, Martin Scorsese. Em paralelo à produção, Richie, seu filho do primeiro casamento, morreu devido ao disparo acidental de uma espingarda, aos 24 anos. “Gente como a Gente” virou gente como Mary Tyler Moore. E ela sentiu o baque. Seja por qual motivo, o fato é que, o que parecia um começo promissor para sua carreira cinematográfica, acabou dando em nada. Ela teve apenas outro papel de protagonista no cinema, em “Só Entre Amigas” (1986), de Allan Burns, e pouquíssimos trabalhos de coadjuvante. A atriz também não conseguiu emplacar outra série de sucesso, mesmo usando seu nome (“The Mary Tyler Moore Hour” e “Mary”) como chamariz. Entretanto, sempre que a CBS produzia um especial de reencontro do elenco da “Mary Tyler Moore” original, a audiência disparava. Foram vários, entre eles um especial de aniversário de 20 anos, exibido em 1991, e um telefilme de duas horas, “Mary and Rhoda” (2000), que mostrava o que tinha acontecido com as duas grandes amigas, 30 anos depois. O sucesso desta produção rendeu nova reunião com todo o elenco, dois anos depois. A verdade é que a TV continuou cultivando a idolatria da série por anos a fio, a ponto de realizar um reencontro informal há pouquíssimo tempo, com todo as atrizes originais num episódio do sitcom “Calor em Cleveland” (Hot in Cleveland), exibido em 2013. Além de trabalhar como atriz, Mary experimentou colocar em prática o modo de vida que pregava diante das câmeras. Virou uma empresária bem-sucedida, após a companhia que criou para produzir “Mary Tyler Moore” em 1970, a MTM Enterprises, lançar novos sucessos nos anos 1980, como as séries aclamadas “Bob Newhart Show” e “Hill Street Blues”, além de produzir vários espetáculos na Broadway. O negócio foi vendido em 1988 por US$ 320 milhões, quando ela decidiu se “aposentar”. Com o dinheiro, passou a trabalhar apenas por prazer, fazendo o que realmente tivesse vontade. Com o tempo livre, Mary escreveu duas autobiografias, em que revelou os bastidores de sua tumultuada vida pessoal, reconhecendo ser alcóolatra, além de relatar o perigo que isso representava por sofrer de diabetes. Em 2011, ela foi diagnosticada com um tumor no cérebro, passou por uma cirurgia para a retirada de um meningioma – tumor benigno que se desenvolve nas meninges – , e parecia recuperada. A causa de sua morte não foi informada. Relembre abaixo o episódio piloto de “Mary Tyler Moore” e a versão punk rock de Joan Jett para a música-tema da atração.

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  • Série

    Once Upon a Time também terá episódio musical

    25 de janeiro de 2017 /

    Depois do anúncio do crossover musical de “The Flash” e “Supergirl”, a série “Once Upon a Time” também prepara o seu episódio musical. De acordo com o site TVLine, a equipe já estaria trabalhando num capítulo especial, com música e coreografia, que deve ir ao ar na segunda metade da 6ª e atual temporada. A ideia de fazer um episódio musical é um desejo antigo dos produtores. O cocriador Edward Kitsis chegou a expressar essa vontade há mais de um ano, na Comic-Con de San Diego de 2015, mas na ocasião confessou que “não sabia nem por onde começar”. Quanto a quem pode ou não cantar, Jennifer Morrison (intérprete de Emma) revelou ao TVLine que praticamente todo o elenco tem experiência em musicais, citando nominalmente Josh Dallas (David/Príncipe Encantado), Ginnifer Goodwin (Mary Margaret/Branca de Neve), Robert Carlyle (Rumple), Lana Parrilla (Regina/Rainha Má) e Colin O’Donoghue (Capitão Gancho). A série presta homenagem aos personagens dos desenhos animados das fábulas da Disney, onde nunca faltaram cantorias. Mas, até o momento, a rede ABC não confirmou os planos para um episódio especial com música e dança. Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” retorna em março nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Salem
    Série

    Comercial do último episódio de Salem promete o diabo e mostra Marilyn Manson

    24 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano WGN America divulgou o comercial do último episódio da série “Salem”, produção de bruxas do século 17, que chega ao final na quarta-feira (25/1), após três temporadas. Em meio a cenas de sangue, trevas, Marilyn Manson e o próprio diabo, o narrador usa “voz de terror” para afirmar que “todo o inferno se liberta” no capítulo final. Manson entrou na série justamente na 3ª temporada, no papel do “barbeiro/cirurgião” da cidade de Salem, chamado Thomas Dinley. Mas seu relacionamento com os produtores é mais antigo, já que canta a música tema da abertura. A série se passa no século 17, na cidade americana que ficou famosa pela execução de mulheres acusadas de bruxaria. Só que na trama, as bruxas são reais. Malvadas no começo da atração, elas se tornam a última esperança da humanidade para deter os planos do diabo, que as traiu. Em vez de trazer o paraíso livre da hipocrisia puritana, conforme o desejo das bruxas, o malvado decide simplesmente espalhar morte e destruição. Criada pelos roteiristas-produtores Adam Simon (“Evocando Espíritos”) e Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”), “Salem” foi a primeira série original do WGN America. Seu sucesso permitiu ao canal entrar nesse mercado competitivo com a encomenda de novas produções, como “Manhattan”, que durou só duas temporadas, “Underground” e “Outsiders”.

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  • Série

    Desventuras em Série é um dos maiores sucesso da Netflix

    24 de janeiro de 2017 /

    A Neflix encontrou um novo sucesso com o lançamento de “Desventuras em Série”, a série infantil que adapta a coleção literária conhecida, em inglês, como “Lemony Snicket’s A Series of Unfortunate Events”. Embora a plataforma não divulgue seus dados, outras empresas encontraram formas de medir sua audiência. E, segundo a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, “Desventuras em Série” atraiu em média 3,7 milhões de assinantes americanos por minuto. Em termos de comparação, o resultado é superior à audiência que a mesma empresa registrou para as séries de streaming de super-heróis da Marvel. A 1ª temporada “Luke Cage” teria atingido 3,3 milhões de espectadores por minuto, enquanto a 2ª de “Demolidor” foi vista por 3,2 milhões. Em todo o catálogo da Netflix, apenas três séries teriam mais audiência: a 1ª temporada de “Fuller House” (7,3 milhões), a 4ª de “Orange Is the New Black” (5,8 milhões) e o revival “Gilmore Girls: Um Ano para Recordar” (4,8 milhões). Essa medição considera a média de espectadores ligados a cada minuto nas séries originais da Netflix nos três primeiros dias após a disponibilização das temporadas na plataforma de streaming. Os números não são um indicativo definitivo, mas, como a Netflix não dá maiores pistas do que é sucesso em seu serviço, servem, ao menos, como um parâmetro.

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  • Série

    Astro de Vikings vai viver Wyatt Earp em série que ele próprio criou

    23 de janeiro de 2017 /

    O ator Travis Fimmel, que estreou as quatro primeiras temporadas da série “Vikings” como Ragnar Lothbrok, vai viver outra figura histórica na televisão. Ele fechou uma nova parceria com o canal History para interpretar Wyatt Earp, que foi um dos mais famosos homens da lei do Velho Oeste americano. “Travis é um ator notável e estamos honrados em continuar nosso relacionamento com ele depois de sua recente interpretação magnética em ‘Vikings’”, disse Arturo Interian, executivo de programação do History, em comunicado. O projeto é do próprio ator, que escreveu o primeiro episódio e vai produzir e estrelar a série. Ainda sem um título nem uma data prevista de produção, o projeto é na verdade uma antologia sobre personagens famosos da história americana, focando em anti-heróis. “Sempre fui fascinado com o que motiva as transgressões das pessoas e o que as leva em jornadas escandalosas de infâmia”, disse Fimmel. “Quero reexaminar histórias que as pessoas acham que conhecem, sem ter aquele olhar romântico de Hollywood e deixar o público decidir por si mesmos se pessoas como Wyatt Earp foram pecadoras ou vítimas de circunstâncias da vida”. O arco dedicado a Wyatt Earp acompanhará sua vida desde seus dias na violenta Dodge City, com destaque para seus complexos relacionamentos com Doc Holliday e Bat Masterson, além da história real por trás do lendário tiroteio no curral OK.

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  • Etc,  Série

    Stephen Colbert vai apresentar a premiação do Emmy 2017

    23 de janeiro de 2017 /

    A cerimônia do Emmy Awards 2017 só vai acontecer em setembro, mas a rede CBS se antecipou e já anunciou quem será o apresentador da premiação: Stephen Colbert. A escolha resulta num fato curioso. Colbert será o quarto comediante e apresentador de programa noturno de entrevistas a comandar uma grande premiação norte-americana em 2017. Os outros são Jimmy Fallon, que já fez o Globo de Ouro, Jimmy Kimmel, que apresentará o Oscar e James Corden, selecionado pelo Grammy. “Será o maior público a testemunhar o Emmy, ponto final. Tanto pessoalmente como ao redor do mundo”, declarou Stephen Colbert, ao revelar sua participação, e já fazendo uma piada em referência à primeira mancada do secretário de imprensa da presidência dos Estados Unidos, Sean Spicer. O porta-voz de Trump enfatizou a audiência da posse do novo presidente sem revelar quaisquer números, mas denotando o exagero. O Emmy Awards 2017 vai acontecer em 17 de setembro, um domingo, no Microsoft Theater, em Los Angeles.

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