Arqueiro Verde busca uma nova Canário Negro em trailer e fotos de Arrow
A rede CW divulgou as fotos e o trailer do próximo episódio de “Arrow”, que vai girar em torno da busca por uma nova Canário Negro. As imagens destacam a atriz Juliana Harkavy, já vista nas séries “The Walking Dead” e “Constantine”, como a principal candidata. Ela vai viver uma personagem chamada Tina Boland, que segundo os produtores tem conexões profundas com o universo dos quadrinhos, ainda que seu nome não aponte nenhuma. Além da nova vigilante, as fotos destacam Lexa Doig (séries “Andromeda”, “Stargate: SG1” e “Continuum”) como Talia al Ghul. A filha do demônio foi apresentada rapidamente no episódio anterior e faz parte da continuidade dos flashbacks de Oliver Queen (Stephen Amell). Vale lembrar que, no presente, ele é casado com a irmã dela, Nyssa al Ghul (Katrina Law), sumida da trama. Eis a sinopse oficial: “Em sua missão para derrubar Kovar, Oliver recebe ajuda de uma fonte surpreendente – Talia al Ghul. No entanto, quando ela revela o que quer dele em troca, Oliver fica em dúvidas se pode aceitar sua ajuda. Felicity (Emily Bett Rickards) tenta hackear a NSA para ajudar a libertar Diggle (David Ramsey), mas quando seus esforços on-line são descobertos, ela se vê confrontada por um adversário desconhecido. Enquanto isso, Curtis (Echo Kellum) conta à equipe sobre uma nova vigilante feminina, Tina Boland, que tem causado estragos em todo o país”. Intitulado “Second Chances”, o próximo episódio de “Arrow” será exibido na quarta (1/2) nos EUA. No Brasil, a série integra a programação do canal pago Warner.
Legion ganha mais quatro comerciais que questionam a realidade
A Fox Internacional divulgou quatro novos comerciais de “Legion”, série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”, que questionam a realidade, a partir da sensação de desnorteamento do protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), incapaz de distinguir o que é verdadeiro e o que é imaginário, além de mostrar como isso afeta outros personagens. Na trama, Haller é atormentado por muitas vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em 8 de fevereiro no canal pago americano FX e terá exibição simultânea no Brasil pela Fox.
Rick tenta convencer Ezekiel a enfrentar Negan em novo comercial de The Walking Dead
O canal Fox divulgou um novo comercial da volta de “The Walking Dead”. E se o tema da primeira parte foi a submissão de Rick (Andrew Lincoln) e demais sobreviventes à Negan (Jeffrey Dean Morgan), a segunda parte encaminha os personagens para o confronto, mostrando um apelo de Rick para Ezekiel (Khary Payton) se juntar à rebelião. Como a série vem seguindo bem perto os quadrinhos, a união das comunidades de Alexandria, Hilltop e o Reino contra os Salvadores de Negan conduz ao arco intitulado “All Out War” (guerra total), que entretanto levou dois anos para ser concluído. A segunda metade da 7ª temporada de “The Walking Dead” começa em 12 de fevereiro, com transmissão no Brasil pelo canal Fox e Fox Action (sem intervalos).
Vic Militello (1943 – 2017)
A atriz Vic Militello, que marcou época na novela clássica “Estúpido Cupido” e conquistou novas gerações em “Florbella”, morreu neste sábado (28/1), aos 73 anos. Ela estava fazendo tratamento contra um câncer. Filha de artistas circenses, a paulistana Vicência Militello Martelli aprendeu a atuar no picadeiro, com os pais, Dirce Militello e Humberto Militello, apresentando-se em viagens pelo interior do Brasil. Não por acaso, firmou rapidamente sua carreira no teatro, destacando-se em “A Celestina” (1969) e “A Menina e o Vento” (1972), ao mesmo tempo em que dava os primeiros passos no cinema. A estreia na tela grande foi com participações em chanchadas de Fauzi Mansur, mas logo enveredou pelas pornochanchadas, sendo dirigida até por José Mojica Marin, o Zé do Caixão, no terror erótico “Como Consolar Viúvas (1976). Entre “O Poderoso Machão” (1974) e “Eu Faço… Elas Sentem” (1976), acabou encaixando um clássico do cinema brasileiro, “O Rei da Noite” (1975), de Hector Babenco, como uma das três irmãs apaixonadas pelo personagem-título, vivido por Paulo José. A repercussão do filme de Babenco lhe abriu as portas da rede Globo, onde foi logo escalada para viver seu papel mais famoso, como Joana D’Arc, a Daquinha, fazendo par romântico com Tony Ferreira na novela de época “Estúpido Cupido” (1976), sobre a juventude rebelde dos anos 1950. Sua carreira televisiva seguiu curiosa, indo enfrentar o Conde Drácula (ou melhor, Vladimir, vivido por Rubens de Falco) em “Um Homem Muito Especial” (1980), novela gótica romântica da Bandeirantes. Ao retornar para a Globo, conquistou destaque em parcerias com o autor de novelas Carlos Lombardi, que explorou seu lado cômico em papéis exóticos, como a enfermeira Theda Bara de “Vereda Tropical” (1984), a Dominatrix de “Uga Uga” (2000) e Vicky em “Kubanacan” (2003). Ela também participou das minisséries “Primo Basílio” (1988) e “Memorial de Maria Moura” (1994), antes de viver a governanta Helga da novela “Florbella” (na Band, em 2005) e a Mulher Barbada do “Sítio do Pica-Pau Amarelo” (2005-2007) Paralelamente, seguiu fazendo teatro e cinema, alternando dramas importantes como “Romance da Empregada” (1987), de Bruno Barreto, e “O Homem do Ano”, de José Henrique Fonseca, com projetos mais comerciais, entre eles “Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas” (2002), e “Mais Uma Vez Amor” (2005), em que voltou a se reunir com Lombardi. Seu último trabalho foi na comédia “Amanhã Nunca Mais” (2011), de Tadeu Jungle. Como a sogra do protagonista, vivido por Lázaro Ramos, foi responsável pelas melhores tiradas da produção.
Barbara Hale (1922 – 2017)
Morreu Barbara Hale, atriz da série “Perry Mason” e par romântico, no cinema, de alguns dos principais astros de Hollywood. Ela tinha 94 anos e faleceu na quinta (26/1) em sua casa, em Sherman Oaks, na California. Hale começou a carreira como modelo nos anos 1940, o que levou a um contrato para filmar produções do estúdio RKO, a partir de 1943. Diz a lenda que ela ouviu um diretor de casting fazer uma ligação desesperada em busca de uma substituta para uma atriz que estava doente, e foi assim que estrelou em Hollywood. “Claro que aumentaram a história, porque não era um papel importante e eu tinha só uma frase”, ela contou, anos depois. Mas esse começo modesto não demorou a colocá-la ao lado dos grandes astros da época, como Frank Sinatra (“A Lua a Seu Alcance”, 1943), Robert Mitchum (“A Oeste de Pecos”, 1945), Robert Young (“A Dama da Sorte”, 1946, e “Três é Demais”, 1949), Robert Ryan (“O Menino dos Cabelos Verdes”, 1948) e James Stewart (“Radiomania”, 1950). Os papéis românticos foram diminuindo com o passar dos anos, levando-a a explorar outras vertentes, o que lhe rendeu protagonismo num par de clássicos do cinema noir – “Ninguém Crê em Mim” (1949), de Ted Tetzlaff, e “Alma em Sombras” (1949), de Richard Fleischer – , mas principalmente em diversos westerns B, em que fez par com cowboys clássicos de Hollywood, como Broderick Crawford (“O Sabre e a Flecha”, 1953), Randolph Scott (“O Fantasma do General Custer”, 1956), Joel McCrea (“Na Sombra do Disfarce”, 1953, e “Quando as Pistolas Decidem”, 1957), Jock Mahoney (“Nos Degraus da Glória”, 1957) e até Rock Hudson (“Seminole”, 1953). Ela adorava westerns, porque foi no primeiro que estrelou que conheceu seu futuro marido, o ator Bill Williams, coadjuvante de “A Oeste de Pecos” (1945). Ela aceitou o convite do rapaz para tomar um café e um ano depois já estavam casados. O pai de seus três filhos também foi responsável por demonstrar que fazer séries de TV podia ser prazeroso. Após uma longa carreira cinematográfica, Bill Williams estrelou com sucesso a série “As Aventuras de Kit Carson”, que rendeu mais de 100 episódios entre 1951 e 1955. Em 1957, Hale se juntou ao elenco de “Perry Mason”, uma das séries jurídicas mais influentes da história da TV, no papel de Della Street, a secretária do protagonista interpretado por Raymond Burr. Ela era responsável por alguns insights importantes na resolução dos casos da semana, invariavelmente resolvidos num tribunal. “Quando começamos, ainda havia poucas mulheres na TV retratadas como profissionais, pois eram quase todas donas de casa”, disse Hale, numa entrevista dos anos 1990, sobre o revival da série, “Eu também gostava que ela fosse independente a ponto de não ser casada, porque meu marido, Bill, não precisava me ver casada com outro homem, e nossos filhos não tinham que me ver cuidando de outras crianças”. Pelo papel, Barbara Hale venceu o Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante de Série Dramática de 1959. Mas ela participou da série até 1966, aparecendo em todos os 271 episódios produzidos de suas impressionantes nove temporadas. Após o fim de “Perry Manson”, a atriz fez participações em algumas séries, inclusive “Têmpera de Aço”, a nova atração do ator Raymond Burr, e coestrelou o longa “Aeroporto” (1970), como a esposa do piloto vivido por Dean Martin. A produção, que incluía um terrorista a bordo de uma aeronave, gerou um frenesi tão grande que acabou responsável pela tendência dos filmes de desastre. A carreira cinematográfica só incluiu mais um filme relevante, “Amargo Reencontro” (1978), de John Millius, sobre surfistas, em que viveu a mãe de seu filho na vida real, William Katt. Por sinal, ela também fez uma participação num episódio da série que popularizou o filho, “Super-Herói Americano”, em 1982, e ainda atuou ao lado do marido no telefilme “Meu Amigo Lobo” (1976), da Disney. Enquanto isso, “Perry Mason” continuava a ser reprisada com sucesso em diversas estações americanas. A rede CBS tinha tentado se aproveitar disso ao lançar “The New Perry Mason”, uma série com outro elenco nos anos 1970, mas o público não aceitou Monte Markham como Perry Mason e Sharon Acker como Della Street. A novidade foi tão mal recebida que não passou dos 15 episódios. Curiosos para ver como o público reagiria à volta do elenco original, os produtores convidaram Burr e Hale a retomarem seus papéis num telefilme, que foi lançado com toda a pompa como “O Retorno de Perry Mason” em 1985. A produção bateu recorde de audiência. A repercussão foi tanta, que novos telefilmes foram encomendados, num total de 30, rendendo mais uma década de casos resolvidos. Nem a morte de Raymond Burr, em 1993, interrompeu a produção, mas deixou Della Street, a personagem de Hale, como a única que participou de todos casos originais de “Perry Mason”. Notadamente, o último telefilme, exibido em 1995, foi também o último trabalho da carreira da atriz.
John Hurt (1940 – 2017)
Morreu o ator inglês John Hurt, que marcou a história do cinema e da TV com personagens icônicos. Ao longo da carreira, ele enfrentou alienígenas e ajudou Indiana Jones, caçou espiões e foi caçado pelo Big Brother, viajou no tempo na Tardis e fabricou a varinha mágica de Harry Potter, deixando uma filmografia memorável de mais de cinco décadas de papéis inesquecíveis, vindo a falecer na sexta (27/1) em sua casa, em Norfolk, no interior da Inglaterra, aos 77 anos, após uma longa luta contra um câncer de pâncreas. Sua longa carreira começou nos anos 1960, com pequenos papéis em filmes como “O Homem que Não Vendeu sua Alma” (1966), “O Marinheiro de Gibraltar” (1967), “O Irresistível Bandoleiro” (1969) e “À Procura do Meu Homem” (1969), mas só foi se destacar na década seguinte por uma série de escolhas ousadas, a começar pelo papel de vítima do caso real de “O Estrangulador de Rillington Place” (1971) e o de canibal em “O Carniçal” (1975). O ponto de virada, porém, aconteceu na TV, no telefilme “Vida Nua” (1975) sobre a vida de Quentin Crisp. O escritor que exibia sua homossexualidade com orgulho, andando maquiado pelas ruas, era uma figura popular na Inglaterra, mas Hurt foi aconselhado por seus agentes a não vivê-lo na TV. Disseram que ficaria marcado como gay e nunca mais trabalharia novamente. Hurt ignorou os avisos e estrelou sua primeira obra como protagonista. Como resultado, ganhou seu primeiro reconhecimento da Academia britânica, o BAFTA de Melhor Ator. E, empolgado, assumiu em seguida um papel ainda mais controvertido, como o imperador Calígula na minissérie “Eu, Cláudio” (1976). O destaque obtido nas duas obras levou o diretor Alan Parker a escalá-lo em “O Expresso da Meia-Noite” (1978), como um prisioneiro viciado numa cadeia turca. A interpretação magistral lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e o seu segundo prêmio BAFTA. O papel pelo qual é mais lembrado, porém, não lhe rendeu troféus, mas fez sua popularidade atingir as estrelas. Em 1979, ele seguiu o diretor Ridley Scott para a morte certa, a bordo de uma nave espacial. Hurt foi a primeira vítima do que viria a se tornar uma franquia, dando “luz” ao terror de “Alien” (1979), literalmente com suas entranhas. A cena em que sua barriga explode, para o surgimento de um bebê alienígena, entrou para a história do cinema. Tornou-se tão famosa que rendeu até paródias – inclusive com o próprio Hurt revivendo o papel do astronauta Kane em “S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), de Mel Brooks. Sua segunda e última indicação ao Oscar veio logo em seguida, desta vez na categoria de Melhor Ator, sob a maquiagem pesada de “O Homem Elefante” (1980), de David Lynch. Para viver John Merrick, Hurt precisou demonstrar capacidade de se comunicar sob as próteses que o deformavam, realçando seu enorme talento para transmitir emoções. Consagrado, foi coadjuvar o western épico “O Portal do Paraíso” (1980), de Michael Cimino, uma das obras mais caras da época. O fracasso do projeto faliu o estúdio United Artists e até hoje rende discussões apaixonadas entre cinéfilos. Mas representou o fim de uma era para o cinema americano. Não por acaso, os próximo trabalhos do ator em Hollywood foram comédias de estilo besteirol, vivendo Jesus Cristo em “A História do Mundo – Parte I” (1981), de Mel Brooks, e um policial gay em “Dois Tiras Meio Suspeitos (1982), de James Burrows. Após estrelar o suspense “O Casal Osterman” (1983), do mestre Sam Peckinpah, Hurt voltou a filmar com cineastas ingleses, rodando o thriller “O Traidor” (1984), com Stephen Frears, e a sci-fi “1984” (1984), com Michael Radford. Seu retorno à ficção científica novamente marcou época, dando à história clássica do Big Brother de George Orwell sua versão definitiva, com uma cenografia retrô, que entretanto não podia ser mais visionária. Hurt continuou se destacando também em produções de época, como “Incontrolável Paixão” (1987), passada na África colonial e dirigida por Radford, e “Escândalo: A História que Seduziu o Mundo” (1989), de Michael Caton-Jones, sobre um affair entre uma stripper e um ministro britânico nos anos 1960. Sua filmografia seguiu crescendo. Entre comédias americanas ligeiras como “Este Advogado É Uma Parada” (1987) e “Rei Por Acaso (1991), e dramas britânicos sérios, como “Terra da Discórdia” (1990), de Jim Sheridan, e “Uma Nova Chance” (1994), de Chris Menges, também encontrou espaço para um terror B, como “Frankenstein – O Monstro das Trevas” (1990), realizado por ninguém menos que Roger Corman, uma sci-fi sofisticada, como “Contato” (1997), de Robert Zemeckis, e um blockbuster épico, como “Rob Roy: A Saga de uma Paixão” (1995), de Caton-Jones. O século 21 ampliou sua galeria de blockbusters, com participações nas franquias “Harry Potter” (2001-2011) e “Hellboy” (2004-2008), na adaptação de quadrinhos “V de Vingança” (2005), na aventura “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), e mais recentemente no premiado suspense “O Espião Que Sabia Demais” (2011) e na sci-fi “Expresso do Amanhã” (2013). A voz rouca, capaz de soar serena ou ameaçadora, também lhe rendeu diversos trabalhos de dublagem e narração, em obras tão distintas quanto a versão animada de “O Senhor dos Anéis” (1978), de Ralph Bakshi, “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, e até “Dogville” (2003) e “Manderlay” (2005), de Lars Von Trier – sem esquecer a voz do dragão da série “As Aventuras de Merlin” (2008-2012). Entre seus últimos papéis, estão participações nas séries “Doctor Who” em 2013, como o personagem-título, e “The Last Panthers” (2015), além do filme “Jackie” (2016), indicado ao Oscar 2017. Incansável, Hurt deixou três filmes inéditos e trabalhava no quarto, a cinebiografia de Winston Churchill, “The Darkest Hour”, quando faleceu. Sua excepcional filmografia foi reconhecida com um BAFTA especial pela contribuição excepcional para o cinema britânico em 2012, além da distinção de ter sido nomeado cavaleiro da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II em 2015. Na mesma época, anunciou que lutava contra o câncer. John Hurt possui ainda a distinção de ter sido o ator que mais morreu em cena, na história do cinema. Mas sua lembrança permanecerá viva eternamente em papéis que encantaram gerações, e continuarão encantando por anos a fio. Nas redes sociais, os diversos artistas que se manifestaram sintetizaram suas homenagens basicamente numa palavra-chave: “Inspiração”.
Criadores de Gossip Girl desenvolvem remake da série clássica Dinastia
A rede americana CW encomendou o piloto de um remake da série clássica “Dinastia”, novelão semanal exibido com enorme sucesso nos anos 1980. A nova versão está sendo desenvolvida por Josh Schwartz e Stephanie Savage, os criadores de “Gossip Girl”. Exibida entre 1981 e 1989, a atração acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys e foi uma grande concorrente de “Dallas”, outra série no mesmo formato. Apesar da disputa acirrada entre as duas tramas sobre famílias magnatas, “Dinastia” distinguiu-se ao atingir pico de audiência entre 1984 e 1985, que a tornou o programa de televisão mais visto nos EUA nesse período. Segundo o site The Hollywood Reporter, o elenco do remake de “Dinastia” será mais diversificado que o original. A protagonista Crystal Jennings, interpretada por Linda Evans, por exemplo, agora será uma mulher de origem hispânica. A trama também mudará de perspectiva, centrada justamente no conflito entre Fallon Carrington – filha do multimilionário Blake Carrington – e a sua futura madrasta Cristal – “uma mulher latina prestes a infiltrar-se na poderosa família”, na descrição do site. Além de produzirem a nova versão, Schwartz e Savage vão escrever o episódio piloto ao lado de Sallie Patrick (série “Revenge”). O casal Esther e Richard Shapiro, criadores de “Dinastia”, também estão a bordo do projeto, mas numa posição mais simbólica que executiva. Esther Shapiro tentou relançar a série há cinco anos, mas o projeto não passou da fase do piloto. Se for aprovado, a nova “Dynasty” (título original) pode se juntar a outro remake/reboot/continuação de série clássica no canal CW: “Charmed”, que também está atualmente em desenvolvimento. Anteriormente, o canal já teve versões atualizadas de “Barrados no Baile” (a série “902100”) e “Melrose” (“Melrose Place”).
Dominic West será o pai de Lara Croft no novo Tomb Raider
O ator Dominic West (série “The Affair”) entrou no elenco de “Tomb Raider”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele viverá o pai de Lara Croft, Lord Richard Croft. A publicação cita ainda que a participação do pai de Lara na história é de extrema importância para que a personagem se desenvolva. Na trama, ela vai enfrentar desafios para tentar até chegar até ele. A adaptação do famoso videogame começou a ser filmada semana na África do Sul, e traz a atriz Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) como Lara Croft, papel anteriormente vivido por Angelina Jolie no cinema. O elenco também destaca Walton Goggins (“Os Oito Odiados”) como o vilão da trama. Inspirado no jogo lançado em 2013, que conta a origem da personagem, o filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Sherlock Holmes 3”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para março de 2018, com distribuição da Warner Bros.
Frontier: Série de Jason Momoa passada no Velho Oeste ganha trailer legendado
A Netflix brasileira finalmente divulgou a versão legendada do trailer de “Frontier”, série estrelada por Jason Momoa (o Aquaman da “Liga da Justiça”), que antes mesmo da estreia já garantiu uma 2ª temporada. A prévia apresenta o personagem do ator, que todos querem morto, além de muitas cenas violentas. “Frontier” se passa no Velho Oeste, em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que a atração foi filmada no norte do Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. Além de Momoa, o elenco inclui Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”), Allan Hawko (série “Republic of Doyle”) e a estreante Jessica Matten. Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), “Frontier” tem seis episódios em sua 1ª temporada, já disponibilizados na plataforma de streaming.
Santa Clarita Diet: Vídeo mostra como a família lida com transformação de Drew Barrymore em zumbi
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Santa Clarita Diet”, a série em que Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) vira um zumbi. O vídeo inclui depoimentos do elenco central e diversas cenas inéditas, que mostram como sua família lida com a situação. Além de Barrymore, a família Hammond é formada pelo marido vivido por Timothy Olyphant (série “Justified”) e a filha adolescente, interpretada pela australiana Liv Hewson (série “Dramaworld”) a filha adolescente. O elenco também inclui vizinhos vividos por Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) e Ricardo Chavira (série “Desperate Housewives”), além de diversas participações especiais, como Nathan Fillion (série “Castle”), Mary Elizabeth Ellis (série “The Grinder”), Thomas Lennon (série “The Odd Couple”) e Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”). Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” estreia em 3 de fevereiro.
The Leftovers ganha teaser e pôster de sua 3ª e última temporada
O canal pago americano HBO divulgou o primeiro teaser e o pôster da 3ª temporada de “The Leftovers”, que irá encerrar a série. A arte destaca que “o fim está próximo”. O duplo sentido apocalíptico da mensagem é reforçado na prévia, que confirma o visual barbudo de Justin Theroux, adiantado nas primeiras fotos da temporada. Além disso, o vídeo revela os retornos de parte do elenco, como Carrie Coon, Amy Brenneman, Christopher Eccleston, Scott Glenn e Jasmin Savoy Brown. Aproveitando a oportunidade, Theroux também fez sua própria divulgação, adiantando em seu Instagram uma versão animada do pôster e chamando atenção para a data do retorno da atração. Aclamada pela crítica, “The Leftovers” surgiu como adaptação do livro homônimo de Tom Perrota, mas passou a contar uma história inteiramente original de Perrota e do cocriador Damon Lindeloft (“Prometheus”) em sua 2ª temporada. O final começa ser exibido pelo canal pago HBO a partir de 16 de abril. The end is near. And we know the date. ? #theleftovers @hbo Um vídeo publicado por @justintheroux em Jan 24, 2017 às 10:08 PST
Flash Negro vai aparecer em Legends of Tomorrow
O produtor Marc Guggenheim revelou que os universos das séries da DC Comics vão experimentar novas interações em breve, atiçando os fãs com várias dicas de participações especiais na a segunda parte de “Legends of Tomorrow”. Em entrevista ao site da revista Entertainment Weekly, Guggenheim adiantou que muitos personagens de outras séries aparecerão na reta final da 2ª temporada de “Legends”. Mas deu o nome de apenas um: “O Flash Negro vai aparecer em Legends of Tomorrow”, afirmou, lembrando que o Flash Reverso é um dos vilões da atual temporada da atração. Ou seja, o ceifador irá atrás do responsável por alterar linhas do tempo. Anteriormente, o produtor Andrew Kreisberg já tinha dito que o vilão voltaria em mais de uma série da DC Comics. Nos quadrinhos, o Flash Negro é uma manifestação da Força da Velocidade, e já foi visto em “The Flash” como uma espécie de “dementador”, um espectro voador, atacando Flash e Zoom quando eles romperam a barreira do tempo. O personagem deve voltar como uma encarnação de Zoom, que teria sido transformado em Flash Negro após seu contato com os espectros do tempo no final da 2ª temporada. Há alguns meses, o próprio Kreisberg resolveu estimular esta especulação dos fãs, comentando a forma como Zoom foi apresentado em seus instantes finais, transformando-se numa caveira ao ser ceifado. “Obviamente nós fizemos aquilo no final do segundo ano de propósito”, ele comentou, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Nós amamos trabalhar com Teddy Sears (intérprete de Zoom). Ele é um excelente ator e foi parte fundamental do nosso sucesso na 2ª temporada.” Portanto, Teddy Sears deve interpretar o espectro em seu retorno ao universo das séries da DC Comics. Além dele, Guggenheim contou ainda que o final de temporada de “Legends of Tomorrow” contará com a participação de um protagonista de outra série de heróis. E o penúltimo ainda trará participação de um personagem que ninguém espera e que promete “fazer os fãs urrarem de felicidade”. “Não posso ser muito específico sobre isso, mas é uma das coisas mais divertidas que já fizemos na série”, contou. Uma pista da identidade da participação misteriosa já pode ter sido publicada na Pipoca Moderna. Veja aqui quem assinou contrato recente para voltar a aparecer numa série da DC Comics, após seu personagem morrer em “The Flash”.
Mike Connors (1925 – 2017)
Morreu o ator Mike Connors, intérprete da série “Mannix”, um dos grandes sucessos da TV dos anos 1960 e 1970. Ele faleceu em Los Angeles, aos 91 anos, de leucemia. Connors iniciou a carreira com o pseudônimo Touch Connors no início dos anos 1950, aparecendo em pequenos papéis nos clássicos “Precipícios d’Alma” (1952) e “Geleiras do Inferno” (1953), e logo se tornou um dos coadjuvantes mais utilizados nas primeiras produções baratas do diretor Roger Corman, como “Cinco Revólveres Mercenários” (1955), “O Dia que o Mundo Acabou” (1955), “Mulheres do Pântano” (1956) e “A Onça de Oklahoma” (1957). A variedade de produções do período ainda incluiu outros trash famosos, como “Jaguar” (1956), aventura na selva estrelada por Sabu, “Shake, Rattle & Rock!” (1956), um dos primeiros filmes de rock, com participação dos bluesmen Fats Domino e Big Joe Turner, e o cultuadíssimo “O Poço da Perdição” (Live Fast, Die Young, 1958), sobre garotas rebeldes. Ao mesmo tempo, ele também se juntou à luta de Moisés no clássico “Os Dez Mandamentos” (1956). Buscando se afastar da imagem de delinquente juvenil dos filmes B, passou a fazer participações em séries com seu nome real, Michael Connors. Ele apareceu em inúmeros episódios, especialmente de westerns – como “Paladino do Oeste”, “Maverick”, “Gunsmoke”, “Cavarana”, “Cheyenne” e “Cimarron” – , até se tornar conhecido o suficiente para estrelar sua própria atração. O primeiro protagonismo televisivo veio com “Na Corda Bamba” (Tightrope), na qual viveu um policial infiltrado no crime organizado. A trama marcou época, apesar de ter durado apenas uma longa temporada de 37 episódios em 1959. O cancelamento da atração o levou de volta ao cinema – chegou até filmar uma aventura no Rio, “Operação Paraíso” (1966) – , antes de voltar a protagonizar uma nova série, agora como Mike Connors. “Mannix” o consagrou como grande astro da TV americana. Produção da dupla Richard Levinson e William Link (criadores também de “Columbo” e “Assassinato por Escrito”) em parceria com Bruce Geller (criador de “Missão Impossível”), a série girava em torno dos casos investigados por Joe Mannix, um veterano de Guerra da Coreia transformado em detetive particular. O que o diferenciava dos demais detetives televisivos era que ele usava seus punhos, resolvendo seus casos na base da porrada. Para solucionar o crime da semana, invariavelmente se metia numa briga e, ainda que sempre vencesse, também apanhava muito. A série rendeu impressionantes 194 episódios, com oito temporadas exibidas entre 1967 e 1975, e sua popularidade rendeu até um crossover com a sitcom “Here’s Lucy”, de Lucille Ball – “Mannix” era uma produção da Desilu (empresa do casal Lucille Ball e Desi Arnaz). Mas a atração costuma ser mais lembrada por sua música-tema, uma das melhores da história da TV, composta pelo mestre Lalo Schifrin (também de “Missão Impossível”), que acompanhava uma abertura igualmente memorável, com imagens em tela dividida e cores inspiradas nos quadros de Mondrian. Após o final de “Mannix”, Connors atuou em diversos telefilmes e estrelou uma última série policial, “Today’s F.B.I.”, que durou só uma temporada em 1981. Ele continuou fazendo participações em séries, chegando a aparecer em três episódios de “Assassinato por Escrito”, dos mesmos criadores de “Mannix”, nos anos 1990. E até voltou a viver Joe Mannix na comédia de cinema “Ninguém Sabe Tudo” (2003), antes de encerrar a carreira com uma aparição num episódio de “Two and a Half Men”, em 2007. Connors tinha sido diagnosticado com leucemia há apenas uma semana e morreu cercado pela família, incluindo sua esposa Mary Lou, com quem foi casado por 68 anos. Relembre abaixo a abertura clássica de “Mannix”.












