Renee Zellweger vai estrelar a primeira série de sua carreira
A atriz Renee Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”) vai estrelar sua primeira série. Ela será a protagonista de “What/If”, atração desenvolvida para a Netflix. Criada por Mike Kelley (o criador de “Revenge”) e produzida por Robert Zemeckis (diretor de “De Volta ao Futuro” e “Forest Gump”), “What/If” é descrita como um thriller social e vai explorar o que acontece quando pessoas comuns começam a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Em formato de antologia, cada temporada irá apresentar uma história diferente, todas calcadas numa fábula moral contemporânea sobre o poder da influência de uma única decisão errada na trajetória de uma vida. A 1ª temporada, com dez episódios, irá acompanhar um casal que aceita uma proposta arriscada da personagem de Zellweger para conseguir sair de problemas financeiros. A personagem da atriz, chamada de Anne, é descrita como uma mulher poderosa e investidora de risco que vive em San Francisco. Ela é carismática e sedutora e esconde vários segredos, incluindo um evento que mudou o curso de sua vida quando ela ainda era uma garota. Zellweger nunca estrelou uma série, mas curiosamente começou a carreira na televisão, no elenco do telefilme “A Taste for Killing”, em 1992. Ainda não há previsão de estreia para “What/If”.
HBO oficializa produção da série baseada nos quadrinhos de Watchmen
A HBO aprovou o piloto de Damon Lindelof (criador de “The Leftovers”) e deu o sinal verde para a produção da série “Watchmen”, baseada nos quadrinhos clássicos de Alan Moore e Dave Gibbons, visando lançamento em 2019. A produção marcará a primeira adaptação de quadrinhos do canal pago, numa iniciativa há muito postergada, apesar de a HBO ser parte do conglomerado Warner, assim como a editora DC Comics. Várias tentativas de levar para o canal adaptações da editora bateram na trave, casos de “Y: O Último Homem” e “Preacher”, que acabaram indo para outros canais, e o próprio “Watchmen”, que já teve um projeto rejeitado há dois anos, desenvolvido por cineasta Zack Snyder (“Batman vs. Superman”), responsável pela adaptação cinematográfica de 2009. Publicada originalmente em 1986, “Watchmen” é uma abordagem distópica do gênero dos super-heróis, ambientada em uma linha temporal alternativa, durante o auge da Guerra Fria entre os EUA e União Soviética. Ele gira em torno de um grupo de super-heróis americanos, na maioria aposentados, que investigam o assassinato de um deles e, no processo, descobrem uma conspiração que pode mudar o curso da história tal como a conhecemos. Poucos detalhes foram revelados sobre o projeto que está sendo produzido por Damon Lindelof, mas ele já disse que não fará uma adaptação literal dos quadrinhos, preferindo contar uma nova história passada no universo da obra de Moore e Gibbons. O elenco escalado é vasto. Inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Jeremy Irons (“Liga da Justiça”), Yahya Abdul-Mateen II (“The Get Down”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data definitiva da estreia ainda não foi anunciada.
Diretor de A Outra História Americana planeja realizar primeiro filme estrelado por robô de verdade
O próximo filme do diretor Tony Kaye (“A Outra História Americana”) pode entrar para a história como o primeiro estrelado por um robô. Não um robô criado digitalmente com efeito especial, como os que costumam aparecer no cinema, mas um robô de verdade, que trabalhará como ator na tela. Segundo o site Deadline, o cineasta teve a ideia de usar uma inteligência artificial após discussão com o produtor Sam Khoze. A dupla imaginou que usando um robô em vez de uma imagem feita através de computação gráfica poderia chamar mais atenção. E para isso pretendem inscrever o androide no Sindicato dos Atores. O robô será treinando como um ator normal, aprendendo técnicas de atuação´por meio do uso de inteligência artificial. Para completar, a trama estrelada pelo robô não será uma ficção científica, mas uma comédia romântica. Intitulada “2nd Born”, o longa sera sequência de um filme recém-filmado, chamado “1st Born”, comédia indie de Ali Atshani sobre um casal que precisa lidar com a primeira gravidez, e que ainda não tem previsão de estreia. Vale lembrar que, recentemente, a Disney criou robôs que podem atuar como dublês em cenas de ação.
Mary J. Blige entra na 3ª temporada da série de terror Scream
A 3ª temporada de “Scream”, série da MTV norte-americana inspirada na franquia cinematográfica de terror “Pânico”, adicionou em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”. Blige interpretará Sherry Elliot, mãe do protagonista Deion (RJ Cyler, de “Power Rangers”), um jogador de futebol americano cujo passado trágico volta para persegui-lo, ameaçando o seu futuro e o de seus amigos. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. A ideia é oferecer histórias fechadas a cada temporada, como a série de antologia “American Horror Story”. A mudança acompanha a entrada do novo showrunner Brett Matthews (“The Vampire Diaries”) e da atriz Queen Latifah (“Star”) como produtora executiva. O elenco da temporada será completamente diferente, incluindo ainda Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”), Jessica Sula (“Fragmentado”), o rapper Tyga e o filho do rapper Notorious B.I.G., C.J. Wallace, Além disso, serão menos episódios: seis no total, que serão exibidos nos EUA em apenas três noites, na base de dois capítulos por semana. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix e ainda não há previsão de estreia.
Novo trailer de Goosebumps 2 revela ligação com o filme anterior
A Sony divulgou quatro fotos e o novo trailer da continuação de “Goosebumps: Monstros e Arrepios” (2015). Em versões dublada e legendada, a prévia mostra que “Goosebumps 2: Halloween Assombrado” vai se passar vários anos após a trama original e acompanhar novas crianças que acidentalmente liberam as assombrações dos livros de R.L. Stine em pleno Halloween. Mesmo assim, há uma ligação entre as tramas. Logo no começo da prévia, os personagens leem uma notícia sobre os acontecimentos do longa anterior, em que as criações de Stine ganharam vida e assombraram uma cidade dos Estados Unidos. Os três adolescentes, interpretados por Madison Iseman (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), Caleel Harris (“Castle Rock”) e Jeremy Ray Taylor (“It: A Coisa”), então lembram que possuem um livro perdido de Stine, intitulado “Halloween Assombrado”. É quando o terrível ventríloquo Slappy e vários outros monstros voltam a pular das páginas para o mundo real. O novo filme tem direção de Ari Sandel (“DUFF: Você Conhece, Tem ou É”), roteiro de Rob Lieber (“Pedro Coelho”) e ainda inclui participação dos comediantes Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) e Chris Parnell (“Anjos da Lei”), tentando compensar a ausência de Jack Black, astro do primeiro filme. A estreia de “Goosebumps 2” está marcada para 11 de outubro, três semanas ante do Halloween.
Festival de Gramado 2018 começa valorizado por mais filmes e maior competitividade
O Festival de Gramado 2018 começa nesta sexta-feira (16/8) com nada menos que 14 longas em competição. Deste total, nove são nacionais e cinco estrangeiros. E se o número de estrangeiros encolheu, é para se aplaudir o aumento de candidatos brasileiros. No ano passado foram sete e há dois anos eram apenas seis concorrentes nacionais. O aumento da competitividade valoriza a premiação e cutuca a organização dos demais festivais espalhados pelo país, que juntam cinco filmes para disputar dezenas de troféus e acabam inflacionando a distribuição de prêmios sem relevância. Com o crescimento, Gramado se posiciona estrategicamente para voltar a revelar talentos e recuperar sua importância no calendário do cinema nacional, trazendo enfim uma concorrência ao Festival do Rio – que virou referência justamente por reunir mais filmes que todos os demais… juntos! Por outro lado, a seleção chama atenção para o predomínio de produções cariocas. Dos nove títulos selecionados para a competição de longas brasileiros, cinco vem do Rio de Janeiro – mais da metade. Os demais são dois filmes de São Paulo, um do Paraná e outro do Rio Grande do Sul. Mesmo com dois títulos a mais que a competição do ano passado, não foram incluídas nenhuma produção das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste na disputa ao Kikito 2018. Entre os destaques da competição, estão a animação “A Cidade dos Piratas”, do animador gaúcho Otto Guerra, que adapta as tiras dos “Piratas do Tietê”, de Laerte, a cinebiografia “Simonal”, dirigida por Leonardo Domingues, “O Banquete”, de Daniela Thomas, passado em um cenário fechado, “Ferrugem”, de Aly Muritiba, premiado no Festival de Seattle e exibido no Festival de Sundance, e “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, também levado a Sundance. . A boa presença nacional, entretanto, não deveria desculpar uma seleção internacional miserável. A lista com apenas cinco títulos não justifica uma competição, pelos motivos já apontados. E tem o detalhe: um dos cinco selecionados, ainda por cima, é uma coprodução brasileira, “Las Herederas”, dirigida pelo paraguaio Marcelo Martinessi, que já venceu o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim. Filmaço que seria mais valorizado com uma exibição especial fora de competição. Afinal, Gramado também exibe filmes fora de competição. E geralmente é aberto por um longa que não disputa prêmios. Este ano, o escolhido foi “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, musical ambicioso que teve premiére mundial em Cannes, na França, e tem estreia marcada nos cinemas brasileiros em 6 de setembro. Diegues não filmava há 12 anos – desde “O Maior Amor do Mundo” (2006) – e a abertura do festival gaúcho marcará a primeira exibição nacional do longa. O evento também prestará homenagens especiais a artistas relevantes do cinema brasileiro e latino. O Troféu Eduardo Abelin será entregue ao cineasta Carlos Saldanha, de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O touro Ferdinando”, indicado duas vezes ao Oscar. O Troféu Cidade de Gramado irá para ator Ney Latorraca, pela carreira de 23 filmes. O troféu Oscarito será entregue ao ator Edson Celulari, que celebra 40 anos de carreira. E a estrela uruguaia Natalia Oreiro receberá o Kikito de Cristal. A programação ainda inclui 34 curtas e outras cinco mostras não competitivas, estendendendo-se até o dia 25 de agosto no Rio Grande do Sul. Veja abaixo a lista completa dos filmes selecionados para a competição. LONGAS BRASILEIROS “10 Segundos Para Vencer” (RJ), de José Alvarenga Jr. “O Banquete” (SP), de Daniela Thomas “Benzinho” (RJ), de Gustavo Pizzi “A Cidade dos Piratas” (RS), de Otto Guerra “Correndo Atrás” (RJ), de Jeferson De “Ferrugem” (PR), de Aly Muritiba “Mormaço” (RJ), de Marina Meliande “Simonal” (RJ), de Leonardo Domingues “A Voz do Silêncio” (SP), de André Ristum LONGAS ESTRANGEIROS “Averno” (Bolívia/Uruguai), de Marcos Loayza “Las Herederas” (Paraguai/Brasil/Uruguai/França/Alemanha), de Marcelo Martinessi “Mi Mundial” (Uruguai/Argentina/Brasil), de Carlos Morelli “Recreo” (Argentina), de Hernán Guerschuny e Jazmín Stuart “Violeta al Fin” (Costa Rica/México), de Hilda Hidalgo CURTAS BRASILEIROS “À Tona” (DF), de Daniella Cronemberger “Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” (SC), de Maria Augusta V. Nunes “Aquarela” (MA), de Thiago Kistenmacker e Al Danuzio “Catadora de Gente” (RS), de Mirela Kruel “Estamos Todos Aqui” (SP), de Chico Santos e Rafael Mellim “Um Filme de Baixo Orçamento” (SP), de Paulo Leierer “Guaxuma” (PE), de Nara Normande “Kairo” (SP), de Fabio Rodrigo “Majur” (MT), de Rafael Irineu “Minha Mãe, Minha Filha” (SP), de Alexandre Estevanato “Nova Iorque” (PE), de Leo Tabosa “Plantae” (RJ), de Guilherme Gehr “A Retirada Para Um Coração Bruto” (MG), de Marco Antonio Pereira “Torre” (SP), de Nádia Mangolini CURTAS GAÚCHOS – PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA “À Sombra” (Canoas), de Felipe Iesbick “O Abismo” (Sapucaia do Sul), de Lucas Reis “Antes do Lembrar” (Porto Alegre), de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes “Coágulo” (São Leopoldo), de Jéssica Gonzatto “O Comedor de Sementes” (São Leopoldo), de Victoria Farina “Um Corpo Feminino” (Porto Alegre), de Thais Fernandes “Entre Sós” (Porto Alegre), de Caetano Salerno “Fè Mye Talè” (Encantado), de Henrique Both Lahude “A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina” (Pelotas), de Tiago Ribeiro “Gasparotto” (Porto Alegre), de Zeca Brito “Grito” (Santa Maria), de Luiz Alberto Cassol “Maçãs em Fogo” (Porto Alegre), de Bruno de Oliveira “Movimento à Margem” (Porto Alegre), de Lícia Arosteguy e Lucas Tergolina “Mulher Ltda” (Canoas), de Taísa Ennes “Nós Montanha” (Porto Alegre), de Gabriel Motta “Pelos Velhos Tempos” (Porto Alegre), de Ulisses da Motta “Sem Abrigo” (Porto Alegre), de Leonardo Remor “Subtexto” (Caxias do Sul), de Cristian Beltrán “Vinil” (Porto Alegre), de Catherine Silveira de Vargas e Valentina Peroni Freire Barata “O Viúvo” (Porto Alegre), de Luiz Carlos Wolf Chemale
The Royals é cancelada após atrizes denunciarem assédio sexual do criador da série
O canal pago E! Entertainment Television confirmou o cancelamento da serie “The Royals” após quatro temporadas. O anúncio era esperado, após o escândalo de bastidores que transformou a produção em notícia. O criador da série, Mark Schwahn, foi demitido em dezembro do ano passado após denúncias de assédio sexual pelas integrantes femininas do elenco. Elas se uniram em repúdio, inspiradas por uma denúncia anterior, feita pelas atrizes e roteiristas da antiga série do produtor, “One Tree Hill” (2003–2012), exibida na TV aberta brasileira como “Lances da Vida”. As atrizes e profissionais femininas de “The Royals” emitiram uma carta aberta conjunta, no mesmo molde da divulgada pelas profissionais de “One Tree Hill”, reforçando o repúdio ao produtor. “Ficou muito claro, lendo a declaração [da equipe de ‘One Tree Hill’] no início desta semana, de que a traição e a raiva que muitos de nós experimentamos durante nosso tempo em ‘The Royals’ não é exclusivamente nossa”, abre o texto. “Esta declaração é uma coleção de vozes das mulheres envolvidas em ‘The Royals’, que gostariam de finalmente responder ao comportamento de nosso showrunner. Que sentiu a inclinação de abusar de seu poder e influência em um ambiente onde ele tinha o comando sobre mulheres. Isso se manifestava no assédio sexual indesejado e repetido sobre múltiplos integrantes femininos do elenco e equipe”, diz o texto, que agradeceu enfaticamente “a todas as mulheres de ‘One Tree Hill’, cuja ética sólida nos tocou enormemente”. “Para vocês, tiramos nossas coroas”, concluiu o texto, assinado pelas “ladies” de “The Royals”, Hatty Preston, Sophie Colquhoun, Alex Watherson, Lydia Rose Bewley, April Church, Annalise Beusnel, Poppy Corby-Tuech, Florence Chow, Charlie Jones, Isabella Artitzone, Jade Armstrong, Rachel Walsh, Tania Vernava, Bonnie Vannucci, Merritt Patterson, Kate Benton, Jerry-Jane Pears, Jodie Simone, Kate Royds, Leonie Hartard, Lisa Mitton, Marie Deehan, Alice Woodward, Rachel Lennon e Kimberly Macbeth. Na ocasião, a E! informou que a 4ª temporada já estava gravada e que seria exibida conforme planejado. Mas não deu maiores informações sobre o futuro da produção. Isto chegou apenas agora. “A E! não seguirá adiante com mais uma temporada de ‘The Royals’, que foi lançada em 2015 como a primeira série original do canal”, disse a emissora em comunicado. “Ao longo de quatro temporadas, ‘The Royals’ levou os espectadores para trás dos portões do palácio em uma jornada escandalosa cheia de reviravoltas. Somos gratos ao elenco e aos nossos parceiros produtores da Lionsgate e da Universal Cable Productions.” Com o cancelamento, a E! não tem mais nenhuma série roteirizada no ar. O outro programa do canal, “The Arrangement”, tinha sido eliminado em maio. Fãs de “The Royals”, porém, não precisam iniciar campanhas para algum canal salvar a série. A Lionsgate vai tentar incluir a série em seu canal pago Pop, administrado desde 2015 em parceria com a rede CBS, e produzir uma 5ª temporada. Mas, para ser tomada, a decisão depende de negociações com a CBS e conversas orçamentárias.
The Alienist é renovada e nova história adaptará o livro O Anjo das Trevas
A TNT renovou “The Alienist”. Só que tem um detalhe. Para evitar que o Emmy deixe de classificar a produção como minissérie, o canal pago americano anunciou a renovação como se fosse uma nova atração, chamada de “The Angel of Darkness”. A tal nova série trará os mesmos atores, Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning, nos mesmos papéis de “The Alienist”, contando a continuação da história original. Mas todos devem fingir que é algo novo, para que a Academia da Televisão não repare que se trata de uma 2ª temporada. “Nós não poderíamos estar mais orgulhosos da excelente performance digna de prêmios de ‘The Alienist’ e de todo o trabalho que os incríveis atores e a equipe fizeram para dar vida a essa história e período de tempo”, disse Sarah Aubrey, executiva da TNT, em comunicado. “Nosso público se apaixonou por esses personagens multidimensionais e intemporais e pela jornada de suas lutas vivendo em tempos complicados. Com esta nova história na Coleção Suspense da TNT, nós iremos mergulhar ainda mais os espectadores em seu mundo à medida que forem confrontados com um novo inimigo”. A 1ª temp… ou melhor, a minissérie “The Alienist” é campeã de audiência da TV paga no segmento de adultos (de 18 a 49 anos) em 2018, embora tenha perdido a liderança em público total para “Yellowstone”, da Paramount. A exibição da estreia rendeu a maior sintonia do canal em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em 22 de janeiro, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões de telespectadores durante os primeiros sete dias de disponibilidade online. Segundo comunicado da TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. Adaptação do best-selling homônimo de Caleb Carr, a série acompanha a caçada ao primeiro serial killer de Nova York, no século 19, por um trio de “especialistas” não convencionais. Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Convocado para o caso pelo novo comissário de polícia Theodore Roosevelt (futuro presidente dos EUA), ele acaba se juntando ao jornalista John Moore, vivido por Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e a secretária da polícia Sara Howard, personagem de Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Roosevelt, por sua vez, é vivido por Brian Geraghty (série “Chicago P.D.”). O título da 2ª temp… ou melhor, nova minissérie, é o mesmo do segundo livro de Carr com os personagens. Traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, acompanha a investigação do sequestro de uma criança, filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Ainda não há previsão para a estreia.
Trailer legendado de O Anjo do Mossad conta a história real do maior espião do serviço secreto israelense
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Anjo do Mossad” (The Angel), novo filme de Ariel Vromen (“Mente Criminosa”), inspirado na história real do genro do presidente egípcio que virou espião de Israel. Com a justificativa de querer evitar a guerra entre Israel e Egito, Ashraf Marwan, casado com a filha do então presidente egípcio Gamal Abdel Nasser, se tornou um dos mais importantes espiões da inteligência israelense no século 20, ganhando o codinome de “Anjo”. O filme narra esta história mirabolante com clima de suspense, centrando-se no relacionamento do espião com o agente do Mossad (a CIA israelense) enviado para comprovar se suas informações não eram uma armadilha. Não só eram verdadeiras como a parceria, iniciada nos anos 1960, estendeu-se por três décadas. O roteiro é de David Arata (“Filhos da Esperança”) e o elenco destaca Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o protagonista, Toby Kebell (“Quarteto Fantástico”) como seu contato israelense, Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”) como sua esposa e Waleed Zuaiter (série “Colony”) como o presidente Nasser. A estreia está marcada para 14 de setembro em streaming.
Netflix divulga fotos e teaser de sua primeira série colombiana
A Netflix divulgou o primeiro teaser e a data de estreia de “Distrito Selvagem” (Distrito Salvaje), sua primeira série original colombiana, com produção e direção dos cineastas Javier Fuentes-León (“Contra Corrente”) e Carlos Moreno (“Cão Come Cão”). Criada por Cristian Conti (roteirista-produtor de “7 Anos”), a série é estrelada por Juan Pablo Raba (de “Narcos” e “7 Dias em Entebbe”) no papel de Jhon Jeiver, que foi sequestrado por guerrilheiros quando ainda era criança e treinado na selva para se tornar uma arma letal. Agora, procura uma segunda chance de se reintegrar à sociedade, mas as dívidas pendentes de seu passado irão persegui-lo e ele terá que se submeter a fazer o trabalho sujo do governo para proteger sua família e amigos. O elenco também inclui Cristina Umaña (“Narcos”) e Camila Sodi (“Luis Miguel – A Série”). “Distrito Selvagem” foi a terceira série colombiana encomendada pela plataforma, mas será a primeira a estrear. O lançamento dos 10 episódios da 1ª temporada foi marcado para 19 de outubro.
Trailer dos novos episódios de Punho de Ferro tem mais ação que toda a 1ª temporada
A Netflix divulgou o pôster, novas fotos (via Entertainment Weekly) e o trailer legendado da 2ª temporada de “Punho de Ferro”. O vídeo mostra que os produtores ouviram as queixas do público e melhoraram as cenas de ação. Não só isso. Há mais lutas na prévia que provavelmente em toda a 1ª temporada. Claro que isso é uma exagero retórico, mas a edição de imagens é inequívoca em sua tentativa de estabelecer uma nova identidade na produção, que foi a pior avaliada entre todas as séries da Marvel na plataforma de streaming. A mudança é nítida e começa pelos bastidores. A 2ª temporada tem um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), que substitui o fraco Scott Buck (de “Dexter”), que saiu de “Punho de Ferro” para fazer “Inumanos” – definitivamente, a pior produção da Marvel. E o novo chefe trouxe a bordo um coreógrafo respeitado de cenas de lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Outro detalhe que chama atenção é a diminuição da importância dos vilões originais, os irmãos Meachum, vividos por Jessica Stroup e Tom Pelphrey, que não caíram nas graças do público. Ao mesmo tempo, a heroína Colleen Wing, vivida por Jessica Henwick e considerada a melhor personagem da série, ganhou ainda mais destaque, compartilhando o pôster com o protagonista. Finn Jones continua a interpretar Danny Rand, que desta vez enfrentará a transformação de seu ex-melhor amigo em seu maior inimigo. O trailer mostra seu confronto com Davos (Sacha Dhawan), que buscará roubar o poder do Punho do Ferro para se tornar invencível. Nos quadrinhos, ele vira o vilão Serpente de Aço, mas não leva em conta o desgaste causado pelo uso da energia mística. Misty Knight (Simone Missick) também aparece na prévia, em outra referência aos quadrinhos originais. Ela surgiu nas páginas de “Punho de Ferro”, mas tem sido apresentada em outra atração da Netflix, “Luke Cage”. Vale lembrar que Danny e Misty são um casal nas publicações da Marvel e ela também forma uma dupla de combatentes do crime com Colleen Wing, denominada de Filhas do Dragão (Daughters of the Dragon no original em inglês). A nova temporada ainda vai introduzir mais uma personagem importante, Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original), interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). Nos gibis, Mary costuma aparecer mais como inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro.
Roma: Trailer legendado do novo filme de Alfonso Cuarón vai de cenas épicas a tom intimista em preto e branco
A Netflix divulgou uma foto oficial de bastidores e o primeiro trailer legendado de “Roma”, novo filme do diretor mexicano Alfonso Cuarón – e o primeiro após vencer o Oscar por “Gravidade”. O título não diz respeito à cidade italiana, mas a um bairro classe média da Cidade do México, onde trabalha a protagonista. Rodada em preto e branco, a prévia altera momentos intimistas com cenas épicas de revolta popular, ao acompanhar Cleo (a estreante Yalitza Aparicio), empregada doméstica que testemunha as mudanças sociais e políticas no México durante os anos 1970. A sinopse oficial define o filme como “uma homenagem de Cuarón às mulheres que o criaram” e como o seu “projeto mais pessoal até hoje”. Cuarón não fazia um filme no México há 17 anos, desde “E Sua Mãe Também” (2001). “Roma” terá première mundial no Festival de Veneza, será exibido nos festivais de Toronto, Nova York e ainda deve estrear em circuito limitado de cinemas – regra para disputar o Oscar – , antes de chegar no serviço de streaming. A data do lançamento na Netflix ainda não foi definida.
John Travolta e Olivia Newton-John voltam a dançar juntos em homenagem aos 40 anos de Grease
O ator John Travolta e a cantora Olivia Newton-John voltaram a se encontrar na noite de quarta-feira (15/8), durante uma homenagem aos 40 anos do clássico “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”. Mais que se juntar para lembrar os velhos tempos, os intérpretes de Danny Zucko e Sandy Olsson reviveram passos de dança do musical para a imprensa, no Samuel Goldwyn Theater, em Beverly Hills, durante o evento especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. “Nós fizemos algo que mudou as nossas vidas com esse filme”, definiu Newton-John em entrevista à revista People. “Na estreia, em 1978, você podia sentir essa energia de que algo incrível estava acontecendo. Eu me sinto muito grata de ter feito parte disso, e de ter trabalhado com John. Somos bons amigos até hoje”. “Quando você divide esse tipo de sucesso – e nada do que eu fiz até hoje excedeu a resposta que tive com ‘Grease’ – você cria um vínculo inegável com alguém”, disse Travolta. “Desde 1978, Olivia teve uma filha, se divorciou, perdeu uma irmã. Eu me casei, tive filhos, muitas outras coisas. Nós passamos por tudo isso juntos”, acrescentou, sem mencionar as tragédias pessoais de sua vida. Em “Grease”, Olivia interpretava a “boa moça” Sandy, que se apaixonada pelo “bad boy” Danny durante as férias de verão. Mas quando os dois voltam às aulas e descobrem que estudam no mesmo colégio, Danny precisa decidir se o romance foi real ou se cede à pressão dos colegas para perpetuar a imagem de rebelde sem namorada boazinha. A solução do final foi bem subversiva para a época, com Sandy deixando a imagem de santinha para trás, juntando-se à turma das “bad girls”, enquanto todo o elenco celebra os novos termos de igualdade do casal. Travolta e Newton-John não foram os únicos membros do elenco que compareceram à homenagem em Beverly Hills. Didi Conn (a Frenchy do filme) e Barry Pearl (Doody), além do diretor Randal Kleiser, também marcaram presença. Tanto Conn quando Pearl fizeram pontas no remake televisivo “Grease Live!”, lançado em 2016. A produção, elogiada pela crítica, venceu cinco Emmys. Já o principal coadjuvante do filme, Jeff Conaway, faleceu em 2011. Veja abaixo fotos da dancinha de Danny e Sandy, 40 anos depois, e um vídeo do jornal Daily Mail com entrevistas do casal, dos coadjuvantes e do diretor de “Grease”.












