Disney não volta atrás e James Gunn fica fora de Guardiões da Galáxia Vol. 3
Apesar da carta aberta do elenco da franquia “Guardiões da Galáxia” e petições de fãs pedindo o retorno do diretor James Gunn ao terceiro filme da saga, a Walt Disney Company não vai recontratá-lo. De acordo com a revista Variety, o diretor se reuniu com o presidente dos estúdios Disney, Alan Horn, responsável por sua demissão. O encontro foi pedido insistentemente pela equipe de Gunn, mas Horn o aceitou apenas por cortesia e para “esclarecer as coisas”, na descrição da publicação, que ainda revelou que Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, estava convenientemente indisponível para participar da reunião. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, a Disney encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. Além disso, o próprio presidente Alan Horn emitiu publicamente a ordem de demissão. O cargo é muito grande, assim como o ego, para voltar atrás. Entretanto, a Variety afirma que o roteiro de Gunn será usado em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Caso isto se confirme, a demissão se tornará uma grande hipocrisia. Afinal, foi justamente por escrever textos (no Twitter) e não por seu trabalho como diretor que ele foi demitido. Agora, a Marvel terá a missão de encontrar um novo diretor para a sequência de “Guardiões da Galáxia”, além de precisar lidar com um elenco insatisfeito. Já o cineasta deve começar a analisar em breve a proposta para dirigir um filme dos super-heróis da DC Comics, rival histórica da Marvel, ou aceitar propostas para voltar ao cinema indie. Mas esta decisão pode demorar, já que sua demissão precisa cumprir rituais jurídicos. Gunn tem direito a uma indenização por quebra de contrato da Disney sem justa causa. Ele não tuitou ou fez qualquer coisa ofensiva durante a vigência de seu acordo com a Marvel.
Aretha Franklin (1942 – 2018)
A cantora Aretha Franklin, considerada a Rainha do Soul, morreu nesta quinta (16/8) aos 76 anos, após uma longa luta contra um câncer de pâncreas. Ela tinha sido diagnosticada em 2010, mas só anunciou a aposentadoria em 2017, após lançar um último disco. Eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone e capa da revista Time em 1968, ela foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e suas inúmeras conquistas incluem 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis dos negros norte-americanos. Sua longa carreira foi praticamente toda dedicada à música, mas ela também brincou de atuar em quatro ocasiões, embora tenha sido convidada para os papéis principalmente para cantar. Aretha fez duas aparições em séries televisivas. A primeira foi num episódio de “Room 222” em 1972. A série criada por James L. Brooks (um dos criadores de “Os Simpsons”) durou cinco temporadas e acompanhava os esforços de um professor negro para ensinar tolerância a estudantes do colegial. A cantora apareceu cantando gospel num episódio sobre valores cristãos, evocando o começo de sua trajetória, quando fazia parte do coral da igreja batista onde seu pai era pastor. Seu primeiro disco, gravado quando em 1956 quando ela tinha 14 anos, era todo de músicas gospel. Ela também fez uma aparição como si mesma num episódio de 1991 de “Murphy Brown”, contracenando com a personagem-título, interpretada por Candice Bergen. Apropriadamente intitulado “The Queen of Soul”, o capítulo trazia a cantora cantando seu hit “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman”, ao piano – uma performance que a entusiasmada Murphy Brown quase estraga, ao querer cantar junto, apenas para ser trazida para a realidade pela díva. Mas seus desempenhos mais famosos como atriz aconteceram no cinema, onde atuou em “Os Irmãos Cara-de-Pau” (1980) e sua continuação, “Os Irmãos Cara-de-Pau 2000” (1998), como a Sra. Murphy, esposa de Matt “Guitar” Murphy, lendário guitarrista de blues. Em ambas as participações, ela dá uma dura no marido, quando ele é convocado para voltar a tocar em sua antiga banda e abandona mulher, emprego e toda a vida que construiu pelo prazer de pegar a estrada em turnê com os Blue Brothers. A briga servia de mera desculpa para Aretha cantar dois de seus melhores clássicos, “Think” e “Respect”. Claro que essas não foram suas únicas contribuições ao cinema e a TV. O site IMDb lista nada menos que 223 usos de suas músicas nas trilhas de produções de Hollywood. Ela também apareceu em mais de 250 documentários e programas televisivos. Além disso, compôs a trilha do filme “Sparkle” (1976) com Curtis Mayfield. E agora vai virar filme, interpretada por Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”), atriz e cantora escolhida por ela própria para lhe dar vida no cinema. Relembre abaixo as três vezes em que Aretha apareceu nas telas.
Julia Louis-Dreyfus volta a gravar Veep após superar câncer
A atriz Julia Louis-Dreyfus está de volta à ativa e divulgou um vídeo no Twitter em que agradece à equipe da “Veep” por aguardar ela passar por meses de tratamento contra um câncer de mama. Nos bastidores das gravações, ela lembrou que todos adiaram projetos e abriram espaço em suas agendas para retornar e encerrar a produção. “Eu realmente agradeço que todo mundo tenha voltado, tenha dado um jeito de voltar. Amo vocês, pessoal! Sétima temporada!”, ela diz no vídeo, acrescentando nas legendas que ele foi feito no primeiro dia das gravações da 7ª e última temporada de “Veep”. “Extremamente agradecida de estar novamente junta de toda essa genge soberba”. Dreyfus, que interpreta a política Selina Meyer na série, foi diagnosticada com câncer de mama em setembro de 2017, pouco depois de ganhar o seu sexto Emmy consecutivo por “Veep”. “Uma em oito mulheres tem câncer de mama. Hoje, eu sou uma”, escreveu a atriz no Twitter, ao revelar o diagnóstico. Após meses de tratamento, a atriz passou por uma cirurgia em fevereiro para remover os últimos vestígios do câncer, que entrou em remissão. “Sentindo-me feliz e pronta para arrasar depois disso. F*da-se o câncer!”, escreveu pouco depois. A produção da temporada final de “Veep” começou oficialmente na quarta-feira (15/8), mas ainda não há previsão de estreia para os novos episódios. Before the first shot of season 7 of @veephbo. So deeply grateful to be back together with all these superb people. pic.twitter.com/j53WcFYgDV — Julia Louis-Dreyfus (@OfficialJLD) 16 de agosto de 2018
Scarlett Johansson vira a atriz mais bem paga do mundo
A atriz Scarlett Johansson assumiu o topo da lista das Atrizes Mais Bem Pagas do Mundo, após figurar no Top 3 em 2015 e 2016 e sumir da relação no ano passado. Ela teria faturado cerca US$ 40,5 milhões desde o ano passado, segundo pesquisa da revista Forbes. Boa parte desta fortuna vem de seu pagamento para estrelar “Ghost in the Shell”. O filme fracassou, mas seu salário foi de US$ 20 milhões. Ela também foi muito bem recompensada por “Vingadores: Guerra Infinita”, maior bilheteria mundial de 2018, com arrecadação de US$ 2,4 bilhões. Por ser a atriz mais cobiçada pelos grandes estúdios para estrelar blockbusters, Johansson acabou abrindo grande distância dos pagamentos das demais atrizes. Em 2º lugar, Angelina Jolie teria faturado US$ 28 milhões, graças principalmente a acordos de publicidade e pagamento para estrelar “Malévola 2”. Isto é US$ 12 milhões a menos que a estrela da Marvel. Jennifer Aniston, que ainda ganha receita residual pelas reprises da série “Friends”, ficou num 3º lugar ainda mais distante, com US$ 19,5 milhões. Ela também recebeu dinheiro de diversos acordos publicitários. Antiga campeão da salários altos, Jennifer Lawrence ficou em 4º, por ter optado por estrelar o filme “Mother!”. Seu maior salário veio das produções de “Operação Red Sparrow” e do trabalho no vindouro filme “X-Men: Fênix Negra” e em campanhas da grife de modo Christian Dior. Mais focada no trabalho de produção televisiva, Reese Witherspoon fecha o Top 5 com US$ 16,5 milhões. É interessante reparar que Emma Stone, que liderou o ranking de 2017 com US$ 26 milhões, não aparece na nova lista. Outras atrizes que deixaram a lista foram Emma Watson, Amy Adams e Charlize Theron. Em compensação, o Top 10 é encerrado por uma novata que deve se destacar ainda mais nos próximos anos. Gal Gadot faturou US$ 10 milhões, mas após o desempenho do primeiro “Mulher-Maravilha” renegociou seu salário para cima na continuação. Confira o Top 10 completo abaixo. 1º. Scarlett Johansson – Faturamento: US$ 40,5 milhões 2º. Angelina Jolie – Faturamento: US$ 28 milhões 3º. Jennifer Aniston – Faturamento: US$ 19,5 milhões 4º. Jennifer Lawrence – Faturamento: US$ 18 milhões 5º. Reese Witherspoon – Faturamento: US$ 16,5 milhões 6º. Mila Kunis – Faturamento: US$ 16 milhões 7º. Julia Roberts – Faturamento: US$ 13 milhões 8º. Cate Blanchett – Faturamento: US$ 12,5 milhões 9º. Melissa McCarthy – Faturamento: US$ 12 milhões 10º. Gal Gadot – Faturamento: US$ 10 milhões
Semana de estreias medíocres destaca Christopher Robin no cinema
Os cinemas recebem 11 estreias nesta quinta (15/8). São quatro filmes americanos, dois franceses e cinco brasileiros. E só os americanos têm distribuição ampla. O lançamento que chega em mais salas é “O Protetor 2”, em 500 cinemas, mas o único que escapa da safra medíocre hollywoodiana é “Christopher Robin”, que ocupa metade desse espaço. A forma relativamente tímida com que a Disney optou por lançar “Christopher Robin” no Brasil reflete o fraco desempenho do filme nas bilheterias americanas. Após dois fins de semana em cartaz nos Estados Unidos, o longa arrecadou US$ 54,9 milhões. Não é pouco. Mas também não é o que a Disney se acostumou a faturar, nem uma performance capaz de cobrir as despesas da produção. Por outro lado, agradou a crítica, com 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes, ainda que sua premissa já tenha sido usada por Steve Spielberg em “Hook” (1991), o filme do Peter Pan adulto, e sua mensagem seja trombeteada pela Disney desde “Mary Poppins” (1964), sobre a importância de adultos não esquecerem como é ser criança. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano dos livros de A.A. Milne sobre o ursinho Pooh, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos antigos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo por ter que demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Entretanto, ao voltar ao bosque encantado de sua infância, os bichinhos acham que o velho amigo é que precisa de adjuda e decidem ir todos juntos animar a família de Christopher Robin. Ewan McGregor (série “Fargo”) interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Curiosamente, os dois já tinham participado de outras fábulas da Disney. Ela viveu a mãe de Cinderela em, claro, “Cinderela” (2015), e ele foi Lumière em “A Bela e a Fera” (2017). “O Protetor 2” volta a juntar o ator Denzel Washington e o diretor Antoine Fuqua, que trabalharam juntos no primeiro longa de 2014. A franquia é baseada numa série clássica de TV dos anos 1980 (“The Equalizer”), em que o protagonista protegia fracos e oprimidos, mas o novo longa é apenas um thriller genérico de ação, como qualquer dos filmes de vingança que Nicolas Cage e Bruce Willis estiverem fazendo nesta semana para lançamento direto em DVD. 50% no Rotten Tomatoes. Os outros americanos conseguem ser ainda piores. “Mentes Sombrias” é a pá de cal nas adaptações de best-sellers de fantasia juvenil em Hollywood. A trama mistura “X-Men” com “Jogos Vorazes” e fracassou tão espetacularmente, que nenhum estúdio deve querer voltar a ouvir falar em “distopia juvenil” tão cedo. 19% no Rotten Tomatoes. O terror “Medo Virtual” é outra reciclagem tosca, mistura de “O Chamado” e “Pretty Little Liars”, em que um app assombrado realiza cyberstalking do além. A produção é de 2016 e tão ruim que nem foi lançada nos Estados Unidos. Os franceses não se saem tão melhor, especialmente quando são chauvinistas, como é o caso de “A Outra Mulher”, comédia dirigida e estrelada pelo veterano ator Daniel Auteuil (“Caché”), sobre devaneios de infidelidade de um homem casado. O elenco também inclui Gerard Depardieu (“Mamute”), mas a câmera dedica mais atenção à nudez da espanhola Adriana Ugarte (“Julieta”). A outra produção francesa é o drama de época “Troca de Rainhas”, que enfoca a trajetória de Luís XV, coroado rei da França aos 13 anos de idade. O filme centra-se no acordo feito entre seu pai e o rei da Espanha para juntar suas famílias, fazendo com que as princesas das duas casas reais se casassem com os príncipes. Assim, o futuro Luís XV se vê casado com uma menina espanhola de quatro anos de idade. E não demora para esta menina e a irmã de Luis se verem rainhas de países que desconhecem. A história é verídica e fascinante. Dos cinco filmes brasileiros, “Café com Canela”, dos estreantes Glenda Nicácio e Ary Rosa, merece destaque por apresentar um elenco negro, por ser o mais premiado – três troféus no Festival de Brasília – e pela generosidade de sua trama, ao acompanhar o esforço de uma vizinha para ajudar sua antiga professora do primário, idosa e solitária, a superar a depressão. E nisto representa o avesso completa de “Como É Cruel Viver Assim”, mais uma obra sobre mau-caratismo no cinema brasileiro. O novo filme da diretora Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”) também é mais uma comédia sobre bandidos amadores que tentam executar um plano mirabolante de assalto, mote explorado recentemente por “Vai que Dá Certo”, “Vai que Dá Certo 2”, “O Roubo da Taça” e “Entrando Numa Roubada”. Já “Unicórnio”, de Eduardo Nunes (“Sudoeste”), foca o circuito de arte. Passou pelo Festival de Berlim, ocasião em que foi bastante elogiado pela imprensa internacional por sua fotografia. E o visual é realmente deslumbrante. O conteúdo, porém, enfatiza simbolismos que não são tão fáceis de apreciar. Adaptação de dois contos da escritora Hilda Hilst, acompanha uma menina (Barbara Luz), que mora sozinha com a mãe (Patrícia Pillar) no campo, acreditando que um dia seu pai vai voltar. Mas quem chega é outro homem (Lee Taylor), o que abala o delicado equilíbrio entre as duas. Completam a programação dois documentários nacionais, um deles sobre gays assumidos e o outro sobre o sociólogo e escritor Hélio Jaguaribe. Confira abaixo sinopses e trailers dos filmes mencionados para não enfrentar surpresas no escuro dos cinemas. O Protetor 2 | EUA | Ação Robert McCall (Denzel Washington) agora trabalha como motorista, ajudando pessoas que enfrentam dificuldades decorrentes de injustiças. Quando sua amiga Susan Plummer (Melissa Leo) é morta durante a investigação de um assassinato na Bélgica, ele decide sair do anonimato e encontrar seu antigo parceiro, Dave (Pedro Pascal), no intuito de encontrar pistas sobre o autor do crime. Christopher Robin | EUA | Fantasia Christopher Robin (Ewan McGregor) já não é mais aquele jovem garoto que adorava embarcar em aventuras ao lado de Ursinho Pooh e outros adoráveis animais no Bosque dos 100 Acres. Agora um homem de negócios, ele cresceu e perdeu o rumo de sua vida, mas seus amigos de infância decidem entrar no mundo real para ajudá-lo a se lembrar que aquele amável e divertido menino ainda existe em algum lugar. Mentes Sombrias | EUA | Fantasia Em um mundo apocalíptico, onde uma pandemia matou a maioria das crianças e adolescentes dos Estados Unidos, alguns sobreviventes desenvolvem poderes sobrenaturais. Eles então são tirados pelo governo de suas famílias e enviados para campos de custódia. Entre elas está Ruby (Amandla Stenberg), que precisa se esconder entre as crianças sobreviventes devido ao poder que possui. Medo Viral | EUA | Terror Um grupo de amigos baixa um aplicativo, que no início parecia ser inofensivo dando apenas algumas direções e informações, mas depois passa a se tornar sobrenatural, quando os jovens começam a ser aterrorizados por uma entidade que manifesta o medo de cada um. Troca de Rainhas | França | Drama Em 1721, para manter a paz entre França e Espanha após anos de guerra, o Regente do Reino da França, Philippe d’Orléans (Olivier Gourmet), propõe uma troca de princesas que resulta no noivado do rei da França, Louis XV (Igor van Dessel), de 11 anos, com Anna Maria Victoria (Juliane Lepoureau), de 4 anos; e do príncipe herdeiro Louis, de 11 anos, com Louise-Elisabeth d’Orleans (Anamaria Vartolomei), de 12 anos. Porém, a chegada dessas jovens princesas pode comprometer os jogos de poder na Corte. A Outra Mulher | França | Comédia Daniel (Daniel Auteuil) é um homem de imaginação fértil que, ao conhecer a nova namorada do melhor amigo, se pega fantasiando. Ele é casado e se sente apaixonado pela esposa, mas, não conseguindo escapar de sua imaginação, deixa a cautela de lado determinado a realizar seus mais loucos sonhos. Como É Cruel Viver Assim | Brasil | Comédia Vladimir (Marcelo Valle) está desempregado e perdido na vida. Ele vai entrando em desespero cada vez que escuta sua mulher, Clívia (Fabiula Nascimento), dizer que sonha com uma linda festa de casamento. Eis que surge Regina (Debora Lamm), uma amiga do casal, que propõe um plano: sequestrar seu ex-patrão, riquíssimo. Regina trabalhou na casa dele quatro anos como babá e sabe de cor todos os detalhes de sua rotina. Então, Vladimir resolve arriscar tudo e acha que essa é sua grande oportunidade de realizar algo grandioso e se sentir respeitado pela primeira vez na vida. Ele convida Primo (Silvio Guindane), um amigo mais enrolado do que ele, para completar o time. Enquanto tomam as providências práticas, revelam-se suas frustrações, ambições e medos. Unicórnio | Brasil | Drama Quando o pai de Maria (Bárbara Peixoto) deixa sua casa, a menina e a mãe (Patrícia Pillar) voltam ao cotidiano de cuidar da casa e da plantação enquanto esperam que ele regresse. Porém, quando o destino das duas se cruza com um criador de cabras (Lee Taylor) que vive na região, elas se entregam a seus desejos e o futuro da família pode se tornar trágico. Café com Canela | Brasil | Drama Após perder o filho, Margarida (Valdinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próprias. Um dia, Violeta (Aline Brunne) bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude. Café com Canela | Brasil | Drama Após perder o filho, Margarida (Valdinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próprias. Um dia, Violeta (Aline Brunne) bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude. Abrindo o Armário | Brasil | Documentário O documentário entrevista dezenas de homens gays e mulheres transexuais para conhecer a experiência do indivíduo LGBT, tanto nos centros quanto na periferia, tanto nos dias de hoje quanto décadas atrás, durante a ditadura militar. Figuras icônicas como o escritor João Silvério Trevisan, as artistas Linn da Quebrada e Jup do Bairro e o gamer Gabriel Kami compartilham suas experiências pessoais de autoaceitação e preconceito. Tudo É Irrelevante, Hélio Jaguaribe | Brasil | Documentário O documentário tece um retrato de Helio Jaguaribe, um dos mais destacados intelectuais públicos brasileiros, e de uma geração que foi fundamental para pensar o Brasil e ajudar a recriar a abertura política e a democracia após a ditadura militar.
Paul Rudd e Evangeline Lilly imitam os heróis dos Vingadores em vídeo divertido para o mercado chinês
O filme do “Homem-Formiga e a Vespa” só vai estrear na próxima semana na China. Por isso, o casal do título, vivido pelos atores Paul Rudd e Evangeline Lilly, iniciou uma nova rodada de divulgação focada no segundo maior mercado do mundo. Uma das novas entrevistas, realizada durante um junket chinês, também serviu para mostrar a diferença de abordagem da imprensa local. Em vez de ser perguntado sobre o filme, o casal foi convidado a participar de um jogo, tendo que imitar com gestos os principais heróis de “Vingadores: Guerra Infinita” – e até mesmo o vilão Thanos. O resultado, que foi incrementado por animações, ficou bem divertido e pode ser conferido abaixo. “Homem-Formiga e a Vespa” já fez US$ 450,4 milhões em todo o mundo, desde seu lançamento no começo de julho. Embora tenha superado a arrecadação do primeiro filme na América do Norte, o total mundial ainda é inferior aos US$ 519 milhões de “Homem-Formiga” em 2015. Mas a diferença deve ser tirada no mercado chinês, que recebe a produção da Marvel em 24 de agosto. Depois da China, o filme ainda será lançado no Japão, em 31 de agosto.
Presa por tráfico sexual, Allison Mack quer retomar a carreira de atriz
A atriz Allison Mack, que está em prisão domiciliar e enfrenta um processo criminal por tráfico sexual, quer volta a atuar. Os advogados da antiga intérprete de Chloe Sullivan na série “Smallville” pediram para que o juiz permita que ela possa deixar a casa dos pais em Los Alamitos, na Califórnia (EUA), para voltar a trabalhar, fazer serviços religiosos semanais e ir para a escola. “As acusações a privaram de continuar sua carreira de atriz”, argumentam os advogados, que ainda garantem que ela “está interessada em contribuir com a sociedade”. Alisson Mack abandonou a carreira de atriz muito tempo antes de ser presa por participar do grupo NXIVM e da seita DOS, acusada de ser uma fachada para promover escravidão sexual de mulheres, que eram marcadas à ferro com as iniciais de seus “donos”. Ela não atua há três anos, desde um papel recorrente na série “American Odyssey”, em 2015. Mack foi liberada da cadeia após pagar uma fiança de US$ 5 milhões. Um juiz magistrado dos Estados Unidos soltou a atriz após seus pais colocarem a casa da família em Los Alamitos, na Califórnia (EUA), como garantia e ela concordar em morar com eles sob prisão domiciliar, enquanto aguarda seu julgamento. Apesar da prisão dos líderes, a seita aparentemente continua em atividade. A atriz Catherine Oxenberg, que fez sucesso com a série “Dinastia” nos anos 1980, revelou lutar até hoje para resgatar sua filha da influência do grupo NXIVM. Este escândalo veio à tona quando uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro, denunciou a escravidão sexual organizada pelo líder da seita, o guru Keith Raniere e sua braço-direito, Allison Mack. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas nos cursos do grupo NXIVM. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. Esta história bizarra deve virar série, após a produtora Annapurna fechar um acordo com o jornalista Barry Meier, autora da reportagem-denúncia publicada no New York Times, para produzir uma adaptação televisiva de suas descobertas.
Série infantil Anne with an E é renovada para a 3ª temporada
A Netflix e a rede de TV canadense CBC renovaram “Anne with an E” para a 3ª temporada. Exibida no Canadá com o título de “Anne”, a série baseada no clássico da literatura infantil “Anne de Green Gables”, de L.M. Montgomery, encanta público e crítica por sua belíssima fotografia de cenários rurais e pela interpretação cativante de Amybeth McNulty (do terror “Morgan”) no papel-título. A personagem criada em 1908 já foi adaptada inúmeras vezes para o cinema, televisão e até mesmo como animação, mas a série atual se provou a versão mais premiada da obra, tendo vencido o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro (“Terra Fria”) – atualmente à frente da versão live action de “Mulan” para a Disney. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e também conta com direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”), entre outros. “Através da narração de ‘Anne With an E’, o clássico conto canadense transcendeu fronteiras e encontrou fãs em todos os nossos assinantes globais”, disse Cindy Holland, VP de conteúdo original na Netflix, em comunicado. “Estamos animados para continuar nossa parceria com a CBC e a produtora Northwood e trazer a série de volta para uma 3ª temporada”. A criadora Moira Walley-Beckett aproveitou para acrescentar que o crescimento da intérprete de Anne será levado em conta nas novas tramas. “Nossa amada Anne [Amybeth McNulty] terá 16 anos quando voltar a esta temporada cheia de complicações românticas, aventuras ousadas e descobertas dramáticas. Vou explorar temas importantes e contemporâneos que eu espero que continuem a ressoar, inspirar e elevar nossa audiência”. A 3ª temporada da série apresentará personagens e histórias que abordarão questões como identidade, feminismo, bullying e igualdade de gênero. Os novos episódios da adaptação só devem estrear em 2019.
Série inspirada no filme O Atirador é cancelada na 3ª temporada
O canal pago americano USA Network cancelou a série “Shooter”, inspirada no filme “O Atirador” (2007) em sua 3ª temporada. A produção, que enfrentou diversos problemas para estrear e contou com bastidores conturbados, tinha a pior audiência do canal na demografia dos adultos, única que interessa aos anunciantes. Dos 1,5 milhão que sintonizavam o programa, apenas 471 mil representavam a demo. Além de ter sua estreia adiada diversas vezes, devido ao timing de atentados reais que lembravam sua trama, a série teve sua 2ª temporada encurtada por conta de um acidente do ator Ryan Phillippe, que quebrou a perna durante uma folga das gravações em julho. Por coincidência, ele foi acusado por uma ex-namorada de agressão física no mesmo período. Elsie Hewitt afirmou que o ator estava extremamente bêbado e a agrediu em 3 de julho quando ela foi buscar alguns pertences na casa dele. Segundo a modelo afirmou ao jornal Daily Mail, o ator a teria deixado com muitos hematomas, machucados e fortes dores no peito, ao jogá-la escada abaixo. Ela foi à polícia. A série tem a mesma premissa do filme homônimo estrelado por Mark Wahlberg em 2007. Na trama, o atirador de elite Bob Lee Swagger é contratado como consultor de segurança de uma agência federal, apenas para ser implicado no assassinato de um político e se tornar caçado pelo FBI, enquanto tenta provar sua inocência – um resumo que é basicamente o mesmo da temporada inaugural de “Quantico” e que, em seus aspectos mais genéricos, sempre volta à TV desde “O Fugitivo” nos anos 1960. Na 2ª temporada, após ser exonerado da conspiração, ele se torna alvo dos autores do atentado original, que querem vingança após seus planos serem expostos. Além de Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”) no papel título, o elenco ainda inclui Cynthia Addai-Robinson (a Amanda Waller da série “Arrow”), Omar Epps (série “House”), Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”) e Eddie McClintock (série “Warehouse 13”). A adaptação foi desenvolvida por John Hlavin (roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar”) e era coproduzida pelo astro do filme, Mark Wahlberg, e o astro da série, Ryan Phillippe. O final da 3ª temporada será agora o final da série. O último capítulo está programado para ir ao ar em 13 de setembro nos Estados Unidos. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Ethan Hawke vive roqueiro aposentado em trailer legendado de comédia romântica
A Diamond Filmes divulgou o trailer oficial legendado de “Juliet, Nua e Crua” (Juliet, Naked), disponibilizado há um mês nos Estados Unidos. Trata-se de uma nova comédia romântica adaptada de romance do escritor Nick Hornby. Como na adaptação de “Alta Fidelidade” (2000), a história também envolve um fã obcecado de rock. Mas há uma reviravolta. A idolatria de um homem de meia-idade por um cantor americano obscuro chamado Tucker Crowe, há muito aposentado, leva sua mulher jornalista a escrever uma crítica corrosiva do disco em que o roqueiro tenta voltar à ativa. Para surpresa dela, o próprio Crowe lhe contata por email para parabenizá-la pelo texto. Os dois ficam amigos, mais que amigos, e logo a mulher troca o marido pelo antigo ídolo de quem ele não parava de falar. Este é o provável The end, a se deduzir pelo trailer que, sim, é destes que conta toda a história. O triângulo é vivido por Chris O’Dowd (“O Paradoxo Cloverfield”) como o marido, Rose Byrne (“Vizinhos”) como a mulher e Ethan Hawke (“Boyhood”) como o roqueiro. Escrita e dirigida por Jesse Peretz (“O Ex-Namorado da Minha Mulher”), a comédia estreia já nesta sexta (17/8) nos Estados Unidos. O lançamento no Brasil está marcado para daqui a um mês, em 13 de setembro.
Anne Hathaway convence Matthew McConaughey a matar seu marido no trailer legendado de Calmaria
A Diamond Films divulgou o trailer oficial legendado de “Calmaria” (Serenity), estrelado por Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) e Anne Hathaway (“Oito Mulheres e um Segredo” – dois meses após sua disponibilização nos Estados Unidos. O filme marca a segunda parceria do casal de atores, que rumaram juntos para o espaço na sci-fi “Interestelar” há quatro anos. A prévia revela um enredo típico de filme noir. Hathaway é uma mulher fatal que convence o capitão de barco vivido por McConaughey a matar seu marido abusivo, interpretado por Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), aproveitando um passeio de pesca em alto-mar. O filme tem roteiro e direção de Steven Knight (criador da série “Peaky Blinders” e roteirista de “Senhores do Crime”), e ainda inclui em seu elenco Diane Lane (“Batman vs. Superman”), Djimon Hounsou (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Jeremy Strong (série “Succession”) A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer de Magnifíca 70 mostra o que se pode esperar da última temporada da série
A HBO divulgou o trailer e o pôster da 3ª e última temporada da série brasileira “Magnifíca 70”. Passada nos bastidores do cinema da boca do lixo, durante a ditadura militar, a atração tem um premissa realmente magnífica, mas uma execução que, na melhor das hipóteses, reflete o amadorismo cinematográfico da época retratada. A prévia dá uma boa mostra do que esperar: frases de efeito pontuadas por exclamações, mesmo quando sussurradas, tiroteios toscos, explosões e, claro, promessas de nudez, para fisgar o público que não se importa com o resto. Para quem acompanhou os clichês até agora, a conclusão, ambientada em 1975, vai mostrar Manolo (Adriano Garib) encontrando uma jovem aspirante a atriz que sofre abusos do pai, Dora (Simone Spoladore) em busca de vingança por ter sido escrava sexual, Isabel (Maria Luísa Mendonça) vivendo na clandestinidade e Vicente (Marcos Winter) cada vez mais parecido a um vilão canastrão do Batman, com uma loucura fixada na produção de seu próprio filme, enquanto tudo ao seu redor desmorona. A cortina desce para “Magnífica 70” a partir de 14 de outubro.
Remake do clássico Papillon ganha trailer legendado
Com uma diferença de “apenas” três meses em relação aos Estados Unidos, a Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer oficial legendado do remake de “Papillon” (1973), drama clássico de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Não que haja muita expectativa para a nova versão, que tem os papéis principais desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”) e Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam a pesar as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem chamar muita atenção. Mesmo assim, vale destacar que a produção vem contando com boa vontade dos críticos mais jovens, que, como o público-alvo, não viram o original. A estreia no Brasil está marcada somente para 4 de outubro.












