Ansel Elgort vai estrelar remake de Amor, Sublime Amor dirigido por Steven Spielberg
O ator Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) vai protagonizar a segunda versão do musical “Amor, Sublime Amor” (West Side Story) no cinema, que terá direção de Steven Spielberg. “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta”, passada em Nova York no final dos anos 1950, que acrescenta à história clássica de amor proibido elementos de delinquência juvenil e preconceito racial. A obra estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e já foi levada ao cinema em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). O personagem de Elgort será o jovem Tony, o Romeu interpretado por Richard Beymer no longa de 1961. Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o longa original venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. E nem mesmo Spielberg será capaz de superar essa façanha, ainda mais que nunca dirigiu um musical antes. Talvez este fato seja o único motivo que justifique seu interesse em refilmar o que já foi antes e muito bem feito. A adaptação está a cargo de Tony Kushner, colaborador frequente de Spielberg, tendo trabalhado com o diretor em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012). Os dois também estavam desenvolvendo “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que acabou preterido por “The Post – A Guerra Secreta” (2017) e pode ter sido abandonado. Ainda não há previsão para a estreia do remake.
Rebel Wilson indica que A Escolha Perfeita 4 vai acontecer
A franquia “A Escolha Perfeita” vai virar quadrologia. A atriz australiana Rebel Wilson sugeriu enfaticamente a novidade com uma foto em suas redes sociais, em que aparece ao lado de mais três colegas de elenco, Anna Camp, Brittany Snow e Chrissie Fit. As quatro fazem o número 4 com as mãos, e Wilson ainda usou quatro emojis de coração para legendar a foto (acima) Detalhe é que “A Escolha Perfeita 3” tinha sido vendido como o último capítulo da saga, já que as personagens se formaram e as atrizes não tem mais idade para continuar interpretando adolescentes. Só que a própria Brittany Snow disse, em entrevista recente, que o elenco tinha vontade de se reunir para mais um filme. “Eu acho que todas nós toparíamos. Nós nos divertimos muito fazendo esses filmes, e fizemos alguns dos nossos melhores amigos durante as filmagens. Com o terceiro filme, parecia que a jornada tinha acabado, mas a verdade é que nós faríamos esses filmes para sempre se nos deixassem”, comentou. O primeiro “A Escolha Perfeita” foi lançado em 2012. Com orçamento de apenas US$ 17 milhões, rendeu US$ 115 milhões em todo o mundo. Já o segundo estourou as bilheterias com US$ 287 milhões em 2015, o que animou o estúdio Universal à investir na produção do tereiro, o mais caro de todos, orçado em US$ 45 milhões. Entretanto, o filme rendeu US$ 100 milhões a menos que o segundo, fechando as contas com US$ 184 milhões em 2017.
Vin Diesel revela que Velozes e Furiosos vai ganhar spin-off feminino
O ator Vin Diesel afirmou que a franquia “Velozes e Furiosos” ganhará um spin-off focado nas personagens femininas da saga. A informação veio à tona num vídeo que ele postou nas redes sociais, que trouxe algumas notícias diretamente do set de “Bloodshot”, atualmente sendo filmado na África. De passagem, após elogiar seu próprio filme em produção, ele enfiou a notícia: “Obrigado a Universal por aceitar a minha proposta de um spin-off feminino de ‘Velozes e Furiosos’, e a outra proposta que eu enviei”. O ator não especificou nada sobre os novos projetos, já que seu objetivo era criar expectativa para “Bloodshot”, mas o vídeo também revelou uma visita ao set de Cody Walker, irmão de Paul Walker. Ele virou ator após aparecer como dublê de corpo de Paul Walker em “Velozes e Furiosos 6” (2015). Vale lembrar que, durante a pós-produção de “Velozes e Furiosos 8” (2017), a atriz Michelle Rodriguez reclamou da representação feminina na saga. Sua Letty seria a escolha óbvia para liderar o time feminino do spin-off, que ainda teria Ramsey (Nathalie Emmanuel), Mia (Jordana Brewster) e, possivelmente, a vilã Cipher (Charlize Theron). Mas há outras personagens femininas na franquia que poderiam ser integradas na história, como a agente Monica Fuentes (Eva Mendes) e a motorista Suzi (Devon Aoki). “Velozes e Furiosos” prepara-se para lançar o seu primeiro spin-off, “Hobbs and Shaw”, focado nos personagens de Dwayne “The Rock” Johnson e Jason Statham. A estreia está marcada para agosto de 2019, um ano antes do lançamento de “Velozes e Furiosos 9”. Visualizar esta foto no Instagram. Guess who came to surprise me on set… #BLOODSHOT Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 1 de Out, 2018 às 9:09 PDT
Runaways: Super-heróis adolescentes retornam no trailer da 2ª temporada
A plataforma de streaming Hulu divulgou o trailer da 2ª temporada da série de super-heróis “Runaways”. A prévia é mais juvenil que o tom da temporada inaugural, destacando cenas em que os heróis adolescentes demonstram seus superpoderes. A adaptação dos quadrinhos criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é uma das produções mais bem-avaliadas da Marvel, com 84% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. Entretanto, as mudanças foram positivas e apoiadas por Vaughan, que é consultor da série. A premissa básica é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na trama original. Os heróis juvenis são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Ao contrário da 1ª temporada, que seguiu a formato de episódios semanais, os novos capítulos serão disponibilizados todos no mesmo dia, em 21 de dezembro. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Sony.
Netflix estaria planejando lançar episódio interativo da série Black Mirror
A Netflix vem trabalhando para oferecer maior interatividade no material que disponibiliza para seus usuários pelo menos desde 2016. E agora, segundo a agência de notícias Bloomberg, a plataforma de streaming pretende conduzir uma experiência com a série “Black Mirror”. Ambientada em futuros distópicos pautados pela tecnologia, a série contaria com um capítulo interativo em sua 5ª temporada, em que o público poderia escolher o final da história. Para quem não está acompanhando, a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” seria sua primeira experiência interativa com atores reais. Mas vale lembrar que o cineasta Steven Soderbergh já fez uma série inteira neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. E como demonstrou “Mosaic”, a “novidade” é apenas uma variação dos antigos jogos de computador batizados de “adventure”, introduzidos nos anos 1970, em que jogadores escolhiam, entre opções oferecidas, o que personagens deveriam fazer – seguir o caminho da esquerda ou da direita, por exemplo. A própria Globo já usou este formato no Brasil, na época da antiga tecnologia conhecida como telefone residencial, quando telespectadores ligavam para um número para votar como as histórias da série “Você Decide” deviam acabar. “Você Decide” dá mesmo uma perspectiva diferente para uma inovação anunciada junto do nome da série “Black Mirror”. O serviço de streaming não se pronunciou quanto à novidade.
Brasil sofre destruição apocalíptica no novo clipe de Criolo, candidato a melhor do ano
O rapper Criolo divulgou o clipe de “Boca do Lobo”. E sem exagero dá para dizer que é candidato a melhor clipe do ano. É uma loucura, que combina cenas reais da destruição do Brasil com efeitos surreais de sci-fi apocalíptica, em que mutações gigantes se encarregam de exterminar os últimos sobreviventes. São muitas citações à realidade nacional, do incêndio do Museu Nacional, no Rio, à tragédia da barragem de Mariana, em Minas Gerais, com imagens chocantes de corrupção explícita e da violência policial cotiana contra a população negra pobre do país. Além do corpo estendido no chão e do menor cheio de hematomas, também estão lá a falência do sistema de saúde, o avanço dos incêndios no centro de São Paulo, as correrias dos protestos reprimidos à bombas de gás, o blackout da crise energética, a multiplicação das pestes urbanas, com ratos gigantes surgindo de obras abandonadas do metrô paulistano e mosquitos transmitindo novas epidemias em série, em meio ao lixão que se tornaram as grandes cidades brasileiras. “É que a industria da desgraça pro governo é um bom negócio/ Vende mais remédio, vende mais consórcio/ Vende até a mãe, dependendo do negócio”, comenta a letra certeira, à queima-roupa. Óbvio que a imagem final, do morcego voando em Brasília, é uma metáfora para o presidente vampiro. Mas todos os atores políticos, da extrema direita à extrema esquerda, compactuam para criar este retrato apocalíptico, fruto da corrupção extrema sem ideologia, que se materializa na obra sombria-expressionista dirigida por Denis Kamioka, profissionalmente conhecido como Denis Cisma. Diretor de comerciais internacionais, ele já tinha feito dois clipes futuristas para Criolo há quatro anos, “Duas de Cinco” + “Cóccix-ência”. E este novo trabalho é mais apocalíptico que o próximo projeto “Cloverfield”, do produtor hollywoodiano J.J. Abrams.
Charles Aznavour (1924–2018)
Morreu Charles Aznavour, o último dos grandes nomes da canção francesa do século 20. O cantor e compositor faleceu na madrugada desta segunda-feira (1/10), aos 94 anos em sua casa em Apilles, no sul da França. Filho de imigrantes armênios, seu verdadeiro nome era Shahnour Varinag Aznavourian. Mas também era chamado de o Frank Sinatra da França. A carreira deslanchou após a 2ª Guerra Mundial, quando Edith Piaf foi conferir seus shows de cabaré. Encantada, ela o consagrou ao convidá-lo para abrir o seu show no famoso Moulin Rouge e o levou em uma turnê pelos Estados Unidos e Canadá. Assim, Aznavour passou a compor alguns dos sucessos mais populares da cantora, tornando-se também conhecido por conta de seu talento. A carreira durou oito décadas, vendeu mais de 100 milhões de discos e rendeu canções mundialmente conhecidas como “La Bohème”, “La Mamma” e “Emmenez-moi”. Além de sucessos próprios, ele também compôs para artistas como Maurice Chevalier e Charles Trenet. Aznavour também teve uma carreira paralela muito bem-sucedida como ator, que a maioria dos talentos de Hollywood não consegue igualar. Foram cerca de 80 filmes, a princípio em pequenas participações vivendo a si mesmo, como em “Até Logo, Querida!” (1946). Mas a atuação se tornou uma atividade séria a partir de “Os Libertinos” (1959), de Jean-Pierre Mocky. O cantor logo virou protagonista de clássicos franceses, como “A Passagem do Reno (1960), do mestre André Cayatte, e o famoso nouvelle-noir “Atirem no Pianista” (1960), dirigido simplesmente por François Truffaut. Estes filmes o lançaram de vez como astro de cinema, levando-o a multiplicar sua presença nas telas, a ponto de fazer três filmes por ano na década de 1960. A safra incluiu “As Virgens” (1963), de Mocky, “Breve Encontro em Paris” (1966), de Pierre Granier-Deferre, e seu primeiro filme falado em inglês, o psicodélico “Candy” (1968), de Christian Marquand. A estreia em Hollywood propriamente dita veio logo em seguida, como par romântico de Candice Bergen em “O Mundo dos Aventureiros” (1970), de Lewis Gilbert. Ele também se aventurou pelo cinema inglês, com “Os Jogos” (1970), de Michael Winner, pelo cinema policial italiano, estrelando “Tempo de Lobos” (1970) e “O Belo Monstro” (1971), ambos dirigidos por Sergio Gobbi, e até pelo suspense alemão em “O Último dos Dez” (1974), uma adaptação de “E Não Sobrou Nenhum” (mais conhecido como “O Caso dos Dez Negrinhos”), de Agatha Chistie. Tornou-se um astro de cinema internacional. E embora fizesse filmes dispensáveis em Hollywood, como o thriller “Fortaleza Proibida” (1976), acabou aparecendo em clássicos que marcaram época, como “O Tambor” (1979), do alemão Volker Schlöndorff, “Os Fantasmas do Chapeleiro” (1982), do conterrâneo Claude Chabrol, e “Viva la Vie (1984), do também francês Claude Lelouch. A partir dos anos 1990, passou a fazer mais séries e telefilmes, diminuindo sua presença no cinema. Mesmo assim, estrelou algumas produções recentes, como “Ararat” (2002), do egípcio Atom Egoyan, sobre um tema que lhe interessava em particular, o genocídio armênio. Também contracenou com Henry Cavill (o Superman) em “Laguna” (2001). E estava finalizando um último longa, “Une Revanche à Prendre”, do francês Kader Ayd, com quem tinha trabalhado em 2005 em “Ennemis Publics”. Mesmo quando não era visto, Aznavour também era lembrado pelo cinema em suas trilhas sonoras. Ele é o compositor, por exemplo, de “She”, a canção tema do filme “Um Lugar Chamado Notting Hill”, estrelado por Julia Roberts. Lançada em 1974, a música liderou as paradas britânicas por 14 semanas e ficou entre as mais tocadas em diversos países. E voltou a demonstrar sua atualidade como parte da trilha do filme de 1999, na voz de Elvis Costello. Nos últimos 40 anos, ele ainda teve suas composições gravadas por cantores tão diferentes quanto Elton John, Sting, Bob Dylan, Placido Domingo, Céline Dion, Julio Iglesias, Liza Minnelli e Ray Charles.
Com estreia de PéPequeno, Warner chega à 8ª semana no topo das bilheterias do Brasil
A Warner Bros. Pictures vive uma fase fenomenal no Brasil, ao se manter na liderança das bilheterias do país por 8ª semanas consecutivas. Com público superior a 309 mil pessoas e arrecadação de mais de R$ 5 milhões, seu mais recente lançamento, a animação “PéPequeno”, estreou em 1º lugar no fim de semana. “PéPequeno” é o quarto campeão seguido do estúdio, após os recentes sucessos de “A Freira”, “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” e “Megatubarão”, que não deixaram espaço para nenhum filme de concorrente ocupar o topo das bilheterias nacionais desde 9 de agosto. São quase dois meses completos de domínio total. Que, entretanto, devem acabar no próximo fim de semana, com a chegada de “Venom”, da Sony. Na América do Norte, no entanto, “PéPequeno” não foi tão grande assim, abrindo em 2º lugar, atrás de uma comédia que, por sinal, nem sequer será lançada nos cinemas brasileiros – “Operação Supletivo – Agora Vai!” deve sair direto em vídeo. Por aqui, porém, a Warner fez dobradinha, com o longa de terror “A Freira” na 2ª colocação, assistido por 240 mil pessoas e bilheteria de mais R$ 3,8 milhões. A arrecadação acumulada das quatro semanas em exibição já atingiu os R$ 69,8 milhões. O valor é recorde para o gênero terror no Brasil. A surpresa ficou com o sucesso do drama “O que de Verdade Importa”. Em 3º lugar, foi assistido por 109 mil pessoas, arrecadando R$ 1,7 milhões para uma boa causa. Os produtores prometeram reverter os lucros desse filme para instituições que cuidam de crianças com câncer no país. Principal lançamento nacional da semana, “Dez Segundos para Vencer”, sobre a história do boxeador Éder Jofre, abriu apenas em 10º lugar, com público de 19,6 mil pessoas. Os dados são da consultoria ComScore.
Netflix confirma exibição de Titãs no Brasil com o primeiro trailer legendado da série
A Netflix confirmou que exibirá “Titans” no Brasil com a divulgação do primeiro trailer legendado da série. A atração também ganhou título nacional. Em tradução literal, vai se chamar “Titãs”. A Warner fechou um acordo de distribuição internacional com a Netflix para as séries exclusivas de sua plataforma DC Universe, inaugurada há duas semanas, que por enquanto só opera nos Estados Unidos. Além de “Titãs”, o serviço americano terá em breve séries baseadas nos quadrinhos da Patrulha do Destino (Doom Patrol), Monstro do Pântano (Swamp Thing) e Sideral (Stargirl), além de animações da Arlequina (Harley Quinn) e da Justiça Jovem (Young Justice). A prévia explica melhor a trama de “Titãs” que todos os vídeos divulgados anteriormente nos Estados Unidos. Se, por um lado, chama atenção por evitar o palavrão que Robin diz diante da menção de Batman, na cena em que luta contra criminosos, por outro explora uma interessante conexão entre o órfão Robin (Dick Grayson) e a menor supostamente abandonada Ravena. Segundo a sinopse oficial, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Além dos citados, outros heróis dos quadrinhos também vão aparecer na série, como a dupla Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”), Jason Todd, que é o segundo Robin (vivido por Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), e o grupo Patrulho do Destino, que ganhará um spin-off após a estreia em “Titãs”. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear em 12 de outubro no DC Universe, mas ainda não há previsão para sua estreia na Netflix. É possível que a Warner só libere os episódios após o último capítulo ir ao ar nos Estados Unidos. Como são 13 episódios semanais, isso deixaria o lançamento nacional para janeiro de 2019.
A Rainha do Sul: Série estrelada por Alice Braga é renovada para a 4ª temporada
O canal pago americano USA Network anunciou a renovação da série “A Rainha do Sul” (Queen of the South), estrelada pela brasileira Alice Braga. A atração vai para sua 4ª temporada, com previsão de exibição para 2019. “A Rainha do Sul” tem uma das audiências mais estáveis da TV paga americana. Desde a estreia e ao longo de três anos de exibição, mantém o mesmo público cativo: cerca de 1,2 milhão de telespectadores ao vivo. Mas a série voltará com mudanças em seus bastidores. Houve uma troca de showrunners: Natalie Chaidez (criadora de “Hunters”), que conduzia a série desde o segundo ano, foi substituída pelos promovidos Dailyn Rodriguez e Benjamin Daniel Lobato, que já faziam parte da equipe de roteiristas. A atração é baseada no livro homônimo de Arturo Pérez-Reverte (roteirista do terror “O Último Portal”) e já tinha sido levada às telas na novela colombiana “La Reina Del Sur” (2011). A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, mais conhecidos pelo divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges de 2015 – , lançado direto em DVD no Brasil. A trama segue Teresa Mendoza (Braga), que começa a história como uma fugitiva do cartel de drogas mexicano, mas logo se estabelece como líder de sua própria organização criminosa, disposta a enfrentar aqueles que a fizeram temer por sua vida. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Space e pela Netflix.
Zack Snyder planejava matar Batman em Liga da Justiça 2
Aparentemente, Zack Snyder pretendia matar Batman no segundo filme da “Liga da Justiça” que estava planejando. Em uma conversa com fãs na Vero, a rede social em que é a única celebridade, Zack Snyder confirmou sua intenção. Ao interagir com um usuário, que divulgou a imagem de Batman morto nos braços do Superman, com a legenda: “O que poderíamos ter visto naquele arco de cinco partes” – de “O Homem de Aço” a “Liga da Justiça 2” – , o diretor respondeu: “É claro”. O que seria ridículo, após o diretor matar Superman em “Batman vs. Superman” e trazê-lo de volta em “Liga da Justiça”. Para piorar, a morte de Batman aconteceria depois da Marvel eliminar metade de seus heróis com um estalar de dedos para também trazê-los de volta no filme seguinte. A Warner não só discordou como dispensou Snyder e desistiu de fazer “Liga da Justiça 2”, após o primeiro “Liga da Justiça” tornar-se um fracasso de bilheterias. Este filme já tinha sido realizado sob intervenção, com boa parte das cenas refeitas por Joss Whedon (“Os Vingadores”) – o que ocorreu de forma pouco elegante, durante uma crise pessoal de Snyder. Mas os fãs do cineasta – que pareciam não existir até ele ser afastado de “Liga da Justiça” – ainda imaginam que sua visão do encontro de Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman e Ciborgue pudesse ser a salvação da DC Comics – do buraco que ele próprio criou em “Batman vs. Superman”. Agora se vê que o plano de Snyder era tornar o universo cinematográfico da DC Comics ainda mais sombrio. Em outras palavras, criar novas piadas para o Deadpool zoar.
Mark Hamill se junta à campanha #EleNão contra o lado negro da Força
O ator Mark Hamill sentiu o surgimento de uma nova ameaça e decidiu se manifestar contra o equivalente à volta da Primeira Ordem ao poder numa galáxia distante chamada Brasil. O intérprete de Luke Skywalker na franquia “Star Wars” aderiu à campanha #EleNão nas redes sociais. E para deixar claro que sabia quem estava levando multidões para o lado negro da Força, acrescentou o nome do vilão em seu tuíte. “#EleNão. Mulheres merecem muito MUITO melhor. #NoToBolsonaro”, ele escreveu no Twitter. A campanha #EleNão foi criada após o ataque de hackers ao grupo do Facebook Mulheres contra Bolsonaro. A hashtag ganhou a adesão de várias artistas brasileiras, como Daniela Mercury, Camila Pitanga e Letícia Spiller, entre outras. E recentemente atingiu projeção internacional, com manifestações de astros do cinema e das séries, como Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Stephen Fry (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), Alfonso Herrera (“Sense8”), Indya Moore (“Pose”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Edgar Ramírez (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime History”), Shangela (“Nasce uma Estrela”), além dos músicos Madonna, Lauren Jauregui (Fifth Harmony), Dan Reynolds (Imagine Dragons), Nicole Scherzinger, Dua Lipa, Kehlani e Black Eyed Peas. No sábado (29/9), manifestações de pessoas que aderiram à campanha foram realizadas em várias cidades brasileiras. A polícia militar se recusou a fazer avaliações de público, mas estima-se que 200 mil pessoas se reuniram no protesto no Rio, naquela que foi a maior manifestação social já registrada na capital carioca – diante da mesma Candelária que testemunhou a campanha histórica das Diretas Já, que fãs da ditadura militar devem execrar. Em São Paulo, houve número equivalente no Largo da Batata, em Pinheiros. #EleNao ?? women deserve much MUCH better! ?#NoToBolsonaro ? https://t.co/vnWFWQ0zXw — Mark Hamill (@HamillHimself) 30 de setembro de 2018
Gwyneth Paltrow se casa com criador de American Horror Story
A atriz Gwyneth Paltrow (“Homem de Ferro”) se casou com o roteirista-produtor Brad Falchuk (cocriador de “American Horror Story”) no fim de semana. Ela postou na madrugada desta segunda (1/10) no Instagram uma foto das mãos do casal com seus anéis de casamento. Veja abaixo. De acordo com informações da revista People, os dois se casaram em uma cerimônia privada na luxuosa região de Hamptons, no estado de Nova York, nos Estados Unidos, onde os milionários passam a temporada de veraneio em mansões e vilas deslumbrantes. “Foi lindo – o casamento mais bonito que eu já vi”, disse a mãe de Paltrow, a atriz Blythe Danner (“Entrando numa Fria”), aos fotógrafos no domingo, segundo a People. Entre os convidados, compareceram desde o diretor Steven Spielberg até estrelas como Cameron Diaz e Jerry Seinfeld. Ainda de acordo com a publicação, o colega de elenco de Gwyneth na franquia “Homem de Ferro”, o ator Robert Downey Jr., também foi fotografado a caminho do evento. Gwyneth Paltrow conheceu Falchuck durante uma participação na série “Glee”, que ele criou em parceria com o sócio Ryan Murphy. Ela fez cinco aparições na série como professora substituta, entre 2010 e 2014. O casal ficou noivo em janeiro, após três anos de namoro. Este é o segundo casamento da atriz de 46 anos, que foi casada até 2016 com o cantor Chris Martin, vocalista da banda Coldplay. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 30 de Set, 2018 às 12:55 PDT












