Rapper Post Malone vai estrear como ator em filme de ação estrelado por Mark Wahlberg
O rapper Post Malone vai fazer sua estreia no cinema. O artista do hit “Rockstar” entrou no elenco de um filme de ação protagonizado por Mark Wahlberg para a Netflix. Trata-se da adaptação de “Wonderland”, livro que integra a coleção literária do detetive conhecido apenas como Spenser, criado pelo escritor Robert B. Parker. Em “Wonderland”, Spenser precisa investigar um assassinato sangrento e acaba descobrindo uma grande conspiração. A produção será o quinto filme consecutivo da pareceria entre o ator Mark Wahlberg e o diretor Peter Berg. E após o fracasso do mais recente, “22 Milhas”, também será o primeiro lançada diretamente em streaming. Além de Wahlberg e Malone, o elenco também inclui Winston Duke (“Pantera Negra”), Alan Arkin (“Pequena Miss Sunshine”), Bookem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), James DuMont (“Jurassic World”) e Iliza Shlezinger (“Girlboss”). Ainda não há previsão de estreia para “Wonderland”.
Michael Peña será o misterioso Sr. Roarke na versão de cinema de Ilha da Fantasia
O ator Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”) vai interpretar o papel de Sr. Roarke na versão de cinema da série “Ilha da Fantasia”, clássico televisivo dos anos 1970 e 1980. Ele vai assumir o papel consagrado por Ricardo Montalbán na série. Ambos tem em comum a herança mexicana: enquanto Montalbán nasceu na Cidade do México e emigrou para os EUA, Peña é filho de imigrantes mexicanos que se estabeleceram em Chicago, nos EUA. “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas pelo misterioso anfitrião, o Sr. Roarke, com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize, nos anos 1970). Mas para terem os prazeres que almejam, eles também precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. O filme será dirigido por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que ainda assina o roteiro com Chris Roach e Jillian Jacobs, seus parceiros no recente terror “Verdade ou Desafio” – feito por US$ 5 milhões e que arrecadou US$ 100 milhões em todo o mundo para a Blumhouse. Além deste filme, a história da série clássica será lembrada em “My Dinner with Hervé”, produção da HBO em que Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) vive Hervé Villechaize no final de sua vida. O ator teve dificuldades para encontrar emprego após o fim da “Ilha da Fantasia” e se matou dez anos depois do cancelamento da atração, em 1993. Já Montalbán morreu em 2009 por complicações da idade, aos 88 anos.
Ator revela ter pedido para morrer em The Walking Dead
[Alerta de Spoiler] A 9ª temporada de “The Walking Dead” já começou matadora, com a morte de um dos personagens da atração. O episódio de estreia marcou a despedida de Gregory, um dos vilões da trama. E seu intérprete, o ator Xander Berkeley, revelou à revista Entertainment Weekly que a forma abrupta como ele saiu de cena foi um pedido dele mesmo. Berkeley contou que chegou a pedir para os produtores da série matarem seu personagem durante a produção da temporada passada, quando ficou dias sem ter o que fazer na trama. “Eu me diverti muito nesta série”, ressaltou o ator, antes de abordar seu desencante. “Os roteiristas me deram muita coisa bacana logo no começo. Eu me divertia muito, não importa o quão trapaceiro esse personagem era. Mas, na temporada passada, ele ficou preso naquela cela, e isso foi o inferno para mim. Eu passei muito tempo longe de casa e da minha família”. “Foi a primeira vez nesta série em que fiquei em conflito, e disse para os roteiristas: ‘Me matem. Deem-me algo excitante para fazer. Me matem para que eu possa ir para casa e/ou encontrar outros projetos'”, revelou. “Eu sempre posso encontrar algo mais interessante para fazer do que ficar sentado em uma cela de prisão dizendo as mesmas coisas mil vezes. Eu não mereço isso”. A nova showrunner, Angela Kang, atendeu seus pedidos e apressou sua despedida da série no roteiro do primeiro episódio da nova temporada. E Berkeley disse ter adorado. “Eu sempre quis que ele fosse enforcado. Eu nunca fui enforcado antes, e eu sempre morro nas séries e filmes! Eu já caí de prédios três vezes. Já morri três vezes em explosões. Tenho pelo menos 15 facadas e 25 mortes por arma de fogo. Eu estava contando que eles seguissem os quadrinhos e enforcassem Gregory”, comentou o ator, que só lamentou como tudo aconteceu de forma abrupta. “Eu acho que foi um pouco apressado”, ressalvou. “Acho que não foi muito crível quando Gregory tenta tirar Maggie do poder. Eles fizeram o que podiam, mas tinham muitas histórias para equilibrar. Angela [Kang, a nova showrunner da série] é uma boa roteirista, então não questiono o que ela fez. Eu mal consigo imaginar ter o trabalho dela”. Angela Kang, por sua vez, confirmou que intenção é mesmo apressar as histórias, ao contrário do clima arrastado da narrativa até então, para abrir caminho para novas narrativas na temporada. “Esse é o tipo de trama que nós normalmente desenvolvemos em múltiplos episódios. Mas, dessa vez, pensamos: ‘Já estamos nos preparando para isso há algum tempo, vamos colocar essa história no começo da temporada’. O restante dos capítulos vai mostrar os personagens lidando com os eventos dos primeiros episódios. É uma nova estrutura”, disse, também para a EW. “Nós decidimos há temporadas atrás replicar o momento icônico dos quadrinhos em que Gregory é enfocado. Essa sempre foi a intenção”, comentou ainda. “Nós remixamos um pouco os eventos dos quadrinhos, principalmente a forma como Gregory tenta derrubar Maggie. Queríamos mostrar que ele teve muitas chances de mudar, mas não conseguiu”. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. O próximo episódio inédito vai ao ar no domingo (14/10).
Lady Gaga canta soul em novo clipe da trilha de Nasce uma Estrela
Lady Gaga divulgou um novo clipe da trilha de “Nasce uma Estrela”. Desta vez, trata-se da música “Look What I Found”. O vídeo começa com uma cena em que a personagem da atriz cantarola a melodia da canção para Bradley Cooper em um restaurante, e logo a cena passa para um estúdio de gravação, onde um piano passa acompanhar a cantora. Aos poucos, novos instrumentos são incluídos na base, inclusive sopros de metal, resultado num soul grandioso. Só faltou o coral gospel e uma intérprete clássica do gênero. Definitivamente, uma ótima música e nada parecida com o repertório tradicional de Lady Gaga, numa gravação que remete mais a Carla Thomas e ao soul da Stax. Em “Nasce Uma Estrela”, Lady Gaga interpreta uma cantora iniciante que ganha uma chance de se tornar conhecida com o apoio de um músico veterano (Cooper), com quem se envolve. Mas quando ela passa a fazer sucesso, ele entra em decadência, vítima do alcoolismo, que atrapalha até o romance com a nova estrela. Além de marcar a estreia da cantora como atriz de cinema, o filme também é o primeiro dirigido por Bradley Cooper, além da quarta versão desta história de 81 anos levada às telas. O lançamento está marcado para quinta-feira (11/10) no Brasil.
Globo teria planos para tirar Maisa Silva e Larissa Manoela do SBT
As estrelinhas adolescentes do SBT Maisa Silva, de 16 anos, e Larissa Manoela, 17, estariam entre principais alvos da Globo para o ano que vem. O contrato de ambas termina em 2019 e, segundo fontes do colunista do UOL Ricardo Feltrin, emissários da Globo já mandaram um recado aos pais das meninas: “Não renovem antes de conversar com a gente”. Maisa é vista na Globo como uma artista completa e precoce, com um talento muito além de sua idade: sabe atuar, apresentar, dançar e divertir. É vista como um futuro “coringa”, que pode ser aproveitada em inúmeros programas. Para completar, sua participação no programa “Conversa com Bial” fez a audiência do talk show da Globo disparar, registrando recorde da história da produção. Já Larissa é considerada de personalidade forte e boa atriz também para sua idade precoce. Ambas iniciaram recentemente sua independência do SBT ao aparecer em filmes, após o pontapé inicial, também com auxílio da rede que as lançou, em dois longas derivados da novela infantil “Carrossel”. Larissa teve dois blockbusters recentes, “Meus Quinze Anos” e “Fala Sério, Mãe”, e Maisa está em “Tudo por um Popstar”, que estreia nos cinemas nesta quinta (11/10), e em “Cinderela Pop”, previsto para janeiro. O colunista do UOL especula que, se estivessem contratadas pela Globo, já estariam no elenco de “Malhação” ou de outras novelas. O próprio Silvio Santos já havia antecipado, ainda que apenas de brincadeira, que um dia perderia tanto Maisa como Larissa para a Globo.
Academia anuncia candidatos que disputarão indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou nesta segunda-feira (8/10) a lista completa dos filmes inscritos para disputar o Oscar 2019 de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Ao todo, 87 filmes foram selecionados por seus países para a disputa, o que representa uma diminuição de interesse, diante dos 92 inscritos no ano passado, quando o chileno “Uma Mulher Fantástica” foi premiado. O Brasil é representado por “O Grande Circo Místico”, do diretor Cacá Diegues, um dos poucos títulos da lista que não passou pelo escrutínio de festivais de cinema, critério básico para saber se o filme é competitivo. A seleção foi feita por uma comissão da Academia Brasileira de Cinema. Os favoritos deste ano são produções em preto e branco: o mexicano “Roma” e o polonês “Guerra Fria”. O filme de Alfonso Cuarón (vencedor do Oscar por “Gravidade”) venceu o Festival de Veneza e conta com apoio financeiro da Netflix, enquanto o longa de Pawel Pawlikowski, que já venceu a categoria com “Ida” (2013), conquistou o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes. Outros países com candidatos fortes incluem o Líbano (com “Capernaum”, da diretora Nadine Labaki), a Alemanha (com “Never Look Away”, de Florian Henckel von Donnersmarck), a Bélgica (“Girl”, de Lukas Dhont), a Hungria (com “Sunset”, de Laszlo Nemes), o Japão (“Assunto de Família”, de Hirokazu Kore-eda), o Paraguai (“As Herdeiras”, de Marcelo Martinessi), a Romênia (“I Do Not Care If We Go Down in History As Barbarians”, de Radu Jude), a Ucrânia (“Donbass”, de Sergei Loznitsa) e o Uruguai (“A Noite de 12 Anos”, de Álvaro Brechner). As indicações ao Oscar 2019 serão anunciadas em 22 de janeiro, e a premiação ocorre em 24 de fevereiro. Confira abaixo a lista completa do filmes que disputam a vaga. Afeganistão: “Rona Azim’s Mother”, de Jamshid Mahmoudi África do Sul: “Sew the Winter to My Skin”, de Jahmil X.T. Qubeka Alemanha: “Never Look Away”, de Florian Henckel von Donnersmarck Algéria: “Until the End of Time”, de Yasmine Chouikh Argentina: “El Ángel”, de Luis Ortega Armênia: “Spitak”, de Alexander Kott Austrália: “Jirga”, de Benjamin Gilmour Áustria: “The Waldheim Waltz”, de Ruth Beckermann Bangladesh: “No Bed of Roses”, de Mostofa Sarwar Farooki Belarus: “Crystal Swan”, de Darya Zhuk Bélgica: “Girl”, de Lukas Dhont Bolívia: “The Goalkeeper”, de Rodrigo “Gory” Patiño Bósnia e Herzegovina: “Never Leave Me”, de Aida Begi? Brasil: “O Grance Circo Místico”, de Carlos Diegues Bulgária: “Omnipresent”, de Ilian Djevelekov Camboja: “Graves without a Name”, de Rithy Panh Canadá: “Family Ties”, de Sophie Dupuis Cazaquistão: “Ayka”, de Sergey Dvortsevoy Chile: “…And Suddenly the Dawn”, de Silvio Caiozzi China: “Hidden Man”, de Jiang Wen Cingapura: “Buffalo Boys”, de Mike Wiluan Colômbia: “Birds of Passage”, de Cristina Gallego & Ciro Guerra Coreia do Sul: “Burning”, de Lee Chang-dong Costa Rica: “Medea”, de Alexandra Latishev Croácia: “The Eighth Commissioner”, de Ivan Salaj Dinamarca: “The Guilty”, de Gustav Möller Egito: “Yomeddine”, de A.B. Shawky Equador: “A Son of Man”, de Jamaicanoproblem Eslováquia: “The Interpreter”, de Martin Šulík Eslovênia: “Ivan”, de Janez Burger Espanha: “Champions”, Javier Fesser Estônia: “Take It or Leave It”, de Liina Trishkina-Vanhatalo Filipinas: “Signal Rock”, de Chito S. Roño Finlândia: “Euthanizer”, de Teemu Nikki França: “Memoir of War”, de Emmanuel Finkiel Georgia: “Namme”, de Zaza Khalvashi Grécia: “Polyxeni”, de Dora Masklavanou Holanda: “The Resistance Banker”, de Joram Lürsen Hong Kong: “Operation Red Sea”, de Dante Lam Hungria: “Sunset”, de László Nemes Iêmen: “10 Days before the Wedding”, de Amr Gamal Índia: “Village Rockstars”, de Rima Das Indonésia: “Marlina the Murderer in Four Acts”, de Mouly Surya Irã: “No Date, No Signature”, de Vahid Jalilvand Iraque: “The Journey”, de Mohamed Jabarah Al-Daradji Islândia: “Woman at War”, de Benedikt Erlingsson Israel: “The Cakemaker”, de Ofir Raul Graizer Itália: “Dogman”, de Matteo Garrone Japão: “Assunto de Família”, de Hirokazu Kore-eda Kosovo: “The Marriage”, de Blerta Zeqiri Letônia: “To Be Continued”, de Ivars Seleckis Líbano: “Capernaum”, de Nadine Labaki Lituânia: “Wonderful Losers: A Different World”, de Arunas Matelis Luxemburgo: “Gutland”, de Govinda Van Maele Macedônia: “Secret Ingredient”, de Gjorce Stavreski Malawi: “The Road to Sunrise”, de Shemu Joyah Marrocos: “Burnout”, de Nour-Eddine Lakhmari México: “Roma”, de Alfonso Cuarón Montenegro: “Iskra”, de Gojko Berkuljan Nepal: “Panchayat”, de Shivam Adhikari Níger: “The Wedding Ring”, de Rahmatou Keïta Noruega: “What Will People Say”, de Iram Haq Nova Zelândia: “Yellow Is Forbidden”, de Pietra Brettkelly Palestina: “Ghost Hunting”, de Raed Andoni Panamá: “Ruben Blades Is Not My Name”, de Abner Benaim Paquistão: “Cake”, de Asim Abbasi Paraguai: “The Heiresses”, de Marcelo Martinessi Peru: “Eternity”, de Oscar Catacora Polônia: “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski Portugal: “Pilgrimage”, de João Botelho Quênia: “Supa Modo”, de Likarion Wainaina Reino Unido: “I Am Not a Witch”, de Rungano Nyoni República Dominicana: “Cocote”, de Nelson Carlo De Los Santos Arias República Tcheca: “Winter Flies”, de Olmo Omerzu Romênia: “I Do Not Care If We Go Down in History as Barbarians”, de Radu Jude Rússia: “Sobibor”, de Konstantin Khabensky Sérvia: “Offenders”, de Dejan Zecevic Suécia: “Border”, de Ali Abbasi Suíça: “Eldorado”, de Markus Imhoof Tailândia: “Malila The Farewell Flower”, de Anucha Boonyawatana Taiwan: “The Great Buddha+”, de Hsin-Yao Huang Tunísia: “Beauty and the Dogs”, de Kaouther Ben Hania Turquia: “The Wild Pear Tree”, de Nuri Bilge Ceylan Ucrânia: “Donbass”, de Sergei Loznitsa Uruguai: “A Noite de 12 Anos”, de Álvaro Brechner Venezuela: “The Family”, de Gustavo Rondón Córdova Vietnã: “The Tailor”, de Buu Loc Tran & Kay Nguyen
Atriz Busy Philipps acusa James Franco de agressão em livro autobiográfico
A atriz Busy Philipps (série “Cougar Town”) revelou em seu livro autobiográfico, intitulado “This Will Hurt a Little”, que foi agredida pelo colega James Franco (“Artista do Desastre”) durante a produção da série “Freaks & Geeks”. Em um trecho do livro, Philipps caracteriza o comportamento de Franco na série como o de “um maldito valentão”. Conforme ela conta, o diretor de um episódio pediu que ela tocasse Franco no peitoral durante uma cena, e o ator reagiu mal ao momento. “Ele pegou meus dois braços e gritou na minha cara: ‘Nunca mais toque em mim!'”, escreve a atriz. “Então, ele me atirou no chão. Caí de costas e fiquei sem fôlego”. Philipps lembra que teve o apoio de seus colegas de elenco e equipe que estavam presentes, que obrigaram Franco a se desculpar no dia seguinte. Ela lamenta, no entanto, que o ator não tenha sido repreendido mais severamente. “Freaks & Geeks” foi uma comédia de 1999 cancelada após só uma temporada, mas que depois virou cult por revelar vários talentos. Além dos atores citados, também tiveram projeção com a série ninguém menos que Seth Rogen (“Vizinhos”), Jason Segel (“How I Met Your Mother”), Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”), John Francis Daley (“Bones”) e Martin Starr (“Silicon Valley”), além do produtor-diretor Judd Apatow (“Descompensada”) e seu criador, o roteirista-diretor Paul Feig (“Um Pequeno Favor”). No começo do ano, após vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator de Comédia por “Artista do Desastre”, James Franco foi acusado de abuso sexual por cinco atrizes, que seriam suas alunas na escola de atuação Franco’s Studio 4, fundada em 2014 pelo artista.
Venom libera bilheterias brasileiras, visto por mais de 1 milhão de pessoas
Conforme esperado, a bilheteria de “Venom” refletiu a distribuição e transformou o quase monopólio da oferta em procura. Lançado em 1,4 mil telas, quase metade do circuito brasileiro, o filme da Sony Pictures arrecadou R$ 18,8 milhões no ultimo final de semana, segundo a comScore. Em termos de público, isto representou um pouco mais de 1 milhão de espectadores entre quinta-feira e domingo (7/10). O filme também abriu em 1º lugar na América do Norte, onde faturou US$ 80 milhões no fim de semana. Em 2º lugar, ficou a animação “PéPequeno”, que no mesmo período fez R$ 3,5 milhões e foi assistido por cerca de 280 mil pessoas. “A Freira” fechou o Top 3, arrecadando mais R$ 2 milhões e visto por 120 mil espectadores, mesmo com cinco semanas em cartaz. Nenhum filme brasileiro ficou entre os 10 com maior bilheteria.
Estreia da primeira Doctor Who feminina rende maior audiência do Reino Unido em uma década
A estreia da 11ª temporada de “Doctor Who”, que também marcou a estreia da primeira mulher como protagonista da atração, bateu recorde de audiência no Reino Unido. O episódio foi assistido por 8,2 milhões de pessoas na BBC One, o que representou 40% de toda a audiência do país. O público quase dobrou em relação à abertura da temporada anterior, que marcou a despedida de Peter Capaldi do papel principal, vista por 4,6 milhões de telespectadores em abril de 2017. O desempenho também foi superior às estreias de Capaldi, Matt Smith e David Tennant como Doctor Who. Para se ter comparação, a série mais assistida deste ano no Reino Unido foi a estreante “The Bodyguard”, que abriu diante de 6,7 milhões de telespectadores. Uma série não tinha audiência tão elevada há pelo menos uma década, desde a passagem de Tennant na própria “Doctor Who”, em 2008. Por isso, a atriz Jodie Whittaker é considerada a principal responsável pelo feito, ao se tornar a primeira mulher a assumir o papel. Graças a um artifício antigo da produção, que precisou substituir o intérprete original do Doctor Who em 1966, o personagem passa por uma “regeneração” sempre que está prestes a morrer, e revive com uma aparência e personalidade diferentes. Graças a isso, a série é exibida há mais de meio século, e sempre se renova. A 11ª temporada também marcou a estreia do novo showrunner da série, Chris Chibnall, criador do sucesso “Broadchurch”, de onde também veio Whittaker. No Brasil, a série está sendo exibida pela plataforma de streaming Crackle, da Sony.
Rose McGowan ataca Meryl Streep, Hillary Clinton, Hollywood e a “mentira” do Time’s Up
A atriz Rose McGowan deu uma entrevista bomba à revista dominical do jornal britânico The Times, que ficou ainda mais explosiva com distorções do entrevistador replicadas pela mídia mundial. Mostrando rancor, ela atacou a iniciativa Time’s Up, criada por um grupo de personalidades femininas para apoiar vítimas de abuso e lutar por maiores oportunidades e igualdade salarial para as mulheres. O motivo, aparentemente, é o fato de o Time’s Up não tratar a atriz como a líder que ela acredita ser. “Eu acho que elas [os membros do Time’s Up] são umas cretinas”, comentou. “Elas não são campeãs, são perdedoras. Eu não gosto delas. Como você explica o fato de que ganhei um prêmio de ‘homem do ano’ da GQ, mas nenhum grupo de mulheres ou revista de mulheres me apoiou?”. A atriz, conhecida pela série “Charmed” e filmes como “Pânico” e “Planeta Terror”, ainda reclamou que não é convidada para os “almoços e eventos” do grupo. “Honestamente, eu nem quero ir. É tudo a m**** de uma mentira. É uma mentira que faz com que eles se sintam melhor”, disse. McGowan caracterizou como “quase impossível” que pessoas próximas de Weinstein, como Meryl Streep e Hillary Clinton, não soubessem de seu comportamento abusivo em relação a outras mulheres. “Eu retiraria os meus anos de apoio [a Clinton] se pudesse”, comentou. “Eu a apoiei até mesmo contra Obama. Hoje em dia, se eu fosse concorrer a um cargo público, concorreria como republicana. Só para mexer com a cabeça das pessoas, só para f**** o sistema todo”. “Os apoiadores de Donald Trump estão certos em uma coisa: eles desprezam Hollywood por ser um bando de liberais falsos. Eles são mesmo”, continuou. “Eles todos vivem uma vida vazia de significado, e sabem disso. Essa é a punição deles. São infelizes”. McGowan, por fim, disse que não pretende mais atuar. A última aparição da atriz nos cinemas foi no suspense independente “O Som”, lançado no ano passado. A entrevista pode ser acusada de retratar McGowan como invejosa e de promover a tática pouco progressista de atacar outras mulheres para se valorizar. Mas ficou pior do jeito como foi complementada pelo repórter e reproduzida pelo “telefone sem fio” (wi-fi, né?) da internet. Nos textos replicados, as declarações sobre o Time’s Up sofreram mudanças de alvo, como se visassem o movimento #MeToo. A confusão costuma ser constante, mas desta vez criou frases como “o #MeToo é uma mentira”. Diante da distorção, Rose McGowan foi ao Twitter corrigir. “Eu nunca disse que #MeToo é uma mentira. Nunca”, ela esclareceu. “Eu estava falando sobre Hollywood e Time’s Up, não #MeToo”. Expressando sua frustração, ela acrescentou: “Ugh. Estou de saco muito cheio com erros sensacionalistas. #MeToo é sobre sobreviventes e suas experiências, que não podem ser tiradas.” Ela postou dois vídeos no Twitter para esclarecer suas ideias. “#MeToo é importante, é honesto e é a nossa experiência. Não é mentira”, disse ela. “Por alguma razão, há pessoas na mídia que tentam derrubá-lo, mas eu digo que é forte. Novamente, é simplesmente a nossa experiência compartilhada. É isso que é o #MeToo. E é lindo. Como nós somos.” Apesar de se dizer sempre má-interpretada, na semana passada Rose McGowan foi ao Twitter pedir desculpas por atacar sua ex-amiga Asia Argento e espalhar mentiras sobre a polêmica que cerca a outra expoente do #MeToo. Por confiar em Rose McGowan e na namorada dela, Asia teve mensagens de texto privadas expostas nas redes sociais e foi acusada de pedófila por McGowan, que levou duas semanas para pedir desculpas por ter confundido informações. A acusação de McGowan fez Asia ser demitida do programa de calouros musicais “X-Factor” da Itália. pic.twitter.com/dfvWKJrmKl — rose mcgowan (@rosemcgowan) October 8, 2018
Claire vira presidente odiada no trailer legendado da última temporada de House of Cards
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 6ª e última temporada de “House of Cards”, que mostra Claire Underwood (Robin Wright) como presidente dos Estados Unidos. Ela aparece fazendo inimigos entre todos os antigos apoiadores de seu ex-marido, após a morte de Frank Underwood (personagem de Kevin Spacey). Este súbito empoderamento desagrada de adversários a aliados políticos, que cobram compromissos assumidos por Frank, alimentam ódio na mídia e ameaçam com forte retaliação. A reviravolta na trama aconteceu em decorrência de eventos da vida real. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da atração após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, que revelaram assédios em série. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a confirmarem abusos de Spacey nos bastidores da série premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final acabou reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Além disso, os episódios foram reescritos, mudando o foco da narrativa para a personagem de Wright e dando um fim no protagonista original. As mudanças também incluem novidades do elenco. Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Diane Lane (“Batman vs Superman”) e Cody Fern (revelação de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”) entraram na trama como uma poderosa família de empresários, cuja ambição se provará uma pedra no caminho da agora presidente Claire Underwood. Os novos episódios estreiam em 2 de novembro na Netflix.
The Magicians: Cena inédita revela missão impossível e data de estreia da 4ª temporada
O canal pago americano SyFy divulgou uma prévia da 4ª temporada de “The Magicians”, que mostra como Margo (Summer Bishil) recebe a missão de “consertar” os eventos passados, mesmo que não lembre de nada, já que, como todos os protagonistas, teve suas memórias apagadas e assumiu uma vida diferente, sem lembrar que um dia foi uma rainha com poderes mágicos. Exibido na New York Comic Con, o vídeo também revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada na franquia de livros de fantasia de Lev Grossman, publicada no Brasil como “Os Magos”, a série desenvolvida por Sera Gamble (ex-produtora e roteirista de “Supernatural”) e John McNamara (criador da série “Fastlane”) estreia seus novos episódios em 23 de janeiro.
Deadly Class: Série dos diretores de Vingadores ganha trailer focado nos anos 1980
O canal pago americano SyFy divulgou cinco fotos e um novo trailer de “Deadly Class”, série baseada em quadrinhos que tem produção de ninguém menos que os irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”. A prévia, por sinal, destaca um integrante daquele filme, Benedict Wong (o Wong de “Doutor Estranho”), como um dos protagonistas. E também informa a data de estreia da atração. Mas o que chama mais atenção no vídeo é a forma escolhida para situar a trama nos anos 1980, com a campanha “Just Say No”, da primeira dama Nancy Reagan, e os acordes punks de “Too Young to Die”, da banda californiana Agent Orange. A série vai acompanhar os alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos em 1987. O elenco de delinquentes traz Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”), além dos adultos Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”) e o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”). O próprio criador dos quadrinhos da Image Comics, Rick Remender, assina o roteiro do piloto em parceria com Miles Orion Feldsott (“American Koko”). Já a direção da estreia está a cargo do cineasta Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”). Com estreia marcada para 16 de janeiro, “Deadly Class” marca uma tendência cada vez mais forte no SyFy, que tem priorizado atrações baseadas em quadrinhos – como “Krypton”, “Wynonna Earp” e “Happy!”.












