Kelly Clarkson vai cantar e dublar personagem da continuação de Trolls
A cantora Kelly Clarkson entrou no elenco de dubladores da sequência de “Trolls” (2016), intitulada “Trolls: World Tour”. Ela dará voz à personagem Delta Dawn, prefeita da Cidade Troll, e também cantará uma música original no filme. Segundo a sinopse oficial da DreamWorks Animation, o novo desenho irá “continuar de onde o primeiro filme parou”. “Tudo é brilho e alegria na Cidade Troll até que a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente – existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. Quando uma misteriosa ameaça coloca todos os Trolls em perigo, Poppy, Branch e sua banda de amigos precisam embarcar em uma jornada épica por lugares desconhecidos para fazer o impossível: criar harmonia entre os diversos Trolls para uni-los contra a destruição garantida. Justin Timberlake e Anna Kendrick retornam aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente, ao lado de James Corden, Caroline Hjelt, Aino Jawo e Kunal Nayyar. Entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”) e Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). Walt Dohrn retorna como diretor, desta vez acompanhado por David P. Smith (da série animada “Sr. Peabody e Sherman Show”), e a estreia está marcada para fevereiro de 2020.
Eleitores de Bolsonaro ajudam novo clipe de Pabllo Vittar a disparar em visualizações no YouTube
Pabllo Vittar virou alvo de bolsonaristas por conta da estreia de seu clipe novo, “Disk Me”. Eleitores do candidato da extrema direita à Presidente do Brasil organizaram uma campanha nas redes sociais para dar dislike no vídeo e, assim, passar a impressão de rejeição ao trabalho da artista. Os mutirões são incentivados em grupos fechados no Facebook. Uma das mensagens disseminadas nas redes diz: “Cadê a família bolsonariano reunindo para dar dislike nesse lixo que está em #2 em alta no Youtube? Porque é o último dele no Brasil. Amanhã ele já vai para a Cuba. Acesse o link e deixe seu dislike. Vamos aumentar esse lixo de dislike”. Veja abaixo. A ordem está sendo seguida com rigor militar. Em poucas horas, o clipe de “Disk Me” atingiu mais de 80 mil dislikes. Mas isso não se compara às reações positivas, com mais de 220 mil likes. Mas além de causar indignação em muitos artistas – Preta Gil que fez questão de demonstrar seu sentimento em um único comentário: “Nojo!” – , a campanha negativa está, na verdade, sendo muito boa para o clipe. Para dar dislike, os bolsonaristas precisam entrar na página do YouTube de Vittar, o que conta como uma nova visualização. Assim, o clipe lançado na sexta (5/10) já foi visto mais de 5,6 milhões de vezes. Com a ajuda de Bolsonaro, tornou-se um dos maiores sucessos de artistas brasileiros no YouTube em 2018.
Will Smith realiza o sonho de conhecer Pelé
Will Smith realizou um antigo sonho e conheceu Pelé. Ambos se encontraram longe de seus países natais, em Nova Déli, na Índia, na última sexta-feira (5/10), quando foram participar de um evento sobre mudanças sociais. Segundo a Folha de S. Paulo, Will Smith aproveitou e pediu para conhecer o ex-jogador, perguntando se Pelé o receberia. Eles marcaram um jantar e Will saiu do encontro feliz da vida, com uma camisa da seleção brasileira autografada. O ator confirmou que “foi um sonho” conhecer o lendário jogador. Os dois posaram para algumas fotos, registrando o momento em que Pelé escreveu sua dedicatória: “To Will with love do amigo Pelé” (Para o Will, com amor, do amigo Pelé). “Vou enquadrar e colocar na minha casa ao lado do autógrafo do Mohammed Ali e do Michael Jordan”, disse o astro americano, que participou da gravação da música oficial da última Copa do Mundo de Futebol.
Diretor de Planeta dos Macacos e criadora de Grey’s Anatomy se juntam para criar filme e série sci-fi
A produtora-roteirista Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e o cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) vão se juntar pela primeira vez num projeto ambicioso para a Netflix. Trata-se da adaptação do livro “Recursion”, de Blake Crouch. A parceria vai render um filme de ficção científica, que será complementado por uma série. “Recursion” aborda um futuro no qual uma cientista descobre a tecnologia necessária para acessar e alterar memórias. A invenção, usada por muitos para apagar traumas do passado para criar pessoas mais bem-resolvidas, ganha dimensões e consequências catastróficas quando cai nas mãos erradas. A Netflix comprou os direitos de “Recursion”, o livro, antes mesmo de sua publicação. A obra de Crouch, autor de livros que inspiraram séries como “Wayward Pines” e “Good Behavior”, chegará às lojas apenas em 2019. Ainda não há previsão de estreia para o filme e a série adaptadas da obra.
Venom bate recorde de bilheteria em sua estreia na América do Norte
Mantendo a tradição de sucesso das adaptações da Marvel, a estreia de “Venom” bateu o recorde de maior arrecadação do mês de outubro na América do Norte com US$ 80 milhões no fim de semana. O ótimo desempenho comprovou o acerto da estratégia da Sony, que embargou as críticas do filme até a véspera da exibição, impulsionando a pré-venda de seus ingressos. Com isso, “Venom” nem sentiu o impacto das avaliações negativas, que oscilaram de 28% a 31% no Rotten Tomatoes, entre quinta e domingo (7/10), e chegou a superar a abertura deste ano de “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 75 milhões), da própria Marvel. O mercado internacional também deu ótimo retorno, elevando o total mundial para US$ 205,2 milhões. São valores que incentivam o investimento na criação de um universo cinematográfico com os coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. Mas a cautela sugere esperar um pouco mais, pelo resultado da segunda semana, após o boca-a-boca se encontrar com as críticas duras, para avaliar se o entusiasmo do público persiste e o que se faz necessário para avançar nos planos. Em 2ª lugar, “Nasce uma Estrela” vendeu mais ingressos que o esperado, faturando US$ 41,2 milhões. O filme custou só US$ 40 milhões para ser produzido (40% do investimento em “Venom”) e tinha censura elevada (“R”, para maiores de 17 anos), por isso seu desempenho foi considerado um enorme sucesso e comemorado pela Warner como se tivesse aberto no topo das bilheterias. Primeiro longa dirigido por Bradley Cooper e estrelado por Lady Gaga, “Nasce uma Estrela” também conquistou a crítica, com 91% de aprovação. A estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira (11/10). Entre os lançamentos limitados, ainda chamou atenção o interesse gerado por “O Ódio que Você Semeia”, cuja roteirista morreu na quinta-feira (4/10). Lançado em apenas 36 salas, fez US$ 500 mil e abriu em 13º lugar, faturando mais por sala que “Nasce uma Estrela”. O filme também se tornou o mais bem-avaliado da semana, com 96% no Rotten Tomatoes. Chega no Brasil em 6 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Venom Fim de semana: US$ 80m Total EUA e Canadá: 80m Total Mundo: US$ 205,2m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 41,2m Total EUA e Canadá: US$ 41,2m Total Mundo: US$ 56,6m 3. PéPequeno Fim de semana: US$ 14,9m Total EUA e Canadá: US$ 42,7m Total Mundo: US$ 75,2m 4. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 12,2m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 58,7m 5. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 7,2m Total EUA e Canadá: US$ 55m Total Mundo: US$ 79,3m 6. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 49m Total Mundo: US$ 76,4m 7. A Freira Fim de semana: US$ 2,6m Total EUA e Canadá: US$ 113,3m Total Mundo: US$ 346,6m 8. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 9,5m 9. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 169,1m Total Mundo: US$ 225,9m 10. O Predador Fim de semana: US$ 900 mil Total EUA e Canadá: US$ 49,9m Total Mundo: US$ 123,3m
Scott Wilson (1942 – 2018)
Morreu o ator Scott Wilson, que interpretou o personagem Hershel Greene na série “The Walking Dead”. Ele tinha leucemia e faleceu em sua residência no sábado (6/10), em Los Angeles, aos 76 anos. Embora seja mais lembrado pela série de zumbis, Wilson teve uma longa carreira cinematográfica, iniciada em 1967 como coadjuvante no clássico “No Calor da Noite” (1967), que venceu o Oscar de Melhor Filme. E já em segundo trabalho se tornou protagonista, interpretando o assassino Dick Hickock em “A Sangue Frio” (1967), adaptação da famosa obra de Truman Capote, baseada em fatos reais. O diretor Richard Brooks apostou no desconhecido jovem ator de 24 anos porque ele era fisicamente semelhante com Hickock. “Todos os atores de Hollywood queriam esses papéis, incluindo [Paul] Newman e [Steve] McQueen”, Wilson recordou em uma entrevista em 1996 ao Los Angeles Times. “Brooks contratou dois ‘desconhecidos’ [o outro foi Robert Blake, o futuro ‘Baretta’], e ele queria que fossem ‘assassinos’ que ele, de alguma forma, encontrou.” Brooks montou uma exibição privada para Wilson e Blake depois que as filmagens foram concluídas, e “depois de ver o filme, eu fui ao banheiro e vomitei”, ele disse em uma entrevista de 2017. “Percebi o que acabara de ver. Fiz parte de algo que resistiria por um período de tempo, um clássico.” Este começo empolgante de carreira o levou a trabalhar com vários cineastas importantes, como Sydney Pollack (“A Defesa do Castelo”, 1969), John Frankenheimer (“Os Paraquedistas Estão Chegando”, 1969), Robert Aldrich (“Resgate de uma Vida”, 1971), Richard Fleischer (“Os Novos Centuriões”, 1972), Richard C. Sarafian (“Quando o Ódio Explode”, 1973), etc., além de levá-lo à primeira versão de “O Grande Gatsby” (1974), estrelada por Robert Redford. Entretanto, seu talento demorou a ser reconhecido, o que só aconteceu no terror “A Nona Configuração” (1980), de William Peter Blatty (o autor de “O Exorcista”), pelo qual foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante. Wilson ainda apareceu em “Os Eleitos: Onde o Futuro Começa” (1983), de Philip Kauffman, no thriller “Um Rosto sem Passado” (1989), de Walter Hill, e no western “Jovem Demais para Morrer” (1990), de Geoff Murphy, antes de voltar a se reunir com Blatty em “O Exorcista III” (1990). A variedade de sua filmografia também incluiu os dramas “Os Últimos Passos de um Homem” (1995), de Tim Robbins, “Até o Limite da Honra” (1997), de Ridley Scott, e as estreias de três cineastas importantes: Christopher McQuarrie (“A Sangue Frio”, 2000), Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”, 2003) e o sul-coreano Bong Joon Ho (“O Hospedeiro”, 2006). Seu envolvimento com a televisão começou com um papel recorrente em “CSI”, que o fez aparecer em nove episódios da série, entre 2001 e 2006, mas foi seu desempenho como o fazendeiro Hershel Greene, ao longo de três temporadas de “The Walking Dead”, que conquistou a maior quantidade de fãs de sua carreira. O mais curioso é que o ator nunca fez teste para o papel. “Meu empresário ligou e disse que queriam que eu fizesse dois ou três episódios”, ele contou à revista The Hollywood Reporter. “Eu perguntei do que se tratava e ele disse zumbis. Eu respondi: ‘Me dê uma boa notícia’.” Depois de assistir a 1ª temporada, Wilson acabou topando. “Eu ainda não tinha feito muita TV na época, só ‘CSI’, como o pai de Marg Helgenberger, e achei muito interessante trabalhar em ‘The Walking Dead’, porque nunca tinha interpretado o mesmo personagem por tanto tempo, o que é muito diferente de fazer uma peça ou filme”. Um dos principais aliados do protagonista Rick Grimes (Andrew Lincoln) na série de zumbis, Hershel foi apresentado aos telespectadores na 2ª temporada, como o fazendeiro que salva a vida do jovem Carl (Chandler Riggs) e acolhe os sobreviventes originais em sua propriedade. Pai das personagens Maggie (Lauren Cohan) e Beth (Emily Kinney), Hershel seria eliminado logo em seguida, mas o personagem agradou e logo se estabeleceu como a voz da sabedoria que guiava a série. Ele acabou sobrevivendo por três temporadas, mas sua despedida chocou o público no quarto ano da produção, quando foi brutalmente assassinado pelo Governador (David Morrissey), um dos grandes vilões de “The Walking Dead”. Após o sucesso de sua passagem pelo apocalipse zumbi, Wilson integrou novas séries: “Bosch”, “Damien” e “The OA”. E ainda voltou ao cinema, integrando o western “Hostis” (2017), de Scott Cooper, ao lado de Christian Bale. Durante a New York Comic Con neste fim de semana, a showrunner de “The Walking Dead” Angela Kang revelou que o ator ainda poderá ser visto pelos fãs na série. Ele deixou gravadas suas últimas cenas na 9ª temporada, em que personagens do passado retornam para a despedida de Rick. A participação também foi a despedida de sua carreira.
Trailer da 2ª temporada de Star Trek: Discovery revela o jovem Spock
A plataforma CBS All Access divulgou o pôster, fotos e o trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Repleto de ação e efeitos visuais, o vídeo mostra muitas novidades, mas nenhuma maior que a aparição do jovem Spock. Ele surge barbudo por breves segundos ao final da prévia, interpretado por Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Outro destaque da prévia é o novo capitão da Discovery, Christopher Pike, que também é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e sua história foi integrada na cronologia oficial em 1966. Ele é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) e vem acompanhado de outra personagem da sua Enterprise, a primeira oficial conhecida como Número 1, que é vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”). Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (a versão do piloto de 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. Para completar, há o retorno de Philippa Georgiou, a personagem de Michelle Yeoh, foragida da dimensão Espelho, que mais uma vez cruza o caminho da tripulação da Discovery. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” também ganhou data de estreia: 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.
The Boys: Primeiro teaser da série destaca o glamour dos super-heróis
A Amazon divulgou um banner e o primeiro teaser da série “The Boys”, baseada nos quadrinhos adultos de super-heróis que têm o mesmo nome. O vídeo é uma propaganda da agência que cuida da carreira dos 7, a versão distorcida da Liga da Justiça da série, destacando o glamour e a fama que acompanham as boas ações dos super-heróis. Mas quando o comercial termina, o ponto de vista muda para mostrar os Boys do título apontando seus dedos do meio para a televisão. Um detalhe interessante dessa aparição final dos Boys é que ela recria uma arte dos quadrinhos. Compare abaixo. Baseada nos quadrinhos homônimos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”, “The Boys” vai acompanhar um grupo de vigilantes, que tem missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo resolve contratar pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como super-heróis. Para completar, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) fará participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada, e o capítulo inaugural será dirigido pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A previsão de estreia é para 2019, em data a ser anunciada.
Simon Pegg entra na nova série de super-heróis The Boys
O ator Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) entrou no elenco da vindoura série “The Boys”. A informação foi confirmada pelo Twitter oficial da série, junto da foto acima, que o mostra ao lado de Jack Quaid (“Jogos Vorazes”). Ele fará participação especial como o pai de Hughie, o personagem de Quaid na série. Uma curiosidade do papel é que o visual de Hughie nos quadrinhos é assumidamente inspirado em Pegg. Segunda curiosidade: ele também vai se juntar na série com Karl Urban, com quem também trabalha nos filmes de “Star Trek”. “E nossos caminhos vão se cruzar”, acrescentou Urban, no Twitter. Baseada nos quadrinhos homônimos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”, “The Boys” vai acompanhar um grupo de vigilantes, que tem missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo resolve contratar pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como super-heróis. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada, e o capítulo inaugural será dirigido pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A previsão de estreia é para 2019, em data a ser anunciada. Meet Hughie and his dad, played by @JackQuaid92 and @simonpegg in #TheBoysTV. You’re welcome. pic.twitter.com/DXfPlyamI2 — The Boys (@theboystv) October 5, 2018 For reals freeeky And our characters actually cross paths Whaaat !!!!@theboystv https://t.co/atM35LG34z — Karl Urban (@KarlUrban) October 6, 2018
Atriz mirim de It: A Coisa vai estrelar nova versão da fábula de João e Maria
A atriz mirim Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) foi escalada como protagonista de uma nova versão da fábula de João e Maria (Hans e Gretel na história original). Ainda não há informações sobre quem fará o papel de João. Descrito como uma versão mais fiel ao conto do Irmãos Grimm, o filme vai contar a velha história dos dois irmãos que, após serem abandonados pelo pai, descobrem uma casa feita de doces no meio da floresta e acabam virando prisioneiros de uma bruxa canibal. O projeto foca um nicho da Disney, mas é da Orion Pictures, com roteiro de Rob Hayes (da série britânica “Chewing Gum”) e direção do especialista em terror Oz Perkins (“A Enviada do Mal”, “O Último Capítulo”). As filmagens devem começar nos próximos meses, na Irlanda, e ainda não há previsão de estreia.
Janelle Monae entra na nova versão de A Dama e o Vagabundo da Disney
A cantora e atriz Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”) entrou no remake de “A Dama e o Vagabundo”, novo filme da Disney que vai misturar atores e animação digital. Ela vai dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama (Lady, em inglês) conhece quando é levada para o abrigo. A escalação vai unir Janelle com sua namorada, a atriz Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), que dubla a protagonista. O resto do elenco de dubladores inclui Justin Theroux (“The Leftovers”) como o vira-lata Vagabundo, Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, e Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. Já os donos humanos da Dama serão interpretados, em carne e osso, por Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) e Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”). No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O filme está sendo desenvolvido para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.
Nightflyers: Série sci-fi do autor de Game of Thrones ganha novo trailer e data de estreia
O canal pago americano Syfy divulgou um novo trailer de “Nightflyers”, série sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou “Game of Thrones”). O vídeo explora o clima de terror espacial, com Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”) chorando sangue, enquanto explica a missão da história. Além disso, informa o período de estreia. A trama espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarca no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco também inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Vale lembrar que “Nightflyers” já rendeu um filme, bem trash, em 1987. Já a nova versão resulta num investimento milionário, considerada a série mais cara do Syfy, que para compensar os custos negociou um acordo com a Netflix em troca dos direitos de exibição internacional. Assim, a série será disponibilizada em ritmo de maratona, entre 2 e 13 de dezembro nos Estados Unidos, chegando logo em seguida aos demais países pela Netflix.
She-Ra: Nova versão da heroína animada ganha primeiro trailer e pôster
A versão da Netflix de “She-Ra: A Princesa do Poder” ganhou seu primeiro trailer e pôster. A prévia revela como a jovem Adora recebe o “chamado” e encontra uma espada mágica, que a transforma na poderosa She-Ra. Até seu famoso grito de guerra, “pela honra de Greyskull!”, é ouvido no final do vídeo. A produção foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que o visual de anime, o que mais chamou atenção foi a aparência mais adolescente e menos sexualizada. O novo vídeo mostra, inclusive, que a assexualização não se resume à diminuição do tamanho dos seios da personagem. Ela também usa shorts sob a saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man e será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título completo de “She-Ra and the Princesses of Power”, a atração estreia na Netflix em 16 de novembro.












