Cleo Pires seduz Mano Brown em seu novo clipe musical
A atriz Cleo Pires divulgou seu novo clipe como cantora. “Melhor que Eu” traz participação especial de Mano Brown. E o curioso é que o rapper dos Racionais não entra com a voz, apenas com o corpo. Numa inversão de papéis, ele vira ator no clipe em que a atriz é cantora. Os dois protagonizam cenas quentes, com muitos agarrões e beijos, supostamente rodados numa casa em Capão Redondo, região violenta de São Paulo que Mano Brown chama de lar. Em seu Instagram, Cleo (sem Pires em sua versão musical) revelou que escolheu o rapper porque sempre o achou sexy. E ele aparece até sem camisa, ainda que mantenha a cara fechada que caracteriza o visual malvadão dos Racionais. “Tinha que ser um dos caras mais gato e mais sexy. E pra mim, o Brown é”, escreveu ela na rede social. “Como pra mim ele não era só um dos caras que eu acho mais gatos do Brasil, ele tem uma história foda, uma presença foda, uma arte foda e eu queria trocar com ele”, complementou. Detalhe: a direção do clipe é assinada pela própria Cleo.
Elenco de Demolidor se despede dos fãs da série nas redes sociais
Parte do elenco de “Demolidor” foi ao Twitter se despedir dos fãs da série. Os atores Deborah Ann Woll (intérprete de Karen Page), Vincent D’Onoffrio (Wilson Fisk), Jay Ali (agente Ray Nadeen), Geoffrey Cantor (o editor Mitchell Ellison), Peter Halpin (Theo Nelson, o irmão de Foggy) e Amy Rutberg (Marci Stahl, a namorada de Foggy), além de Chris Brewster, o dublê do Demolidor, compartilharam sua tristeza diante da notícia. “Tão triste que não pudemos continuar essa história”, lamentou Woll. “Principalmente, vou sentir falta de ver meus amigos todos os dias. Obrigado a todos que contribuíram com esta série ao longo dos anos”, completou. “Demolidor está cancelado na Netflix. Mas continua por aí, manchado de sangue e firme sob a luz do luar”, descreveu D’Onoffrio. “Tão triste saber que ‘Demolidor’ chegou ao fim. Fui tão afortunado de poder participar dessa série incrível e trabalhar com esse incrível elenco e equipe. Um experiência que nunca vou esquecer”, comentou Ali. “Muito triste ouvir isso. Me sinto agradecido por essas três temporadas, pelos amigos que fiz”, lamentou Cantor. “Dolorido”, descreveu Halpin. “Participar da série foi uma experiência que mudou minha vida”, completou. “Bem, depois de quatro anos do projeto mais incrível que eu já participei, eles cancelaram ‘Demolidor’. Eu definitivamente não estava pronto para aposentar os chifres, mas sou muito grata a Marvel”, ponderou Brewster. “Mas que jeito incrível de ir embora”, acrescentou Rutberg. “Vou sentir falta de Marci, mas fico feliz por ter participado desse mundo”. Vale lembrar que Charlie Cox, o intérprete de Matt Murdock, o Demolidor, não usa as redes sociais. A notícia do cancelamento foi anunciada pela Netflix na noite de quinta-feira, poucas semanas depois da plataforma de streaming ter cancelado “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. Veja os tuítes originais abaixo. I’m so sad that we won’t be continuing this story. Mostly I’ll miss seeing the friends I’ve made everyday. Thank you to every person who contributed to this series over the years. And to @erikoleson because of you we are going out on a high. @Daredevil #Daredevil pic.twitter.com/aVmXu1UwFu — Deborah Ann Woll (@DeborahAnnWoll) 30 de novembro de 2018 .@Daredevil @netflix canceled. Yet Daredevil is still out there blood stained high up poised in the moonlight. Movement below him on the street. A flash of white moving through the sea of darkness Hell's Kitchen. This image folds into a black suburban screeching into the night. pic.twitter.com/w4zhLwPLse — Vincent D'Onofrio (@vincentdonofrio) 30 de novembro de 2018 So Sad to hear the end of @Daredevil.I was so lucky and fortunate to be apart of this amazing show and work with such an amazing cast and crew. An experience I will never forget. Thank you for all the love and support from the fans. You are the best. Until next time. — Jay Ali (@JayAliUK) November 30, 2018 So sad to hear this. So grateful for the 3 seasons & the friends I’ve made. @AmyRutberg #petermcrobbie @JayAliUK @roycejohnson74 #StephenRider #EldenHenson #CharlieCox #PeterHalpin & of course the amazing @DeborahAnnWoll @netflix @Daredevil @Marvel thanks @erikoleson https://t.co/WkUxY9YdMi — geofcantor (@geofcantor) November 30, 2018 Heartbroken and surprised. But what a helluva way to go out! Thank you @stevendeknight and @erikoleson . I will miss Marci terribly but so proud to have played in your world. #Daredevil @Daredevil pic.twitter.com/mGCUbokaoF — Amy Rutberg (@AmyRutberg) November 30, 2018 Gutted @Daredevil has been canceled!It has bin a life changin experience 4 me-grateful 2 hav played opposite such stars in 1 of d most popular shows on @netflix & the @marvel universe!Thank u 2 d best fans in the world!The wizardry of @erikoleson ensured we went out with a BANG!! pic.twitter.com/GSB5nbNOij — Peter Halpin (@RealPeterHalpin) November 30, 2018 Well after 4 years of the most incredible project I’ve ever been a part of, they cancelled Daredevil. I definitely wasn’t ready to hang up the horns yet, but I am so grateful to #marvel,… https://t.co/7DnygO1yFJ — Chris brewster (@ninjabrewski) November 30, 2018
Roteiristas de Demolidor foram surpreendidos pelo cancelamento da série
Embora parte da mídia previsse, o cancelamento de “Demolidor” foi uma surpresa para os roteiristas e produtores. Foi o que afirmou Sam Ernst, que entrou na equipe da série na 3ª temporada, em um tuíte postado nesta sexta-feira (30/11). “Cara, é tão estranho estar na sala de roteiristas de ‘Demolidor’ hoje, recebendo a notícia de que fomos cancelados”, escreveu. “Nas paredes, tínhamos toda a 4ª temporada planejada – e era tão legal!”. Ernst ainda disse que o quarto ano da série teria muitos momentos que os roteiristas estavam ansiosos para mostrar aos fãs. A notícia do cancelamento foi anunciada pela Netflix na noite de quinta-feira, poucas semanas depois da plataforma de streaming ter cancelado “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fim das séries de super-heróis da Marvel na Netflix é um duro golpe para os fãs, que se encantaram com suas narrativas mais violentas que o costume. Todas as três séries foram canceladas após apresentarem suas melhores temporadas, deixando o público desconsolado. No caso de “Demolidor”, a decisão é especialmente difícil de aceitar, considerando que a 3ª temporada da série representou um dos maiores avanços criativos e de qualidade de todo o universo compartilhado dos heróis no streaming. Há relatórios não oficiais que apontam queda na audiência de todas as séries da Marvel, mas a Netflix mantém seus números em segredo. Entretanto, é bem provável que, com o aumento desmedido de oferta, não apenas as produções de super-heróis, mas todas as séries da plataforma tenham perdido público, já que o ritmo de lançamentos do serviço atingiu o ponto da autofagia, com um volume excessivo de séries e filmes que competem entre si pela atenção dos assinantes. De todo modo, chama atenção as séries da Marvel serem canceladas após a Disney anunciar seus planos para seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Afinal, elas compartilham o mesmo universo dos filmes dos Vingadores, que vão ganhar séries derivadas no Disney+ (Disney Plus). Os cancelamentos poderiam ser retaliação. Por esse raciocínio, a Neflix já planejaria o cancelamento de “Jessica Jones” e “Justiceiro” após exibir as temporadas encomendadas. Vale observar, ainda, um detalhe do anúncio de cancelamento, que incluiu a ressalva de que “o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”. Isto ecoa mensagens anteriores, como, por exemplo, a frase “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”. Embora seja difícil imagens esses “heróis de rua” no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, o estúdio pode ter planos de aproveitar os personagens em outros locais, como a plataforma Hulu, a rede ABC ou até mesmo o canal pago FX. A Marvel ainda não se manifestou. Man, so weird to be in the Daredevil writers room today, getting the news that we're cancelled. On the walls were an entire season 4 laid out – and it was so f***g cool. So many moments we wanted the fans to see… Sigh, this business. — Sam Ernst (@havensam) 30 de novembro de 2018
Warner vai investigar criador da série do herói Raio Negro após denúncias de estupro e violência
A WBTV (Warner Bros. Television) abriu uma investigação interna contra Salim Akil, o produtor de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro da DC Comics, após ele ser processado por uma suposta ex-amante. A atriz Amber Dixon Brenner (do filme “Selvagens”) acusa o produtor de violência doméstica, estupro e por roubar-lhe a ideia de uma série. O estúdio também produz “Love Is_”, no canal pago OWN, que Brenner diz ser plágio de um roteiro dela. Elenco e membros da equipe das duas séries serão entrevistados pelo departamento de RH da WBTV. Segundo apurou o site The Wrap, a Warner nunca recebeu nenhuma reclamação sobre o comportamento de Akil no set, e que o produtor deve continuar trabalhando enquanto a investigação é realizada. Como a acusação foca problemas fora do ambiente de trabalho, a situação é bem diversa daquela que levou à demissão de Andrew Kreisberg, produtor de “The Flash”, “Supergirl” e “Arrow”, no final do ano passado. Kreisberg chegou a ser suspenso durante as investigações, após múltiplas alegações de assédio sexual nos bastidores das produções da WBTV. 19 homens e mulheres, que permaneceram anônimos, acusaram o produtor executivo de má conduta sexual, incluindo toques inadequados, que envolveram funcionários da produtora. Amber Dixon Brenner afirmou que iniciou um caso com Salim Akil há dez anos e que estiveram juntos até ano passado, apesar dele ser casado. Durante este tempo, segundo ela, o produtor a agrediu inúmeras vezes e ainda a forçou a fazer sexo oral nele em múltiplas ocasiões. Apesar dos dez anos de alegado relacionamento, ela busca, ao final da relação, uma compensação pelos abusos sofridos e, supostamente, por ter sido roubada pelo produtor. Segundo os documentos oficiais, Brenner afirma que escreveu em 2016 um roteiro chamado “Luv & Perversity in the East Village”, baseado no relacionamento abusivo entre eles. E que após mostrá-lo para Salim, ele o copiou na série “Love Is_” sem lhe dar nenhum crédito ou compensação. Ela processa também o canal OWN por direitos da ideia roubada, e acrescenta estresse emocional à ação por abuso movida contra o produtor. Salim Akil é casado há 20 anos com Mara Brock Akil. O casal compartilha os créditos pela criação de “Love Is_”, bem como por “Black Lightning” na rede americana CW.
Halle Berry revela treinamento com Cris Cyborg para viver lutadora de MMA
A atriz Halle Berry postou uma foto em seu Instagram brincando de encarar a brasileira Cris Cyborg, lutadora profissional e campeã de MMA. “Troquei o tapete vermelho pelo ringue”, ela brincou, na legenda. Na verdade, Halle esteve treinando com a lutadora como preparação para sua estreia como diretora, já que ela pretende estrelar e dirigir a seguir o drama “Bruised”, em que interpretará uma lutadora de MMA. Na trama, Berry dará vida a Jackie “Justice”, uma lutadora fracassada que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para a mãe, ela precisa sair da aposentadoria e enfrentar no ringue uma jovem estrela do seu esporte. O roteiro foi escrito pela estreante Michelle Rosenfarb e o projeto será produzido pela equipe de “John Wick 3”, que ela acabou de filmar. Em vídeo do stories, a atriz agradeceu a hospitalidade da academia da brasileira, que fica em Huntington Beach, na Califórnia, e destacou que o clima de seu treinamento foi “good vibes only”. A filmagem de “Bruised” deve começar em março do ano que vem e ainda não tem previsão de estreia. Já “John Wick 3: Parabellum” chega aos cinemas em maio. Visualizar esta foto no Instagram. From the red carpet to the ring ? – so inspired by your tenacity, @criscyborg – can’t thank you enough for your hospitality! @peterleethomas @criscyborggym Uma publicação compartilhada por Halle Berry (@halleberry) em 29 de Nov, 2018 às 5:24 PST
Mini-documentário de Camila Cabello revela drama da participação de Anitta em seu show em São Paulo
A cantora Camila Cabello publicou em seu canal no YouTube um mini-documentário sobre os bastidores de seu show em São Paulo, que aconteceu em outubro, com grande destaque para a participação de Anitta. O vídeo já abre com Camila dançando “Vai Malandra” pelo chamado “Beco do Batman” na Vila Madalena – aparentemente, único “ponto turístico” da capital paulistana, conforme atestam as assessorias preguiçosas de gravadoras e estúdios. E segue, com câmera selfie na mão, registrando com muito bom humor detalhes que, na verdade, foram momentos de tensão. Camila conta que a parceria com Anitta quase não aconteceu, devido ao atraso no voo que a trazia do Rio – onde Anitta fez um show no mesmo dia – e o trânsito paulistano. “Eu tinha de ter algum brasileiro no meu show e não pensei duas vezes: Anitta. Eu convidei bem cedo, dois ou três meses antes. Foi ótimo, até a gente notar que talvez ela não chegasse. Seu avião atrasou e ela quase não chegou ao show”, explicou a cantora. Como Anitta não participou da passagem do som nem de um ensaio que poderiam improvisar nos camarins, ela gravou um vídeo mostrando a coreografia do show e enviou por celular para a brasileira. As duas só se viram no palco. E deu certo. O show, primeiro solo de Camila no país, foi um sucesso e a cantora saiu amando ainda mais o Brasil. Com oito minutos de duração, o vídeo dirigido por Rahul Bhatt (filho do veterano cineasta indiano Mahesh Bhatt) revela outras curiosidades, ao apresentar Camila bem à vontade. A principal: a simpatia da cantora cubana. A ex-Fith Harmony não tem nada de diva. E por isso consegue se divertir mesmo sob estresse, encontrando soluções criativas para superar as crises, como o atraso de Anitta, sem perder o humor. Ela brinca o tempo todo, a ponto de zoar a si mesma. Vantagens de ter apenas 21 anos. Por outro lado, é bem bizarra sua confissão sobre o detalhe que ela considera mais importante para fazer um bom show: depilação! Veja abaixo.
Warner estaria desenvolvendo filme do herói latino Besouro Azul
A Warner teria começado a desenvolver o seu primeiro filme de super-herói latino da DC Comics. O protagonista será Jaime Reyes, a nova versão do Besouro Azul, e o estúdio teria contratado o roteirista Gareth Dunnet-Alcocer para escrever a trama. Ele é autor dos remakes ainda inéditos de “Scarface” e de “Miss Bala”. Nos quadrinhos, a família de Reyes é mexicana e ele é o terceiro personagem a assumir o manto do Bezouro Azul, após Dan Garret e Ted Kord. A versão atual do herói foi criada por Keith Giffen, John Rogers e Cully Hamner em 2006 na saga “Crise Infinita”. Sua revista própria foi lançada no mesmo ano. E ele já apareceu na série animada da Justiça Jovem. Reyes ganhou seus poderes ao encontrar o Escaravelho do Besouro Azul, uma tecnologia alienígena, que ganhou vida e se fundiu à sua espinha. O traje tecnológico extraterrestre possibilidade o adolescente a aumentar sua velocidade e sua força, além de criar armas, asas e escudos. Não há, claro, previsão de estreia.
Netflix cancela a série do Demolidor após a 3ª temporada
A Netflix anunciou o cancelamento da série do herói Demolidor (Daredevil) ao final de sua 3ª temporada. “’Demolidor’ não voltará para uma 4ª temporada na Netflix. Estamos tremendamente orgulhosos da temporada final da série, e ainda que seja doloroso para os fãs, sentimos que é melhor encerrar a série em uma nota alta. Somos gratos ao showrunner Erik Oleson, aos roteiristas da série, à equipe estelar e o elenco incrível incluindo Charlie Cox como o próprio Demolidor, e somos gratos aos fãs que nos apoiaram ao longo dos anos. Mesmo que a série da Netflix tenha acabado, as três temporadas existentes permanecerão no serviço por anos, enquanto o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”, disse a Netflix em comunicado. O cancelamento de “Demolidor” acontece pouco mais de um mês após a plataforma cancelar “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fim das séries de super-heróis da Marvel na Netflix é um duro golpe para os fãs, que se encantaram com suas narrativas mais violentas que o costume. Todas as três séries foram canceladas após apresentarem suas melhores temporadas, deixando o público desconsolado. No caso de “Demolidor”, a decisão é especialmente difícil de aceitar, considerando que a 3ª temporada da série representou um dos maiores avanços criativos e de qualidade de todo o universo compartilhado dos heróis no streaming. Há relatórios não oficiais que apontam queda na audiência de todas as séries da Marvel, mas a Netflix mantém seus números em segredo. Entretanto, é bem provável que, com o aumento desmedido de oferta, não apenas as produções de super-heróis, mas todas as séries da plataforma tenham perdido público, já que o ritmo de lançamentos do serviço atingiu o ponto da autofagia, com um volume excessivo de séries e filmes que competem entre si pela atenção dos assinantes. Também chama atenção as séries da Marvel serem canceladas após a Disney anunciar seus planos para seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Afinal, elas compartilham o mesmo universo dos filmes dos Vingadores, que vão ganhar séries derivadas no Disney+ (Disney Plus). Os cancelamentos poderiam ser retaliação. Por esse raciocínio, a Neflix já planejaria o cancelamento de “Jessica Jones” e “Justiceiro” após exibir as temporadas encomendadas. De todo modo, chama atenção no anúncio do cancelamento a ressalva de que “o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”. Ela ecoa mensagens anteriores, como, por exemplo, a frase “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”. Embora seja difícil imagens esses “heróis de rua” no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, o estúdio pode ter planos de aproveitar os personagens em outros locais, como a plataforma Hulu, a rede ABC ou até mesmo o canal pago FX. Vale lembrar que a ABC renovou com muita antecipação a série “Agents of SHIELD”, sua conexão com o universo Marvel – na contramão dos cancelamentos da Netflix.
Amor, Sublime Amor: Rita Moreno vai estrelar remake do filme que lhe rendeu o Oscar há 57 anos
A veterana atriz Rita Moreno entrou no remake do musical “Amor, Sublime Amor”, que será dirigido por Steven Spielberg. Atualmente na série “One Day at a Time”, ela fez parte do elenco do filme original de 1961 e venceu o Oscar de Atriz Coadjuvante por seu papel como Anita. Na nova versão, Moreno viverá Valentina, uma reinvenção do papel de Doc, o dono da lojinha onde Tony trabalha. “Nunca em meus sonhos mais selvagens eu me imaginei revisitando esse trabalho seminal. E ser convidada por Steven Spielberg para participar é simplesmente empolgante! E trabalhar com esse autor brilhante, Tony Kushner – que mistura gloriosa! Estou tremendo!”, anunciou a atriz, que também atuará como produtora executiva do projeto. Além do retorno de Rita Moreno, até o momento apenas Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) está confirmado no elenco, no papel de Tony. A atriz Eiza González (também de “Em Ritmo de Fuga”) estaria em negociações para viver Anita, segundo rumores. “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta”, passada em Nova York no final dos anos 1950, que acrescenta à história clássica de amor proibido elementos de delinquência juvenil e preconceito racial. A obra estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e sua versão de cinema, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”) venceu nada menos que 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. Ainda não há previsão para a estreia do remake de Spielberg.
Kristen Stewart negocia estrelar sua primeira comédia romântica lésbica
A atriz Kristen Stewart está negociando estrelar sua primeira comédia romântica lésbica, “Happiest Season”. A história é bem convencional. A protagonista (Stewart) planeja propor casamento a sua namorada durante as festividades de fim de ano, mas descobre que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Soa como uma versão lésbica de “Adivinhe Quem vem para Jantar” (1967). O filme será o segundo longa dirigido pela atriz Clea DuVall, que é abertamente lésbica, e foi escrito em parceria com outra atriz, Mary Holland. As duas atuam juntas na série “Veep”. A produção é da Temple Hill Entertainment em parceria com a TriStar, do conglomerado Sony. A Temple Hill fez sucesso este ano justamente com uma comédia romântica gay, “Com Amor, Simon”. Kristen Stewart, que está filmando a nova versão de “As Panteras”, definiu-se recentemente como bissexual, mas seus relacionamentos mais recentes foram todos com mulheres. No cinema, porém, a maioria de seus papéis são de heroínas heterossexuais, de Bella Swan em “Crepúsculo” a Branca de Neve em “Branca de Neve e o Caçador”. Mas ela experimentou a sexualidade de Joan Jett numa cena de “The Runaways” e seu filme mais recente é o suspense lésbico “Lizzie”, que estreia no Brasil em março.
Tom Hanks negocia viver Gepeto em nova versão de Pinóquio da Disney
Tom Hanks pode ser o primeiro nome confirmado no próximo remake de animação clássica da Disney. Segundo apuraram as revistas Variety e The Hollywood Reporter, ele iniciou negociações com a Disney para viver Gepeto na nova versão com atores de “Pinóquio”. O filme será dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e vai apresentar com atores de carne e osso a história do boneco de madeira que deseja virar um menino de verdade. Gepeto é o velho carpinteiro que cria o boneco e se torna sua figura paterna. O maior entrave na confirmação de Hanks está na agenda lotada do ator. Ele está atualmente dublando Woody em “Toy Story 4” e se prepara para filmar em fevereiro a sci-fi “Bios”, dirigida por Miguel Sapochnik (diretor premiado da série “Game of Thrones”). Além disso, vai estrelar o remake da comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” (2015). Para complicar ainda mais, a produção da Disney enfrentará saturação do tema, já que existem atualmente outras adaptações do personagem criado por Carlo Collodi em desenvolvimento. O cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix e o italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) prepara a sua versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). Havia até uma projeto da Warner que teria Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto, mas este projeto foi abandonado diante do excesso de concorrentes. O desenho original de “Pinóquio” foi lançado pela Disney em 1940 e venceu o Oscar de Melhor Canção Original – pela clássica “When You Whish Upon a Star”.
Viola Davis será primeira congressista negra dos EUA em drama de época da diretora de Noviciado
Viola Davis, atualmente em cartaz nos cinemas no suspense “As Viúvas”, vai viver uma figura histórica dos EUA em seu próximo filme. Intitulado “The Fighting Shirley Chisholm”, o longa vai trazer a atriz no papel-título, como a primeira mulher negra eleita para o Congresso americano. Shirley Chisholm foi eleita como congressista (cargo equivalente a deputado federal) por Nova York em 1968 e permaneceu, por meio de várias reeleições, até 1983 no Congresso nacional. Em 1972, foi a primeira mulher e a primeira pessoa não-caucasiana a concorrer a uma indicação à presidência por um dos grandes partidos norte-americanos, o Partido Democrata. O roteiro foi escrito por Adam Countee (das séries “Silicon Valley” e “Community”), que realiza o seu primeiro projeto cinematográfico, e a direção está a cargo de Maggie Betts, premiada como Diretora Revelação no Festival de Sundance do ano passado por seu longa de estreia, “Noviciado” (2017). O projeto marca o começo de uma parceria entre Viola Davis e o Amazon Studios. A atriz firmou na quarta (28/11) um contrato de coprodução entre sua empresa, JuVee Productions, e a plataforma de streaming para o desenvolvimento de filmes e séries. Ainda não há data definida para o lançamento de “The Fighting Shirley Chisholm”.
Green Book: Drama vencedor do Festival de Toronto e cotadíssimo para o Oscar ganha primeiro trailer legendado
A Diamond Films divulgou o primeiro trailer legendado de “Green Book”, que ganhou subtítulo para o lançamento no Brasil – “Green Book: O Guia”. Vencedor do Festival de Toronto 2018, o drama de época é uma das principais apostas para o Oscar 2019 e também já foi eleito o melhor filme do ano pela National Board of Review, a associação de críticos mais antiga dos Estados Unidos. A prévia revela uma trama envolvente sobre percepções raciais nos Estados Unidos segregado dos anos 1960, sugerindo um “Conduzindo Miss Daisy” (1989) às avessas com dois atores do maior calibre. Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) interpreta um branco pobre que arranja emprego como motorista de um pianista erudito negro, vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”). Conforme os dois embarcam numa longa viagem pelo sul dos Estados Unidos, cumprindo uma turnê do pianista em apresentações para ricaços, as diferenças entre os dois se tornam evidentes, mas também começam a diminuir. O pianista ensina um pouco de refinamento para o grosso motorista, que, por sua vez, apresenta ao patrão alguns dos prazeres simples da vida. Entretanto, a situação da dupla chama atenção de racistas. Por curiosidade, o título nacional evoca o fato histórico de “Green Book” ser o nome de um guia de viagens para negros, vendido nos Estados Unidos do período, com indicações de hotéis e restaurantes que aceitavam servir negros. A história é baseada em fatos reais e foi escrita e dirigida por Peter Farrelly em sua primeira incursão dramática, após ficar conhecido por formar com seu irmão Bobby uma das parcerias mais bem-sucedidas das comédias americanas dos anos 1990, responsável por sucessos como “Débi & Lóide” (1994) e “Quem Vai Ficar com Mary” (1998). O elenco também inclui Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”), Don Stark (“Café Society”), P.J. Byrne (“Rampage”), Brian Stepanek (“Young Sheldon”) e Iqbal Theba (“Glee”). O filme estreou há uma semana em circuito limitado nos Estados Unidos, mas só chega ao Brasil em 24 de janeiro.












