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  • Série

    Criadora e estrela de SMILF é denunciada por conduta imprópria nos bastidores da série

    17 de dezembro de 2018 /

    Criadora e estrela de “SMILF”, Frankie Shaw virou a primeira produtora acusada de conduta imprópria nos bastidores de sua série desde o advento do movimento #MeToo. A revista The Hollywood Reporter apurou que várias queixas foram registradas numa linha criada pela Disney para reclamações sobre o ambiente de trabalho em suas produções. O estúdio é coprodutor da série, via ABC Signature, junto ao canal pago Showtime, que exibe a atração. Uma atriz decidiu abandonar o programa, alegando quebra de contrato por violação de regras profissionais. Outras reclamações incluem a separação dos roteiristas da série por raça. Segundo apurou a publicação, perto do fim da produção da 2ª temporada de “SMILF” em agosto, a atriz Rosie O’Donnell teria entrado em contato com uma executiva do Showtime, Amy Israel, e com o produtor executivo Scott King, para expressar sua preocupação com uma série de questões, particularmente o tratamento dispensado por Shaw à atriz Samara Weaving. Samara Weaving interpretava o interesse amoroso de Rafi (Miguel Gomez), que é o pai do jovem filho do personagem de Shaw. Ela é que estaria saindo da série após problemas de bastidores durante a gravação de uma cena de sexo. O rumor é que ela reclamou tanto com a Disney quanto com o sindicato dos atores, SAG-AFTRA, depois que Shaw instruiu os monitores de vídeo a serem ligados mesmo que o set fosse fechado, com apenas uma equipe limitada presente. A atriz sentiu sua intimidade exposta e violada sem seu consentimento, já que todos podiam vê-la sem roupas. Este ato já seria retaliação de Shaw por um incidente na 1ª temporada. Weaving teria sido surpreendida ao chegar no set com a exigência de ficar nua para uma cena, apesar de ter incluído uma cláusula de não-nudez em seu contrato. Uma fonte do THR conta que quando a atriz se recusou a tirar a roupa, Shaw a puxou para um trailer, arrancou sua própria blusa e exigiu saber porque Weaving tinha problema com nudez quando ela própria não tinha. Quando Weaving viu que teria outra cena de sexo, foi conversar com a diretora Cate Shortland sem Shaw presente. Ela explicou o conflito da 1ª temporada e enfatizou a importância de ter sua privacidade respeitada. Na manhã da filmagem, ela estava de camiseta e calcinhas, o set fechou e os monitores externos foram desligados. Mas Shaw, que não estava presente naquele dia, mandou uma mensagem para um funcionário instruindo que os monitores fossem religados. Mais de uma dúzia de funcionários viram a cena nas telas, dizem as fontes, sem que a atriz soubesse. Quando descobriu, ela teria relatado o incidente ao sindicato e ao Showtime. “Foi muito pouco profissional”, disse a supervisora ​​de roteiro Kristin Calabrese, que no momento em que viu o que estava acontecendo tratou de tirar todo mundo da frente dos monitores. “Eles deveriam ter avisado imediatamente aos nossos atores e a nossa diretora. Em qualquer programa, se um ator está inseguro ou desconfortável com alguma coisa, é nossa responsabilidade fazê-lo se sentir seguro”. Miguel Gomez contou uma versão diferente por email para o THR, descrevendo o set “como uma família” e que enquanto as cenas de nudez são “sempre estranhas… Frankie sempre verifica isso antes e garante que esteja me sentindo confortável e à vontade”. “Quando eu disse a ela que não queria mostrar minha bunda na cena de sexo, ela me disse imediatamente que não havia problema algum e só faria o que me sentisse à vontade”, acrescentou. Ele reconhece que “as coisas poderiam ter sido melhoradas” após a 1ª temporada e que houve discussões sobre a importância de um set fechado antes de filmar a cena na 2ª temporada, mas ele relata que os monitores estavam ligados apenas para a diretora e a sala de roteiristas, como habitual, e não para toda a produção. Weaving não quis comentar a história e Rose O’Donnell evitou falar diretamente do assunto, emitindo a seguinte nota para o THR: “Eu trabalhei com Frankie Shaw por dois anos e meio. Ela é uma jovem talentosa, imensamente talentosa. Eu adoro atuar em ‘SMILF’, um programa do qual estou extremamente orgulhosa”. Shaw também respondeu os pedidos de contato da reportagem por meio de comunicado, no qual negou qualquer preconceito ou problema ético. “Eu trabalho diariamente para criar um ambiente no qual todos se sintam seguros e no qual eu possa continuar a crescer como líder e gerente. Estou e sempre estive aberta para ouvir e abordar todas as preocupações e questões que estão sob meu controle. Dói-me saber que alguém se sentiu desconfortável no meu set. Espero sinceramente que possamos trabalhar juntos para resolver todas e quaisquer questões, pois estou comprometida em criar um local de trabalho no qual todas as pessoas se sintam seguras e ouvidas”. O outro problema foi registrado junto ao sindicato dos roteiristas, WGA, com reclamações de que os roteiristas “de cor” foram separados dos demais e tiveram várias ideias usadas na série sem receber os devidos créditos. O sindicato está estimulando os roteiristas a processarem a produção. Em sua declaração à THR Shaw diz que se dedicou a criar “um local de trabalho intersecional em que mais de um terço dos escritores eram mulheres de cor”. Andrew Brettler, advogado de Shaw acrescentou que nunca houve intenção ou desejo de agrupar os escritores com base em gênero, raça ou orientação sexual, e isso não foi feito conscientemente por ninguém, mas que é costume dividir os roteiristas em “grupos formados unicamente com base na capacidade e nos pontos fortes dos escritores individuais.” Os roteiristas negros que trabalharam na série se recusaram a comentar a reportagem. Por outro lado, vários membros da equipe da “SMILF” – incluindo o figurinista Kameron Lennox, o gerente de locação Ryan Cook e a operadora de câmera Abby Linne – enviaram emails à THR para dizer que trabalhar no programa foi uma experiência positiva. “Eu nunca estive em um trabalho onde me sinti mais seguro e com poderes para fazer o meu melhor trabalho”, escreveu Linne, enquanto Cook elogiou Shaw: “Frankie estabeleceu um novo padrão de inclusão e igualdade em seus sets que não tem sido a norma para Hollywood”. Mas outros profissionais de “SMILF” que conversaram com a THR sob condição de anonimato disseram estar extremamente temerosos de que Shaw tente sabotá-los profissionalmente se eles falarem publicamente sobre os supostos problemas da série. Eles também expressam grande desapontamento com o que descrevem como um tratamento manipulador e injusto vindo de uma showrunner feminina em ascensão durante a época dos movimentos #MeToo e Time’s Up. “Ela usa essa ideia de ser feminista e progressista como camuflagem”, disse um dos anônimos. “Muitas séries são estressantes. As pessoas ficam bravas umas com as outras, mas depois acaba e você celebra o trabalho. Desta vez, não foi assim. As pessoas ficaram realmente traumatizadas. Foi muito desagradável”. Em sua própria declaração à THR, a ABC Studios, que abriga a ABC Signature, diz que está “comprometida com um ambiente de trabalho seguro”. “Reclamações foram trazidas à nossa atenção após a produção da 2ª temporada e estamos investigando. Vamos dar os passos apropriados se a 3ª temporada for encomendada.” A Showtime se recusou a comentar, embora seus executivos estivessem intimamente envolvidos na produção da série e estivessem cientes de pelo menos algumas das alegações. O canal ainda não renovou a série para a 3ª temporada.

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  • Etc,  Série

    Netflix contrata ex-presidente do maior canal da Disney para cuidar de suas séries

    17 de dezembro de 2018 /

    A Netflix continua sua guerra declarada contra a Disney com mais um golpe cirúrgico. A plataforma de streaming anunciou nesta segunda (17/12) a contratação de Channing Dungey, ex-presidente da rede ABC, principal canal de TV do conglomerado Disney. Seu cargo oficial é de Vice-Presidente de Conteúdo Original, o mesmo de Cindy Holland, com quem Dungey vai dividir a chefia da produção cada vez maior de programas originais da Netflix. “Channing é uma força criativa cujo gosto e talento lhe renderam a admiração de seus pares em toda a indústria”, disse o presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado. “Ela é uma pessoa que gosta de correr riscos e ter talentos para trabalhar com ela. Eu não poderia estar mais feliz em recebê-la na Netflix.” Dungey havia pedido demissão de seu cargo na ABC logo após a definição de que, com a compra da Fox, Dana Walden, ex-presidente da rede Fox, assumiria o chefia do departamento televisivo da Disney, ficando numa posição acima dela. Talvez fosse o cargo que ela queria. O fato é que não houve jeito de mantê-la no comando da rede de TV depois disso. Ela entrou para a Walt Disney Co. em 2004, após uma passagem bem-sucedida pelo estúdio de cinema da Warner, onde ajudou a desenvolver “Matrix”, e passou a maior parte de sua carreira na ABC – primeiro no ABC Studios e depois na rede ABC (ABC Entertainment). Como líder do departamento de produção da ABC Studios, ajudou a construir o império televisivo de Shonda Rhimes a partir do zero, com um papel fundamental no desenvolvimento de “Scandal” e na escalação de Kerry Washington. Com sua promoção à presidente da ABC em 2016, Dungey se tornou a primeira mulher negra a comandar uma grande rede de TV dos EUA. Sua contratação na Netflix acontece após a plataforma ser criticada pela falta de diversidade de seus executivos. E após a demissão de seu principal porta-voz, Jonathan Friedland, em decorrência de comentários racialmente “insensíveis” dirigidos à sua equipe. Na Netflix, Dungey vai reencontrar antigos conhecidos. Em função do clima bélico entre a plataforma e a Disney, Sarandos fechou contrato de exclusividade com vários criadores de conteúdo que fizeram carreira na ABC, como a própria Shonda Rhimes (criadora também de “Grey’s Anatomy”) e Kenya Barris (“Black-ish”). Esta estratégia é tanto retaliação quanto prevenção. A Disney se antecipou ao anunciar que tiraria todo o seu conteúdo da Netflix em 2019, com o lançamento de sua própria plataforma de streaming, o que fez a Netflix aumentar sua produção de originais. Sabendo que perderia séries da ABC, tratou de contratar os criadores dessas séries para desenvolver conteúdo exclusivo para o streaming. O mesmo movimento justificou a contratação de Ryan Murphy (“American Horror Story”) da Fox, após a Disney comprar esse estúdio. A Netflix também está cancelando as séries que coproduzia com a Disney, como as atrações da Marvel “Demolidor”, “Punho de Ferro” e “Luke Cage”, ao mesmo tempo em que desenvolve um relacionamento melhor com o futuro rival Warner Media (que também tem planos de lançar sua própria plataforma) para o licenciamento de séries dos super-heróis da DC Comics e investe na criação de suas próprias revistas em quadrinhos, com o acordo com Mark Millar (“Kingsman”, “Kick-Ass”) e sua Millarworld. Por curiosidade, Channing Dungey é a segunda executiva de grande rede de TV americana contratada para comandar a produção de conteúdo de uma plataforma de streaming. Em fevereiro, Jennifer Salke trocou a rede NBC pela chefia do departamento de séries e filmes do Amazon Studios.

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  • Série

    Tell Me a Story é renovada para a 2ª temporada

    17 de dezembro de 2018 /

    A plataforma de streaming CBS All Access anunciou a renovação de “Tell Me a Story” para a 2ª temporada, cerca de três semanas antes do final da primeira leva de episódios. A nova série de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries” e da franquia de terror “Pânico”) parte de fábulas encantadas conhecidas para criar um thriller contemporâneo. A 1ª temporada combinou as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. “A 1ª temporada de ‘Tell Me A Story’ virou os contos de fadas convencionais do avesso, entrelaçando e modernizando três histórias clássicas em um emocionante thriller para o público de hoje, de uma forma que somente Kevin Williamson consegue”, disse Julie McNamara, Vice-Presidente Executiva de Conteúdo Original CBS All Access. “Mal podemos esperar para surpreender e entreter os espectadores com um novo conjunto de contos na próxima temporada.” Apesar dos elogios à capacidade única de Williamson para criar histórias, “Tell Me a Story” é na verdade uma adaptação da série “Cuéntame un Cuento” (uma espécie de “Once Upon a Time” de suspense). A diferença é que a produção espanhola abordava uma fábula diferente por episódio, enquanto a versão americana estende sua história pela temporada completa. A 2ª temporada deve mesclar outras fábulas e contar histórias diferentes e com novo elenco, ao estilo das antologias do canal pago FX – “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Fargo”, etc. “Tell Me a Story” foi o primeiro trabalho de Williamson na televisão sem o envolvimento da WBTV (Warner Bros. Television), após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW – e segue referenciada no spin-off “Legacies”. O último episódio da temporada inaugural de “Tell Me a Story” será disponibilizado em 3 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Atriz de Orange Is the New Black acusa Geoffrey Rush de assédio sexual

    17 de dezembro de 2018 /

    A estrela australiana Yael Stone, que interpreta Lorna Morello na série “Orange Is the New Black”, acusou o ator Geoffrey Rush (da franquia “Piratas do Caribe” e “O Discurso do Rei”) de abuso sexual em uma entrevista para o canal ABC de seu país. Ela se manifestou após outras acusações sobre o comportamento de Rush, que vieram à tona no ano passado, começaram a perder força, com a vitória do ator num processo de difamação. Stone diz ter enfrentado assédio constante de Rush quando os dois contracenaram em uma produção teatral de “O Diário de um Louco”, em 2010 e 2011, afirmando que ele dançou nu na frente dela, usou um espelho para assisti-la tomar banho e lhe enviou mensagens de texto eróticas. A atriz alegou que o comportamento de Rush a deixou desconfortável e a fez odiar a atuação. Na época, tinha 25 anos e Rush estava com 59. Em sua entrevista, ela justificou não ter revelado o assédio anteriormente porque temia que as leis de difamação da Austrália a colocassem em problemas legais e financeiros. “Sempre que as mulheres falam particularmente sobre questões como essa, suas carreiras geralmente sofrem”, disse Stone. “Eu considerei isso em meus cálculos e, se isso acontecer, acho que valeu a pena”, acrescentou. Em uma declaração dada ao jornal New York Times, Rush negou as alegações dizendo que eles “estão incorretas e, em alguns casos, tiradas completamente fora de contexto”. No ano passado, Rush também negou comportamento inapropriado durante uma montagem australiana da peça “Rei Lear” de Shakespeare. A Companhia de Teatro de Sydney revelou ter recebido denúncias de má conduta do ator, durante a produção. Documentos judiciais afirmam que o ator Rush se comportou como um “pervertido” e se envolveu em “comportamento sexualmente predatório” durante a produção teatral, encenada em 2015. Após esse escândalo vir à tona, Geoffrey Rush renunciou ao cargo de presidente da Academia Australiana de Cinema e Televisão (AACTA). Mas ele venceu um processo por difamação na justiça australiana contra o jornal The Daily Telegraph, que publicou as alegações iniciais. Em março, o tribunal federal da Austrália descartou grande parte das alegações da defesa, alegando que faltavam detalhes.

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  • Série

    Série baseada em O Cristal Encantado divulga primeiras fotos e elenco impressionante

    17 de dezembro de 2018 /

    A Netflix revelou as primeiras imagens e anunciou o elenco de dubladores de sua série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulado “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série será uma continuação da trama do filme lançado em 1982, e terá como dubladores Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que aparecem nas imagens reveladas da série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets. Na verdade, eram animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso será mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os gelflings. A série está sendo desenvolvida pelo cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix. Já os roteiros estão a cargo de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Criador dos Muppets e dos bonecos de “Vila Sésamo”, Henson faleceu em 1990, mas sua empresa continua produzindo novos projetos. Além dessa série, também está atualmente em desenvolvimento um remake de “Labirinto” (1986), último filme de Henson, que terá direção do uruguaio Fede Alvarez (“O Homem das Trevas”).

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  • Etc

    Cão famoso do cinema é clonado na China

    17 de dezembro de 2018 /

    A primeira celebridade do mundo do entretenimento foi clonada na China. O cão Juice, que estrelou dezenas de filmes e produções da televisão chinesa, entre eles o sucesso cinematográfico “A Loner” (2017), ganhou um clone, chamado de Little Juice. O cachorro original, também conhecido como Guozhi em mandarim, é um vira-latas de nove anos, que foi castrado quando ainda era filhote e não poderia se reproduzir de outra forma. Vendo sua fonte de rendas ameaçada, seu dono, o treinador de animais He Jun, procurou a Sinogene, primeira empresa de biotecnologia chinesa a oferecer serviços de clonagem de animais de estimação. A Sinogene ficou conhecida em maio do ano passado, quando clonou com sucesso um beagle editado geneticamente. “Descobrimos que cada vez mais donos de animais de estimação querem que eles os acompanhem por um período de tempo ainda maior”, disse o diretor-executivo da Sinogene, Mi Jidong, ao lançar os serviços de clonagem comerciais após a experiência bem-sucedida. Não é um serviço barato – os custos giram em torno de US$ 76,7 mil. Mas compensa no caso de Juice. Para cloná-lo, a Sinogene colheu amostras de pele do abdômen inferior do cão, isolou seu DNA e fertilizou um óvulo, que foi inserido cirurgicamente no útero de uma cadela beagle. O irmão gêmeo clonado tem atualmente dois meses de idade e boa saúde. Apesar de ainda estar em seus estágios iniciais, o serviço de clonagem de animais na China avança rapidamente porque, comparada com empreendimentos semelhantes no Ocidente, enfrenta um número relativamente menor de barreiras regulatórias. Embora a China tenha regulamentos sobre o uso de animais em pesquisas de laboratório, não existem lei que abordam explicitamente a clonagem de animais. No início deste ano um laboratório de Xangai produziu os primeiros clones de macacos do mundo e, em um caso mais controverso, He Jiankui, da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul da China, afirmou ter usado tecnologia de edição genética para alterar os genes embrionários de duas gêmeas.

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  • Filme

    Charlotte Rampling será homenageada no Festival de Berlim 2019

    17 de dezembro de 2018 /

    A atriz britânica Charlotte Rampling será homenageada com um Urso de Ouro especial por sua carreira no Festival de Berlim de 2019. Ela venceu o Urso de Prata de Melhor Atriz em 2015 por seu desempenho em “45 Anos”, de Andrew Haigh, papel que também lhe rendeu uma indicação ao Oscar e seu segundo European Film Award de Melhor Atriz (o primeiro foi por “Swimming Pool – À Beira da Piscina”). Em homenagem a Rampling, o 69º Festival Internacional de Cinema de Berlim exibirá uma seleção dos filmes mais conhecidos da atriz, incluindo “Os Deuses Malditos” (1969), de Luchino Visconti, “Memórias” (1980), de Woody Allen, “O Veredito” (1982), de Sidney Lumet, “Sob a Areia” (2000) e “Swimming Pool” (2003), ambos de François Ozon. “Estou muito feliz que a homenagem deste ano seja dedicada à sublime atriz Charlotte Rampling”, disse Dieter Kosslick, diretor da Berlinale. “Ela é um ícone do cinema não convencional e excitante.” Além de aparecer várias vezes com filmes na Berlinale, Rampling também presidiu o júri internacional do festival em 2006. Rampling marcou época justamente por papéis pouco convencionais. A atriz, que estreou ainda adolescente como figurante no primeiro filme dos Beatles, “Os Reis do Ié-Ié-Ié” (1964), virou protagonista com “Georgy, a Feiticeira” (1966) e foi se tornar sex symbol com o polêmico “O Porteiro da Noite” (1974), como uma sobrevivente do Holocausto que passa a se relacionar com seu torturador. Ela também participou de várias séries televisivas, desde a clássica “Os Vingadores”, nos anos 1960, até atrações mais atuais, como “Dexter” e “Broadchurch”. Longe de se aposentar, a atriz de 72 anos continua a trabalhar em ritmo intenso. Só em 2018 ela estrelou três filmes em diferentes países, entre eles o thriller “Operação Red Sparrow”. Ela acaba de filmar “Valley of the Gods”, do polonês Lech Majewski, e está atualmente rodando “Benedetta”, do holandês Paul Verhoeven.

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  • Filme

    Jeff Bridges será homenageado no Globo de Ouro 2019

    17 de dezembro de 2018 /

    O Globo de Ouro vai homenagear o ator Jeff Bridges com o tradicional Cecil B. DeMille Award, que premia o conjunto da obra de grandes artistas de Hollywood. Bridges, que já venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator em Drama por “Coração Louco”, desempenho que também lhe rende o Oscar em 2010, vai receber o prêmio na cerimônia que acontece no dia 6 de janeiro, em Los Angeles. Além da vitória pelo papel de cantor country, Bridges tem outras quatro indicações ao Globo de Ouro no currículo, que começam com um lançamento de 1985, “O Homem das Estrelas” (1985). A indicação mais recente foi por “A Qualquer Custo” (2017). O astro, que completou 69 anos no último dia 4 de dezembro, foi visto este ano em “Mau Momentos no Hotel Royale”, que só estreia no Brasil em janeiro. Seu próximo trabalho é um drama sem título da diretora Reed Morano, premiadíssima pela série “The Handmaid’s Tale”. Homenageados recentes do Globo de Ouro com o troféu Cecil B. DeMille incluem Oprah Winfrey, Meryl Streep, Denzel Washington, George Clooney, Woody Allen, Jodie Foster, Morgan Freeman e Robert De Niro. A cerimônia do Globo de Ouro 2019 será transmitida ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT.

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  • Etc

    Ex-modelo revela ter sido amante de Woody Allen aos 16 anos de idade

    17 de dezembro de 2018 /

    A ex-modelo Christina Engelhardt revelou à revista The Hollywood Reporter que escondeu por mais de 40 anos seu envolvimento com o cineasta Woody Allen, que começou quando ela tinha apenas 16 anos de idade. O relacionamento começou 1976. Fã dos filmes de Allen, ela avistou o cineasta de longe num restaurante e decidiu deixar em sua mesa um bilhete: “Você já assinou autógrafos demais, então aqui está o meu”, dizia. Ao lado da assinatura, incluiu seu número de telefone. Aos 41 anos na época, Allen ligou para o número no bilhete e começou um caso secreto com a modelo. Ele nunca perguntou a idade dela, segundo Engelhardt, mas sabia que ela ainda estava no ensino médio e morava com a sua família. Os termos do envolvimento dos dois também eram controlados por Allen – e ela pouco resistiu às suas regras. “Eu só queria agradar. Como ele era um diretor famoso, eu tinha um sentimento de quase devoção em relação a ele”, conta. O cineasta proibia discussões sobre o seu trabalho quando os dois estavam juntos, e exigia que eles só se encontrassem em seu apartamento em Nova York, com as cortinas sempre fechadas. “A vista do Central Park provavelmente era linda, mas eu nunca a vi”, comenta a modelo. Após pouco mais de um ano de relacionamento, Allen começou a trazer outras mulheres para os encontros dos dois. Quando completaram quatro anos, ele a apresentou a sua nova namorada: a atriz Mia Farrow, com quem ele subsequentemente se casaria. “Eu me senti enjoada. Eu não queria estar lá [no quarto com os dois], mas não tinha coragem de ir embora. Ir embora significaria que tudo isso estaria acabado. Olhando para trás, eu sei que era disso que eu precisava, mas não ter Woody na minha vida parecia absurdo naquela época”, ela escreveu em seu diário, entregue à THR. Engelhardt diz que sempre foi evidente que Farrow estava fazendo aquilo a pedidos de Allen, e não por sua própria vontade. Mesmo assim, as duas desenvolveram uma amizade, bastante influenciada pela paixão de ambas por animais e astrologia. Relembrando o escândalo que Allen enfrentaria anos mais tarde, quando foi revelado o seu caso com a filha da atriz, Soon-Yi Previn (agora esposa do cineasta), Engelhardt comenta: “Eu me senti mal por Mia. Woody tinha tudo o que poderia querer. Ele precisava tirar algo de Mia?”. “Ele treinou Mia, fez com que ela aguentasse tudo o que ele queria fazer. E depois fez isso. Foi um total desrespeito”, completa. A ex-modelo também acredita ter inspirado “Manhattan”, lançado por Allen em 1979, em que o personagem interpretado pelo diretor se envolve com uma aspirante a atriz adolescente interpretada por Mariel Heminghway. Engelhardt percebeu os paralelos nas primeiras cenas. “Eu chorei durante toda a sessão. Foi como se todos os meus piores medos viessem à superfície. Era assim que ele se sentia sobre mim? Nós dividimos uma conexão tão forte, desde o começo, e aqui estava essa interpretação de mim para todos os críticos de arte verem e desconstruírem”, comentou. Engelhardt deixou Allen e viajou à Europa nos anos 1980, onde se tornou amiga do cineasta Federico Fellini, um dos ídolos de seu ex-amante. Nesse período, virou atriz e apareceu em alguns filmes B italianos, dos quais o mais famoso é “Demonia” (1990), de Lucio Fulci. Atualmente trabalhando como astróloga, ela diz que não quer “derrubar” Allen com sua história. Mas prepara, claro, um livro/roteiro sobre seu relacionamento com o cineasta, que já está listado em seu site oficial. “O que me fez falar sobre isso é que eu sabia que poderia prover uma nova perspectiva. Eu estou contando a minha história. A história que me moldou. Não tenho arrependimentos”, completa.

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  • Filme

    European Awards: Guerra Fria é o grande vencedor do “Oscar europeu”

    17 de dezembro de 2018 /

    O filme polonês “Guerra Fria” (Cold War) foi o grande vencedor dos European Film Awards 2018, premiação da Academia Europeia de Cinema, considerado o Oscar do cinema europeu. O drama em preto e branco de Pawel Pawlikowski arrecadou nada menos que cinco troféus na cerimônia, realizada na noite de sábado (15/12) em Sevilha, na Espanha. Além de Melhor Filme Europeu do ano, “Guerra Fria” conquistou as categorias de Melhor Direção, Roteiro (ambos de Pawlikoski), Atriz (Joanna Kulig) e Edição (Jaroslaw Kaminski). A quantidade de troféus é a mesma conquistada pelo filme anterior de Pawlikoski, “Ida”, em 2014. Na ocasião, após vencer como Melhor Filme Europeu, “Ida” também conquistou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Por “Guerra Fria”, Pawlikowski já tinha sido considerado o Melhor Diretor do Festival de Cannes desde ano. O longa é, obviamente, o candidato da Polônia para tentar uma vaga no Oscar 2019. Outros destaques da premiação inclui o troféu de Melhor Ator para Marcello Fonte por seu papel em “Dogman”, do italiano Matteo Garrone, também reprisando seu reconhecimento anterior em Cannes. O prêmio de Melhor Documentário ficou com “Bergman – 100 anos”, de Jane Magnusson, o de Melhor Comédia com “A Morte de Stalin”, do escocês Armando Iannucci, e o de Melhor de Animação para outra produção polonesa, “Another Day of Life”, codirigido por Raul de la Fuente e Damian Nenow. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme Europeu “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski Melhor Documentário Europeu “Bergman – 100 Anos”, de Jane Magnusson Melhor Diretor Europeu Pawel Pawlikowski (“Guerra Fria”) Melhor Atriz Europeia Joanna Kulig (“Guerra Fria”) Melhor Ator Europeu Marcello Fonte (“Dogman”) Melhor Roteiro Europeu Pawel Pawlikowski (“Guerra Fria”) Melhor Fotografia Europeia Martin Otterbeck (“Utøya 22 de Julho”) Melhor Edição Europeia Jaroslaw Kamiński (“Guerra Fria”) Melhor Direção de Arte Europeia Andrey Ponkratov (“Verão”) Melhor figurino Europeu Massimo Cantini Parrini (“Dogman”) Melhores Cabelos e Maquiagem Europeus Dalia Colli, Lorenzo Tamburini e Daniela Tartari (“Dogman”) Melhor Trilha Sonora Europeia Christoph M. Kaiser e Julian Maas (“3 Days in Quiberon”) Melhor Som Europeu André Bendocchi-Alves e Martin Steyer (“The Captain”) Melhores Efeitos Visuais Europeus Peter Hjorth (“Border”) Melhor Animação Europeia “Another Day of Life”, de Raul de la Fuente & Damian Nenow Melhor Comédia Europeia “A Morte de Stalin”, de Armando Iannucci Melhor Descoberta Europeia – Prêmio FIPRESCI “Girl”, de Lukas Dhont Prêmio do Público Europeu “Me Chame Pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino

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  • Série

    Titãs: Sinopse e fotos do final da temporada confirmam teoria sobre briga de Batman e Robin

    17 de dezembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe deixou os fanboys agitados ao divulgar o trailer do final da temporada de “Titãs” (Titans), que mostrava Batman chacinando vilões, entre eles o Coringa. Mas o vídeo, que culmina num confronto entre o Cavaleiro das Trevas e Dick Grayson, o Robin original, oculta o que realmente está por trás dessas cenas. Quem assistiu ao episódio anterior da série já tinha imaginado, alimentando a teoria de que tudo não passava de um pesadelo induzido pelo demônio Trigon. Mas a polêmica foi tanta que a DC decidiu acalmar os espectadores com a confirmação, via divulgação de 13 fotos e da sinopse oficial do capítulo. A sinopse diz o seguinte: “No final da temporada, Trigon manda Dick para uma dimensão dos sonhos que o encontra vivendo uma vida comum e feliz. Entretanto, logo as coisas mudam e ele é enviado numa jornada sombria até Gotham”. As imagens mostram a “vida comum e feliz” do herói ao lado de Dawn/Columba, com quem teria um filho. Já a “jornada sombria” em Gotham inclui cenas do assassinato sangrento do Ventríloquo, Charada e uma visita ao Coringa em coma num hospital. O elenco central da série é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. O final da 1ª temporada vai ao ar na próxima sexta (21/12) nos Estados Unidos. E a série finalmente estreia no Brasil duas semanas depois, em 11 de janeiro, via Netflix.

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  • Filme

    Fracasso de Máquinas Mortais pode dar prejuízo de até US$ 150 milhões

    17 de dezembro de 2018 /

    A péssima bilheteria de estreia de “Máquinas Mortais” na América do Norte acionou alarmes no estúdio Universal. A sci-fi abriu com uma arrecadação apocalíptica de apenas US$ 7,5M (milhões) em seu primeiro fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. O fim do mundo. Embora tenha se saído melhor no exterior, atingindo um total de US$ 42,3M, dificilmente seu orçamento de US$ 110M será coberto. Para piorar, fontes ouvidas pelo site Deadline garantem que o total gasto na produção foi muito maior que o divulgado. Após consultar analistas do mercado, o site considerou que o filme pode render um prejuízo estimado entre US$ 100M a US$ 150M, após deduzir impostos, salários de equipe e todos os gastos de marketing. A Universal apostou que o nome de Peter Jackson, coautor do roteiro e responsável pela produção, seria suficiente para atrair o público. Perdeu. O cineasta de “O Senhor dos Anéis” não assinou a direção do filme, que ficou a cargo do estreante Christian Rivers, assistente de Jackson nos filmes do “Hobbit” e técnico de efeitos visuais nas duas trilogias da Terra Média. Para completar, a produção foi protagonizada por atores pouco expressivos como Hera Hilmar (série “Da Vinci’s Demons”), Robert Sheehan (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) e Jihae (série “Mars”). Não são exatamente astros de blockbusters. Os nomes mais famosos do elenco são Hugo Weaving (“O Hobbit”) e Stephen Lang (“Avatar”), que vivem os antagonistas. Mesmo assim, havia planos de lançar uma franquia baseada no longa, extraído do primeiro volume de uma quadrilogia literária do escritor britânico Philip Reeve, conhecida como as “Crônicas das Cidades Famintas”. A história é completamente absurda, sobre cidades gigantescas que devoram o que encontram pelo caminho, transformadas em aparatos gigantescos via tecnologia steampunk, na vastidão desértica do pós-apocalipse. O fracasso enterra de vez o ciclo das adaptações de distopias juvenis, que já tinha levado tiros fatais anteriormente, mas não na cabeça. “Máquinas Mortais” não terá continuação, assim como a “5ª Onda”, “O Doador de Memórias”, “A Hospedeira” e “Divergente”, que ficou sem final com o cancelamento de seu quarto filme. Apesar disso, vem aí “Chaos Walking” em 2020. O filme não dirigido por Peter Jackson estreia no Brasil em 10 de janeiro, mesmo dia de “Hellboy” e do elogiadíssimo “Homem-Aranha no Aranhaverso”.

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  • Etc

    Astros de Revenge se casam na vida real

    17 de dezembro de 2018 /

    O final feliz que faltou na série “Revenge” aconteceu neste fim de semana na vida real. Emily VanCamp e Josh Bowman, que se casaram na série como parte da vingança da personagem de Emily, celebraram um matrimônio verdadeiro nas Bahamas. O casal começou a namorar durante as gravações da série, enquanto seus personagens manifestavam ódio um pelo outro – após o plano de Emily ser desmascarado. Mas se essa história acabou mal na ficção – Bowman saiu antecipadamente da produção, devido à morte de seu personagem – , rendeu um desfecho diferente para os atores. Juntos há sete anos, o casal anunciou o noivado no final do ano passado e finalmente oficializou a união no sábado (15/12), diante da família e amigos. Neste domingo, eles compartilharam fotos do casamento em suas contas no Instagram. “Quando duas almas gêmeas se encontram, o resultado é amor eterno”, escreveu Bowman ao lado de uma foto da celebração. Após o final de “Revenge” em 2015, Bowman estrelou a série “Time After Time”, que foi cancelada na 1ª temporada, enquanto VanCamp apareceu como Sharon Carter em “Capitão América: Guerra Civil” e atualmente integra o elenco da série “The Resident”. Visualizar esta foto no Instagram. When two soul mates meet, the result is eternal love. ❤?? #joshbowman #emilyvancamp #bowcamp #truelove #weddingbowcamp #happines #love Uma publicação compartilhada por Josh Bowman ?? (@joshbowmanbr) em 16 de Dez, 2018 às 6:12 PST Visualizar esta foto no Instagram. Thank you to all of our friends and family who made their way to celebrate with us! We are eternally grateful. And to @lelarose and your incredible team for creating my dream dress… Thank you times a million ??? ? @charliedailey Uma publicação compartilhada por Emily VanCamp (@emilyvancamp) em 16 de Dez, 2018 às 5:32 PST Visualizar esta foto no Instagram. 12.15.18 ❤️ Uma publicação compartilhada por Emily VanCamp (@emilyvancamp) em 16 de Dez, 2018 às 5:20 PST

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