Festival de Berlim 2019 seleciona dois filmes brasileiros
O Festival de Berlim 2019 começou a divulgar a lista dos longas selecionados para sua programação. E nesta terça (18/12), a prestigiosa mostra Panorama revelou a inclusão de dois longas brasileiros: o documentário “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes, e a ficção “Greta”, de Amando Praça. O documentário de Marcel Gomes conta a história dos trabalhadores de Toritama, município da Paraíba que se autointitula a capital do jeans, e como eles aproveitam a folga do carnaval uma vez por ano. O diretor já competiu pelo Urso de Ouro em Berlim com o drama histórico “Joaquim” (2017), sobre Tiradentes. “Greta”, por sua vez, acompanha um enfermeiro que leva um de seus pacientes para casa, onde recebe ajuda da vizinha, uma mulher trans. O longa é estrelado por Marco Nanini e marca a estreia na direção de Amando Praça. Ao todo, 22 títulos foram divulgados na mostra Panorama. Entre eles estão “Mid90s”, estreia do ator Jonah Hill na direção de longa-metragem, e “The Souvenir”, estrelado por Tilda Swinton. A edição de 2019 do Festival de Berlim vai acontecer entre os dias 7 e 17 de fevereiro. Confira abaixo a lista dos filmes selecionados para a mostra Panorama. “37 Seconds” (Japão), de Hikari “Dafne” (Itália), de Federico Bondi “The Day After I’m Gone” (Israel), de Nimrod Eldar “A Dog Called Money” (Irlanda, Reino Unido), de Seamus Murphy “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar” (Brasil), de Marcelo Gomes “Chained” (Israel, Alemanha), de Yaron Shani “Flatland” (África do Sul, Alemanha, Luxemburgo), de Jenna Bass “Greta” (Brasil), de Armando Praça “Hellhole” (Bélgica, Holanda), de Bas Devos “Jessica Forever” (França), de Caroline Poggi e Jonathan Vinel “Acid” (Rússia), de Alexander Gorchilin “Mid90s” (Estados Unidos), de Jonah Hill “Los Miembros de la Familia” (Argentina), de Mateo Bendesky “Monos” (Colômbia, Argentina, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Uruguai), de Alejandro Landes “O Beautiful Night” (Alemanha), de Xaver Böhm “Selfie” (França, Itália), de Agostino Ferrente “Shooting the Mafia” (Irlanda, Estados Unidos), de Kim Longinotto “Skin” (Estados Unidos), de Guy Nattiv “The Souvenir” (Reino Unido), de Joanna Hogg “Tremblores” (Guatemala, França, Luxemburgo), de Jayro Bustamante “The Miracle of the Sargasso Sea” (Grécia, Alemanha, Holanda, Suécia), de Syllas Tzoumerkas “What She Said: The Art of Pauline Kael” (Estados Unidos), de Rob Garver
Paul McCartney enfrenta o bullying em clipe com Emma Stone
Paul McCartney lançou o clipe de “Who Cares”, que tem participação da atriz Emma Stone (“La La Land”). No vídeo, ele vive um psiquiatra e a jovem é uma paciente que sofre de ansiedade, devido à quantidade de críticas que recebe. Durante uma sessão de hipnotismo, ela é transportada para um universo bicromático, saído de um clipe dos anos 1980, onde figurantes fazem pantomina e ela exibe maquiagem glam, enquanto McCartney canta a letra que ensina a não ligar para comentários negativos da vida cotidiana – algo amplificado pelas redes sociais. “Minha esperança é que, se existem crianças sofrendo bullying, talvez, ouvindo esta música e assistindo a este vídeo, elas possam pensar que vão ficar bem”, explicou o McCartney, que também lançou a campanha #WhoCaresIDo para conscientizar o público sobre o problema do bullying. O clipe foi dirigido por Brantley Gutierrez (cinematógrafo do documentário “Jim & Andy: The Great Beyond”) e Ryan Heffington (coreógrafo de “Em Ritmo de Fuga”). “Who Cares” faz parte do último disco de McCartney, intitulado “Egypt Station”, que foi lançado em setembro.
Turma da Mônica: Laços ganha primeiro trailer
A Paris Filmes divulgou o trailer de “Turma da Mônica: Laços”, primeiro filme live-action com os personagens de Mauricio de Sousa. A prévia acompanha os quatro protagonistas, Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão, numa aventura cheia de perigos em busca do cãozinho Floquinho, que desapareceu. As crianças são vividas pelos estreantes Giulia Benite, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo e Gabriel Moreira. “Turma da Mônica: Laços” tem direção de Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e ainda inclui no elenco Monica Iozzi (“Mulheres Alteradas”) como a Dona Luísa, Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”) como seu Cebola, Ravel Cabral (“Vai que Dá Certo 2”) como o Homem do Saco e Rodrigo Santoro (“Westworld”) como o Louco. O longa tem como base a graphic novel homônima, uma releitura do trabalho original de Mauricio de Sousa, criada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi com uma trama mais adulta e repleta de referências à cultura pop dos anos 1980. A produção estreia nos cinemas brasileiros em 27 de junho de 2019.
Menino do clássico E.T. será super-herói em nova série da DC Comics
O elenco da série “Stargirl” segue escalando os intérpretes da Sociedade da Justiça da América. E o mais novo contratado é ninguém menos que Henry Thomas, até hoje lembrado como o protagonista mirim do clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982). O ator, que vem experimentando fase de renascimento de sua carreira na era do streaming, recentemente estrelou a série de terror “The Haunting of Hill House”, na Netflix. Ele vai viver o Doutor Meia-Noite (Doctor Mid-Nite), um dos super-heróis da SJA. Como a maioria dos integrantes do primeiro grupo de super-heróis dos quadrinhos, o personagem já teve diferentes encarnações. Foram três no total. A versão da série é a original, introduzida em 1941, quando o brilhante cirurgião Charles McNider adquiriu habilidades especiais após sobreviver a um atentado que o cegou. Ele consegue enxergar no escuro e usa bombas que causam blackouts para vencer batalhas em condições adversas. Uma das maiores curiosidades do personagem é que ele adotou uma coruja como ajudante. Sua história é das mais trágicas da SJA, incluindo o assassinato de sua namorada e sua própria morte no evento conhecido como “Zero Hora” – publicado em 1994. O personagem já apareceu ao lado de outros integrantes da SJA dos anos 1940 em três episódios da série “Legends of Tomorrow”, interpretado por Kwesi Ameyaw, um ator negro. Doutor Meia-Noite é branco nos quadrinhos. “Stargirl” está sendo desenvolvida por Geoff Johns, um dos criadores da série “The Flash” e que também criou a própria Stargirl nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. A super-heroína do título, por sua vez, será vivida por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. O elenco também inclui Joel McHale (“Community”) como Starman e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) em papéis não divulgados. Prevista para agosto, “Stargirl” será lançada no serviço de streaming DC Universe após as novas séries da “Patrulha do Destino” e do “Monstro do Pântano”.
Ouça as 15 músicas pré-selecionadas para o Oscar 2019 de Melhor Canção
A Academia de Ciências e Artes Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou a lista das 15 músicas pré-selecionadas para a disputa do Oscar 2019 de Melhor Canção. Todas podem ser ouvidas abaixo. A relação inclui canções de Lady Gaga (para “Nasce uma Estrela”), Kendrick Lamar (“Pantera Negra”), Thom Yorke (“Suspiria”), Troye Sivan (“Boy Erased”), Sade (“Viúvas”), Dolly Parton (“Dumplin'”), Quincy Jones (“Quincy”) e Jennifer Hudson (“RBG”). A música de Hudson, por sinal, é uma composição de Diane Warren, que já disputou nove Oscars da categoria sem vencer nenhum. É uma das duas músicas de documentários da seleção, feita para o filme “RBG”, sobre a juíza Ruth Bader Ginsburg. E, ironicamente, a música de Keisha para a cinebiografia da mesma juíza, “Suprema”, não foi qualificada. Por outro lado, “O Retorno de Mary Poppins” emplacou duas canções, ao estilo dos musicais cafonas que a Academia adora. O mesmo tom marca a faixa selecionada da animação “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”. Como “O Retorno de Mary Poppins” deve emplacar compulsoriamente um representante na categoria, resta saber se o Oscar 2019 será um dos primeiros em tempos recentes a não qualificar uma música de animação. São muitas estrelas para apenas cinco vagas. E isso que Keisha (“Suprema”), Eminem (“Venom”), Demi Lovato (“Uma Dobra no Tempo”), Imagine Dragons (“Wifi Ralph”), Post Malone (“Homem-Aranha no Aranhaverso”), Annie Lennox (“A Private War”), Celine Dion (“Deadpool 2”), Sia (“Vox Lux”) e até Prince (“Infiltrado na Klan”) foram barrados. Os finalistas de todas as categorias serão anunciados apenas no dia 22 de janeiro e a cerimônia de premiação está marcada para 24 de fevereiro, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT. Dê play no playlist a seguir para ouvir todas as 15 canções selecionadas. A lista completa está logo abaixo. “Revelation”, de “Boy Erased: Uma Verdade Anulada” “Suspirium”, de “Suspiria” “All the Stars”, de “Pantera Negra” “The Big Unknown”, de “Viúvas” “We Won’t Move”, de “O Ódio que Você Semeia” “Treasure”, de “Querido Menino” “I’ll Fight”, de “RBG” “Shallow”, de “Nasce uma Estrela” “Girl In The Movies”, de “Dumplin’ “When A Cowboy Trades His Spurs For Wings”, de “A Balada de Buster Scruggs” “Trip A Little Light Fantastic, de “O Retorno de Mary Poppins” “The Place Where Lost Things Go”, de “O Retorno de Mary Poppins” “A Place Called Slaughter Race”, de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” “Keep Reachin”, de “Quincy” “OYAHYTT”, de “Sorry to Bother You”
Kingdom: Série sul-coreana de zumbis medievais ganha trailer legendado da Netflix
A Netflix divulgou seis novas fotos e o trailer legendado de “Kingdom”, uma série de terror medieval sul-coreana. O visual da prévia chega a lembrar o gênero wuxia, originário da China, que mistura fantasia e espadachins. Mas a trama é mais terror e menos artes marciais. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A 1ª temporada com seis episódios é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. “Kingdom” chega ao streaming em 25 de janeiro.
Elementary vai acabar em sua próxima temporada
A série “Elementary”, que apresenta uma versão contemporânea de Sherlock Holmes, vai acabar em sua próxima temporada. O anúncio foi feito tão logo a produção gravou o capítulo final, no fim de semana, mas a decisão foi tomada em maio passado, quando a rede CBS renovou a série para sua vindoura 7ª temporada. Uma das razões para a decisão de encerrar o programa está relacionada ao fato de os contratos dos protagonistas Jonny Lee Miller e Lucy Liu, respectivamente Sherlock Holmes e Dra. Watson, estarem acabando. A 7ª temporada terá apenas 13 episódios e voltará a mostrar as investigações de Holmes e Watson em Nova York – apesar deles terem se mudado para Londres na 6ª temporada, no que seria o final da série, caso ela não fosse renovada. Como a produção entrou na 7ª temporada sabendo que ela seria o final da atração, a trama foi toda conduzida para um encerramento, de modo a não deixar ganchos e situações em aberto. Além de tentar acabar em grande estilo. Ainda não há previsão de estreia dos novos capítulos, mas a rede CBS pretende fazer bastante alarde sobre o final da série, como forma de reconhecimento pelo desempenho da atração ao longo dos anos. Não é toda série que consegue ficar sete anos no ar e produzir mais de 150 capítulos. “Elementary” é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.
Super-Heróis da Marvel dominam pré-seleção do Oscar em Efeitos Visuais
Além da lista dos pré-selecionados ao Oscar 2019 de Melhor Filme em Língua Estrangeira, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou nesta segunda-feira (17/12) os 10 filmes que seguem na disputa do troféu de Melhores Efeitos Visuais. E o que mais chama atenção na seleção é o predomínio de super-heróis da Marvel. O estúdio comparece com os três filmes que lançou neste ano: “Homem-Formiga e a Vespa”, “Vingadores: Guerra Infinita” e “Pantera Negra”. Já a produção do super-herói da DC, “Aquaman”, ficou de fora da lista. A última vez que um filme de super-herói venceu a categoria foi em 2005, com “Homem-Aranha 2”. Além das produções da Marvel, o conglomerado Disney ainda incluiu mais três filmes na relação: duas fábulas de seu próprio estúdio, “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” e “O Retorno de Mary Poppins”, e a sci-fi “Han Solo: Uma Aventura Star Wars”, da Lucasfilm. É 60% – ou, se preferir, mais da metade – do total de pré-selecionados. Os demais filmes na disputa são “Jurassic World: Reino Ameaçado”, “Jogador Nº1”, “O Primeiro Homem” e “Bem-vindos a Marwen”. Todos os indicados ao Oscar 2019 serão anunciados em 22 de janeiro e a cerimônia de premiação está marcada para 24 de fevereiro, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.
Fora do Oscar, Brasil completa 20 anos sem disputar Melhor Filme em Língua Estrangeira
Conforme esperado, o Brasil ficou fora da lista de candidatos pré-selecionados para disputar o Oscar 2019 de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O comitê organizador da premiação anunciou uma pré-seleção com nove filmes que irão disputar as indicações oficiais, e o representante brasileiro não passou do primeiro corte. Fato é que “O Grande Circo Místico” não aparecia nas previsões da imprensa internacional por não ter vencido – nem sequer disputado – prêmio algum. Além disso, tinha sido massacrado pelos críticos americanos ao ser projetado, fora de competição, no Festival de Cannes. Mesmo assim, foi selecionado pela Academia Brasileira de Cinema, num menosprezo à boa repercussão e premiação internacional de outros trabalhos mais cotados. Pesou o nome de seu diretor, Cacá Diegues. Mas só para a Academia Brasileira. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos preferiu, obviamente, selecionar obras com comprovada aprovação no circuito dos festivais – algo de que “O Grande Circo Místico” jamais dispôs. Entre os selecionados, estão o japonês “Assunto de Família”, de Hirokazu Koreeda, vencedor do Festival de Cannes, o mexicano “Roma”, de Alfonso Cuarón, vencedor do Festival de Veneza, o polonês “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski, vencedor do European Film Awards (o “Oscar europeu”), o libanês “Cafarnaum”, de Nadine Labaki, vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, o sul-coreano “Em Chamas”, de Lee Chang-dong, premiado pela crítica em Cannes, e outros longas com passagens premiadas por festivais internacionais. Além de “Roma”, produção da Netflix de um diretor que já venceu o Oscar (por “Gravidade”), o cinema latino-americano é representado também pelo colombiano “Pássaros de Verão”, de Cristina Gallego e Ciro Guerra, vencedor do Festival de Havana. Vale observar ainda que a Netflix, embora festeje “Roma”, não conseguiu emplacar o belga “Girl”, de Lukas Dhont, que venceu a Câmera de Ouro no Festival de Cannes. Infelizmente, as opções mais competitivas do Brasil foram preteridas. “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, além de vencedor do Festival do Rio, foi premiado em dezenas de festivais internacionais e conta com 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, filme mais premiado no Festival de Gramado, também encantou a crítica americana ao passar pelo Festival de Sundance, arrancando 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes – como parâmetro, “A Forma da Água”, vencedor do Oscar 2018, tem 92% de aprovação. Assim, o cinema brasileiro completou 20 anos sem conseguir uma indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira – desde “Central do Brasil”, em 1999. Agora, os nove filmes pré-selecionados passarão por nova peneira dos membros da Academia para serem reduzidos aos cinco indicados de sua categoria. Todos os indicados ao Oscar 2019 serão anunciados em 22 de janeiro e a cerimônia de premiação está marcada para 24 de fevereiro, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT. Vale lembrar que, mesmo fora da disputa de filme estrangeiro, o Brasil ainda pode emplacar representantes em outras categorias. A maior chance é de “Tito e os Pássaros” como Melhor Animação. Essa foi a categoria que rendeu a última indicação a uma produção brasileira no Oscar, com “O Menino e o Mundo”, em 2016. Em 2018, o diretor brasileiro Carlos Saldanha também teve um filme indicado como Melhor Animação, mas “Touro Ferdinando” era uma produção estrangeira. Foi o mesmo caso do produtor Rodrigo Teixeira, que participou da produção estrangeira “Me Chame pelo Seu Nome”, indicada a quatro Oscars. Confira abaixo as nove produções que seguem na disputa pelo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira – e não “Melhor Filme Estrangeiro”, já que produções faladas em inglês do Reino Unido, Austrália, Canadá e outros países não concorrem nessa categoria. “Pássaros de Verão”, de Cristina Gallego e Ciro Guerra (Colômbia) “Culpa”, de Gustav Möller (Dinamarca) “Never Look Away”, de Florian Henckel von Donnersmarck (Alemanha) “Assunto de Família”, de Hirokazu Koreeda (Japão) “Ayka”, de Sergei Dvortsevoy (Cazaquistão) “Cafarnaum”, de Nadine Labaki (Líbano) “Roma”, de Alfonso Cuarón (México) “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski (Polônia) “Em Chamas”, de Lee Chang-dong (Coreia do Sul)
Diretor da franquia Velozes & Furiosos assina contrato para desenvolver séries para a Apple
O diretor taiwanês Justin Lin, que ficou conhecido por comandar quatro longas da franquia “Velozes & Furiosos” e o mais recente filme de “Star Trek”, fechou contrato de exclusividade para a realização de séries para a Apple. O acordo entre a Apple e a Perfect Storm Entertainment, produtora de Lin, prevê a produção, desenvolvimento e direção de atrações “com uma perspectiva global”. O cineasta, que também tem cidadania norte-americana, fundou a Perfect Storm Entertainment em 2012, e por meio de sua empresa produziu séries como “Scorpion” e as novas “S.W.A.T.” e “Magnum P.I.”, todas muito bem-sucedidas. A Apple planeja lançar sua plataforma de conteúdo para streaming em 2019. Justin Lin está atualmente trabalhando na pré-produção de “Velozes & Furiosos 9”, que marca sua volta à franquia, com previsão de estreia para abril de 2020.
Aquaman é visto por 1,7 milhão de brasileiros em seu lançamento no país
Um dos filmes maior distribuição no ano no Brasil, “Aquaman” teve o resultado matemático esperado, levando 1,5 milhão de pessoas aos cinemas em seu fim de semana de estreia no país. Considerando as pré-estreias, o número cresce para 1,7 milhão de brasileiros, segundo a consultoria Comscore. Em termos de ingressos vendidos, isso representa uma arrecadação de R$ 31 milhões. O filme é um fenômeno mundial, já tendo ultrapassado US$ 261 milhões de arrecadação em 41 países, sem ainda ter estreado nos Estados Unidos. Só na China foram US$ 189 milhões. O maremoto de “Aquaman” foi tão intenso que o resto das bilheterias nacionais ficou em destroços. Para dar ideia da diferença, o segundo longa mais visto no Brasil entre quinta e domingo (16/12) foi a cinebiografia da banda Queen “Bohemian Rhapsody”, que juntou 60,8 mil pessoas e faturou R$ 1,3 milhão. E o clube dos milionários parou aí. Em 3º lugar, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, visto por 54,9 mil pessoas, teve arrecadação de R$ 945 mil.
Quentin Tarantino sofre assalto em sua casa
O diretor Quentin Tarantino teve sua casa em Los Angeles invadida por ladrões na noite do último domingo (16/12). Segundo apurou o site TMZ, dois homens entraram na residência do cineasta por volta da meia-noite. O boletim de ocorrência obtido pelo site descreve que Tarantino ouviu algo estranho e foi ver o que aconteceu, chegando até a “confrontar” os ladrões. Os criminosos saíram correndo do local, mas levaram joias e outros objetos. A polícia acredita que a dupla entrou na casa após quebrar uma das janelas e está procurando por câmeras na casa vizinha para identificar quem invadiu a residência do cineasta.
GLOW vai virar revista em quadrinhos
Os fãs da série de comédia de luta livre “GLOW” vão ter a chance de acompanhar as Gorgeous Ladies of Wrestling muito antes da 3ª temporada da produção, que ainda não tem previsão de estreia na Netflix. Mas será numa versão de papel. A IDW Publishing anunciou a produção de uma minissérie de quadrinhos de quatro edições baseada no programa. A publicação contará uma história original sobre os personagens da série, mostrando o que acontece quando Ruth, Debbie e as demais integrantes de “GLOW” acabam acidentalmente marcando uma luta beneficente com lutadores reais. A revista em quadrinhos será supervisionada pelas co-criadores da série, Liz Flahive e Carly Mensch, com roteiro de Tini Howard (“Assassinistas”) e arte de Hannah Templer (“Jem and the Holograms”). “GLOW” estréia em quadrinhos em março.












