Jason Momoa agradece aos fãs, Zack Snyder e James Wan pelo sucesso bilionário de Aquaman
Além do diretor James Wan, o astro Jason Momoa também usou as redes sociais para comemorar o sucesso de “Aquaman”, que atingiu US$ 1 bilhão de arrecadação mundial no domingo (13/1). Ele postou agradecimentos aos fãs, ao diretor Zack Snyder por escolhê-lo para o papel em “Batman vs. Superman” e “Liga da Justiça”, e a James Wan, que criou o mundo cinematográfico do personagem, além de todos os que trabalharam no filme e todos os que o apoiaram desde o começo de sua carreira. “UM BILHÃO DE DÓLARES VADIOS! De ‘S.O.S. Malibu’ a transformar um dos heróis até então mais desrespeitadas em um filme de 1 bilhão de dólares. Ninguém chega ao topo sem o apoio das pessoas que te amam. Meu sucesso vem dos meus fãs. Meu Aloha para todos que ajudaram na produção desse filme. Mahalo para o Zack por me escolher e Mahalo para o James por criar esse mundo maravilhoso”, escreveu o ator. Confira a postagem abaixo. Aloha é uma saudação tradicional saudação do Havaí, estado americano no qual Momoa nasceu, enquanto Mahalo quer dizer “obrigado”. “Aquaman” ainda não estreou no Japão e deve superar, nos próximos dias, a arrecadação total de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” para se tornar a adaptação dos quadrinhos da DC Comics com a maior bilheteria em todos os tempos. Visualizar esta foto no Instagram. BILLION DOLLAR UNDERDOG. from baywatch to making what once was the most disrespected superhero into a billion dollar movie. no one gets to the top without the people that love them. My success is from my fans. All my aloha to everyone that had a hand in making this movie. Mahalo Zack for choosing me and mahalo James for creating this beautiful world. #grateful #lovemyfans #billiondollarunderdog #borntoclimb #outofholes #aquaman2 #cheeeehuuuuuu #hhrajahh. Aloha j Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em 13 de Jan, 2019 às 5:11 PST
Produtores de Um Lugar Silencioso aprovam as comparações com Bird Box
Desde que foi anunciado na Netflix, “Bird Box” vem sendo comparado a “Um Lugar Silencioso”, terror de John Krasinski. Os longas chamaram atenção por terem temáticas parecidas. Enquanto em “Bird Box” os personagens não podem usar a visão, tendo que andar vendados, em “Um Lugar Silencioso” os protagonistas não podem falar nem fazer barulho. Caso contrário, tornam-se vítimas de monstros que transformaram o planeta num lugar pós-apocalíptico. Durante a premiação do Critics Choice 2019, no domingo (14/1), onde “Um Lugar Silencioso” venceu como Melhor Terror ou Sci-Fi do ano, os produtores Andrew Form e Brad Fuller, de “Um Lugar Silencioso”, foram questionados sobre o que achavam da comparação entre os dois filmes. “Nós ainda não vimos ‘Bird Box’. O que sabemos é que a comparação é que o que fizemos com o som, eles fizeram com a visão. É assustador? Então amamos as comparações”, declarou Fuller. Após seu sucesso, “Um Lugar Silencioso” terá continuação. O mesmo deve acontecer com “Bird Box”, mas, por enquanto, a Netflix ainda não confirmou a produção.
Nova comédia de Leandro Hassum ganha trailer de chorar
A Warner quase acertou no título. O trailer de “Chorar de Rir” é de chorar. A prévia acompanha um comediante de sucesso vivido por Leandro Hassum (“O Candidato Honesto”), que após ganhar um prêmio decide mudar totalmente sua carreira e passa a fazer drama. Com isso, seu rival Rafael Portugal (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) resolve tomar seu posto de melhor humorista do país. Os dois, supostamente, são os reis do humor nacional. Mas não conseguem inspirar a menor graça no trailer com a tática de fazer caretas, caretas e mais caretas. E mostrar a língua. E dizer algumas frases em tom mais alto, talvez para marcar o momento em que o público deveria rir. O detalhe é que o cinema não tem claque como no humor televisivo. Um enredo mais verossímil poderia abordar a história de um comediante de sucesso, vivido por Leandro Hassum, que após uma cirurgia bariátrica perde sua barriga e sua graça. Metalinguagem demais para o cinema brasileiro? O elenco conta ainda com Monique Alfradique (“Crô em Família”) e Otávio Muller (“Benzinho”). A direção é de Toniko Melo (“Vips”) e a data de “Chorar de Rir” nos cinemas brasileiros é o dia 21 de março. Veja também o pôster do filme abaixo.
Tom Cruise confirma produção de mais dois Missão: Impossível
O astro Tom Cruise confirmou a produção de mais dois filmes de “Missão: Impossível”. Ele postou um vídeo com o logotipo da franquia no seu Instagram. E, ao lado, as datas das estreias. Veja abaixo. O próximo filme vai chegar aos cinemas em 2021, enquanto o seguinte será lançado no ano seguinte. Os dois longas serão produzidos em sequência, o que pode render uma história em duas partes. O diretor Christopher McQuarrie vai escrever e dirigir os novos dois capítulos da saga do espião Ethan Hunt e sua equipe, completando assim quatro filmes à frente da franquia, após assinar “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015) e “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018). Ele foi o primeiro cineasta a comandar dois “Missão: Impossível”. Os próximos filmes também devem contar com o retorno dos atores principais da saga. O sexto “Missão: Impossível” trouxe em seu elenco Henry Cavill, Simon Pegg e Rebecca Ferguson, entre outros. A produção foi considerada o Melhor Filme de Ação de 2018 na premiação do Critics Choice Awards, que aconteceu no domingo (13/1). Visualizar esta foto no Instagram. Summer 2021 and Summer 2022 Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise) em 14 de Jan, 2019 às 4:24 PST
Diretor de Rua Cloverfield, 10 assume a arrastada adaptação do game Uncharted
O diretor Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”) assumiu a atribulada adaptação do game “Uncharted” para o cinema. Ele vai substituir Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que deixou o projeto em dezembro por conflitos de agenda. Um dos projetos que mais sofre com idas e vindas do estúdio, o filme de “Uncharted” se arrasta para ser aprovado pela Sony desde 2010. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que se focaria na família do protagonista, também incinerado após “mudança de direção criativa”. Isto levou à criação de nova história por Mark Boal (“A Hora Mais Escura”). Nesta versão, o protagonista estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. Não rolou. E outro roteiro foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”). Entregue há dois anos, em janeiro de 2019, também precisou ser refeito após o produtor Tom Rothman ter a inspiração de fechar com Tom Holland (o Homem-Aranha) para viver o papel principal, aós ver “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Fãs do jogo do PlayStation 3 podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes do Homem-Aranha. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. A questão é que a Sony não vai adaptar os jogos já lançados da franquia, mas fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. O roteiro final foi escrito por uma dupla menos conhecida do que todos os que a antecederam no projeto, Jonathan Rosenberg e Mark Walker, que não tem sequer currículo de roteiristas. Não há previsão de estreia. Ainda mais que Dan Trachtenberg é capaz de querer mexer no roteiro. Também. Neste ritmo, Tom Holland pode até chegar à idade de Harrison Ford quando finalmente for filmar a “homenagem” dos games à Indiana Jones.
Spike Lee assina primeiro grande clipe de 2019 para a banda The Killers
A banda The Killers divulgou o primeiro grande clipe de 2019 em seu canal no YouTube. Com assinatura do cineasta Spike Lee (“Infiltrado na Klan”), o vídeo de “Land of the Free” reúne diversos registros de imigrantes tentando chegar aos Estados Unidos pela fronteira murada entre “a terra dos livres” e a América Latina. São imagens potentes, que ilustram uma letra-denúncia sobre o país com a maior população carcerária do mundo (“Temos mais gente presa do que o resto do mundo na terra dos livres”), com circulação descontrolada de armas (“Quantos filhos e filhas teremos que sepultar antes de admitir que temos um problema com armas?”) e que investe cada vez mais na repressão como negócio lucrativo, culminando na construção de muros fronteiriços para impedir os “ilegales” do sul. A letra também oferece uma contrapartida ao trazer o ponto de vista de um velhinho, que lembra a felicidade dos pais europeus, quando chegaram nos Estados Unidos. Um contraste que visa desmontar a demonização dos imigrantes pelo governo Trump, enquanto Spike Lee mostra crianças latinas brincando com bandeiras americanas, culminando o vídeo numa explosão comemorativa, com bombas de fumaça e gases lacrimogêneos disparados contra famílias imigrantes num legítimo 4 de julho. Em entrevista à BBC, Brandon Flowers assumiu o teor político da canção. “Eu acho muito importante me posicionar nestes tempos, e o estado emocional com que eu escrevi essa música foi de dizer: ‘Chega, já sofremos o bastante'”. Ele também revelou que a canção começou a ser escrita em 2012, na época do ataque com arma de fogo na escola Sandy Hook, em Newtown, nos EUA. E citou a recente crise de imigração trazida à tona pela administração Trump, além dos muitos outros incidentes violentos pelo país, como razão pela qual finalmente decidiu se posicionar com um protesto musical. A canção não significa que um novo álbum do Killers esteja prestes a ser lançado. Ela foi disponibilizada apenas como single. A banda lançou seu último álbum, “Wonderful Wonderful”, em 2017.
Jon Bernthal e Vera Farmiga vão estrelar filme derivado da série The Sopranos
O filme com personagens da série “The Sopranos” (também conhecida como “Família Soprano”) começou a escalar seu elenco, com a divulgação dos nomes de Jon Bernthal (“O Justiceiro”) e Vera Farmiga (“Bates Motel”) entre os primeiros anunciados. Os nomes de seus personagens não foram revelados, mas o filme, intitulado “The Many Saints of Newark”, irá mostrar versões mais jovens dos protagonistas da icônica série do canal pago HBO. Escrito por David Chase, criador de “The Sopranos”, o filme será um prólogo passado nos anos 1970. Segundo o roteirista, a ideia é mostrar a época a que Tony Soprano (James Gandolfini) se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, o filme intitulado “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores naquela época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. Tony será um adolescente na nova produção, mas os integrantes mais velhos da família, como o pai e o tio do personagem de Gandolfini, aparecerão em seu auge. A direção do filme está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original. Depois de trabalhar também em “Game of Thrones”, ele virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas recebidas com críticas negativas.
Sindicato dos Atores dos EUA denuncia Oscar por tentar sabotar o SAG Awards
Depois da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood revelar que a Academia pressionou artistas a não apresentarem o Globo de Ouro se quisessem participar da entrega de prêmios do Oscar, o Sindicato dos Atores dos Estados Unidos fez uma crítica contundente ao sofrer o mesmo problema em sua festa de premiação, o SAG Awards 2019. O Sindicato, conhecido pela sigla SAG, divulgou um comunicado informando ter recebido “diversas reclamações sobre as deselegantes técnicas de pressão empregadas pela Academia a fim de controlar o fluxo de talento na temporada de premiações”. “Esta é uma época especial do ano, em que atores e atrizes estão sendo apropriadamente celebrados e reconhecidos pela qualidade de seu trabalho. Esperamos que a Academia respeite este objetivo”, continua o texto. “Esta intimidação dos membros do SAG [a aparecerem exclusivamente no Oscar] acaba limitando as oportunidades que os atores têm de serem vistos e honrar o trabalho de seus colegas artistas. Os atores deveriam ser livres para aceitar propostas de participação em qualquer celebração da indústria”. Este ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas está mais agressiva em busca de exclusividade por conta do fiasco que protagonizou, ao convidar Kevin Hart a apresentar seu prêmio, apenas para ver o passado homofóbico do comediante vir à tona. Recusando-se a pedir desculpas de forma clara, coerente e convicta, Hart simplesmente disse que não apresentaria mais o Oscar 2019, deixando os organizadores sem apresentador oficial. Por conta disso, a cerimônia da Academia irá acontecer com rodízio de celebridades, que se alternarão para apresentar os diferentes prêmios. A premiação do Oscar 2019 só será entregue em 24 de fevereiro. Já o SAG Awards acontece no próximo dia 27 de janeiro.
Harry Potter transforma livraria portuguesa quase falida em fenômeno turístico
Harry Potter voltou a fazer mágica, usando seus poderes para realizar o bem. Graças à popularidade dos livros e filmes baseados na criação da escritora britânica J.K. Rowling, a histórica livraria Lello, da cidade do Porto, em Portugal, conseguiu sair de uma situação pré-falimentar para virar exemplo de negócio bem-sucedido, revelou a agência AFP numa reportagem realizada no local. Rowling viveu no Porto durante a década de 1990 e inspirou-se na livraria de 113 anos de existência para descrever o ambiente e decorações da saga. Por conta disso, ao entrar na Lello, os fãs de Harry Potter se veem cercados por prateleiras de vários metros de altura, escadarias em forma de oito, colunas esculpidas em madeira, claraboia colorida no teto e outros detalhes de decoração neogótica que os fazem imediatamente se sentir em Hogwarts. Mas mesmo sendo considerada uma das principais atrações turísticas do Porto, o local sofreu com a crise econômica e quase fechou as portas há quatro anos, quando só era visitada por crianças interessadas em conhecer a “livraria do Harry Potter”. Felizmente, a reviravolta se deu justamente por conta dos turistas. A livraria foi salva ao resolver cobrar entrada, no valor de 5 euros. O detalhe é que o preço é dedutível na compra de um livro, o que estimulou os visitantes a levaram para casa, além de selfies, volumes de literatura, transformando os turistas em leitores. A prática se provou um sucesso, fazendo a livraria quase quebrada dar lucro e superar 1 milhão de visitantes ao longo de 2018. Por conta disso, também passou de 9 funcionários em 2015 para 60 no começo de 2019, vendendo em média 1,2 mil livros por dia, segundo números divulgados pela própria empresa.
Spin-off de Star Trek: Discovery com Michelle Yeoh é oficializado
A nova série derivada de “Star Trek: Discovery”, que será centrada na personagem de Michelle Yeoh, entrou oficialmente em desenvolvimento. O produtor Alex Kurtzman confirmou a produção num comunicado. “Michelle quebra limites, fronteiras e nos surpreende com sua graça e seriedade por décadas”, disse Kurtzman. Como ser humano, eu a adoro. Como atriz, eu a reverencio”, acrescentou ele, tratando a seguir de mencionar os responsáveis pela nova atração. “Erika e Boey são escritoras notáveis e empolgantes que trazem uma nova perspectiva ao mundo de ‘Star Trek’, e estamos todos entusiasmados em explorar o próximo capítulo selvagem da vida da capitã Philippa Georgiou.” A série está sendo desenvolvida por Bo Yeon Kim e Erika Lippoldt, duas roteiristas que trabalharam no primeiro ano de “Discovery”, e será desdobramento das participações de Yeoh na 2ª temporada da atração principal. Michelle Yeoh desempenhou duas personagens em “Discovery”. Ela foi introduzida como Philippa Georgiou, a capitã da nave Discovery e mentora de Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), que morreu logo no começo da trama. Mas ressurgiu durante uma viagem da tripulação para um universo alternativo, onde não só continuava viva como tinha se tornado Imperatriz da Federação dos Planetas Unidos. A Imperatriz Philippa Georgiou era uma regente cruel e sádica, que comandava uma civilização baseada na conquista e escravidão de raças alienígenas. Até a chegada da Discovery destruir seus planos, bem como seus inimigos e sua base espacial. Mas ela foi salva, no último minuto, por Burnham, e transportada para o universo original da série. Em vez de ser aprisionada, sua capacidade de liderança e estratégia acabou impressionando os comandantes da Federação, que resolveram usá-la em missões clandestinas, como a que quase destruiu os klingons no final da temporada inaugural. Ao reaparecer na Discovery, nos próximos episódios, Yeoh estará à frente de uma divisão da Frota Estelar conhecida como Seção 31. Trata-se de organização semi-secreta e autônoma, que faz parte da tradição da franquia desde que foi introduzida nos anos 1990 num episódio da série “Star Trek: Deep Space Nine”. Considere como uma combinação da CIA e dos Navy Seals, realizando operações clandestinas ao redor da galáxia. Em sua série própria, a Capitã Georgiou levará seu grupo de agentes de elite em missões altamente secretas e potencialmente polêmicas. Isto significa que a atração também deverá ser a mais sombria já realizada na franquia. Yeoh, que também é conhecida por papéis em filmes como “O Tigre e o Dragão”, “007 – O Amanhã Nunca Morre” e “Podres de Ricos”, também comentou a produção em comunicado. “Eu estou muita animada por poder continuar contando histórias do universo ‘Star Trek'”, ela se manifestou. “Ser parte deste mundo, e especialmente interpretar esta personagem, tem sido uma grande alegria. Mal posso esperar para ver aonde vamos – sem dúvida para onde ‘nenhuma mulher esteve antes'”, completou. O spin-off ainda não tem previsão de estreia. Já a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia na quinta (17/1) nos EUA e no dia seguinte no Brasil, pela Netflix.
Chris Pratt anuncia que está noivo da filha de Arnold Schwarzenegger
Foi rápido. O ator Chris Pratt anunciou em seu Instagram que está noivo de Katherine Schwarzenegger, escritora e filha mais velha do astro de ação Arnold Schwarzenegger. O ator de “Guardiões da Galáxia” postou uma foto romântica e escreveu ao lado: “Doce Katherine, tão feliz que você disse ‘sim’! Estou feliz por poder me casar com você. Orgulhoso de viver ousadamente nossa fé com você. Aqui vamos nós!”. O romance deve ter sido avassalador, porque o casal só começou a ser visto junto em junho de 2018 e seu namoro só foi oficializado no mês passado. Pratt, que tem 39 anos, foi casado entre 2009 e 2017 com a atriz Anna Faris (da série “Mom”). Os dois tem um filho juntos, Jack, nascido em 2012. Visualizar esta foto no Instagram. Sweet Katherine, so happy you said yes! I’m thrilled to be marrying you. Proud to live boldly in faith with you. Here we go! ??♥️ Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt) em 13 de Jan, 2019 às 11:12 PST
Thanos desintegra Os Simpsons na abertura do mais recente episódio da série
Após mais de 30 anos de produção, “Os Simpsons” finalmente acabaram. E de modo abrupto. Eliminados por Thanos. O vilão de “Vingadores: Guerra Infinita” apareceu na abertura do episódio mais recente da série animada, onde usou a chupeta de Maggie para completar a sua Manopla do Infinito, artefato que lhe concede poder ilimitado. E em seguida desintegrou todos os outros membros da família Simpson, como fez com boa parte dos Vingadores no filme da Marvel. Veja abaixo. Sem os Simpsons, a série não poderá continuar a ser produzida, assim como a Marvel não poderá mais lançar filmes do Doutor Estranho, do Homem-Aranha… ops, a Marvel já está produzindo um filme do Homem-Aranha? E Os Simpsons continua no ar? Quem acredita que Thanos é capaz de acabar com os Vingadores – ou os Simpsons – também deve acreditar em Papai Noel. De todo modo, o estalar de dedos do vilão entrou na cultura pop. O fato de ser homenageado numa abertura de “Os Simpsons” é sintoma de seu status icônico. E nem sequer foi o primeiro “crossover” do vilão em outras produções. Em uma brincadeira no seu talk show, o comediante Jimmy Fallon também foi “desintegrado” pelo vilão da Marvel. Fica apenas uma dúvida, após a participação. Agora que a Fox foi comprada pela Disney, isto significa que os Simpsons vão entrar nos Vingadores? Duh!
Primeiro fracasso de 2019, Replicas registra pior abertura da carreira de Keanu Reeves
O primeiro grande fracasso de 2019 não conseguiu sequer figurar entre as 10 maiores bilheterias do fim de semana na América do Norte. Exibida em 2.329 salas, a sci-fi “Replicas” arrecadou apenas US$ 2,5 milhões e acabou em 12º lugar no ranking. O valor também representa a pior abertura da carreira de Keanu Reeves, que interpreta o protagonista, um cientista que perde a filha e a esposa em um acidente e tenta cloná-los. A última vez que Reeves teve um lançamento tão ruim foi em 1990 com a comédia “Te Amarei Até Morrer”, que abriu com US$ 4 milhões. Para piorar a situação, o filme também foi considerado podre pela crítica. A média no site Rotten Tomatoes aponta somente 10% de aprovação, com a maioria das resenhas destacando que o roteiro é cheio de furos e não faz sentido. Mas Reeves não deve ficar muito tempo lamentando o fracasso. Em maio, ele volta às telas no terceiro filme da franquia “John Wick”, que tem lhe rendido sucesso de público e crítica. E ele também será uma das novidades de “Toy Story 4”. Analistas esperam que a animação arrecade mais de US$ 1 bilhão no mundo. Além de Reeves, “Réplicas” conta com Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Thomas Middleditch (série “Silicon Valley”) e Emily Alyn Lind (“Quando as Luzes se Apagam”). A direção é de Jeffrey Nachamanoff (“O Traidor”) e não há previsão de estreia no Brasil.












