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Série

Dom de Iludir lembra golpe real de R$ 725 milhões contra colecionadora de arte

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Música, TV

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31 de outubro de 2026
Série

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Música

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31 de outubro de 2026
Reality

Mônica é expulsa após empurrar Mayk na festa de A Fazenda 18

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31 de outubro de 2026
  • Série

    Irmandade: Netflix anuncia nova série brasileira estrelada por Seu Jorge

    31 de janeiro de 2019 /

    A Netflix anunciou nesta quinta-feira (31/1) a produção de uma nova série brasileira, com direito a fotos do elenco (veja acima e abaixo). Intitulada “Irmandade”, a série é um suspense criminal estrelado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) e Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”). Na trama, Naruna Costa vive Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão Edson (Seu Jorge) é líder de uma ascendente facção criminosa, a Irmandade. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o irmão a quem ela sempre idolatrou. Mas, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco também inclui Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada por Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção com os cineastas Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Ben Affleck teria se despedido do papel de Batman nas redes sociais

    31 de janeiro de 2019 /

    O anúncio do lançamento de um novo filme de Batman, marcado para 25 de junho de 2021, trouxe de volta os boatos sobre a saída de Ben Affleck do papel. Minutos após a Warner divulgar a data de estreia, o próprio ator escreveu uma mensagem em seu Twitter, assumindo uma postura de espectador, dizendo-se animado para ver o trabalho do diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”). “Animado por ‘The Batman’ em 2021 e para ver a visão de Matt Reeves ganhando vida”, ele escreveu. Há uma ironia nessa mensagem, considerando-se que Affleck escreveu um roteiro para o filme, em parceria com Geoff Johns (de “Aquaman”), e chegou a ser a primeira escolha para dirigir o longa. Ele próprio desistiu da direção, dizendo que precisava se concentrar em sua atuação como Batman. O fracasso de seu mais recente filme como diretor, “A Lei da Noite”, e sua indicação ao Framboesa de Ouro 2017 pelo desempenho em “Batman vs Superman” podem ter contribuído para a decisão. O fato é que sua decisão abriu caminho para a Warner encontrar um diretor substituto com planos bem definidos, que pretende filmar seu próprio roteiro e, dizem, com um novo intérprete. A revista Variety e o site Deadline garantiram que o tuíte de Affleck foi uma mensagem de despedida, dando como certo que o ator não interpretará mais o herói dos quadrinhos. E Reeves já estaria buscando um substituto. Mais novo. A Warner Bros. ainda não confirmou nada. Em entrevista para a revista The Hollywood Reporter, Matt Reeves se recusou a dizer se Ben Affleck estrelaria seu filme. Mas ele adiantou que o novo filme de Batman terá influência noir e vários vilões para explorar a fama do herói como “maior detetive do mundo”. Excited for #TheBatman in Summer 2021 and to see @MattReevesLA vision come to life. https://t.co/GNgyJroMIO — Ben Affleck (@BenAffleck) January 31, 2019

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  • Filme

    James Gunn vai dirigir o novo filme do Esquadrão Suicida

    31 de janeiro de 2019 /

    Após anunciar a data de estreia do novo filme de “Esquadrão Suicida”, a Warner caminha para definir o diretor. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o estúdio abriu negociações com James Gunn, que, a princípio, tinha sido contratado apenas para escrever o roteiro. Ele assumiu o projeto após ser demitido de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” pelo chefão da Disney, devido ao ressurgimento de antigos tuítes controversos. O diretor pediu desculpas pelo seu passado, afirmando ter crescido na última década, e se comportou de forma exemplar durante toda a crise, ao contrário de Kevin Hart, que passou por situação similar evitando se desculpar de forma clara e optando por deixar de apresentar o Oscar a ter que fazer expiação. A comparação encheu Gunn de moral. E a Warner não espera problemas ao aproveitar a vacilada da rival Marvel para relançar um de seus títulos mais bem-sucedidos. O primeiro “Esquadrão Suicida” fez US$ 746,8 milhões em todo o mundo, mas foi destruído pela crítica por ter um fiapo de roteiro e não aproveitar sua premissa. Por conta disso, a Warner teria dado liberdade para Gunn recriar a franquia. Segundo a THR, o novo filme não seria sequer chamado de “Esquadrão Suicida 2” para deixar claro que não é uma sequência direta, mas um relançamento. Fontes da publicação informam que o roteiro de Gunn aborda novos personagens (e atores) e segue o tom estabelecidos com sucesso nos dois filmes dos “Guardiões da Galáxia”. A Warner marcou a estreia do novo “Esquadrão Suicida” para 6 de agosto de 2021. Antes disso, a Arlequina, interpretada por Margot Robbie, vai voltar aos cinemas em “Aves de Rapina”, cuja estreia está programada para 7 de fevereiro de 2020. Recentemente, o primeiro teaser do filme foi divulgado.

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  • Filme

    Warner marca estreias de novos filmes de Batman, Esquadrão Suicida e… DC Superpets!

    31 de janeiro de 2019 /

    A Warner anunciou seu cronograma de lançamentos de filmes da DC Comics para 2021, que inclui os novos “Batman” e “Esquadrão Suicida”. O próximo filme solo do Homem-Morcego será lançado em 25 de junho, enquanto o grupo de vilões da DC ganham sua sequência em 6 de agosto. Além destes, o estúdio prepara outro lançamento, chamado de “DC Liga dos Superpets”, para 21 de maio. Trata-se de um projeto animado de Jared Stern, roteirista de “LEGO Batman: O Filme” – provavelmente um desenho com Krypto, o cachorro de Superboy, e outros pets de super-heróis, mas não há maiores informações. O que está confirmado é que o cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) vai escrever e dirigir o filme do Batman e adiantou alguns detalhes em entrevista à revista The Hollywood Reporter, citando influência noir e uma história com vários vilões para explorar a fama do herói como “maior detetive do mundo”. Já o segundo “Esquadrão Suicida” terá roteiro de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), que assumiu o projeto após ser demitido de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” pelo chefão da Disney, devido ao ressurgimento de antigos tuítes controversos. Há boatos de que se ele também ocupará a cadeira de diretor. Antes disso, a Arlequina, interpretada por Margot Robbie, vai voltar aos cinemas em “Aves de Rapina”, cuja estreia está programada para 7 de fevereiro de 2020. Recentemente, o primeiro teaser do filme foi divulgado.

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  • Etc,  Filme

    Dick Miller (1928 – 2019)

    31 de janeiro de 2019 /

    O ator Dick Miller, que ficou conhecido por atuar em filmes cultuados dos cineastas Roger Corman e Joe Dante, morreu nesta quarta-feira (30/1) aos 90 anos, em Toluca Lake, na Califórnia. Com longa carreira no cinema, ele foi lançado por Corman, o lendário rei dos filmes B, durante os anos 1950. Reza a lenda que Miller procurou Corman para tentar emplacar um roteiro. Mas o cineasta respondeu que não precisava de roteiros e sim de atores. E assim o roteirista sem dinheiro Richard Miller virou Dick Miller, o ator de salário mínimo. De cara, ele estrelou dois westerns de Corman, “Pistoleiro Solitário” (1955) e “A Lei dos Brutos” (1956), antes de entrar nos clássicos de sci-fi e terror baratos que tornaram o nome do diretor mundialmente conhecido, como “O Conquistador do Mundo” (1956), “O Emissário de Outro Mundo” (1957), “Um Balde de Sangue” (1959), “A Loja dos Horrores” (1960), “Obsessão Macabra” (1962), “Sombras do Terror” (1963) e “O Homem dos Olhos de Raio-X” (1963), entre muitos outros. Ele também apareceu nos filmes de surfistas, motoqueiros e hippies da época, entre eles os cultuadíssimos “Os Anjos Selvagens” (1966) e “Viagem ao Mundo da Alucinação” (The Trip, 1967), ambos estrelados por Peter Fonda e dirigidos por Corman. O sucesso dos filmes baratos do diretor acabaram criando uma comunidade. Corman passou a contratar aspirantes a cineastas para transformar sua produtora numa potência, lançando mais filmes que qualquer outro estúdio de Hollywood, e isso fez com que Miller trabalhasse com Paul Bartel (em “Corrida da Morte – Ano 2000”), Jonathan Demme (em “Loucura da Mamãe”) e principalmente Joe Dante. Miller e Dante ficaram amigos desde que fizeram “Hollywood Boulevard” (1976) para Corman e essa amizade rendeu uma colaboração duradoura e cheia de clássicos, como “Piranha” (1978), “Grito de Horror” (1981), “Gremlins” (1985) e muito mais. Na verdade, todos os filmes de Dante tiveram participação do ator, até o recente “Enterrando Minha Ex” (2014). Querido pela comunidade cinematográfica, Miller também trabalhou com os mestres Martin Scorsese (“New York, New York” e “Depois das Horas”), Steven Spielberg (“1941”), Samuel Fuller (“Cão Branco”), Robert Zemeckis (“Febre de Juventude”, “Carros Usados”) e James Cameron (“O Exterminador do Futuro”). Ao atuar por sete décadas e aparecer em mais de 100 lançamentos, muitos deles reprisados até hoje na TV, tornou-se um dos rostos mais conhecidos de Hollywood. Por outro lado, por sempre interpretar papéis secundários, acabou não tendo uma projeção à altura da sua filmografia. Mas ele era reconhecido, sim, como apontou um documentário de 2014, que chamava atenção para o fato de todos já terem visto “That Guy Dick Miller” (aquele cara Dick Miller) em algum filme na vida. E ele ainda brincou com isso para batizar sua biografia de “You Don’t Know Me, But You Love Me” (você não me conhece, mas me ama). Ainda ativo, Miller tinha recém-finalizado o terror “Hanukkah”, que celebrava uma curiosidade de sua filmografia: era o sétimo filme em que o ator interpretava um personagem chamado Walter Paisley, costume inaugurado por Corman há 60 anos, em “Um Balde de Sangue”. No Twitter, o diretor Joe Dante lamentou a morte do grande parceiro. “Estou devastado em dizer que um dos meus melhores amigos e um dos meus colaboradores mais valiosos morreu”, escreveu. “Eu cresci assistindo Dick Miller em filmes dos anos 1950 e fiquei emocionado em tê-lo no meu primeiro filme”, disse. “Nós nos divertimos muito juntos e todo roteiro que eu escrevia tinha em mente um papel para o Dick – não apenas porque ele era meu amigo, mas porque eu amava vê-lo atuando! Ele deixa mais de 100 atuações, uma biografia e um documentário – nada mal para um cara que não gostava de personagens principais”, completou Dante.

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  • Etc,  Filme

    Louisa Moritz (1946 – 2018)

    31 de janeiro de 2019 /

    A atriz Louisa Moritz, que ficou conhecida nas telas por sua participação em filmes como “Um Estranho no Ninho” e “O Último Americano Virgem” e fora delas como uma das primeiras acusadoras de Bill Cosby, morreu na quarta-feira (30/1) em Los Angeles, de causas naturais aos 72 anos. Nascida Louisa Castro em 1946, em Havana, Cuba, ela se mudou nos anos 1950 para os Estados Unidos e mudou seu nome ao conhecer o hotel St. Moritz, em Nova York. Começou a trabalhar como modelo na década de 1960 e rapidamente se tornou um rosto conhecido dos comerciais. Isto a levou à atuação. O começo foi em comédias picantes, como “Assignment: Female” (1966) e “The Man from O.R.G.Y.” (1970), sempre fazendo a loira sensual. Mas logo caiu nas graças dos produtores de TV, que a escalaram numa dezena de séries clássicas, de “Happy Days” a “M*A*S*H”. Sua carreira cinematográfica ficou séria em 1975, quando participou dos clássicos “Um Estranho no Ninho” e “Corrida da Morte – Ano 2000”. A partir daí, alternou comédias picantes com filmes que viraram cult, como “Cannonball – A Corrida do Século” (1976), “Queimando Tudo” (1978), “Cuba” (1979), “Confissões Verdadeiras” (1981) e “O Último Americano Virgem” (1982). Ao longo da carreira, ela contracenou com astros como Robert De Niro, Robert Duvall, Jack Nicholson, Keith Carradine, Sean Connery, Sylvester Stallone e Alan Alda. Além de atriz, ela foi produtora, formou-se na universidade em direito, trabalhou como corretora imobiliária, cantora, foi dona de um hotel em Beverly Bills e lançou livros. Em 2014, ela revelou ter sido assediada sexualmente por Bill Cosby nos bastidores de um programa humorístico dos anos 1970, e se tornou uma das primeiras mulheres a processar o ator por abuso. Cosby nega as acusações, que prescreveram. Mas ele foi condenado a 10 anos de prisão por assédio mais recente contra outra mulher, Andrea Constand.

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  • Filme

    Estreias: Vice, O Menino que Queria Ser Rei e Climax são os destaques da semana nos cinemas

    31 de janeiro de 2019 /

    Mais um filme indicado ao Oscar 2019 chega aos cinemas brasileiros. A programação desta quinta (31/1) destaca a estreia de “Vice”, sátira política em que Christian Bale se transforma no ex-vice-presidente americano Dick Cheney. Irreconhecível, o ator contou com maquiagem para aparecer gordo e envelhecido, e venceu o Globo de Ouro e o Critics Choice pelo papel. Escrito e dirigido por Adam McKay, que já tem um Oscar de Melhor Roteiro Adaptado no currículo (pelo excelente “A Grande Aposta”), “Vice” foi nomeado a oito prêmios da Academia: Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Ator, Atriz (Amy Adams), Ator Coadjuvante (Sam Rockwell), Edição e Cabelo e Maquiagem. Mas, apesar das premiações, o longa teve “apenas” 66% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. Isto se explica, em parte, pelas preferências políticas dos críticos americanos, mas também pelo desinteresse de britânicos e canadenses. Os bastidores da política americana não são tão atraentes para o público estrangeiro e, mesmo diante da espantosa transformação de Bale, isso vale também para os espectadores brasileiros. Para quem busca algo mais movimentado, a semana traz “O Menino que Queria Ser Rei”, uma versão com crianças da lenda do Rei Arthur, passada nos dias atuais. A aventura infantil é o segundo longa dirigido por Joe Cornish, roteirista do “Homem-Formiga”, que chamou atenção ao estrear com “Ataque ao Prédio” em 2011, e destaca em seu elenco Louis Ashbourne Serkis, filho do ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”), Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) e o veterano Patrick Stewart (“Logan”). No circuito limitado, os destaques são os novos filmes do sempre polêmico Gaspar Noé e do sempre extenuante Lav Diaz. Em “Climax”, o diretor de “Irreversível” (2002) e “Love” (2015) volta a mexer com a libido, filmando uma festa regada a LSD, que deixa dançarinos em êxtase e pânico, ao som da trilha eletrônica de Thomas Bangalter (do Daft Punk). É uma paulada e foi premiado em festivais de terror e até em Cannes. Atingiu 86% no Rotten Tomatoes. Já “Estação do Diabo”, o novo filme em preto-e-branco de quatro horas de duração do diretor de “Norte, O Fim da História” (2013), “Do Que Vem Antes” (2014) e “A Mulher Que se Foi” (2016), é descrito como um anti-musical e uma ópera rock, mas traz o tema de sempre: um desaparecimento ligado à ditadura militar filipina. Venceu o Festival de Cartagena e tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Quem frequentar os shoppings ainda vai dar de cara com cartazes do terror russo “A Sereia – Lago dos Mortos” e da comédia romântica “Uma Nova Chance”, com Jennifer Lopez. Entre os dois, o melhor é ler as últimas mensagens do WhatsApp. Mais escondidos, ainda há uma comédia francesa do diretor de “As Mulheres do Sexto Andar” (2010) e dois documentários musicais brasileiros. Os trailers e as sinopses podem ser vistos abaixo. Vice | Estados Unidos | Comédia Na juventude, Dick Cheney (Christian Bale) se aproximou do Partido Republicano ao ver na política uma grande oportunidade de ascender de vida. Para tanto, se aproxima de Donald Rumsfeld (Steve Carell) e logo se torna seu assessor direto. Com a renúncia do ex-presidente Richard Nixon, os poucos republicanos que não estavam associados ao governo ganham imediata importância e, com isso, tanto Cheney quanto Rumsfeld ascendem à esfera de poder do partido. Décadas depois, com a decisão de George W. Bush (Sam Rockwell) em se lançar candidato à presidência, Cheney é cortejado para assumir o posto de vice-presidente. Ele aceita, mas com uma condição: que tenha amplos poderes dentro do governo, caso a chapa formada seja eleita. O Menino que Queria Ser Rei | Reino Unido | Aventura Alex (Louis Serkis) é um garoto que enfrenta problemas no colégio, por sempre defender o amigo Bedders (Dean Chaumoo) dos valentões Lance (Tom Taylor) e Kaye (Rhianna Dorris). Um dia, ao fugir da dupla, ele se esconde em um canteiro de obras abandonado. Lá encontra uma espada encravada em uma pedra, que retira com grande facilidade. O que Alex não sabia era que a espada era a lendária Excalibur e que, como seu novo portador, precisa agora enfrentar a meia-irmã do rei Arthur, a feiticeira Morgana (Rebecca Ferguson), que está prestes a retomar seu poder. Para tanto, ele conta com a ajuda do mago Merlin (Angus Imrie), transformado em uma versão bem mais jovem. Clímax | França | Drama Nos anos 1990, um grupo de dançarinos urbanos se reúnem em um isolado internato, localizado no coração de uma floresta, para um importante ensaio. Ao fazerem uma última festa de comemoração, eles notam a atmosfera mudando e percebem que foram drogados quando uma estranha loucura toma conta deles. Sem saberem o por quê ou por quem, os jovens mergulham num turbilhão de paranoia e psicose. Enquanto para uns, parece o paraíso, para outros parece uma descida ao inferno. Estação do Diabo | Filipinas | Drama Lorena (Shaina Magdayao), uma jovem e destemida médica, abre uma clínica para os pobres em uma aldeia remota nas Filipinas, mas desaparece sem deixar pistas logo depois. Seu marido Hugo Haniway (Piolo Pascual), um poeta ativista e professor, quer descobrir a verdade sobre o paradeiro de sua esposa. Ao chegar, ele é confrontado por uma comunidade que sofreu o ataque de uma gangue de milicianos durante o tempo da Lei Marcial, em 1972. A Sereia – Lago dos Mortos | Rússia | Terror Uma sereia malvada se apaixona por Roman, noivo de Marina, e tenta mantê-lo longe dela em seu Reino submerso. Marina terá apenas uma semana para superar o medo do oceano, lutar com monstros e se manter viva e na forma humana. Uma Nova Chance | EUA | Comédia Maya (Jennifer Lopez) é uma caixa de supermercado insatisfeita com sua vida profissional. Porém, tudo muda com uma pequena alteração em seu currículo e suas redes sociais. Com sua experiência das ruas, habilidades excepcionais e a ajuda de seus amigos, ela se reinventa e se torna uma executiva de sucesso. Normandia Nua | França | Comédia Georges Balbuzard (François Cluzet) é o prefeito da pequena cidade de Mêle sur Sarthe, na Normandia, onde os agricultores vêm sofrendo cada vez mais por conta de uma crise econômica. Quando o fotógrafo Blake Newman (Toby Jones), conhecido por deixar multidões nuas em suas obras, está passando pela região, Balbuzard enxerga nisso uma oportunidade perfeita para salvar seu povo. Só falta convencer os cidadãos a tirarem a roupa. Fevereiros | Brasil | Documentário O documentário registra a vitória da escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira em 2016, que teve um enredo homenageando a cantora baiana Maria Bethânia. Além de filmar a escola e os preparativos do barracão, a produção ainda acompanhou a cantora nas festas da Nossa Senhora da Purificação, na Bahia. Ultraje | Brasil | Documentário Uma das bandas mais reconhecidas do cenário musical brasileiro das últimas décadas, o Ultraje a Rigor invadiu os rádios e TVs na década de 1980. No fim da ditadura militar, a banda estava por toda parte no dia a dia dos brasileiros. É assim que começa a trajetória do grupo, que tem sua carreira e a vida de seus membros, especialmente o líder, Roger, expostas nesse documentário.

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  • Série

    Clássico de terror de Stephen King vai virar série do diretor de A Culpa É das Estrelas

    30 de janeiro de 2019 /

    O fim do mundo está chegando ao CBS All Access. A plataforma americana de streaming vai adaptar o best-seller “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King, numa série limitada de 10 episódios. O projeto da adaptação estava sendo desenvolvido para o cinema, mas se arrastava há vários anos, devido às dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, num filme de duas horas. O diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), que estava à frente da versão cinematográfica, chegou a propor uma franquia com quatro filmes. Com o fracasso de distopias apocalípticas recentes, pareceu mais lógico transformar a ideia numa série. O próprio Boone vai adaptar o roteiro em que estava trabalhando para o formato da série, em parceria com Ben Cavell (roteirista das séries “Justified” e “Homeland”). Além disso, ele também dirigirá episódios da série. Fã assumido de King, o diretor chegou a afirmar ter se inspirado no clima dos livros do escritor para dirigir “Os Novos Mutantes”, filme de super-heróis da Fox, que deve ser lançado em agosto – salvo novos imprevistos. Ele também está à frente de mais três adaptações de Stephen King, “O Talismã”, publicado em 1983, “Lisey’s Story”, de 2006, e “Revival”, de 2014. “Eu li ‘The Stand’ debaixo da minha cama quando eu tinha 12 anos, e meus pais batistas queimaram o livro em nossa lareira após descobrirem”, disse Boone, no comunicado sobre o projeto. “Encantado com a obra, eu escrevi uma carta a King para professar meu amor por seu trabalho. Várias semanas depois, cheguei em casa e encontrei uma caixa que tinha chegado do Maine, e lá dentro havia vários livros, cada um com uma bela anotação do próprio deus, que me encorajou a escrever e me agradeceu por ser fã. Meus pais, genuinamente sensibilizados pela gentileza e generosidade de King, lamentaram terem proibido seus livros naquele mesmo dia. Eu agradeci incluindo uma participação especial de King no meu primeiro filme (“Ligados Pelo Amor”, de 2012) e tenho trabalhado para trazer ‘The Stand’ à vida por cinco anos. Encontrei parceiros incríveis na CBS All Access e em Ben Cavell. Juntamente com Stephen King e seu filho Owen King, planejamos trazer-lhes a melhor versão da obra-prima de King.” Stephen King abençoou a adaptação, dando seu apoio no comunicado. “Estou empolgado e muito contente que ‘The Stand’ tenha uma nova vida nesta excitante nova plataforma”, disse sobre a série. “As pessoas envolvidas são homens e mulheres que sabem exatamente o que estão fazendo; os roteiros são dinamite. O resultado parece ser algo memorável e emocionante. Acredito que isso levará os espectadores a um mundo que eles esperam que nunca aconteça.” Publicado em 1978, o romance de 1,1 mil páginas é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A trama acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório e a luta pela sobrevivência dos poucos que escapam do apocalipse, apenas para descobrir que o Anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Ainda não há previsão de estreia para a série.

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  • Filme

    Zendaya fará par romântico com Timothée Chalamet no remake de Duna

    30 de janeiro de 2019 /

    A produção do remake de “Duna” segue escalando seu elenco. A novidade do dia é a atriz Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, “O Rei do Show”), que abriu negociações para interpretar o interesse romântico do protagonista da trama, que será vivido por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). O contrato é para o papel de Chani, a “garota dos sonhos” de Paul Atreides (Chalamet). No filme dirigido por David Lynch em 1984, Sean Young (de “Blade Runner”) interpretou a personagem, enquanto Kyle MacLachlan (de “Twin Peaks”) viveu o herói da história. Segundo o site Collider, a personagem apareceria menos no novo filme, mas ganharia mais destaque a partir de uma possível continuação. Além de Zendaya e Timothée Chalamet, o elenco de “Duna” contará com Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Música

    Clipe de Claudia Leitte erra o timing em homenagem a Michael Jackson

    30 de janeiro de 2019 /

    A cantora Claudia Leitte estava com saudade. Seu novo clipe entrelaça várias cenas de seu baú particular, de 18 anos de carreira, mas também reencena imagens conhecidas do clipe “brasileiro” de Michael Jackson, “They Don’t Care About Us”, gravadas em Salvador. “Minha infância foi em Salvador! Minhas raízes, meu lar! Eu sou o que sou porque cresci no Pelô, brincando de Sara, cantando Luiz, vendo Michael. É lá, com meus pés no chão. Sempre foi lá, com a cabeça no céu!”, disse a cantora, durante a divulgação. O timing é medonho, já que as denúncias de abusos de menores contra o cantor voltaram com força nos últimos dias, graças à première mundial de “Leaving Neverland”, documentário sobre suas vítimas, exibido no Festival de Sundance. A baiana “don’t care” e joga o baú para cima, misturando tudo, pois “Saudade” elogia o samba reggae com participação de um rapper (Hungria Hip Hop) e, onde se espera um refrão, embala um ô-ô-ô-ô de tema de Copa do Mundo/comercial da Coca-Cola. Enquanto isso, as imagens desse som recriam o figurino e as locações usadas por Spike Lee para estabelecer a Salvador turística de Michael Jackson. Já é carnaval, aparentemente. A direção do vídeo é do publicitário Chico Kertész, que em 2016 realizou o documentário “Axé: Canto do Povo de um Lugar”. Repare na homenagem abaixo.

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  • Música

    Clipe clássico de O Rappa é revisitado em homenagem à Marcelo Yuka

    30 de janeiro de 2019 /

    O clipe clássico de “Minha Alma (A Paz que Eu Não Quero)”, um dos primeiros registros da banda O Rappa, foi revisitado por um dos integrantes da equipe que produziu o vídeo, em homenagem ao músico Marcelo Yuka, morto no dia 18 de janeiro, aos 53 anos. Luciano Vidigal, diretor do grupo Nós do Morro e que trabalhou como assistente de direção do clipe original, recriou o vídeo com seu parceiro Fernando Barcellos, trazendo o ator Ramon Francisco para cantar/narrar a letra de Yuka, numa versão acústica da canção. Ramon interpretou o garotinho Gigante no clipe original, dirigido pelos cineastas Kátia Lund e Breno Silveira antes de ficarem famosos – ela por “Cidade de Deus” (2002), ele por “2 Filhos de Francisco” (2005). A participação do ator como adulto contrasta com a imagem do menino que ele era no ano 2000, em cenas intercaladas no vídeo. Desde que apareceu do clipe do Rappa, Ramon esteve no filme “Cidade de Deus”, teve papéis em “Malhação” e na série “Sob Pressão”. Vale destacar que outro integrante de “Cidade de Deus” também teve participação importante no vídeo original: Jonathan Haagensen, que atualmente pode ser visto nas séries “Ilha de Ferro” e “O Mecanismo”. Além de projetar os envolvidos em sua produção, o clipe de “Minha Alma” ajudou a transformar o verso “paz sem voz não é paz, é medo” em bandeira de protestos sociais no Brasil. Veja abaixo a homenagem e relembre o clipe original – com o visual de “pirata” que é cortesia da Warner, responsável por disponibilizar imagens de baixíssima qualidade como “vídeo oficial”.

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  • Música

    Sam Smith é assombrado por hologramas em seu novo clipe

    30 de janeiro de 2019 /

    Sam Smith divulgou o clipe de “Dancing With a Stranger”, sua parceria com a cantora Normani. O vídeo mostra os dois em um grande casa modernista, assombrados por hologramas de relacionamentos casuais. O cantor e a ex-Fifth Harmony são assediados pelas imagens incorpóreas, enquanto lembram, com semblante triste, de uma noitada em que tentaram superar um amor antigo. “Olha o que você me fez fazer/ Estou com alguém novo/ Oh, baby, baby/ Dançando com um estranho”, cantam no refrão. “Escrevi [a música] na turnê ‘The Thrill Of It All’ no ano passado. Para mim, ela engloba tudo o que eu estava sentindo enquanto fazia malabarismos com minha vida pessoal e em turnê. É um momento lindo para mim, por eu ser um grande fã de Normani, e por tudo o que ela significa para mim. Estou muito animado para ver sua luz brilhar. Espero que todos gostem de ouvir essa música tanto quanto eu”, declarou Smith sobre o lançamento. Ele vai se apresentar no Brasil em abril como uma das principais atrações do Lollapalooza. O vídeo tem direção de Vaughan Arnell, que virou especialista em clipes de aspirantes à vaga de novo George Michael do pop britânico. Além de Sam Smith, ele também dirigiu trabalhos recentes de Robbie Williams, James Blunt, John Newman e Olly Murs, sem esquecer do último vídeo de… George Michael.

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  • Filme

    Hugh Jackman e Rebecca Ferguson vão estrelar sci-fi da criadora de Westworld

    30 de janeiro de 2019 /

    Os atores Hugh Jackman (“Logan”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) vão protagonizar a sci-fi “Reminiscence”, primeiro longa escrito e dirigido por Lisa Joy, co-criadora da série “Westworld”. O roteiro chegou a entrar na Black List (a lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood) de 2013. Após a repercussão de “Westworld”, chamou atenção de uma agência de talentos que buscou o comprometimento dos dois astros para levar o projeto para o mercado. “Reminiscence” será apresentado para investidores durante o Festival de Berlim, que começa no próximo dia 7 de fevereiro, e a expectativa é que atraia ofertas de grandes estúdios – e provavelmente da Netflix. A produção representará um reencontro entre Jackman e Ferguson, que trabalharam juntos em “O Rei do Show”, em 2017. A trama se passa no futuro, numa Miami parcialmente submersa pelos efeitos do aquecimento global. Jackman vive um detetive especializado em “recapturar” as memórias de seus clientes, que se sentirá incomodado ao aceitar o contrato da personagem de Ferguson, envolvendo-se mais do que deveria. Não há mais detalhes sobre a história, que o site Deadline descreve como complexa e cheia de camadas. Além de escrever e dirigir, Lisa Joy também vai assinar a produção, ao lado do marido Jonathan Nolan (co-criador de “Westworld”), Michael De Luca (produtor de “Cinquenta Tons de Cinza”) e Aaron Ryder (produtor de “A Chegada”). O longa deve ser filmado durante o período de outono nos Estados Unidos, entre setembro e novembro, e não tem previsão de estreia.

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