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  • Filme

    Matthew Vaughan planeja concluir saga de Kingsman com quarto filme

    27 de maio de 2019 /

    Apesar do próximo lançamento da franquia “Kingsman” ser um prólogo, o diretor Matthew Vaughn pretende retomar a história original em um novo filme. Em entrevista ao site britânico Digital Spy, Vaughn confirmou planos para filmar “Kingsman 3″ nos próximos meses, visando encerrar a história de Eggsy (Taron Egerton) e Harry Hart (Colin Firth). “Nós temos que finalizar a história de Eggsy e Harry. O capítulo final da relação deles precisa ser contado e nós estamos prontos para isso. Eu espero começar a filmar entre o final deste ano e o início do próximo”, contou o diretor. Antes disso, os cinemas receberam o derivado “Kingsman: The Great Game”, que conta com Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) no elenco e tem previsão de estreia para fevereiro de 2020. “Kingsman 3” – que na verdade será o quarto título da saga – ainda não tem data de estreia definida.

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  • Série

    Atriz da série Stargirl comemora aniversário com uniforme da super-heroína

    27 de maio de 2019 /

    A atriz Brec Bassinger (“The Goldbergs”) divulgou em seu Instagram uma foto dos bastidores da série “Stargirl”, em que aparece com o uniforme da super-heroína do título. Ela está com um bolo de aniversário na imagem, porque comemorou seus 20 anos no sábado (25/5) e a equipe fez uma festinha durante as gravações. A série vai mostrar Bassinger como a estudante Courtney Whitmore, que se torna a mais jovem integrante da Sociedade da Justiça da América. Na trama, Courtney é uma adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, que foi também quem criou Stargirl nos quadrinhos. Para lançar sua nova heroína, ele juntou vários coadjuvantes e elementos da rica história da DC Comics, buscando ligar Stargirl à Era de Ouro dos super-heróis (anos 1940). Mas, para a série, decidiu simplificar a trama, mesclando personagens e referências. Isto afeta, inclusive, a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. Mas Johns fez alterações significativas nessa origem para a série, mesclando as duas inspirações numa só. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda incluiu outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, vai chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas originais dos quadrinhos. Além disso, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Acompanhando Brec Bassinger, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. Atualmente em produção, “Stargirl” teve a estreia adiada para a equipe trabalhar nos efeitos visuais, que não são poucos, já que envolvem muitos super-heróis e supervilões. A expectativa é que tudo fique pronto para um lançamento no primeiro trimestre de 2020. Ver essa foto no Instagram Got to start my 20s on set and I couldn’t have felt happier or more blessed ⭐️??‍♀️? #dcustargirl Xo. Uma publicação compartilhada por Brec Bassinger (@brecbassinger) em 25 de Mai, 2019 às 1:17 PDT

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  • Série

    Novos trailers da série do Monstro do Pântano são puro terror

    27 de maio de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou dois novos trailers de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. As prévias destacam o casal protagonista e principalmente o clima de terror da produção. Desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), a série tem produção de James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”). É uma equipe especializada em criar climas assustadores. A trama vai modificar o foco dos quadrinhos criados em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson para valorizar, desde o começo, o papel de Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobre que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Abby é vivida por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) e Holland ganha interpretação de Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), além de Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dá vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representa o Monstro do Pântano. O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” estreia na sexta-feira (31/5) na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Len Weiseman (“Anjos da Noite”).

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  • Filme

    Clipe musical de X-Men: Fênix Negra revela cenas inéditas e a heroína Cristal

    27 de maio de 2019 /

    A Virgin Records divulgou o clipe da música “Extraordinary Being”, gravação da estrela britânica de R&B Emeli Sandé que faz parte da trilha de “X-Men: Fênix Negra”. O vídeo destaca a cantora, mas também é repleto de cenas inéditas do filme, bem diferentes do marketing da produção. Entre as revelações, estão os primeiros registros da heroína Cristal (Dazzler, em inglês), uma mutante que usa seus poderes para fazer sucesso como cantora pop. A intérprete da personagem ainda não foi revelada, o que sugere uma rápida aparição. Além disso, chama atenção o destaque dado para Tempestade (Alexandra Shipp), que tem presença subestimada nos trailers oficiais. O filme adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que mostra a heroína Jean Grey (Sophie Turner) corrompida ao ganhar superpoderes e virar a Fênix Negra. Sim, você já viu essa história no cinema, abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia – a ponto de os X-Men passarem por um reboot após aquele lançamento. O detalhe é que Simon Kinberg, responsável pelo roteiro de “O Confronto Final”, é quem assina a nova versão e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Mas já confirmou ter matado uma personagem que não morre na trama de Claremont e Byrne, além de ter feito inúmeras outras alterações. “X-Men: Fênix Negra” é o último filme da saga, porque os heróis passarão a ser produzidos pela Marvel após este lançamento e o novo estúdio pretende reiniciar a franquia. Assim, esta será a última vez que a formação do grupo incluirá Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). A estreia vai acontecer em 6 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Última temporada de Jessica Jones ganha primeira foto e teaser

    27 de maio de 2019 /

    A atriz Krysten Ritter divulgou em seu Instagram um teaser e a primeira foto da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”. Além de encerrar a série, os novos episódios vão marcar a estreia de Ritter, intérprete da personagem-título, como diretora. Ainda não há previsão de estreia para os capítulos finais, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish Walker (Rachael Taylor). “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus). Ver essa foto no Instagram JESSICA JONES 3 – coming soon. ? Uma publicação compartilhada por Krysten Ritter (@therealkrystenritter) em 23 de Mai, 2019 às 3:09 PDT Ver essa foto no Instagram Jessicaaaaa! Date announcement soon, I promise. ? #jessicajones Uma publicação compartilhada por Krysten Ritter (@therealkrystenritter) em 24 de Mai, 2019 às 12:06 PDT

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  • Série

    3ª temporada de Stranger Things ganha 30 fotos com novos personagens

    26 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou 30 fotos da 3ª temporada de “Stranger Things”. As imagens reúnem os personagens da série, com direito a duas novidades: Cary Elwes (“Jogos Mortais”) como o prefeito de Hawkins e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”), como Robin, colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. Também há imagens de bastidores que incluem os criadores da série, os irmãos Matt e Ross Duffer, além do produtor e diretor Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming a partir do dia 4 de julho.

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  • Filme

    Novo Exterminador do Futuro ganha fotos e vídeo de bastidores

    26 de maio de 2019 /

    A Paramount divulgou 10 fotos e um vídeo de bastidores do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”, que vai se chamar “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (Terminator: Dark Fate). A prévia mostra muitas cenas inéditas e depoimentos do elenco e da equipe de produção, além de detalhes das filmagens por trás das câmeras, destacando o retorno da intérprete original de Sarah Connor, Linda Hamilton, que retoma a personagem após 28 anos. A atriz apareceu pela última vez em “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991), que também foi o último filme da saga sci-fi dirigido por seu ex-marido James Cameron. O próprio Cameron aparece no vídeo para dizer que o novo capítulo é continuação imediata do segundo filme, ignorando todos os demais. A história acompanha uma missão diferente da resistência do futuro, que envia uma mulher biônica para proteger outra futura mãe importante para a sobrevivência da humanidade. Desta vez, é uma jovem mexicana que precisa ser protegida da fúria robótica obstinada. Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”) interpreta a guerreira do futuro, voltando a exibir os cabelos curtos de sua personagem na 1ª temporada de “Halt and Catch Fire”, enquanto a colombiana Natalia Reyes (série “2091”) é o alvo do novo Exterminador, encarnado por Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”). Além deles, ainda há participação de Arnold Schwarzenegger, o Exterminador original, que aparece com sua idade atual – e não rejuvenescido como já aconteceu na franquia. O filme também marca a volta de James Cameron à franquia que ele criou em 1984, após recuperar os direitos dos personagens. Além de produzir, ele concebeu a história em parceria com Josh Friedman – criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, centrada em Sarah Connor (vivida na TV por Lena Headey, a Cersei de “Game of Thrones”). O roteiro final ficou a cargo de David S. Goyer (“Batman vs. Superman”), Justin Rhodes (“Candidatos à Encrenca”) e Billy Ray (“Jogos Vorazes”). Já a direção é comandada por Tim Miller (“Deadpool”). “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” tem estreia marcada para 31 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    3ª temporada de Divorce ganha primeiro teaser e data de estreia

    26 de maio de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer da 3ª temporada de “Divorce”, que anuncia a data de estreia dos novos episódios. Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série retorna no dia 1º de julho com novos capítulos sobre as desventuras de um ex-casal divorciado, vivido por Sarah Jessica Parker (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”). A produção marca a volta de Parker para a HBO, mais de uma década após o fim de “Sex and the City”. O elenco também inclui Molly Shannon (série “Enlightened”), Talia Balsam (série “Mad Men”), Sterling Jerins (“Inovocação do Mal 2”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Além destes, Becki Newton (“Ugly Betty”), introduzida como intérprete recorrente na 2ª temporada, integrará o elenco fixo dos próximos episódios.

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  • Série

    A.P. Bio é cancelada no final de sua 2ª temporada

    26 de maio de 2019 /

    A rede americana NBC anunciou o cancelamento da série de comédia “A.P. Bio” durante a reta final de sua 2ª temporada. Uma das atrações de pior audiência do canal, a série tem cerca de 2 milhões de telespectadores semanais e 0,5 ponto na demo. Entretanto, dobra o público com as exibições em outras plataformas. Mas, como afirma post no Twitter do criador da série, Michael Patrick O’Brien, o cancelamento é dolorido para a equipe e o elenco, pois todos gostavam muito de trabalhar na produção. Na trama, um professor universitário (Glenn Howerton, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”) perde o trabalho dos seus sonhos e se vê obrigado a dar aula de biologia no ensino médio, onde deixa claro a sua frustração, pouco se importando com os alunos, enquanto planeja sua vingança contra aqueles que o prejudicaram. Além de Glenn Howerton, o elenco também incluía Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Lyric Lewis (“MADtv”), Mary Sohn (“A Chefa”), Allisyn Ashley Arm (“Sunny entre Estrelas”), Jacob McCarthy (“The Drummer and the Keeper”), Aparna Brielle (vista em “Grimm”) e Nick Peine (“A Última Ressaca do Ano”). “A.P. Bio” ainda tem três episódios inéditos e será exibida até junho nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Aladdin fatura quase o dobro de Dumbo e estreia em 1º lugar nos EUA

    26 de maio de 2019 /

    “Aladdin” superou as expectativas do mercado e arrecadou US$ 86,1 milhões neste fim de semana na América do Norte, liderando as bilheterias. Como segunda-feira (27/5) é feriado nos EUA, a previsão é que o filme complete US$ 100 milhões até lá. Nos demais países, “Aladdin” também teve um desempenho mágico, atingindo cerca de US$ 121 milhões no mercado internacional. Assim, a nova adaptação live-action da Disney rendeu uma fábula: US$ 207 milhões em todo o mundo. O filme voou na liderança das bilheterias da América Latina, da Ásia e de boa parte da Europa, abrindo em 1º lugar na maioria dos países em que foi lançado. São números que representam quase o dobro da arrecadação inicial de “Dumbo”, há apenas dois meses. O remake em live-action dirigido por Tim Burton estreou com US$ 45 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 116 milhões no mundo inteiro. A boa notícia para a Disney, além do faturamento genial de “Aladdin”, é que a fórmula de suas adaptações live-action não está desgastada. A diferença clara entre o lançamento atual e “Dumbo” é que o desenho original de “Aladdin” ainda está presente na memória afetiva dos pais de hoje, o que serve de estimulo para as crianças, enquanto o elefante voador pertence ao tempo de bisavós já falecidos. O público realmente adorou o musical dirigido por Guy Ritchie, concedendo nota “A” à produção no CinemaScore – avaliação feita pelos espectadores durante a estreia norte-americana. Em compensação, a crítica não se empolgou. Com opiniões muito divididas, “Aladdin” ficou com 57% na média do site Rotten Tomatoes – pontuação que significa medíocre. O sucesso da Disney fez “John Wick 3: Parabellum” cair para o 2º lugar em sua segunda semana em cartaz. Mas os US$ 24,3 milhões do fim de semana bastaram para o longa cruzar a marca de US$ 100 milhões em apenas dez dias no mercado doméstico – um número incrível para um filme de baixo orçamento. Mais incrível ainda: em duas semanas, o terceiro “John Wick” já faturou mais que os dois filmes anteriores em suas trajetórias cinematográficas completas. Com US$ 181,5 milhões em todo o mundo, “Parabellum” até já abriu folga sobre “De Volta ao Jogo” e “John Wick – Um Novo Dia Para Matar”, que fizeram US$ 88 milhões e US$ 171 milhões, respectivamente. “Vingadores: Ultimato” também continua a impressionar. Em 3º lugar, o longa dos super-heróis da Marvel segue no encalço de novos recordes. A arrecadação vai superar US$ 800 milhões domésticos na segunda-feira e se encontra a apenas US$ 100 milhões de ultrapassar “Avatar” no mundo inteiro. Cruzar esta marca, porém, ficou mais difícil com o fim da exibição na China. Já as demais estreias da semana não emplacaram. O terror “Brightburn” e a comédia “Fora de Série” (Booksmart) abriram em 5º e 6º lugares, respectivamente com US$ 7,5 milhões e US$ 6,5 milhões domésticos. Entretanto, a crítica preferiu os risos aos sustos. Estreia da atriz Olivia Wilde (“Tron: O Legado”) na direção, “Fora de Série” conseguiu 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das melhores notas de comédia no ano, enquanto o super-herói do mal produzido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) tropeçou com 59%. Dentre todos os títulos mencionados, apenas “Fora de Série” permanece inédito no Brasil. A estreia está marcada para 13 de junho. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aladdin Fim de semana: US$ 86,1M Total EUA e Canadá: US$ 86,1M Total Mundo: US$ 207,1M 2. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 24,3M Total EUA e Canadá: US$ 100,9M Total Mundo: US$ 181,5M 3. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 16,8M Total EUA e Canadá: US$ 798,1M Total Mundo: US$ 2,6B 4. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA e Canadá: US$ 116,1M Total Mundo: US$ 352,9M 5. Brightburn Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 7,5M Total Mundo: US$ 15,3M 6. Fora de Série Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 6,5M Total Mundo: US$ 6,5M 7. Juntos para Sempre Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 46,5M 8. As Trapaceiras Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 29,8M Total Mundo: US$ 66M 9. The Intruder Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 31,9M Total Mundo: US$ 32,6M 10. Casal Improvável Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 28,6M Total Mundo: US$ US$ 38,8M

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  • Filme

    Aladdin encanta com colorido à Bollywood e elenco carismático

    26 de maio de 2019 /

    O novo “Aladdin” é uma surpresa inesperada. Embora se trate de um remake da animação dos anos 1990, representa mais do que isso, com um frescor impressionante, ao trazer de volta o fascínio pelo conto retirado do clássico “As Mil e uma Noites”. É possível se entusiasmar com as aventuras do jovem ladrão de ruas gentil e apaixonado pela princesa de seu reino. Quanto às canções, para quem não gosta tanto de musicais, elas não incomodam e contribuem para que o clima de fantasia contagie o espectador. Tudo pode acontecer em um filme em que um gênio sai de dentro de uma lâmpada. E as canções acrescentam magia às cenas, como no momento em que Aladdin e Jasmine passeiam em cima do tapete mágico. “Aladdin” mantém uma característica marcante das fábulas da Disney, ao evocar o tipo de cinema que se fazia na década de 1950, com música, dança e romance. Por isso, há quem considere algumas dessas produções, especialmente as que lidam com canções – como também foi o caso de “A Bela e a Fera”, de Bill Condon – como algo ultrapassado. Mas nem sempre é o caso. Em um ano em que a Disney prepara quatro adaptações de clássicos animados – a primeira foi “Dumbo”, de Tim Burton, e as próximas serão “O Rei Leão”, de Jon Favreau, e “Malévola: Dona do Mal”, de Joachim Rønning – , “Aladdin”, dirigido pelo irregular Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), encanta com seu colorido à Bollywood, seu dinamismo narrativo e uma trinca de personagens principais bastante carismáticos: Will Smith como o gênio da lâmpada, Mena Massoud como o Aladdin e Naomi Scott como a princesa Jasmine. E que princesa! A participação de Jasmine é muita mais valorizada nesta versão em comparação com a animação. Isso se deve tanto ao roteiro quanto à sua intérprete, que empresta um encanto muito bem-vindo à personagem. Naomi Scott já havia aparecido em “Power Rangers”, mas é neste filme que sua beleza e brilho se destacam. E muito em breve o público poderá vê-la na nova versão de “As Panteras”. Assim, a história de amor com Aladdin ganha força. Ainda que a aventura e a fantasia sejam os elementos mais evidentes do filme, o que move o herói é o amor que ele sente pela princesa. Um amor que é recíproco, mas que tem como primeiro obstáculo o fato de que ela deve se casar, segundo a lei, apenas com um outro príncipe, não com um plebeu qualquer como Aladdin. Mas o que seriam das histórias de amor sem os obstáculos? A paixão pela princesa impulsiona o espectador a torcer pelo Aladdin, ao se colocar em seu lugar na jornada. Afinal, quem nunca fantasiou sobre a possibilidade de conquistar uma princesa (ou príncipe) e ter direito a três desejos realizados em um passe de mágica? A mensagem de “Aladdin” também pondera a sabedoria necessária para se exercitar os seus desejos, de modo a não se deixar levar pela ambição cega – que é basicamente o caminho do personagem de Marwan Kenzari, que interpreta o grão-vizir Jafar, o conselheiro do Sultão. Quanto às canções, os clássicos criados por Alan Menken e Howard Ashman para a animação de 1992 compõem a trilha sonora, mas há uma novidade feita especialmente para Jasmine, “Speechless”, cantada com entusiasmo e brilho pela própria Naomi Scott em um momento particularmente cheio de emoção. E, sim, o gênio de Will Smith é engraçado e não o desastre que se poderia imaginar, diante da sombra gigantesca de Robin Williams, o dublador do personagem original animado. Pois é. Há bons motivos para ficar entusiasmado com este filme que parecia ter um destino um tanto incerto.

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    John Wick 3 aumenta a ação, mas pausa a franquia para criar “universo”

    25 de maio de 2019 /

    John Wick, um ex-assassino profissional (o melhor de todos), voltou à ativa para vingar seu cachorro no longa original. Depois, o personagem de Keanu Reeves precisou encarar as consequências de seus atos, enfrentar a máfia italiana e sobreviver ao segundo filme (o melhor de todos), só para encher os fãs de expectativa para uma terceira parte que prometia ser colossal. Afinal, John Wick termina o filme anterior com a cabeça à prêmio e assassinos do mundo inteiro interessados na recompensa. A trégua da luta épica entre o protagonista e a morte certa é de apenas uma hora. Após isso, não há para onde fugir. E é exatamente no fim dessa paz momentânea que começa “John Wick 3: Parabellum”. É John contra o mundo. Agonizante, sem saída com a morte à espreita e esperando para dar o bote, e ainda assim um protagonista incansável, sem pausar nem por um segundo desde o começo da caçada do filme passado. E enfrentando os mais variados e criativos ataques, de facas e machados até livros (!) e coices de cavalos. Assim começa “John Wick 3”, tenso, divertidíssimo, sugerindo o filme de ação mais espetacular de todos os tempos. Mas a promessa não se confirma, porque o diretor Chad Stahelski tem planos. Ele quer ampliar a franquia e criar um universo que pretende ser mais que uma história de tiros e pancadarias. Com isso, abandona pela metade as lições de “Mad Max: Estrada da Fúria” e “Missão: Impossível – Fallout”, thrillers de tramas simples, que impulsionam sua narrativa via ação. Com pouquíssimas palavras, são filmes que só não são mudos porque são barulhentos demais. Há uma mudança brusca no ritmo quando o Sr. Wick encontra as personagens de Anjelica Huston, Halley Berry e outros, que pausam a ação para conduzir o protagonista do nada a lugar nenhum – ou o deserto – em sua jornada. O objetivo é claramente povoar a franquia com novos personagens e elementos para as continuações. Aliás, sabe o que significa Parabellum? É “prepare-se para a guerra”, subtítulo que mostra a verdadeira intenção do filme, de ser apenas uma preparação, afinal a tal guerra ainda não começou. Sim, teremos o já confirmado “John Wick 4”. O que não tira o mérito de Keanu Reeves no papel que ele nasceu para fazer. O cara é uma lenda. E mesmo aos trancos e barrancos, ele sustenta bem o filme. Felizmente, o longa também é recheado por ótimas cenas de ação, como o “pega pra capar” (literalmente) com os dois cachorros da personagem de Halle Berry – que tem aqui seu momento mais relevante no cinema desde seus dias de Bond girl. E há uma clara tentativa de compensar a enrolação com um clímax gigantesco com tiroteios e lutas intermináveis, que entretanto não repetem o impacto do começo do filme, justamente porque são… intermináveis. Mas, ok, quem encarou a fila para ver o terceiro John Wick já sabe o que esperar, e os fãs recebem o que pagaram. A ação intensa é o que “Parabellum” tem de melhor. A diferença é que desta vez há uma pausa para ir ao banheiro no meio dos tiros.

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    Crime de O Caravaggio Roubado não compensa

    25 de maio de 2019 /

    Depois de “Viva a Liberdade”, em 2013, e “As Confissões”, em 2016, o cineasta italiano Roberto Andò vem com um suspense cheio de mistérios e coisas a serem descobertas pouco a pouco. O fio condutor é um crime ocorrido há 50 anos, numa capela de Palermo, na Sicília, o roubo da pintura Nativitá, de Caravaggio, que segue sem solução. Não seja por isso, a ficção se encarrega de criar uma história que envolve uma escritora fantasma de um roteirista bem sucedido, que é conhecida apenas como secretária de um produtor de cinema. Ela tem acesso a uma oferta de uma história espetacular, mas muito perigosa. Vai dar na máfia, claro. Afinal, estamos em Palermo. Uma trama intrincada vai se desenvolvendo. Nada, ou pouco, se dá a conhecer à primeira vista. O quebra-cabeças vai se formando, fazendo sentido, e trazendo muitos outros elementos à trama. Em especial, pelos relacionamentos que se estabelecem e se transformam, dando ritmo aos eventos. “O Caravaggio Roubado” tem boas sequências, é visualmente bonito, tem ótimos desempenhos, mas se perde na falta de fluidez. Há uma preocupação excessiva em permanecer num clima de mistério constante que, se estimula de um lado, cansa de outro. Tensão e enigma não faltarão aos espectadores que forem ver o filme. O grande destaque vai para a protagonista Valéria, desempenho excelente de Micaela Ramazzotti (atriz de “Loucas de Alegria”), e para o papel de Renato Carpentieri (“Corpo Celeste”), muito bom. Alessandro Gassman (filho do lendário ator Vittorio Gassman) está num papel menor, mas central da trama, como o roteirista Alessandro Paes. O filme conta, ainda, com a participação especial do grande cineasta polonês Jerzy Skolimovski (“Matança Necessária”).

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