Trailer do novo game de Star Wars revela retorno de personagem de Rogue One
A Electronic Arts divulgou um novo trailer do game “Star Wars Jedi: Fallen Order”, em que o principal Jedi da trama é vivido por Cameron Monaghan, o Coringa da série “Gotham”. Apresentado no evento E3 2019, convenção gamer realizada no fim de semana em Los Angeles, o vídeo revela outro importante personagem da trama. Ninguém menos que Saw Gerrera, o personagem de Forest Whitaker no filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) – que também apareceu nas séries animadas “The Clone Wars” e “Star Wars: Rebels”. O game apresenta uma história original, passada logo após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e segue Cal Kestis (Monaghan), um jovem Padawan que de alguma forma conseguiu sobreviver ao extermínio da ordem dos Jedi e tem se escondido do Império no planeta Bracca. Tanto o personagem quanto o planeta são apresentados pela primeira vez na saga. Cabe aos jogadores “pegar as peças do passado despedaçado de Cal para completar seu treinamento e dominar a arte do icônico sabre de luz – tudo isso enquanto se mantém um passo à frente do Império e seus inquisidores mortais”. Ao longo do caminho, Cal fará novos amigos, como sua misteriosa companheira Cere (Debra Wilson, a voz demoníaca de “A Freira”), além de se deparar com alguns rostos familiares da franquia, tudo isso acompanhado de seu fiel droide BD-1. Mas também será caçado pela Segunda Irmã, uma das inquisidoras de elite do Império, que procura extinguir esse sobrevivente Jedi com ajuda do Exército de Extermínio – forças imperiais treinadas para caçar Jedis. “Star Wars Jedi: Fallen Order” será lançado em 15 de novembro para Xbox One, PS4 e PC. E, cá para nós, o trailer sugere que a história daria um bela produção live-action. Confira abaixo.
X-Men: Fênix Negra deve dar prejuízo mínimo de US$ 100 milhões para a Disney
A compra da Fox pela Disney ficou US$ 100 milhões mais cara. O site Deadline está projetando um prejuízo mínimo deste valor após o resultado da estreia de “X-Men: Fênix Negra”. O filme rendeu apenas US$ 33 milhões em seu lançamento nos Estados Unidos, onde abriu em 2º lugar com metade da bilheteria do título anterior, “X-Men: Apocalipse” (US$ 65,7M), e o pior desempenho entre todos os longas de mutantes da Fox – abaixo de “Wolverine: Imortal”, que fez US$ 53 milhões em 2013. A Disney não revelou o orçamento da produção, mas pode ter superado o de “X-Men: Apocalipse” (US$ 178M) devido às refilmagens extensas. O Deadline especula que, com as despesas de P&A (cópias e publicidade, na sigla em inglês), o longa possa ter custado US$ 300 milhões. Neste cenário, os US$ 100 milhões perdidos, segundo cálculo do Deadline, podem ser apenas a primeira “prestação” do prejuízo, caso o filme renda menos de US$ 300 milhões. O longa anterior mal pagou as despesas de filmagem (sem P&A) ao atingir US$ 543,9 milhões mundiais. Apesar deste prognóstico, os heróis mutantes da Marvel têm uma base fiel de fãs, que ajudou no lançamento internacional. Em todo o mundo, o longa atingiu US$ 140M em sua largada. A China foi o território de maior arrecadação, superando até a América do Norte, com US$ 45,6M em três dias.
Primeira arte conceitual da série Loki mostra personagem em 1975
A Disney divulgou uma arte conceitual da série “Loki”, a primeira produção da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus), durante a conferência Produced By, que neste fim de semana reuniu os principais produtores de Hollywood em Nova York. E uma foto da apresentação já começou a circular nas redes sociais. Atrás de Kevin Feige, o chefão da Marvel, a imagem mostra tanto o logo da produção quanto o personagem, localizando a ação em 1975. A data é sugerida pelos veículos e por um pôster do filme “Tubarão” ao fundo. A caracterização sugere que o personagem de Tom Hiddleston aparecerá no passado. Mas ainda mantém a dúvida sobre se a história acompanha o Loki desse período ou se mostrará o personagem de hoje viajando no tempo. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Além de “Loki”, foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que juntará Anthony Mackie e Sebastian Stan, “WandaVision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A plataforma será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos, mas deve começar a expandir o seu alcance para outros países em 2020. Logo da Série do Loki,E uma concept art do nosso "vilão" favorito andando pela terra em 1975.#Loki #LokiSeries #DisneyPlus #Marvel pic.twitter.com/HsQev4hTFY — Disney + Plus Brasil?? (@DisneyPlusBr10) June 9, 2019
James Wan diz não entender cancelamento da série do Monstro do Pântano
O produtor James Wan finalmente abordou o cancelamento de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. Em mensagem publicada no Instagram, o diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”, que era produtor executivo da série, confirmou seu espanto com a decisão. Ele afirma não saber o que aconteceu. “Realmente não sei ou entendo porque ‘Swamp Thing’ foi cancelada, mas posso falar isso: todo o elenco e equipe, e equipes de produção e roteiro derramaram seus corações nisso. Realmente estou orgulho do trabalho duro de todos. Assistam ao episódio 2 e imortalizem esses 10 episódios. O Monstro merece isso”. Não é só James Wan que não sabe e não entende porque a série foi cancelada. A WarnerMedia anunciou a decisão após a estreia do primeiro episódio e não deu informações sobre o motivo. Embora alguns sites tenham embarcado numa especulação de problema contábil, esta informação foi desmentida pelo comitê estadual responsável por incentivar produções realizadas na Carolina do Norte. O que é fato é que a WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, vem fechando vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado a séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games. O cancelamento de “Swamp Thing” indica que este deve ser o destino do pioneiro DC Universe. É de conhecimento amplo que a WarnerMedia decidiu acabar com esforços de nicho para se concentrar numa única plataforma de grande porte, que será lançada entre o fim de 2019 e o começo de 2020, para concorrer com Netflix, Amazon, Disney+ (Disney Plus) e outras. Infelizmente, quase nada do que é atualmente produzido em paralelo deverá ser aproveitado no novo serviço, que será voltado ao gosto médio do grande público. Esta decisão teria sido tomada muito antes da estreia da série do Monstro do Pântano. Em abril, a WarnerMedia mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª temporada gravou apenas 10. Na época, o fato gerou muitas especulações, mas nem a WarnerMedia nem a DC Universe emitiram um comunicado oficial para explicar a decisão. E o tema continua proibido. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a um dos criadores da série, Mark Verheiden (“Constantine”), sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da plataforma impediu que ele respondesse. A lei de silêncio se estende ao destino da própria DC Universe. Não há declarações oficiais sobre o futuro da plataforma. Entretanto, uma fonte do jornal Star News, da pequena cidade de Wilmington, onde “Swamp Thing” estava sendo gravada, revelou que a interrupção dos trabalhos já seria consequência de discussões para encerrá-la. A pedidos da WarnerMedia, essa informação foi posteriormente retirada do site oficial da publicação. Das outras duas atrações live-action lançadas até agora pela DC Universe, apenas “Titãs” (Titans) foi renovada para uma 2ª temporada. “Doom Patrol”, a série da Patrulha do Destino, encerrou sua 1ª temporada em 24 de maio e não tem seu futuro definido. E para complicar ainda mais a situação, a plataforma ainda possui uma série inédita prevista para 2020: “Stargirl”, que já está sendo gravada – além de um desenho animado da Arlequina, em fase avançada de desenvolvimento. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco era formado por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Ver essa foto no Instagram Don’t really know or understand why #Swampthing was cancelled, but I can tell you this — all the cast and crew, and producing/writing team poured their hearts into this. Really proud of everyone’s hard work. Go watch episode 2, and immortalize these 10 episodes. Swampy deserves it. Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 8 de Jun, 2019 às 6:09 PDT
Fênix Negra tem pior estreia dos X-Men e perde para Pet 2 nos Estados Unidos
O lançamento de “X-Men: Fênix Negra” implodiu espetacularmente na América do Norte, com US$ 33M (milhões) nas bilheterias. É a pior abertura da franquia, abaixo de “Wolverine: Imortal”, que fez US$ 53M em 2013. Com isso, ficou atrás de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2”, que faturou US$ 47,1M no fim de semana. Mas até a animação, líder do fim de semana, ficou abaixo das expectativas, com menos da metade da abertura do primeiro “Pets” (US$ 104,3M em 2016). Nenhum dos dois filmes foi bem recebido pela crítica. “Pets 2”, que estreia em 27 de junho no Brasil, recebeu 54% de avaliações positivas – tão medíocre quanto “Aladdin” na média do Rotten Tomatoes – , enquanto “Fênix Negra” desceu ao nível “Transformers”, com 22%. As críticas negativas podem ter influenciado o público. Mas outra teoria especula que os fiascos tendem a ser a nova norma desta época do ano (verão nos Estados Unidos), em que candidatos a blockbuster se acumulam e se atrapalham consecutivamente, sem que haja intervalos entre os lançamentos. A Disney já tinha anunciado que estava tirando de cena os X-Men após “Fênix Negra”. Caso não tivesse comprado a Fox, seria esta empresa quem teria que tomar a medida após o fiasco do longa, que dará grande prejuízo. Em termos de comparação, a bilheteria de “X-Men: Fênix Negra” rendeu metade da estreia de “X-Men: Apocalipse” (US$ 65,7M em 2016), que teve dificuldades para se pagar. O filme anterior da franquia somou, ao todo, US$ 543,9M mundiais. Mas os heróis mutantes da Marvel tem uma base fiel de fãs, que ajudou no lançamento internacional. Em todo o mundo, o longa atingiu US$ 140M em sua largada. A China foi o território de maior arrecadação, superando até a América do Norte, com US$ 45,6M em três dias. “Aladdin” completa o Top 3. Com três semanas em cartaz, a fábula musical demonstra fôlego impressionante, superando os US$ 600 milhões mundiais. Ainda no Top 10, “Vingadores: Ultimato” avançou um pouco mais em sua perseguição a “Avatar” e agora está 58M atrás do total arrecadado pelo blockbuster de James Cameron. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Fim de semana: US$ 47,1M Total EUA e Canadá: US$ 48M Total Mundo: US$ 97M 2. X-Men: Fênix Negra Fim de semana: US$ 33M Total EUA e Canadá: US$ 33M Total Mundo: US$ 140M 3. Aladdin Fim de semana: US$ 24M Total EUA e Canadá: US$ 232M Total Mundo: US$ 604,8M 4. Godzilla II: O Rei dos Monstros Fim de semana: US$ 15,5M Total EUA e Canadá: US$ 78,5M Total Mundo: US$ 292,2M 5. Rocketman Fim de semana: US$ 14M Total EUA e Canadá: US$ 50,4M Total Mundo: US$ 101,7M 6. Ma Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 32,7M Total Mundo: US$ 40M 7. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 7,4M Total EUA e Canadá: US$ 138,6M Total Mundo: US$ 252,2M 8. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 824,3M Total Mundo: US$ 2,7B 9. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA e Canadá: US$ 24,7M Total Mundo: US$ 409,5M 10. Fora de Série Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 17,8M Total Mundo: US$ US$ 17,8M
Peggy Stewart (1923 – 2019)
A atriz Peggy Stewart, que atuou em mais de 30 westerns do antigo estúdio Republic Pictures, nos anos 1940 e 1950, e foi presença constante na TV até recentemente, morreu em 29 de maio aos 95 anos. A notícia foi divulgada somente agora por sua família. Nascida Peggy O’Rourke em 5 de junho de 1923, em Palm Beach, Flórida, Stewart estava de férias com a família na Califórnia quando conheceu o ator Henry O’Neill, que convenceu a Paramount a escalá-la no papel da filha adolescente de Joel McCrea e Frances Dee em “Uma Nação em Marcha” (Wells Fargo, 1937). Ela seguiu carreira em pequenos papéis em filmes como “Idade Perigosa” (1938), com Deanna Durbin, e o clássico “Tudo Isto e o Céu Também” (1940), com Bette Davis, e após 15 figurações assinou contrato com a Republic para virar estrela. O contrato impulsionou sua carreira, mas também teve impacto em sua vida pessoal. Ela se casou em 1940 com Don “Red” Barry, o primeiro intérprete do cowboy dos quadrinhos Red Rider no cinema. E a crise se instalou quando ela virou coadjuvante feminina nos novos filmes do personagem em 1944. O problema era que seu marido, estrela do seriado original do personagem de 1940, foi substituído por “Wild” Bill Elliott como protagonista de uma nova leva de longa-metragens. O casamento acabou na mesma data. Mas Peggy Stewart tornou-se conhecida em uma dezena de filmes do herói ruivo. Além dos muitos filmes de Red Rider, a Republic a escalou em parcerias com alguns de seus cowboys famosos, como Allan Lane, Sunset Carson e até os cantores Gene Autry e Roy Rogers, sem esquecer de sete seriados de aventura do Velho Oeste que ela estrelou para o estúdio. Um detalhe muito interessante é que ela não era uma mocinha típica, ao estilo das donzelas em perigo da época. Suas personagens geralmente mostravam fibra e eram capazes de vencer tiroteios. Várias fotos de publicidade de sua juventude a retrataram de arma em punho. Quando seu contrato se encerrou nos anos 1950, Peggy migrou para a televisão, aparecendo, claro, em séries de faroeste, a começar por participações nos programas de seu ex-colegas da Republic, “The Gene Autry Show”, em 1950, e “The Roy Rogers Show”, em 1952. A lista se tornou enorme, com as séries de “Cisco Kid”, “Wyatt Earp”, “Gunsmoke”, “Daniel Boone”, “Paladino do Oeste”, etc. Até que o Velho Oeste, como gênero, tornou-se realmente velho e antiquado, substituído por novos ciclos. Longe disso significar uma estagnação em sua carreira, apenas mostrou sua versatilidade, tornando-a uma presença ubíqua nas produções televisivas por décadas a fio. A amplitude de sua carreira na telinha inclui um episódio clássico de “Além da Imaginação”, de 1961, inúmeras séries policiais dos anos 1970, e até um dos capítulos mais icônicos de “Seinfeld”, como a tia de uma namorada de George Costanza (Jason Alexander), em 1993. Também apareceu em “Barrados no Baile”, “Weeds”, “Justified” e retratou a avó de Pam Beesly (Jenna Fischer) em dois capítulos de “The Office”. Incansável, Peggy ainda continuou fazendo cinema. Entre seus papéis de “vovó” mais recentes, incluem-se a biografia roqueira “Runaways: Garotas do Rock” (2010) e a comédia “Este É o Meu Garoto” (2012), estrelada por Adam Sandler e Andy Samberg. Seu último trabalho foi uma participação na série “Getting On”, em 2014, quando completou 90 anos.
Astros da série The 100 surpreendem os fãs com anúncio de casamento
Esta reviravolta não aconteceu na série, mas na vida real. Os dois principais protagonistas da série “The 100”, Eliza Taylor e Bob Morley, que interpretam Clarke e Bellamy respectivamente, surpreenderam os fãs ao anunciar que se casaram. “Recentemente, me casei com meu melhor amigo e alma gêmea Bob Marley. Nós estamos muito felizes e pedimos para que vocês façam apenas comentários gentis e respeitem nossa privacidade nesse momento”, escreveu a atriz. “É com o coração cheio que eu finalmente posso chamar Eliza Taylor de minha esposa. Esse momento é algo muito importante e estamos mais do que felizes. Por favor, lembrem-se de serem respeitosos e gentis uns com os outros. Sejam gentis”, disse o ator. O mais incrível é que essa é a primeira vez que os atores mencionam seu relacionamento publicamente. Muito discretos, eles mantiveram o namoro longe da mídia – e dos fãs shippadores. Os dois se conheceram nas gravações da série e atuam juntos em “The 100” desde 2014. A atração está atualmente no começo de sua 6ª temporada e já se encontra renovada para mais um ano de produção. No Brasil, “The 100” é exibida pelo canal pago Warner e tem as primeiras temporadas disponíveis na Netflix. Recently I married my best friend and soul mate @WildpipM We are very happy and ask that you keep your comments kind and respect our privacy at this time ❤️ pic.twitter.com/MDItwk0SLM — Eliza Taylor (@MisElizaJane) June 8, 2019 It is with such a full heart that I call @MisElizaJane my wife This is something we both cherish very deeply and are beyond happy. Please remember to be respectful and kind to one another. Be well be kind. — Bob Morley (@WildpipM) June 8, 2019
Annabelle 3: Vídeo em 360 graus revela detalhes assustadores da coleção macabra dos Warren
A Warner divulgou um vídeo de 360 graus de “Annabelle 3: De Volta para Casa”, que permite ao público passear entre os corredores da galeria de artefatos malditos da família Warren. O novo filme retoma a primeira aparição da boneca no “Invocação do Mal” de 2013, quando ela foi introduzida em meio a uma sala repleta de objetos coletados pelos Warren em suas investigações paranormais. A prévia mostra o que acontece quando Judy, a filha dos Warren, fica sozinha com uma babá adolescente, cuja amiga, movida pela curiosidade, entra na sala macabra e acaba despertando Annabelle e outros espíritos. A atriz mirim McKenna Grace interpreta Judy Warren, após a personagem ter sido vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Annabelle: De Volta para Casa” também marca a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. A estreia está marcada para 27 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Trailer e vídeo de entrevistas revelam cenas divertidas do novo Shaft
A Warner divulgou um novo trailer e um vídeo com entrevistas do elenco de “Shaft”, novo reboot da franquia dos anos 1970, que retorna como comédia de ação. As prévias são bastante divertidas e cheias de tiros. Inclusive, uma das melhores cenas combina piada e tiros, mostrando a reação indignada de Samuel L. Jackson ao ser comparado com o “Morfeus de ‘Matrix'”. “Cansei dessas comparações com Laurence Fishburne. Esta m* já deu”, ele diz. O clima lembra o tipo de filme que se fazia nos anos 1980, época de “Um Tira da Pesada”, “Tocaia” e “48 Horas”. Mas o mais curioso é que a trama leva em consideração os filmes anteriores de “Shaft”, todos muito sérios, reunindo os intérpretes do passado como se fossem integrantes de uma mesma família. Os Shafts são o vovô Richard Roundtree (que estrelou o primeiro “Shaft” de 1971), o pai Samuel L. Jackson (do reboot de 2000) e o jovem Jessie T. Usher (de “Independence Day: O Ressurgimento”), que coloca o legado “durão” da família em risco por se vestir mal, não parecer gostar de “pussy” (a piada homofóbica está no trailer) e ser pouco convincente como policial. O detetive John Shaft surgiu em 1971 em um filme dirigido por Gordon Parks, contratado por um chefão do crime para resgatar sua filha sequestrada. O filme e sua trilha antológica, assinada por Isaac Hayes, fizeram enorme sucesso e inspiraram duas continuações, além de uma série, todas estreladas por Roundtree na primeira metade dos anos 1970. A franquia foi retomada com direção do recém-falecido John Singleton com muito mais ação e violência em 2000. Mas agora virou comédia, com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e Alex Barnow (roteirista da série “The Goldbergs”), e direção de Tim Story, responsável pelas franquias “Pense como Eles” e “Policial em Apuros” – e dois “Quarteto Fantástico”. Além de três gerações de Shafts, o bom elenco também inclui Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Avan Jogia (“Ghost War”), Matt Lauria (“Kingdom”), Luna Lauren Velez (“Dexter”), Method Man (“The Deuce”) e Isaach De Bankolé (“Pantera Negra”). A estreia está marcada para a próxima sexta (14/6) nos Estados Unidos. Mas o mercado de cinema do Brasil tem enorme dificuldade para encontrar data de lançamento para produções estreladas apenas por atores negros. Isto significa que não há previsão para o país.
Aggretsuko é pressionada para casar no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster japonês e o trailer americano da 2ª temporada de “Aggretsuko”, série animada sobre uma simpática panda vermelha que é estagiária de contabilidade durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal. A prévia acrescenta às pressões cotidianas da personagem novas cobranças sobre sua vida sentimental, que supostamente deveria culminar num casamento. Mesmo que ela nem tenha pensado nisso ainda. “Aggretsuko” foi concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), para representar uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Por sinal, a criadora da personagem, conhecida apenas como Yeti, descreveu Aggretsuko para a rede CNN justamente como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A 2ª temporada estreia em 14 de junho em streaming.
Novos fotos de Homem-Aranha: Longe de Casa revelam as férias do herói na Europa
A Sony divulgou novas fotos de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que mostram as férias de Peter Parker (Tom Holland). As imagens foram disponibilizadas no aplicativo oficial do filme e mostram os “bastidores” da viagem da turma de escola de Peter pela Europa. A maioria dos cenários fotografados são de Veneza, na Itália, e Londres, na Inglaterra, e o clima das fotos (algumas bem amadoras) é realmente de passeio turístico. Na trama, esse passeio é interrompido por Nick Fury (Samuel L. Jackson), que não só sabe que Peter é o Aranha como o alista numa missão. O filme ainda contará com participações de Maria Hill (Cobie Smulders) e Happy Hogan (Jon Favreau), novos uniformes aracnídeos (cortesia da SHIELD), “monstros” elementais e a estreia do vilão Mysterio (Jake Gyllenhaal). E o detalhe é que Mysterio entra em cena como “Sr. Beck” para lutar ao lado do herói. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Wagner Moura diz que corre risco de vida no Brasil
O ator Wagner Moura (“Narcos”), afirmou que está com medo de viver no Brasil. “Pela primeira vez na minha vida, eu sinto que estou correndo risco”, disse ele ao jornal australiano Daily Telegraph. “Sempre que vou para o Rio de Janeiro ou para São Paulo, preciso tomar muito cuidado. É de partir o coração”, desabafou o ator, referindo-se à ameaças derivadas da polarização política do país. Moura está na Austrália para participar do júri do Festival de Sydney, que começou na quarta-feira (5/6) e segue até o próximo domingo (16). Além disso, o festival vai apresentar, fora da disputa, sua estreia como diretor e roteirista de cinema: “Marighella”, sobre a vida do escritor e guerrilheiro Carlos Marighella (1911-1969), que continua inédito no Brasil. Na época da exibição do filme no Festival de Berlim, em fevereiro, o longa recebeu críticas do presidente Jair Bolsonaro e foi alvo de trolls da internet, que o atacaram em sites de cinema americanos, embora o filme não tivesse sido exibido nos Estados Unidos e ainda não possua lançamento previsto no Brasil. “Eu estava preparado para que o filme dividisse a população e para as críticas, mas não esperava que a distribuidora não tivesse coragem de lançá-lo”, comentou Moura ao jornal australiano. Os comentários do ator contrastam com declaração que ele deu em janeiro, durante entrevista ao programa “Cinejornal”, do Canal Brasil, em que repercutiu a decisão do ex-deputado Jean Wyllys de deixar o país após receber ameaças de morte. “Na minha frente ninguém nunca fez nada e eu não sei como reagiria se o fizessem. Mas eu não tenho medo não”, falou na ocasião, sobre supostas ameaças que estaria recebendo por “Marighella”. Apesar de sua preocupação, Moura ressaltou que isso não vai impedi-lo de voltar ao pais. Entretanto, sua agenda atual só contempla produções americanas, todas rodadas no exterior: a minissérie “Sergio”, da Netflix, sobre o diplomata brasileiro Sergio Moreira Mello, e os filmes “Wasp Network”, do francês Olivier Assayas, e “Sweet Vengeance”, de Brian De Palma.
Luce: Filme mais comentado do Festival de Sundance ganha trailer tenso
O estúdio indie Neon divulgou o primeiro trailer de “Luce”, drama tenso estrelado por Naomi Watts e Octavia Spencer, que se tornou o filme mais comentado do último Festival de Sundance, com 94% de aprovação no site Rotten Tomates. Watts e Spencer, que já tinham trabalhado juntas anteriormente na saga sci-fi “Divergente”, vivem respectivamente a mãe adotiva e a professora de Luce, um jovem nascido na Eritreia, país dilacerado pela guerra civil na África, que cresce para se tornar um estudante modelo no interior dos EUA. Sem traumas aparentes e feliz com sua família branca, Luce parece ter uma vida perfeita até a professora (Spencer) desconfiar que ele não é tão exemplar quando os pais imaginam. Ao receber uma dissertação política alarmante, ela transforma radicalmente sua visão do aluno, que deixa de ser seu aluno favorito para se tornar seu pior pesadelo. O elenco ainda destaca Tim Roth (“Os Oito Odiados”) como pai adotivo e Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) como o personagem-título. “Luce” foi escrito por J.C. Lee (roteirista da série “How to Get Away with Murder”), adaptando uma peça que ele mesmo escreveu, e tem direção de Julius Onah (“O Paradoxo Cloverfield”). A estreia comercial está marcada para 2 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.












