Edson Celulari vai virar diretor de cinema
O ator Edson Celulari (da novela “O Tempo Não Para”) vai dirigir seu primeiro longa-metragem no ano que vem. O filme, que também será estrelado por ele, é baseado numa história do cineasta e roteirista Paulo Nascimento sobre um pai e uma filha que decidem fazer uma viagem pela América Latina para se aproximar. A informação é da coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, que não traz mais detalhes. Curiosamente, Celulari não costuma atuar em muitos filmes. Neste século, foram apenas dois. Ele focou sua carreira na TV. Tanto que já trabalhou com Nascimento numa série: “Animal”, em 2014 no canal pago GNT. Os dois também colaboraram num dos raros filmes recentes de Celulari, “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos”, de 2018.
A Vida Invisível é o filme escolhido para representar o Brasil no Oscar 2020
O filme “A Vida Invisível”, do diretor Karim Aïnouz, foi escolhido pela ABC (Academia Brasileira de Cinema) para representar o Brasil na disputa de uma vaga no Oscar 2020. O longa escolhido vai concorrer a uma indicação na categoria de Melhor Filme Internacional (novo nome da categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira) na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta terça (27/8) na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Segundo Anna Mulayert, diretora da comissão da ABC, a escolha foi acirrada e se deu por diferença mínima de votos. “Estamos felizes com a qualidade dos filmes inscritos, com três filmes que estiveram em Cannes. Houve uma discussão de alto nível. Não houve unanimidade, embora todos tenham gostado do filme escolhido”, comentou a cineasta. “A Vida Invisível” foi a escolha de cinco votantes, enquanto “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho, foi o 2º colocado com quatro. Muylaert revelou que um grupo de votantes desejava passar uma mensagem política mais forte, escolhendo “Bacurau”, enquanto outros priorizavam a viabilidade do escolhido para o Oscar. Ao contrário deste raciocínio, nos últimos anos, a Academia tem privilegiado escolhas mais politizadas, conforme demonstram as vitórias do iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, em 2017, num protesto contra a política migratória do presidente Trump, o chileno “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio, em 2018, a favor da causa LGBTQIA+, e o mexicano “Roma”, de Alfonso Cuarón, em 2019, filmado em preto e branco e centrado numa empregada pobre e descendente de indígenas, num tom de inclusão social. “A Vida Invisível”, porém, também é socialmente engajado, já que sua temática é feminista. A trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos. Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado, mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Os cinco membros que preferiram “A Vida Invisível” citaram preocupações como o levantamento de verba para o lançamento e divulgação de “Bacurau” nos Estados Unidos. Vencedor do troféu de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, o filme de Karim Aïnouz tem produção da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, que já disputou o Oscar de Melhor Filme com “Me Chame pelo Seu Nome”. Além disso, fechou distribuição nos Estados Unidos com a Amazon, que deve investir alto para dar visibilidade à produção. Em setembro, “A Vida Invisível” terá a sua primeira exibição na América do Norte, no Festival de Toronto. A seleção, porém, frustra mais uma vez o cineasta Kleber Mendonça Filho, que novamente apareceu com um filme favorito, “Bacurau”, e voltou a ser preterido. Em 2017, seu filme “Aquarius” perdeu a indicação para “Pequeno Segredo”, de David Shürmann, e, na ocasião, a escolha foi considerada política, devido a um protesto de Mendonça Filho e sua equipe contra o “golpe” (nome dado pela esquerda ao Impeachment de Dilma Rousseff) no tapete vermelho do Festival de Cannes. A atual presidente da comissão da ABC, Anna Muylaert chegou a ridicularizar o “Pequeno Segredo”, chamando-o de “O Pequeno Golpe”, “dirigido por Michel Temer e cia”. Importante destacar ainda que apenas 12 filmes se inscreveram para disputar o Oscar 2020, num período em que cerca de 150 produções nacionais foram lançadas. No ano passado, quando “O Grande Circo Místico” foi escolhido, 22 produções participaram da disputa. A grande diferença causa estranheza. Ainda mais que um dos favoritos, “Amor Divino”, de Gabriel Mascaro, não participou da seleção. Premiado em festivais internacionais e com 100% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes, “Amor Divino” tem potencial mais polêmico que “Bacurau”, ao mostrar o Brasil do futuro como uma nação subjugada pela extrema direita evangélica, que proibiu até o carnaval. Era provavelmente o representante que mais desagradaria Jair Bolsonaro, primeiro presidente brasileiro ativamente envolvido na censura de obras culturais desde a ditadura militar no país. A escolha de “A Vida Invisível” não significa que o filme brasileiro concorrerá ao Oscar. Apenas que este será o título enviado aos organizadores do prêmio para representar o Brasil numa relação de filmes de todo o mundo. A lista completa passará a seguir por uma triagem de um comitê da Academia, que divulgará uma relação dos melhores, geralmente nove pré-selecionados, no final do ano. Dentro desses, cinco serão escolhidos para disputar o Oscar. Os indicados ao Oscar 2020 serão divulgados no dia 13 de janeiro e a premiação está marcada para o dia 9 de fevereiro, em Los Angeles.
Netflix inclui Neymar no elenco de La Casa de Papel
O jogador Neymar Jr., que não atua numa partida de futebol desde maio e não usa as redes sociais para promover qualquer coisa que não seja a si mesmo, seus parças, sua família e seus contratos comerciais, foi ao Instagram divulgar sua entrada na Netflix. Ele gravou pequenas participações na série “La Casa de Papel”, que foram incluídas num relançamento da produção em streaming nesta terça (27/8). No post do Instagram, ele demonstrou orgulho pelo trabalho. “Eu pude realizar meu sonho e fazer parte da minha série favorita. E agora eu posso compartilhar o João com todos vocês! Gracias”, escreveu, ao lado de um vídeo em que se mostra mascarado. Veja abaixo. Gravadas no primeiro semestre do ano na Espanha, as cenas foram adicionadas aos episódios de número 6 e 8 da Parte 3 da produção. Em ambas as cenas, Neymar contracena com Berlim (Pedro Alonso) e o Professor (Álvaro Morte). O encontro do trio serve para entregar uma revelação bombástica. O convite para participação do atleta do Paris Saint-Germain partiu dos próprios criadores da série, que sabiam que ele era fã. Essa não é a primeira performance do jogador como “ator” numa produção internacional. Em 2017, ele chegou a participar de “xXx Reativado”, de Vin Diesel. Na ocasião, Neymar apareceu como ele mesmo. Dessa vez, porém, é diferente. Em “La Casa de Papel”, o jogador interpreta João, um monge brasileiro. Mas o que é motivo de orgulho para Neymar quase virou vergonha para a Netflix, porque na véspera da data prevista para o lançamento da série, Neymar foi acusado de estupro pela modelo Najila Trindade. Na ocasião, o serviço de streaming resolveu retirar as cenas do jogador da trama. Mas, após o arquivamento do caso por falta de provas, a empresa, o atleta e os criadores da série decidiram finalmente levar ao público o que estava pronto há meses. Vale lembrar que a divulgação da Parte 3 incluía uma peça de marketing ligada a futebol, num teaser da participação do jogador. Na imagem, o Professor aparecia ao lado de seus discípulos no meio de um estádio de futebol. “Com um time desses, eu jogava qualquer jogo”, dizia o texto, publicado na conta da Netflix no Instagram. Neymar também chegou a postar uma foto ao lado de astros da série, Jaime Lorente e Maria Pedraza. Os capítulos disponibilizados originalmente em 19 de julho foram substituídos no catálogo serviço de streaming pelas novas versões com Neymar. A Parte 3 da série bateu recordes de audiência em vários países, como Espanha, França, Itália, Argentina, Chile e Brasil, segundo informações da própria plataforma. Nestes mercados, tornou-se a produção original da Netflix mais assistida em todos os tempos, superando inclusive séries faladas em inglês. A Netflix já confirmou a produção da Parte 4, que ainda não tem previsão de estreia. Já Neymar segue passando recibo de alienado, ao contrário do capitão da Seleção Brasileira, Daniel Alves, o francês Kylian Mbappé, seu colega de PSG e Melhor Jogador da última Copa do Mundo, o português Cristiano Ronaldo, Melhor Jogador do Mundo, e até sua ex-namorada Bruna Marquezine, cujas mensagens mais recentes do Instagram são manifestações sobre o incêndio da floresta amazônica. Ver essa foto no Instagram Eu pude realizar meu sonho e fazer parte da minha série favorita. E agora eu posso compartilhar o João com todos vocês ! Gracias @lacasadepapel! #LCDP3 #nuevofichaje #lacasadepapel Uma publicação compartilhada por 3n310ta ?? ? neymarjr (@neymarjr) em 27 de Ago, 2019 às 9:15 PDT
John Travolta confunde drag queen com Taylor Swift na premiação de clipe do ano da MTV
John Travolta cometeu uma gafe durante a premiação do VMA (Video Music Awards) da MTV, que aconteceu na noite de segunda (26/8) em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ao anunciar Taylor Swift como vencedora da categoria de Melhor Vídeo do ano por “You Need to Calm Down”, o ator confundiu a cantora com a drag queen Jade Jolie, do programa “RuPaul’s Drag Race”, que interpreta Taylor no clipe premiado. Ela subiu ao palco junto com outras artistas que participaram do vídeo e o astro de “Embalos de Sábado à Noite” e “Pulp Fiction” tentou entregar o prêmio para ela, que elegante e discretamente recusou a estatueta. Mais tarde Travolta se defendeu, dizendo que as duas têm feições semelhantes e por isso cometeu o erro. O detalhe é essa não é a primeira vez que ele comete um deslize indelicado. No Oscar de 2015, ele anunciou um número musical de “Frozen” e inventou que Idina Menzel se chama “Adele Dazeem”, ao dizer o nome da intérprete. Claramente se trata de um problema de visão. Ele teve problemas para ler o teleprompter da Academia com o nome de Menzel e em perceber que a drag queen não era realmente Taylor Swift. Apesar disso, Taylor Swift recebeu seu prêmio e aproveitou o instante no palco do evento para pedir que a Casa Branca assinasse a petição Equality Act em apoio aos direitos LGBTQIA+. “No final desse vídeo teve uma petição para o Equality Act, que basicamente diz que todos nós merecemos direitos iguais perante a lei. Eu quero agradecer a todos que apoiaram a petição, porque agora ela tem meio milhão de assinaturas, isso é cinco vezes mais do que é preciso para obrigar uma resposta da Casa Branca”, disse a cantora. Veja abaixo a gafe e um trecho do discurso engajado da cantora. E confira aqui a lista completa dos vencedores do VMA 2019.
Clipe de Taylor Swift vence o MTV Video Music Awards 2019
A MTV realizou sua premiação tradicional de clipes na noite de segunda-feira (26/8) em Nova Jersey, nos Estados Unidos. E o grande vencedor do VMA (Video Music Awards) 2019 foi “You Need to Calm Down”, de Taylor Swift. O vídeo, codirigido pela própria cantora, critica o assédio online, motivado por machismo, homofobia, raiva ou simples obsessão, pregando mais tolerância entre as pessoas. Veja o clipe aqui. A produção é repleta de participações especiais. Diversos ícones LGBTQIA+ dos Estados Unidos fazem participações e poses para a câmera, entre eles os apresentadores Ellen DeGeneres e RuPaul, a atriz Laverne Cox (de “Orange Is The New Black”), o ator Billy Porter (da série “Pose”) e o cantor Adam Lambert. E, para completar, Katy Perry també aparece para abraçar Taylor e encerrar a briga pública entre as duas. Por conta disso, “You Need to Calm Down” também venceu a categoria de Melhor Clipe com Mensagem. “You Need To Calm Down” foi o segundo clipe do novo álbum de Taylor, “Lover”. O primeiro foi “Me!”, lançado em abril com participação de Brendon Urie, da banda Panic! At The Disco, que também foi premiado no evento – Melhores Efeitos Visuais. Taylor Swift ainda abriu o VMAs com uma apresentação de “You Need to Calm Down” e “Lover”. Por “coincidência”, outros artistas premiados também cantaram no evento, entre eles Camila Cabello e Shawn Mendes, Normani, Rosalía, J Balvin, Lil Nas X, os os Jonas Brothers, que voltaram aos palcos do VMA após 11 anos, e Missy Elliott, que recebeu o MTV Vanguard Award, a principal homenagem da noite, por sua carreira. Dentre os premiados, Ariana Grande (Artista do Ano), Billie Eilish (Revelação do Ano) e BTS (Grupo do Ano) também tiveram destaque. E Lil Nas X ficou com o prêmio de Música do Ano por “Old Town Road”. Veja abaixo a lista completa dos vencedores. Vídeo do Ano: Taylor Swift – “You Need To Calm Down” Música do Ano: Lil Nas X – “Old Town Road” (Remix feat. Billy Ray Cyrus) Artista do Ano: Ariana Grande Melhor Colaboração: Camila Cabello e Shawn Mendes – “Señorita” Melhor Grupo: BTS Artista Revelação: Billie Eilish Clipe com Mensagem: Taylor Swift – “You Need To Calm Down” Artista Push: Billie Eilish Música do Verão: Ariana Grande – “Boyfriend” (feat. Social House) Melhor Vídeo de K-Pop: BTS feat. Halsey – “Boy With Luv” Melhor Vídeo de Hip-Hop: Cardi B – “Money” Melhor Clipe Latino: Rosalía feat. J.Balvin – “Con Altura” Melhor Clipe Pop: Jonas Brothers – “Sucker” Melhor Vídeo Eletrônico: The Chainsmokers ft. Bebe Rexha – “Call You Mine” Melhor Vídeo de Rock: Panic! At The Disco – “High Hopes” Melhor Vídeo de R&B: Normani ft. 6lack – “Waves” Melhor Hino: Megan Thee Stallion ft. Nicki Minaj & Ty Dolla $ign “Hot Girl Summer” Melhor Direção de Arte: Ariana Grande – “7 Rings” Melhor Edição: Billie Eilish – “Bad Guy” Melhor Cinematografia: Shawn Mendes & Camila Cabello – “Señorita” Melhores Efeitos Visuais: Taylor Swift ft. Brendon Urie of Panic! At The Disco – “ME!” Prêmio Vanguarda (homenageada da noite): Missy Elliott
Mark Ruffalo dá as boas-vindas à “prima” Mulher-Hulk no universo da Marvel Studios
O ator Mark Ruffalo foi ao Twitter dar as boas-vindas à Mulher-Hulk (She-Hulk) no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A série da personagem foi anunciada durante a D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, que aconteceu no fim de semana passado em Anaheim, na Califórnia. Ruffalo interpreta Bruce Banner/Hulk no MCU e, caso a série de She-Hulk seja fiel aos quadrinhos, deverá fazer uma participação especial no piloto da atração. Afinal, a advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner (o Hulk), só se transforma numa versão feminina do Hulk ao receber uma transfusão de sangue de Banner. Mulher-Hulk foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores. Diferente do primo, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, já que mantém sua inteligência durante a transformação. A série foi anunciada junto com as produções de outras duas atrações, “Cavaleiro da Lua” e “Ms. Marvel”, para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), que vai chegar em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia, e apenas em 2020 no Brasil. Welcome to the @MarvelStudios family, She-Hulk! ??? https://t.co/cdUcRTQSn6 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) August 27, 2019
Viola Davis vai viver Michelle Obama em série de TV
A atriz Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) vai interpretar Michelle Obama em “The First Lady”, série do canal pago americano Showtime sobre três primeiras damas da história dos Estados Unidos. Além da mulher de Barack Obama, a primeira temporada vai focar também nas vidas de Eleanor Roosevelt (1884-1962), esposa de Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), e de Betty Ford (1918-2011), mulher de Gerald Ford (1913-2006). “Estou orgulhosa de trazer aos holofotes essas mulheres corajosas e extraordinárias!”, escreveu Davis em sua conta no Twitter. Além de estrelar a série, a atriz também vai produzir o projeto, desenvolvido pelo escritor Aaron Cooley (“Best. Worst. Weekend. Ever.”). Atualmente, Davis também está produzindo adaptações da peça “O Beijo no Asfalto”, do escritor brasileiro Nelson Rodrigues, para a Broadway e outras mídias nos Estados Unidos.
Trump desativa serviço de apoio a imigrantes após número ser divulgado em Orange Is the New Black
Um número de emergência para imigrantes detidos nos EUA pelo ICE (Immigration and Customs Enforcement, agência de segurança de imigração do país) foi desativado menos de duas semanas depois de ser divulgado pela série “Orange Is the New Black”. Segundo Christina Fialho, advogada do Freedom for Immigrants, uma ONG que luta por direitos dos imigrantes, a desativação é um ataque direto do governo de Donald Trump aos esforços para monitorar a ação do ICE, acusado de usar violência excessiva e deter imigrantes em centros com condições desumanas. “Eles estão tentando silenciar seus críticos, e impedir as pessoas detidas de se conectar com comunidades do lado de fora”, disse a advogada à revista The Hollywood Reporter. “É desapontador, mas não inesperado, que a ICE de Trump se comporte de forma tão cruel e antidemocrática”. O número de emergência estava ativo desde 2013. Na temporada final de “Orange Is the New Black”, lançada pela Netflix em 26 de julho, Gloria Mendoza (Selenis Levya) ajuda alguns imigrantes detidos ao divulgar o número, mas avisa: “Você precisa tomar cuidado. Aparentemente, assim que o Big Brother [o governo] descobrir que estamos usando o número, eles vão derrubá-lo”. Na semana passada, representantes da Freedom for Immigrants mandaram uma carta para a ICE exigindo a restauração do número de emergência. Membros do Congresso norte-americano, além de produtores e atores de “Orange Is the New Black”, assinaram o documento em apoio. A última temporada da série de prisioneiras da Netflix mostrou que o tratamento dos imigrantes ilegais detidos pelo governo Trump é pior que o dispensado aos presidiários nos Estados Unidos.
Cachorro vira-lata de A Dama e o Vagabundo ia ser sacrificado antes de virar astro de cinema
O cão vira-lata que protagoniza a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” quase foi sacrificado em um abrigo de animais abandonados. De acordo com informações do site norte-americano TMZ, o terrier mestiço Monte, de dois anos, estava na fila de eutanásia quando foi resgatado por uma ONG em Phoenix, no estado do Arizona. O cachorrinho condenado a morte acabou contando com dose dupla de sorte ao chamar atenção do adestrador de animais escalado pela Disney para selecionar os animais do filme, durante visita a ONG onde o terrier estava. Segundo o TMZ, o adestrador teria passado sete dias treinando o cão e ficou surpreso com seu desempenho. O cão se saiu tão bem que acabou adotado pelo seu treinador, que se comprometeu a não abandoná-lo após as filmagens, o que, infelizmente, é algo que ainda acontece em Hollywood após os animais terminarem seus trabalhos em filmes. Monte vive atualmente com um bebê guaxinim na casa de seu tutor. Já a nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020. Veja o trailer aqui.
Lucy in the Sky: Natalie Portman é astronauta em novo trailer
A Fox Searchlight divulgou o segundo trailer de “Lucy in the Sky”, em que Natalie Portman (“Cisne Negro”) vive uma astronauta. A prévia é repleta de imagens surreais, que evocam a lisergia associada ao título da música dos Beatles que batiza o filme (e embala a trilha) e também o estilo narrativo de Noah Hawley. O criador da série “Legion” faz sua estreia como diretor de cinema nesta produção. No filme, Lucy (Portman) vai do êxtase no espaço ao tédio na Terra, tendo dificuldades para se readaptar ao cotidiano com o marido após ver as estrelas mais de perto. Envolvida num caso com um colega astronauta, vivido por Jon Hamm (de “Mad Men”), ela começa a alimentar a paranoia de estar sendo perseguida por ser mulher e passa a falhar nos testes de preparação para novos voos. A história foi inspirado no drama de uma astronauta real, Lisa Novak, que teve problemas psicológicos após voltar de uma missão no espaço em 2007, chegando a sequestrar a nova parceira de um ex-amante. O elenco também inclui Dan Stevens, protagonista de “Legion”, como o marido de Lucy, além de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Ellen Burstyn (“Réquiem Para um Sonho”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Pearl Amanda Dickson (outra vista em “Legion”). A première vai acontecer no Festival de Toronto e a estreia está marcada para 4 de outubro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão de lançamento nacional. A Fox do Brasil não divulgou nenhum material da produção.
Trailer completo de American Horror Story: 1984 mistura Sexta-Feira 13, Halloween e Massacre da Serra Elétrica
O canal pago FX divulgou o primeiro trailer completo de “American Horror Story: 1984”, que apresentam a temática retrô da 9ª temporada da antologia de terror. Com visual dos anos 1980 e serial killer mascarado, a prévia é uma grande homenagem aos filmes do gênero slasher, com recriações de cenas icônicas de “O Massacre da Serra Elétrica” (1974), “Halloween” (1978) e “Sexta-Feira 13” (1980) passados em acampamentos de férias com adolescentes fogosos, que foram febre após o sucesso de “Sexta-Feira 13” (1980). Curiosamente, não é a primeira vez que essas referências viram série. O canal pago americano Freeform chegou a exibir “Dead of Summer” em 2016. Mas a série dos criadores de “Once Upon a Time”, Adam Horowitz e Edward Kitsis, foi cancelada na 1ª temporada. A versão “American Horror Story” dessa história reúne alguns veteranos da série de antologia, como Emma Roberts, Cody Fern, Billie Lourd e Leslie Grossman. E entre as novidades, o maior destaque é Matthew Morrison, que estreia no terror após estrelar outra série famosa de Ryan Murphy, “Glee”. Os demais novatos são o esquiador olímpico Gus Kenworthy, DeRon Horton (de “Cara Gente Branca”), Zach Villa (“Shameless”) e a atriz transexual Angelica Ross, que também faz parte da família de séries de Murphy, vinda de “Pose”. “American Horror Story: 1984” estreia em 18 de setembro nos Estados Unidos. A atração também é exibida pelo FX no Brasil.
Teaser legendado de Star Wars: A Ascensão Skywalker mostra Rey do mal
A Disney divulgou o primeiro teaser legendado de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que tinha sido exibido na D23 Expo, a “Comic Con” do estúdio que aconteceu no fim de semana em Anaheim, na Califórnia. Com cenas de toda a saga, a prévia promete a conclusão da história de uma geração e conclui com a imagem de Rey (Daisy Ridley) do mal, com capuz e sabre de luz vermelho (característicos dos Sith, as contrapartes malignas dos Jedi) com lasers dos dois lados. O filme encerra não apenas uma trilogia, mas a saga principal da franquia, e justamente por isso o mistério em torno desta produção é maior do que nunca. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Japão escolhe animação para disputar o Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional
O Japão fez uma escolha inusitada para disputar uma vaga às indicações do Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional (categoria antigamente conhecida como Melhor Filme de Língua Estrangeira). O comitê responsável pela seleção japonesa escolheu “Weathering With You”, de Makoto Shinkai, como representante do país na disputa, que geralmente inclui dramas premiados em festivais internacionais. Neste ano, por exemplo, o candidato japonês foi “Assunto de Família”, de Hirokazu Kore-eda, que venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Makoto Shinkai é o diretor de “Seu Nome” (Your Name), que bateu recordes de bilheteria, tornando-se o desenho de maior sucesso da história do cinema do Japão em 2016. Seu novo filme também lida com elementos sobrenaturais, ao acompanhar um garoto que, ao fugir para Tóquio, faz amizade com uma garota que parece poder manipular o clima. O tema das mudanças climáticas, numa metáfora da situação do mundo atual, ajudou o novo filme a repetir o sucesso do anterior no Japão, arrecadando mais de US$ 100 milhões nas bilheterias locais. Ainda que pouco usual, não é a primeira vez que o Japão escolhe um longa animado para buscar uma vaga na categoria internacional do Oscar. Em 1998, o país foi representado pelo clássico “Princesa Mononoke”, do mestre Hayao Miyazaki, que quatro anos depois venceria o Oscar de Melhor Animação por “A Viagem de Chihiro”. “Weathering With You” terá sua première norte-americana no Festival de Toronto, em 8 de setembro. O filme não tem previsão de lançamento no Brasil.












