Friends ganha trailer para exibição de aniversário no cinema
A Warner divulgou um trailer legendado do aniversário de 25 anos da série “Friends”, que será comemorado nos cinemas. Para celebrar a data, 12 episódios da série ganharão exibição na rede Cinemark entre os dias 14 e 16 de outubro. São quatro episódios por noite, selecionados entre a 1ª e a 6ª temporadas. A série completou 25 anos em 22 de setembro, data em que o primeiro episódio foi ao ar na rede NBC, em 1994, dando origem ao fenômeno de audiência que rendeu dez temporadas até 2004. Protagonizada por Courteney Cox, Matthew Perry, Jennifer Aniston, David Schwimmer, Lisa Kudrow e Matt LeBlanc, “Friends” também foi sucesso de crítica. Ganhou seis prêmios Emmy e um Globo de Ouro. E, resistindo à passagem do tempo, segue como destaque no catálogo atual da Netflix, onde figura como uma das atrações mais vistas em streaming 15 anos após fim. Por ainda render maratonas e continuar a ser descoberta pelas novas gerações, também foi apresentada como carro-chefe da HBO Max, plataforma da WarnerMedia que será lançada em 2020.
The Turning: Terror com ator mirim de Stranger Things ganha primeiro trailer
A Universal divulgou o pôster, três fotos e o primeiro trailer de “The Turning”, nova versão de um clássico do terror gótico americano. A prévia recria, com efeitos modernos, atores mirins famosos e clima de “Invocação do Mal”, uma das histórias de fantasmas mais conhecidas de todos os tempos. Baseada em “A Volta do Parafuso”, de Henry James, a produção conta a história de uma jovem governanta, que aceita cuidar de crianças numa mansão afastada e logo passa a acreditar que o comportamento delas é influenciado por uma assombração na residência. A governanta é vivia por Mackenzie Davis (heroína do vindouro “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) e as crianças são Finn Wolfhard (o Mike de “Stranger Things”) e Brooklynn Prince (a revelação de “Projeto Flórida”). O clima de “Invocação do Mal” se deve ao fato de a adaptação ser escrita justamente pelos autores do terror de 2013, os irmãos gêmeos Chad e Carey Hayes. Já a direção é da italiana Floria Sigismondi, conhecida por clipes musicais (de David Bowie a Dua Lipa), que estreou no cinema com “The Runaways: Garotas do Rock” (2010). Para completar, Steven Spielberg é um dos produtores – já que é dele o estúdio original da produção, DreamWorks. A estreia está marcada para 24 de janeiro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Prodigal Son é primeira série da fall season a confirmar temporada completa
“Prodigal Son” é a primeira série estreante do outono norte-americano a garantir a produção de uma temporada completa. Duas semanas após sua estreia, a atração criminal estrelada por Michael Sheen (“Masters of Sex”) e Tom Payne (“The Walking Dead”) recebeu a encomenda de nove capítulos adicionais, completando os 22 episódios que caracterizam uma temporada integral na TV aberta americana. Produzida por Greg Berlanti, o produtor com mais séries no ar atualmente e em todos os tempos, “Prodigal Son” foi a série novata de maior público entre os lançamentos da temporada, vista por 4 milhões de telespectadores ao vivo na rede Fox, com 0,96 ponto na audiência qualificada. Com gravações digitais, reprises e streaming oficial, o número cresceu 80%, atingindo 7,3 milhões ao todo e 1,8 ponto na medição da consultoria Nielsen. Criada por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception” na temporada passada, a série tem grande influência de “Hannibal” e do filme “O Silêncio dos Inocentes”, ao trazer Tom Payne como um psicólogo forense que ajuda a polícia a capturar serial killers, graças à seu conhecimento íntimo sobre como eles pensam. Esta especialidade é resultado de uma experiência traumática: a descoberta, na infância, de que seu pai (Michael Sheen) era um psicopata famoso, o serial killer conhecido como Cirurgião, que lhe dá dicas sobre como psicopatas pensam, em encontros na prisão. Além dos casos da semana, a série vai se focar no relacionamento do personagem do protagonista com seu pai, que está preso após assassinar brutalmente mais de 20 pessoas. Os outros membros da família do “filho pródigo” são uma mãe manipuladora, vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). O elenco também inclui Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”), Frank Harts (“The Path”) e Keiko Agena (“The First”).
Batwoman tem uma das melhores estreias da rede The CW
A série “Batwoman” teve uma das melhores estreias recentes da rede The CW no domingo passado (6/10), quando foi assistida por 1,8 milhão de telespectadores ao vivo e registou 0,5 ponto entre a audiência qualificada (adultos). Os números foram considerados um começo sólido para a produção, que traz Ruby Rose (“Megatubarão”) no papel de uma super-heroína lésbica. Em termos de comparação, a atração baseada nos quadrinhos da DC Comics atraiu muito mais público que os dois programas lançados na CW no ano passado, “Roswell, Nex Mexico” (1,5 milhão e 0,35 ponto) e “Legacies” (1,1 milhão e 0,29). A audiência também ficou acima da média de “The Flash”, série mais assistida do canal, que na temporada anterior registrou 1,7 milhão de telespectadores ao vivo por episódio. Para completar, ajudou “Supergirl”, exibida logo em seguida, a atingir 1,3 milhão de telespectadores e uma média de 0,4 ponto, contagem acima da média nas duas métricas em comparação com a temporada anterior da atração. Não há previsão para a estreia de “Batwoman” no Brasil.
Carta para Além dos Muros é antídoto para descaso do governo com a saúde brasileira
A narrativa do HIV/AIDS no cinema é repetidas vezes marcada pelo melodrama. Há uma dor e um luto naturais, causado pelo medo e pelo horror de quem viveu a epidemia de perto. Por isso mesmo, filmes de diferentes épocas captam essa angústia de um vírus que dizimou uma geração. “Meu Querido Companheiro” (Norman René, 1989), “Filadélfia” (Jonathan Demme, 1993) e “The Normal Heart” (Ryan Murphy, 2014), por exemplo, eram filmes para chorar, do tipo que encaravam o vírus pela ótica da perda. O francês “120 Batimentos por Minuto” (Robin Campillo, 2018) já opta por um novo olhar: o da luta. Reconstruindo a história do grupo ativista Act Up, o filme traz luz sobre os personagens que lutaram por tratamento digno e por pesquisas na área. É sobre essa mesma ótica que chega agora aos cinemas brasileiros o documentário “Carta para Além dos Muros”, de André Canto. O longa-metragem cita e relembra personagens pontuais que morreram por causa do HIV/AIDS, porém a perspectiva de Canto é muito mais de captar as histórias em torno do espectro e do estigma carregado pelo HIV. Em cerca de uma hora e meia, vemos um retrospecto de toda a luta de ativistas, ONGs e médicos pelo tratamento digno e pelo respeito aos pacientes, bem como as lutas pelo tratamento pleno da doença no SUS e as disparidades de acesso a essas informações. “Carta para Além dos Muros” se utiliza de personalidades diversas, como o médico Dráuzio Varella, o cineasta Jean-Claude Bernardet, o jornalista João Silvério Trevisan e ativistas como Lucinha Araújo (mãe de Cazuza) e Gabriel Estrela, todos a favor de um diálogo aberto e sem firulas sobre o tema. De formato clássico, o documentário de André Canto é bastante didático em seus discursos e isso não é um defeito em nosso cenário atual. Em 2019, o governo Bolsonaro diminuiu o status do departamento de combate ao HIV do Ministério da Saúde, transformando-o apenas em uma pasta do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Além disso, o governo deletou as redes sociais desse mesmo departamento, apagando da internet inúmeros materiais informativos e de prevenção. Nesse cenário, as campanhas de prevenção seguem cada vez mais diminutas e as tensões religiosas têm tornado a educação sexual um campo minado. Em contrapartida, dados do Ministério da Saúde divulgados no ano passado mostram que de 2007 a 2017, subiu de 3 para 7 o número de casos de HIV por 100 mil habitantes entre jovens do sexo masculino de 15 a 19 anos. Segundo dados da ONU, o Brasil registrou 53 mil novos casos de HIV só em 2018! Esses novos casos atingem uma população jovem: homens gays, homens e mulheres trans, mulheres negras e uma população que é sempre marginalizada pelos meios de informação e pelo atendimento de saúde. Num novo cenário, em que temos no Brasil um tratamento de referência mundial para o HIV, bem como novos meios de prevenção, como a PEP e a PrEP, é surreal pensar que uma grande parcela da população, por exemplo, não sabe nem mesmo a diferença entre HIV e AIDS. “Carta para Além dos Muros”, nesse cenário, é um alento de informação e conhecimento, tudo sem apelar para o terrorismo ou o alarde. Precisamos urgentemente falar sobre o HIV, mas não com o medo de uma epidemia letal, mas sim com as informações necessárias para compreendermos uma doença crônica com tratamento contínuo, assim como compreendemos outras doenças crônicas como o Diabetes e a hipertensão. As gerações que não enfrentaram o pânico do HIV não devem viver mais com esse imaginário monstruoso: é preciso desmistificar preconceitos e expandir horizontes. O estigma não pode mais ser um véu que obscurece essa discussão. A recomendação é que se assista “Carta para Além dos Muros” no cinema e que se faça esse filme circular por mais e mais lugares. Este é o tipo de documentário necessário, que deve ser visto pela comunidade LGBT, mas também por jovens negros de periferia, homens heterossexuais, mães e pais de jovens, professores, profissionais de saúde, entre outros. Vejam e falem sobre isso!
Atlantique: Aposta internacional da Netflix para o Oscar 2020 ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Atlantique”, sua aposta para o Oscar de Melhor Filme Internacional. O drama senegalês tem direção de Mati Diop, primeira mulher negra a competir em Cannes, e acabou vencendo o Grande Prêmio do Júri do festival francês, considerado o 3ª lugar da premiação. O filme tem temática imigratória, mas também adentra uma abordagem sobrenatural do romance de seus protagonistas. A história acompanha um casal de namorados do Senegal, Ada (Mame Bineta Sane) e Souleiman (Traore), que se separam depois que o rapaz tenta a sorte em uma travessia a barco para a Europa. Misteriosamente, ele começa a ser visto na cidade após sumir no mar e é até acusado de ter causado um grande incêndio, justamente na véspera de casamento de Ada com um homem mais velho. Mas quando ela finalmente começa a vê-lo, a aparição do jovem pode ser sinal de algo muito diferente. A franco-senegalesa Mati Diop é sobrinha de um dos diretores mais importantes do continente africano, Djibril Diop Mambéty (do clássico “Touki Bouki”, de 1973, e “Hienas”, que participou do Festival de Cannes de 1992). Curiosamente, seu filme não foi produzido pela Netflix. Proibida de disputar a competição francesa com os filmes que produz, a empresa de streaming simplesmente esperou para comprar os destaques do festival, minutos após o encerramento oficial da competição. Independente da vontade dos organizadores do evento, vai agora lançar em sua plataforma um dos filmes premiados pelo júri. “Atlantique” vai ganhar lançamento limitado nos cinemas em 21 de novembro e chegará ao streaming uma semana depois, no dia 29 de novembro.
Chuteira Preta: Amazon disponibiliza série brasileira sobre lado sombrio do futebol
A Amazon Prime Video disponibilizou nesta semana para seus assinantes uma nova série brasileira sobre o submundo do futebol. Intitulada “Chuteira Preta” (Dark Soccer, no mercado internacional), a série foi criada e dirigida pelo cineasta Paulo Nascimento (“A Oeste do Fim do Mundo”) e aborda, de forma ficcional, os elementos sombrios que têm ocasionado o declínio de carreiras promissoras de jogadores e prejuízos financeiros milionários na indústria mundial do esporte. A trama acompanha a decadência da carreira do multipremiado jogador Kadu (interpretado pelo ator Márcio Kieling). Após passagem bem-sucedida em times de Portugal e Espanha, o atleta tem um retorno desastroso ao futebol brasileiro e acaba ficando sem contrato com clubes. Mesmo assim, suas despesas financeiras não param de aumentar, pois o pai Cedenir (Kadu Moliterno), um jogador fracassado da série C, decidiu viver à custa do dinheiro do filho, e a esposa, Flávia (Karin Roepke), busca benefícios financeiros através do domínio emocional exercido sobre o jogador. Em meio ao drama de sua vida, ele decide voltar às suas raízes em campos de várzea da periferia, quando jogava com os pés descalços. Para isso, tenta ajuda do tio Jair (Nuno Leal Maia), ex-craque dos anos 1970 que não conseguiu enriquecer com a atividade. Mas os antigos conhecidos que optaram pelo crime, além da exploração religiosa, armações futebolísticas e os problemas familiares o seguem o tempo inteiro para atrapalhar seus planos para o final de sua carreira. Também integram o elenco Marcos Breda, Nicola Siri, Rafael Sieg, Maria Zilda Bethlem, Ingra Lyberato, Pedro Garcia Netto, Juan Manuel Tellategui, Cristiano Garcia e Gabrielle Fleck, entre outros. Gravada em Porto Alegre, a produção chega ao serviço de streaming com 13 episódios com áudio original em português e legendas em inglês e espanhol, e já tem 2ª temporada garantida para o próximo ano. A produção foi realizada de forma independente, via apoio do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) e da Ancine, e lançada originalmente em julho no canal pago Prime Box Brazil (com “z” mesmo). Veja abaixo o trailer feito na ocasião, para a estreia televisiva.
Helena Bonham Carter pediu benção à falecida Princesa Margaret para estrelar a série The Crown
A atriz Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) revelou um costume inusitado de sua carreira. “A primeira coisa que faço quando interpreto alguém real é pedir a sua bênção, porque existe uma responsabilidade aí”, ela disse para o jornal The Guardian. E o que acontece quando essa pessoa já é falecida, como é o caso da Princesa Margaret, que a atriz vai interpretar na 3ª e 4ª temporadas de “The Crown”? Helena Bonham Carter admitiu que procurou um médium para tentar conversar com a princesa, que morreu em 2002. “Ela disse, aparentemente, que estava feliz por eu ser a sua intérprete”, contou Bonham Carter. “Eu perguntei pra ela: ‘Você concorda que eu te interprete’? E ela disse: ‘Você é melhor do que a outra atriz [que estava concorrendo ao papel, cuja identidade não foi revelada pelos produtores da série]'”, continuou. “Isso me fez pensar que talvez ela realmente estivesse ali, porque é uma coisa clássica de Margaret dizer. Ela era muito boa em te elogiar e te colocar pra baixo ao mesmo tempo”, completou. A atriz conheceu pessoalmente a princesa. Falando com a revista Entertainment Weekly, ela revelou que seu tio era “realmente muito próximo” de Margaret, por isso conversou com ela algumas vezes. “Ela era bem assustadora”, define Bonham Carter. “A certa altura, ela me encontrou no Castelo de Windsor e disse: ‘Você está melhorando, não está?’”, recordou, presumindo que o comentário da princesa era sobre seu talento como atriz – elogiando-a e derrubando simultaneamente. Bonham Carter vai substituir Vanessa Kirby, que interpretou Margaret nas duas primeiras temporadas da série e seguiu direto para grandes produções de Hollywood – como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”. Passada nos anos 1970, a 3ª temporada de “The Crown” também trará Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) como Rainha Elizabeth II, substituindo Claire Foy, e Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip, no lugar de Matt Smith. A estreia está marcada para 17 de novembro na Netflix.
Daybreak: Versão trash adolescente do apocalipse zumbi ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o poster o trailer completo legendado de “Daybreak”, mais uma série de zumbis. A diferença é que esta é uma comédia adolescente, que acompanha um grupo de estudantes do Ensino Médio se divertindo no apocalipse. A prévia de tom bizarro parece mais uma versão colegial da série trash “Blood Drive” que um história com mortos-vivos, com muitos personagens circenses. A trama é uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Brian Ralph e foi desenvolvida por Aron Eli Coleite (produtor-roteirista de “Star Trek: Discovery”) e o cineasta Brad Peyton (de “Rampage: Destruição Total” e “Terremoto: A Falha de San Andreas”). E o elenco destaca o ator Matthew Broderick (ele mesmo, do clássico dos anos 1980 “Curtindo a Vida Adoidado”) como diretor da escola, além dos adolescentes Colin Ford (a versão jovem de Dean em “Supernatural”), Austin Crute (“Fora de Série”), Alyvia Alyn Lind (“Future Man”), Sophie Simnett (“The Lodge”), Krysta Rodriguez (“Smash”), Jade Payton (“iZombie”) e Chelsea Zhang (a Devastadora de “Titãs”). A estreia está marcada para 24 de outubro em streaming.
Carcereiros – O Filme parece thriller de ação americano em nova prévia
A Imagem Filmes divulgou dois pôsteres e o segundo trailer de “Carcereiros – O Filme”, longa derivado da série de sucesso da Globo, que traz Rodrigo Lombardi de volta ao papel do agente penitenciário Adriano. A prévia está mais para filme de ação americano que para drama prisional nacional, com muitos tiroteios, num franco contraste com a narração de ditado escolar feita por Giovanna Rispoli, no papel da filha de Adriano. Apesar do título pouco esclarecedor, a produção não é uma reedição para cinema de um par de episódios televisivos. A trama é inédita, concebida para a tela grande por Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, autores da série, e se passa ao longo de uma noite intensa. O personagem vivido por Lombardi precisa deixar seus dilemas familiares de lado com a chegada de um prisioneiro especial, Abdel (Kaysar Dadour, ex-“BBB”), um perigoso terrorista internacional, que acrescenta ainda mais tensão ao presídio, em eterna prontidão por conta da luta entre duas facções criminosas. No meio disso, armamento pesado vai parar na mão dos criminosos, que organizam uma fuga armada. O elenco também inclui Milton Gonçalves e Tony Tornado, repetindo seus papéis da série, além de Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Rômulo Braga (“Elon Não Acredita na Morte”), Jackson Antunes (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”), Rainer Cadete (“Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral”) e Bianca Müller (“O Escaravelho do Diabo”). Com direção de José Eduardo Belmonte (“Alemão”), que também trabalha na série, o filme estreia em 28 de novembro nos cinemas.
Joaquin Phoenix admite vontade de fazer mais filmes como Coringa
O ator Joaquin Phoenix está entusiasmado com a repercussão do filme “Coringa”, que no fim de semana passado se tornou a estreia de maior bilheteria de sua carreira. Em entrevista ao programa do YouTube do crítico de cinema da Rolling Stone, “Popcorn with Peter Travers”, Phoenix disse que chegou a conversar com o diretor sobre o que mais poderia ser feito com o personagem. “Sabe, eu não pensaria em Coringa como o papel dos meus sonhos. Mas agora, honestamente, não consigo parar de pensar nele”, disse. Phoenix admite que tem interesse em repetir o papel, de preferência numa continuação do mesmo diretor, Todd Phillips. “Conversei muito com Todd sobre o que mais poderíamos fazer, em geral, apenas para trabalharmos juntos, mas também, especificamente, se há algo mais que possamos fazer com o Coringa que possa ser interessante. Então, acabou sendo um papel de sonho”. Mas apesar desse interesse, o ator destacou que não sabe se há planos para uma continuação. “Não sei se há [mais o que fazer]”, disse Phoenix. Mas acrescentou: “Eu e Todd ainda estaríamos filmando agora se pudéssemos, certo? Porque parecia interminável, as possibilidades de onde podemos ir com o personagem”. No mês passado, Todd Philips descartou planos para comandar uma sequência. “A ideia continua a ser: ‘Eu farei qualquer coisa que o Joaquin (Phoenix) quiser’. E eu farei. Mas o filme não foi montado para ter uma sequência”. O sucesso do filme, que se provou um fenômeno comercial, aliado à credibilidade entre a crítica, com uma vitória no Festival de Veneza e grande favoritismo a prêmios no Oscar 2020, podem fazer a Warner considerar uma nova produção. Ou, ao menos, incorporar o Coringa de Phoenix nos próximos filmes de Batman. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Phoenix a Peter Travers, que tem 25 minutos de duração – e mostra que o ator é um piadista, quem diria. A parte sobre a possibilidade de continuação está no fim da conversa.
Robert Downey Jr. revela não querer indicação ao Oscar por Vingadores: Ultimato
Robert Downey Jr. não quis ser incluído na lista de pré-selecionados da Disney para disputar indicações da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Em entrevista ao radialista Howard Stern, ele revelou que a ausência de seu nome na relação de “oscarizáveis” da “Vingadores: Ultimato” aconteceu por sua própria iniciativa. “Eu estou feliz por você ter mencionado isso, porque houve conversa sobre uma campanha para o Oscar e eu disse: ‘Não vamos fazer isso'”, contou o ator. Assim como grande parte do público, Stern acreditava que a ausência de Downey tinha sido um menosprezo ao trabalho dele no longa dos Vingadores. “Por ser um filme de super-herói, eles torcem o nariz. A performance foi excelente. O [Homem de Ferro] é um personagem totalmente crível”, disse Howard Stern. A Marvel pleiteia 12 indicações ao Oscar 2020 por “Vingadores: Ultimato”, nas categorias de Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado, Fotografia, Edição, Design de Produção, Figurino, Maquiagem, Mixagem, Edição de Som, Efeitos Visuais e Trilha Sonora.
Ballerina: Diretor de Anjos da Noite vai comandar spin-off de John Wick
O primeiro filme derivado da franquia “John Wick” definiu o seu diretor. “Ballerina” será dirigido por Len Wiseman, que lançou a franquia “Anjos da Noite” em 2003, além de ter comandado “Duro de Matar 4.0” (2007) e o remake de “O Vingador do Futuro” (2010). O longa será focado em um elemento visto apenas de relance em “John Wick 3: Parabellum”, lançado este ano. Quando o personagem de Keanu Reeves visita A Diretora (Anjelica Huston), a cena revela garotas sendo treinadas em artes marciais e balé. Uma dessas assassinas letais vai ancorar a trama de “Ballerina”. Co-roteirista de “Parabellum”, Shay Hatten assina a trama do spin-off, que tem produção do diretor Chad Stahelski e do astro Keanu Reeves, responsáveis pelo sucesso da saga principal. Hatten tem só 25 anos e era estagiário na produtora Team Downey, do ator Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), mas chama atenção em Hollywood desde que sua história “Maximum King” (uma comédia de humor sobre os bastidores fictícios das filmagens do trash “Maximum Overdrive” por Stephen King) foi parar na Black List (a lista dos melhores roteiros não filmados). Ainda não foi divulgado se Reeves também vai aparecer no longa, reprisando seu papel de John Wick numa participação especial. Paralelamente, o estúdio Lionsgate também prepara um quarto filme de “John Wick” para 2023 e uma série focada no Hotel Continental, outro elemento importante do universo do personagem.












