Lodge 49 é cancelada após 2ª temporada
O canal pago americano AMC anunciou o cancelamento de “Lodge 49” após sua 2ª temporada. A série de comédia dramática, sobre um ex-surfista “alto astral” que passa a morar em uma comunidade de Long Beach após a morte de seu pai e o colapso do negócio da família, recebeu muitos elogios da crítica, mas não conseguiu transformar isso em audiência. Foram 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, porém apenas 350 mil telespectadores na média do primeiro ano de exibição, número que ainda caiu pela metade ao final da 2ª temporada. O último capítulo da série, exibido em 14 de outubro nos Estados Unidos, foi visto por apenas 176 mil telespectadores ao vivo. Criada pelo estreante Jim Gavin, a série era estrelada por Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, e incluía no elenco Sonya Cassidy (“Humans”) e Brent Jennings (“O Homem que Mudou o Jogo”). Para completar, o ator Paul Giamatti (“Billions”) era um de seus produtores.
House of the Dragon: HBO oficializa spin-off de Game of Thrones sobre a família Targaryan
A HBO oficializou a produção de uma nova série passada no mundo de Westeros. O canal pago americano anunciou a produção de um spin-off de “Game of Thrones” centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys. A atração foi aprovada na fase de roteiro, dispensando a produção de piloto, e já ganhou a primeira arte oficial com seu título: “House of the Dragon”. Veja abaixo. O anúncio desta terça-feira (29/10) veio logo após a notícia de que o canal recusou o piloto de outra série passada no mesmo universo, que seria estrelada por Naomi Watts (“O Impossível”). Após gastar uma fortuna na gravação do piloto inicial, a HBO interrompeu sua pós-produção, rejeitando o projeto sem nem ver a edição final de imagens. Talvez por isso o presidente do canal, Casey Blois, tenha decidido aprovar a nova série sem insistir num novo piloto. O projeto foi encomendado há cerca de 50 dias. “House of the Dragon” é assinada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e pelo escritor George R.R. Martin, e vai se basear num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A atração recebeu encomenda de 10 episódios iniciais e contará entre seus diretores com um veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, vencedor do Emmy pelo celebrado capítulo da “Batalha dos Bastardos”. Além de dirigir o primeiro capítulo, Sapochnik também será um dos produtores da nova série. Ainda não há previsão para a estreia da produção, que ainda nem escalou seu elenco central.
HBO Max terá novas séries animadas de Pernalonga, Zé Colmeia e do cineasta Robert Zemeckis
A WarnerMedia anunciou que a HBO Max será lar de novas séries animadas, incluindo produções com personagens famosos do estúdio, entre eles os tradicionais Pernalonga e Zé Colmeia. A revelação foi feita na noite desta terça (29/10) em evento dedicado à plataforma, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. As novas versões dos personagens clássicos existirão juntamente com todo o conteúdo animado da biblioteca da Warner, que será disponibilizado na plataforma de streaming. “Essas novas séries das equipes talentosas da Warner Bros. Animation e Cartoon Network Studios certamente se tornarão clássicos instantâneos”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. “Somos administradores de alguns dos maiores personagens animados de todos os tempos”, acrescentou Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. “E para cada nova série com esses personagens, nosso ponto de partida é sempre focar no que os tornou tão amados. Em primeiro lugar, com as novas séries ‘Looney Tunes’ e ‘Jellystone’, nossos artistas capturaram o charme atemporal desses personagens para criar cartoons que pais e filhos amarão assistir juntos”. “Looney Tunes Cartoons” será uma nova produção com Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Papa-Léguas e toda a turma conhecida dos curtas de “Looney Tunes”. Ao todo, estão sendo produzidos 80 episódios de 11 minutos cada, que, além de histórias inéditas, incluirão remakes de curtas clássicos adaptados para o público atual. A produção da Warner Bros. Animation está a cargo de Sam Register (produtor de “Os Jovens Titãs em Ação!”) e Pete Browngardt (criador de “Titio Avô”). Já “Jellystone” vai juntar diversos personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, incluindo Zé Colmeia, Catatau, Bibo Pai e Bobi Filho, Tutubarão, Capitão Caverna e muitos outros que vivem na cidade de Jellystone – onde eles não podem deixar de criar problemas uns para o outros. A produção também está a cargo de Register, desta vez em parceria com CH Greenblatt (criador de “Chowder” e “Harvey Beaks”). A lista de animações inéditas ainda vai incluir duas produções exclusivas da equipe do canal Cartoon Network, chamadas de “The Fungies!” e “Tig ‘n Seek”. Para completar, “Tooned Out” será uma série híbrida, produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“Uma Cilada para Roger Rabit”), que vai acompanhar um rapaz que passa a ver personagens de desenhos animados em sua vida cotidiana. Mas eles não surgem como piada e sim para ajudar o protagonista a superar um período difícil em sua vida.
HBO Max anuncia série live-action do Lanterna Verde
Os executivos da WarnerMedia fizeram uma série de anúncios nesta noite de terça (29/10) sobre a plataforma HBO Max, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. Além da data de inauguração, o evento de imprensa que aconteceu nos estúdios da Warner em Burbank, na grande Los Angeles, incluiu a oficialização de algumas produções novas. O destaque são duas novas séries de super-heróis da DC Comics. Uma delas é centrada no herói Lanterna Verde e a outra será a primeira antologia de super-heróis, intitulada “Strange Adventures”. Ambas terão produção de Greg Berlanti, maior especialista nas adaptações de quadrinhos da editora – ele produz todo o Arrowverso do canal CW, além de três séries de heróis na plataforma DC Universe. “As duas propriedades originais de DC que desenvolveremos para a HBO Max serão diferentes de tudo o que é visto na televisão”, disse Berlanti no evento para a imprensa americana. “Uma delas é uma antologia de contos passados num mundo onde os superpoderes existem, e, no que promete ser nossa maior série da DC já produzida, iremos ao espaço com os Lanternas Verdes, mas não posso revelar mais nada sobre isso ainda”. Vale lembrar que a Warner estava desenvolvendo um filme sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, que deveria chegar aos cinemas em 2020. O projeto chegou a contratar roteiristas e foi até discutido na Comic-Con de San Diego em 2015, antes de sumir no buraco negro aberto pelo fiasco de “Liga a Justiça”. Mas isso não é o mais curioso. O detalhe que realmente chama atenção é que Greg Berlanti foi um dos autores do roteiro de “Lanterna Verde” (2011), o maior fracasso da DC Comics nos cinemas, estrelado por Ryan Reynolds. E ele escreveu a história em parceria com Marc Guggenheim, que é showrunner do Arrowverso. Não há maiores detalhes sobre a série do herói espacial, nem sequer se sabe o título oficial da produção, ao contrário de “Strange Adventures”, cujo nome deriva de uma publicação clássica da DC Comics. Lançada em 1950 com histórias de ficção científica e terror sobrenatural, a “Strange Adventures” dos quadrinhos também serviu de berço para os heróis Capitão Cometa, Homem-Animal e Desafiador (Dead Man), além de ter sido lar de Adam Strange. Nenhum personagem está confirmado na versão televisiva, que irá contar histórias completas com diferentes heróis a cada episódio. A série do Lanterna Verde e “Strange Adventures” elevam o número de programas de Berlanti para a HBO Max para quatro – sem contar quatro longas-metragens de tema adolescente encomendados. Com isso, seu recorde, que já era impressionante, subiu para um total de 22 séries atualmente em produção, em 7 canais/plataformas diferentes. Ninguém chega nem perto desse número absurdo de produções simultâneas. A lista inclui “Arrow” “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning”, “Batwoman”, “Riverdale”, “All American” e “Katy Keene” na rede CW; “Prodigal Son” na Fox; “Blindspot” na NBC; “God Friended Me” na CBS; “Titãs” (Titans), “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Stargirl” na plataforma DC Universe, “Você” (You), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) e “The Girls on the Bus” na Netflix; mais “The Flight Attendant”, “Equal”, “Strange Adventures” e a série do “Lanterna Verde” (Green Lantern) na HBO Max. Todas essas séries são produzidas pela WBTV (Warner Bros. Television), que tem contrato de exclusividade com o produtor.
Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos
A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
A Princesa e a Plebeia vai ganhar sequência na Netflix
A Netflix vai produzir uma continuação de “A Princesa e a Plebeia” (The Princess Switch), comédia romântica estrelada por Vanessa Hudgens (de três “High School Musical”). O filme original era numa versão moderna e feminina da famosa fábula de Mark Twain, “O Príncipe e o Mendigo”. Na trama, uma turista americana trocava de lugar com uma nobre europeia, idêntica à ela mesma, para que a princesinha pudesse descobrir como é viver longe das regras da monarquia. A ex-estrelinha da Disney estrelou a produção no papel duplo do título nacional, e obviamente encontrou o romance também em dose dupla, incorporado por Sam Palladio (“Nashville”) e Nick Sagar (“Caçadores de Sombras”). A premissa da continuação já foi divulgada e vai incluir uma terceira “gêmea”. Intitulado em inglês “The Princess Switch: Switched Again” vai mostrar Margaret (Hudgens) herdando inesperadamente o trono de Montenaro, ao mesmo tempo que seu romance experimenta um período conturbado. Assim, caberá novamente à sua dublê Stacy (também Hudgens) salvar o dia antes que uma terceira jovem idêntica e festeira, chamada Fiona (Hudgens novamente), frustre todos os planos de final feliz da história. Toda a equipe criativa também estará de volta, incluindo o diretor Mike Rohl e a veterana roteirista de TV Robin Bernheim, que divide os créditos da franquia com sua assistente Megan Metzger. Anteriormente, os três trabalharam juntos na produção canadense “Quando Chama o Coração: A Série”. As gravações devem acontecer em dezembro no Reino Unido, para uma estreia no final de 2020 em streaming. Relembre abaixo o trailer do primeiro filme, lançado pela Netflix em novembro do ano passado.
Evil: Série de terror com astro de Luke Cage ganha trailer legendado para estreia no Brasil
A Globoplay divulgou o primeiro trailer legendado de “Evil”, série de terror que chega à plataforma de streaming na sexta-feira (1/11). “Evil” é o novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”. A trama acompanha um funcionário da Igreja Católica, encarregado de investigar casos de possessões, que pede ajuda a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja e a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga. O elenco também destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como assistente do personagem de Colter. Além deles, a produção traz Michael Emerson (“Person of Interest”) no papel de Townsend, especialista da defesa em um caso de assassinato em massa que pode ser um agente do Mal. Outros coadjuvantes incluem a adolescente Brooklyn Shuck (“Rise”) e a menina Skylar Gray (“Married”). Exibida na TV aberta dos Estados Unidos pela rede CBS, “Evil” foi a primeira produção live-action da atual fall season americana renovada para a 2ª temporada. A renovação foi anunciada na quinta passada (24/10), após a exibição de quatro episódios da série, que vem mantendo média de 4 milhões de telespectadores ao vivo e 0,6 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Detalhe: o quarto capítulo registrou aumento no índice, com 0,7 de audiência qualificada. Apesar da renovação, a 1ª temporada terá apenas os 13 episódios inicialmente encomendados, sem os chamados “back nine” (os nove capítulos adicionais que elevam o total de uma temporada para 22 episódios, praxe da TV aberta americana). Eles serão exibidos semanalmente na Globoplay, um mês após a transmissão original nos Estados Unidos.
Kevin Spacey não será julgado por crime sexual após morte misteriosa de acusador
Kevin Spacey se livrou de ser julgado por assédio e abuso sexual, porque a vítima morreu durante as apurações da denúncia. Foi a segunda investigação contra o ator arquivada por motivos inesperados. Com a morte do massagista que acusava o ator, a ação foi descartada pela promotoria de Los Angeles. No processo, a vítima fez várias acusações além do abuso sexual, como cárcere privado e estresse pós-traumático. Segundo os autos, o homem não identificado foi à casa de Spacey para exercer seu trabalho como massagista, para livrar o cliente de supostas dores. O ator de 59 anos teria recebido o massagista apenas de robe e trancado a porta da sala em que seria atendido. Ao ser orientado a deitar de costas, desobedeceu o pedido do massagista e deitou de frente. Quando o homem começou a massagear sua perna, o ator teria puxado as mãos dele e forçado uma masturbação. O acusador ainda disse que tentou se esquivar do ator e que, neste momento, Kevin Spacey o puxou pelos ombros e tentou beijá-lo. O ator ainda teria tocado a genitália do homem e oferecido sexo oral. A revista Variety ouviu de uma fonte que o massagista teria morrido de câncer, mas não foram fornecidos maiores detalhes. Na última segunda-feira (28/10), a chefe da unidade de crimes sexuais de Los Angeles afirmou ter desistido de continuar a investigar o caso. “Durante a investigação, a vítima faleceu. As alegações de assédio sexual não podem ser provadas sem a participação da vítima. Portanto, o caso foi encerrado”, disse o porta-voz do departamento. Além deste caso, o julgamento de uma denúncia de um menor, que acusou Spacey de tê-lo assediado em 2016, também foi encerrado após a vítima abandonar o processo sem maiores explicações. O advogado desse caso disse apenas que seu cliente apresentou documentos para retirar voluntariamente a ação em que acusava Spacey de “comportamento sexual explícito e conduta impudica e lasciva”. A ação foi descartada de forma tal que não poderá ser retomada mais tarde. As duas reviravoltas parecem vir de um roteiro da série “House of Cards”, em que Spacey interpretava o presidente corrupto e implacável dos Estados Unidos, capaz de dar um destino trágico a todos que cruzassem seu caminho. Ele também foi acusado de assédio por integrantes dessa produção e acabou demitido pela Netflix. Kevin Spacey chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas, além das reviravoltas acima mencionadas, impediram todos os casos de ir a julgamento. O ator livrou-se, assim, de punições da justiça. Mas viu sua carreira desmoronar nos últimos dois anos, após o colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por ele em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra Spacey se multiplicaram. Como consequência, foi demitido de vários projetos e teve sua presença no drama “Todo o Dinheiro do Mundo” extirpada após o fim das filmagens. O diretor Ridley Scott chamou às pressas o ator Christopher Plummer para refazer as cenas de Spacey e o substituto foi até indicado ao Oscar. Spacey não está envolvido em nenhum projeto de cinema, nem parece haver clima para a retomada de sua carreira.
Vikings: Trailer sombrio da temporada final destaca funeral grandioso
A 6ª e última temporada de “Vikings” ganhou um novo trailer, disponibilizado para o mercado francês, que traz várias cenas inéditas. A prévia é marcada por clima sombrio, com batalhas épicas e intensas, e também um funeral grandioso em Kattegat. Fãs já imaginam que a cena se refere ao enterro de Lagertha (Katheryn Winnick). A temporada final segue as consequências da vitória de Björn (Alexander Ludwig), na guerra entre irmãos, para substituir o pai como líder de Kattegat. Mas os desafios apenas começaram. Seu irmão rival Ivar (Alex Høgh Andersen) chegará à Rússia onde encontrará um novo aliado, o Príncipe Oleg (Danila Kozlovsky), que decide invadir a Escandinávia para conquistar os vikings. Por curiosidade, o russo Danila Kozlovsky estrelou um filme chamado “Viking” em 2016, no qual viveu um descendente do personagem que interpretará na atração do canal pago History. Figura histórica, Oleg de Novgorod foi o grande unificador das terras conhecidas como Kievan Rus, na metade do século 11. A região se estendeu por grande parte da Europa Oriental, entre a Finlândia e a Turquia, onde então havia o Império Otomano, e sua capital era Kiev, hoje capital da Ucrânia. A temporada final será exibida em duas partes de dez episódios cada. A estreia da primeira metade está marcada para 4 de dezembro, com a exibição de um capítulo duplo de duas horas. No Brasil, a série é disponibilizada pelo canal pago Fox Premium.
Star Wars Jedi: Fallen Order ganha trailer de lançamento com astro de Gotham
A Eletronic Arts divulgou o trailer de lançamento do game “Star Wars Jedi: Fallen Order”, que traz o protagonista Cal Kestis, vivido por Cameron Monaghan (o Coringa da série “Gotham”), em meio à cenas de ação, com direito a muitos combates de sabres de luz, além de elogios da crítica. O game apresenta uma história original, passada logo após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e segue Cal Kestis, um jovem Padawan que conseguiu sobreviver ao extermínio da ordem dos Jedi e tem se escondido do Império no planeta Bracca. Tanto o personagem quanto o planeta são apresentados pela primeira vez na saga. Cabe aos jogadores “pegar as peças do passado despedaçado de Cal para completar seu treinamento e dominar a arte do icônico sabre de luz – tudo isso enquanto se mantém um passo à frente do Império e seus inquisidores mortais”. Ao longo do caminho, Cal fará novos amigos, como sua misteriosa companheiro Cere (Debra Wilson, a voz demoníaca de “A Freira”), além de se deparar com alguns rostos familiares da franquia, como Saw Gerrera, o personagem de Forest Whitaker no filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) – e que também apareceu nas séries animadas “The Clone Wars” e “Star Wars: Rebels” -, tudo isso acompanhado por seu fiel droide BD-1. Mas também será caçado pela Segunda Irmã, uma das inquisidoras de elite do Império, que procura extinguir esse sobrevivente Jedi com ajuda do Exército de Extermínio – forças imperiais treinadas para caçar Jedis. “Star Wars Jedi: Fallen Order” será lançado em 15 de novembro para Xbox One, PS4 e PC.
Spin-off de Game of Thrones com Naomi Watts é descartado pela HBO
A série derivada de “Game of Thrones”, estrelada por Naomi Watts (“O Impossível”), não foi aprovada. A HBO interrompeu a pós-produção do episódio piloto, que já tinha encerrado suas gravações e estava em processo de (re)edição. A emissora não confirmou oficialmente a informação, mas, segundo o site Deadline, a roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “X-Men: Primeira Classe”) entrou em contato com o elenco para avisar que o projeto chegou ao fim. A produção seria um prólogo da série original, passada milhares de anos antes da trama de “Game of Thrones”, e retrataria “o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”, dizia a sinopse liberada. O piloto foi dirigido por SJ Clarkson (da série “Jessica Jones”) e seu elenco grandioso também incluía Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter/Animais Fantásticos” e “Os Instrumentos Mortais”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Miranda Richardson (a Rita Skeeter de “Harry Potter”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Josh Whitehouse (“Poldark”), Denise Gough (“Colette”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“To the Bone”) e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que a HBO não estava empolgada com a edição do piloto e pediu mudanças, antes de desistir de tentar consertar o que considerou sem conserto. Ainda assim, expandir o mundo de “Game of Thrones” continua sendo uma das principais prioridades do canal pago e de sua nova empresa-mãe WarnerMedia. Não por acaso, a HBO encomendou a produção de um segundo piloto de spin-off no mês passado. Fontes confirmaram à revista The Hollywood Reporter que se trata de um roteiro centrado na família Targaryen, que se passaria mais próximo da cronologia da série original. Este projeto é assinado pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e pelo escritor George R.R. Martin, e se baseia num livro de Martin, “Fogo & Sangue”.
Um Espião Animal: Will Smith e Tom Holland são cortados do filme no trailer nacional
A Fox divulgou a versão dublada em português do mais recente trailer de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise). Com isso, o público nacional perde um dos maiores atrativos da produção, que são as vozes em inglês de Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A aposta é que crianças não se importam com a dublagem americana – embora o estúdio tenha pago uma fortuna por esse detalhe descartável. A prévia acompanha uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelas tantas, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (papel original de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia mudou recentemente de data, adiada para 23 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Another Life: Série sci-fi da Netflix é renovada para sua 2ª temporada
Demorou, mas a Netflix finalmente decidiu renovar a série sci-fi “Another Life” para sua 2ª temporada. O anúncio foi compartilhado por Katee Sackhoff, protagonista da série, em suas redes sociais. A produção marca a volta da atriz às tramas espaciais, dez anos após o final da cultuada “Battlestar Galactica”. A trama é centrada na astronauta Niko Breckinridge (personagem de Sackhoff), que lidera uma missão para explorar a existência de vida inteligência alienígena, por meio da investigação do provável planeta de uma nave misteriosa estacionada na Terra. Isto leva sua equipe a enfrentar perigos inimagináveis e uma viagem que poderia não ter volta. A premissa, que lembra uma combinação de “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (1968), “Esfera” (1998) e “A Chegada” (2016), dividiu opiniões. A crítica reprovou a quantidade de clichês, resultando numa das piores notas de séries da Netflix no Rotten Tomatoes (apenas 6% de aprovação). Entretanto, o público adorou, transformando a série numa das mais comentadas da plataforma nas redes sociais, porque a história melhora drasticamente após os primeiros episódios. O elenco também inclui Selma Blair (do “Hellboy” original), Elizabeth Faith Ludlow (“The Walking Dead”), Justin Chatwin (“Shameless”), Jake Abel (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”), Jessica Camacho (“The Flash”), Blu Hunt (“The Originals”), A.J. Rivera (“Grandfathered”), Samuel Anderson (“Witless”), Alexander Eling (“Shadowhunters”) e Greg Hovanessian (“The Mist”). “Outra Vida” é uma criação de Aaron Martin (criador da série de terror “Slasher”) e tem produção de Noreen Halpern (minissérie “Alias Grace”). Com 10 episódios, 1ª temporada foi lançada em 25 de julho e terminou num grande cliffhanger, que será resolvido nos novos episódios, com a volta da nave da protagonista para a Terra, onde os alienígenas já começaram a implementar sua agenda de dominação e extermínio. I have the most exciting news! Another Life is coming back for Season 2 on @Netflix! Can’t wait to see you all back in space❤️❤️?? #AnotherLife @NXOnNetflix pic.twitter.com/PUSFwJbIuF — Katee Sackhoff (@kateesackhoff) October 29, 2019












