Nova série da Netflix gera polêmica internacional e obriga serviço a fazer mudança
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (14/11) que vai mexer na minissérie documental “O Monstro ao Lado” (The Devil Next Door), após a atração causar polêmica na Polônia e receber críticas do primeiro ministro polonês Matusz Morawiecki, numa carta oficial enviada ao CEO da plataforma. A produção documental acompanha o julgamento de John Demjanjuk, um aposentado acusado de ter servido como um notório guarda de campos de concentração durante a 2ª Guerra Mundial. Ele teria sido apelidado de Ivan, o Terrível, por conta de seu sadismo. As críticas dizem respeito à forma como a série sugere que a Polônia se envolveu nos crimes do Holocausto e por apresentar mapas que mostram campos de concentração nazistas dentro das fronteiras polonesas, ignorando que o país tinha sido invadido pela Alemanha e os campos foram construídos e comandados por alemães nazistas. “Nós estamos orgulhosos de ‘O Monstro ao Lado’ e ficamos do lado dos cineastas, da pesquisa e do trabalho. Para darmos mais informação aos espectadores e evitarmos qualquer mal entendido, nos próximos dias vamos adicionar legendas a alguns dos mapas mostrados na série. Elas vão deixar claro que os campos de concentração e extermínio localizados na Polônia foram construídos e operados pelos nazistas alemães, que invadiram e ocuparam o país de 1939 a 1945”, afirma a nota oficial emitida pela plataforma. “O Monstro ao Lado” foi disponibilizado em 4 de novembro na Netflix. Veja o trailer da produção abaixo – sem legendas, já que a Netflix Brasil não fez publicidade do lançamento.
Comic Con Experience esgota todos os ingressos para a edição de 2019
Os ingressos para a CCXP (Comic Con Experience) 2019 estão esgotados. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do evento nesta quinta-feira (14/11). Esta é a primeira vez que o festival de consumo pop atinge a capacidade máxima, desde a estreia em 2014. Ao todo, 280 mil ingressos foram disponibilizados para a CCXP 2019, que acontece entre os dias 5 e 8 de dezembro, na São Paulo Expo, na capital paulista. Os ingressos foram vendidos a preços que variavam de R$ 90 a R$ 8 mil, com pacotes que ofereciam produtos exclusivos, além da entrada. Entre as muitas atrações anunciadas no evento, as presenças das atrizes Gal Gadot, que interpreta a Mulher-Maravilha, e Margot Robbie, a Arlequina nos filmes da DC Comics, podem ser consideradas os maiores destaques. A última edição do evento recebeu 262 mil visitantes e teve como atrações principais Brie Larson (a “Capitão Marvel”), Sandra Bullock (“Bird Box”), Maisie Williams (“Game of Thrones”), Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e os atores mirins de “Stranger Things”.
Mo’Nique processa Netflix por discriminação sexual e de gênero
A atriz Mo’Nique (“Bessie”) resolveu processar a Netflix por discriminação. Ela entrou com uma ação no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles contra a empresa por lhe apresentar um contrato para gravar um especial de comédia com valor bem abaixo do oferecido para comediantes masculinos e até Amy Schumer (“Sexy por Acidente”), que é branca. O caso aconteceu há quase dois anos. Em janeiro de 2018, Mo’Nique postou um vídeo nas redes sociais, em que alegava ter sido vítima de preconceito de gênero e cor porque sua oferta foi significativamente menor do que os milhões pagos a pessoas como Amy Schumer, Chris Rock e Dave Chappelle. Segundo a comediante, a Netflix lhe ofereceu US$ 500 mil para um especial de stand-up de uma hora de duração. Quando a reclamação se tornou pública, outra comediante negra, Wanda Sykes, foi o Twitter agradecer a manifestação, dizendo que recusaria uma oferta da Netflix de “menos da metade” do valor oferecido a Mo’Nique para fazer seu especial. Amy Schumer teria recebido, na mesma época, US$ 11 milhões para gravar um especial similar. Intitulado “Amy Schumer: Growing”, foi lançado em março pela Netflix. Mo’Nique, que é vencedora do Oscar como atriz coadjuvante pelo filme “Preciosa (2009)”, chegou a fazer campanha pedindo boicote à Netflix, antes de decidir abrir o processo civil nesta quinta-feira (14/11) por discriminação de raça e gênero e práticas comerciais desleais. Em sua ação, ela afirma que a Netflix diferencia os salários pagos para homens e mulheres que fazem os mesmos trabalhos, e citou como exemplo a série “The Crown”. A disparidade salarial entre Claire Foy, protagonista das duas primeiras temporadas, e o ator Matt Smith também veio à público no começo de 2018, chocando pela descoberta de que ela recebia menos por episódio. Os fãs até criaram uma petição para a Netflix compensar a atriz, que venceu o Emmy e o Globo de Ouro pelo papel da Rainha Elizabeth II e, de fato, ela acabou recebendo um bônus de 200 mil libras. A Netflix ainda não se pronunciou sobre o caso.
Star Wars Jedi: Fallen Order ganha novo trailer incrível e diferente
A Eletronic Arts divulgou um trailer “live-action” bem diferente do game “Star Wars Jedi: Fallen Order”. O vídeo não traz nenhuma cena do jogo. Em vez disso, mostra como a jogabilidade envolve as pessoas. A prévia acompanha uma garotinha que brinca de Jedi em seu cotidiano, que subitamente é transformado em cenário do game, com direito a Stormtroopers e luta de sabres de luz contra a Segunda Irmã, nova vilã da franquia. O jogo apresenta uma história original, passada logo após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e segue Cal Kestis, um jovem Padawan que conseguiu sobreviver ao extermínio da ordem dos Jedi e tem se escondido do Império no planeta Bracca. Tanto o personagem quanto o planeta são apresentados pela primeira vez na saga. Kestis é vivido por Cameron Monaghan (o Coringa da série “Gotham”) e interage no jogo com outros personagens, inclusive alguns rostos familiares da franquia, como Saw Gerrera, o personagem de Forest Whitaker no filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016) – e que também apareceu nas séries animadas “The Clone Wars” e “Star Wars: Rebels” -, tudo isso acompanhado por seu fiel droide BD-1. “Star Wars Jedi: Fallen Order” chega em Xbox One, PS4 e PC nesta sexta (15/11).
Ben Affleck enfrenta o alcoolismo em trailer de drama de superação
A Warner Bros. divulgou o pôster e o trailer de “The Way Back”, drama em que Ben Affleck sofre de alcoolismo, num paralelo muito próximo com sua vida real. O longa é a segunda parceria entre o ator e o diretor Gavin O’Connor, que fizeram juntos “O Contador”, de 2016. No filme, Affleck vive um ex-atleta colegial que teve seus dias de glória no Ensino Médio, mas perdeu sua grande chance devido ao alcoolismo. Anos depois, ele recebe a oportunidade de ser o treinador do time de basquete de sua antiga escola, que não vence mais nada desde a época em que ele integrava a equipe. A história, escrita por O’Connor e Brad Ingelsby (“Noite sem Fim”) é muito similar a “Momentos Decisivos” (1986) e só se diferencia deste e outros dramas esportivos de superação por mostrar Affleck enfrentando de frente os problemas de seu vício. O astro também é alcoólatra e enfrenta publicamente o problema desde 2001. No ano passado, ele precisou ser internado em uma clínica de reabilitação e ainda sofre com recaídas, apesar de nítido esforço pessoal para melhorar. A estreia está marcada para 23 de abril no Brasil, quase 50 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Um Lindo Dia na Vizinhança: Drama que pode render terceiro Oscar a Tom Hanks ganha novo trailer
A Sony divulgou os pôster e o segundo trailer de “Um Lindo Dia na Vizinhança” (A Beautiful Day in the Neighborhood), que pode render mais uma indicação ao Oscar para Tom Hanks – a sexta da carreira, que conta com duas vitórias. O filme traz Hanks comovente na pele do famoso apresentador de programa infantil Fred Rogers. A narrativa envolve uma entrevista de Rogers para um jornalista (vivido por Matthew Rhys, de “The Americans”), que aceita relutantemente fazer um perfil da amada personalidade televisiva e vê sua visão de mundo ser abalada pela conversa. Hanks aparece de cabelos brancos e usando o suéter vermelho que marcou o programa “Mister Rogers Neighborhood”, exibido entre 1968 e 2001. O apresentador morreu em 2003, aos 74 anos, e recentemente inspirou o documentário “Won’t You Be My Neighboor?”, grande sucesso do Festival de Sundance do ano passado. O roteiro é assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster (da série “Transparent” e do vindouro “Malévola: Dona do Mal”), a direção está a cargo de Marielle Heller (“O Diário de Uma Adolescente”), e o elenco também inclui Susan Kelechi Watson (“This is Us”), Enrico Colantoni (“Veronica Mars”) e Chris Cooper (“Adaptação”). Após a première no Festival de Toronto, o filme atingiu 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para a próxima sexta (22/11) nos Estados Unidos, mas o lançamento chega apenas em 23 de janeiro no Brasil.
Netflix anuncia início da produção de nova série do criador de La Casa de Papel
A Netflix anunciou a produção de uma nova série de Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Intitulada “Sky Rojo”, a trama vai acompanhar três prostitutas em fuga após atacarem seu cafetão. Segundo a sinopse, elas fogem após deixarem o cafetão gravemente ferido e confinado a uma cadeira de rodas. “Uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola fazem uma viagem sabendo que têm grandes chances de morrer. Tendo cometido vários crimes graves, sem poder pedir ajuda à polícia e com a máfia em seu encalço, elas têm apenas duas opções: fugir até que sejam pegas ou revidarem antes”, descreve o texto oficial. “Sky Rojo” faz parte de um contrato para produção de novas séries na Netflix, que Álex Pina assinou no ano passado. Ela foi concebida por Pina em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista de “La Casa de Papel”. Os dois também criaram juntos “O Píer” e “Vis a Vis”. O elenco destaca a espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”) como as três protagonistas, e ainda inclui Asier Etxeandia (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Barcelona Christmas Night”). As gravações vão começar na segunda-feira (18/11) em Madri, na Espanha, e compreenderão 16 episódios divididos em duas partes, que a Netflix deve apresentar como sendo duas temporadas distintas – na prática, porém, serão gravados como uma temporada inteira. A previsão de estreia é para 2020, em dia não revelado. El año que viene pintamos el cielo de rojo. La nueva serie de Álex Pina, el creador de 'La Casa de Papel', se llama 'Sky Rojo' y está protagonizada por Verónica Sánchez, Miguel Ángel Silvestre, Asier Etxeandia, Lali Espósito, Yany Prado y Enric Auquer. pic.twitter.com/una7cJ2xs6 — Netflix España (@NetflixES) November 14, 2019
Danielle Winits e Leandro Hassum farão nova parceria após Até que a Sorte Nos Separe
Danielle Winits e Leandro Hassum vão fazer um novo filme juntos. Eles registraram um encontro no final da noite de quarta (13/11) indicando a existência uma nova nova parceria após o primeiro “Até que a Sorte Nos Separe” (2012). Em publicações compartilhadas no Instagram, os atores até se chamaram pelos nomes Jane e Tino, protagonistas da comédia de 2012, uma das maiores bilheterias do cinema nacional. Curiosamente, a atriz foi substituída no papel de Jane por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Danielle Winits deu a dica de que os dois interpretarão uma nova dupla. Em foto postada em seu Instagram, usou a legenda “Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!!” e usou as hashtags #ÔSorte, #FilmeNovoNoForno e #PrimeiraLeitura. Hassum, por sua vez, escreveu “Tino & Jane ? Ué!!!!!! #atequeasortenosseparefeelings rsrsrsrsrs vem coisa boa por aí”, junto de uma foto com a atriz. Vale lembrar que o ator fechou recentemente contrato com a Netflix para estrelar dois filmes exclusivos da plataforma de streaming. Esses projetos estão sendo desenvolvidos por Paulo Cursino e Roberto Santucci, que, por coincidência, foram respectivamente roteirista e diretor da trilogia “Até que a Sorte nos Separe”. Por enquanto, apenas um filme da parceria foi revelado: “Tudo Bem no Natal que Vem”, comédia de tema fantástico. Saiba mais aqui. Ver essa foto no Instagram Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!! ?❤️? #ÔSorte #FilmeNovoNoForno #PrimeiraLeitura #EAGenteJahSendoFelizzzzz né @leandrohassum ?!!!!! Uma publicação compartilhada por Danielle Winits / Atriz. (@lawinits) em 13 de Nov, 2019 às 5:23 PST Ver essa foto no Instagram Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!! ?❤️? #ÔSorte #FilmeNovoNoForno #PrimeiraLeitura #EAGenteJahSendoFelizzzzz né @leandrohassum ?!!!!! Uma publicação compartilhada por Danielle Winits / Atriz. (@lawinits) em 13 de Nov, 2019 às 5:23 PST
Arrow: Elenco e produtores se despedem com revelações do final da série
Os produtores e o elenco de “Arrow” confirmaram que a série gravou sua última cena nesta quinta (14/11), e o clima de despedida tomou conta das redes sociais. Além de compartilharem lembranças e agradecimentos, a equipe deixou claro o forte sentimento de família criado nos bastidores da produção, todos ressaltando a amizade estabelecida entre os astros e equipe de produção, incluindo a novata Katherine McNamara (Mia Smoak-Queen/Blackstar) e até, claro, Stephen Amell (Oliver Queen/Arqueiro Verde). “Palavras não podem descrever o que ‘Arrow’ significa para mim. Foram os melhores 8 anos da minha vida. O elenco e a equipe da série se tornaram parte da minha família. Vou sentir falta de todos. Eu finalizei”, escreveu Amell no Twitter. Mas os diversos posts também trouxeram algumas revelações. As despedidas revelaram as participações de Willa Holland (Thea Queen/Speedy), Colton Haynes (Roy Harper/Arsenal) e Colin Donnell (Tommy Merlyn) no último episódio. Além disso, o produtor Marc Guggenheim revelou as últimas palavras ditas na série: “To you” (pra você – ou pra vocês). Mesmo sem contexto, a frase está alimentando teorias sobre uma passagem literal de arco, com Oliver Queen/Arqueiro Verde (Stephen Amell) deixando suas armas nas mãos da filha Mia (McNamara), num gancho para o lançamento de um spin-off. Em sua reta final, “Arrow” tem apresentado alguns dos melhores episódios já escritos e produzidos de toda a série. Vai terminar no auge por decisão do próprio Amell, mas deixará um grande legado. Na verdade, um universo de séries, chamado apropriadamente de Arrowverso, além do projeto de spin-off com os personagens remanescentes. O último capítulo de “Arrow” vai ao ar em 28 de janeiro nos Estados Unidos, duas semanas após o crossover “Crise nas Infinitas Terras”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner. #Arrow is wrapped. Last two words of dialogue: “To you.” — Marc Guggenheim (@mguggenheim) November 14, 2019 This. pic.twitter.com/nHA40vTQoL — Marc Guggenheim (@mguggenheim) November 13, 2019 Goodbye #Arrow pic.twitter.com/dqRMYVfE9m — Beth Schwartz (@SchwartzApprovd) November 14, 2019 Ver essa foto no Instagram During my last week on Arrow, a lot of things fill my mind… but mostly family… #Arrow Uma publicação compartilhada por David Ramsey (@davidpaulramsey) em 12 de Nov, 2019 às 2:43 PST Ver essa foto no Instagram #ARROW my fam bam! The amount of love and respect I have for this brilliant cast is insane. I couldn't imagine the long nights with anyone else ? I can’t believe it’s coming to the end. You all have inspired me in so many ways and I’m blessed to have been apart of this incredible journey. Thank you all for being you. I love you dearly! ?????? Uma publicação compartilhada por Katie Cassidy Rodgers (@katiecassidy) em 12 de Nov, 2019 às 10:48 PST Ver essa foto no Instagram Our last day of filming #Arrow & here we are @willaholland the #OG ‘s …. I adore you little lady! ❤️ Uma publicação compartilhada por Katie Cassidy Rodgers (@katiecassidy) em 13 de Nov, 2019 às 2:31 PST Ver essa foto no Instagram I can’t believe the final day of Arrow is upon us. When I began this job I was poised and ready, excited to jump in and take on a legacy of being Olicity’s kid – to create such a rich conflicted character based on a beloved relationship built by two brilliant actors for whom I have so much respect. What I found was a family who welcomed me in – cast, crew, and creatives who joined and supported my enthusiasm in bringing Mia Smoak-Queen to life. I have nothing but love and gratitude to the entire Arrow family and the fandom for making this such a wonderful chapter of my career and of my life. No matter what the future holds, long live Star City. #ARROW #TheFinalBow #Olicity #MiaSmoak #Olicitybaby #ArrowFinale @stephenamell @emilybett @cw_arrow @thecw @arrowprodoffice @arrowwriters Uma publicação compartilhada por Katherine McNamara (@kat.mcnamara) em 13 de Nov, 2019 às 10:56 PST Ver essa foto no Instagram Today is the last day on Arrow. The last day I will get to go to work with these beautiful humans on a show that gave me so much. These ppl were with me through all the good & sad times & helped me through more than I can ever repay them for. Thank you @gberlanti for bringing me on this wonderful journey & to all the incredible writers, producers, cast, crew, & FANS for being so incredible all these yrs. ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Colton Haynes (@coltonlhaynes) em 13 de Nov, 2019 às 12:15 PST Ver essa foto no Instagram I took this photo almost 4 years ago. I’d just gotten off a call with Warner Bros. where I learned my life was about to change forever. My journey on Arrow had begun, and I would be moving to Vancouver in a few days. I took this picture because I wanted to remember the feeling I had in that moment. The overwhelming excitement. The immense gratitude. At the time I had no idea where this adventure would lead. I didn’t know this show would have such an outstanding lifespan, or how many people, young and old, I would be able to meet and help through playing this character. Or how they would help me. Most of all, I didn’t know the greatest gift was waiting on the other side of the border. My cast. Who would welcome me with open arms and become my greatest source of strength. My soulmates. My family. And Stephen, our gracious and unwavering leader, to whom I am eternally grateful. Today begins our last week on Arrow. As thankful as I felt the day this photo was taken, nothing could describe how much that love and gratitude has grown. I am so proud of our cast, crew, writers, and producers. I hope you enjoy this final season. And I hope when you look back, you’ll find this story has moved you, inspired you, and changed you for the better. Because of #Arrow, I have been changed, for good. Thank you, thank you, thank you. ?? Uma publicação compartilhada por Juliana Harkavy (@julianaharkavy) em 12 de Nov, 2019 às 1:53 PST Ver essa foto no Instagram Today is the last day of filming for #Arrow. I still remember what I was wearing for my audition, what the room was like, my mind being blown that I was cast, my first flight to Vancouver, walking into my first hotel room, the first fitting, meeting @StephenAmell before that meeting and seeing the amount of sushi he was gonna down post-training session, our first day of shooting spent laying on a wet pallet and not wanting it to end. Cut to 2019 and the show has made 170 episodes of television, laid the groundwork for a whole universe of shows not to mention ushered in a new era of television superheroes. I’m proud to have been a part of it over the last 8 seasons but here’s what’s even more wonderful; I have always said that as I move from job to job I’m lucky if I get to keep ONE good friend after I move on. With Arrow I’ve kept more than I thought possible. People who whether I see them once a year or talk to them once a week we pick up right where we left off. That’s my greatest takeaway from my time on Arrow these last 8 seasons. None of that would have been possible without our creators, our writers & directors, the CW, this cast, this crew as lastly YOU the fans. You’re the biggest reason this show became what it is. Thanks for all the memories and for all the fun and to all of my #Arrow family, especially @StephenAmell, Congratulations on a most amazing run. Uma publicação compartilhada por Colin Donnell (@colindonnell) em 13 de Nov, 2019 às 11:18 PST Ver essa foto no Instagram One last time. Uma publicação compartilhada por Stephen Amell (@stephenamell) em 7 de Nov, 2019 às 2:02 PST Ver essa foto no Instagram Now that I’ve almost wrapped on Arrow, my hope is to not really speak with anyone for a few months. @garyjanetti is showing me the way. You should buy his book. But only if you want to get smarter. Uma publicação compartilhada por Stephen Amell (@stephenamell) em 7 de Nov, 2019 às 6:46 PST Ver essa foto no Instagram Working on Arrow changed my life. And every single time I think I’ve got my emotions in check, something like this happens. Uma publicação compartilhada por Stephen Amell (@stephenamell) em 11 de Nov, 2019 às 4:00 PST Words can’t even begin to express what Arrow has meant to me. Best 8 years of my life. The cast and crew of the show have become my family. I’m going to miss them. I’m wrapped. — Stephen Amell (@StephenAmell) November 14, 2019
Trailer da continuação de Trolls mostra roqueiros como vilões
A DreamWorks Animation divulgou os novos pôster e trailer de “Trolls: World Tour”, sequência da animação “Trolls” (2016), que vai abordar uma guerra entre diferentes estilos musicais. No novo longa, a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente: existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. E o rock – denominação do som que no trailer é representado como heavy metal dos anos 1980 – é o vilão dessa história. Os roqueiros querem dominar o mundo Troll e acabar com os outros gêneros musicais. A ironia dessa premissa é que ela representa o oposto do que sempre aconteceu no mundo real, onde o pop foi criado no final dos anos 1950 para acabar com o rock. E basicamente conseguiu seu objetivo no século 21, após se mesclar com o R&B e fazer sumir qualquer vestígio de rock nas paradas de sucesso comercial. “Trolls: World Tour” é apenas o mais novo capítulo dessa história antiga de ataque do pop contra o rock, que pretende ensinar às crianças como roqueiros representam o mal. Basicamente, o que o pastor Jimmy Lee Swaggart já fazia há meio século, ao conclamar seguidores a queimar os discos de rock – música do diabo. A continuação bizarra traz Justin Timberlake e Anna Kendrick de volta aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente. E entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e até Ozzy Osbourne (“Um Diabo Diferente”). Os roteiristas são os mesmos do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, e a direção está a cargo da dupla Walt Dohrn e David P. Smith, que estreiam em longa-metragem após comandarem episódios de séries animadas. A animação tem estreia marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Brooklyn Nine-Nine é renovada três meses antes da estreia da nova temporada
A série “Brooklyn Nine-Nine” foi renovada para sua 8ª temporada. O detalhe é que a 7ª só vai estrear daqui a três meses nos Estados Unidos. A estabilidade conquistada pela atração contrasta de forma gritante com seu passado recente. “Brooklyn Nine-Nine” foi salva pela rede NBC após ter sido cancelada pela Fox no ano passado, ao final de sua 5ª temporada. O cancelamento durou só 24 horas, porque, no dia seguinte, a NBC, que produz a atração via estúdio NBCUniversal, agarrou a oportunidade de trazer a série para seu canal. E a decisão se provou um grande acerto. A estreia da 6ª temporada foi exibida em 10 de janeiro nos Estados Unidos, diante de aproximadamente 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e com registro de 1,2 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Além disso, “Brooklyn Nine-Nine” se tornou a série mais forte da NBC em plataformas digitais, atingindo 6,4 milhões de espectadores durante um mês de visualização multiplataforma. Como incentivo, a NBC renovou rapidamente a atração para a 7ª temporada – em fevereiro passado, logo no começo da exibição dos primeiros capítulos no novo canal. E, agora, aumentou o compromisso com a confirmação da produção de sua 8ª temporada, antes da exibição da nova leva de episódios. A 7ª temporada estreia apenas em 6 de fevereiro, nos EUA. No Brasil, a série é transmitida pelo canal TNT Series.
Dwayne Johnson revela data de estreia de Adão Negro
O ator Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) divulgou em seu Instagram a data de estreia de “Adão Negro”, filme derivado de “Shazam!” que ele vai estrelar. O longa do universo dos quadrinhos da DC Comics chegará aos cinemas norte-americanos em 22 de dezembro de 2021. A data coloca o filme em disputa direta de bilheteria com “Avatar 2”, previsto para 17 de dezembro de 2021. “Como a maioria das crianças, eu sonhava em ser um super-herói. Ter superpoderes legais, lutar pelo que é certo e sempre proteger as pessoas. Tudo mudou para mim quando eu tinha 10 anos e foi apresentado pela primeira vez ao maior super-herói de todos os tempos, o Superman. Quando criança, Superman era o herói que eu sempre quis ser”, Johnson escreveu, ao lado uma foto do personagem na rede social. “No entanto, depois de alguns anos de minha fantasia, percebi que o Superman era o herói que eu nunca poderia ser. Eu era muito rebelde. Muito indisciplinado. Muito resistente a convenções e autoridade. Apesar dos meus problemas, eu ainda era um bom garoto de bom coração – só que gostava de fazer as coisas do meu jeito”, continuou. “Agora, anos depois, como homem, com o mesmo DNA que eu tinha quando criança, meus sonhos de super-herói se tornaram realidade. Tenho a honra de me juntar ao emblemático Universo DC, e é um verdadeiro prazer me tornar o Adão Negro”, acrescentou. “Adão Negro é abençoado pela magia com poderes similares ao do Superman, mas a diferença é que ele não anda na linha. Ele é um rebelde, um super-herói gentil, que sempre faz o que é certo para as pessoas – mas ele faz do seu jeito. Verdade e justiça: ao jeito do Adão Negro”. Ele ainda disse que o personagem “é diferente de qualquer outro que eu já interpretei na minha carreira”. “Sou grato por todos nós irmos juntos nessa jornada”, concluiu. Criado em 1945 pelo roteirista Otto Binder (que também criou Supergirl e a Legião dos Super-Heróis) e pelo ilustrador C.C. Beck (criador do Capitão Marvel/Shazam), Adam Negro era originalmente Teth-Adam, filho do faraó Ramsés II e um dos primeiros detentores dos poderes do mago Shazam, na época do Egito Antigo. Porém, ele se deixou seduzir pelo poder e foi exilado. E só retornaria como vilão nos dias atuais (na verdade, nos anos 1940) para enfrentar o Capitão Marvel (hoje, rebatizado de Shazam por razões óbvias), o novo campeão do mago Shazam. Johnson ficou fascinado, como todos os leitores de quadrinhos, pela versão do personagem escrita por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka e Mark Waid na minissérie “52” (2006), como o governante de uma nação africana que sofre conflito existencial, determinado a fazer o bem, enquanto é manipulado para fazer o mal. Com cenas impactantes e desfecho trágico, essa versão de Adão Negro foi uma das melhores sagas já publicadas nos quadrinhos. Mas a DC não se cansa de fazer reboots e já mudou novamente a trajetória do personagem, que, de vilão histórico, virou um heróis nas novas publicações em quadrinhos – provavelmente por conta do projeto do filme, que é bastante antigo. Embora a produção do longa só tenha sido confirmada em julho passado, Johnson já estava comprometido com o papel pelo menos desde 2014. Ver essa foto no Instagram The Man in Black ⚡️ Like most kids growing up, I dreamed about being a superhero. Having cool superpowers, fighting for what’s right and always protecting the people. It all changed for me, when I was 10yrs old and was first introduced to the greatest superhero of all time – SUPERMAN. As a kid, Superman was the hero I always wanted to be. But, a few years into my fantasy, I realized that Superman was the hero, I could never be. I was too rebellious. Too rambunctious. Too resistant to convention and authority. Despite my troubles, I was still a good kid with a good heart – I just liked to do things my way. Now, years later as a man, with the same DNA I had as a kid – my superhero dreams have come true. I’m honored to join the iconic #DCUniverse and it’s a true pleasure to become, BLACK ADAM. BLACK ADAM is blessed by magic with the powers equal to SUPERMAN, but the difference is he doesn’t toe the mark or walk the line. He’s a rebellious, one of a kind superhero, who’ll always do what’s right for the people – but he does it his way. Truth and justice – the BLACK ADAM way. This role is unlike any other I’ve ever played in my career and I’m grateful to the bone we’ll all go on this journey together. BLACK ADAM 12.22.21 ⚡️ Huge thank you to my friends, @jimlee and @bosslogic for this first time ever bad ass collaboration. Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 14 de Nov, 2019 às 9:06 PST
Disney+ (Disney Plus) inova com alertas politicamente corretos sobre conteúdos de filmes clássicos
Um detalhe da plataforma Disney+ (Disney Plus), lançada na terça-feira (12/11) nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda), chamou atenção dos assinantes. O serviço inovou ao incluir alertas politicamente corretos sobre conteúdo preconceituoso em algumas produções antigas de seu catálogo. O texto, que acompanha até algumas animações, como “Dumbo” (1941) e “A Dama e o Vagabundo” (1955), diz: “Este programa é apresentado como criado originalmente. Ele pode conter representações culturais desatualizadas”. No caso de “Dumbo”, há um elemento racista no encontro do elefantinho com um grupo de corvos liderado por um personagem denominado Jim. O nome Jim Crow (Jim Corvo), no entanto, é emprestado de um popular personagem do século 19 usado para fazer piadas caricatas e assumidamente racistas sobre pessoas negras. Mais tarde, também foi usado nos EUA para definir um conjunto de leis de segregação, que só foram revogadas décadas depois do lançamento de “Dumbo”, com o avanço da luta pelos direitos civis nos EUA. Já em “A Dama e o Vagabundo”, o problema são os gatos siameses que atormentam a cachorra Dama, ao som de uma música que reflete uma visão racista da cultura asiática. A solução da Disney, de incluir os avisos, ajuda a preservar as obras como elas foram originalmente concebidas, sem a necessidade de cortar cenas para atender demandas modernas. As produções acabam servindo também como um museu do preconceito e podem educar o público sobre a capacidade de evolução da humanidade. Apesar disto, uma produção da Disney foi considerada irredimível e vetada por inteiro na plataforma: “A Canção do Sul” (1946), considerado um dos filmes mais racistas já feitos por seu retrato caricatural dos escravos libertados após a Guerra Civil, encarnados como figuras pacificamente submissas aos donos das plantações. Graças à polêmica, o filme nunca foi lançado nem sequer em vídeo nos EUA. Em 2011, o CEO da Disney, Bob Iger, disse que reviu o filme e decidiu que “muitas cenas não cairiam bem para o público atual, e não seria do nosso interesse relançar este longa em nenhum formato”.












