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TV

Carlos Alberto de Nóbrega passará por cirurgia para implantar marcapasso

Apresentador de 90 anos contraiu vírus que agravou insuficiência cardíaca e provocou arritmias. Procedimento está marcado para segunda-feira

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17 de outubro de 2026
Série

Antonio Banderas e Nicolas Cage se juntam em True Detective

Dupla protagonizará a 5ª temporada da série policial da HBO, que terá nova investigação em Nova York e gravações a partir de 2027

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17 de outubro de 2026
Filme

TikTok bane conta de documentário crítico a Elon Musk

Plataforma suspende divulgação de "Musk" por supostas violações políticas durante expansão do filme para quase 500 salas de cinema nos EUA

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17 de outubro de 2026
Etc

Tia Milena troca Bolsonaro por Lula: “Se eu virei, o Brasil também pode”

Vice-campeã do BBB 26 admite que votou no ex-presidente, explica a influência de seu antigo círculo social e anuncia voto em Lula

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17 de outubro de 2026
Etc

Famosos fazem o L com camisa da Seleção em onda pró-Lula

Chico Buarque, Pabllo Vittar, Rafa Vitti, Deborah Bloch, Alanis Guillen, Marjorie Estiano, Sophie Charlotte, Xamã e dezenas de artistas aderem à campanha para recuperar o verde-amarelo

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17 de outubro de 2026
  • Música

    25 anos de sucesso natalino de Mariah Carey ganha documentário. Veja na íntegra

    11 de dezembro de 2019 /

    A Amazon divulgou um documentário sobre a história da música “All I Want for Christmas Is You”, de Mariah Carey, o maior sucesso de temática natalina deste século. Intitulado “Mariah Carey Is Christmas” (Mariah Carey É o Natal, em tradução literal), o vídeo é curto, com pouco mais de 11 minutos, e foi disponibilizado na íntegra na internet. Veja abaixo. A produção traz entrevistas com a cantora, seu produtor e outras pessoas envolvidos com o sucesso da canção, traçando desde a origem da música até seu fenômeno popular. “All I Want for Christmas Is You” ocupou o 1º lugar nas paradas de sucesso da Billboard durante 36 semanas desde 1994 e está no Livro de Recordes da Guinness como o maior sucesso de Natal de um artista solo em todos os tempos. Com vendas globais de mais de 16 milhões de cópias, o hit continua sendo o maior sucesso internacional de Carey, é o 12º single mais vendido da História e o mais vendido de Natal por um artista em geral. Até 2017, a música já havia rendido US$ 60 milhões em royalties, que vão aumentar muito com o revival gerado por seu aniversário. O documentário da Amazon também celebra os 25 anos do álbum “Merry Christmas” da cantora, de onde saiu a gravação original. “À medida que continuamos comemorando o 25º aniversário de ‘All I Want for Christmas Is You’, era importante para mim compartilhar parte da história por trás dessa música que ainda me traz alegria todos os anos. Espero que vocês gostem do vislumbre especial da Amazon Music sobre a magia desta música. Feliz Natal e Boas Festas!”, disse Mariah Carey, em comunicado.

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  • Filme

    Roman Polanski: “Há anos tentam fazer de mim um monstro”

    11 de dezembro de 2019 /

    O diretor Roman Polanski falou pela primeira vez sobre a mais recente denúncia de estupro de que foi acusado, apresentada pela francesa Valentine Monnier em novembro passado. Chamando a acusação de uma “história bizarra”, ele acabou atacando o produtor Harvey Weinstein, grande catalizador do ultraje que originou o movimento de denúncias #MeToo, como responsável pela onda de difamações que o acompanha nos últimos anos. Em entrevista à revista Paris Match, que chega às bancas na quinta-feira (12/12), trazendo Polanski na capa, o cineasta de 86 anos “nega absolutamente” tudo do que acusado, como já tinha feito há um mês através de seu advogado. Monnier disse ter sido agredida e estuprada por Polanski em 1975, na Suíça, quando tinha 18 anos. Ao declarar que se lembra dela “vagamente”, o diretor de cinema acrescentou que “evidentemente não guarda na memória o que ela conta, pois é falso”. Em um depoimento publicado no início de novembro pelo jornal francês Le Parisien, dias antes do lançamento do mais recente filme de Polanski, “An Officer and a Spy” (J’accuse), a fotógrafa e ex-modelo contou que, que quando foi esquiar em Gstaad (Suíça), junto com outra jovem, hospedou-se na casa do cineasta e que ele a “agrediu” e em seguida “a estuprou, fazendo-a sofrer todos os tipos de mazelas”. “Isso é uma loucura! (…) Toma como testemunhas três amigos meus presentes no chalé: meu assistente Hércules Bellville, Gérard Brach e sua esposa, Elizabeth. Os dois primeiros morreram – muito conveniente, pois já não podem confirmar ou refutar o que ela disse. Em relação à senhora Brach, o jornal não a encontrou”, prossegue o cineasta, que classifica essa história como “bizarra”. Valentine Monnier disse não ter feito uma denúncia porque o crime estava prescrito. Mas que havia decidido apresentar publicamente esta denúncia devido à estreia do novo filme do diretor, que faz referência a um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. Polanski já teceu comentários comparando o seu caso, em que foi julgado por estupro em 1977, com o de Dreyfus. Ela foi a sexta mulher a acusar Polanski de estupro. O cineasta é considerado foragido pela justiça dos Estados Unidos, após se exilar na França em meio ao julgamento de 1977 em que se declarou culpado de ter mantido relações sexuais com Samantha Geimer, então com 13 anos. Ela foi compensada financeiramente por Polanski e ainda escreveu um livro sobre sua história, e nos últimos anos vem defendendo o diretor por considerar que ele cumpriu sua pena – ficou preso alguns dias nos anos 1970 e novamente em 2009, além de ficar impedido de trabalhar em Hollywood mulheres surgiram com denúncias de abuso sexual de décadas atrás. As denúncias anteriores também relataram casos acontecidos nos anos 1970. A atriz alemã Renate Langer, vista em “Amor de Menina” (1983) e “A Armadilha de Vênus” (1988), relatou ter sido estuprada duas vezes em 1972, quando ela tinha 15 anos e Polanski 39, também na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após o primeiro ataque, Polanski teria convidado Langer para figurar em seu filme “Que?”, como pedido de desculpas. O segundo abuso teria acontecido durante as filmagens, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Outras acusações partiram da atriz britânica Charlotte Lewis (“O Rapto do Menino Dourado”), que denunciou ter sido estuprada em 1983, quando ela tinha 16 anos, de uma mulher identificada apenas como Robin, que acusa o diretor de tê-la estuprado nos anos 1970, também quando tinha 16 anos, e de Marianne Barnard, atacada em 1975 aos 10 anos de idade, durante uma sessão de fotos em que Polanski lhe pediu que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. A maioria das denúncias só veio à tona recentemente, durante o auge do movimento #MeToo, que Polanski já chamou de “histeria coletiva” e “hipocrisia”. Por conta das novas denúncias, o cineasta foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que lhe premiou com o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista”, em 2003. Na conversa com a Paris Match, o cineasta francês culpou o produtor Harvey Weinstein, denunciado de abuso sexual por mais de 80 mulheres e catalizador do movimento #MeToo, pela perseguição que diz sofrer. Ele acusou Weinstein de ter “desenterrado” seu caso com Samantha Geimer, que “não interessava a ninguém”, durante a campanha do Oscar de 2003, para prejudicar o favoritismo de seu filme “O Pianista” – e que mesmo assim conquistou três estatuetas, inclusive uma para o próprio Polanski. “Seu assessor de imprensa foi o primeiro a me chamar de ‘estuprador de crianças'”, declarou o cineasta na entrevista, acrescentando que “há anos tentam fazer de mim um monstro”. A denúncia mais recente chegou a gerar piquetes de manifestantes femininas na frente de cinemas e campanhas de boicote ao novo filme do cineasta. Mesmo assim, “An Officer and a Spy” (J’accuse) liderou as bilheterias na França em sua primeira semana em cartaz. Com mais de 501 mil ingressos vendidos, a obra teve a “melhor estreia da carreira” do veterano diretor.

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  • Filme

    Salma Hayek elogia colegas de elenco de “Eternos”

    11 de dezembro de 2019 /

    A atriz mexicana Salma Hayek (“Dupla Explosiva”) fez elogios públicos para seus colegas de elenco de “Eternos” num post de seu Instagram. Ao lado de uma foto de bastidores, em que aparece ao lado de Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), ela escreveu duas vezes (em inglês e espanhol): “Eu pensei que ia trabalhar com grandes atores interpretando extraterrestres, acabei me tornando amiga de pessoas maravilhosas”. No filme, Hayek interpreta Ajak, Jolie é Thena e Nanjiani vive Kingo, três dos Eternos do título, humanos poderosos que foram criados pelos Celestiais para ser defensores da Terra. Previsto para estrear em novembro de 2020, “Eternos” tem direção da chinesa Chloé Zhao (“Domando o Destino”) e ainda destaca em seu elenco Richard Madden e Kit Harington, ambos de “Game of Thrones”. Ver essa foto no Instagram Gosh am I so lucky… I thought I was just going to be working with great actors playing aliens; little did I know, I was going to befriend amazing human beings. Que suertuda soy, pensé que iba estar trabajando con buenísimos actores interpretando extraterrestres, y resultó que también me hice amiga de maravillosos seres humanos. #theeternals #angelinajolie @kumailn Uma publicação compartilhada por Salma Hayek Pinault (@salmahayek) em 11 de Dez, 2019 às 7:39 PST

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  • Filme

    A Metade Negra: Mais um terror de Stephen King vai ganhar remake

    11 de dezembro de 2019 /

    Mais um terror clássico baseada em Stephen King vai ganhar remake. A MGM vai produzir um novo longa inspirado em “A Metade Negra” (The Dark Half), que já foi adaptado para os cinemas em 1993 pelo mestre George A. Romero (o pai dos zumbis modernos). O cineasta indie Alex Ross Perry (“Her Smell”), vai escrever e dirigir a nova versão da história do escritor que esconde um segredo: sob o pseudônimo de George Stark, ele publica livros de terror que vendem muito melhor do que suas obras sérias oficiais. Quando a dupla identidade é descoberta, Beaumont zomba da situação e, junto à esposa, resolve “enterrar” Stark em uma cerimônia simbólica. É quando o pseudônimo ganha vida e começa a matar todos envolvidos na enganação. Curiosamente, King escreveu “A Metade Negra” como resposta à revelação que ele próprio tinha um pseudônimo: Richard Bachman, nome com o qual assinou alguns best-sellers de suspense. Outra curiosidade é que o livro foi relançado recentemente no Brasil com novo título, mais politicamente correto: “A Metade Sombria”. No filme de 1993, o protagonista foi vivido por Timothy Hutton (vencedor do Oscar por “Gente Como a Gente”). Já o elenco do remake ainda não foi definido, nem há previsão para seu lançamento.

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  • Filme

    Bolsonaro volta a atacar o “bonito” Leonardo DiCaprio, a “pirralha” Greta Thunberg e ONGs da Amazônia

    11 de dezembro de 2019 /

    O presidente polemista Jair Bolsonaro voltou a atacar o ator Leonardo DiCaprio nesta quarta-feira (11/12), além de criticar a ativista Greta Thurnberg, retomar a fake news das ONGs incendiárias e difamar os quatro brigadistas de Alter do Chão, que foram soltos em novembro após terem sido apontados como suspeitos de terem iniciado incêndios em área de proteção ambiental em contestado inquérito da Polícia Civil. Na conversa com um grupo de eleitores na entrada do Palácio do Alvorada, Bolsonaro repetiu a fake news de que DiCaprio doou recursos a uma ONG que comprou a fotografia do incêndio de Alter do Chão. Mesmo já tendo sido desmentido pela ONG em questão e pelo próprio DiCaprio, o homem com a faixa presidencial segue divulgando a sua versão, agora uma mentira assumida – historicamente, Bolsonaro difama até ser condenado pela Justiça. Para completar, afirmou que a imprensa só apoia o ator porque ele é “mais bonito” que o presidente brasileiro. Em tom ofensivo, ele também atacou a jovem ativista sueca Greta Thunberg, que tem ganhado destaque mundial na luta contra os efeitos das mudanças climáticas e foi recentemente escolhida a Pessoa do Ano pela revista americana Time. “Uma pirralha de 16 anos fala qualquer besteira lá fora, qualquer besteira, falou para dar porrada no Brasil, e o pessoal dá destaque. Ela, inclusive, disse agora que os índios morreram porque estavam defendendo a Amazônia. Ninguém sabe a causa ainda, estão apurando”, disse, repetindo um insulto que tinha feito na terça. Após a primeira declaração, a palavra “pirralha” foi inserida na descrição do perfil oficial de Greta nas redes sociais. Em agosto, a conta da ativista também tinha sido alterada em uma resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acrescentando os “elogios” que ele lhe prestou. Bolsonaro, porém, não fez apenas “discurso de ódio”. Ele também compartilhou elogios, saudando a prisão dos quatro brigadistas de Alter do Chão, voluntários que combatem incêndios na região amazônica e que foram vítimas de uma das ações mais contestadas do ano. Na investigação federal, diferentemente da realizada pela Polícia Civil, nenhum elemento apontou para a participação deles nas queimadas amazônicas, e após o inquérito ter sido questionado, o governador do Pará, Helder Barbalho, até trocou o delegado que comandava as investigações. A apuração do Ministério Público Federal em Santarém apontou como possíveis responsáveis pelo incêndio o assédio de grileiros, a ocupação desordenada da região e a especulação imobiliária. Desde o mês passado, os quatro brigadistas respondem ao processo em liberdade, enquanto a região queimada é loteada por especuladores não importunados pela polícia local. Ao parabenizar a Polícia Civil por apresentar “provas” do envolvimento dos brigadistas no crime ambiental, Bolsonaro lembrou que, no passado, já havia dito que recursos de ONGs (Organizações Não-Governamentais) poderiam ter relação com os incêndios. “Impressionante o trabalho, no meu entender, bastante objetivo. Pegou pessoal que ganhava dinheiro de ONGs para tocar fogo no Brasil e a imprensa em grande parte defendendo agora esses quatro caras que foram presos e foram postos em liberdade”, disse. Os ataques desta quarta aumentam a lista de ofensas e difamações de Bolsonaro, que já foi condenado na Justiça a pagar multas por declarações homofóbicas e racistas, e por um ataque pessoal à deputada federal Maria do Rosário, quando ainda era deputado.

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  • Etc,  Filme

    Petição contra Especial de Natal do Porta dos Fundos passa de 730 mil assinaturas

    11 de dezembro de 2019 /

    Lançado na semana passada pela Netflix, o especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, do grupo Porta dos Fundos, vem despertando a fúria de grupos religiosos. Além de um pedido de boicote à Netflix publicado nas redes sociais por um bispo de Pernambuco, um abaixo-assinado no site Change.org já reuniu mais de 730 mil assinaturas pelo “Impeachment” do filme, para que a plataforma retire a produção do seu catálogo. Na trama, Jesus (Gregorio Duvivier) retorna à sua casa, após uma viagem de 40 dias no deserto, para a sua festa de aniversário de 30 anos, e chega acompanhado por Orlando (Fabio Porchat), um rapaz espalhafatoso e afetado. A partir daí, os diálogos trazem uma série de insinuações de que os dois têm um relacionamento amoroso. Houve até famosos que se manifestaram, como o ator Carlos Vereza, que atacou o grupo de humoristas nas redes sociais: “Porta dos Fundos. Vocês são lamentáveis como viventes. Embora Jesus não precise de defesa, principalmente a minha, vocês imaginam que podem debochar, não do Mestre, que é perdão antecipado, mas do maior país católico do planeta e dos que creem num Ser que modificou a história, antes e depois Dele”, escreveu o ator em um texto publicado no Facebook. Como de praxe, o tema também foi explorado por políticos. O deputado federal Eli Borges fez um discurso em plenário repudiando a produção que, segundo ele, zomba da fé cristã, a deputada federal Chris Tonietto apresentou pedido de requerimento para que a Câmara divulgue nota oficial de repúdio contra a Netflix, e Eduardo Bolsonaro usou o Twitter para divulgar um cartaz onde afirma que a “Netflix ataca cristãos”. Diante da polêmica, o Porta dos Fundos disse, por meio de sua assessoria, que “valoriza a liberdade artística e faz humor e sátira sobre os mais diversos temas culturais e da nossa sociedade”. Já a Netflix informou que não irá se pronunciar sobre o ocorrido, mas salientou que valoriza a liberdade de expressão artística e lembrou que a parceria com o Porta dos Fundos rendeu recentemente o Emmy Internacional de Melhor Comédia, vencido pelo especial de Natal do ano passado.

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  • Filme

    Fernanda Montenegro protesta contra agressão do governo à cultura nacional na abertura do Festival do Rio

    11 de dezembro de 2019 /

    Cada vez mais símbolo da resistência cultural do Brasil, a atriz Fernanda Montenegro fez um discurso emocionado na abertura do Festival do Rio antes da exibição de “Piedade” na noite de terça (10/12), filme que ela estrela e que deu início ao evento. Sem mencionar diretamente o nome de nenhum político, a estrela manifestou seu repúdio às iniciativas do governo federal contra a cultura do país e os ataques com xingamentos que ela própria recebeu de quem agora ocupa a secretaria da Cultura. “É difícil. Sem cultura não há educação e sem educação não há cultura. Qual é o mal que estamos fazendo para este país para termos tantas proibições, tantas agressões, tantos xingamentos… Não sei porque essa agressão em torno de nós. Não há explicação. É uma nova moralidade que condena qualquer visão fora de uma estrutura sectária”, lamentou. Além de chamar Fernanda Montenegro de “sórdida” e outros nomes, o Secretário de Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, nomeou o pastor Edilásio Santana Barra Júnior, um dos fundadores da Igreja Continental do Amor de Jesus e apresentador do “Programa VIP” (na RedeTV e na CNT), sem nenhuma relação com o cinema, como superintendente de Desenvolvimento Econômico da Ancine (Agência Nacional do Cinema), gerando revolta na classe artística. A Ancine também cancelou uma exibição programada para seus servidores de “A Vida Invisível”, outra obra estrelada por Fernanda Montenegro, e retirou pôsteres de filmes clássicos do cinema brasileiro de sua sede e site. Antes disso, o presidente Jair Bolsonaro já tinha proibido a Petrobras e o BNDES de continuar patrocinando festivais de cinema, o que quase inviabilizou a realização do Festival do Rio deste ano – os organizadores apelaram até para crowdfunding para realizar o evento. Na verdade, o projeto anti-cultural começou com a extinção do Ministério da Cultura e ainda contempla a exclusão de representantes do mercado e da sociedade civil no CSN (Conselho Superior de Cinema), a mudança do CSC para a pasta da Casa Civil, a mudança da Secretaria da Cultura de um ministério para outro sem critério – agora está no Turismo – , o fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, o corte ao apoio à exibição de filmes brasileiros em festivais internacionais e à campanha do filme indicado para representar o Brasil no Oscar, sem esquecer suspensão de edital para produção de séries de temática LGBTQIA+, paralisação do setor por falta de nomeações de representantes em comissões responsáveis pela aprovação de projetos, cortes no fundo que financia filmes e séries no Brasil, promessa de acabar com reserva de mercado para produções nacionais, etc, etc. A lista é longa é inglória. “Nós somos imorredouros. Ninguém vai acabar conosco. Sobrevivemos sempre a qualquer agressão que possa vir [como quando Collor acabou com a Embrafilme]. E desta vez vem de uma forma assassina. Acho que se houvesse possibilidade estaríamos todos num paredão sendo mortos com metralhadoras. Por quê?”, discursou Fernanda. A única atriz brasileira indicada ao Oscar, além de ter um Emmy Internacional no currículo, também destacou a quantidade de mão de obra gerada para produzir um filme, desde a pré-produção até às exibições nas salas de cinema. “Nada disso nasce da noite para o dia. Isso é o resultado de dois, três anos de trabalho de muita gente. Precisa ser valorizado”, defendeu, lembrando que a indústria cinematográfica é importante para a economia. “A verdade é que nenhum setor do país dá mais emprego do que a cultura”, reforçou, citando desde o marceneiro que constrói cenários e a costureira que trabalha em figurinos até o vendedor de pipocas e o manobrista de carros na porta das casas de espetáculo. Além de Fernanda Montenegro, a apresentadora da abertura do festival, a também atriz Mariana Ximenes, manifestou-se contra o desmonte cultural com um figurino criado com estampas dos pôsteres dos filmes retirados da Ancine. O Festival do Rio vai até o dia 14 de dezembro. Paralelamente, acontece o RioMarket, no Rio Othon Palace Hotel, em Copacabana, onde os produtores, técnicos, profissionais, executivos da indústria criativa e estudantes vão se reunir para discutir as tendências da indústria audiovisual. A programação é garantia de outros discursos emocionados. E de reação pública contra o desmonte cultural promovido pelo governo brasileiro. Veja abaixo o discurso emocionado de Fernanda Montenegro e dos demais integrantes da produção de “Piedade”.

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  • Etc,  Filme,  Série

    SAG Awards: Scarlett Johansson “lidera” indicações ao prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA

    11 de dezembro de 2019 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (11/12) os indicados à sua premiação anual, com destaque para os astros de “O Escândalo”, “O Irlandês”, “Era uma Vez em Hollywood”, “Jojo Rabbit” e “História de um Casamento”. Destes, apenas o último filme não disputará o troféu de Melhor Elenco, substituído pelo sul-coreano “Parasita” na lista da categoria. Mas, curiosamente, a estrela do filme, Scarlett Johansson, “liderou” as nomeações. Ela foi indicada duplamente, tanto como Melhor Atriz por “História de um Casamento” quanto como Coadjuvante por “Jojo Rabbit”. Outro fenômeno registrado pela lista do SAG é uma clara divisão entre “filmes de homens” e “filmes de mulheres”, como os elencos de “O Irlandês” e “Era uma Vez em Hollywood” marcando forte presença nas categorias masculinas, enquanto “O Escândalo” dominou as indicações femininas. Além da surpresa do longa “Parasita”, com uma indicação solitária na categoria Melhor Elenco, chamou atenção a lembrança de Lupita Nyong’o na categoria de Melhor Atriz pelo filme “Nós”, lançado “fora da temporada de prestígio”, no já distante mês de março passado. Ela merece. Apesar de várias indicações para “O Irlandês”, Robert De Niro ficou fora da relação. Mas, “por coincidência”, será o grande homenageado da premiação. O ator vai receber o Life Achievement Award, prêmio honorário pelas realizações de sua carreira, que será entregue por Leonardo DiCaprio. Como os integrantes do sindicato votam no Oscar – mais que isso, formam a maioria dos eleitores da Academia – , geralmente os resultados do SAG Awards e do Oscar resultam em dobradinha. Por isso, este é um dos maiores termômetros de tendências da Academia. A premiação também consagra intérpretes de séries. E, nesta área, o título superestimado foi “The Morning Show”, com indicações para as atuações de Jennifer Aniston, Steve Carell e Billy Crudup, enquanto a série “Game Of Thrones”, esnobada pelo Globo de Ouro, foi lembrada nas categorias de Melhor Elenco e Melhor Ator para Peter Dinklage. Um bom começo para a recém-lançada plataforma Apple TV+ e uma última chance para a HBO faturar prêmios com sua série de maior prestígio, encerrada neste ano. O SAG Awards 2020 vai acontecer no dia 19 de janeiro em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Cinema Melhor Elenco “O Escândalo” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Era Uma Vez Em Hollywood” “Parasita” Melhor Ator Christian Bale (“Ford vs Ferrari”) Leonardo DiCaprio (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Adam Driver (“História de um Casamento”) Taron Egerton (“Rocketman”) Joaquin Phoenix (“Coringa”) Melhor Atriz Cynthia Erivo (“Harriet”) Scarlett Johansson (“História de um Casamento”) Lupita Nyong’o (“Nós”) Charlize Theron (“O Escândalo”) Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante Jamie Foxx (“Luta por Justiça”) Tom Hanks (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) Al Pacino (“O Irlandês”) Joe Pesci (“O Irlandês”) Brad Pitt (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”) Scarlett Johansson (“Jojo Rabbit”) Nicole Kidman (“O Escândalo”) Jennifer Lopez (“As Golpistas”) Margot Robbie (“O Escândalo”) Melhor Desempenho de Dublês em Filme “Vingadores: Ultimato” “Ford vs Ferrari” “O Irlandês” “Coringa” “Era Uma Vez em… Hollywood” Série Melhor Elenco em Série Dramática “Big Little Lies” “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” Melhor Elenco em Série de Comédia “Barry” “Fleabag” “The Kominsky Method” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Steve Carell (“The Morning Show”) Billy Crudup (“The Morning Show”) Peter Dinklage (“Game of Thrones”) David Harbour (“Stranger Things”) Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston (“The Morning Show”) Helena Bonham Carter (“The Crown”) Olivia Colman (“The Crown”) Jodie Comer (“Killing Eve”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator em Série de Comédia Alan Arkin (“The Kominsky Method”) Michael Douglas (“The Kominsky Method”) Bill Hader (“Barry”) Andrew Scott (“Fleabag”) Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz em Série de Comédia Cristina Applegate (“Dead to Me”) Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator em Minissérie/Telefilme Mahershala Ali (“True Detective”) Russell Crowe (“The Loudest Voice”) Jared Harris (“Chernobyl”) Jharrel Jerome (“When They See Us”) Sam Rockwell (“Fosse/Verdon”) Melhor Atriz Minissérie/Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Toni Collette (“Unbelievable”) Joey King (“The Act”) Emily Watson (“Chernobyl”) Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Desempenho de Dublês em Série “Game of Thrones” “GLOW” “Stranger Things” “The Walking Dead” “Watchmen”

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  • Etc,  Série

    Philip McKeon (1964 – 2019)

    11 de dezembro de 2019 /

    O ex-ator mirim Philip McKeon, que vivu o papel de Tommy Hyatt na série de comédia “Alice” (1976-1985), morreu na terça (10/12) no Texas (EUA), após longa batalha contra uma doença não especificada. Ele tinha 55 anos. Em comunicado à revista People, o porta-voz da família de McKeon disse: “Estamos de coração partido, devastados. O senso de humor maravilhoso de Phil, assim como sua gentileza e lealdade, serão lembradas por todos que cruzaram caminhos com ele”. Ele iniciou a carreira com 12 anos na série “Alice”, inspirada no filme “Alice Não Mora Mais Aqui” (1974), de Martin Scorsese. Na produção de 1976, vivia o filho da Alice do título, interpretada por Linda Lavin. Aspirante à fama como cantora, ela trabalhava como garçonete em uma lanchonete de beira de estrada enquanto esperava sua grande chance. A atração foi um grande sucesso e durou nove temporadas, até 1985, permitindo ao público ver McKeon crescer diante de seus olhos, até virar um jovem adulto de 21 anos. Apesar da popularidade, o ator teve poucos papéis após o fim da sitcom. Participou de um episódio de “Histórias Maravilhosas” (em 1986), antologia de terror de Stephen Spielberg, da minissérie “Favorite Son” (1988) e de alguns terrores independentes, como “De Volta à Escola de Horrores” (1987), “Perseguição Demoníaca” (1991), “Sandman – O Mestre dos Sonhos” (1993) e “Ghoulies IV: Eles Estão Próximos” (1994), seu último trabalho nas telas, que foi lançado direto em vídeo. Depois disso, McKeon seguiu carreira como locutor de rádio, trabalhando em emissoras locais de Los Angeles e Wimberly, no Texas.

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  • Etc

    Secretária do Audiovisual é exonerada e sai escoltada da secretaria da Cultura

    11 de dezembro de 2019 /

    A secretária do Audiovisual do governo federal, Katiane Gouvêa, foi exonerada após duas semanas no cargo. Ela se reuniu no começo da manhã de quarta (11/12) com sua equipe e se despediu. A informação foi confirmada em nota pela Secretaria Especial de Cultura. A decisão ainda não foi publicada em Diário Oficial. Segundo a coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, a decisão foi tomada em caráter emergencial e há um clima de tensão na Secretaria Especial de Cultura para inclusive rever atos e procedimentos de Katiane. A coluna apurou com servidores da secretaria do Audiovisual que Katiane foi escoltada por seguranças para deixar o prédio da secretaria de Cultura, onde fica a pasta do audiovisual. Em nota, a pasta afirma que o secretário de Cultura, Roberto Alvim decidiu exonerar Katiane “ao tomar conhecimento de que ocorreram fatos em sua campanha eleitoral que, supostamente, podem configurar irregularidade. Até que esses fatos sejam devidamente esclarecidos pela autoridade competente, o Secretário decidiu por bem, em nome da lisura da coisa pública, afastá-la de suas funções de imediato”. Ela foi nomeada para o cargo no fim de setembro, substituindo Ricardo Rihan no posto. ​Gouvêa foi candidata a deputada federal em 2018, pelo PSD, sob a alcunha Katiane da Seda —e la ocupou a diretoria de relações governamentais da Abraseda (Associação Brasileira de Seda). Com 960 votos, não se elegeu. Ela é integrante da organização de extrema direita Cúpula Conservadora das Américas, que tem entre seus líderes Eduardo Bolsonaro, e não é conhecida por trabalhos no meio cultural. Seu nome é associado a um documento que, meses atrás, fez o presidente cogitar extinguir a Ancine (Agência Nacional de Cinema). Bolsonaro recebeu um relatório de projetos aprovados pela agência que considerou absurdos, como “Born to Fashion”, um reality que se propõe a revelar modelos trans, e séries de temática LGBTQIA+. O tema rendeu uma das lives mais polêmicas de Bolsonaro, levando à suspensão de um edital que aprovava o financiamento de vários projetos. O texto, endossado por Gouvêa e assinado pelo conservador Movimento Brasil 2100, também escracha a autorização para captar recursos para uma nova temporada de série “Me Chama de Bruna”, sobre a ex-prostituta Bruna Surfistinha, e produções sobre a preservação da Amazônia

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  • Série

    Stargirl: Nova série de super-heróis da DC Comics ganha primeiro trailer

    11 de dezembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou o primeiro trailer da série “Stargirl”, uma nova produção de super-heróis criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia mostra uma versão bastante simplificada da origem da personagem dos quadrinhos. Mas não poderia ser diferente. A trama gira em torno da estudante Courtney Whitmore, adolescente que, ao descobrir um cetro poderoso, resolve se transformar em super-heroína. Mas este cetro tem uma história muito mais antiga que a existência da Stargirl, relacionada à vários personagens da rica biblioteca de quadrinhos clássicos da DC Comics. A série simplifica essa ligação para poupar tempo de desenvolvimento e também facilitar o entendimento da história para quem não é versado em heróis obscuros dos anos 1940. Curiosamente, as “pequenas” mudanças da série afetam a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi justamente quem criou Stargirl nos quadrinhos. A prévia anuncia a estreia para a primavera americana de 2020 – isto é, entre março e maio.

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  • Série

    Code 8: Sci-fi estrelada por Robbie e Stephen Amell vai virar série

    11 de dezembro de 2019 /

    Os primos Robbie (“Arquivo X”) e Stephen Amell (“Arrow”) vão estrelar uma série derivada de seu filme “Code 8” para a plataforma Quibi. “Code 8” ganhou vida como um curta-metragem estrelado pelos primos em 2016, e acabou virando um longa por iniciativa dos próprios Amells, que lançaram uma campanha de crowdfunding para financiar a filmagem. Conseguiram levantar quase US$ 2,5 milhões de mais de 27 mil investidores, e o resultado será lançado em diversas plataformas de streaming na sexta-feira (13/12), inclusive no Brasil – onde ganhou o título de “Code 8: Renegados”. A trama sci-fi se passa numa realidade em que 4% dos humanos nascem com poderes sobrenaturais, e o mundo não reage gentilmente a esses indivíduos. A série vai começar alguns “anos após os eventos do filme, centrada em torno de um ex-presidiário (Robbie Amell) e um traficante telecinético (Stephen Amell), que são forçados a trabalhar juntos para derrubar uma perigosa quadrilha de tráfico comandada por policiais corruptos e pela elite da cidade”. Jeff Chan, que dirigiu as duas encarnações do filme, também dirigirá a série, além de assinar o roteiro com Chris Paré, outro envolvido na “franquia” desde 2016. Projetada para ser diferente das demais plataformas, a Quibi pretende produzir apenas conteúdos de curta duração. No caso de séries, produções com episódios de até 10 minutos, na contramão das maratonas da Netflix. O público-alvo são usuários de aparelhos móveis, que poderão consumir rapidamente o material por celular em situações cotidianas, como no transporte público e em filas de espera. A série ainda não tem data de estreia prevista, mas a Quibi deverá ser lançada em abril de 2020. Veja abaixo o trailer legendado do filme.

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  • Filme

    Antlers: Terror produzido por Guillermo del Toro novo ganha trailer tenso

    10 de dezembro de 2019 /

    A Fox Searchlight divulgou um novo trailer de “Antlers”, terror dirigido por Scott Cooper (“Aliança do Crime”) e produzido pelo vencedor do Oscar Guillermo del Toro (“A Forma da Água”). A prévia explora com tensão crescente a relação de um menino e uma criatura que vive em sua casa, que ele alimenta de animais mortos. Até que o monstro escapa, deixando um rastro de mortes sangrentas para a polícia investigar. Baseado no conto “The Quiet Boy”, de Nick Antosca (criador de “Channel Zero”), o filme traz no elenco Keri Russell (“The Americans”), Jesse Plemons (“El Camino”) e o menino Jeremy T. Thomas (“The Righteous Gemstones”). A estreia está marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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