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Etc

Folha e Metrópoles trocam acusações sobre dinheiro de Vorcaro em notícias

Portal acusado de ter pautas editadas pelo banqueiro acusa o jornal de fazer a mesmo em negócio de R$ 1 milhão

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17 de outubro de 2026
Filme

Dinheiro de “Dark Horse” é buraco negro na contabilidade de Vorcaro

Banco Master não encontra contrato ou registros dos R$ 62 milhões transferidos para financiar cinebiografia de Jair Bolsonaro

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17 de outubro de 2026
TV

Renata Lo Prete dá sermão em Flávio Bolsonaro por fake news na Globo

Jornalista interrompe candidato duas vezes ao contestar acusações falsas sobre Lula para evitar perguntas sobre Daniel Vorcaro

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17 de outubro de 2026
Música

Diddy muda de prisão após suposta briga com traficante

Rapper é transferido após denúncias de álcool, massagens e celulares proibidos, mas autoridades contestam relato de agressão

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17 de outubro de 2026
TV

SBT marca sabatinas e Lula será entrevistado na segunda

Presidente confirmou presença, mas candidato do PL ainda não se manifestou sobre o convite para quarta-feira (21)

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17 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme

    Sue Lyon (1946 – 2019)

    28 de dezembro de 2019 /

    A atriz Sue Lyon, eternizada na tela como a Lolita do clássico de Stanley Kubrick, morreu na quinta-feira (26/7) em Los Angeles, aos 73 anos de idade. Uma pessoa descrita como amigo informou ao jornal The New York Times que a saúde da atriz vinha se deteriorando nos últimos anos, mas a causa da morte não foi informada. Lyon tinha feito apenas duas figurações em séries antes de ser escalada por Kubrick. Ela iniciou a carreira aos 13 anos, com uma aparição em “The Loretta Young Show”, e superou cerca de 800 candidatas aos 15 para fazer sua estreia no cinema, no papel da ninfeta mais famosa da literatura – que no polêmico livro de Vladimir Nabokov tem apenas 12 anos. “Lolita” dividiu os críticos pela descrição do relacionamento entre um adulto de meia idade (James Mason) e sua enteada adolescente. O livro de 1955 chegou a ser proibido em vários países, e o filme de 1962 enfrentou diversas restrições, a ponto de sua história precisar se afastar da trama original de Nabokov. Devido ao tema, o filme também teve que ser filmado secretamente em Londres, mas o estúdio nem pensou duas vezes ao destacar em sua publicidade imagens sugestivas de Lyon de biquíni, óculos de sol e lambendo um pirulito. O próprio Nabokov aprovou a escolha da atriz para viver seu símbolo sexual impróprio, aceitando as condições da Warner, que vetou a contratação de uma garota mais nova. Repleto de imagens fetichistas, “Lolita” escandalizou ao erotizar sua jovem intérprete. Mas, apesar da toda a polêmica que gerou em seu lançamento, acabou ganhando um forte culto ao longo das décadas, tanto que, atualmente, tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, atingindo um consenso crítico extremamente positivo entre as novas gerações. Não só o filme, mas sua iconografia foi incorporada à cultura pop, levando Sue Lyon à capas de discos e colagens da pop art. A personagem de Dolores Haze, a Lolita, consagrou a jovem atriz, que chegou a vencer o Globo de Ouro de Melhor Revelação do ano – categoria que não existe mais – , e lhe rendeu até uma curta carreira musical, com a gravação da música-tema “Lolita Ya Ya”, mas também limitou suas ofertas de novos papéis a ninfetas sedutoras. Ela apareceu em seguida em outro clássico, o drama “A Noite do Iguana” (1964), de John Huston, como uma “lolita” que tenta seduzir Richard Burton. Mas conseguiu ir contra o clichê em “7 Mulheres” (1966), último filme de John Ford, no qual viveu uma das sete missionárias do título, que enfrentavam uma horda de bárbaros mongóis. A atriz ainda estrelou “O Magnífico Farsante” e “Tony Rome” em 1967. Em ambos viveu garotas ricas rebeles. “Tony Rome” ainda a mostrou seminua pela primeira vez, aos 21 anos, sob lençóis, diante de Frank Sinatra. Mas seu auge não durou muito. Já nos anos 1970 foi relegada a terrores de baixo orçamento, até rumar para a TV, onde apareceu em episódios de “O Homem de Virgínia”, “Galeria do Terror”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “Os Novos Centuriões” e “A Ilha da Fantasia”. Seu último papel foi uma repórter no clássico trash de terror “Alligator – O Jacaré Gigante”, de 1980 – um dos filmes mais reprisados do SBT – , aposentando-se de Hollywood com apenas 34 anos. Lyon se casou cinco vezes. A primeira aos 17 anos, com o ator e roteirista Hampton Fancher (que escreveu “Blade Runner”). Ela teve um filho no segundo casamento, com o fotógrafo e treinador de futebol americano Roland Harrison. E culpava seu terceiro casamento, com Cotton Adamson, por arruinar sua carreira. Ele era um assassino condenado no momento do casamento, e a união a fez perder vários papéis no começo dos anos 1970, dando início à sua decadência profissional. Seu único casamento duradouro foi o último, com um engenheiro chamado Richard Rudman. Eles só se casaram meia década após ela ter largado a atuação, em 1985, e ficaram juntos até 2002, quando se divorciaram. Curiosamente, a atriz nunca saiu de perto de Hollywood, morando em Los Angeles até sua morte. Mas recusava-se a dar entrevistas e falar de seu passado artístico.

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  • Série

    Cartoon Network estreia novo desenho de Steven Universo

    27 de dezembro de 2019 /

    O canal pago Cartoon Network vai estrear no sábado (28/12) a série animada “Steven Universo Futuro”, espécie de epílogo do cultuado desenho “Steven Universo”. A nova série tem 10 episódios inéditos de 11 minutos de duração, que pretendem responder as questões que ainda ficaram abertas após cinco temporadas e 151 capítulos, além do longa “Steven Universo – O Filme”. Após salvar o universo e solucionar os problemas de todo mundo, agora Steven terá que enfrentar os seus próprios desafios. Assombrado pelo passado e perdido no presente, o garoto meio humano e meio Gem começará a manifestar poderes incontroláveis, algo que as Crystal Gems nunca viram antes. O que será que isso significa? “Steven Universo” é uma criação da escritora, animadora e compositora Rebecca Sugar, lançada em 2013, que se tornou a primeira série animada a ganhar o Peabody Award, uma das premiações artísticas de maior prestígio nos EUA. O detalhe é que “Steven Universo Futuro” vai ser exibido em ritmo de maratona. Os seis primeiros episódios vão ao ar neste sábado, e os quatro últimos no sábado que vem (4/1), sempre a partir das 20h. Para completar, o Cartoon programou uma reprise integral de todos os 10 capítulos no sábado seguinte (11/11). Veja abaixo a versão oficial dublada da abertura da nova atração.

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  • Etc

    Atriz de Roseanne e cantora do 4 Non Blondes se divorciam

    27 de dezembro de 2019 /

    A atriz Sara Gilbert, conhecida pelo papel de Darlene em “Roseanne” e no atual spin-off “The Conners”, divorciou-se da cantora Linda Perry após cinco anos de casamento. Segundo o site TMZ, Gilbert assinou os documentos nesta sexta (27/12), listando a data oficial de separação como 13 de agosto. Ela e Linda Perry se casaram em 2014 em uma cerimônia que foi comparada a um show de rock. O casal tem um filho, Rhodes Emilio Gilbert Perry, que nasceu em 2015, mas Gilbert ainda tem ainda mais duas crianças de um relacionamento anterior com Ali Adler. Linda Perry ficou mais conhecida no mundo da música como líder da banda 4 Non Blondes, do hit “What’s Up?”, um dos maiores sucessos da década de 1990, que toca até hoje, tendo inclusive virado uma espécie de tema informal da série “Sense8”. Depois do fim da banda, ela se dedicou às funções de compositora e produtora, criando hits para Christina Aguilera, Gwen Stefani e Pink. Além de aparecer em “The Conners”, Sara Gilbert ainda pode ser vista atualmente na série “Atypical”, da Netflix, como a Professora Judd. Ela também é lembrada por suas participações recorrentes em “The Big Bang Theory”, na qual viveu Leslie Winkle.

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  • Série

    Medical Police: Spin-off de Childrens Hospital ganha primeiro trailer

    27 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer de “Medical Police”, nova série de comédia da trupe de “Childrens Hospital”. A prévia apresenta a premissa do spin-off, que surge como uma mistura besteirol dos dois gêneros mais populares da TV aberta americana: séries médicas e policiais. Na trama, os protagonistas são médicos e policiais “ao mesmo tempo”, como ressalta o cartaz. Um detalhe curioso é que a trama se passa em São Paulo, no Brasil, onde os médicos de um hospital pediátrico descobrem um vírus que ameaça toda a civilização, sendo recrutados como agentes do governo para investigar e prender os culpados. Erinn Hayes e Rob Huebel estrelam a atração, retomando seus personagens de “Childrens Hospital”, respectivamente a Dra. Lola Spratt e o Dr. Owen Maestro. Quem viu a série original, pode lembrar que Owen era um ex-policial e Lola, por sua vez, ainda é… advogada! Outros integrantes da série clássica do Adult Swim também fazem participações especiais, como Ken Marino, Lake Bell e Rob Corddry, e o novo elenco inclui Sarayu Blue (“I Feel Bed”), Eric Nenninger (“Wet Hot American Summer”) e o veterano Fred Melamed (“Lady Dynamite”). Os produtores-criadores de “Medical Police” também são os mesmos de “Childrens Hospital” – Rob Corddry, Jonathan Stern e David Wain. E a estreia está marcada para 10 de janeiro em streaming.

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  • Filme

    Gal Gadot vai filmar romance proibido pelo governo de Israel

    27 de dezembro de 2019 /

    A atriz Gal Gadot, estrela de “Mulher Maravilha”, vem buscando novos projetos desde que criou uma produtora com o marido, Jaron Varsano. Chamada de Pilot Wave, a empresa lançada em outubro já anunciou a produção de um remake americano da série criminal “Queens”, que fez sucesso em Israel, e agora prepara-se para adaptar outra obra famosa em seu país de origem. A fama do livro “Borderlife”, porém, deve-se ao fato de ter sido proibido nas escolas de Israel pelo ministro da educação em 2015. A obra da escritora Dorit Rabinyan conta um romance entre uma mulher israelense e um homem palestino, e tornou-se best-seller após ser atacada pelo ministro Naftali Bennett. Além de produzir, Gadot está considerando também estrelar o filme. Mas o projeto deve demorar a sair do papel, porque a atriz está comprometida com a divulgação de “Mulher Maravilha 1984” e de “Morte no Nilo”, ambos em fase de pós-produção, além de ter na frente o projeto da minissérie do canal pago Showtime sobre a vida da atriz e inventora Hedy Lamarr e as filmagens de “Red Notice”, que a juntarão a Dwayne Johnson e Ryan Reynolds numa superprodução da Netflix.

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  • Série

    Star Wars: Diretor de Podres de Ricos quer fazer série de Rose Tico no Disney+

    27 de dezembro de 2019 /

    O cineasta Jon M. Chu, diretor de “G.I. Joe: Retaliação” (2013), “Truque de Mestre: O 2º Ato” (2016) e “Podres de Ricos” (2018), ofereceu-se para desenvolver uma série de Rose Tico, personagem de Kelly Marie Tran na nova trilogia “Star Wars”. Ele foi direto ao assunto num post curto publicado no Twitter: “Ok Disney+ (Disney Plus), me coloquem no comando. Vamos fazer essa série acontecer.” A mensagem também incluiu a hashtag #RoseTicoDeservedBetter (Rose Tico Merecia Mais), que os fãs de “Os Últimos Jedi” dispararam após o site Comic Book revelar que a personagem teve apenas 76 segundos de tela em “A Ascensão Skywalker” – filme de 2h20 de duração. Várias críticas de “A Ascensão Skywalker” também condenaram a decisão do diretor e roteirista J.J. Abrams de transformar Kelly Marie Tran em figurante, após a atriz sofrer bullying nas redes sociais de “fãs” contrariados com a escalação de mais uma mulher – e asiática, ainda por cima – na saga. Por este e outros motivos, o novo filme foi considerado “covarde” e um dos piores da franquia – com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, só não é pior que “A Ameaça Fantasma” (53% em 1999). Jon M. Chu é um dos grandes defensores da representatividade asiática em Hollywood. O sucesso de “Podres de Ricos”, estrelado apenas por atores asiáticos e descendentes, provou seu ponto de vista e lhe deu maior visibilidade. Seu próximo filme vai abordar imigrantes de outra etnia – latinos em Nova York. Trata-se do musical “Em um Bairro de Nova York”, que tem estreia marcada para 25 de junho no Brasil. Mas Chu também está envolvido em duas continuações de “Podres de Rico” e na filmagem do drama dos meninos tailandeses que ficaram presos numa caverna em 2018. Ok @disneyplus . Put me in coach. Let’s make this series happen. #RoseTicoDeservedBetter @starwars — Jon M. Chu (@jonmchu) December 27, 2019

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  • Série

    The Mandalorian: Jon Favreau anuncia previsão de estreia da 2ª temporada

    27 de dezembro de 2019 /

    O diretor Jon Favreau (“O Rei Leão”) aproveitou o final da 1ª temporada de “The Mandalorian”, que foi ao ar nesta sexta (27/12) na plataforma Disney+ (Disney Plus), para anunciar a previsão de estreia do segundo ano da produção. No Twitter, o cineasta revelou que os próximos episódios chegam ao streaming no outono norte-americano, ou seja, entre setembro e novembro de 2020. Veja abaixo. A série é o maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), lançada em novembro nos Estados Unidos e Canadá, graças à popularidade inesperada e viral de um de seus coadjuvantes: The Child (a criança), mais conhecido pelo nome dado pelos fãs, “Baby Yoda”. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” foi criada por Favreau, que curiosamente não dirigiu nenhum episódio, deixando a tarefa para Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard (que comandou “Han Solo: Uma História Star Wars”). Odisseia de um caçador de recompensas especial, a série combina perfeitamente tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, ao acompanhar o personagem do título, um nativo do planeta Mandalore – a terra natal de Boba Fett – , que se transforma em alvo dos colegas de profissão ao se recusar a cumprir uma missão contratada: entregar “Baby Yoda” para um representante decadente do antigo Império. O elenco destaca Pedro Pascal (“Narcos”) e seus dublês (entre eles, um neto de John Wayne) no papel-título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi, e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A expectativa é que a Disney+ (Disney Plus) chegue ao Brasil em 2020, provavelmente junto da 2ª temporada da série. Season 2 of #TheMandalorian coming Fall 2020 pic.twitter.com/8VQYLDMQ0V — Jon Favreau (@Jon_Favreau) December 27, 2019

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  • Etc

    Lily Tomlin, que estrela Grace & Frankie com Jane Fonda, também é presa em protesto

    27 de dezembro de 2019 /

    Lily Tomlin se juntou à amiga Jane Fonda, com quem estrela a série “Grace & Frankie”, para participar dos protestos semanais que viraram rotina em Washington, contra a inércia do governo americano para agir diante das mudanças climáticas. E o resultado foi o esperado: ela acabou presa nesta sexta-feira (27/12). A prisão da artista de 80 anos ocorreu em meio à 12ª semana de protestos climáticos consecutivos em Washington, cuja causa encontrou em Jane Fonda sua maior garota-propaganda. Fonda não foi detida desta vez, apesar de já ter sido presa em cinco protestos anteriores. Ela se mudou para Washington no outono passado para ajudar a liderar as manifestações semanais, batizadas de Fire Drill Fridays, após se sentir inspirada pela ativista adolescente Greta Thunberg. O Twitter do movimento publicou um vídeo do momento da prisão de Tomlin. Veja abaixo. .@LilyTomlin was just arrested because forests can’t wait! To maximize the climate benefit of forests, we must keep more forest landscapes intact, manage forests sustainably, and restore those that we have lost. #FireDrillFriday pic.twitter.com/xplGWayri4 — Fire Drill Fridays (@FireDrillFriday) December 27, 2019

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  • Série

    Lucas Grabeel volta a High School Musical em cena da nova série da Disney+ (Disney Plus)

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator Lucas Grabeel voltou ao universo de “High School Musical”, numa participação especial no novo projeto da franquia, “High School Musical: The Musical: The Series”, série do Disney+ (Disney Plus). A aparição foi antecipada pela divulgação de um vídeo da atração, que mostra seu número musical na íntegra. Veja abaixo. O intérprete de Ryan Evans na trilogia original do Disney Channel aparece como ele mesmo, durante um sonho da professora de teatro (Kate Reinders) da high school da série, ajudando-a a ganhar confiança para produzir a nova adaptação do musical. Durante a participação, Lucas canta e lembra seu papel famoso, citando até “We’re All in This Together”, um dos hits do telefilme original de 2006. Depois de “High School Musical”, o ator viveu Connor Kent (o Superboy) em “Smallville” e estrelou “Switched at Birth”, que durou 5 temporadas e mais de 100 episódios. Atualmente, tem feito dublagens para vários desenhos animados – vivendo, por exemplo, Jiku em “Elena de Avalor” e Pinky Malinky na série homônima. “High School Musical: The Musical: The Series” faz parte do catálogo de novidades exclusivas do Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que só chega ao Brasil em 2020. A crítica norte-americana considerou sua mistura de nostalgia e metalinguagem bastante criativa, merecendo 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Ryan Reynolds revela que Deadpool 3 já está em desenvolvimento

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator Ryan Reynolds revelou, durante sua participação na edição natalina do programa “Live with Kelly and Ryan”, que o terceiro filme do mercenário Deadpool está em produção. “Estamos trabalhando nisso neste momento, com o time todo”, comentou ele. “Estamos na Marvel agora. É como se fôssemos da primeira divisão, de repente. É meio louco”, começou a explicar, antes da apresentadora Kelly Ripa mudar de assunto sem aprofundar nada. O “time todo” deve significar que os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick estão de volta, e muito provavelmente também o diretor David Leitch, que assinou o segundo longa – e sua edição natalina, “Era uma Vez um Deadpool”. Como Reynolds ressaltou, “Deadpool 3” será o primeiro filme do herói produzido pela Marvel Studios, após a Disney comprar o estúdio 20th Century Fox, responsável pelos longas iniciais do personagem. Com isso, o mercenário falastrão poderá contracenar com outros heróis dos quadrinhos, além dos X-Men que apareceram anteriormente. A Disney ainda não anunciou uma data de estreia oficial para a produção, mas reservou várias datas de filmes misteriosos da Marvel (isto é, sem títulos divulgados) até 2023. Veja abaixo a entrevista completa.

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  • Filme

    Tom Hanks ganha cidadania grega do presidente da Grécia

    27 de dezembro de 2019 /

    O presidente grego Prokopis Pavlopoulos assinou um certificado de naturalização honorário para o ator americano Tom Hanks, “um apaixonado pela Grécia”, anunciou a agência de notícias grega ANA. Ele agora tem dupla cidadania, podendo se considerar um homem grego. O astro de Hollywood é casado com Rita Wilson, atriz, cantora e produtora de origem grega, que produziu a famosa comédia “Casamento Grego” (2002), sobre uma família de imigrantes gregos nos subúrbios de Chicago, muito apegada às suas origens e tradições. O casal possui uma casa de férias na ilha grega de Antiparos, onde passam todos os verões, estimulando o turismo local com fotos de praias paradisíacas nas redes sociais. Hanks, de 63 anos, é um dos atores mais bem pagos de Hollywood, e venceu o Oscar de Melhor Ator duas vezes, pelos filmes “Filadélfia” (1993) e “Forrest Gump: O Contador de Histórias” (1994). Pavlopoulos é o terceiro presidente a homenageá-lo. Ele foi nomeado cavaleiro da Ordem Nacional da Legião de Honra pelo então presidente da França, François Hollande, e recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade do presidente dos Estados Unidos Barack Obama.

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  • Etc,  Filme,  TV

    José Lopes Índio (1941 – 2019)

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator José Lopes Índio, que marcou a produção de cinema da Boca do Lixo, morreu na madrugada desta sexta-feira (27/12) aos 78 anos, vítima de câncer de laringe. Nascido em 1941 na cidade de Senhor do Bonfim, na Bahia, ele veio para São Paulo em 1959, quando tinha 18 anos. Depois de arranjar emprego como carregador de caminhão, conseguiu entrar na TV Excelsior, onde trabalhou nos bastidores de alguns programas, antes de se estabelecer nas produções cinematográficas da Boca do Lixo. Hoje chamada de Cracolândia, a região do centro da capital paulista que era conhecida como Boca do Lixo concentrou a maior parte dos escritórios produção cinematográfica do país entre os anos 1960 e 1980, tendo papel importantíssimo nos ciclos do cinema marginal e da pornochanchada. No auge do pólo cinematográfico da região, São Paulo chegou a ultrapassar o Rio de Janeiro, com mais de cem filmes por ano, cerca de 80% deles feitos na Boca. Descendente de índio, o ator que se chamava Índio acabou se tornando o principal intérprete indígena do cinema brasileiro, ainda que muitos de seus personagens fossem caricatos e inspirados em índios americanos, como numa famosa propaganda de TV da Philco de 1995. Ele iniciou sua carreira no cinema no final dos anos 1960, com uma participação no filme “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla. Depois, apareceu em produções de Ozualdo Candeias, Clery Cunha e Francisco Cavalcanti, entre outros diretores, mas sua principal parceria foi com Tony Vieira. Ele integrou o elenco de cerca de dez produções do cineasta, que se especializou em variações de western brazuca, do caipira ao cangaceiro, e até versões eróticas. Também foi capanga de Zé do Caixão, contracenou com Mazzaropi e sofreu dezenas de mortes violentas nas telas. No total, Índio participou de cerca de 70 produções e fez de figuração até efeitos especiais. Um de seus últimos trabalhos foi em 2016 na novela “O Velho Chico”, na rede Globo, no papel do pajé Moacir.

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  • Série

    Ragnarok: Série de apocalipse nórdico ganha novo teaser legendado

    27 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou novos pôster e teaser legendado de “Ragnarok”, série norueguesa de temática apocalíptica, baseada na mitologia nórdica. A prévia sugere até o surgimento de um Thor diferente, em meio a muitos trovões, além de outros deuses poderosos. “Ragnarok” gira em torno de um grupo de jovens que começa a perceber sinais da chegada do apocalipse, por meio de mudanças climáticas e acontecimentos estranhos. Passada na pequena e fictícia cidade de Edda, a trama ainda envolve pessoas que não são o que dizem ser. Diz a sinopse: “Quando icebergs derretem em uma questão de dias, e o inverno é quente e seco, um grupo de adolescentes entra em pânico a medida que mudanças drásticas no clima começam a atingir o planeta inteiro. O grupo de amigos não tem dúvida: estes desastres naturais são sinais do apocalipse – ou Ragnarok, no idioma nórdico”. A série terá seis episódios e tem criação, roteiro e produção de Adam Price (criador de “Borgen”). A estreia está marcada para 31 de janeiro na Netflix.

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