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  • Filme

    Toda redação da Cahiers du Cinéma pede demissão

    29 de fevereiro de 2020 /

    A mais tradicional revista de cinema do mundo tem vagas para jornalistas. Menos de um mês depois de ter sido comprada por um grupo de investidores (no dia 30 de janeiro), a lendária Cahiers du Cinéma perdeu toda a sua equipe. Todos os 15 jornalistas que trabalhavam na publicação francesa deixaram a empresa nesta semana, incluindo o diretor de Redação, Stéphane Delorme, que estava há mais de 20 anos na redação. A demissão coletiva escancara a maior crise da Cahiers desde que foi fundada há quase 70 anos. A publicação entrou para a História do Cinema por ter fomentado o surgimento da Nouvelle Vague no fim dos anos 1950. Vários cineastas do movimento, como Jean-Luc Godard, Claude Chabrol e François Truffaut, começaram a carreira escrevendo em suas páginas antes de se tornarem diretores. Na época do anúncio da compra, a imprensa francesa noticiou o negócio afirmando que um grupo de investidores havia decidido pagar “para que a revista pudesse continuar seu caminho diversificado”. Mas não é isso que afirmam os jornalistas demissionários. Em comunicado, eles dizem que os novos donos — um grupo de 20 pessoas de áreas variadas, como Alain Weill, proprietário do jornal L’Express, Marc du Pontavice, fundador do estúdio de animação Xilam, Pascal Breton, chefe da distribuidora de audiovisual Federation Entertainment — exigiram que a revista se tornasse “amistosa” e “chique”. “No entanto, a Cahiers du Cinèma nunca foi nem uma coisa nem a outra, diferentemente do que afirmam os acionistas. A revista foi sempre comprometida com uma crítica engajada e de posições claras”, dizem os jornalistas, que ainda alertam: “O novo grupo de acionista é composto por oito produtores (cinematográficos), o que causa um problema de conflito de interesses imediato em uma revista crítica. Quaisquer que fossem os artigos publicados sobre os filmes desses produtores seriam suspeitos de complacência.” A crise atual vem, na verdade, de longe e reflete impasses da imprensa mundial. Em 2003, a revista sofreu a primeira reformulação para enfrentar uma dívida de 700 mil euros. A situação jamais foi contornada, resultando em sua venda para o grupo de investidores.

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  • Série

    Hawaii Five-0 é cancelada e último episódio vai ao ar em abril

    29 de fevereiro de 2020 /

    A rede americana CBS anunciou que “Hawaii Five-0” vai acabar na 10ª e atual temporada. Remake da série clássica “Havaí 5-0” dos anos 1960, a atração policial encerrará sua trajetória de 10 anos e 240 episódios com um final de duas horas em 3 de abril. “Nunca é fácil dizer adeus a uma franquia de sucesso, que carregou o legado da original com tanta distinção, enquanto estabeleceu seu estilo próprio”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “Desde o primeiro episódio, ‘Hawaii Five-0’ tem sido um enorme sucesso para nós. Graças aos talentos incríveis dos produtores, escritores, elenco e equipe, ele desempenhou um papel fundamental por uma década em nossa programação. Não podemos estar mais orgulhosos de sua qualidade, longevidade e da devoção apaixonada dos fãs.” Desenvolvida por Peter M. Lenkov, Alex Kurtzman e Roberto Orci, a série foi uma grande geradora de lucros para a CBS. Além de seu sólido desempenho de audiência nos EUA, “Hawaii Five-0” é um sucesso internacional da produtora CBS TV Studios, vista em mais de 200 países. O sucesso foi tanto que Lenkov desenvolveu mais dois remakes de séries clássicas para o canal e o estúdio, “McGyver” (em 2016) e “Magnum” (em 2018), que continuam a ser exibidas. Como a maioria das séries de longa duração, “Hawaii Five-0” passou por várias transições de elenco e já não era a série que começou a ser exibida em 2010, especialmente devido à saída polêmica das co-estrelas originais Daniel Dae Kim e Grace Park na 7ª temporada, após seu pedido de reajuste de salários para o mesmo nível dos protagonistas brancos da atração ser recusado. Agora, a série vai terminar junto do final de contrato de seus dois astros originais, Alex O’Loughlin, que interpreta Steve McGarrett, e Scott Caan como Danny “Danno” Williams. O’Loughlin sofreu uma grave lesão nas costas durante as primeiras temporadas do programa e vem lidando com os efeitos colaterais desde então. Havia especulações de que ele poderia deixar a série há dois anos, mas ele continuou após receber tratamento com células-tronco. Fontes do site Deadline afirmam que desta vez ele sentiu que não poderia continuar, o que fez os produtores perceberem que era o momento certo para terminar a série. “Esse programa tem sido praticamente toda a minha vida nos últimos 10 anos”, disse O’Loughlin, em comunicado. “Onde quer que eu vá neste planeta, em todas as línguas, eu sou McGarrett para as mais diferentes pessoas. O que fizemos, o que realizamos, é extraordinário. Eu realmente não posso traduzir em palavras meu nível de gratidão. Estou feliz por ter feito parte disso, parte desta história e vou sentir falta disso. Obrigado por nos seguir. Vou ter saudades. Aloha”. “‘Hawaii Five-0’ tem sido uma bênção para mim e para todas as pessoas que trabalharam nesse show incrível”, acrescentou Lenkov, showrunner da série. “Eu realmente aprendi o significado de ‘ohana’ quando os espectadores nos abraçaram e o povo do Havaí nos recebeu com o privilégio de filmar em suas praias. Sou eternamente grato ao gênio criativo que foi Leonard Freeman, que nos deu uma história tão bonita para começar. E minha eterna gratidão ao nosso elenco, liderada por nosso herói Alex O’Loughlin, os roteiristas, a equipe de produção, nossa CBS ohana e, o mais importante: os fãs, que nos permitiram trabalhar com orgulho e fizeram nossa série tal sucesso. Mahalo”. “Por 10 temporadas, Alex, Scott e o restante do talentoso elenco Five-0 trouxeram aos fãs aventuras emocionantes em um paraíso tropical espetacular”, concluiu David Stapf, presidente da CBS Television Studios. “Queremos agradecer especificamente a Peter e à equipe de produção incrivelmente talentosa por 10 anos de televisão consistentemente destacada. O drama tem sido um grande sucesso para o estúdio e a rede, e uma franquia global para nossa empresa. Teremos o prazer de fazer uma grande despedida para os telespectadores terem a oportunidade de dizer adeus a seus personagens favoritos quando a temporada final terminar”. A série é exibida no Brasil no canal pago AXN.

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  • Filme

    America Ferrera deixa Superstore após 5 temporadas

    28 de fevereiro de 2020 /

    A atriz America Ferrera vai deixar a série “Superstore”, que ela protagoniza, ao final da 5ª e atual temporada, que termina em 16 de abril na rede americana NBC. O anúncio da saída pendente da estrela ocorre duas semanas após a série ter sido renovada para sua 6ª temporada. “Os últimos cinco anos em ‘Superstore’ foram alguns dos mais gratificantes, enriquecedores e agradáveis ​​da minha carreira”, disse Ferrera em comunicado. “Produzir, dirigir e atuar com esse elenco e equipe maravilhosos me deu oportunidades de crescer como pessoa e contadora de histórias. Sou muito grata aos meus parceiros da NBC e da Universal Television pelo apoio e crença que sempre tiveram no programa, e sou muito grato ao brilhante Justin Spitzer por criar o mundo engraçado, inteligente e relevante de ‘Superstore’ e por me convidar para fazer parte disso. Ao iniciar o próximo capítulo para minha família e carreira, desejo apenas o melhor e muito sucesso contínuo à minha amada família ‘Superstore’. ” Os representantes de Ferrera não comentaram as razões da atriz para deixar a série de sucesso antes do final de seu contrato. Ferrera, que mencionou a família em seu comunicado, teve seu primeiro filho em 2018, enquanto gravava ‘Superstore’, e atualmente está esperando seu segundo filho. Ela também lançou na semana passada sua primeira série apenas como produtora, “Gentefied”, na Netflix. Ferrera interpreta a Amelia “Amy” Sosa, ex-supervisora de andar e atualmente gerente da loja de departamentos Cloud 9, que serve de cenário para os episódios semanais de “Superstore”, e também produz a série. Além disso, ela também dirigiu quatro episódios da atração. Esta era sua segunda série de sucesso, após estrelar “Ugly Betty”, na rede ABC. “Superstore” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    César 2020: Polanski é premiado e atrizes abandonam evento em protesto

    28 de fevereiro de 2020 /

    O diretor Roman Polanski saiu premiado do César, evento considerado o Oscar da França, alimentando ainda mais a controvérsia em torno da premiação, precipitada pelo anúncio de que “O Oficial e o Espião” (J’Accuse), novo filme do diretor, era a obra com maior quantidade de indicações. Mesmo diante de protestos de feministas e após a renúncia coletiva da diretoria da Academia das Artes e Técnicas Cinematográficas da França, Polanski venceu o César de Melhor Direção. O diretor não foi ao evento, tendo anunciado na véspera que sabia que se tratava de um linchamento público. E quando seu nome foi anunciado, várias atrizes saíram da cerimônia em protesto. Entre as que deixaram o evento prematuramente estava Adèle Haenel (de “Retrato de uma Jovem em Chamas”), que no ano passado disse ter sido abusada quando menor por outro diretor. Antes da premiação, a polícia francesa entrou em confronto com manifestantes com placas contra Polanski do lado de fora da casa de shows Pleyel, e o gás lacrimogêneo ainda pairava no ar quando as atrizes abandonaram o recinto. A consagração no César foi o segundo troféu de Melhor Direção importante conquistado por Polanski com “O Oficial e o Espião”. O cineasta também venceu a mesma categoria no Festival de Veneza no ano passado, durante a première mundial do filme. “O Oficial e o Espião” ainda venceu outras duas categorias no César: Melhor Roteiro Adaptado e Figurino. Graças à polêmica, todo o evento foi focado em Polanski, das placas do lado de fora às piadas da apresentadora Florence Foresti, o que fez o diretor eclipsar até a vitória de “Os Miseráveis”, o candidato francês ao Oscar, com o César de Melhor Filme do ano. A principal razão dos protestos se deve ao fato de Polanski ser considerado foragido da Justiça dos Estados Unidos desde 1977, quando foi condenado por estuprar uma menina de 13 anos. Apesar disso, apenas em 2018 foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, depois que o movimento #MeToo relembrou seu histórico e incentivou o surgimento de novas acusações de abusos da mesma época. Na ocasião, o diretor chamou a atitude de hipocrisia, lembrando que sua condenação por abuso de menor era pública desde os anos 1970 e isso não impediu a Academia americana de lhe consagrar com um Oscar em 2003, por “O Pianista”. O lançamento de “O Oficial e o Espião” ainda coincidiu com o surgimento de mais uma acusação de estupro contra o diretor, a 12ª, que como as demais teria acontecido há várias décadas, mas nem isso impediu a consagração crítica do filme, muito menos seu sucesso comercial. “O Oficial e o Espião” virou a estreia mais bem-sucedida da carreira de Polanski, batendo o recorde de público de sua trajetória como cineasta, mesmo com piquetes de feministas nas portas de alguns cinemas. O filme será exibido no Brasil a partir de 13 de março. Veja abaixo cenas do protesto feminista diante do evento e a debandada das atrizes após o anúncio da vitória de Polanki. Des militantes féministes foncent sur sur des CRS qui sécurisent la salle où se déroule la cérémonie des #Césars. Elles réclament la libération de deux de leurs camarades interpellées un peu plus tôt. pic.twitter.com/6SjmfQktOO — Taha Bouhafs (@T_Bouhafs) February 28, 2020 A l'annonce du César de la Meilleure Réalisation pour Roman Polanski ("J'accuse"), Adèle Haenel quitte la salle. Le meilleur des #César2020 > https://t.co/ipnVwouBeV pic.twitter.com/7xa0CTbU3H — CANAL+ (@canalplus) February 28, 2020

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  • Série

    Grey’s Anatomy: Episódio de despedida de Alex Karev ganha trailer

    28 de fevereiro de 2020 /

    A rede americana ABC divulgou o trailer da despedida do personagem Alex Karev, de “Grey’s Anatomy”. A prévia relembra alguns momentos marcantes de sua trajetória na série e promete mostrar “como a história dele termina”. O episódio foi intitulado “Leave a Light On” (“Deixe uma Luz Acesa”, em tradução literal), mas não há informações sobre como a despedida será realizada, já que o ator não esteve envolvido nas gravações. O ator Justin Chambers, intérprete de Karev, decidiu não renovar seu contrato para continuar na série e já gravou seu último capítulo, que foi ao ar em novembro de 2019. Em sua última cena, ele opta por voltar para casa para cuidar de sua mãe, após ter ajudado a salvar a carreira de Meredith Grey (Ellen Pompeo). Chambers anunciou sua saída da série em janeiro passado. Um dos poucos integrantes do piloto de “Grey’s Anatomy” que ainda fazia parte do elenco, Chambers deixou a atração após 16 temporadas. A série exibirá o episódio especial na quinta-feira (5/3) nos Estados Unidos. No Brasil, “Grey’s Anatomy” faz parte da programação do canal pago Sony.

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  • Filme

    Os Simpsons vão ganhar novo curta inédito para cinema

    28 de fevereiro de 2020 /

    Os Simpsons vão voltar a virar filme. Não se trata de um novo longa, que os fãs esperam desde o sucesso de “Os Simpsons: O Filme” (2007), mas de um curta-metragem. E já na semana que vem. A revelação foi feita no Instagram oficial da série, que dá mais detalhes, além de adiantar uma imagem da produção. Veja abaixo. Intitulada “PlayDate with Destiny”, o curta deve acompanhar a pequena Maggie Simpson em uma viagem na Europa – pelo menos é o que sugere o post – e será exibido nos cinemas antes de “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, nova animação da Pixar – que em inglês tem um nome mais fácil de dizer: “Onward”. O último curta animado dos Simpsons foi “The Longest Daycare”, também focado em Maggie e lançado em 2012. A animação foi exibida antes de “Era do Gelo 4” e acabou indicada ao Oscar de Melhor Curta de Animação. “PlayDate with Destiny” também será o primeiro desenho dos Simpsons com distribuição cinematográfica da Disney. O curta e “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” estreiam na próxima quinta (5/3) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Maggie Simpson is speechless… Playdate with Destiny, a new Simpsons short film before Disney & Pixar’s Onward. Exclusively in theaters! #TheSimpsons Uma publicação compartilhada por The Simpsons (@thesimpsons) em 27 de Fev, 2020 às 9:01 PST

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  • Série

    The Eddy: Série jazzista do diretor de La La Land ganha primeiras imagens e teaser

    28 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres, 25 fotos e o primeiro teaser de “The Eddy”, aguardada série sobre um clube de jazz criada pelo cineasta Damien Chazelle, premiado com o Oscar por “La La Land” (2016). A prévia mostra o protagonista, Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”), andando pelas ruas de Paris até encontrar Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”) e entrar em seu clube, que tem o nome da série. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg vive a filha, chamada Julie, Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) é o sócio francês, que namora Leïla Bekhti (“Sem Palavras”) e a atriz polonesa Joanna Kulig (que demonstrou dotes vocais em “Guerra Fria”) tem o papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot/Holland. As gravações aconteceram na França, com diálogos em francês, inglês e árabe, muitas vezes misturando os três idiomas. Além de produzir, Chazelle dirige os dois primeiros (de um total de oito) episódios da 1ª temporada. Curiosamente, o diretor entrou no projeto antes do roteirista dos episódios, Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). Mas quem deu o pontapé inicial no conceito foi o músico Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. Ele compôs a trilha sonora da produção. A Netflix exibiu os dois episódios dirigidos por Chazelle na quinta-feira (27/2) no Festival de Berlim, mas o lançamento completo em streaming só vai acontecer em 8 de maio.

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  • Série

    On My Block: Trailer da 3ª temporada revela ameaça aos adolescentes

    28 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “On My Block”, que mostra uma guinada sombria na trama. A 2ª temporada terminou com um gancho, que é rapidamente resolvido na prévia, ao revelar quem raptou os jovens protagonistas e qual seu objetivo. Longe de deixá-los à vontade, a revelação apenas confirma que suas vidas correm perigo. Perseguições, pneus furados, reuniões sigilosas na hora da merenda escolar e escavações de túmulos dão uma mostra do que eles irão enfrentar nos novos episódios. A série é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série atingiu 100% de aprovação em 2ª temporada no Rotten Tomatoes – após uma estreia com 95%. A 3ª temporada terá 8 episódios com estreia marcada para 11 de março em streaming.

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  • Série

    Carta ao Rei: Minissérie que adapta clássico literário juvenil ganha trailer dublado em português

    28 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, 22 fotos e o trailer de “Carta ao Rei” (Letter for the King), minissérie holandesa sobre aventureiros juvenis da Idade Média. Como o vídeo foi disponibilizado com dublagem em português, a trama soa ainda mais infantil que seu conteúdo original. A série é baseada no famoso livro de mesmo título de Tonke Dragt, publicado originalmente em 1962, que costuma ser comparado aos grandes épicos de fantasia juvenis contemporâneas, de “O Senhor dos Anéis” ao mais recente “Harry Potter”. A história gira em torno do jovem aprendiz de cavaleiro Tiuri (Amir Wilson, de “His Dark Materials”), que por acaso recebe uma missão vital: entregar uma carta ao rei, que pode salvar o reino de uma grande ameaça. De posse dessa carta, ele passa a ser perseguido por inimigos perigosos e decide pedir ajuda às únicas pessoas que acreditam que ele possa ter sido escolhido para missão tão importante: seus amigos adolescentes. Assim, o destino do reino se torna responsabilidade de um grupo de crianças que precisa crescer rapidamente. Um dos motivos de “Carta ao Rei” não ser tão conhecido mundialmente é o idioma. O livro só foi traduzido para português brasileiro em 2009 e para inglês em 2013. Mas é considerada a melhor obra literária juvenil da Holanda da segunda metade do século 20. Tanto que, antes de virar série, ganhou um filme local, dirigido por Derek de Lint em 2008. Um detalhe curioso é que Antonia Johanna Willemina Dragt virou escritora com a idade de seus personagens. Ela tinha 13 anos quando começou a escrever e ilustrar aventuras medievais para passar o tempo, quando vivia num campo de prisioneiros em Jacarta, na Indonésia invadida pelas tropas japonesas durante a 2ª Guerra Mundial. Ela retomou esse hábito quando virou professora na Holanda, ao reparar que as crianças só silenciavam em aula quando contava histórias. Assim, juntando trechos de aventuras imaginadas ao longo de toda a vida, resolveu se profissionalizar em 1956. “Carta ao Rei” foi seu segundo romance. E fez tanto sucesso que ganhou continuação, em 1965, que pode render a 2ª temporada da série, caso os cinco episódios já produzidos façam sucesso na plataforma. A adaptação foi escrita por Will Davies (“Como Treinar Seu Dragão”) e o elenco majoritariamente britânico também inclui David Wenham (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Nathanael Saleh (“O Retorno de Mary Poppins”), Thaddea Graham (“Curfew”), Jonah Lees (“Sun Records”), Islam Bouakkaz (“After Life”), Jack Barton (“Grantchester”), David Wilmot (“The Alienist”), Peter Ferdinando (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Gijs Blom (“Garotos”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Alfa”), Ruby Ashbourne Serkis (a filha de Andy Serkis) e participação de Andy Serkis (“Pantera Negra”). A minissérie será lançada no dia 20 de março. Confira abaixo o trailer dublado em português e o original, com diálogos em inglês.

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  • Música

    Harry Styles se afoga na depressão em novo clipe

    28 de fevereiro de 2020 /

    O cantor Harry Styles divulgou o clipe de “Falling”, terceiro single de “Fine Line”, seu segundo álbum solo. O vídeo não apresenta nada de novo. Mostra o cantor tocando a balada dor-de-cotovelo ao piano, enquanto o aposento se enche de água, numa ilustração literal da sensação de afogamento que costuma ser descrita como resultado da depressão – simbolismo já explorado em inúmeros vídeos musicais. A direção é de Dave Meyers, que também dirigiu “Adore You, o clipe anterior de Styles, além de vídeos premiadíssimos – e bem mais criativos – de Billie Eilish (“Bad Guy”), Ariana Grande (“God is a Woman”) e Kendrick Lamar (“Humble”).

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  • Música

    Lady Gaga volta ao pop com o clipe de Stupid Love

    28 de fevereiro de 2020 /

    Lady Gaga voltou ao pop com o lançamento do clipe de “Stupid Love”. O vídeo e a música retomam os visuais exóticos, batidas dançantes e referências de Madonna que a cantora tinha trocado por duetos com Tony Bennett, flertes com o country, apresentações ao piano e papéis de cinema. Trata-se, enfim, de uma volta à exuberância de “Born This Way”, de nove anos atrás. A música é uma composição de Max Martin (de hits de Taylor Swift e Ariana Grande) e volta a juntar Lady Gaga com o produtor BloodPop (de “Joanne”). O que a distingue do pop homogêneo atual, portanto, é a participação produtiva do DJ francês Tchami, um dos principais nomes da future house, que conduz o arranjo para uma pegada mais eletrônica. Já o vídeo exalta a confiança da cantora, que não esconde sua barriguinha em coreografias de K-Pop, e também sua cultura trash, ao confundir figurantes de visual carnavalesco com punks, feito as sci-fi pós-apocalípticas dos anos 1980. Mas apesar de explorar diferentes figurinos, a produção não apresenta muitos efeitos, além do colorido borrado e a falta de profundidade de campo que parecem consequência da decisão de gravar o clipe com o novo celular da Apple, o iPhone 11 Pro, numa ação casada de marketing dirigida pelo australiano Daniel Askill – parceiro habitual da cantora Sia.

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    O que faz um filme dar lucro em Hollywood?

    28 de fevereiro de 2020 /

    Em muitos sentidos, Hollywood se parece com um cassino de altas apostas. Para criar um blockbuster é preciso apostar alto. Uma fortuna. Que pode render o dobro ou o triplo. Ou fazer o estúdio perder todo o investimento e ainda ficar no negativo num lance errado. Uma análise dos filmes mais caros de todos os tempos mostra como é difícil acertar essa aposta. Entre os exemplos positivos está “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). O filme custou US$ 248 milhões, mas arrecadou US$ 2,13 bilhões, passando na frente de muitos longas de super-heróis em faturamento, para comprovar que o investimento da Disney na aquisição da Lucasfilm – por US$ 4 bilhões em 2012 – mais que compensou. Por outro lado, um lançamento mais recente da mesma Lucasfilm, “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018), resultou num dos maiores prejuízos da história recente da Disney. O filme que conta a origem do icônico piloto Han Solo enfrentou diversos problemas de bastidores, culminando na demissão de sua dupla original de diretores na reta final de filmagens. Ron Howard foi contratado às pressas para concluir o longa, mas acabou refilmando várias cenas, o que fez o orçamento atingir US$ 275 milhões e transformar o longa no mais caro de todos os títulos “Star Wars”. Ao final, porém, rendeu apenas US$ 392,9 milhões mundiais. E gerou um prejuízo estimado entre US$ 50 e 80 milhões para os cofres do estúdio, que só não foi maior devido à venda de direitos para a TV (US$ 125 milhões), vídeo (US$ 64 milhões) e streaming (US$ 181 milhões). A diferença que define lucro e prejuízo leva em conta o fato de que a bilheteria de um filme não retorna completa para os produtores. Ela é dividida com o parque exibidor e ainda sofre taxação, que varia de país para país. Os lançamentos na China, por exemplo, retornam apenas 25% da bilheterias para os estúdios. Mas os estúdios amortizam fracassos com outras fontes de renda, como exemplificado acima. Além disso, filmes não custam apenas o orçamento de produção. O investimento em P&A (cópias e publicidade) é quase tão elevado quanto as filmagens – em “Han Solo” foi de US$ 130 milhões. Isto inclui desde a criação de todo o material de apoio, como pôsteres, que precisam ser impressos para milhões de cinemas ao redor do mundo, trailers, etc, até o pagamento de campanhas publicitárias, eventos de marketing, etc, sem contar salários fixos de profissionais que cuidam dos lançamentos em todos os países. Geralmente, uma produção começa a dar lucro quando sua bilheteria se torna três vezes maior que seu orçamento, mas isso costuma variar de produção a produção – algumas gastam tanto em marketing que precisam faturar quatro vezes mais. Apesar do tombo com “Han Solo”, a Disney é o estúdio que mais acerta ao investir algo em blockbusters. Seus filmes mais recentes da Marvel estão entre os maiores orçamentos de todos os tempos, numa escalada monumental. “Vingadores: Era de Ultron” (2015), por exemplo, custou US$ 365 milhões. E para evitar que seus dois longas seguintes com a reunião de todos os heróis da Marvel superassem esse recorde, a Disney teve a ideia de filmá-los simultaneamente, economizando em despesas de locação, hospedagens e transporte. Deu certo, ainda que o alívio tenha sido relativo. “Vingadores: Guerra Infinita” (2018) foi orçado em torno dos US$ 316 milhões e “Vingadores: Ultimato” (2019) atingiu o custo de US$ 356 milhões. Só nestes três filmes, o estúdio investiu mais de US$ 1 bilhão! O resultado, porém, foi uma bilheteria somada de US$ 6,1 bilhões, com direito a quebra de recorde mundial de arrecadação, atingido por “Vingadores: Ultimato”, que faturou sozinho quase metade desse valor no ano passado, US$ 2,7 bilhões. A Warner também investiu alto na produção de filmes baseados nos quadrinhos da DC Comics, desembolsando estimados US$ 263 milhões para seu primeiro filme-evento, “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), e mais de US$ 300 milhões em “Liga da Justiça” (2017). Ambos foram destruídos pela crítica, mas o primeiro praticamente empatou os gastos, atingindo US$ 873,6 milhões nas bilheterias mundiais. O público, porém, evitou o segundo, que também teve bastidores tumultuados e troca de diretor na reta final. O longa faturou apenas US$ 657,9 milhões e gerou uma crise enorme, com demissões e reestruturações em vários departamentos do estúdio. Mas também há alguns fenômenos que surgem de onde ninguém espera. O caso da franquia “Velozes e Furiosos” é um grande exemplo. O primeiro filme, lançado em 2001, era uma produção relativamente barata, que custou apenas US$ 38 milhõe, e surpreendeu a Universal ao atingir mais de US$ 200 milhões em todo o mundo. O estúdio resolveu apostar na marca. E aquela bilheteria inicial já não pagaria os custos do oitavo filme. “Velozes e Furiosos 8” (2017) foi rodado por US$ 250 milhões, com locações em vários países e destruição de centenas de carros caríssimos. E faturou US$ 1,2 bilhão! Os custos em efeitos visuais tem ajudado a escalar os orçamentos. Mas há também os salários milionários dos astros de ação. A folha de pagamento foi responsável pelas maiores despesas dos filmes dos “Vingadores” da Marvel. Para entender tanta despesa, é preciso ajuda até de infográfico. O site Lottoland criou um guia com infográficos e vários números que completam essas informações. Confira para conhecer melhor os detalhes financeiros dos filmes gigantescos de Hollywood.

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    Regina Duarte encerra contrato de mais de 50 anos com a Globo

    28 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Regina Duarte encerrou sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. A informação foi divulgada hoje pelo departamento de comunicação da emissora. A rescisão foi decorrente da decisão de Regina, que assumirá a Secretaria Especial de Cultura a convite do presidente Jair Bolsonaro. “Deixar a TV Globo é como deixar a casa paterna. Aqui recebi carinho, ensinamentos e tive a oportunidade de interpretar personagens extraordinárias, reveladoras do DNA da mulher brasileira. Por mais de 50 anos sinto que pude viver, com a grande maioria do povo brasileiro, um caso de amor que, agora sei, é para sempre. E não existem palavras para expressar o tamanho da minha gratidão”, anunciou a atriz, em comunicado. “Que Deus me ilumine para que eu possa agora, na Secretaria Especial de Cultura do Governo Bolsonaro, honrar meus aprendizados em benefício das artes e das expressões culturais da população do meu país”, acrescentou. Regina Duarte estreou na Globo em 1969 com a novela “Véu de Noiva”. De lá para cá, atuou em obras que marcaram época, como “Selva de Pedra” (1972), “Roque Santeiro” (1985), “Vale Tudo” (1988), “História de Amor” (1995), “Por Amor” (1997) e “Páginas da Vida” (2006), entrou outras. Sua posse na pasta da Cultura deve acontecer em 4 de março. Ela assumirá a vaga aberta desde 17 de janeiro, após a exoneração de Roberto Alvim, devido a um discurso ideológico inspirado em frases de Joseph Goebbels, ministro da Informação e Propaganda da Alemanha nazista.

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